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Força Aérea Argentina recebe os seus primeiros três jatos Pampa III

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Macri no Pampa III
Macri no Pampa III

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Aéreo

O Presidente argentino, Mauricio Macri, preside, no início da tarde desta quarta-feira, na cidade de Cordoba – 645 km (em linha reta) a sudoeste da capital Buenos Aires –, a cerimônia de entrega pela Fabrica Argentina de Aviones Brig. San Martín (FAdeA) à Força Aérea Argentina (FAA), de três jatos IA-63 Pampa III, todos configurados para missões de ataque ao solo.

Com eles a Aviação Militar local terá 20 jatos Pampa: 6 do modelo II, 11 da versão II-40 (remotorizados com propulsores americanos Honeywell) e os três mais modernos, da série III.

Essas aeronaves devem ser distribuídas a um dos dois Grupos de Caça que voam os Pampas:

  • o Grupo 4, da IV Brigada Aérea, em El Plumerillo (Província de Mendoza), dotado, em seu Esquadrão I, de Pampas II e II-40; e
  • o Grupo 6, da VI Brigada Aérea, de Tandil (Província de Buenos Aires), também equipado, em seu Esquadrão I, com os aparelhos Pampa II-40.

A previsão do Comando da FAA é receber 40 jatos Pampa. Cinco aparelhos dos modelos I e II foram perdidos em acidentes entre os anos de 1992 e 2004.

O IA-63 Pampa é um projeto derivado do aparelho franco-alemão Alpha Jet, que mobiliou diversos esquadrões de treinamento da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) entre os anos de 1970 e 1980.

A FAdeA já tentou comercializar o Pampa no Paraguai e no Uruguai, sem sucesso. No momento há uma tratativa em curso, para que a empresa sul-africana Paramount a ofereça a forças aéreas da África.

Os argentinos também estão tentando colocar o Pampa na Força Aérea da Guatemala, que examina comprar uma aeronave de treinamento avançado e combate de baixo custo. A princípio, os guatemaltecos se inclinavam pela compra do A-29 Super Tucano, da Embraer.

FAdeA IA-63 Pampa III
FAdeA IA-63 Pampa III
Primeiro Pampa III de produção realiza primeiro voo
Primeiro Pampa III de produção realizou o primeiro voo em setembro

Mísseis ar-ar – O Pampa III se distingue da versão II porque sua cabine de pilotagem incorpora duas telas digitais multifuncionais, além de uma interação da aviônica de bordo, desenvolvida pela empresa israelense Elbit Systems, que permite transferir informações sobre o voo do painel de instrumentos diretamente ao capacete do piloto.

Mas o Sistema Pampa ainda oferece limitações importantes como, por exemplo, a impossibilidade de simular o lançamento de mísseis ar-ar do tipo BVR (Beyond Visual Range).

De qualquer forma, é importante dizer que o Pampa III ainda não representa o fim do desenvolvimento dessa aeronave de combate.

Os brigadeiros argentinos solicitaram à FAdeA ao menos 22 jatos Pampa IIIGT (Generación Táctica), aptos a disparar mísseis ar-ar de curto alcance, adequados ao chamado dogfight (“briga de cachorro”, no jargão internacional dos pilotos de caça).

A presença de Macri em Cordoba visa também elevar o prestígio do chefe da FAA, brigadeiro Enrique Víctor Amrein, cujo prestígio na oficialidade da Aviação caiu muito, desde que ficou claro que ele não conseguirá obter caças modernos (como o Kfir israelense) para a sua Instituição.

Cockpit do Pampa III

102 COMMENTS

  1. Bom pelo menos com este programa eles mantem o treinamento de pilotos e capacidade de manufaturar aviões, mais o “Problema não é o PAMPA III” o problema é que a Argentina não aviões de combate de verdade, não tem caças de alta performance….. e ainda o cenário pro futuro é desanimador . Se pelo menos tivesse uma luz no fim do túnel…. é provável que ela iluminaria um Kfir

    • enquanto a argentina não chegar a um acordo com a inglaterra, sobre as malvinas, nunca terá jatos de alta performance dignos do nome. se obtiverem, serão pelados, como os Mirage F1 que a espanha venderia, retirando todo hardware padrão otan (obviamente) ou simplesmente os britânicos embargando a venda, como o JF-17 paquistanês.

      solução meia boca é a do brasil: tem uma excelente montadora de aviões, que montará o gripen, produzimos o software de missão, uma tv telefunken colorida para o cockpit e mais nada. e isso é a “transferência de tecnologia”. quanto ao motor F-404, nadica de nada! basta o tio sam fechar a torneirinha, porque o brasil não votou a favor disso ou daquilo na ONU e záááááááááás, nossa “independência tecnológica” n sai do chão.

      coisas da vida!

