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Índia testa míssil balístico de longo alcance Agni V com sucesso

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O Agni V, um míssil balístico superfície-superfície de longo alcance, foi disparado com sucesso de um lançador de veículo móvel na ilha de Abdul Kalam, na costa de Odisha, no dia 10 de dezembro.

As operações de lançamento foram realizadas e monitoradas pelo Comando de Forças Estratégicas (SFC) na presença de cientistas da Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO) e outros funcionários associados.

Todos os objetivos da missão foram alcançados com sucesso. Este lançamento vem depois de uma série de lançamentos bem-sucedidos do míssil.

Além disso, fortalece a capacidade de dissuasão do país, que foi desenvolvida de forma autóctone por esforços assíduos dos cientistas.

Com um alcance comprovado de mais de 5.000 km (e provavelmente mais perto de 8.000 km), o Agni V traz a maioria das cidades chinesas ao alcance da dissuasão nuclear da Índia – uma mudança significativa no equilíbrio de poder regional.

FONTE: Indian Ministry of Defence

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DOUGLAS TARGINO
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DOUGLAS TARGINO

America do sul sempre se salva da maioria dos mísseis. (ainda bem).

Vinicius
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Vinicius

Vista que o brasil ja domina a tecnologia nuclear, se o Brasil investisse em desenvolvimento de ICBMs em quanto tempo teria um modelo real para testes?

JT8D
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JT8D

Uns 150 anos

Jacinto Fernandes
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Jacinto Fernandes

O VLS é um ICBM dissimulado.

Mf
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Mf

Bingo. O projeto falhou no lançamento mas foi reformulado. Hoje talvez desse certo mas não temos dinheiro para tal. Então estamos investindo no VLM, que em teoria também pode ser convertido num missel.

Jacinto Fernandes
Visitante
Jacinto Fernandes

Já foi desenvolvido como um míssil: e isso se pode inferir pelo fato de o VLS usar combustível sólido. Se o Brasil quisesse mesmo colocar satélites em órbita com o VLS, inclusive lucrar com lançamentos, ele teria sido desenvolvido com combustível líquido

paulo souza
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paulo souza

se o submarino nuclear tá obsoleto na prancheta, há uns 30 anos, imagina um icbm?

mas tio SAM n deixa. tem um foguetinho do astros 2020 que atinge o máximo de 300km, máximo permitido dentro de um tratado internacional que o brasil assinou e não me lembro o nome.

mais do que isso, necas de pitibiriba.

737-800RJ
Visitante
737-800RJ

Paulo, o missil só possui limitação de 300km para exportação. O oficial responsável pelo projeto do AV-TM 300 Matador já disse que o mesmo terá o alcance que o EB julgar necessário. Alguns dizem que o mesmo pode ultrapassar os 1000KM de distância sem dificuldades, dependendo da quantidade de combustível que se pode carregar. A turbina dele, se não me engano, tem vida útil de 24 horas.

paulo souza
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paulo souza

eu li a matéria, na época, acho que na “tecnologia & defesa”, em que explicava o limite de 300km pelo tal tratado, mas na época não deram essa informação detalhada. ficou subtendido no artigo, que era um alcance máximo permitido. valew pelo esclarecimento.

Jacinto
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Jacinto

A Índia, propositadamente, fez um ICBM que é incapaz de atingir a parte ocidental da Europa e a América (tanto a do norte quanto a do sul). Assim o fez para reduzir a pressão política desses países contra uma arma que poderia ameaçá-los. E depois, todo mundo sabe que esta arma tem apenas um objetivo – que é a China.

