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F-35: desgaste do revestimento stealth é mais rápido que o esperado

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F-35B do Reino Unido

Um problema com o novo caça F-35 de £100 milhões da Grã-Bretanha está deixando-o suscetível a inimigos e tornando-o tão visível no radar quanto um 747.

O jato monomotor recebeu um revestimento que o torna “invisível” ao radar inimigo, mas está se desgastando mais rápido do que o esperado, com os chefes da RAF dizendo que eles precisam substituí-lo após cada voo.

Fontes da RAF agora estão dizendo que arranhões estão atrasando a entrada dos jatos no serviço operacional quando eles são enviados pela fabricante norte-americana Lockheed Martin.

A empresa, sediada em Maryland, reconheceu os defeitos no revestimento, chamados LO ou Low Observable, que dificultam a detecção dos jatos pelos radares inimigos. Eles também deixaram claro que o revestimento precisa ser substituído, mas não na freqüência com que a RAF está lidando.

Falando aos repórteres no dia da mídia da Lockheed, Jeff Babione reconheceu que eles estavam tendo um problema com o material. “Não é um problema humano; isso é apenas o resultado da nossa capacidade. Estamos nos aproximando dos limites de nossa capacidade de construir algumas dessas coisas com tecnologia precisa o suficiente”, disse Babione em reação a pedidos sem precedentes para o jato.

Uma fonte da RAF disse ao The Express: “Esta situação obviamente tem que ser retificada antes que o avião entre em serviço operacional”. A fonte também disse ao jornal que o secretário de defesa Gavin Williamson e o chefe da da RAF Sir Stephen sempre souberam sobre o problema.

FONTE: The Daily Mail Online

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JoaoAntunes 1980tassiossauldaviNm Recent comment authors
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Rodrigo M
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Rodrigo M

Calma.. Logo, logo os advogados do tio Sam especialistas em aviação militar, aparecem para esclarecer mais esse mal entendido.

Cristiano GR
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Cristiano GR

kkkkkkkkk… sempre tem. É só aparecer uma notícia na qual ofendam o “seu time” que já saltam de faca nos dentes para defender.

Carpophorus
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Carpophorus

O F-35 é o M2 Bradley com asas

Andrigo
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Andrigo

Pelo andar da carruagem, acho que futuramente o M2 Bradley será reconhecido como o F35 do chão.

Maurício.
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Maurício.

Uma pergunta para os mais entendidos no quesito stealth, será que esse tal revestimento faz tanta diferença mesmo?
Outro ponto, essa parta do texto onde diz que o F-35 fica suscetível a inimigos e tornando-o tão visível no radar quanto um 747, vai dar o que falar…

JPC3
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JPC3

75% a 80% da furtividade vem das formas, se alguém disse que fica igual a um 747 certamente estava exagerando. Provavelmente por ter perdido a paciência com mais um problema no F-35.

Victor Filipe
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Victor Filipe

Não é fonte especializada em defesa. isso é só bravata de jornalista que não entende do assunto.

Ele fica mais visível sem o revestimento? Claro

Ele fica igual um 747? se nem o F-15 tem um RCS parecido, quanto mais um avião furtivo

Thiago Telles
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Thiago Telles

Jesus, Maria e José….. A uruca nao vai acabar nunca?

Alexandre
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Alexandre

haha…
Lembrei do R. Lee Ermey no filme ‘Full Metal Jacket’ 🙂

Antoniokings
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Antoniokings

Projeto caríssimo e de retorno duvidoso, para dizer o mínimo.

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Quanto mais conspiram, mais o avião vende.

ODST
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ODST

O avião mais entubado da história, isso sim! kkkkkk

sauldavi
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sauldavi

Vende como? Se o Japão desistiu de trocar seus F15 por estas bombas voadoras? E o F15 e projeto de mais de 40 anos atrás.

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

“e tornando-o tão visível no radar quanto um 747.” Menos né? Afinal, o revestimento é apenas uma das medidas adotadas para reduzir a assinatura.