      • Não é bem assim, a Argentina não está se armando pois está quebrada. Se tivesse dinheiro, não iria faltar vendedores. França, Russia, China, Paquistão e se tivesse MUITA grana, até os gringos iriam vender.
        Se a coisa estivesse um pouquinho melhor, já estariam com caças Chineses (temos que lembrar que a Argentina é uma grande exportadora de Soja e carne bovina para a China), este comentário, não tem nada de depreciativo com equipamento chines.
        Quanto aos motores, quanto tempo os F-5 ficaram parados por causa de algum embargo americano?

        • Humberto, em partes você tem razão, mas existe sim a variável embargos, nesse caso o goerno Argentino tivesse as condições econômicas poderia comprar caças Russos ou Chineses mas para isso os militares precisariam se alinhar á esta escolha.

          • foi aqui mesmo que li que o jf-17 foi “desofertado” pelo pakistão, por pressão britânica, pous muitos componentes eram ingleses.

        • É isso aí, Humberto.
          Semana passada a Argentina assinou trinta acordos econômicos com a China. Aos poucos, os chineses vão se entrosando cada vez mais com a economia portenha.
          Não creio que os militares de lá estejam apitando alguma coisa de forma a impedir compras de armamentos russos ou chineses.
          É questão orçamentária apenas.

          • Então vc acredita que na esfera de poder os militares são isento de alinhamento, dizer que não estão apitando porque estão quebrado até pode ser, agora com grana para comprar é outra coisa.

          • Não é isso que estou afirmando.
            O fato concreto é que a China está aumentando em muito os laços com a Argentina e, sob este ponto de vista, o alinhamento de setores militares com ‘A’ ou ‘B’ seria irrelevante.
            Com o adendo que os militares de lá estão em segundo ou terceiro plano, em vistas de sua atuação pregressa.
            No final de tudo, acho que o rearmamento argentino é uma das últimas prioridades do Governo em face de suas dificuldades.

        • e F5 por acaso é avião? oq fazemos com ele? serve pra quê mesmo?

          compre a FAB um caça decente e faça valer a vontade brasileira à la USA pra ver se as peças n secam rapidinho?

          ahhhhh… o presidente geisel n denunciou um acordo de “vendas” de armas americanas nos anos 70?

          eu lembro bem desse episódio. e sabe pq? pq só nos vendiam lixo! aí ele botou a boca no trombone.

          F5 é avião…. essa é boa!

      • Pelo seu comentário, percebe-se que você não entende nada do projeto do Gripen NG e da aeronave em si. A TV Telefunken é tão ruim qie foi escolhida, também, pela Força Aérea sueca. E o motor não é o F-404 e sim, o F-414. Quando foi, uma única vez que seja, que alguma aeronave da FAB , seja avião ou helicóptero, ficou sem voar por embargo de peças para seus motores pelos EUA?

        • Flanker ignore esse Paulo, ele é conhecido por falar essas asneiras para depreciar o Brasil ou as forças armadas. Deve ser um desses revoltados que ficam reclamando do governo e culpando ele pelos próprios fracassos na vida

          • Discordo do seu comentário o nosso governo é péssimo e amador e realmente causa a quebra de centenas de empresas e pessoas todos os anos pelas decisões atrapalhadas dos nossos políticos as empresas e pessoas físicas precisam estar sempre atentas para não cair nas trapalhadas do Governo.

            Então uma pessoa culpar o Governo não faz dela um revoltado porque realmente ela pode ter sido prejudicada pelo nosso pessimo governo.

            Graças a Deus nunca passei por isso mas conheço diversas pessoas que passaram por isso e conseguiram se reerguer.

            O Brasil nunca sofreu embargo de peças dos EUA mas se por algum caso grave que precisarmos nos defender de um aliado deles mais importante que nos poderiamos sofrer embargos isso já aconteceu com outros países.

