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USAF pode encomendar até 80 caças F-15X à Boeing

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Conceito do F-15 2040C, que resultou no F-15X

O próximo orçamento da Força Aérea dos Estados Unidos pedirá fundos para oito novos caças-bombardeiros F-15 da Boeing, reforçando seu inventário com uma versão atualizada de um avião comprado pela última vez em 2001, enquanto recebe o mais avançado F-35 da rival Lockheed Martin Corp.

Os F-15 serão propostos no orçamento do ano fiscal de 2020, previsto para cerca de 11 de março, como o primeiro de uma potencial compra de 80 aviões nos próximos cinco anos, disseram pessoas familiarizadas com o plano da Força Aérea.

Mesmo que o pedido tenha o apoio da Casa Branca, é provável que levante questões de legisladores céticos sobre por que a Força Aérea, que passou anos dizendo que precisa da “quinta geração” do F-35, agora quer mais F-15 também.

A Boeing manteve sua linha de produção de F-15 em St. Louis, com vendas contínuas para aliados, incluindo Israel, Arábia Saudita e Qatar. O novo F-15X para os EUA seria uma variação dos aviões vendidos para o Qatar, mas seria capaz de transportar cargas mais pesadas de armas ar-terra e ar-ar do que os atuais F-15 ou F-35.

Com seu transporte interno de armas, o F-35 provavelmente não pode acomodar armas mais pesadas planejadas, como mísseis hipersônicos que estão agora em desenvolvimento. Por outro lado, o F-15X não teria os avanços tecnológicos do F-35, incluindo seu perfil furtivo para escapar dos mais avançados sistemas de defesa aérea russos e chineses, bem como seus sofisticados sensores e recursos de compartilhamento de dados.

A Força Aérea irá propor a compra do F-15X sem reduzir a frota de 1.763 jatos F-35 que há muito tempo está planejando, disseram as fontes. O serviço compraria 48 dos 84 F-35 que foram solicitados para o ano passado no plano do Pentágono para 2020, com o restante indo para a Marinha e os fuzileiros navais, de acordo com documentos do programa.

Ainda assim, a Lockheed vem lembrando discretamente aos legisladores e à equipe parlamentar sobre seus argumentos para o F-35 como a melhor escolha, inclusive por meio de um “folheto informativo” distribuído em dezembro. Isso foi seguido por um ataque ao F-15X por cinco senadores que escreveram o presidente Donald Trump na semana passada chamando o avião da Boeing de “ultrapassado”.

“É improvável que o orçamento de caça da Força Aérea dos EUA cresça muito, então o medo é que a substituição da frota de F-15, em vez de atualizar os antigos F-15, tiraria dinheiro do F-35”, disse Richard Aboulafia, analista aeroespacial do Teal Group de Fairfax, Virginia, disse em um e-mail.

A Boeing disse em um comunicado que está “pronta para fornecer uma variante avançada do F-15 com alta taxa de sobrevivência à Força Aérea a um custo acessível”. Um porta-voz da USAF se recusou a comentar a proposta até que o orçamento proposto pelo presidente seja liberado.

Funcionários do orçamento
A compra planejada do F-15X se originou de uma avaliação das necessidades da Força Aérea dos EUA por analistas de carreira no escritório independente de avaliação de custos do Pentágono. Ela ganhou apoio dos funcionários do orçamento da Casa Branca, que concordaram em preencher um nicho para um avião capaz de transportar uma carga pesada de material bélico, de acordo com uma das fontes.

A Boeing, de Chicago, ofereceu a aeronave, incluindo motores, por cerca de US$ 80 milhões por avião sob um contrato de preço fixo, com as primeiras entregas em 2022. Em comparação, estima-se que a F-35 da Lockheed, sediada em Bethesda, Maryland. custou US$ 89 milhões cada no último contrato com uma meta de US$ 80 milhões até 2020.

O boletim informativo de dezembro da Lockheed disse que o F-15X custaria US$ 90 milhões cada e teria menos autonomia, aceleração e tempo para permanecer acima do alvo do que o F-35.

O porta-voz da Lockheed, William Phelps, disse que o documento foi preparado para um briefing do congresso no dia 13 de dezembro e foi consistente com o que a empresa produziu durante anos comparando o F-35 com caças mais antigos.

