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IMAGENS: Caça F-5EM da FAB perde os lançadores de mísseis em pouso duro na CRUZEX 2018

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Durante a CRUZEX 2018, atividade multinacional promovida pela Força Aérea Brasileira, houve relatos de que pelo menos três caças F-5EM da FAB foram parar no hangar de manutenção por pane seca, devido a instrumentos que não apresentaram a leitura correta.

Um dos caças F-5EM perdeu as sapatas de trilhos lançadores de mísseis de ponta de asa durante o pouso (clique nas fotos para ampliar e assista ao vídeo abaixo).

Suspeita-se que o pouso “duro” tenha ocorrido justamente por causa da pane seca, pois o avião pode ter tido que pousar urgentemente antes que os motores apagassem em voo.

A violência do pouso transmitiu a energia do impacto dos trens de pouso para as pontas das asas, causando o colapso dos trilhos lançadores de mísseis.

As fotos em sequência mostram o F-5EM 4849 batendo com as rodas do trem de pouso principal na pista e depois a roda do trem esquerdo descolando da pista, enquanto os lançadores das pontas das asas se soltam do avião.

O F-5EM 4849 faz parte do primeiro lote de caças F-5 adquiridos pela FAB, no início dos anos 1970.

194 COMMENTS

      • Esse “prolongamento” na base da cauda na verdade encobre a antena de ADF, que era usada nos 36 F-5E do primeiro lote, mas não era usada nos F-5E do segundo lote, ex-USAF Aggressors. Quando modernizados para o padrão F-5EM, todos os F-5E do primeiro lote perderam o ADF, mas a FAB decidiu deixar a barbatana, para não mexer desnecessariamente na estrutura da aeronave. Mas todos os F-5E modernizados têm hoje o mesmo padrão, e operam lado a lado, sem problemas, ao contrário do que ocorreu no início da operação das aeronaves do segundo lote, que foram concentrados em Canoas, pois tinham radar diferente, assento ejetável diferente e não possuíam o probe para REVO.

  1. Que nada uma aeronave dessa com um missil de medio alcance digamos 200 km da pra fazer um estrago excelente. Sem precisar se aproximar do alvo.

  2. Pessoal, foi um pouso quase que forçado, para os que ficam falando que é lixo, só digo uma coisa… Menos, menos…

    Esse tipo de coisa pode acontecer até com caça zero, video o F-35 que teve quebra do trem de pouso…

  3. Os trilhos quebraram bem na junção do único parafuso que os prende. A parte posterior ao parafuso, mais longa, serviu como alavanca.

        • Acho que não sabem o que é um pouso duro… E existe manutenção periódica dos F-5 com 300 horas, 600 horas etc. E, ao atingirem 1.200 horas, o que dá mais ou menos 2 anos e meio a 3 anos, eles vão para o PAMA SP, onde são totalmente desmontados, inspecionados, trocam o que é preciso trocar, são remontados, repintados e vão para as unidades, prontos para voar mais 1.200 horas.

          • Existe uma confusão entre estresse e fadiga de material.
            Um comentário meu que está preso no spam pode explicar melhor.

  4. Com todo respeito à história dos F-5 no Brasil e aos esforços da FAB para mante-los operacionais e atualizados, o fato é que os constantes adiamentos na escolha do seu substituto acabaram por nos deixar com caças no limite do seu uso.
    Sou da opinião de que deveríamos ter trazido alguns Gripens C/D usados para poder fazer esta transição com mais tranquilidade. Isto, claro, anos atrás… agora acho que não justifica mais.
    Espero que até a chegada dos primeiros F-39s os Mike segurem a onda…

  5. Olha… tenho um Vectra CD 2004… faço as revisões na concessionária (pago caríssimo por isso, diga-se de passagem), e nunca me ocorreu de pane seca, super aquecimento do motor, falha no computador de bordo etc… Sabe por quê? Porque a manutenção é feita no periodo certo e no lugar certo…
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    Se UNO (01) F-5 apresentasse problema de pane seca, até vai… mas não 3 (olhe que pode ser 4), aí tem algo errado… e sabemos que as aeronaves que vão para a CRUZEX são as de melhores condições…
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    Pane seca indica falha na comunicação da aeronave para com o piloto… falha de manutenção da FAB ou de projeto da EMBRAER… Aí tem coisa errada… Como diz um amigo meu:”carro não tem idade, tem dono”… Aplico o mesmo aos F-5…
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    Sds

    • Comparou um caça de combate com mais de 30 anos de voo e capacidades extremas de performance com um carro.

