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Boeing e Embraer: Justiça Federal de SP suspende acordo

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União informou não ter sido notificada sobre decisão. Juiz disse que, em razão da posse do novo presidente, intenção é evitar atos concretos que sejam impossíveis de serem revertidos

O juiz Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, concedeu uma liminar (decisão provisória) e suspendeu o acordo entre as empresas Boeing e Embraer.

A decisão é desta quarta-feira (5), e a Advocacia Geral da União (AGU) informou nesta quinta (6) ainda não ter sido notificada.

Em julho, a Boeing e a Embraer assinaram um acordo de intenções para formar uma “joint venture” (nova empresa) na área de aviação comercial, avaliada em US$ 4,75 bilhões.

Nos termos do acordo, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes.

A decisão do juiz

Giuzio Neto suspendeu a fusão ao analisar uma ação popular apresentada pelos deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS) e Carlos Zaratini (PT-SP).

O juiz suspendeu qualquer efeito concreto de decisão da Embraer que concorde com transferência da parte comercial da empresa a outra empresa.

“Defiro parcialmente a liminar, em sentido provisório e cautelar para suspender qualquer efeito concreto de eventual decisão do conselho da Embraer assentindo com a segregação e transferência da parte comercial da Embraer para a Boeing através de ‘Joint Venture’ a ser criada”, decidiu.

Eleição de Bolsonaro

Segundo o magistrado, a medida também foi necessária em razão da proximidade do recesso do Poder Judiciário e da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, marcada para 1º de janeiro.

O objetivo, explicou Giuzio Neto, é evitar atos concretos que sejam impossíveis de serem revertidos. Ele não impediu, no entanto, que as empresas continuem a negociar uma fusão.

“Considerando também a proximidade do recesso do Poder Judiciário ao qual se deve somar a posse do novo Presidente da República com as alterações em equipes de governo, ao lado da ampla renovação do Poder Legislativo, o que torna igualmente recomendável evitar que eventuais atos concretos se efetivem neste período criando uma situação fática de difícil ou de impossível reversão através da concretização da “segregação” de parte da Embraer e sua transferência para a Boeing Co por meio de simples decisão do Conselho da primeira, ainda que sem opor qualquer tipo de obstáculo à continuidade das negociações entre as duas empresas”, decidiu.

FONTE: G1

134 COMMENTS

    • O único problema é que o próximo Presidente, aquele que bate continência para bandeira americana e a enviado subalterno de Trump, disse ser favorável ao negócio (surpreso?).
      Espero que tenhamos alguns Generais patriotas que acabem com essa falcatrua.

        • Rodrigo, outra pergunta: O “príncipe” da Arábia Saudita, aliado do Trump e esquartejador do jornalista Khashoggi, também entra nessa sua lista?

          • HMS TIRED, há uma diferença enorme entre apregoar e esquartejar, certo? Mas com relação à essas declarações polêmicas do Tio Sam a mais emblemática não foi essa que vc citou (“riscado do mapa”) ou aquela “fogo e fúria”, pra mim a mais emblemática foi a “Só estou interessado na Líbia se nós ficarmos com o petróleo. Se não, não tenho interesse.” A propósito, seria o “príncipe” saudita tão bom samaritano quanto o Kadafi?

          • O regime que apregoa que determinado país seja riscado do mapa também mata jornalistas, portanto logo se vê que consegue ser pior que o príncipe saudita.

      • Está sugerindo um golpe de estado caso o presidente eleito não lance mão da Golden Share Xings!? Sinto te dizer mas aqui não é a Venezuela, aqui existe democracia…

        E por falar em subalterno não custa lembrar que em tempos recentes tivemos presidente abaixando a cabeça para o índio cocaleiro quando este roubou as refinarias da petrobrás.

      • Se prostituir para ditaduras africanas e socialistas pode!

        Getúlio Vargas se aliou aos americanos e o Brasil recebeu muita coisa desta parceria. No momento que não foi mais vantajosa , o Brasil cessou, no governo Geisel.

        Estes preconceitos levam a nada.

      • Comercialmente… Cada caso é um caso ! E duvido que o Bolsonaro autorizaria algo que prejudique o país…

        Mas militarmente, melhor coisa do mundo é se unir aos EUA… Ou alguém acha que teríamos condições de vence-los ?

    • Quantos porcento das aeronaves fabricadas pela Embraer são genuinamente brasileiras? Um país que não consegue produzir um único Transistor se quer!

      • Entendo sua indignação e sei que provavelmente você se utilizou de uma hipérbole, mas como essa é precisamente a minha área de estudo: o Brasil não só consegue produzir como já produziu uma série de transistores. Não temos grandes empresas no ramo, é verdade, mas as universidades brasileiras possuem pessoal mais do que qualificado o suficiente para isso, tendo inclusive eu já visto com meus próprios olhos um transistor MOSFET fabricado na minha universidade. Devemos deixar de lado o complexo de vira-latas.

        • concordo. deixemos de lado o “complexo de vira latas” e adotemos o “complexo de vira latas acadêmico”.

