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VÍDEO: Guerra Não Convencional na CRUZEX 2018

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Esta edição do programa FABTV traz informações sobre o treinamento inédito de Guerra Não Convencional na CRUZEX 2018.

Este é um cenário mais próximo da realidade das missões da ONU. O programa também traz muitas imagens do exercício operacional.

A edição 2018 da CRUZEX, que aconteceu entre os dias 18 a 30 de novembro, na Ala 10, em Natal (RN), reuniu 13 países, além do Brasil, em torno de cem aeronaves militares brasileiras e estrangeiras.

Trata-se do maior treinamento conjunto e multinacional promovido pela FAB – pois também reúne Marinha e Exército. Foram voadas entre 1.200 a 1.300 horas.

A principal novidade da CRUZEX 2018 foi o cenário de guerra não convencional, em que o combate é contra forças insurgentes ou paramilitares e não entre dois Estados constituídos. É o perfil encontrado em missões de paz da ONU.

Nesta edição, Brasil, Canadá, Chile, Estados Unidos, França, Peru e Uruguai participaram com militares e aviões; Alemanha, Bolívia, Índia, Portugal, Suécia, Reino Unido e Venezuela, com militares.

39 COMMENTS

  1. Muito bom o treinamento, e o equipamento JTAC da FAB realmente impressionou, realmente de 1° mundo.
    Eu só não entendo pq o Para-sar usa o SG 550 ao invés da M4 e G36 que são as armas padrão no EB e MB nas “forças especiais”.

  2. parece brincadeira. Fiz um comentário na madrugada de hoje com respeito as guerras assimétricas e/ou não convencionais. O soldado será um pouco de tudo em qualificação. infantaria, artilharia, engenharia, cavalaria. preparado para qualquer situação e empregar tudo ao seu alcance. Profissionais . Excelente postagem sobre a Cruzex. Parabéns!

  3. Normalmente vejo para-sar, mas nunca vejo “pastores”. Apesar de acreditar q eles se identifiquem como para-sar, tento ver a faca operacional, mas nada…. tem algum outro jeito de reconhece-los?

  4. Achei interessante o uso do Super Tucano na escolta dos EC725, não tinha visto antes.
    Parece que foram 2 EC725 e 6 Super Tucanos
    Usar helicóptero de ataque MI35 ou AH-1Z seria mais efetivo ?

      • Obrigado Dug385. Fiquei pensando nisto,
        O EMB-314 pode chegar primeiro no TO e tem maior autonomia , acho que seria um incremento, aumentando o leque de armas na proteção da tropa na infiltração, em uma área de insurgência.
        Acho que incluir MI-35 neste pacote , daria maior proteção aos EC275. Achometro

        • A escolta anexada, normalmente, é realizada por helicópteros de ataque. Os Apache escoltam os MH-60 da USAF nas FT SAR. Podem ser empregadas aeronaves também. Na USAF, o A-10. O oficial da USAF, piloto de A-10, que realizou o intercâmbio no 3°/3° GAV passou os detalhes que nos faltavam. Foi treinado na Operação Tapio, em Campo Grande. Foi matéria aqui.

    • Cada macaco no seu ganho.

      Os helicópteros de ataque são utilizados para escolta. tanto o Mi-35, quanto o AH-1Z. Helicópteros full CSAR no ocidente são o HH-60 Pavehawk, H-92 Superhawk, HH-53 Jolly Green Giant, HH-47H Chinook, H225M CSAR Caracal (que é o que a FAB possui), AW101 Merlin CSAR, todos possuem sonda REVO (ou provisão), por exemplo. Existem outros, “menos equipados” (sem sonda), mas que podem fazer a missão, como no caso do AW149/139M, Bell 412/UH-1H/Z, Puma/Cougar/Super Puma, Panther/Dauphin, Lynx/Super Lynx, possuem menor autonomia (devido apenas o uso de tanques de combustíveis internos), mas podem ser devidamente equipados para tal.

      No oriente/Rússia….., normalmente são helicópteros sem sonda REVO, o mais utilizado é o Mi-8/17.

      SAR é uma coisa, CSAR é outra.

      Até mais!!! 😉

  5. Interessante o trabalho de escolta dos helicopteros C-SAR pelos A-29. Os americanos devem ter “observado com carinho” pois, em um futuro próximo, poderão estar realizando missões parecidas em campos de batalhas reais mundo afora.

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