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Força Aérea Brasileira contrata Leonardo para suporte logístico aos jatos AMX

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A-1M

ROMA — O Comando Geral de Apoio da Força Aérea Brasileira (COMGAP) confirmou a Leonardo como fornecedor de serviços de apoio logístico de longo prazo para a frota de aeronaves AMX da Força Aérea Brasileira (FAB).

O acordo foi assinado no âmbito do programa da Força Aérea Brasileira para fornecer plena capacidade operacional para a frota AMX nos próximos cinco anos.

O contrato de 58 meses inclui uma gama de serviços, como reparo e revisão de componentes, suporte logístico para gerenciamento de peças sobressalentes, gerenciamento de obsolescência de aeronaves, bem como suporte técnico e de engenharia para a Força Aérea. Todas as atividades serão coordenadas pelo Centro Logístico da Força Aérea Brasileira (CELOG) em colaboração com a Leonardo.

Luiz Amedeo Iozzi da Silva, diretor do Centro de Logística da Força Aérea Brasileira, disse: “Graças ao apoio da Leonardo, a FAB garantiu a capacidade operacional contínua da frota AMX. Estamos convencidos de que a colaboração contínua com a Leonardo aumentará ainda mais a eficiência operacional da frota. Estamos cooperando com a Leonardo desde 2012 e estamos ansiosos para prosseguir até o final do ciclo de vida operacional do tipo. Sem o apoio logístico da Leonardo, tal programa de manutenção seria impossível e, com este acordo, a FAB poderá obter maiores economias para o suporte logístico AMX e reduzir os custos de gerenciamento”.

Placido De Maio, diretor de vendas para a América Latina da Leonardo disse: “Nossa empresa vem contribuindo com o apoio logístico de aeronaves AMX brasileiras e italianas há anos. Estamos orgulhosos que a Força Aérea Brasileira tenha renovado sua confiança em nós. Graças a este acordo, a FAB poderá continuar operando sua frota com alta eficiência ”.

O AMX é um avião de apoio aéreo aproximado desenvolvido nos anos 80 pela então Aeritalia (46,5%) e Aermacchi (23,8%) com a Embraer do Brasil (29,7%). A aeronave AMX entrou em serviço na Itália e no Brasil no final dos anos 80.

Dois A-1B com a primeira e segunda camuflagem adotada pela FAB

FONTE: Leonardo

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igortepeJOSE AIRTON CAVALCANTISelvatico91JuarezRenato Vargas Recent comment authors
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Papan
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Papan

Gostaria de saber algumas informações a respeito de qual o tamanho da nossa frota de AMX disponível hoje, de quantas aeronaves foram modernizadas para o padrão A1-M, se a FAB pretende ainda modernizar mais aeronaves AMX. Obrigado!

Luiz Antonio
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Luiz Antonio

Segundo matéria anterior do PA o Cel. Nery postou que a previsão para a modernização era para 15 aeronaves há dois anos atrás. Não sei se foi realizada. Ver link da matéria nesta mesma matéria.

Flanker
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Flanker

A FAB recebeu até agora 4 aeronaves A-1 modernizadas, sendo 3 monoplaces (5506, 5520 e 5525) e 1 biplace (5652). Segundo divulgado, os planos são de modernizar 14 células no total. Além das 4 células “M” já entregues, existem ao menos mais 3 que foram modernizadas e serviram de protótipos do programa de modernização (monoplaces 5526 e 5530 e biplace 5650) e encontram-se , salvo alguma mudança, na Embraer Atualmente, todos A-1 da FAB são baseados na Ala 4, aqui em Santa Maria/RS, onde são operadas as 4 células “M” e os A-1A/B do 3° lote )algo em torno de… Read more »

Felipe S
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Felipe S

Exatamente. Temos hoje 20 caças AMX operativos e a previsão é de que 14 serão modernizados, contudo não é impossível que todos os 20 passem para o padrão A-1M, e sejam mantidos dois esquadrões com 10 em cada em Santa Maria. Se hoje ainda temos uma capacidade aérea de projeção se deve ao AMX, o F-5M não tem muita autonomia nem capacidade de carga.