          “o brasil já produziu uma série de transístores”, “as universidades brasileiras possuem pessoal mais do que qualificado o suficiente para isso”, “tendo inclusive eu já visto com meus próprios olhos um transistor MOSFET fabricado na minha universidade”.

          vc n tem algo mais palpável p apresentar? fazer em universidade é a mesma coisa que “nada”, impacta o quê em nossa economia?

          o que gerou de produto pra indústria?

          pesquisa q n s aplica no mercado, n passa d pesquisa. abra uma startup e corra atrás de investimento, produza e inunde o mercado, p oroginar artigos q impactem no dia-a-dia da da gente.

          • “pesquisa q n s aplica no mercado, n passa d pesquisa. abra uma startup e corra atrás de investimento, produza e inunde o mercado, p oroginar artigos q impactem no dia-a-dia da da gente”

            Não é assim tão fácil, na minha universidade temos um setor de pesquisas em energia solar (GREEN), fizemos um trabalho de nacionalização de um dos sensores que são utilizados nestes sistemas solares, foi criado o sensor totalmente fabricado aqui, passou por todos os testes e foi homologado e fizemos todos os cálculos necessários para início de produção aqui, despesas para criar uma startup etc, resultado, cada sensor feito no Brasil sairia por R$15,00, o fabricado na China era vendido por R$1,50, nem preciso dizer que a idéia de iniciar a produção não foi muito adiante.

          • Paulo, pesquisa aplicada e pesquisa básica andam juntas.
            É possível encontrar países que possuam pesquisa básica/teórica com qualidade(por mínima que seja) e que não tenham pesquisa aplicada. É o caso do Brasil, por exemplo. O que é um problema econômico e tecnológico sério.

            Não obstante, não é possível encontrar países que possuam pesquisa aplicada/tecnológica e que não possuam também pesquisa básica/teórica. Me cite por favor uma grande potência tecnológica que não possua universidades de ponta, centros de pesquisa de ponta, ou uma cultura de formação acadêmica ponta. É difícil de encontrar, certo?

            Pesquisa é algo amplo, não dá pra olhar pra ela querendo ver só o que você gosta. Se você não gosta de pesquisa básica ou das universidades, é uma questão sua. A economia e o desenvolvimento tecnológico não prescinde de bons centros de formação, especialistas e investimento em conhecimento básico. Aliás, é exatamente o contrário. Quando uma empresa vai abrir um novo centro de desenvolvimento de produtos, além das questões tradicionais de custo, tributária, etc, a disponibilidade de especialistas, estar próximo de universidades de ponta e centros de formação capazes de prover mão-de-obra diferenciada são fatores determinantes.

            Se o seu raciocínio fosse verdade, a Embraer teria vindo antes do ITA, e não o contrário(foi formada, presidida e desenvolvida sob os auspícios dos egressos do ITA e do apoio oficial dos centros de excelência da FAB).

            A inexistência de pesquisa de impacto econômico é uma questão importante, na qual as universidades e centros de pesquisa são parte da solução. Desenvolver nossa cultura empreendedora, melhorar as condições básicas de competitividade, melhorar as condições básicas para desenvolver tecnologia(basta lembra do caso clássico dos mais de 10 anos que se demora para uma patente ser aprovada no Brasil), desenvolver a cultura industrial de mais inovação e concorrência e menos proteção e complacência governamental/tributária, mudar a cultura universitária, são todos pontos de melhoria no qual pesquisa básica e aplicada se ajudam e uma puxa a outra.

          • “pesquisa q n s aplica no mercado” é de doer. Pergunte a um executivo da IBM, da Embraer, da WEB, do Google, da Boeing, o que eles acham de pesquisa, universidades, produção científica e formação acadêmica de recursos humanos.

          • Seu comentário é completamente desproporcional e mostra que o senhor foi incapaz de interpretar o simples texto que escrevi.

            Sua opinião sobre a importância de fabricarmos algo em uma universidade é irrelevante para mim: o colega disse que o país não é capaz de fabricar uma determinada tecnologia, e eu mostrei que, ao contrário, nós sabemos fazê-lo sim. Se o senhor desconhece um assunto, por favor não comente. Não perderei meu tempo explicando as utilidades dos transistores MOSFET para o senhor, e também não lhe devo nada para que eu tenha que “mostrar” algo mais palpável.

            Meu comentário foi simplesmente mostrando que o brasileiro médio pensa que o Brasil não é capaz de fabricar nada com um mínimo de tecnologia, no entanto isso muitas vezes não corresponde à realidade, e quem sabe disso tem o dever de informar ao resto do povo.

          • “Ser capaz de produzir” mas não produzir, na prática significa “não ser capaz de produzir”.

            As universidades brasileiras, em especial as públicas, estão desconectadas da realidade. Recebem dinheiro público aos montes, se julgam desobrigadas de prestar contas, se comportam como se o país existisse para serví-las e não o contrário.

            O comentário acima sobre o sensor que poderia ser fabricado custando dez vezes mais é um bom exemplo. Voltando ao primeiro tema, “ser capaz de produzir” inclui produzir a um custo que seja ao menos razoável.