      Estou realmente na dúvida de quem é mais foda, vc ou o Vectra CD 2004.

      Se candidata a brigadeiro comandante da FAB, seus talentos precisam ser aproveitados.

      • Essa ironia de botequim que me agrada… Existem situações em que é melhor ficar quieto, Araguari, e você perdeu essa. Se não entendeu, não comente. Se comentar, não seja grosseiro.
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        “Comparou um caça de combate com mais de 30 anos de voo e capacidades extremas de performance com um carro…”
        ´
        É possível comparar sim porque são máquinas que precisam de manutenção. Qual a diferença do mostrador de combustível do F-5 para um carro, por exemplo? De fato, as peças do F-5 são de júpter e a FAB não é autorizada pela USAF a realizar qualquer manutenção do caça devido ao sua avançada tecnologia… Isso ficou evidente porque possívelmente 4 aeronaves apresentaram o mesmo problema…
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        “Estou realmente na dúvida de quem é mais foda, vc ou o Vectra CD 2004…”

        Fod@ é o meu pai, eu sou o f*dinha…
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        “Se candidata a brigadeiro comandante da FAB, seus talentos precisam ser aproveitados…”

        Essa sequer merece atenção…
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        O Cel Nery já desmentiu a questão da pane seca. Quando noticiado da possibilidade de 4 aeronaves apresentarem o defeito, não é de se estranhar não? Não é questão de idade de projeto, pois a EMBRAER modernizou também essas questões. Seria questão de desleixo da área de manutenção da FAB – coisa que já foi desmenteida, novamente, pelo Cel Nery.
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        Seja mais cordial, Amigo. Não venha com 4 pedras na mão…
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        Sds.

        • Lewandowski, para começar, um avião de combate está sujeito durante a sua vida útil há uma quantidade absurda de estresse estrutural, coisa que nenhum carro no mundo chega sequer perto de vivenciar. Outrossim, a complexidade dos instrumentos, eletrônica, etc de um avião de combate é graus de grandeza maior do que a de um carro. Não bastasse isso, é de se lembrar que está aeronave já “saiu de linha” há muito tempo, além de que as células que a FAB têm já estão “bem rodadas”. Então, sim, é uma comparação sem sentido que você fez.

          • Bruno,
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            Você também não entendeu minha analogia. Obviamente que ha um abismo entre automóvel e avião e não me referi a stress estrutural, sistemas eletrônicos avançados etc etc etc…

            Quando referi ao meu carro, fiz menção de que ambos são velhos, rodados, fora de linha e que demandam cuidados maiores. Ponto. Não igualei um carro a um avião. Novamente, UNO F-5 com pane seca é uma coisa, agora QUATRO é demais. E pane seca, me desculpe, é o limiar do apagar das luzes.
            .
            Sds

        • Amigão,

          Depois dessa réplica e insistência na mediocridade, vai dar um passeio de Vectra CD 2004! A manutenção está em dia, aproveita aí!

          Aí vc comenta na sala de comando quando for eleito brigadeiro da FAB pelo seu notório saber: ” – Mas que absurdo sgt. Pimenta! Eu tenho um Vectra CD 2004 e isso nunca aconteceu!”

          • Ok, Araguari…
            .
            “Aí vc comenta na sala de comando quando for eleito brigadeiro da FAB pelo seu notório saber…”
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            Ficarei eu na minha insistência na mediocridade…
            .
            Sds

    • Só precisamos de mais 2 lotes de Gripen para termos uma Força Área moderna e realista pra nosso TO e orçamento, se destacando como uma das mais capazes do mundo.
      Talvez pensemos em F-35 daqui a alguns anos, mas a curto prazo será mais ou menos isso.

      • Concordo, 108 caças Gripen já seriam suficientes, mas quem sabe um lote emergencial de pelo menos 24 unidades de F-16 ou F/A-18 para serem entregues a curto prazo.

        • Aí a gente faz o que com essas aeronaves? Monta duas linhas de logística diferentes, dois procedimentos de manutenção diferentes, dois orçamentos diferentes?