Paulo Costa
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Paulo Costa

Papan … ate onde eu se A ideia original era modernizar todos os 53 jatos A1 AMX para atuar mais 10 ou 20 anos, depois o planejamento era que apenas 43 jatos seriam modernizados, esse numero depois caiu para apenas 30 e depois apenas 15 e no fim os incompetentes so conseguiram 03 para sobrar dinheiro para esses …… que dirigiam a FAB torrar com recepções, coquetéis e medalhas e nessa colcha de retalhos que fizeram com a FAB nessa desorganização atual. O Gripen e a mesma palhaçada, antes seriam 134, 108, 96, 72, 48 e se conseguimos receber os… Read more »

Doug385
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Mais respeito. Os incompetentes foram aqueles que afundaram a economia e se esbaldaram dos recursos públicos durante mais de uma década. Contingenciamento não é responsabilidade das Forças.

Paulo Costa
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Paulo Costa

Os incompetentes foram aqueles que fizeram tudo isso que voce falou e tambem colocaram outros incompetentes na Defesa e nos comandos.

luiz antonio
Visitante

Paulo Seu comentário é completamente equivocado quando cita os contingenciamentos ao longo dos governos PT. A FAB fez o que pode com o que tinha e para completar, essas reformulações nas estruturas da FAB nos últimos tempos é consequência de planejamento para os próximos 40 anos. O Gripen é apenas uma parte desse planejamento. Todos os A-1, inclusive já foram transferidos para Santa Maria (ALA 4) para, além de otimizar recursos, também se preparar para a desativação do A-1 com a operação do F-39. A FAB não é uma mercearia como voce pensa. Procure se informar melhor antes de postar… Read more »

Paulo Costa
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Paulo Costa

Essas reformulações nas estruturas da FAB nos últimos tempos é consequência de planejamento equivocado isso sim.

E se a FAB e as FFAA tivessem sido administrada como uma boa mercearia com bons gestores hoje ja seria um supermercado e nao um bar de 3ª com caças obsoletos e inferiores aos nossos possíveis inimigos.

A qualidade do bom administrador e tirar leite de pedra e fazer um bom trabalho e nao usar desculpa falta de verbas para nao fazer nada.

” postar comentários ridículos sobre o que não sabe.”

Quanto a essa frase isso e provocação imatura e nem vou perder tempo respondendo nesse nível

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Você nem sabe o que foi realizado na reestruturação, porque foi feito, quem idealizou e quais foram os principais problemas enfrentados. Você é /foi da FAB?

Selvatico91
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Selvatico91

Vc ataca a FAB inicialmente e diz que o outro está provocando ?

Felipe S
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Felipe S

Errado. O FX previa 12 caças para substituir os Mirage III , e já na época se previa a necessidade da FAB em 120 aeronaves novas. O Governo decidiu não gastar 700 milhões de dólares em 12 caças novos, gastou 285 milhões para modernizar os 46 F-5E , e eram previstos 350 milhões para modernizar 43 AMX , que foi reduzido hoje para 14 – 20 unidades. Foram comprados os 12 Mirage 2000C por 80 milhões de euros e algumas dezenas de mísseis, ficaram em serviço por apenas 5 anos. Atualmente a necessidade da FAB são 108 Gripen NG ,… Read more »

Iurdiano Jr
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Iurdiano Jr

O Paulo tá certo! A FAB joga dinheiro público no ralo, sim! Cito aqui a compra EQUIVOCADA de 12 Anv P3 para patrulharem nosso Pré-sal.
Essas anvs foram descartadas pelos EUA, abandonadas num ferro-velho a céu aberto no deserto. E o Brasil comprou 12 unidades, que foram “modernizadas” e hoje, das 5 que sobraram (pasmem) só tem uma voando cheia de limitações!

Heverton Ribeiro
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Heverton Ribeiro

Não sei agora, mas enquanto estavam aqui na base aérea de Salvador, todas as tardes, sempre tinha um sobrevoando a cidade.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Você é do 1°/7°?

Filipe Prestes
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Filipe Prestes

Eu tb via os P-3 decolando da base todo fim de tarde. Agora, se não me engano, o Orungan está em Sta. Maria. Não sei ao certo.