      • Quanto por cento das partes dos veículos montados por Chevrolet, Ford ou Chrysler são americanas genuínas? Em um país capaz de projetar qualquer coisa já criada pelo homem?

          • que-ri-do, é assim, sim. pesquisa acadêmica que não gera produtos é apenas pesquisa teórica! de nada adianta fazer se não tiver aplicação prática. obviamente q n desmereço o conhecimento acadêmico. mas conhecimento por conhecimento não transforma nada.

            um sensor chinês sai por 1,50 não é por causa da mão de obra, cujo valor é diluído na produção. produzir milhares de sensores sai a 15,00, enquanto milhões, a 1,50.

            o problema que aqui pensa-se no famoso “mercado interno”, enquanto na china pensa-se no mundo inteiro.

            já imaginou israel só fazendo pesquisa acadêmica, onde estaria uma hora dessas? no fundo do mediterrâneo.

            disse e repito: os produtos militares brasileiros só vendem se tiver suborno no meio. pela qualidade, nadica de nada! (n tô defendendo corrupção). nenhum dos gdes deixará concorrer livremente.

            o super-tucano é sucesso pq? por causa do tio SAM, que vende e dá crédito pra comprar. se ele se interessar pelo KC-390, vende. se não….

            o sistema astros tá vendendo horrores?
            nosso míssil anti-radiação tá vendendo horrores, além do paquistão?

  1. Eu achei certo, a Boeing tá se aproveitando do momento. Sou contra a fusão ? Não, agora do jeito que está não vejo vantagem nenhuma para a Embraer ou o Brasil, apesar de temer o “entreguimo” da equipe econômica do novo presidente, eu acho que eles teriam melhores condições de planejar as linhas dessa venda.

  2. Certíssimo, no mínimo causa estranheza esse atropelo para completar o acordo nesse governo. Um governos a menos de um mês do fim não pode decidir uma coisa dessas.

      • É sim, é função do judiciário zelar pelo interesse público, é no mínimo uma imoralidade que um governo com 20 dias de mandato tome uma decisão dessas.

        • Presidente da República é Presidente da República, não faz diferença se tenha um dia de mandato ou quatro anos. Nessa hipótese poderíamos jogar no lixo todas decisões dos últimos seis meses de todos os Presidentes.

          • Mas se a decisão é polêmica, é de bom alvitre tirar das mãos de Temer.
            Como deveriam ter tirado a competência do senado para aprovar às pressas o aumento do judiciário.
            Um presidente do senado derrotado nas urnas.
            Uma possibilidade é proibir constitucionalmente o presidente e o legislativo de tomar decisões tenham impacto irreversível no governo posterior, proibir medidas que não sejam estritamente necessárias e urgentes.

        • E presidente que no último dia de mandato concede asilo político a um terrorista, em desacordo com parecer técnico exarado pelo Comitê Nacional de Refugiados do Ministério da Justiça, pode?

  3. Ainda há homens de coragem nesse país.
    Finalmente nacionalistas que defendem o patrimônio desse país contra a ganância interna e externa, dos inimigos nacionais e internacionais.
    Parabéns Judiciário Paulista!

    • Acorda cidadão! O inimigo é interno e engana os incautos se dizendo “nacionalista”!

      E outra, o juiz não se baseou nessa estupidez chamada nacionalismo para proferir a decisão e sim nas leis e outras fontes do direito! Ah! E foi um juiz federal e não um juiz do judiciário paulista.

  4. Sinceramente, vendendo ou não minha vida e de ao menos uns 200 milhoes não vai mudar em nada. Se mudasse para melhor não vende-la aí eu estaria feliz agora.

    • Isso vai foi discutido aqui a exaustão, mas so pra frisar…Claro que vai influenciar, essa atitude faz parte de algo maior e ajuda a explicar em partes o porque estamos nos desindustrializando a passos largos. São interesses externos, ha uma disputa global por indústrias de alta tecnologia, com produtos de alto valor agregado que tragam riqueza para a nação. Ha uma possibilidade muito elevada de perdermos tecnologia e postos de trabalhos de valor para uma nação externa.

  5. A cada dia que se passa e a negociação se enrola, cada vez mais os empregados da Embraer ficam cada vez mais perto do olho da rua e a Embraer perder valor de mercado.
    A valorização que teve a Embraer teve com a possível fusão com Boeing no início das conversas já foi pro beleléu.
    E a cada dia que o governo se mete aonde não é o seu deverz pq se trata de uma empresa privada, a Embraer perde fatia de mercado.

    • Serio? Conte-nos mais sobre esse “cada vez mais perto do olho da rua“, afinal para essa afirmação creio que voce seja da diretoria da Embraer e esteja vazando informacoes preciosas. Ah so pra te lembrar, quem veio atrás dessa “negociação“ foi a Boeing. Ela que veio ate aqui procurando a Embraer, nao o contrario.

      • “Cada vez mais perto do olho da rua“ estarão se a ‘compra’ se concretizar e produção for transferida para os EUA.
        Ou alguém duvida que isso não vai ocorrer?

