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Esquadrão Hórus realiza primeiro voo de ARP pilotada via satélite

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Novo sistema aumenta capacidade operacional da aviação de Reconhecimento

A Força Aérea Brasileira realizou, nesta quarta-feira (5), o primeiro voo de uma aeronave pilotada por satélite. Cinco tripulantes e três militares de apoio do Esquadrão Hórus (1º/12º GAV), sediado em Santa Maria (RS), realizaram o voo da Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) de modelo RQ-900 na Base Aérea dos Afonsos, no Rio de Janeiro (RJ). O objetivo foi fazer o recebimento do sistema de controle via satélite daquela aeronave.

O novo sistema permite pilotar a aeronave e receber as imagens dos sensores por meio de uma conexão por satélite. Assim, a antena não aponta mais diretamente para a aeronave, mas para o satélite, que faz a ponte com a ARP, conforme explica o Oficial de Comunicação Social do Esquadrão, Capitão Aviador Lucas Gazzi Diaz.

“Até hoje isso era feito somente por meio de uma antena que fica no solo, uma operação que exige linha de visada com a aeronave. Ou seja, trazia algumas limitações de distância para a operação da aeronave, pois à medida que a distância entre a aeronave e a estação de solo aumenta, a aeronave começa a ficar abaixo do horizonte, interrompendo a linha de visada”, detalha.

A estrutura para pilotagem da Aeronave Remotamente Pilotada permanece a mesma, por meio de shelters onde ficam os operadores. “As mudanças são a instalação de uma nova antena na aeronave e outra ligada aos shelters, além de alguns equipamentos de informática, como novos modems. Além disso, dependendo da missão, ainda poderemos operar da maneira anterior”, ressalta o Capitão. “O novo sistema aumenta muito o ganho operacional das capacidades da aviação de Reconhecimento da FAB”, completa o oficial.

FONTE: Força Aérea Brasileira

52 COMMENTS

      • Até que enfim arrumaram algo de útil pra esse bilionário satélite fazer!!!!
        Falta agora uma concorrência internacional, para completar a dotação do esquadrão Hórus.
        Se pretendemos realizar esclarecimento marítimo e SAR c/ UAS, necessitaremos de mais exemplares.
        E não devemos de maneira alguma, nos limitarmos ao que a Elbit ou a IAI são capazes de fornecer.
        Ou como é moda por aqui a alguma empresa da BID, que nem produto pronto pra comercialização tem.

        • Algo útil? Todas as comunicações das FFAA de longo alcance, rede de comando, banda larga, visualização das sínteses dos nossos radares. Isso pra dizer pouco. É crítica gratuita ou impensada?

          • Quando transferiram as comunicações do pais para estrangeiros. Incluindo satélites com as referidas bandas de comunicações oficiais, fazendo o país pagar por serviços, cujos controles eram nacionais. Agora depois de longo e “tenebroso inverno’. Temos um satélite nacional que começa dar retorno para as comunicações oficiais e civis. Aparecem os críticos descontentes.

          • Tá bom Cel, eu errei, peguei pesado demais pro delicado do satélite.
            Acho que foi devido a judicialização que precedeu a sua efetiva operação.
            Mesmo assim eu ainda sou bastante crítico deste empreendimento, afinal se é a FAB que opera o satélite e nossos laboratórios e expertise nessa área estão na Telebrás, pra que é que serve essa tal de Visonia????
            Afinal a Embraer manja de satélite, menos ainda do que de avião de caça.
            Ou é aquele antigo costume de levar a Embraer, ou outra empresa da BID, pela mãozinha aonde quer que a FAB vá.
            Costume este, que tem que acabar.
            Os interesses da Embraer e suas empresas, não são necessariamente os interesses do país.

          • Percebe-se a total “leiguise” do Maurício qnd ele tenta desmerecer a participação da Embraer no programa f39…. enfim, coronel,melhor nem perder tempo

          • Maurício,

            Vc está confundindo as coisas. A parte militar do SGDC nunca foi contestada nem adjudicada por ninguém e a FAB está operando desde o lançamento a Banda X, de comunicações militares.