Filipe Prestes
Visitante
Filipe Prestes

Acho cômico como alguns comentaristas, vindo de sabe-se lá onde, ainda teimam em achar que sabem mais que o Rinaldo que foi da FAB rsrsrs E é cada comentário que dá um câncer nos olhos só de ler. Paciência, caro Rinaldo. Admiro sua paciência com esses comentários

igortepe
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igortepe

Disse bem, FOI da FAB.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Santa CRuz.

Glasquis7
Visitante

Os P3 são as aeronaves de maior longevidade junto com os H C 130. Muitas marinhas os usam até hoje inclusive algumas ainda procuram mais P3 no mercado para comprar.
A Lockeed Martin abriu uma linha de montagem para modernizar estas aeronaves que tem se mostrado muito eficientes.

willhorv
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willhorv

“ciclo de vida operacional do tipo”
Hummm…58 meses!!
Compraremos mais quantos lotes de Gripen nestes 5 anos?? E serão entregues a tempo???
Serão A1, F5 e A4 dando baixa…
Shiiii!!!

Jonemir
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Jonemir

Todo contrato pode ser renovado. Santo Deus….

Thomaz Alves
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Thomaz Alves

A FAB conta com pelo menos 20 AMX 100% operacionais? Sei que o número de aeronaves é maior, mas operacionais não imagino quantos.

carcara_br
Visitante
carcara_br

A EMBRAER não poderia fazer?

Nicolas_RS
Visitante
Nicolas_RS

Eu queria ver um sucessor do AMX, me agrada muito mais do que o Uno(A-29).

JT8D
Visitante
JT8D

O sucessor do AMX é o Gripen E

Nicolas_RS
Visitante
Nicolas_RS

JT8D
O Gripen E é outra categoria de avião, é igual comprar o F-35 com o A-10C, o F-35 faz o que o A-10C, mas não com mesma “perfeição”.

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

O que o AMX faz com mais perfeição que o Gripen E?

Cipinha
Visitante
Cipinha

Quanto custa a hora de vôo do A1 e do Gripen?

Ferreras
Visitante

Cipinha provavelmente a hora de custo de voo poderia custar muito mais do que a do Gripen isso porque teria custos que o Gripen já absorveu.

* Ferramental;
* O processo de aquisição em si;
* Transferência de tecnologia (caso houvesse);
* Treinamentos;
* Logística de peças;
* Escala de produção;

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Custo unit, custo da hora/voo etc…. é um bombardeiro leve nato.
Está pago há muito tempo, portanto ….. Defendo a modernização de todas as células passíveis de recebe-las, essa anv é páreo para a maioria dos nossos vizinhos, ficou ótimo modernizado. O padrão M da uma sobrevida de 15/20 anos ao “abelhinha”.

Nicolas_RS
Visitante
Nicolas_RS

O AMX, foi projetado para voar em baixa altitude, e menor velocidade, é por isso que eu falei que eu esperaria um sucessor, pois esse AMX é muito fraco, o Gripen é superior em tudo, porem um sucessor do AMX faria com melhor desempenho em tudo!

JOSE AIRTON CAVALCANTI
Visitante
JOSE AIRTON CAVALCANTI

Permita-me discordar do amigo. Apesar de fã do A-1, este não teve seu aproveitamento completo como inicialmente projetado. Hoje, o Gripen pode sim efetuar reconhecimento e ataque com tecnologia e precisão cirúrgica, mantendo à FAB, uma unificação e racionalização de meios. Quando se tem um mínimo a ser gasto, este precisa ser efetivamente “Bem gasto”. Por isso a FAB de hoje volta-se mais para um projeto de Gestão focada na otimização dos gastos e melhor aproveitamento de seu potencial.

Evaristo Pereira de Souza
Visitante
Evaristo Pereira de Souza

Eu quero saber o porquê de tanta demora para fazer essas melhorias e a confecção de novos aviões e se com essa demora toda, quando chegarem as aeronaves, não já chegam com tecnologias arcaicas pelo fato de tanta demora?????? Pois se pede agora em 2019 e só vão estar em uso no Brasil em 2025, 2030 sei lá quando, dez, vinte anos a frente, a tecnologia de 2030, por exemplo, já será bem mais avançada que a de 2019. Acho que deu pra entender o que estou colocando na pergunta.

Mauro
Visitante
Mauro

Base Yankee en Natal. Boa noite.

nonato
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nonato

Não foi a Embraer que fabricou e modernizou?
Não houve transferência de tecnologia?
Por que se fica dependente de uma empresa estrangeira?