        • Se preocupe com a “sua” Bombardier, que passou adiante os programas do Convair 990 do século XXI e do Dash 8 para ter de ficar só com o mico do CRJ meu caro “descendente de canadenses”…

    • Filhão, o que fez as ações caírem foi justamente a proposta da Boeing, que além de ter sido considerada baixa e desvantajosa pelos acionistas, está sendo contestada na justiça.

  6. Interessante que todos gritam e esperneiam mas os acionistas da Embraer (que a rigor seguram o rojão da empresa é que tem o direito de decidir. O resto é mimimi de torcida organizada irrelevante no mundo real.

    • Há um certo ufanismo por parte de certos brasileiros quando se trata da Embraer. Ela é motivo de orgulho, afinal foi uma das poucas empresas nacionais que conseguiram prestígio internacional e liderança em seu seguimento. No entanto, não entra na mente dessa gente que ela é uma empresa privada e que quem manda são seus sócios, aqueles que de fato botam dinheiro nela pra financiar os projetos. Se esquecem, também, que durante o controle estatal ela quase foi a falência.

      Sim, a Embraer hoje é líder do mercado, mas não há como ela competir com a Airbus. Airbus tem gordura pra queimar a longo prazo, pode oferecer condições melhores para vendas tanto dos regionais quanto de seus próprios produtos, inclusive oferecendo descontos nos jatos maiores se comprarem os regionais.

      Seria interessante um acordo melhor? Seria, mas aí vai da vontade dos acionistas, não minha.

      • Escuta, apenas usando da sua lógica, talvez voce nao saiba, mas o BNDESpar, tem mais de 5% de acoes na Embraer, logo todos nos que pagamos impostos somos donos da Embraer e para sua infelicidade vamos continuar sim, criticando esse escárnio, que eh essa negociação. E quer saber? Mesmo que nao tivessemos nenhum centavo la, temos todo o direito de opinar porque eh algo que mesmo que indiretamente tem a ver com a soberania do nosso pais. (A nao ser, lógico, que vc nem brasileiro seja…)

        • Quando foi privatizada, ficou acertado.
          O governo federal tem Golden share.
          Não pode mudar de controle sem a autorização do presidente da república.
          Não é para agradar investidores, mas para defender os interesses nacionais.

        • Você vê o BNDESpar reclamar? Não? Você vê outros acionistas reclamarem? Não? É porque os caras querem que a venda ocorra.

          E me desculpe, mas esse argumento de soberania é bastante fraco. Sim, os projetos da linha civil da Embraer são ótimos, mas como eles garantem a soberania nacional, se os componentes sensíveis (eletrônica, motores, etc) não são nacionais? A parte que nos interessa é a Embraer Defesa e se o governo continuar comprando, ela continuará vendendo.

          • Desculpem-me, mas os Fundos de Estatais (BNDESPAR e PREVI) não vão reclamar, pois anteriormente ao posicionamento público, a um alinhamento político sobre as ações a serem tomadas. Ou seja, o posicionamento será o mesmo do Governo, pois é ele quem controla os Conselhos desses dois de previdência, e embora existam mecanismos de compliance, dentro de certa margem a decisão é estritamente política.
            Quanto aos demais acionistas, há sim queixa dos minoritários, conforme já veiculado na imprensa.
            P.S.: com a estrutura societária diferenciada da Embraer, os Fundos supra mencionados detém um poder gigantesco, igual ou superior a todos os estrangeiros, para decidir sobre o futuro da empresa.

        • Canarinho, eu sinto muito mas nem você e nem eu somos donos da EMBRAER pois não apenas a participação do BNDES é bem pequena ante aos demais acionistas como também estamos falando de uma empresa privada ainda que o Golden Share. E já que fala em “criticar escárnios” onde você estava quando o BNDES deu empréstimos vultuosos em condições de pai para filho para as empresas que eram amigas do “Rei”?

          • Ainda não entendi seus argumentos HMS TIRELESS! A questão é a relação Brasil e EUA. Você está insinuando que quem é contra a venda da Embraer é a favor de Irã, Cuba, Venezela e Bolívia?

        • Por essa lógica eu também quero mandar na JBS, na Oi e nas empresas do Eike! Todas tem dinheiro do BNDES.

          Aliás, eu quero mandar no Porto de Mariel também.

  7. Parabéns judiciário Brasileiro.

    Começo a ver um raio de esperança nas instituições desse pais, contra esse abuso que eh essa dita negociação

    • É tudo jogo de cena Canarinho….já era…Embraer, Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Embrapa, BNDES, Eletrobras, Correios…tudo isso ai já era…é de estrangeiro agora…

      • Po amigo, vejo que vc nunca ficou dentro de uma agência do BB e da CEF, um bando de coça sacos, caixas de saque paradas, etc, Pra mim tinha que fundir os dois. Pra que dois bancos estatais que não funcionam???

        Eletrobras e Furnas tb, um cabide político!!! Petrobras, deve ficar somente a área de exploração e Pesquisa.