Felipe Morais
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Felipe Morais

Creio que foi mais questão de não investir tanto numa arma, sendo que seus principais inimigos estarão ao alcance dessa versão desenvolvida. Hoje a Índia possui dois inimigos já declarados, China e Paquistão. E ambos estão no alcance da arma. Pronto, objetivo alcançado. De brinde, mais da metade da Rússia, para que estes nem inventem de brincar com os Indianos. Para ampliar essa arma para as Américas, especialmente a do sul, os custos seriam imensos. Fora, como você bem disse, o custo político disso tudo.

strana
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strana

Na verdade o alcance desse míssil é 8 000 km, como insinua a própria matéria. De fato os indianos dizem que é 5 000 apenas com a finalidade de não assustar europeus e americanos. Especula-se que um míssil de 3500 – 5000 km lançado por submarinos estaria prestes a ser comissionado já em 2019, formando a primeira capacidade de dissuasão marinha de longo alcance indiana .

Luiz
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Luiz

Nem precisa. Não tem porque. Uma região sem relevância mundial que está se autodestruindo, com exceção de um ou dois países.

cwb
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cwb

Uma dor de cabeça para a China…

Bruno w Basillio
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Quem diria, soldados Chineses e Indianos descontraídos num exercício militar conjunto…
http://www.defencenews.in/article/Watch–Indian-soldiers-give-Bhangra-lessons-to-Chinese-troops-as-Hand-in-Hand-drills-begin-in-China-582012
Inimigo número um da índia é o Paquistão , e não a China…

Marcio Cosentino
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Marcio Cosentino

O grande inimigo da Índia é a China, e o maior aliado da Russia é a Índia.

Na minha opinião, como disse no outro post, o Índia é o fiel da balança da Ásia.

Vinicius
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Vinicius

Agora e aguardar a bravata chinesa e paquistanesa. Seria legal se a China e o Paquistão também fizessem lançamentos so de submarinos o que muito “aestésico” do ponto de vista visual.

Antoniokings
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Antoniokings

A China já passou, há muito, deste estágio.
Agora, está desenvolvendo uma poderosa frota de porta-aviões e submarinos nucleares.
Além do mais, a instância em que eles mais têm colaborado, os BRICS, passa muito longe de qualquer animosidade

Jacinto Fernandes
Visitante
Jacinto Fernandes

Antonio,
Me parece bem equivocada a idéia de que os BRICS (que é só uma sigla criada por um economista do Goldman Sachs) passa longe de animosidade. Tropas do “C” e do “I” deste grupo (China e Índia) estavam trocando, literalmente, chumbo na fronteira entre os países e este míssil indiano foi desenvolvido para dissuadir a China.

Thiago
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Thiago

BRICS que eu saiba já se tornou um organismo internacional tal e qual o G7 ou várias entidades do mesmo tipo. Desprezar uma boa e potencialmente útil plataforma diplomática como essa seria um tremendo indício de estupidez e inaptidão da nossa classe política.

Antoniokings
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Antoniokings

Jacinto
As pessoas, ultimamente, vem se manifestando como RICS, tendo em vista as perspectivas pouco animadoras vindas do Brasil.
E ainda, está ocorrendo aumento exponencial do crescimento das relações Índia-China, tanto no campo econômico como político.
Inclusive. mês passado, eles se reuniram para discutir questões de fronteira e os resultados foram bastante animadores.
Esclareço, também, que está ocorrendo um boom de investimentos chineses em território indiano, principalmente no setor de eletro-eletrônicos.

André
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“as pessoas” estão achando desanimadora as perspectivas do Brasil? Quais pessoas? Provavelmente as que perderam a teta…os brasileiros de bem e aqueles que não apoiam as cleptoditaduras estão animadíssimos.

Antoniokings
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Antoniokings

Quem criou a expressão RICS não são daqui do Brasil.
Simples.

Antoniokings
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Antoniokings

Digo, As pessoas que criaram não são do Brasil.