            Nossas Forças Armadas orgulham a patria mas o governo é nossa vergonha

        • ficou sem voar por embargo de peças para seus motores pelos EUA?
          Nós temos um longo histórico de “embargos” a tecnologias consideradas sensíveis.
          Não sejamos tolos em achar que isto não é um problema, pois do contrário ficaremos eternamente acomodados e dependentes…

          • Obs.: Nada contra o nosso Gripen, mas não dá pra achar que tudo é perfeito só pra desperecer o argumento do outro…

        • vc n entendeu nada. oq nos dá “independência” nesse projeto? projetar tela de cockpit, software de missão? somos montadores. n desenvolvemos nada! qualquer tecnologia do gripen pode ser comprada e adicionada em um avião, sem precisar passar obrigatoriamente pelo caça.

          oq teremos de tecnologia sensível q só nós usaremos, mais ninguém, que faça o gripen único na américa do sul, como o F35, por exemplo?

          n estou criticando a FAB ou quem tá no projeto, mas n nos dará “independência” nenhuma, pois nada ali é tecnologia novidadeira, que digam “óóóóóó, guardemos a 7 chaves”.

          lamento senhores. sou tão patriota qto vcs mas n significa q n critique qdo veja motivos. e esse gripen é uma grande furada tecnológica q nos metemos, s nunca atingirmos os resultados inicialmente esperados.

          e caro, para 36 caças somente (e sonhem, pq n teremos mais q isso).

      • Se tivesse dinheiro e “aquilo roxo” compraria SU-30 com todo tipo de míssis e bombas que ele pode carregar. Este negócio de alinhamento incondicional dá nisso.

        • Brasileiro, entendo o que você diz, entretanto usar essa frustração e querer alterar a realidade dos fatos pra depreciar tudo que é nacional é ridículo. E é justamente o que o cidadão faz em quase todos os posts. Além do mais, não acho que o novo governo seja amador de forma alguma

  2. A Argentina também não tem adquirido aeronaves porque não tem riscos de fronteiras. Nem Chile, nem Brasil, nem Paraguai ou Uruguai oferecem qualquer risco militar à Argentina, e isso leva a certa acomodação em relação à aviação de caça.

    Claro que falta dinheiro para adquirir aeronaves. Se ele existisse, teria filas de oferecimento: russos, chineses, israelenses, indianos e até sul-africanos com seus Cheetas antigos.

  3. O avião feeeeeeeio !!!!! Até o Scorpion é mais bonito que este troço !!!
    Não estou falando em capacidades ok , pois nem sei quais são?!

  4. Nunca li tanta besteira, senhor Paulo, a Argentina não adquire aviões de combate porque ela não tem dinheiro para tal, caso contrário, poderia facilmente fazer como a Venezuela e adquirir uns sukhoi ou algum caça de exportação chinês, que não possui ou possui muito pouco a equipamentos produzidos por outras nações com a qual a Argentina pode ter disputas. Em segundo lugar, estou abismado com a depreciação e sua falta de conhecimento em relação ao projeto gripen, dizer que um sistema como o WAD é “telefunken” é o cúmulo do desconhecimento, até mesmo pessoas leigas não comentaram tal absurdo. Com relação aos comentários depreciativos da transferência tecnológica, ela foi muito boa SIM, pois agora a Embraer tem conhecimento em diversas aéreas de montagem e produção de aviões caça, além de ter qualificado diversas empresas nacionais para fornecer produtos para o programa. Em relação aos motores americanos, amigo, me diga um país que produza caças e que utilize 100% de produtos nacionais nestes aviões? Te respondo logo, NENHUM por que isso não existe, produção de aviões é sempre um conjunto de parcerias entre empresas e nações( ex: o tão falado f35 possui partes fabricadas em mais de 8 nações diferentes). Portanto, com o devido respeito busque se informar mais, pois só li barbaridades nesse comentário. Saudações

    • vc tem certeza disso? pq o JF-17 n vingou? o F-1? o kfir? pq os aviões chineses n vem e n virão? e nem os russos? cadê a oferta dos Su-24 no mesmo padrão russo?

      ouça: sem um acordo assinado, renunciando às malvinas, a argentina n voa nem o 14bis.

      tira um print desta “besteira” e releia daki a 10 anos. sem acordo, sem avião.

      fui….

      • A Argentina não compra porque não tem dinheiro, a Inglaterra não tem nada a ver com isso.
        Não existe a menor necessidade de se fazer um acordo com a Inglaterra para se comprar aviões, a China e Rússia não estão nem aí para os chiliques da Inglaterra.