Marillyn Hewson, diretora executiva da Lockheed, disse a analistas em janeiro que ela está ouvindo “diretamente da liderança no Pentágono” que o F-35 é “bem suportado por todos os lados” para que não seja afetado por uma potencial compra do F-15.

Ainda assim, dois dos mais fortes apoiadores do congresso da Lockheed, os senadores republicanos John Cornyn e Ted Cruz do Texas, prepararam uma carta para Trump alertando contra o subfinanciamento do F-35, que é construído em seu estado, para comprar o F-15X.

Concepção do F-15QA do Qatar

FONTE: Bloomberg

70 COMMENTS

  1. Uma briga de vários estados por emprego e o trump querendo agradar todo mundo, pelo que lembro o F35 pode levar armas debaixo das asas assim como F22, então esse negócio de F15X é mais para agradar certos políticos e estados, já deu caça de 4°G tem que parar de ser fabricado para USAF, e começar a levar adiante um conceito de 6°G para manter o domínio da tecnologia no setor afrente dos Europeus, Russos e Chineses, torço para que a LM não pegue mais um contrato de grande porte.

    • Se tem uma coisa que Trump não faz é tentar agradar todo mundo. Não é a toa que ele têm muitos inimigos internos e externos.
      A questão sobre o F-35 é bem simples. Esse vetor será a espinha dorsal da USAF, mas ele não entrega tudo o que foi prometido e precisará de outros vetores que o complementem ele ou que faça o serviço de forma mais econômica.

      Sobre o F-15X, o alcance do F-15 sempre foi muito grande e com essa modernização a capacidade de carga de armamentos aumentou muito. Em missões que precise saturar as defesas anti-aerea do inimigo, o F-15X será melhor do quer o F-35.

    • Acho que eles precisam mais da função de bombardeiro do que a de caça. Leia o décimo parágrafo; devem estar renovando a frota de bombardeiros. E o F-15 é um bombardeiro fantástico.

  2. Eu só quero mesmo que nosso Brasil tenha como se defender, mais nada. É como disse um general, do qual não me recordo o nome, aposentou por esses dias aí, o inimigo precisa ter receio de entrar aqui, pensar no que tal atitude implicaria, os danos que poderiam ter… É como disse um colega uma vez: ” a qualquer momento essa máquina de guerra pode se voltar contra nós”

  3. Que falta que faz a linha de montagem do F-22. Até por questões de futuras atualizações, deviam ter mantido em escala miníma. Agora ou compra F-35 ou o o bom e velho Eagle.

    • Rapaz, mesmo com toda sua eletrônica o F-35 não voa na mesma velocidade do F-15 que é um caça de superioridade aérea puro sangue, além de ,devido sua capacidade de carga, servir como um belo de um bombardeiro tático.
      Pra frear um ataque tempo é fundamental e nisso o F-15 chega beeeeeeem mais rápido a um ponto seguro para lançar seus brinquedinhos.

      • Caro colega /xará, nisso há um engano. O F-15 em velocidade de cruzeiro ainda é subsônico, até onde sei. Não sei se isso mudaria no 15-X. O F-35 tem velocidade de cruzeiro de Mach 1,3. Então na questão de velocidade de cruzeiro o F-35 leva vantagem, perdendo em velocidade máxima, aí o Eagle ainda é superior, mas isso gasta um caminhão de combustível…

        • Existem provas até o momento do supercruise do F-35? Se sim, de quais modelos? Com que carga? É muito difícil de acreditar que um vetor de mach 1,6 seja capaz de qualquer supercruise em condições reais de uso.

  4. A verdade é que o F-15X vai custar o mesmo que um F-35, em todos os sentidos. Tecnicamente não faz sentido, mas trata-se de uma questão política. E isso é ruim ? Necessariamente não, 80 a 200 F-15X faria muito bem à Boeing (também é filha de Deus rs) e aliviaria a necessidade imediata (2030) de um 6G para substituir os F-15C que estão no osso, seria uma substituição mais gradual e escalonada. Então, que venha os F-15X.

    • Tenho a impressão que o custo de manutenção do F-15 é menor. Então, mesmo que o custo de aquisição não seja tão diferente, em 20, 30 anos, o menor custo de manutenção é significativo.

