segunda-feira, agosto 2, 2021

Gripen para o Brasil

VÍDEO: Guerra Não Convencional na CRUZEX 2018

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Esta edição do programa FABTV traz informações sobre o treinamento inédito de Guerra Não Convencional na CRUZEX 2018.

Este é um cenário mais próximo da realidade das missões da ONU. O programa também traz muitas imagens do exercício operacional.

A edição 2018 da CRUZEX, que aconteceu entre os dias 18 a 30 de novembro, na Ala 10, em Natal (RN), reuniu 13 países, além do Brasil, em torno de cem aeronaves militares brasileiras e estrangeiras.

Trata-se do maior treinamento conjunto e multinacional promovido pela FAB – pois também reúne Marinha e Exército. Foram voadas entre 1.200 a 1.300 horas.

A principal novidade da CRUZEX 2018 foi o cenário de guerra não convencional, em que o combate é contra forças insurgentes ou paramilitares e não entre dois Estados constituídos. É o perfil encontrado em missões de paz da ONU.

Nesta edição, Brasil, Canadá, Chile, Estados Unidos, França, Peru e Uruguai participaram com militares e aviões; Alemanha, Bolívia, Índia, Portugal, Suécia, Reino Unido e Venezuela, com militares.

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Augusto L

Muito bom o treinamento, e o equipamento JTAC da FAB realmente impressionou, realmente de 1° mundo.
Eu só não entendo pq o Para-sar usa o SG 550 ao invés da M4 e G36 que são as armas padrão no EB e MB nas “forças especiais”.

GeneralSofá

Porque o Para-sar é uma tropa da FAB, e o fuzil padrão na FAB é o SIG Sauer

Renato Amaro.

A arma padrão da FAB é o Hk33, desde os anos 70.

Rogério

Errado General, o fuzil padrão da FAB é o HK no calibre 5,56mm

Zmun

Seria interessante uma única diretoria de compras para as 3 forças como é em muitos países avançados, economizaria muito dinheiro…

Delfim

Não vejo aonde um Sig é inferior a um M4. E o G36 tá dando baixa na Alemanha.
E pode piorar com o IA-2.

Doug385

Na verdade o G36C do é isso mesmo no Exército, mas não é padrão. Acredito que a tendência seja pelo uso do HI 416 no Exército e na Marina, mas o Significado 550 é uma ótima arma.

Doug385

Corrigindo: Na verdade o G36C só usado mesmo no Exército.

sergio ribamar ferreira

parece brincadeira. Fiz um comentário na madrugada de hoje com respeito as guerras assimétricas e/ou não convencionais. O soldado será um pouco de tudo em qualificação. infantaria, artilharia, engenharia, cavalaria. preparado para qualquer situação e empregar tudo ao seu alcance. Profissionais . Excelente postagem sobre a Cruzex. Parabéns!

Zmun

Gostei dos boots dos fabianos, parecem ser bem confortáveis.

Delfim

FE não usam boots ou outros acessórios comprados pelo menor preço. Ademais, pode haver liberdade para que os membros possam adquirir peças próprias, mais adequadas a seu biotipo. O shemag que aparece numa cena é bom exemplo.

Zmun

Sei disso.

Alma

Normalmente vejo para-sar, mas nunca vejo “pastores”. Apesar de acreditar q eles se identifiquem como para-sar, tento ver a faca operacional, mas nada…. tem algum outro jeito de reconhece-los?

Dodo

Não
Esse é o objetivo

Alma

Seria uma boa matéria para o blog, falar sobre os pastores.

Rinaldo Nery

Pastores e PARASAR são a mesma coisa. Pastor é código de chamada. A missão principal do PARASAR é resgate. A secundária são ações especiais.

Alma

Mas pq nem todo pastor é para-sar?

Alma

Escrevi errado kkkkk
O correto seria: “Pq nem todo para-sar é pastor”.

Alma

Caraca kkk “Mas pq nem todo para-sar é pastor?”

Rinaldo Nery

Quem disse?

Alma

Vou mudar então: O para-sar operacional seria um pastor (ou seja que fez todos os cursos), é isso? E seria possível um militar que não fez todos os cursos ser um para-sar?