A USAF já enfrenta esse problema com o F-22, fazendo-a tomar a decisão de só fazer a manutenção do revestimento em aeronaves de linha de frente, no estrangeiro. Afinal, para treinamento e defesa continental contra um hipotético ataque de bombardeiros russos, a presença de RAM não faria a menor diferença.

Washington Menezes
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Imagina em uma guerra os ingleses ligam para os Chineses e dizem “esperem só mais um pouquinho que estamos dando uma segunda demão depois da última surtidas que fizemos”

Maurício.
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Maurício.

Os chineses também sofrem com um problema parecido com o J-20, como o Clésio mesmo comentou, até o F-22 sofre com isso, na Síria seu revestimento começou a enrugar e cair.
Esses 5° geração são sensíveis mesmo, não gostam de chuva, sol, poeira e por aí vai.

J-20
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J-20

Por essas e outras que na maior parte do tempo o F-22 é operado sem RAM

Rommelqe
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Rommelqe

Lembrar que o revestimento do F-22 é de “primeira geração”, enquanto que o atualmente utilizado no F-35 teria outra composição, etc. Os revestimentos tipo RAM devem possuir partículas com dimensões da ordem de grandeza das amplitudes das ondas do radar pois ,caso contrario,estas não são dispersadas em direções paralelas à superfície sobre a qual estejam incidindo. Um dos grandes problemas destes revestimentos consiste em desenvolver uma base na qual possam ser fixadas as partículas metálicas. Pelo que entendi são utilizadas técnicas muito parecidas com a metalização de revestimentos anti corrosão de superfícies de aço (muito utlizadas em diversos componentes industriais)… Read more »

Rui Chapéu
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Rui Chapéu

Não é só usar ele sem o revestimento e só para treinamento especial ou caso de guerra usar o revestimento mesmo?
Da mesma forma que são usados mísseis?

Tiago
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Tiago

Para os que vão ficar “em casa”, seria possível, mas os F-35B, que serão operados embarcados, o problema é bem mais sério. Quando se despacha um strike group, a intenção é projetar poder. Pra isso os aviões precisam estar em condições plenas, ou não faz sentido sair do porto. Por outro lado, a matéria me pareceu um tanto sensacionalista. Um avião construído com geometria stealth e com uso estensivo de materiais compósitos nunca iria ter a visibilidade de um 747, mesmo que voasse só com o primer – basta ver os aviões de geração 4, que não tem os ângulos… Read more »

Renan
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Renan

Imagina a Inglaterra com foi portas aviões feitos para o f35 que furada

Renan
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Renan

Foi=2

joao
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joao

uma curiosidade: operar em ambiente marinho nãpnprejudica esse revestimento pelo sal, umidade, chuvas?

Rommelqe
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Rommelqe

João: a resposta é sim! Não tenho dúvidas de que o material das RAMs são especialmente suscetíveis a corrosão, o que é sabidamente acelerada em ambiente marinho. Nas RAM com alto teor de ferro, há uma necessidade de manter as partículas separadas entre si de forma a dispersar as ondas de radar. Se tais partículas sofrem uma redução (oxidação) há a formação de oxido de ferro (a chamada ferrugem) que torna a molécula de dimensões muito maiores do que o ferro puro (Fe2 , que é instável e que, como vc pode ver, além de facilmente “corroível” quando combinado com… Read more »

Andre
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Andre

off topic.
Andre 11 de dezembro de 2018 at 16:16
http://memoria.bn.br/pdf/030015/per030015_1961_00270.pdf
Amigos editores….pesquisando sobre o jadotville e a participação do Uruguai acabei me deparando com essa edição antiga do jornal do Brasil que noticía a chegada de aviões no RJ para uma apr4esentção. Tomei a liberdade compartilhar com vcs.

Andre
Visitante
Andre

Entre outras matéria interessantes

Alessandro
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Alessandro

ah mas quem quer um avião desses tem que colocar a mão no bolso mesmo, infelizmente não é pro nosso bico!

quem quer um caça 100% stealth só tem F-35 no mercado pra comprar, agora quem quer essas cópias duvidosas, corre lá na China rsrs..