      • Concordo. Porém somos mais deficientes em sistemas anti-aéreos (S-400, outros). Somente os caças como defesa é algo inconcebível.

        Acredito que a CRUSEX seria muito mais eficaz, se nossos treinamentos simulassem defesa anti-aérea.

      • Para o momento, creio que o que precisaríamos seria adiantar a entrega dos 36 Gripens contratados e assinar a aquisição de um segundo lote, para não gerar um gap na entrega.
        Para sonhar mesmo, mais alguns F-18 Super Hornet via FMS e aí passaríamos a régua – mas não levo fé, apenas delírios de um apaixonado por aviação.

        • Eu não entendo a obsessão de alguns em fazer uma mistura de aviões de combate (e ainda misturando Gripen com caças russos). Não têm a menor ideia do que isso representaria em termos de logística e o quanto custaria à FAB. A Índia, que opera caças russos há décadas, tem problemas e queixas constantes com o pós-venda russo. Outra coisa: um dos objetivos do F-X2 era, justamente, escolher um avião de combate MULTIFINCIONAL que viesse a substituir todos os tipos de aviões de combate na FAB (Mirage IIIE/DBR, Mirage 2000C/B, F-5EM/FM e A-1A/B/M. O Gripen NG (F-39E/F) é um avião de combate multifuncional. Não há sentido em ter Su-57, Su-35, MiG-31/35, Rafale, F-16 ou Super Hornet operando junto com ele. Não haverá Hi-Lo-Mix. O Hi-Lo-Mix da FAB será Gripen NG + Super Tucano, cada um no seu quadrado.
          A FAB quis arrendar alguns Gripen C/D sim. Mas existem poucas células disponíveis e o leasing sairia muito caro. Então, a decisão (correta, a meu ver), foi cobrir o gap com F-5M. O erro da FAB foi ter gasto 80 milhões de euros na compra de Mirage 2000C/B revisados para voar por 1.000 horas (5 anos), estendido por mais 1.000 horas, em vez de usar os recursos para comprar aquele pretendido lote de 26 F-5E/F da Suíça que, como a FAB deixou pra lá, foram adquiridos junto como resto do lote (44 aeronaves no total), pela US Navy. Eram os melhores F-5 disponíveis no mercado de segunda mão, com média de 1.800 horas de voo cada um. Com os 80 milhões de euros gastos, daria para comprar os 26 e ainda modernizados-los para o padrão F-5BR. Teríamos uma frota maior e mais homogênea, podendo cobrir qualquer gap até a entrada em serviço da aeronave selecionada no F-X2.

        • só os Gripens é mais que necessário, só falta mais dois lotes (pelo menos) e deu, agora comprar avião Russo, Frances e sueco, da onde iria tirar tanta logística???? e pra que tantos aviões?

  6. Não tem nada a ver com a idade… foi um incidente… um pouso duro. Ainda bem que foram só os trilhos, poderia ter sido um trem de pouso.
    Como disse o colega… tenham bom senso… e menos, menos…

    • Saberia/ poderia dizer qual é a velocidade vertical limite pra pouso nas aeronaves:
      A-29
      F-5
      M-2000
      F-16
      Qualquer dado é bem vindo pra quaisquer delas…

      • Olá, Carcará.
        Em princípio, é requerido que as aeronaves suportem 10fps (ou 600 pés por minuto) no peso máximo de pouso. 400 pés por minuto também é um requisito encontrado, para aeronave com peso máximo de decolagem.
        Acho que esses parâmetros servem tanto para aeronaves de caça como para aeronaves comerciais que operam em terra.
        Aeronaves que operam em porta-aviões têm maior resistência. Como exemplo, a Safran informa que o Rafale M suporta aterragens com 20fps.
        Acho que 10 fps era o requisíto mínimo para o nosso F-X.
        Abraço,

        Justin

        • Obrigado Justin!
          Achei que, em especial o A-29, mas aeronaves militares em geral seriam um pouco mais robustas! mas isso meio que é “normalizado”.
          Isso dá uma velocidade de uns 11 km/h de limite quando “vazio”, é bem suave realmente…
          Nas pontas das asas deve ocorrer um tremendo efeito chicote, mas é bastante surpreendente ver os trilhos se “soltando”. Como alguns observaram o movimento de giro quando do desprendimento realmente faz sentido se forem fixados por um único ponto de apoio. Espero que o Gripen possua uma maneira mais eficiente de distribuir estas forças e evitar incidentes semelhantes!