Rinaldo Nery

O sujeito, ao ingressar no PARASAR, ganha o código PASTOR. Pra ingressar no PARASAR deve ser, no mínimo, paráquedista militar. Não sei quais outros cursos realizará. O de resgate, certamente. Haverá outros: mergulho autônomo, montanha, guerra na selva etc. Alguns serão obrigatórios, outros não. Ao concluir os obrigatórios, será declarado operacional, com o respectivo código PASTOR. Ou seja, todo militar do PARASAR é PASTOR. Assim como todo oficial do 2°/6° GAV é Guardião, e por aí vai.

Thiago Mibach

Bom dia Cel e demais colegas do fórum! Pelo que entendi, para ser Pastor tem que concluir todos os cursos operacionais previstos, não somente ingressar no esquadrão. Acredito que tem militares do Parasar que ainda não são Pastores.

http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/17249/PARA-SAR%2050%20ANOS%20–%20Quem%20são%20os%20pastores?

Bueno

Achei interessante o uso do Super Tucano na escolta dos EC725, não tinha visto antes.
Parece que foram 2 EC725 e 6 Super Tucanos
Usar helicóptero de ataque MI35 ou AH-1Z seria mais efetivo ?

Doug385

Teria a vantagem de acompanhar mais de perto e fazer melhor varredura do terreno voando a menor velocidade.

Bueno

Obrigado Dug385. Fiquei pensando nisto,
O EMB-314 pode chegar primeiro no TO e tem maior autonomia , acho que seria um incremento, aumentando o leque de armas na proteção da tropa na infiltração, em uma área de insurgência.
Acho que incluir MI-35 neste pacote , daria maior proteção aos EC275. Achometro

Rinaldo Nery

A escolta anexada, normalmente, é realizada por helicópteros de ataque. Os Apache escoltam os MH-60 da USAF nas FT SAR. Podem ser empregadas aeronaves também. Na USAF, o A-10. O oficial da USAF, piloto de A-10, que realizou o intercâmbio no 3°/3° GAV passou os detalhes que nos faltavam. Foi treinado na Operação Tapio, em Campo Grande. Foi matéria aqui.

Bueno

Rinaldo Nero, obrigado. Excelente! A FAB faz treinamento deste tipo com CAvez?
Obrigado

Rinaldo Nery

CAvez é CAvEx? Não tenho essa informação. Acho que ainda não.

Wellington Góes

Cada macaco no seu ganho. Os helicópteros de ataque são utilizados para escolta. tanto o Mi-35, quanto o AH-1Z. Helicópteros full CSAR no ocidente são o HH-60 Pavehawk, H-92 Superhawk, HH-53 Jolly Green Giant, HH-47H Chinook, H225M CSAR Caracal (que é o que a FAB possui), AW101 Merlin CSAR, todos possuem sonda REVO (ou provisão), por exemplo. Existem outros, “menos equipados” (sem sonda), mas que podem fazer a missão, como no caso do AW149/139M, Bell 412/UH-1H/Z, Puma/Cougar/Super Puma, Panther/Dauphin, Lynx/Super Lynx, possuem menor autonomia (devido apenas o uso de tanques de combustíveis internos), mas podem ser devidamente equipados para tal.… Read more »

Ricardo

Uma pena não ver os MI-35 neste exercício.

Bruno H. Paes

Excelente matéria! Além das belas imagens deu pra notar um enorme profissionalismo entre os envolvidos. Parabéns FAB!

Lyw

Interessante o trabalho de escolta dos helicopteros C-SAR pelos A-29. Os americanos devem ter “observado com carinho” pois, em um futuro próximo, poderão estar realizando missões parecidas em campos de batalhas reais mundo afora.

Rinaldo Nery

Já viram intercâmbio lá em Campo Grande.

Bueno

Sim CAVEX. Obrigado.
Tropas especiais tem nas três forças, imaginei a interoperabilidade.
Com uma futurar adoção de helicópteros de ataque pelo CAVEX , vai ser produtivo uma operação conjunta.

Rinaldo Nery

Matéria bem mais útil e interessante do que “contratempos” e “launch rails que caem”.

Joli Le Chat

Fantástica matéria!

bruno sanches biz

no minuto 1:04 que arma e essa com supressor na mao do primeiro soldado?

Lyw

Off Topic:
KC-130 e F/A-18 se chocam em exercício no Pacífico.

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