Tiago
Visitante
Tiago

O J-31 me parece promissor. Claro, não dá pra confiar na propaganda de Pequim, mas pelo menos em termos de geometria e aerodinâmica, bom… é um F-35 bi-motor. E como eles não têm nenhum pudor de copiar o trabalho alheio, pode ser que nesses dois aspectos – aerodinâmica e geometria stealth – ele esteja próximo do F-35. Quanto a todos os outros fatores, aí já não me arriscaria a chutar…

Alessandro
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Alessandro

mas será que a China venderia o J-31 ? ninguém mais ouve falar nesse caça, em qual estágio está ? Tenho certeza que os chineses avançaram muito nas últimas décadas, mas acho improvável que o J-31 esteja perto do F-35, eles são pouco transparente no que tange tecnologia sensível, duvido os chineses sanar as dúvidas de um provável cliente caso eles vendesse algum caça de “5ª geração”, eles não divulgam quase nada sobre seus projetos militares, e isso é uma pulga atrás da orelha pra quem vai comprar, essa é a diferença entre uma democracia, e regimes totalitários como China,… Read more »

Tiago
Visitante
Tiago

O que se aposta no ocidente é que o J-31 seja o caça de de geração 5 pra exportação, enquanto o J-20 seria restrito ao uso doméstico.

Se for o caso, realmente seria uma aposta no escuro pra qualquer país que se habilitasse a correr o risco de comprar.

Anderson
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Anderson

Embora o F-35 enfrente problemas, assim com o F-22. Possuir esse tipo de vetor faz toda a diferença. A tendência dos próximos anos é dos aliados (Grandes Portências) utilizarem o F-35 quando o fator invisibilidade for decisiva, ademais entra em serviços a geração de caças 4++, tais como F-18, F16, F15, etc. Esses últimos caças ainda serão muito empregados até que a tecnologia stealh seja mais barata.

BILL27
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BILL27

Um problema com o novo caça F-35 de £100 milhões da Grã-Bretanha está deixando-o suscetível a inimigos e tornando-o tão visível no radar quanto um 747.

Somente por este trecho não dá para levar a matéria a sério

Jr
Visitante
Jr

Existe um problema com o revestimento e a própria fabricante do caça confirmou isso, quanto a comparação com o 747 creio que seja já uma certa impaciência e irritação de um operador com os vários problemas desse caça.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

Texto muito dramático, deve ser da Boeing kkkkk nunca que um F35 teria o mesmo RCS de um 7 alguma coisa, se pintura fosse tão importante assim nossos F5 não precisariam ser substituídos pois a FAB já tem sua pintura RAM, essa pintura é mais um Plus, os russos tem a pintura deles também, china também deve ter, a questão é quem tem a melhor pintura RAM? não sei, só sei que a do F22 é caríssima e só alguns a usam atualmente.

Blackbird
Visitante

Tava demorando…

WILSON JOSÉ
Visitante

Melhor emprego nos EUA hoje…..Analista de Big Data? nÃO. Especialista em IA? NÃAOOOOO. Pintor de F35….

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

E tinha gente falando mal do revestimento dos J-20 que eram sensíveis.

Daglian
Visitante
Daglian

Uma coisa não inibe a outra. O revestimento dos J-20 é tão ou aparentemente até mais sensível que o do F-35.

Maurício.
Visitante
Maurício.

Daglian, o problema é que alguns apenas malham o avião “adversário”, alguns esquecem ou fingem esquecer que o F-35 também tem problemas em seu revestimento, malhando apenas o J-20 ou Su-57, da mesma forma que tem o pessoal que malha o F-35 e fingem esquecer os problemas do J-20 e Su-57, na verdade tudo isso se resume em torcidas, na qual nós brasileiros nem fazemos parte, até porque, nosso caça será o Gripen.