    • O F-15 tem um custo bem salgado e ele compõe uma boa parte da USAF. Porém sem uma atualização pesada da aeronave em eletrônica, talvez tanques conformais e uns retoques pra reduzir assinatura radar (igual o F-16 e F-18 já tiveram nas suas ultimas versões propostas) não sei se vale a pena. E quanto a Boeing, já tem o projeto do block III do Vespão pra dar uma vitaminada nos cofres dela.

    • Sou leigo mas mesmo o F 35 sendo atual ,o fato do F 15 ter dois motores e tambem se valer de algumas tecnologias usadas em ambos deixaria o valor mais parecido penso eu.

    • Esses dias eu disse que os Híndus deveriam ser estudado pela NASA e alguém sugeriu que a NASA é Hìndu, acho que os amercinanos estão sendo estudado pelos Híndus.

  5. O país sendo tão rico pode se dar ao luxo de ter 80 F-15X – ou até mais – sem grande peso em seu orçamento mantendo assim muitos empregos na linha de produção e mantendo o avião vivo e atualizado para novas vendas externas. E é uma avião que merece enorme respeito e temor pelos seus adversários.

    Serão 1.763 F-35 apenas para a USAF, e tem ainda os da US Navy e os dos Marines. E mais os países aliados que já compraram e podem ainda comprar mais.

    Quantos milhares voarão? Outro dia falei em 4000 no mundo e alguém avermelhado de inveja duvidou. E quem poderá fazer frente a tamanha frota atuando globalmente? Com estes números e com os resultados e feedback até agora apresentado pelos operadores talvez nem a China consiga acompanhar.

    Como sempre dizem aqui, melhor aceitar que dói menos, ou sair de fininho da sala e voltar outro dia com outro assunto.

    • Levando-se em conta que a maior parte do orçamento militar está sendo financiado através de um endividamento anual gigantesco que está na casa de US$ 1 trilhão, vc tem plena razão.

      • Concordo que uma grande dívida é um problema para qualquer país.

        Há uma dívida acumulada de mais de 20 trilhões de dólares, mas com um PIB também de mais de 20 trilhões.

        Só que o aumento da dívida ocorreu mais em razão de gastos sociais no período Obama, a dívida quase dobrou, e agravou-se, mas nunca na mesma magnitude, com a desoneração de impostos no governo Trump.

        Por outro lado, a economia dos EUA cresce e o valor acumulado em bens e recursos monetários em poder das empresas supera em muito esta dívida. Sem contar o domínio no conhecimento e tecnologias que são difíceis de monetizar e as reservas que o país deve ter em ouro que não são plenamente conhecidas. Isso tudo não deixa o país insolvente, ao contrário, tem um enorme potencial para gerar riquezas e honrar seus compromissos.

        Há 20 anos acompanho está situação e muitas previsões catastróficas são sempre feitas. Passamos pela crise de 2008 que era para ter sido pior que a de 29 e temos uma economia americana ainda mais forte.

        Entendo que a economia dos EUA espalha dinamismo no mundo ao crescer. E sempre tem sido assim. Já a China destruiria empregos por onde passa e criaria submissão e dependência real. Os países e as pessoas que tem uma visão mais clara do sistema capitalista, porque o estudam e aceitam, sabem disso e preferem os EUA na liderança por este motivo historicamente verificado a qualquer outro país.

        E para terminar falando em dívida, o seu ponto, há mais preocupação hoje com o endividamento Chinês, inclusive com suspeitas sobre uma contabilidade nacional maquiada onde os reais números são desconhecidos, do que com os EUA. A dívida Chinesa total como proporção do PIB é maior que a dos EUA.

        Seria muito ruim para o Brasil se a China quebrasse ou se desse uma freada brusca no ritmo de crescimento, sinceramente espero que não aconteça, porque estamos, nos colocamos, dependentes de exportações para a China que para nós tem um peso significativo (U$ 20 bi/ano), embora isso tenha também um lado negativo mas isso já é outro assunto.

        A China tentar acompanhar os gastos militares dos EUA poderá ser um erro tão grave como foi a URSS tentar acompanhar os EUA. Mas, muitas vezes, com história alguns não aprendem nada.

