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BAE Systems atualiza sistemas de guerra eletrônica do F-35

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NASHUA, NH — A BAE Systems, líder em tecnologia de guerra eletrônica (EW), anunciou em 28 de fevereiro um marco importante no programa, com a inserção bem-sucedida de novas tecnologias em seus sistemas EW para a frota global de aviões de combate  Lockheed Martin F-35 Lightning II. Os upgrades no sistema AN/ASQ-239 posicionam-no para atender aos requisitos de capacidade futuros e melhorar a capacidade dos caças de conduzir missões críticas em espaço aéreo contestado.

O sistema EW aprimorado oferece a funcionalidade de classe mundial do sistema anterior em um espaço menor, reduzindo os requisitos de volume e energia – criando espaço para atualizações de modernização do Bloco IV. A atualização do sistema também resolve problemas com obsolescência de fabricação que, de outra forma, exigiriam um trabalho de reprojeto caro.

A estratégia de expansão de capacidade da empresa – incluindo um investimento de US$ 100 milhões em 80.000 pés quadrados de espaço de fabricação de última geração, automação de processos e o crescimento de sua força de trabalho de guerra eletrônica altamente qualificada em mais de 23% – permitiu que a BAE Systems se tornasse o primeiro fornecedor do F-35 a inserir tecnologia atualizada em seus sistemas em velocidades de produção completas – entregando 11 sistemas por mês e aumentando a produção para atender à produção de aeronaves. A tecnologia Digital Channelized Receiver/Techniques Generator e Tuner Insertion Programme (DTIP) foi introduzida no processo de fabricação da BAE Systems em 2018, com as primeiras entregas iniciando em julho. A equipe está fornecendo consistentemente 11 pacotes por mês, permitindo que a empresa continue a entrega no prazo para o cliente.

“Já entregamos quase 400 sistemas EW até hoje, e agora atualizamos a arquitetura e estamos produzindo a uma alta taxa de produção. Essa inserção de tecnologia dá espaço ao sistema EW para crescer e ajudará o F-35 a manter seu domínio do espectro eletromagnético”, disse Deborah Norton, VP de Soluções F-35 da BAE Systems. “A inserção bem-sucedida do DTIP foi o resultado do excelente foco, dedicação e trabalho em equipe de nossas equipes de engenharia e produção, trabalhando em estreita coordenação com nosso cliente.”

O avançado sistema EW do F-35 é um comprovado conjunto de guerra eletrônica/contramedidas eletrônicas que fornece aos pilotos uma percepção situacional em campo de batalha em tempo real e recursos de resposta rápida. O sistema ASQ-239 oferece alertas de radar totalmente integrados, suporte e recursos de autoproteção para engajar, combater, bloquear ou evitar ameaças para melhorar a capacidade de sobrevivência e a eficácia da missão. O sistema baseia-se na BAE Systems com mais de 60 anos de experiência em EW e no legado de fornecer 13.500 sistemas táticos para mais de 80 plataformas diferentes, incluindo plataformas F-22, F-16, F-15, B-1 e B-2.

DIVULGAÇÃO: BAE Systems

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PauloSollo
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A experiência adquirida pela BAe no projeto do F-35 representa uma vantagem inigualável no desenvolvimento do Tempest. Dassault e Airbus têm experiência 0 em qualquer coisa relacionada a um projeto 5G e terão que empreender muito mais tempo e dinheiro para alcançar os objetivos pretendidos com o SCAF partindo do zero. Tudo indica que o Tempest será uma plataforma muito mais eficiente e menos cara, além de ter um desenvolvimento bem mais rápido que o concorrente, ainda mais contando com parceiros do quilate da Boeing e SAAB, e com a possibilidade de agregar mais outros de alto nível, e numa… Read more »

Carlos Campos
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Carlos Campos

a Dassault tem o Neuron, ou seja furtividade eles tem conhecimento, agora na parte eletrônica, principalmente na de guerra eletrônica não sei se a Thales por exemplo poderia entregar algo tão sofisticado ao nível do que o F35 tem, afinal os europeus só recentemente passaram a usar Radar AESA.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Os americanos não são bobos, certamente o contrato tem um miríade de letras miúdas, a experiência tem seu valor sim mas de uma forma que é difícil imaginar!

teropode
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Cara alemães e franceses não são bobinhos , possuem notáveis centros de pesquisas , além disso certamente rola alguma espionagem , se o projeto não avançar será por causa de fatores políticos ou frescurite aguda , notem que nos primórdios de 90 tanto Alemanha quanto Suécia já realizavam estudos sobre formas triangulares para caças, a Alemanha inclusive levou um puxão de OREIA dos EUA . Eu acredito que vai sair algo formidável desta união.

Heu
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Heu

E o killing ratio já é de 20:1. Imagine com atualizações.

Washington Menezes
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Washington Menezes

Caramba!! ler na mesma matéria “resolver problemas com obsolescência no F35” que acaba de receber IOC, define bem o que foi este projeto.

Ferreras
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Ferreras

Acho que define o quanto ele está na frente dos demais. A obsolescência pode se referir ao quanto uma nova versão do mesmo componente evoluiu e não com relação aos concorrentes.

Leonel matos
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Leonel matos

A bae systems podia com a experiência acumulada explicar para os russos como tornar o su57 sthealth