Leonardo de Araújo
Visitante
Leonardo de Araújo

Houve uma licitação e a Leonardo venceu.
Nesta há uma série de requisitos que a concorrente tem que obedecer. Capacidade técnica e uma delas, e uma empresa que já está envolvida com os AMX da Aeronáutica Militare.
Não tem nada que desabone tal empresa

nonato
Visitante
nonato

Não entendi…
Isso é uma sugestão?

marcio alves
Visitante

Seria interessante um AMX-NG (A-1 NG) com um nova turbina para maior desempenho e reforço estrutural e maior capacidade de carga dos atuais 3.500 kg de armamentos para os 5.000 kg e velocidade de mach 1.8 para uma penetração e saída rápida de um ambiente hostil e formando uma dupla com o Gripen E/F . Assim a FAB não perderia sua capacidade de apoio aéreo aproximado e deixando os Gripens para as tarefas de superioridade aérea, ataque e reconhecimento. 72 A-1 NG para 4 esquadrões e outros 72 Gripens para outros 4 esquadrões = a 144 caças modernos.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Desperdício de dinheiro. Foca no Gripen.

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

O Gripen foi selecionado justamente para suprir as missões primárias do A-1 e do F5M/F-2000-desativado através de apenas um modelo de aeronave. Caça Padrão. Não teria sentido algum quaisquer dessas plataformas serem utilizadas, além do desperdício de dinheiro, inclusive para operar tantas diferenças.

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

E coloca o nome de F-70, pois iria custar o dobro do F-35 (igual o AMX custou o dobro do F-16).
E, claro, esquece isso de 144 aviões modernos. Acho que vai ficar em 72 e olhe lá.

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

É praticamente impossivel fazer um up-grade para atingir mach 1,8.
Seria um outro avião, ou melhor, é um outro avião. Aliás, chama-se Gripen E/F.

marcio alves
Visitante

Bom dia Leandro Costa, Luiz Antonio, Rafael Oliveira e Rommelqe: Compreendo a visão de cada um de vocês, mas na minha opinião não acho desperdício de dinheiro e sim um investimento na defesa o A-1 tem muito potencial que não foi explorado tipo versões C/D por exemplo. Países estão desenvolvendo versões NG dos seus projetos por terem um custo de desenvolvimento baixo de uma plataforma já desenvolvida e não do zero. E tem a questão de deixar a defesa do nosso país nas mãos de apenas um vetor seria perigoso devido a embargos que podem acontecer por interesses políticos num… Read more »

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Marcio, Partindo dessa sua nova premissa (evitar embargos). O AMX NG teria turbinas e aviônicos russos ou chineses? Pois só assim para escapar de um embargo ocidental. Acredito que o custo seria maior do que eu já havia apontado. Se quer fugir de embargos, compre uma aeronave russa ou chinesa. Sai muito mais barato e é mais eficiente do que desenvolver um AMX NG. E nada impediria o Brasil de sofrer um duplo embargo, do Ocidente e do Oriente e não dar nada todo esse investimento. o A-1 não tem potencial nenhum, tanto que só Brasil e Itália compraram e… Read more »

marcio alves
Visitante

A aviônica seria doméstica e a turbina seria nacional caso o governo tivesse dado atenção merecida e investimento a Turbumachine ( Ex-Polaris) no desenvolvimento de turbinas tanto civil como militar. Radar o A-1 brasileiro tem o SCP-01

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Para sair da turbininha da Polaris e chegar numa turbina confiável para um avião Mach 1.8 vão alguns bilhões de dólares em investimentos. A aviônica brasileira, na verdade, é israelense. Pode colocar mais alguns milhões de dólares para desenvolvê-la. Mais alguns bilhões para desenvolver o caça e outros bilhões para encomendar 72 deles. Tudo isso para fabricar, daqui uns dez anos, um avião igual ou inferior ao Gripen E/F. Sem querer ser ofensivo, mas economicamente não faz nenhum sentido sua proposta. Veja o caso do Tejas que é um bom parâmetro para sua ideia.