    • Eu até sou a favor de uma parceria, mas não nesses termos que a Boeing propôs, esses termos atualmente não passa de uma “parceria” caracu, o correto seria 60% Embraer e 40% Boeing, até porque, foi a Boeing que procurou a Embraer, e não o contrário.
      O resto, é mimimi de torcedores de ambos os lados.

  8. O problema da Embraer foi focar em um nicho apenas. A Bombardier estava indo para o beleléu e a Embraer não quis, melhor para a Airbus.

  9. Esperarei por maiores informações. Lembrando que é uma liminar. O juiz ressalta dá importância de que” atos concretos se efetivem” correto: esperar a posse do Novo Legislativo e do Presidente. Ou seja vai caber a decisão para depois de 1º de janeiro. Agora, basta um ministro do STF decidir por atender os pedidos das partes(defesa das empresas) Adeus liminar. Isto vai é rolar…. Abraços a todos.

  10. Bando de … falando em defender patrimônio nacional! Patrimônio o quê! A empresa só se tornou o que é por que foi privatizada! E tem mais, ou a Embraer se junta com a Boeing ou ela desaparece. Assim o tal do patrimônio vai pro raio que o parta! E os empregos vão juntos! A razão da fusão Embraer/Boeing foi a compra da Bombardier (maior concorrente mundial da Embraer) ela Airbus, uma forma de ela poder entrar no mercado norte-americano (ainda o maior mercado do segmentos de aeronaves que a Embraer e a Bombardier fabricam!) e suas derivações internacionais, onde vende Boeing a Embraer venderá também, onde a Embraer vende a Boeing também venderá, além da fusão da manutenção das aeronaves a Boeing poderá alavancar ainda mais o sucesso da linha de defesa da Embraer ( O Supertucano A-29) e o novíssimo Cargueiro KC-390 a aeronave mais moderna do segmento. Caso contrário a Embraer ganhará mais um concorrente de peso se a Boeing juntar a outra empresa mesmo que não tenho o porte da Embraer, já se cogita conversações com a Pilatus Suiça e a Leonardo Italiana que quer investir na área.

    • A empresa só se tornou o que é depois de muitos anos de investimento governamental.
      Não só em equipamentos, mas também na formação do corpo técnico. Sem contar as encomendas que o Governo sempre fez.
      Depois, vem um monte de empresários e que faz ‘o favor’ de privatizar a empresa para ‘salvá-la.’
      Conta outra!

      • Você está atrasado Rubinho! A EMBRAER foi privatizada em 1994 lembrando que sob o tacão do Estado Brasileiro estava em situação falimentar. Privatizada se tornou a terceira maior do mundo. O que se discute aqui é o uso do Golden Share.

        E não custa lembrar que a turma que quer reestatizá-la é a mesma que não apenas assaltou a petrobrás como ainda por cima quis retaliar a própria Embraer quando a empresa se recusou a receber um burocrata fanfarrão russo.

      • Depois de anos de “investimento governamental” a Embraer estava um caco. Foi privatizada. Recebeu encomendas do governo e entregou – não foi nenhum favor, foi negócio.
        Tenho um parente que tem uma fábrica de tintas. Ele já atendeu encomendas do governo. Será que a fábrica é dele ou é do povo brasileiro por causa de “muitos anos de investimento governamental” ?
        Reiterando: se o governo comprou da Embraer privatizada, ele não fez nenhum favor. Comprou porque precisava e comprou de quem fornecia o melhor produto pelo melhor preço. Pelo menos é assim que supostamente o governo deve agir com nosso dinheiro, não é ?

        • Mas, se não fosse esse investimento governamental ela nem existiria. Sem contar os milhares de engenheiros formados às nossas custas que passaram pela empresa.
          Fato!

          • O governo criou a EMBRAER porque era necessário mas depois não apenas deixou de ser necessário o controle estatal como este passou a ser danoso à empresa, por isso ela foi privatizada e prosperou.

            E se o ITA continua com a força aérea é porque ela assim o desejs por questões estratégicas.

            Aceite esse fato Xings!

      • Quanta desinformação. Se dependesse do governo brasileiro a Embraer estaria falida desde os anos 90 justamente por falta de encomendas e de produtos competitivos. Só não faliu porque foi privatizada.

  11. o cenário em que vivemos é outro. temos a embraer, líder no desenvolvimento de aviões civis, mas sem um peso político que a sustente no mercado internacional. não só competência vende aviões, mas lobby também.

    a corrupção da odebrecht tá nas mídias e todo mundo investiga, como se fosse a única a fazer isso. mas ninguém senta o pau no que as homólogas internacionais também fazem.

    todo mundo senta o pau na usina chernobyl, mas ngm caceta fukuchima ou o acidente americano de 1979 nos EUA (esqueci o nome).

    o brasil é uma “potência média”, ou seja, não apita nada no cenário internacional, e a embraer cai na mão da boeing, que pode absorvê-la ou asfixiá-la, depende do que ela escolher.

    o “braço militar” da empresa é inviável economicamente, ou seja, dá prejuízo. e não venderemos gripen nem compraremos mais do que 36 unidades, além do KC..

    e quanto ao kc-390, veremos se o “irmão do norte” deixará de pressionar em favor do C-130 a hélice, um produto claramente inferior ao nosso. fontes generosas de crédito, farto material militar de segunda mão e uma boa “pressãozinha” yankee resolvem a parada mole, mole.

    ah, o governo brasileiro vai botar dinheiro público na embraer militar, pra não fechar? algum investidor privado fará o mesmo?

    acho melhor chamar a odebrecht de volta. sua espertise já tá fazendo falta….