        Tanto é verdade que não aprendem que ainda muitos permanecem socialistas.

        • A dívida americana atualmente tem uma mecânica própria.
          Os comentaristas econômicos estão prevendo que elá aumentará tanto que a rolagem anual vai chegar a US$ 1 trilhão.
          É isso mesmo. US$ 1 trilhão de juros por ano.

          • Não sei o que anda lendo mas esse valor de juros pagos é bem irreal. E os EUA atraem investidores para seus títulos até não pagando juros. O apelo não é a remuneração, mas a segurança que oferecem. Quando há qualquer dor de barriga no mundo o melhor lugar para levar seu $ é os EUA. Mas isso também já é outro assunto.

        • Vamos colocar em números o que a dívida dos EUA representa.
          Os EUA pagaram, em 2018, US$ 310 bilhões em pagamento de juros. É muito dinheiro. Já o Brasil, no mesmo ano (2018) gastou R$ 1,16 trilhão para rolar sua dívida, de acordo com o orçamento da União. Se fizermos a conversão com o cambio de hoje (dolar a R$ 3.75) vamos descobrir que o Brasil pagou, de juros, US$313 bilhões. É rapazes… a dívida americana é mais barata do que a do Brasil.

          • Os comentaristas estavam avaliando que com o agravamento da situação macroeconômica dos EUA haverá a necessidade de um aumento substancial na taxa de juros em um futuro não muito distante.
            E a incidência dessa taxa em uma dívida que já passou de US$ 22 trilhões e aumenta a uma taxa de US$ 1 trilhão por ano, logo se tornará um fardo pesado demais.

          • Kings quem investe me títulos dos EUA procura primeiro segurança. E, assim sendo, os F-35 ajudam a dar esta segurança. Não precisa nem pagar juros. Quem investe então ajuda a pagar os F-35, ajuda a pagar por sua própria segurança. Isso desde a WWII. Sabe que os comunistas ao amedrontarem tanto o mundo com suas bagunças acabam ajudando os EUA ser o porto seguro dos investidores. O mesmo podemos dizer de ditadores malucos de esquerda ou de direita que afugentam o capital. Mas isso, na visão de muitos já era para ter acabado desde que Marx escreveu o capital e continua do mesmo jeito.

          • Antonio
            Se você acha que dívida é tão problemático, você deveria estar mais preocupado com a China, que tem uma dívida oficial de US$ 5.2 trilhões. Mas este valor não computar o que são dividas intragovernamentais (entes do governo que devem uns aos outros) que representam mais US$ 5.8 trilhões para um total de US$ 11 trilhões. Os US$ 22 trilhões dos EUA já inclui tudo).
            A divida da China é metade da dívida americana – o que é bom para a China; mas os juros pagos pelas China hoje (que agora estão baixo em relação ao que costumava ser) é de 4,5%. Durante toda uma década após a crise de 2008, enquanto a dívida dos EUA estava sendo contraída a taxa de juros de 0,25% ao ano, a dívida da China estava sendo contraída a uma taxa 20x maior em média: entre 5% e 6,5% por ano (Nem vou dizer a do Brasil para não chorarmos juntos). Quando você projeta a dívida chinesa para o futuro, a situação é tal que se a China não conseguir manter uma taxa de crescimento alta ela vai ficar numa situação complicada. O problema é que as taxas de crescimento da China diminuem ano após ano. Em 2007 a China crescia 14,2% ao ano. Em 2018 estava crescendo a 6,9% ao ano e o declínio na taxa de crescimento chines é continuo. Ano após ano, desde 2007, com exceção de 2010, o crescimento chines vem declinando em relação ao ano anterior. O que diga-se de passagem – e natural: é muito mais fácil crescer 10% em um PIB de R$ 100 reais do que crescer 5% em um PIB de R$ 1000 reais.
            Mas é como eu já disse: dívida não é necessariamente um problema. Dívida só é problema se o devedor não consegue fazer o dinheiro render emprestado mais do que a taxa de juros que está pagando. Se eu arrumasse alguém para me emprestar dinheiro com a taxa de juros atual dos EUA (2,5%), sabe o que eu faria? Tentaria pegar US$ 1 bilhão emprestado. Colocaria este um bilhão na caderneta de poupança (6% ao ano) e iria descansar. Depois de um ano, eu pagaria o dinheiro da poupança(US$ 1 bi e 60 milhões) e pagaria a dívida (US$ 1bi e 25 milhões) e embolsaria US$ 35 milhões sem fazer nada. Opa! é o que os bancos fazem!