Leonardo de Araújo
Visitante
Leonardo de Araújo

Marcelo esse seu projeto do A1 NG já está em pleno trabalho e será entregue este ano o primeiro exemplar sobe nome de F-39 NG
Fica tranquilo que tudo será melhor que você está imaginando

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Sempre defendi um AMX MK-2, mas os especialistas de plantão acham um absurdo.
Não precisaria de muito, sabe-se que a Embraer tinha o projeto MPFL caça super sônico baseado no AMX com novo motor Rolls Royce.
Bastaria reviver o projeto e somado aos conhecimentos do Gripen /AMX criar um caça nacional moderno, ao nível de um 4G ++ .
Mas !

JOSE AIRTON CAVALCANTI
Visitante
JOSE AIRTON CAVALCANTI

Isto não é tão fácil assim quanto parece amigo. Colocar um motor muito mais potente, mexer em toda a estrutura aerodinâmica, isso seria quase fazer uma aeronave nova com perfil próximo do Gripen.

Paulo
Visitante
Paulo

Me vem na cabeça a história que o AMX quando entrou em serviço na FAB era chamado de F-32 porque custava 2 F 16 mas o custo compensaria porque o avião traria o tal de TOT e total independência para operação do caça no Brasil. E agora precisamos chamar a Leonardo…

André E.
Visitante
André E.

A participação na construção do AMX propiciou conhecimento à Embraer para projetar e construir os seus jatos. É público e notório.

Glasquis7
Visitante

Se a EMBRAER queria ter conhecimento, então que investisse sem usar dinheiro publico.

Flanker
Visitante
Flanker

Quando o AMX foi projetado e construído, a Embraer era 100% estatal. Quanto à essa questão de usar dinheiro público para projetar, desenvolver e fabricar aeronaves militares, é mais que lógico! Quem é que compra aeronaves militares? Nào são os governos? Essas aeronaves não são feitas para servirem à Forças Aéreas? Qual a empresa vai desenvolver algum projeto militar, que envolve altíssimos custos, sem compromisso de compra por parte de algum governo? A Força Aérea apresenta seus requisitos e necessidades e então a empresa desenvolve. Nos casos do A-29 e KC-390, a FAB é proprietária intelectual dos projetos e ainda… Read more »

Glasquis7
Visitante

E então por que, já que foi investido nela, agora se usa a LEONARDO e não a EMBRAER pra trabalhar os AMX se no fundo, tudo foi feito para absorver conhecimento e adquirir independência tecnológica?
Aonde está o “retorno” do investimento feito?

DOUGLAS TARGINO
Visitante
DOUGLAS TARGINO

Um avião ainda que daqui a vinte anos, faz seu trabalho bem. Porém o F5 já não é efetivo a 25 anos comparando com outros aviões!

Pedro
Visitante
Pedro

O que a FAB gastou com o programa de upgrade do F-5, deveria ter feito com o AMX na atual decada e ter simplesmente substituido os F-5 por outra aeronave mais capaz nos anos 90, juntamente com o Mirage III. Agora temos um avião que até tem um potencial, mas não pode ser modernizado por falta de recursos e um jato sem potencial (F-5) que foi modernizado!

EdcarlosPrudente
Visitante
EdcarlosPrudente

Se ficar somente nos 36 Gripens, modernizar o A-1 AMX será uma questão de necessidade e não uma mera opção. Essa modernização seria apropriada para antes da baixa completa dos F-5.

Saudações!

Rafael Coimbra
Visitante
Rafael Coimbra

Você não faz a minima ideia de como seria absurdo o custo e quanto tempo levaria de desenvolvimento e produção só para fazer seu A1 atingir mach1.8… seria produzir uma aeronave 99% nova… Foca no Gripen…

Mauricio R.
Visitante

O que nós realmente necessitamos é de uma aeronave capaz de interditar o Atlântico Sul.
Algo entre o F-15E, o H-6 ou quem sabe o Tu-22M3M.
Infelizmente, ou felizmente vai saber, nossa indústria não é capaz de prove-lo.
Outras alternativas seriam um míssil IRBM anti navio, ou um clone de “Brahamos”.