  12. O negocio vai ocorre. A equipe que esta analisando os contratos vai ganhar tempo, é ate bom.
    A esquerda esta feliz de empurrar o negocio para o próximo governo , depois vão falar que o novo governo entregou a EMBRAER para os americanos, maioria dos brasileiro acham que a EMBRAER é estatal.
    Os cães ladram e a caravana passa.

  13. Os comentários viram tumulto pois as mesmas figurinhas de sempre, geralmente devotos do presidiário, vêm aqui deitar falação e destilar retórica de centro acadêmico! E como tem gente aqui que como eu não suporta hipocrisia está armada a confusão…

    Desculpe moderação, foi um desabafo!

  14. A decisão não pode ser tomada no apagar das luzes de um governo com representatividade questionável. De fato certas decisões são irreversíveis. Apesar de o presidente eleito se mostrar favorável ao negócio como posto, há enorme influência do comando militar avalizando o novo governo. E talvez este assunto não seja tão homogêneo neste grupo. E vozes dissonantes podem abrir outros pontos de vistas. O que se coloca hoje pode extinguir a marca Embraer no mercado de aviação cívil comercial se a Boeing assim o desejar. A Embraer uma das nossas poucas empresas capaz de desenvolver engenharia criativa além do convencional chão de fábrica e manutenção de processos.

      • Que tal assim: Por ter chegado ao poder graças ao sentimento generalizado de antipetismo alimentado por fakes toscos junto a uma população predisposta a acreditar em fakes toscos; população essa que despertou espontaneamente contra um comunismo iminente, contra o partido que inventou a corrupção no Brasil cujo líder é o maior bandido da história, e está preso, e de lá não deve sair pois é o maior bandido do planeta! E cujos filhos também o são, e planejavam fundar uma dinastia bandida no país!?
        Questionável por quem ousa questionar (pensar); legítimo porque é de direita; vai prosperar ou desandar conosco no mesmo barco.

    • Não podemos esquecer que a Embraer deveria absorver boa parte da tecnologia que está vindo com o Gripen, e está fazendo? Ou anda dispersa por essa fusão repentina?
      Diversionismos são parte do jogo, e incautos perdem mais cedo.

  15. Apesar de eu ser contra essa fusão, achei pertinente esse post:

    “Se um juiz federal pode suspender o acordo entre a Boeing e a Embraer, como ocorreu nesta quinta-feira, o Brasil não tem a menor chance de dar certo.” – Antagonista

        • O nosso judiciário é aquele mesmo que não quer aplicar as leis trabalhistas da reforma, é o mesmo que não aplica a lei do voto impresso por volta de verba mas que dá aumento para eles mesmo acima da inflação e pouco antes da troca de governo. Ele é o verdadeiro “espanta” empresas e faz a alegria de pessoas que querem que sejamos sempre tutelados pelo estado, sejamos sempre dependentes de migalhas enquanto eles vivem das gordas benesses do partidão…

    • Foi justamente a sanha legislativa do judiciário que nos colocou nessa posição atual. O judiciário se tornou um câncer em metástase onipotente, e o problema maior é que o único poder com autonomia para frear isso é completamente vendido e tão nocivo quanto, tendo como único objetivo se proteger de ir pra cadeia por serem corruptos.

      • Nosso judiciário acumulou função do executivo e legislativo, ele parece viver na monarquia onde é o Rei e todo o restante plebeus…

  16. Um dos motivos para essa decisão do Ilustre Juiz federal Victorio Giuzio Neto foi que uma classe especial de ação “Golden Share” em poder da União na Embraer representa, sem dúvida, um elemento tradutor de soberania, cujo alcance vai muito além dos interesses de um simples acionista, como se intenta transformá-lo, ao se atribuir competência desta análise apenas a órgãos de “direito societário”. O que é mais do que justo em minha opinião.

    • É isso. O Juiz apenas está fazendo valer o que está acordado.
      Isso evita que aventureiros que eventualmente estejam no Governo entregue o patrimônio nacional.