  5. Às vzs acho que nós aqui da América do Sul vivemos no século passado. Quando mostram as forças armadas da Europa, Ásia e América do Norte tenho a sensação que não somos nada, e sequer temos alguma importância no cenário econômico mundial

    • Então claramente você precisar ler mais a respeito desse tema, sobre a importância econômica…. não vou nem comentar sobre isso né, nem é como se o Brasil fosse a 7 maior economia global afinal……

          • E você, que já está enrolado nas bandeiras da Rússia, China, Irã e outras do tipo? Quem é vodê para falar qualquer coisa de alguém? Nào faz um comentário técnico sequer, nào entende absolutamente nada das Forças Armadas do Brasil. Só faz comentários quando o topico envolve China, Rússia, Irã… Tem gente que abusa da idolatria aos EUA, com certeza! Mas, você também idolatra os países que citei. E quando o assunto é Brasil, só escreve depreciação. Graças a Deus que gente como você no Brasil é minoria!

  6. A Argentina não investe nas suas forças também por ressentimento civil com os governos militares não apenas pela questão orçamentária. Lá houveram muitos mais casos de violações de “direitos dos manos” sem contar a derrota nas Malvinas que solapou muito a moral dos militares com o povo argentino.

  7. Do que adianta a Argentina fabricar um monstrengo desses? Falar que possui independência ou indústria aeronáutica? A América Latina poderia ser mais humilde e mais objetiva em suas relações: O que os argentinos ganharam enfrentando a Inglaterra? E se tivessem conseguido um acordo de cavalheiros para exploração conjunta e sustentável das ilhas?
    O que o povo de Cuba ganhou em 50 anos de oposição aos EUA? Ganharam uma ditadura, pouca comida e quase nenhuma grana ou liberdade; E o grande desenvolvimento obtido com o “Comunismo do Século 21” implantado na Venezuela? Uma beleza não é?

    Por outro lado, uma nação “lambe botas de americanos” como o Panamá que nem possui Banco Central, adotou o dólar americano como moeda, desde 1984 a inflação anual está próxima de 1%; apresenta o maior crescimento das Américas, 6,5% e possui 9 dos 10 maiores prédios da América Latina;
    Outra nação “puxa saco” e não soberana, a pequena Nova Zelândia, com ajuda de americanos malvados entrou na corrida espacial com a empresa privada Rocket Lab fazendo lançamentos comercialmente viáveis de satélites, coisa que nossos busca-pés lançados em Alcântara com dinheiro público estão longe de conseguir.

    Diga-me com quem andas e direi quem és… Abraços!

    • Meu caro WFonseca, os americanos podem se dar ao luxo de “ajudarem” países como Nova Zelândia e Panamá, para ficarmos nos citados por você, pois mesmo que recebam forte ajuda dos EUA nunca serão uma ameaça ao poderio americano. Já países como o Brasil, por exemplo, a história é outra. Nem no tempo da guerra fria, com a ameaça comunista, os EUA priorizaram o Brasil no comércio ou na transferência de tecnologias sensíveis. Você acha mesmo, de verdade, que farão isso agora, justamente com um presidente que despreza os latinos?

      • Charles, você ajudaria um país que não se mostra confiável? O Trump não despreza os latinos, ele despreza os latinos pobres que entram ilegalmente no país, incluindo crianças que nunca terão uma formação adequada, aumentando a pobreza e a criminalidade naquele país. No primeiro semestre foram 268.182 apreensões, duvido muito se haveria problemas se o latino estivesse entrando legalmente no país, com visto E5 de investidor e para gerar empregos. Você gostaria de ver estes 268.182 imigrantes no Brasil? Eu não, já temos problemas demais. Um abraço!

        • Na verdade, desde muito tempo o Brasil sempre teve uma certa aversão à chamada “supremacia” americana nas Américas decorrente da doutrina Monroe. O Brasil mantém relações amistosas com os EUA desde sempre, mas NUNCA foi alinhado aos EUA de modo incondicional, o que explica o fato de os EUA doarem milhões de dólares em equipamentos para nossas FFAA, mas não liberarem tecnologias sensiveis. E por outro lado, os EUA sempre consideraram o Brasil como um país com enormes capacidades econômicas em razão de seu território, população e as peculiaridades brasileiras, o que explica também as restrições tecnológicas: os EUA são um mamute que se incomodaria muito com um elefante no proprio quintal.