André
Visitante

Ninguém nem fala mais do su57….uma dúzia é uma piada de mal gosto.

A briga da quinta geração em diante será China x EUA.

Maurício.
Visitante
Maurício.

André, eu até já comentei isso aqui antes, mas eu ainda tenho um pé atrás com o J-20, por mais que o Su-57 não tenha muitas encomendas, eu ainda fico com o Su-57.
Na verdade, na minha opinião o único 5° geração puro sangue, é o F-22.

André
Visitante

Maurício,

Nenhum desses aviões foi realmente testado em combate, nem o f22 teve suas características stralth postas a prova contra um sistema razoavelmente capaz, então acho difícil nós falarmos qual é bom e qual é ruim.

Mas o su57 teve seu único cliente externo cancelando sua participação no programa e seu cliente interno pedindo uma quantidade ridiculamente baixa. Isso, para mim, mostra que ele não atingiu os objetivos do projeto ao contrário do J20, que as notícias indicam que a China terá em quantidades.

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

‘Uma coisa não inibe a outra. O revestimento dos J-20 é tão ou aparentemente até mais sensível que o do F-35.’

O sistema de espionagem que vc usa é bom, hein?!?!?!

Sincero Brasileiro da Silva
Visitante
Sincero Brasileiro da Silva

Será que não usaram Suvinil? kkkkk

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

‘Doutô! Posso dar um lustre no casco?’

Conversa ouvida entre o flanelinha e o piloto do avião.

William Munny
Visitante
William Munny

Será que não usaram Suvinil? kkkkk

JT8D
Visitante
JT8D

Alguma coisa nesse avião saiu conforme o projeto?

Rui chapéu
Visitante
Rui chapéu

O sistema de compra cost plus que encheu a Lockheed de bufunfa $$$$$$$

Bruno Vinícius Campestrini
Visitante

Quando eu li a sua pergunta (retórica, eu sei), pensei em responder, “o assento ejetor” ou “o airframe”, mas me lembrei que até estes deram problema.

J-20
Visitante
J-20

Não esquece do sistema de oxigênio

Flanker
Visitante
Flanker

A reportagem é do Daily Mail, um jornal comum, ou seja, não é de imprensa especializada em defesa. Daí, entende-se a citação ao revestimento e sua importância, ou seja, foi escrita uma grande bobagem! O revestimento é importante? É claro. Mas a furtividade depende em mais de 80% das formas da aeronave. Se dependesse somente do revestimento, bastaria revestir um F-5 com ele que o caça da Northrop passaria a ser um stealth.

cwb
Visitante
cwb

Nessa hora é bom ter um gripen na ordem de batalha….esse pinta o sete e não descasca…

LucianoSR71
Visitante
LucianoSR71

Só p/ pensar: os motores Junkers Jumo 004 do 1º caça a jato operacional da história ( Me-262 ) duravam umas poucas dezenas de horas e o que vemos hoje?
Toda tecnologia realmente avançada necessita de um tempo de maturação p/ se provar realmente eficaz, o revestimento já evoluiu bem desde os aplicados no início da operação dos F-22 e a tendência é evoluir muito mais em termos de durabilidade e custos ( p/ baixo ).
Outra coisa, por esse jornalista então se pintarmos um B-747 c/ essa tinta teremos uma aeronave Stealth, já que ela faz tanta diferença assim.

JT8D
Visitante
JT8D

Luciano, vc está falando num desenvolvimento feito pelos alemães nos estertores da Segunda Guerra, quando os recursos eram escassos, quase tudo estava perdido e não restava outra alternativa a não ser a ousadia temerária. De outro lado temos a Lockheed Martin, em tempo de paz, com recursos saindo pelo ladrão (literalmente), dispondo de ferramentas computacionais que os alemães nem conseguiriam imaginar. Não é justo para com os alemães. E com tudo isso, o que é que a Lockheed Martin fez? O Jumo 004 do século 21 …

LucianoSR71
Visitante
LucianoSR71

Amigo, vc não entendeu minha colocação, a questão não é situação em que se encontrava a Alemanha e sim o início da tecnologia, pois mesmo se vc desconsiderar essa parte da durabilidade, teremos ainda a baixa potencia desenvolvida, consumo de combustível elevado que determinava pequena autonomia das aeronaves, custo, etc. verificados nos motores produzidos pelos vencedores da 2ª GM no imediato pós guerra.
Esse revestimento não deve ser de responsabilidade da Lockheed, deve ser de uma indústria química, deve envolver nano tecnologia e por aí vai.
Abs.