          • Não confundam “rolar a dívida” com pagamento de juros. O Brasil gastou em 2018 algo próximo de 380 bilhões de reais com juros da dívida. O pagamento de títulos que venceram ao longo do ano não estão computados nesse número, mas em geral são compensados com a emissão de novos títulos. Na prática, o Brasil gasta anualmente com sua dívida algo em torno de 6,5% do PIB, número insustentável no longo prazo. Se não me engano, a China gasta em torno de 3,5% do PIB. Sim, a China também é deficitária… e não está em posição melhor que os EUA, cujos títulos são emitidos a juros baixíssimos em moeda local.

        • Na verdade nada tirando o poder sobre a impressora mantém uma economia com 100% de endividamento longe da insolvência. As exonerações do Trump não são de fato o problema, ou melhor, são, mas por conta daquilo que foi feito antes, com a expansão colossal dos gastos públicos, gerando déficits fiscais maiores do que o PIB da maioria dos países do planeta.
          O ritmo de gastos militares deles não faz sentido algum, mas o maior problema foi o incentivo governamental à expansão monetária que explodiu na forma da bolha imobiliária, assim como a maneira TENEBROSA com a qual lidaram com isso. O congresso americano em uma só canetada gerou na época 800b de dólares em dívidas para salvar empresas e, em última instância, bonificar a ineficácia e as atitudes criminosas e inconsequentes dos bancos e seus empréstimos de alavancagem.
          Foi um movimento similar no resto do planeta, contudo, países realmente sãos, como a Alemanha, poucos anos após a crise se tocaram que a curva do endividamento OBRIGATORIAMENTE tinha que descer, então, basta procurar no trading economics tais dados de diversos países para ver o caminho claro rumo a insolvência de quase todo o planeta. Numa próxima crise não teremos mais margens.

        • A gente também nonato. O pessoal acha que a China é a grande credora dos EUA mas isso é errado. Da dívida dos EUA (22 trilhões), a China é credora de apenas 1 trilhão; é relativamente pouco, quando você pensa que o Brasil (que tem uma economia muito menor do que a chinesa) tem 300 bilhões de títulos americanos em sua reserva…

  6. O invencível F-15 é um projeto ainda tão superior aos dos concorrentes de outros países que terá longa vida como complemento ao F-35, e ainda terá tempo incluir o SU-27 e derivados em seu cardápio de presas.

  7. Acho que os americanos colocarão esses F-15´s no Alasca, para impedir qualquer eventual teste de radares experimentais instalados no TU-160 Bears; afim de descobrir qual a melhor configuração para detectar os F-22 e F-35.

    • Faz sentido. A capacidade stealth do F-35 e do F-22 é apenas uma questão de tempo até que os russos e os chineses descubram como podem detectar a aeronave. Aí será a vez dos americanos descobrirem como anular os radares deles e aí vai . . . Muita história vai rolar, como sempre.

      • Não é assim que funciona, não precisa descobrir como detectar, isso o mundo já sabe. As limitações são de ordem física e técnica, a não ser que algum país receba tecnologia alienígena, a contrafurtividade vai evoluir de forma gradual, como foi até hoje. Questão é que a furtividade não está parada, os 6G serão ainda mais furtivos. Logo, por pelo menos mais meio a um séculos o stealth será obrigatório.

      • Mas já tem tecnologia que detecta o F-15 e eles estão aí com tudo.
        O dia que tiver esses supersensores anti stealths a solução será: voar baixo; utilizar ECM; utilizar despistadores; utilizar mísseis antirradar; utilizar armas stand off; utilizar ataque eletrônico, etc.
        *Um fato curioso é que todo mundo prevê o dia que haverá super sensores que irão detectar os stealths e igualá-los aos convencionais, mas ninguém faz essa previsão em relação à detecção de submarinos. Um dia também irão desenvolver uma tecnologia que farão os mares ficarem transparentes e os submarinos irão se aposentar.
        Acho que devemos parar com o desenvolvimento de nossos submarinos e ficarmos só com os navios de superfície. O seguro morreu de velho.