    • Acho que vc precisa urgentemente consultar um psicólogo porque está acometido de um grave mal: ‘Complexo de inferioridade’. E em último grau.

      • Antoniokings 5 de dezembro de 2018 at 10:16
        Não temos qualquer importância no cenário mundial. Vc acertou.

        E vc cidadão… tem o que? Bipolar?

      • Caro Antônio (12:25), procuro ser racional: Nosso IDH 2017 foi o 79 lugar dentre 189 economias; na última edição do Pisa em 2015, ficamos com o 60 lugar dentre 70 países avaliados; a Transparência Internacional em seu ranking de corrupção de 2017 nos colocou em 96 lugar dentre 180 países; nossa participação no comércio internacional em 2017 foi de míseros 1,2% etc. etc…
        Ciente destes números que são públicos, ao invés de fomentar um esforço de mudança e de melhora, você prefere acreditar que somos “putência”… lamento informar mas aparentemente é você quem precisa de um psicólogo, corroborando para isso seus inúmeros comentários apaixonados e desprovidos de conteúdo, que normalmente pulo a leitura, mas lamentavelmente não contribuem para que o tema Defesa seja discutido em alto nível neste espaço. Abraço!

    • Wfonseca, não há nada de errado em buscar independência tecnológica, pelo contrário, veja o que a china se tornou em apenas 30 anos! Em relação a adoção do dólar pelo Panamá, os benefícios foram relativos, por exemplo, durante o auge da crise de 2008, foi o país mais afetado, gerando uma crise política naquela nação que perdura até os dias de hoje. Você crítica os esquerdistas por acharem que tudo contra os eua é bom,mas acaba incorrendo no mesmo erro, só que do outro lado

      • Dodo, concordo com você, não há nada errado em buscar independência, a China que você citou é um ótimo exemplo, a Coreia do Sul idem, muito progresso em poucas décadas.
        Tanto a China quanto a Coreia do Sul lançaram-se no comercio mundial e são extremamente competitivos na educação. Não sou defensor da direita ou detrator da esquerda, eu defendo coisas que dão certo e normalmente ações de esquerda dão errado e nem precisamos falar que comunismo é um desastre. Peço ajuda do amigo para fazermos o que a China faz, o que a Coreia do Sul faz… muito trabalho, muito estudo, muita dedicação e olhos para o comercio, aí com certeza deixaremos de ter apenas 1,1% do comercio mundial.
        Quanto ao Panamá, o mesmo tem sido tratado como o Tigre Latino e Mini Dubai por possuir um dos melhores indicadores da América Latina. Nunca visitei mas pelo menos na foto me parece bem melhor que Havana. Abraços!

    • vai lá aumentar o PIB do panamá, que é menor que o do ABC paulista. kero ver é aumentar 1% no PIB brasileiro. e esses países devem a si mesmos seu desenvolvimento.

      mas acho que deveríamos adotar o dolar tb.

  8. Senhor Rinaldo Nery fiz uma pergunta em outra matéria e gostaria de poder contar com sua resposta, fala-se muito sobre os problemas infindáveis dos caças F35 e do SU 50, hipoteticamente qual dos dois seria uma melhor aquisição?

    • Chefe Não sou O Cel Rinaldo Nery
      Mais te faço uma pergunta pra responder a sua!
      Quantas Nações já compraram o SU 50 ?
      Não sou fan do F-35 mais o projeto é mais solido que o su-50

      • Diplomata92

        Isso não quer dizer absolutamente nada sobre uma aeronave, quer dizer apenas que o EUA possui um lobby mais forte e mais parceiros dispostos a comprar seus equipamentos.

        • ODST Amigo realmente o lobby dos cara é muito forte,mais convenhamos não é só lobby! Creio que ou o f 35 cumpre oque promete ou mostra um potencial para cumprir! no caso do T-50 ou SU-57 Olha oque a Índia disse !
          Sem ideologia alguma eu acredito mais no J-20 do que o projeto russo.

    • Apenas uma pequena correção, a denominação oficial da aeronave é SU-57. Quanto à aquisição de um avião de 5° geração pela FAB, não vejo isto acontecendo em um futuro próximo e, imagino que quando o dia chegar já estarão disponíveis outras aeronaves, como a Franco-Germânica, a japonesa e a sul-coreana, logo, não me parece correto que se pense em uma decisão apenas entre estes dois.