Ferreras
Visitante

Considero correta a decisão de manter/modernizar o que já temos. Isso inclui o A29.
Quanto a um novo avião vamos focar nos Gripens que é o mais racional e o que os nossos recursos permitem.
Se for para desenvolver novo avião, podemos pensa em Drones com parceria com Israel aproveitando os bons ventos, preferencialmente com a Embraer. Se quisermos um dia ter uma SAAB para chamar de nossa, teremos que seguir esse caminho, com todas as vantagens e desvantagens que isso implica.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Uma dúvida, com a modernização dos AMX quem teria que dar esse suporte logístico não teria que ser a Embraer?
E por ser um equipamento bi nacional fabricado no Brasil essa capacidade teria que ser oferecida pelo fabricante local, não ?

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Me deram uma avaliação negativa por perguntar?
Isso que é rancor kkkkk!

BILL27
Visitante
BILL27

mais um pra vc ficar feliz kkkkk

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Ótimo!
Esse não fere meu ego.
Toma de presente outra para você.
Não busco aqui aprovação, apenas exponho minhas opiniões indiferente da aceitação ou não de vocês.
Mas sempre busco respeitar os colegas de fórum, sem ser cego partidário ou ideológico.
Passar bem!

Mauricio R.
Visitante

A Embraer não sabe dos “know how” e “know why” do projeto da célula, pois a aeronave não é projeto dela.
Essa é a razão do contrato com a Leonardo.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Obrigado pela resposta amigo!

Fernandes
Visitante
Fernandes

Não quero ser chato, mas vejo quase todos apostando todas suas fichas no Gripen E, não considerando que trata-se de um avião em desenvolvimento, não testado em combate. Por enquanto tudo que temos são promessas e previsões, com a realidade parcial só poderemos saber após as entregas das primeiras unidades em 2022. Esse filme se passou com o F-35. E estamos vendo os resultados… Por isso sou favorável a desenvolvermos mais o AMX e termos também uma esquadrilha de caças de grande porte, com capacidade para os novos mísseis pesados que estão surgindo no mercado e de outra origem, para… Read more »

luiz antonio
Visitante

O Gripen (F-39) não é apenas um projeto. É uma aeronave nova carregando sistemas já comprovados e operacionalmente testados e com novas capacidades. Esse discurso de “avião em desenvolvimento” é antigo e ultrapassado. Ou voce acha que todas aquelas pessoas na SAAB e da EMBRAER estão brincando?

Humberto
Visitante

Me permita educadamente discordar de você. O avião ainda tem que ser aprovado pelos operadores (no caso a FAB e a Flygvapnet) e o avião está ainda em desenvolvimento, mesmo após as primeiras entregas o desenvolvimento e possíveis problemas (naturais em qq projeto) vão estar sendo corrigidos. Neste momento está na fase de testes com os protótipos e na construção dos primeiros a serem entregues, obviamente falta pouco (sobre o ponto de vista do projeto), mas nem de perto pode ser considerado operacional. Quanto a alguém estar brincando, concordo, mas mesmo gente séria, trabalhando seriamente não conseguem SEMPRE entregar bons… Read more »

luiz antonio
Visitante

Desculpe mas entre crer em “entusiastas e leigos” e profissionais, fico com esses últimos.
Abraços

Humberto
Visitante

Interessante, mas não vi nenhum relatório da FAB falando que o avião “já comprovados e operacionalmente testados ”
Ou estou enganado?

luiz antonio
Visitante

“esquadrilha de caças de grande porte, com capacidade para os novos mísseis pesados que estão surgindo no mercado e de outra origem, para evitarmos problemas de embargo.”
Quais seriam as opções concretas e factíveis? Onde arrumaria o dinheiro para comprar apenas uma esquadrilha? Quanto tempo seria preciso para introduzir esses “caças de grande porte” na FAB? Uma esquadrilha resolveria o problema? Por quanto tempo? E os “misseis pesados”? compraria de quem? poderiam ser utilizados nesses “caças de grande porte”?