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

O fato que o JT8D quis enfatizar é que com o avanço da ciência e dos meios técnicos de produção não poderia haver tantos erros.
Essa fase de tentativa e erro é inadmissível nos padrões científicos atuais.

LucianoSR71
Visitante
LucianoSR71

Submarino espanhol que teve de ser reprojetado por problemas de flutuabilidade, fragata alemã reprovada por inúmeros problemas, Airbus A400 c/ problemas… é os padrões científicos atuais parecem não estar na moda.

JT8D
Visitante
JT8D

Exato meu amigo. Parece que o que teima em não sai de moda mesmo é a famosa incompetência

Delfim
Visitante
Delfim

Afinal existe uma fonte independente que declare o percentual de visibilidade-radar que pertença à forma, e qual o percentual do revestimento ?

JT8D
Visitante
JT8D

Comentário preso

Torres
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Torres

muito exagerado.., obvio que exigem mais manutencão, é questão de tempo e adaptação.

ODST
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ODST

Não é uma questão de adaptação. Não é mesmo! Você não pode se adaptar a um problema desses, é impossível! Ele tem que ser RESOLVIDO.

manuel
Visitante
manuel

“Estamos nos aproximando dos limites de nossa capacidade de construir algumas dessas coisas com tecnologia precisa o suficiente”

ou seja, não podem entregar o pretendido.

Fawcett
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Fawcett

Dei altas gargalhadas com essa história do 747, mas convenhamos: os britânicos certamente sabiam que o revestimento stealth é hipersensível. Esta reportagem trouxe novidade nenhuma sobre o F-35, parecendo mais uma matéria sensacionalista que tem como único objetivo atacar a reputação desse avião.

Pedro
Visitante
Pedro

Quando mudaram o apelido deste jato para “Panther” pensei comigo que foi o mais correto a se fazer, mas não por qualquer semelhança ao animal ou ao jato dos anos 50, mas sim ao tanque Alemão da IIGM! Assim como este, o jato tem varias virtudes técnicas para o combate mas é praguejado de problemas operacionais a quais aquelas virtudes técnicas acabam perdendo espaço, assim como foi com o tanque. Não é a toa que na IIGM o Pzkwf IV mesmo já em 43 e 44 tendo o Panther operacional, continuou o principal veiculo de combate dos Alemães, assim como… Read more »

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

Perfeito!
Assino embaixo.

Rodrigo
Visitante

A “maquiagem” tá caindo e fica caro pra retocar, Eita avião “florzinha” este F-35.. rs.. , 🙂

Kemen
Visitante
Kemen

Avião furtivo com revestimento é mais antigo que eu, mais um problema com os F-35 que na realidade deveriam ter sua furtividade atribuida ao desenho, mas também tem revestimento!!! É apostar muito nesse alto custo/beneficio, voou tem que revestir de novo…uma piada de mal gosto ou é para quem comprou chorar ?

Joao Paulo
Visitante
Joao Paulo

Já não sei mais se esse caça é um avião que tem problemas ou um problema que tem um avião.

CRSOV
Visitante
CRSOV

Essa tecnologia stealth nos aviões é boa mas o problema é ter de ficar toda hora trocando a pintura especial que reveste o avião !! Em países localizados em áreas sensíveis do mundo esse período groundeado para troca de pintura pode ser fatal !!

Maurício.
Visitante
Maurício.