            A pendência jurídica foi quanto à concorrência para a operação da banda K e Ka de Telecomunicações civis e o Plano de Banda Larga. Aí sim, ouve esta confusão entre a Telebrás e a Visiona, que vc tanto detesta!!

  1. Desconhecia que o SGDC tinha essa capacidade, certa vez perguntei sobre essa possibilidade e fui achincalhado por aqui por alguns que se julgam os grandes safos.

  2. agora podemos procurar um parceiro para montar um VANT stealth para patrulhar o atlântico, as fronteiras, e servir de aeronave de reconhecimento para o EB na linha de frente de uma possível guerra de alta intensidade.

        • Não, a Boeing não tem um drone na classe do MQ-4C Triton, aqueles produzidos e comercializados pela Insitu são bem menores.
          E a partir do momento que a BID não tem e/ou não fornece esta capacidade, a Embraer desistiu da Harpia e a Avibrás não levou adiante o Gavião, apesar deste também não ser da mesma classe tanto do Triton ou do Heron; então compra-se aquilo que existe no mercado.
          Somente espero que não seja outro drone israelense. Isto já está parecendo reserva de mercado.
          Apesar do drone “Caçador” ou a versão dita “nacionalizada” do drone “Heron-1”.
          E a BID que se dane correndo atrás do prejuízo.
          O país e as ffaa não tem que ficar a mercê do que a BID é capaz de fazer.
          Apesar do que pensa a ABINDE.

      • Ué, a INVAP da Argentina não tem nada 8 ou 9 vezes mais barato???

        Descobri, gente, o Mauricio R. é argentino!!! Daí a raiva da Embraer !!!

  3. Parabéns! Considero este ganho relativamente no mesmo nível da chegada dos Gripen. Ambos vão aumentar tremendamente a capacidade da FAB
    —————————————————————-
    Sobre aquela questão do governador eleito do Rio adquirir “VANTs de ataque”, o que será que a FAB pensa, lembrando que o Brigadeiro Saito teria dito que iria mandar abater os VANTs da PF se eles “voassem”?

  4. Moro próximo ao Campo dos Afonsos . Este VANT está voando por aqui há mais de um mês, até o fotografei. Achei que estavam realizando levantamentos para operações policiais , em função da intervenção na segurança do RJ.
    Não entendo do assunto, apenas gosto muito, mas me surpreendi com um desses vôos em função
    do mal tempo e dele entrar numa nuvem que me pareceu muito carregada.

  5. Excelente notícia!
    Não entendo o porquê não há oficiais da aviação do exército e CFN fazendo estágio nesse esquadrão da FAB?
    Sabe-se que muito em breve o EB terá que adquirir um esquadrão de ARP,s para dar suporte de informações sua artilharia de mísseis e foguetes, ainda mais com a entrada em serviço do MT-300 (que sabe-se terá muito mais de 300 km para operação nacional).
    Também acredita-se que a escolha mais acertada será a aquisição do Falcão da Avibras, mesmo fabricante do míssil.
    Sendo assim, já deveriam estar em treinamento os pilotos do EB/ CFN que operarão as aeronaves.
    Isso dá as FAAs nacionais uma capacidade de projeção extra regional sem igual na história das forças militares do Brasil.
    Agora só falta instalação do Link-BR2, um míssil solo/Ar nacional.
    Parabéns FAB pelo grande feito, só lamento que apostaram no Hermes Israelense ao invés do Falcão Avibras.
    Cancelando as aquisições iniciais e atrasando o desenvolvimento e término do mesmo.

    • Então, já que você parece muito próximo da Avibrás, dá uma dica pra eles:

      Reinvistam seus lucros das vendas do Astros II ou da remotorização dos mísseis Exocet, se é que fizeram alguma além dos mísseis da MB, na conclusão do drone “Falcão”.

      E depois de o desenvolvimento pronto e o drone apto a comercialização, ofereçam-no as ffaa.
      Agora se as ffaa não quiserem, sorry!!!!
      Material bélico é assim mesmo, só se compra se atende a necessidade percebida.
      Se há produto mais adequado no mercado, não há o que fazer.
      Ou então façam um “crowdfunding” entre os operadores do Astros, quem sabe assim dá certo.