Jacinto Fernandes
Visitante
Jacinto Fernandes

Antonio, aprofundar relações diplomáticas e militares não resolve o verdadeiro conflito que existe entre a China e a Índia que é a disputa por influência regional: o dois países têm as duas maiores populações do planeta, os dois países crescem muito economicamente, os dois países são potências nucleares estão na mesma região. São vizinhas, inclusive. Eles podem conviver sem guerras, como ocorreu com os EUA e a URSS e podem até ter relações comerciais, como os EUA e a URSS tinham. Mas jamais serão aliadas, senão em situações pontuais (de novo, assim como os EUA e a URSS que resolveram… Read more »

João Francisco Neves
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João Francisco Neves

Vinicius, o Brasil NÃO domina a tecnologia nuclear, mal e mal consegue construir um reator de pesquisa, o subnuc só vira daqui a décadas, se vier, pois acredito que o programa já está sepultado. Até o combustível das usinas é importado, as ultracentrífugas importadas ainda não conseguem o grau de enriquecimento necessário, o que dirá para uma bomba atômica que é 10X maior. Conhecer a física de explosivos nucleares é uma coisa, outra coisa é fazer. A teoria é bem conhecida, a prática o Brasil está longe, mas muuuuuuuito longe, eu diria anos-luz. O programa espacial brasileiro, bem, hoje em… Read more »

Marcos
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Marcos

Olha, discordo totalmente. Já dominamos o ciclo completo de enriquecimento de urânio e fomos mais além, dominamos o ciclo industrial.

Vejamos, sobre as armas nucleares.

Lembra do Campo de Provas Brigadeiro Velloso? Um buraco com 320 metros que seria utilizado para testar artefatos nucleares durante os anos em que o Programa Nuclear Paralelo esteve ativo.

Pois bem, agora eu lhe faço uma pergunta. Você primeiro coloca as calças para depois colocar a cueca ou coloca a cueca para depois colocar as calças? Acho que isso responde sobre a capacidade do Brasil em fabricar armas nucleares.

Mf
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Mf

Não é bem assim. O buraco para testes estava pronto na serra do cachimbo. Dizem as más línguas que 2 protótipos foram construídos só nunca testados por uma escolha política vira-lata do governo Sarney e depois Collor enterrou de vez o buraco. Só nunca contaram para eles que os protótipos foram feitos. Hoje devem estar guardados para uso “coringa” se necessário.

Tanto o submarino nuclear como o VLS, hoje VLM, também são tentativas disfarçadas de se ter uma capacidade estratégica se quisermos no futuro. E por isso tiveram oposição política e vetos americanos em peças. Eles não são burros.

JT8D
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JT8D

João Francisco Neves, parei de ler em “centrífugas importadas”. Por favor, vá se informar

Claudio Luiz
Visitante
Claudio Luiz

Nunca vi tanta desinformação em apenas nove linhas de texto. NÃO domina a tecnologia nuclear e suas ultracentrífugas importadas foram DOSE PRA ELEFANTE!!! Sugiro que você leia bastante sobre estes assuntos antes de ficar postando opiniões baseadas em achismos. A única coisa certa que você afirmou foi com relação ao programa espacial BR, que de fato está paralisado desde o acidente com o VLS, pois a classe política brasileira foi convencida que foguetes (não passam de artefatos que voam mediante grandes explosões controladas) ainda em fase de testes não podem nem devem explodir. Os demais países detentores da tecnologia de… Read more »

Conan
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Conan

As ultra centrifugas são importadas???!! Ué então quando eu trabalhei na COPESP antigo nome do centro tecnológico da marinha em SP na década de 90 os físicos e engenheiros da Marinha me enganaram. Juraram de pés juntos que era projeto nacional. Que os mancais eletro magnéticos que mantem suspenso o cilindro central das ultracentrifugas sem atrito era uma coisa inovadora 100% brasileira. Graças ao leitor João Francisco Neves eu finalmente soube a verdade. 🙂

Diego K
Visitante
Diego K

O VLS pode ser modificado pra virar um míssil balístico? Sim ou é bobagem? Kkkkk

Mf
Visitante
Mf

Sim. Não é tão simples, mas é possível, por isso os americanos vetaram peças de fabricação deles.