André, a questão da índia ter se retirado do projeto do Su-57 na minha opinião não quer dizer muita coisa, o caso indiano é complicado, quando os indianos disseram que vareram dos céus os Eurofighter com seus su-30, teve um pessoal dizendo que era mentira e que na força aérea Indiana só tinha amador, já quando a índia diz que o Su-57 não é bom, esse mesmo pessoal que antes chamava a força aérea índiana de amadora, agora coloca a mesma lá nas alturas, não entendo essa bipolaridade de alguns, na verdade acho que a força aérea índiana nem sabe… Read more »

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

“tão visível quanto um 747″…

Depois dessa frase não dá para levar a sério tal matéria.

Continuo a minha tese que os Editores do Blog adoram ver os seus leitores se digladiar nos comentários, esse pessoal deve postar o artigo e começar a dar risada.

MARCOV
Visitante
MARCOV

A reportagem foi sensacionalista, mas o revestimento do F-35 é diferente do revestimento do F-22 e do B-2. Nestes, o RAM é aplicado como uma tinta e deve ser refeito antes de cada voo. No F-35 não é necessário a aplicação antes de cada voo, a menos que seja preciso uma manutenção corretiva. E aí a manutenção fica mais complexa. A instalação bem ajustada entre os painéis de carbono-epóxi no F-35 também exigiram o desenvolvimento de uma broca especial para se evitar a delaminação das placas na hora de se fazer os furos para a sua instalação na subestrutura de… Read more »

MARCOV
Visitante
MARCOV

ERRATA: SME (Society of Manufacturing Engineers)

Diego
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Diego

Talvez fosse uma boa a marinha aproveitar o momento é comprar um wasp e alguns F-35 já de fabrica sem esse revestimento que provavelmente as forças armadas brasileiras não teriam recurso para manter.
Talvez o preço sem o revestimento seja convidativo.
Se isso rolasse a esquadra já teria um excelente caça, 0km e a marinha teria uma capacidade respeitável de defesa aérea e ataque
Poderia comprar um wasp usado e construir um 0km aqui.

JT8D
Visitante
JT8D

Como é que não pensaram nisso antes!

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Prezados: achei que valia a pena reproduzir dois comentários que fiz acima: Lembrar que o revestimento do F-22 é de “primeira geração”, enquanto que o atualmente utilizado no F-35 teria outra composição, etc. Os revestimentos tipo RAM devem possuir partículas com dimensões da ordem de grandeza das amplitudes das ondas do radar pois ,caso contrario,estas não são dispersadas em direções paralelas à superfície sobre a qual estejam incidindo. Um dos grandes problemas destes revestimentos consiste em desenvolver uma base na qual possam ser fixadas as partículas metálicas. Pelo que entendi são utilizadas técnicas muito parecidas com a metalização de revestimentos… Read more »

Daniel Ricardo Alves
Visitante
Daniel Ricardo Alves

Caramba! Mais um problema? A sorte dos americanos é que não tem nenhum avião com as mesmas características . . . Se tivesse, todo mundo já teria desistido e a Lockheed fechado as portas.

Nm
Visitante
Nm

Se não me engano, vi em algum video que o material RAM é empregado também na composição das peças de fibra de carbono da fuselagem dos f-35, o que faz com que, mesmo se o f-35 perder a cobertura RAM em algum ponto da fuselagem, isso não prejudica muito o seu RCS.

tassios
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tassios

747? Pega leve pessoal

Antunes 1980
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Antunes 1980

A mídia mundial tem uma tara pelos mais do questionáveis defeitos do F-35.
A cada notícia plantada, saem mais e mais pedidos deste vetor revolucionário. A holanda acaba de emitir uma solicitação de 16 unidades adicionais.

Joao
Visitante
Joao

É impressionante isso! Só o F-35 que da problema! O Su-57 e o J-31 estão 100% operacionais e ja venderam milhares de unidades para diversas forças aéreas ao redor do mundo! Os americanos tem muito que aprender com os orientais! 🤦‍♂️ lamordedeus…