      • a inglaterra n deixa. vcs n lêem as matérias aki do blog? já eskeceram oq foi publicado?

        se a nossa montadora de caças fizer um gripen sem hardware ocidental, a argentina compra. mas aí vem aquele parafusinho especial q está na asa e a inglaterra n autoriza produzir…

        ahhhhh… mas nós somos “independentes” né? “produzimos” tv d cockpit! somos phod….

        • Você bate na tecla da independência tecnológica. Poisbem, você sabe quantos países possuem tecnologia e expertise no projeto, desenvolvimento e construção de motores para caças. Pouquíssimos…não chegam a 10! Nem a China, com um orçamento militar e de pesquisa e desenvolvimento muito maior que o do Brasil, recém agora está em vias de colocar em operação o motor para seus J-20. E isso que que compraram vários tipos de motores dos russos e fazem engenharia reversa há muito tempo. Então, como você criticou a adoção do F-414 pelo Gripen, por conta de possíveis futuros embargos, você tem que entender que, seja qual for o fornecedor, o embargo pode acontecer. Colocassem um motor russo, chinês, francês, inglês, pu qualquer outro, se o Brasil contrariar o país fornecedor a tal ponte de suscitar um embargo, ele virá, independente do país. E isso vale para qualquer componente. Nunca tivemos, não temos e nunca teremos condições financeiras para desenvolver uma aeronave, principalmente um caça, 100% nacional. Nunca! Logo, os embargos sempre serão possíveis….mais ou menos prováveis, mas sempre possíveis. Agora, você criticar um projeto porque tem fornecedores estrangeiros, é infantilidade e uma desconexão da realidade. E finalizo te pedindo que dê uma sugestão séria e factível para que o Brasil possua um caça, e que o mesmo não seja sujeito a algum tipo de embargo.

          • ss. vc está certíssimo. por esses mesmos argumentos n m digam q o gripem trouxe “independência tecnológica” que é uma grande falácia.

            tudo q tem no gripen pode ser adquirido diretamente, p ser incorporado em qqr avião civil da embraer.

            não existe “independência tecnológica” nesse projeto. somos meros montadores, n impta d onde venha o avião.

            em vez d gastarmos essa grana toda em 36 aviões, e n virão mais, poderíamos ter comprado pronto mesmo, desenvolvido o software e tá muito bom.

            creio q s nossa indústria n detém 100% de todo o processo, n detém nada. aí vc pode dizer que hj isso n mais s aplica e é verdade. o custo é proibitivo.

            mas então teremos desenvolvimento compartilhado do caça, sem “independência”, ou a famosa “transferência de tecnologia”, outra falácia.

        • Tudo bem, mas você critica a ToT (coisa que eu nunca fui muito favorável, pois transferência de tecnologia, de verdade, não existe) ou a sujeição à embargos? Pelo que você falou, corroborou o que eu disse, ou seja, se sugeres comprarmos pronto e customizar às nossas ncessidades, a dependência estrangeira e a possibilidade de embargos permanecem!
          Mesmo no KC-390, que possuímos a propriedade intelctual, foi projetado, desenvolvido e está sendo fabricado no Brasil, a possibilidade de embargos é gigantesca, pois a aeronave é uma “colcha de retalhos” de sistemas fornecidos por diversos paises.
          Se você defende que não tivesse sido contratada a ToT e tivesse pego esse dinheiro e investido todo em uma compra de prateleira, aí eu entendo o que você quer dizer. Mas, o pré-requisito prncipal do programa F-X2 era a possibildade de o Brasil ter acesso e poder modificar os códigos-fonte da aeronave. Esses códigos o Brasil não sabia “escrever” e a SAAB foi a que mais se aproximou daquilo que a FAB queria nesse quesito. E, digam o que quiser, mas com a participação dos engenheiros da FAB e Akaer no projeto, elas se capacitarão para projetar e desenvolver um airframe supersônico para um futuro caça fabricado por aqui. Essa tecnologia será utilizada? Bom, isso é outra história, mas que a capacitação está sendo absorvida, isso não se pode negar
          O projeto todo, envolvendo tudo, o custo das aeronaves em si, a discutida ToT, treinamentos e rudo mais, é de 5,4 bi de dólares, para 36 aeronaves. Se comprássemos de prateleira, daria para comprar bem mais que 36. Mas, aí entra as necessidades e tudo que se discutiu, de prós e contras, durante todo o F-X1 e todo o F-X2.