Diego K
Visitante
Diego K

Por isso faz sentido o que dizia no WikiLeaks de os EUA precionarem até a Ucrânia pra não transferir tecnologia espacial e claro ela num território entre a Rússia e a Otan, acatou.

Tecnologia espacial pode ser usada como armas de destruição em massa, ninguém quer que mais um país (msm q seja o Brasil) tenha mísseis de cruzeiro, satelites nos céus(informação tb é poder).

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

claro em vez de colocar um satélite coloca uma bomba.

Blackbird
Visitante

Pra quem tem a china como vizinho isso é o mínimo,é mostrar que tem e que tem culhão pra usar.

Luiz Floriano Alves
Visitante

O VLS foi um experimento feito com um foguete de combustível sólido e de tecnologia sabidamente ultrapassada. Até a Coréia do Norte, na sua miserabilidade, possui motores- foguete a combustível líquido. Estão em um estágio meio antigo, ainda usam ácido fluorídrico como oxidante. Mas tem bastante capacidade de controle, e alcance reduzido. Os veículos com oxigênio e hidrogênio líquidos, possuem maior propulsão específica. Mas, essa é outra etapa a ser alcançada. Requer dominar a tecnologia de armazenamento e manejo de fluidos criogênicos.

Bruno Vinícius Campestrini
Visitante

Do ponto de vista de foguetes comerciais utilizar combustível líquido é uma vantagem, porém, do ponto de vista militar, é preferível ter um míssil balístico que utiliza combustível sólido, pois estes podem ser lançados rapidamente.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Tecnologia nós temos. já li a respeito que pode sim, VLS ou VLM se tornar míssil. Um artefato nuclear pode ser feito até por um grupo terrorista, basta ter dinheiro. O Scub B é na verdade uma reconfiguração da V 2. e aquele possui várias versões. A Índia tem como inimigos China e Paquistão. Ter relações econômicas não quer dizer que não pode haver ranços diplomáticos ou militares, tendo em vista questões fronteiriças. Bem, o poder econômico chinês é fantástico o indiano segue numa linha tecnológica em amplo crescimento. Meu ponto de vista, Oceanos Índico e Pacífico Não levando em… Read more »

Mauro Castelli
Visitante
Mauro Castelli

Pessoal, o buraco do cachimbo continua lá, intacto. A pá de cal que Collor lançou foi simbólica, o buraco nunca foi destruído ou dinamitado. Enriquecer urânio a ponto de criar um artefato explosivo nuclear é fichinha para o Brasil faz muito tempo, e um engenheiro do IME em tese de doutorado descreveu em detalhes o funcionamento de uma ogiva termo nuclear W87, a mesma que equipa os ICBM Minuteman, os estrangeiros ficaram abismados, sabem que sabemos fazer e temos matéria prima para isso, urânio não falta. As centrífugas de Iperó são segredo industrial brasileiro, ninguém tem acesso, é tecnologia única,… Read more »

andrepoa2002
Visitante
andrepoa2002

Respondo ao amigo repetindo um texto em outra postagem: ” Existe um problema difícil de contornar e de ordem mais prática do que o domínio da teoria: Uma bomba de fissão baseado em U-235 é “relativamente” fácil de se fazer mas o material necessário para se atingir a massa crítica é bastante difícil de se obter ( lembrem que o U-235 é apenas 0,72% do urânio natural), já uma bomba baseada em plutônio é “relativamente” fácil de se obter a massa crítica porem o acerto da configuração necessária para se consiga a fissão é extremamente complicado de se fazer. São… Read more »

sergio ribamar ferreira
Visitante

Errata:…mísseis Scud e sus versões A B C D(1950 em diante) são derivados modernos da V2 . Desculpem-me. Grande abraço.