  8. Vou sair e comprar uma Belco, porque casuisticamente lendo o seguinte:

    Por outro lado, o F-15X não teria os avanços tecnológicos do F-35, incluindo seu perfil furtivo para escapar dos mais avançados sistemas de defesa aérea russos e chineses, bem como seus sofisticados sensores e recursos de compartilhamento de dados.

    Ou seja as defesas dos Russos e Chineses garante o serviço.

  9. Uma consulta de leigos aos especialistas do blog. É impressão minha, ou o F117 ficou pouco tempo em operação na USAF? Se a resposta for sim, por que?

    • Entre outras coisas, por conta do f-35, que cumpre a função de ataque com melhor performance e capacidade de sobrevivência. Mas aprendi que a vida útil de um avião é coisa muito variável. Quanto mais específica é a função de um avião, menor sua vida útil. Já outros tem grande adaptabilidade, a despeito da obsolescência do projeto inicial. Vide o B-52, que será aposentado em 2040, com 88 anos de história…

  10. É . . . Parece que a Boeing está ficando cada vez mais para trás na corrida tecnológica e agora só resta fazer lobby para não fechar as portas da aviação militar. Se não reagir logo, terá que focar apenas no setor civil.

    • Daniel, não duvide do forte lobby do pessoal da Boeing, eles conseguiram reverter no tapetão uma concorrência já perdida para o pessoal da Airbus, vide o KC-46A, a Boeing é muito forte, não se engane.

    • O para trás da Boeing (F-15X), é mais avançado do que o Su-35S. Não existe o que reagir, programas de caça ocorre em ciclos, o próximo ciclo será o 6G, e a Boeing estará lá, concorrendo firme e forte.

    • Como tu dizes isto muchacho com a Boeing tendo acabado de vencer o TX da USAF junto com a SAAB??? Vende helicópteros a rodo, dá manutenção e está na disputa para novo heli junto com a Sikorsky da US Army e ainda vai lucrar vendendo Kc-390 a rodo mundo afora.

  11. Os F-15 X ainda darão por varias décadas conta do recado.
    Alguém ainda tem dúvida que esta última versão deste ícone, não é capaz de enfrentar com superioridade, os letais Sukhois e até os patéticos MiG-21 recauchutados?
    Sinceramente não vejo hoje nenhum vetor sino/russo, capaz de parar um F-15 X.
    Até agora é muito show aéreo e pouca efetividade.
    Até os países sul-americanos poderiam entrar nesta barca. Mesmo em quantidades mínimas, uma argentina por exemplo, já estaria muito bem equipada.

      • O dia em que o Brasil tiver equilibrado suas contas públicas, diminuindo o deficit, reformando a previdência (incluindo os militares, ,mesmo que seja em uma reforma à parte) e combatendo a verdadeira sangria de recursos causada pela corrupção endêmica, teremos capacidade de investimento para adquirir vetores desse porte e capacidade. Fora dessas condições, , sonhar com F-15 nada mais é do que isso…..sonho, ,nada além disso! !

    • Argentina comprando F-15X? Pra isso eles teriam que vender até a Casa Rosada! Ano passado a FAA estava brigando com a ARA para ficar com os 5 SEM comprados da França…..hoje eles não tem grana nem pra comprar um caça de 3a geração usado…

  12. Eita está ai uma das “máquinas mortíferas” que gostaria muito de ver em nossa FAB!
    Transformaria a atual Fab (Força aérea de Brinquedo) numa verdadeira FAB ( Força aérea Brasileira).
    Mas assim como essa aeronave e aeronaves como bombardeiros estratégicos, JSTAR,s, Canhoneiras (ou Gun Ship,s como preferirem), , são apenas sonhos.

    • Concordo, infelizmente. Quem nunca sonhou em ver essa máquina de derrubar aviões russos com a estrela da FAB? Mas agora é olhar para frente e aumentar o número de Gripens.

  13. Na minha opiniao com toda a carga o F 15 leva mais toneladas tranquilo.Viraria um tipo de bombardeiro leve vamos dizer.Penso que seria otimo em missoes tambem com o F 35.

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