  6. Quis dizer míssil Ar/solo.
    Desculpem o erro!
    Uma opção imediata para esse míssil Ar/solo nacional seria o FOG-MPM.
    Por ser relativamente leve e pequeno e já está pronto, o tornaria ideal.
    Uma melhoria poderia ser a substituição da guuagem por fibra óptica, por um sistema de rádio controle, dando maior flexibilidade ao míssil e aeronave lançadora.
    Ainda mais quando entrar em operação o RDS (Rádio Definido por Software).
    O que limitaria e muito uma contra medida contra o míssil.

  7. Ainda bem que a idéia de jerico do governo Temer de privatizar o SGDC não foi para frente. Depois de tanto tempo, esforço e dinheiro investidos seria o cúmulo do entreguismo. Concordo com um cotista acima que comparou este passo em importância à chegada dos Gripens, realmente é um enorme salto em capacidade, só possível devido ao SGDC ser de nossa propriedade e operação. E também um tapa na cara dos que ficam ridicularizando nossos aliados europeus. Duvido muito que os EUA aceitassem nos vender essa capacidade.
    Abraços

    • Nossos aliados europeus devem estar muito contentes, pois nos entubaram em 2,4 bilhões de euros, por algo que poderia ter sido adquirido aqui ao lado na Argentina, por módicos 300 milhões USD.

      • Eu também acho que entre Brasil e Argentina, muitos projetos poderiam ser tocados em conjunto, inclusive de satélites, mas o comparativo não tem algum cabimento, só demonstra a capacidade limitada da visão mercantil. Isto não é comprar pão na padaria.

    • Xará, se informe antes de escrever petismos ou esquerdismo tipo “entregar o país”, por misericórdia!

      O SGDC é de uso dual, militar e civil, igual ao Brasilsat 4, só que esse é operado por uma multinacional (Embratel – Grupo Slims – México) onde toda a comunicação governamental passa.

      A banda X do SGDC é operada pela FAB. O que se abriu concorrência foi para a operação das Bandas K e Ku, comerciais, para oferecer Banda Larga a todo território nacional. Não importa se for empresa daqui ou de fora, não tem nada a ver comas operações militares!!!

  8. Muito bom. Esse é o caminho. Maior independência possível dentro da nossa realidade e com pé no chão. Agora é buscar ARP armamado bom, bonito é barato. Pode ser com parceria se possível, ao até de prateleira dos EUA, Europa, Israel, Turquia, África do Sul, China ou Rússia. Contando que seja operacional, que não seja desdentado, ou ultra limitado pelo “vendedor”, dentro do nosso orçamento e capaz o bastante.

  9. Tem gente que crítica simplesmente por criticar, sem fundamento sem conhecimento. Sabe o que é isso? Falta de amor à Pátria! Aliás, há muito vem sendo aplicada uma política para que o povão abandonasse seus valores cívicos, espero que o nosso Bolso mito de um basta nisso e colabore para que o brasileiro civil restabeleça o respeito devido às Forças Armadas e o amor à sua Pátria! O Brasil não precisa de críticas infundadas. Amo este país!

  10. Laerte Marcelli 9 de dezembro de 2018 at 7:38
    Tem gente que crítica simplesmente por criticar, sem fundamento sem conhecimento. Sabe o que é isso? Falta de amor à Pátria! Aliás, há muito vem sendo aplicada uma política para que o povão abandonasse seus valores cívicos, espero que o nosso Bolso mito de um basta nisso e colabore para que o brasileiro civil restabeleça o respeito devido às Forças Armadas e o amor à sua Pátria! O Brasil não precisa de críticas infundadas. Amo este país!

    Kkkkk se não leu as notícias recentes, tanto seu Bolso mito quanto seu filho play boy metido a bad boy já começaram a mostrar que são mais do mesmo em se falando de políticos neste país.
    Espero estar redondamente enganado.
    Tiraram a Ogra e colocaram o vampiro escravagista, agora o mesmo será preso após sair do mandato pois estava mais sujo que sua antecessora.
    Veremos cenas dos próximos capítulos!

  11. imaginem integrar os gripen com esses veículos, adquirindo outros à jato de longa permanência no ar, para monitoramento de fronteiras e região amazônica? detectada atividade suspeita, um fração de operações especiais são deslocados até o local e dão o golpe certeiro.

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