ScudB
Visitante
ScudB

Amigo Sergio!
So para precisão técnica (que não tem nada a ver com sua mensagem bem logica em sim) míssil Scud (R-11 , R-17 etc) ‘e derivado do SAM Wasserfall. O V2 usava álcool com oxigênio ja o Wasserfall (como R-11 e etc) – acido nítrico com querosene. Inclusive o apelido de Scud na época era “queroseninho”. E os derivados do V2 foram R-1/R-2 que usavam a copia (praticamente) da propulsão de A-4 (a.k.a V2).
Um grande abraço!

André Castro
Visitante
André Castro

O projeto do VLS-1 não caminhava sozinho, tem projeto do SARA- Satélite de reentrada atmosférica, idêntico ao Mk-6 RV americano usado no LGM-25C Titan II, o design dos veículos de reentrada são praticamente iguais, lembrando que veículos de reentrada atmosferica não tem como fugir deste tipo design por questões técnicas, as tecnologias seja o uso militar ou cívil são as mesmas.

andrepoa2002
Visitante
andrepoa2002

Não conheço o programa militar de misseis indiano (alguém conhece?), mas tenho acompanhado com curiosidade científica o desenvolvimento do programa espacial indiano e considero a linha de desenvolvimento dos hindus interessante para um pais como o Brasil. Claro que não pode ser copiado mas adaptado sim. Só o fato de terem “acertado” marte já é um belo cartão de visitas.

Delfim
Visitante
Delfim

Só sei que a Índia denunciou o TNP e deu em… nadica de nada. Pissurubas. Neres de pitibiribas em termos de embargos, sanções, boicotes ou retaliações.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Sr. Scud B muito obrigado pelas informações técnicas. Reitero apreço e consideração. só para informação sou fã desses mísseis e pergunto ao ilustre se a Rússia possuem em seu arsenal e são ainda vendidos? Reitero meus apreços.

ScudB
Visitante
ScudB

Amigo Sergio! Pelo que lembro desde 1988 não esta mais sendo fabricado o míssil em si (tempo garantido de armazenamento do míssil “seco” carregado com ar e lemes de grafite instalados) é de ate 25 anos com troca obrigatória das válvulas eletro-pneumáticas). Alguns componentes ainda estavam produzidos (como ogivas modernizadas e ogivas ocas com telemetria para iscas). E ultima modificação foi testada em 1990 (projeto “Aerofon”) pelo 22a brigada da Belarus num dos campos de tiro em Kapustin Yar. No momento eles só guardam algumas centenas de TENs em conservação e algumas dezenas de iscas (na base de 8K14). Sem… Read more »

Marcos10
Visitante
Marcos10

Modo irônico:
Qual motivo os americanos impedem o desenvolvimento de nossos foguetes e mísseis e não dos indianos?

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

Ainda bem que alguém no mundo resolveu bater de frente com a China. Se notarem bem as ilhas artificiais por onde a China construiu as bases estão no alcance desse novo míssil.

Kd o presidente da República Popular (questionável) da China esbravejando? Dizendo que vai mandar a Índia pelos ares por isso?

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

O AGNI III já atingia o Paquistão e a China toda e suas ilhas, agora chegaram ao leste da Europa, Russia e Africa.

Observador
Visitante

Acho que os países com alguma capacidade de desenvolver artefatos nucleares, mas que por opção assinaram tratado para não faze-la, deveriam pressionar os países que as possuem para parar de moderniza-las, e a reduzir ainda mais suas quantidades. E pressionar da maneira mais simples e objetiva possível:

“Ou vocês param com isso, os nós faremos também”.

Assinado: Argentina, Brasil, Africa do Sul, Alemanha, Itália, Espanha, Ucrânia, Coréia do Sul, Japão, Austrália, etc.

Sei que é devaneio meu, mas a hipocrisia desse tratado me dá nojo.

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

De pleno acordo contigo. Somos reféns de países que se acham responsáveis pela segurança do mundo que compõem hoje o Conselho de Segurança da ONU.

Esse tratado de não proliferação nuclear é ridículo! Os que respeitam esse tratado são ridicularizados.