  17. A Embraer começou fabricando pequenos aviões, avançou ao produzir jatos militares de tecnologia italiana, agregou conhecimento, produziu aviões maiores, como o Brasília, desenvolveu jatos executivos de grande sucesso e avançou, apostando em jatos médios. Uma história de sucesso, só possível depois de ser libertada do jugo estatal, que sabemos todos, mata qualquer empresa que deseja ser inovadora e rápida em suas decisões. Tomadas de preços, editais, concorrências sem fim não são amigas, em qualquer negócio. Livre dessas correntes, a empresa cresceu. E continuaria a avançar, pela lógica, para aviões de grande porte. Com a movimentação do mercado, Airbus comprando a linha média da Bombardier, e outros fabricantes, europeus e asiáticos se movimento no mesmo campo, levou a Boeing, em um movimento lógico, a matar dois coelhos com uma só pedrada. Entra forte no mercado dos jatos médios e breca o avanço certo de um concorrente que lhe daria muito trabalho no futuro. Mas apenas trabalho, não ameaça. A Embraer, infelizmente, não possui o farto financiamento e poder político da Boeing. E nosso país nunca teve vocação para planejamento estratégico de longo prazo, eficaz e que pudesse ser levado a sério. Logo, essa conversa de que perderemos emprego, investimentos, tecnologia, e os brios nacionais, é só conversa mesmo. Existe uma lógica em todo esse processo, e pensar só em orgulho, não resolve. Existem outros fabricantes nacionais, existem investidores, existe mercado, e finalmente, existem as cabeças que possuem o conhecimento para transformar, para criar outra gigante do ramo.

  18. Hoje na revista digital “Carta Capital”:

    “Embraer está a beira da falência”.

    Lembrando que o Sr Mino Carta guinou ao Gramscismo.

  19. O grupo econômico do presidente eleito Bolsonaro já afirmou ser favorável a esse acordo. No entanto, por bem penso ser melhor que essa decisão seja tomada pelo novo governo já que esse tem respaldo da maioria do povo. Assim, apesar de não conhecer as leis, penso que a decisão foi positiva e irá atrasar esse acordo por cerca de 1 mês, o que é plenamente suportável considerando que até agora não foi possível completá-lo.

  20. “Joao Moita Jr 6 de dezembro de 2018 at 19:55
    Opa!!! E agora??? Eu pensava que esse negócio já estava mais para la de concluido.”
    .
    Voltando ao início: o Brasil é o pais mais litigioso do mundo, maior quantidade de ações judiciais por habitante. Provavelmente Embraer sabia que o assunto vai ter que ser decidido na Justiça, pois há interesse público envolvido, o que inexoravelmente gera litígio. Essa é só a primeira das ações, ainda tem espaço para mais.
    Os colegas que moram no exterior devem ter esquecido como é o Brasil. E para a Boeing, melhor ir acostumando com nossos costumes. Dentre eles a judicialização.

  21. Augusto César Gomes Galvão 6 de dezembro de 2018 at 23:01

    Bando de … falando em defender patrimônio nacional! Patrimônio o quê! A empresa só se tornou o que é por que foi privatizada! E tem mais, ou a Embraer se junta com a Boeing ou ela desaparece. Assim o tal do patrimônio vai pro raio que o parta! E os empregos vão juntos! ”

    Emprego pra que né, com o pais com mais de 14 milhões de desempregados e outros 35 milhões no subemprego…vamos vender tudo…vamos vender o pais…vamos vender tudo balatinho pros chinas e estadunidenses…vamos exportar nossos empregos para as nossas nações irmãs….Detroit precisa dos nossos empregos….vamos nos dedicar ao folclore e ao turismo sexual…deixa essas coisas “complicadas” de produzir avião para os países desenvolvidos fazerem…né…

    • Outra opção: Aumentar mais um pouco a carga tributária, dar o dinheiro pro BNDES, e aí ele sustenta um monte de empresas deficitárias, incluindo a Embraer. Quando o dinheiro começar a faltar, aumenta a carga tributária mais um pouco.

      Vai dar certo prá caramba.

  22. Primeiro, a EMBRAER não está à beira da falência. O que eu penso, e passei prum 4 estrelas:
    1 – a área de defesa não se sustenta sozinha. Muito menos com contratos do GF;
    2 – as cabeças pensantes vão migrar pra Seattle (alguns engenheiros estão sonhando com isso, por isso são favoráveis );
    3 – o corpo de engenheiros da defesa são os mesmos da comercial. Vão pra lá e pra cá conforme as necessidades;
    4 – se a linha de produção, ou parte dela, migrar pros EUA, grande parte das empresas nacionais da cadeia produtiva fecham.
    Como o tempo é o senhor da razão, ainda veremos centenas de ex funcionários da EMBRAER dirigindo UBER em São José dos Campos e região.

    • Poxa Cmte, sempre concordo contigo , mas desta vez, vou até pagar 20 flexões!! kkkk

      Acho que não!! A Embraer é uma empresa privada para ter esse chororô todo aí. Também acho que está muito corrido a negociação e devemos esperar o novo governo, mas isso não mudará nada.

      Não consigo ver este Apocalipse futuro que a maioria prega!! Zero é meu…..Zerou.!!! 1, 2, 3, 4, 5 ,6….!!!

      • Marcelo, sem todas as informações é difícil fazer um juízo de valor. Mas, respeito sua opinião. É privada sim, e por isso só os acionistas estão interessados em quanto vão ganhar. E os interesses estratégicos do País que se danem. Por isso o Cel Wagner, 02 da minha turma, foi ao STF. O AltCom tem mais informações, e cabe a eles assessorarem o PR.
        Digo uma coisa: “americano bonzinho” só pra Kate Lyra. É do seu tempo? Parceria 80/20? Acho que vou fazer faculdade de economia…

        • Está certo, só que “interesse estratégico” custa dinheiro. Se é para manter a Embraer aqui por conta do interesse estratégico, é bom definir e explicar de onde virá o dinheiro se for necessário “sustentar” a Embraer, e de quanto dinheiro estamos falando.