Fernandes
Visitante
Fernandes

Não querendo ser deselegante, nem tampouco contestar o conhecimento superior ao meu do colega Luis Antonio, registro aqui alguns esclarecimentos e atualidades: – Durante décadas, dependíamos de uns poucos Mirage, sendo os F-5 apenas para defesa de ponto; – Há crescente animosidade da Venezuela, com poder aéreo superior ao nosso, criação de uma base russa e a Rússia se propondo a equipar a sua Marinha; – Vetores aéreos temos os americanos, europeus e russos com a capacidade requerida; – Mísseis disponíveis no mercado há chineses, indianos e israelenses, afora fornecedores europeus; – Dinheiro sempre será um problema, mas você preferiria… Read more »

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

Concordo com suas justificativas, mas perdemos o bonde nas atualizações e reequipamento das nossas FAs. Não se recupera o tempo. Agora é ter calma para fazer o correto. Comprar no desespero e mais um erro e desperdício.
Em tempo: longe de mim ter conhecimentos superiores. Sou apenas um cara que ama aviação.
Abraços CT aí

Sérgio Melo
Visitante
Sérgio Melo

O que realmente me deixa curioso quanto aos vários motivos de alguns comentaristas serem contra a modernização de qualquer coisa que seja de domínio nacional, sejam aviões ou navios, é o por que que uma superpotência moderniza seus meios, como os EUA, que insistem em modernizarem seus B-52, que para eles funcionam muito bem, ou Israel com suas adaptações e modernizações, ou ainda para a Rússia, que atualiza todos seus meios. Para eles servem muito bem. Para nós, com recursos financeiros, tecnológicos e doutrinários muito mais limitados, esse pensamento estratégico não serve. Projeto de submarino adquirido há alguns anos, não… Read more »

Glasquis7
Visitante

Eu disse isso milhares de vezes mas… Ao parecer tem alguns que vieram do futuro e já viram como o Gripen destrói todos seus adversários na terceira Guerra Mundial.

Lincoln Batista
Visitante
Lincoln Batista

Não entendo como sendo a Embraer sócia do programa ela não teria condições de realizar algo desta natureza…

Juarez
Visitante
Juarez

E simples e eu te explico.
Quando a FAI deu baixa no AMX, os fornecedores italianos perguntaram a FAB se queríamos que mantivessem as linhas de produção de peças abertas, o que obviamente teria um custo. A época não existiam recursos para tal.
Agora, a Leonardo apresentou uma proposta global oaraanter 15 anvs, usando spare parts de células da FAB e da AMI o que reduziu o custo. A ideia é voar mais dez anos com 15 células.

luiz antonio
Visitante

Caro Marcio É claro que respeito seus argumentos que em um sentido geral são pertinentes no caso de outros países que partiram para versões NG de aeronaves mais antigas. Talvez voce se refira aos F-18, F-16, SU-27 etc cujos projetos previam Up-grades. No caso do A-1, o projeto foi “seco” ou seja, um projeto específico para uma determinada finalidade (ataque) que foi atropelada pelas mudanças no cenário político mundial e especificamente europeu. Com as mudanças o AMX/A-1 tornou-se um peixe fora dágua, sem utilização massiva e sem capacidades definitivas e decisivas. Para o Brasil, serviu como plataforma para desenvolvimento de… Read more »

luiz antonio
Visitante

Daqui há pouco vão sugerir a fabricação de um P-51 NG.
Nota: Já existe: o A-29

ALEXANDRE
Visitante
ALEXANDRE

Foca no gripen e ponto final…ficar gastando grana com periquito não rola,ja ta na hora de investimentos serios na area,os russos ja estão ali na esquina

Nilton L Junior
Visitante
Nilton L Junior

PA mais uma vez inovando na interface, esse caça é lindo, imagino se o desenvolvinto continusse qual salta teria sido alcançado.

Flanker
Visitante
Flanker

Quanto à dúvida dos colegas, do porque a Leonardo ter sido contratada, lembrem-se que a Alenia-Aermachi, que desenvolveram o AMX em parceria com a Embraer, são hoje subsidiárias da Leonardo. Portanto, a Leonardo foi, em última análise, uma das desenvolvedoras e construtoras do AMX, estando plenamente apta a dar suporte aos A-1 da FAB. No texto não fala em uma concorrência aberta para esse contrato. Entretanto, isso deve ter ocorrido, pois isso é praxe em todos os contratos públicos, incluindo as Forças Armadas. Se a Embraer não foi a escolhida, talvez seja porque ela não participou da concorrência ou porque… Read more »

João Bosco
Visitante
João Bosco

É uma das aeronaves mais bonitas que já vi de perto. Pena que surgiu na hora errada- fim da guerra fria – mas merecia uma boa modernização.