  9. Boas noticias para FAA que lentamente começará a receber novoa equipamentos.
    Una base de Pampas para sustituir os Pucarás, os Golden Eagles Coreanos que estão sendo contratados e um futuro caça, a FAA lentamente será boa capacidade. É só não voltar o Peronismo.

  10. espero que se alinhem cada vez mais com os países da Europa ou USA, se penderem, pra China, será péssimo pra nós, não quero chingling com armas próximo de nós, visto que, estamos sempre quebrados é um perigo.

  11. A Argentina deveria fazer um acordo com o UK sobre as Malvinas, nos moldes do acordo feito com a China, no qual Hong Kong foi devolvida depois de 99 anos. É melhor que nada.
    .
    Só saberemos se há, ou não, embargo inglês em tecnologia militar para a Argentina, quando o F-39 for oferecido.
    .
    Pampa vai concorrer com o A-29 ? Isto vai ser bom de ver.

  12. O Pampa III era uma novela, existia o protótipo e não se sabia se haveriam encomendas ou não, parece que finalmente a coisa andou, desejo-lhes muita sorte na recomposição de sua força aérea. Fiquei com uma dúvida, os bancos ejetaveis são britanicos ou russos ?

  13. O aviãozinho é feio mesmo, mais garante alguma capacidade de fabrica avões de pequeno porte que seja pra Argentina, e também garante o treinamento dos pilotos….. Agora dizem que tem capacidade de ataque ao solo, mais cade os “cabides” para levar armas ? e tem alguma metralhadora orgânica neste avião ? Alias se tiver ai as especificações do PAMPA seria bom pra discussão: Peso, alcance, capacidade de carga, velocidade …. etc…

    Com certeza o problema deles é de orçamento, ou seja dinheiro, alguns colegas lembraram bem do estreitamento do comercio da Argentina com a China (é uma das únicas saídas neste momento pra eles, Alem de vender mais pro Brasil) isso pode então resultar na hora que as financias melhorarem a aquisição de algum caça Chines como o JF-17 (China e Paquistão) ou o J-10 seria muito bom pra Força Aérea Argentina uns 24 aviões seria um grande alento. Acho que seria bom pra todo mundo

    • Olha, em 2013 o governo argentino disse que não seria adotado o assento da inglesa Martin-Baker e que seria utilizado um assento ejetável russo. Porém, olhando atentamente as fotos desse post, percebe-se que é um Martin-Baker Mk10. Se não for, é um clone perfeito! Os assentos russos tem um desenho diferente e bem característico deles. Se eu fosse apostar, apostaria que é, sim, um Martin-Baker Mk10.

  14. Alguém aí comparou o Pampa com o Super Tucano.

    Eu ri ! Mas… Fui pesquisar… É realmente capaz que nosso ST derrube esses aviões.. kkkk

    Velocidade máxima do Pampa III é de 819 Km/h. E podem carregar poucos mísseis.

  15. Tema tópico saiu completamente e virou Fla-Flu.

    O Bosco tem razão.

    Quanto a questão de integração para míssil de curto alcance os Israelitas propuseram, resposta:

    No tenemos plata.

  16. Parabéns aos Argentinos, solução caseira (mesmo que com limitações) porém independente.
    Vejo esse Pampa III como um ST a jato.
    Solução para Argentina seria desembolsar grana nos caças de superioridade aérea chineses e ou Russos.
    Não tem como nenhuma nação ocidental barrar a venda de equipamentos das potências orientais.
    Mas para isso os argentinos terão que desembolsar muita Plata.

  17. Quais as armas do Pampa, basta jogar no google ia 63 pampa armamento e clicar para pesquisar imagens e terão várias fotos de display de armas.
    Armas de tubo: pod com metralhadora 7.62 sob cada asa visto na FAA e protótipos podiam usar um pod com DEFA de 30 mm sob a fuselagem.

  18. Cadê o Bosco?

    Sem ofensas a ninguém, mas apenas nas intervenções dele aprendia alguma coisa nos comentários. O resto tá virando debate entre Blue e Red ou entre quem fala com bom senso e conhecimento e quem não sabe nada e não tem humildade para aprender o que não sabe.