          • Não estou certo de nada. É só o que acredito. Se oficial general fosse, assessoraria o COMANTAER a não concordar. Um 3 estrelas já o fez. Embora, pelo estatuto, não há como vetar. Nem pela golden share.

          • Espero que o PR tenha algum assessor que saiba responder caso ele pergunte “quanto custa?” e “quem paga?” ao analisar alguma questão.

          • Também espero que sim. Estou até agora tentando entender como uma parceria 80/20 possa ser tão vantajosa pra quem fica com os 20, e sem poder de decisão. Isso será a salvação, o pulo da EMBRAER? Só se for pro precipício. Mas, como já postei, sou muito burro…

    • “o corpo de engenheiros da defesa são os mesmos da comercial” (e também executiva). E esse é um ponto irremediável. Para onde irão essa formidável elite de criação? Tenho um grande amigo que formou-se em engenharia aeronáutica na Pensilvânia nos EUA, fez mestrado no ITA e doutorado na Alemanha. É um engeiro de criação, e foi uma das pessoas fundamentais no projeto das asas do KC-390 e posteriormente do 190-E2 (diga-se que desenho maravilhoso). Não há portas fechadas para alguém com este currículo em lugar algum do mundo. Poderia estar se assim o deseja se na Europa, EUA, China, Coreia ou Japão. Mas escolheu o Brasil, e o único lugar possível onde ele pode ser mais que um engenheiro de produção foi a Embraer. Certamente irá para Seattle e não haverá nenhum prejuízo pessoal, ainda que deseje de fato criar a sua família aqui. Há que se ponderar sobre o que de fato esperamos do futuro. E essa questão deve ser desnudada de atalhos e tratada com absoluto pragamatismo. A porta para parcerias, poderiam ser ofertas completas de avião regional e longo alcance e aplicação da rede de manunetaço sem desmembrar está única empresa capaz de absolver e desenvolver projetos de elevada complexidade tecnológica.

      • Também penso assim. Como foi postado lá em cima, estão oferecendo uma parceria “caracu”. Sou muito burro, e não consigo ver as vantagens. Acho MUITO estranho o AltCom concordar. Mas, como falei, devem saber algo que não sabemos.

    • Só não entende isto, quem tem capacidade limitada de entender como funciona esse mercado. Desenvolver tecnologia e produção aeronáutica, não é comprar pão na padaria da esquina.

  23. Agora será a choradeira dos Fãs Boys acionistas da Montaer revoltados porquê perderão um carimbo garantido no Green Card
    Acionistas como o Tyriless e outros kkkkk.
    Aceita que dói menos!
    Espero que o mesmo aconteça no caso da Base de Alcântara.

  24. Rinaldo Nery “Primeiro, a EMBRAER não está à beira da falência…………………..”
    Onde assino Coronel?

    Tem muitos fatos e desdobramentos por trás dessa insistente aglutinação e “absorção” da Boeing para cima da Embraer, nestes últimos anos de grande fragilidade política brasileira. Todos velados aos bons brazucas, claro. Infelizmente não posso falar nada, pois serei taxado de Teorista Conspiracionista.

    E verdadeiramente a inesquecível Kate Lira acertou: “Brasileiro é tão bonzinho!”
    Onde assino gata?

    Meus mais honrados cumprimentos e agradecimentos por esta decisão em prol do nosso futuro com crescimento, por mim, minha família, amigos, vizinhos, e pelo meu-nosso BRASIL, V.Ex.ª Juiz Federal Victorio Giuzio Neto.

  25. HMS TIRELESS 7 de dezembro de 2018 at 17:49
    Já você quer reestatizar a empresa e colocar um sindicalista vagabundo no comando…

    Melhor do que um traidor, vampiro despatriado!
    Que se entrega todo só de ver um gringo espertalhão com uma mala de dólares e enrolando a língua kkkkk.
    Chora neném, not Green Card for you!

  26. Sou contra a aquisição da Embraer pela Boeing. A Embraer deveria ser privada com 51% na mão de brasileiros ou estatal com 51%. Poucos países tem condições de fabricar aviões. Vamos perder esse filho? Vendendo só banana não vamos ser potência. O governo deveria liberar financiamentos (se a Embraer fosse nacional) para fabricar todas as classes de aviões comerciais e concorrer com as gigantes. Se conseguiríamos ou não competir não importa. É melhor cair lutando do que se vender para o inimigo.

  27. “Rinaldo Nery 7 de dezembro de 2018 at 19:39

    Isso será a salvação, o pulo da EMBRAER? Só se for pro precipício. Mas, como já postei, sou muito burro”

    HÁHÁHÁHÁHÁHÁ….. 😀 😀

  28. Boeing devia se preocupar com a airbus, comac etc.
    Se airbus jogar por baixo com a embraer também vai perder a chance de investir no futuro.

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