Renato Vargas
Visitante
Renato Vargas

Idem. Me lembro quando ficavam na BASC, na ocasião de minha visita, lá pelos anos de 1995. Tinham muitas células estocadas em container e umas de S2-Tracker, com suas asas fechadas. Os S2, nessa ocasião, pareciam, aparentemente, novas. Uma maravilha.

Helio Eduardo
Visitante
Helio Eduardo

O AMX A-1 foi um bom avião mas, quando chegou, os tempos, ou melhor, a doutrina, já era outra. No meu tempo Pré-Trilogia, quando achar informação de qualidade sobre as FFAAs era uma tarefa árdua e eu, ainda por cima, era um desinteressado, eu imaginava que a FAB teria uns 300 A-1, afinal o avião era “brasileiro”. Ainda lembro da minha surpresa quando li em uma revista especializada que a frota mal passava de 50 unidades…. Cresci, aprendi e hoje posso afirmar que ele, atualizado, modernizado ou repaginado não terá lugar na nossa FAB. Falta grana, simples assim! Se sobrassem… Read more »

Adriano Luchiari
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Adriano Luchiari

Também penso assim, e creio que junto com o primeiro lote de Gripen a FAB deveria incorporar mais A-29s para negação e policiamento do espaço aéreo, é o que a realidade impõe e a economia permite hoje. Chega de velharias como AMX, A-4 e outros…

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Eu acho ótimo esse contrato de manutenção com a Leonardo por 05 anos ou ate mais para manter os A1-AMX (mesmo sem modernização) voando.

E torço para o novo comando introduzir o conceito de um Lift como o M-345 da Leonardo para substituir o AMX no futuro em algumas missões mais adequadas a ele em que o Gripen nao fosse necessário.

Seria ótimo ver na FAB A-29, M-345 e Gripen

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

O novo comandante, TB Bermudez, é piloto de A-1 (foi cmt do 1°/16°). Apesar da sua torcida, não vai ter LIFT.

tonolucro
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tonolucro

O gripen faz tudo o que o amx faz com mais eficiência, sistemas mais modernos, capacidade de se defender em dog fight, terá uma academia com treinamento especializado em uma só aeronave, padrão de peças de reposição com possibilidade de estoque, mas alguns entusiastas acreditam que seja melhor reformar o chevette, equipamento totalmente diferente, tecnologia aerodinâmica ultrapassada, treinamento exclusivo, o feriado acaba mas a viagem continua….

Marcel
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Marcel

Você é da FAB? É piloto? rsrs

Rene Dos Reis
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Rene Dos Reis

Foi o primeiro vetor de combate que conheci pessoalmente , bela aeronave, e como estão os italianos operantes ainda?

Samuca cobre
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Samuca cobre

Realmente linda aeronave

Carvalho2008
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Carvalho2008

O AMX sempre me pareceu um ótimo avião

Ótimo alcance, boa capacidade de penetração e carga

Teve seu momento, isto já passou…

Caso tivesse uma maior alavancagem de vendas mesmo que ao Brasil, Itália ou algum outro, revisões dele tal como foi a iniciativa do AMX-T teriam vingado e ocupado antecipadamente uma boa fatia dos Lifts que estavam ainda sendo conceituados. Mas como o momento dele e a produção já passou, ficou inviável uma conta de produto competitivo na sua categoria.

A FAB está fazendo a coisa certa que é apostar todas as fichas que tem Gripen NG.

Leonel Testa
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Leonel Testa

O certo e modernizar apenas o ultimo lote dos AMX 22 se nao me engano e focar em pelo menos 60 F39 ja ta bom demais

Flanker
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Flanker

O último e 3° lote do A-1 na FAB era composto por 22 aeronaves, sim. Eram 15 monopostos (5530 a 5544) e 7 bipostos (5654 a 5660). Foram todos destinados ao Poker e ao Centauro, aqui em Santa Maria. O 5532 foi perdido em acidente logo após ter sido entregue à FAB, mas antes de entrar em operação efetiva. Após o recebimento de todas as outras 21 células, foram perdidos em acidentes o 5540 e o 5656. O 5542 foi seriamente danificado após colidir com um urubu na aproximação para pouso em SM. Algum tempo depois, foi transformado em monumento… Read more »

Billy
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Billy

Precisamos que nossa força estratégica esteja operacional para futuras contingências próximas.