  19. Nunca li em lugar nenhum que os paquistaneses teriam retirado a oferta do JF-17 por pressão inglesa, a verdade é que muito se falou da compra de tais caças pelos argentinos, mas ocorreu como em outras ocasiões, não passou de boatos.

  20. A Argentina devia comprar sim mas jatos Pampa III e usa-los pra tudo defesa aérea, ataque, treinamento, patrulha maritima, reconhecimento, enfim ate transporte Vip do Macri

  21. A notícia é “Pampa III” para a Argentina.
    O que, na minha opinião, em se tratando de Argentina, é mais do que merecem.

    Em relação aos mais variados comentário, sem pé nem cabeça, “canhotos” parecem de sofrer, é só aceitar que “dói menos”.

  22. Poderiamos usar os Pampa como lift, me parecem bem interessantes e, assim, tambem ajudariamos nossos hermanos a manter sua industria aeronautica para que, no futuro, possamos comoaetilhar alguns projetos de interesse comum.

  23. entendo bulufas da economia Argentina. Mas já foi um país riquíssimo. O que a fex estar na lama nos últimos 40 anos? Sei que eles têm um bom nível educacional e são potência agrícola.

    • Populismo!

      Populismo de Perón,
      populismo dos militares,
      populismo de Alfonsin,
      populismo de Meném,
      incompetência de De la Rua,
      populismo dos Kirchner.

      Claro que não apenas populismo, o país sofre com problemas políticos sérios, muito parecidos com os do Brasil: uma classe política acostumada a mordomias, que resiste em fazer reformas, e que discute incessantemente coisas que já deveriam ser resolvidas há decadas. Por outro lado, o regime militar argentino foi cruel, excessivo e criminoso, e isso gerou mágoas que até hoje permeiam a sociedade portenha.

  24. FABIO MAX MARSCHNER MAYER 6 de dezembro de 2018 at 12:32
    Não resisto, farei a pergunta mais odiada do blog (cujas respostas já conheço de cor):

    – Não seria uma boa para o LIFT da FAB????

    kkkkkkk agora me crucifiquem, já sei que vem chumbo grosso!

    A FAB não precisa de um Lift como esse.
    Vamos comprar o projeto do M-346, Hawk-100, Ghost Hawk etc, e montar localmente com T.O.T kkkkkkkkkk.
    Falando sério agora caro Fábio, também penso assim, acredito que com uma re engenharia nacional nesse projeto Argentino, e com inclusão de sistemas que já dominamos, o mesmo se tornaria um Lift de respeito.
    Isso sem falar na cooperação entre Argentina e África do Sul, ou seja, seria um projeto de países dos Brics.
    O Brasil poderia entrar com sistemas de armas, comunicaçõs, link de dados, versão moderna do SPC-01 e quem sabe uma versão mais potente da TAPP.
    Vou além, acho que deveríamos evoluir a plataforma do AMX em cooperação com estes e mais países dos Bric,s e ou AL em paralelo ao desenvolvimento do Gripen.
    Essa evolução do AMX seria um projeto gerido e tocado por empresas realmente nacionais.
    Porém, entretanto, mas !!!!!

  25. Para mim, esse Pampa III com melhorias seria um excelente “Assassino de Tank,s” da América Latina.
    Posso está enganado, mas com reforço nas asas, dimensão ligeiramente aumentada, um radar pequeno como o SPC-01 em sua versão melhorada, link de dados etc..
    Seria uma aeronave que ainda pode oferecer bons resultados no T.O moderno a países como Brasil, Argentina, Colômbia, o continente Africano, alguns países do oriente médio etc..
    Seria uma aeronave relativamente mais barata de se adquirir e manter.

  26. Foxtrot,

    Visto como um projeto industrial, seria uma boa, um concorrente dos lifts no mercado, mas teria que ser melhor que o Pampa III e (bem) mais barato em preço final que os demais produtos, para atingir forças aéreas em épocas de redução de custos.

  27. Se fosse para ter um LIFT, a FAB diz que não precisa, eu iria de algo mais capaz, que pudesse complementar as funções do Gripen, TA-50.

  28. Pessoal

    Acredito que se essa aeronave tiver um bom desempenho e bom custo de aquisição e de manutenção seria muito boa para as empresas que prestam serviços como agressores nos EUA…. Afinal é melhor comprar aeronave nova do que A-4 usado….

    P.S. sou leigo no assunto. Essa é apenas a visão de um cara que é um entusiasta…

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