          • Correção:
            Isso dá uma velocidade de uns 11 km/h de limite quando “cheio”, é bem suave realmente…
            Imagino que nas condições de pouso do F-5 esses valores devem ser ligeiramente maior então…

  7. Fernando, como sempre, mais uma série de bobagens postadas.
    Quem é o autor da matéria? Conversei com um oficial do COMPREP que estava lá, e essa notícia da pane seca é COMPLETAMENTE FAKE! Ese tipo de matéria, além de não acrescentar nada, compromete a credibilidade do site. Ao invés desse tipo de notícia, peçam uma entrevista com o Comandante da Ala 10, ou alguém do COMPREP, a fim de descobrirem o que de novo aprendemos e aplicamos nessa CRUZEX. Melhorem o nível.

    • Rinaldo, sua informação contraria a que recebemos do pessoal que esteve lá. Temos obrigação de esclarecer o contribuinte sobre o que acontece, mesmo que a informação desagrade os canais oficiais.

      Não vamos arriscar nossa credibilidade de décadas se não tivermos certeza da informação que recebemos.

      • Caro Galante, parabéns pelo “mesmo que a informação desagrade os canais oficiais.”

        É isso que precisamos na imprensa brasileira, mais crítica e menos “bairrismo organizacional”.

        Abraço.

        • Gosto de ver como os comandantes são otimistas, assim como no exército, quando um general de brigada disse que era a “elite da cavalaria mecanizada” ai os blindados iam sair a rua ou para exercícios e tinham que empurrar para pegar, cuidar pra roda não cair, colocar 60 soldados dentro de um caminhão pra poupar combustível e por ai vai. Imagina se não fosse elite.

    • Sim, claro, um oficial envolvido no evento vai ser completamente transparente e dizer o que o contribunte quer ouvir, que os milhões investidos nesses aviões foram bem gastos e estamos seguros. Mas é lógico que nenhuma notícia que possa por ventura denegrir o evento será confirmada, ainda mais uma que envolve um dos principais meio de defesa do nosso espaço aéreo.
      Nossas FFAA nunca foram transparentes e não vai ser nesse evento que vão dizer a verdade.
      E parabéns aos editores que não se curvam a pitys corporativistas. Tenho certeza que se a notícia for falsa será confirmada e a verdade, divulgada.

      • Horrorosa em que sentido? Brig Lorenzo não os recebe? Ele é o problema ou é institucional? O CECOMSAER não tem atendido as demandas da mídia? Fui Líder de Esquadrilha do Lorenzo quando ele era Cadete do 2° ano.

  8. Povo fala como se fosse facil manter um avião de guerra no ar em pleno funcionamento. Esses dias um F22 deu pane na leitura dos instrumentos na decolagem, piloto não conseguiu sustentação e a aeronave foi parar ma cabeceira da pista. Provavelmente deu perda total.

    Ninguém quer uma situação dessas. Mas é compreensível uma pane no computador de qualquer aeronave supersônica. Ainda mais compreensível é que ela sofra danos em pousar “erradamente” por causa dessa falha.

    Deveríamos comemorar o feito do piloto ter saído ileso e nada de mais grave ter acontecido com o F5. Isso demonstra o estado na arte da engenharia aeronáutica brasileira que reformou esse aparelho.

    Óbvio que seria melhor termos uma centena de Gripens E/F. Mas como ainda esta longe disso temos que honrar o que conseguimos manter.

  9. Três eventos de pane seca, isso não é um incidente. Isso éuito grave. três? Num evento programado com meses de antecedência.? Imagina numa ação emergencial.

          • É uma fonte válida, Rinaldo. Mas como parece haver discordância entre a sua fonte, de dentro da força, e as fontes que subsidiaram a matéria por parte do Poder Aéreo, e como sabemos que a tendência dos militares é acobertar a verdade, fico com as fontes do galante.
            😉

          • Oficial da FAB que participa do evento não é fonte confiável, quem garante que o corporativismo não falou alto? Nossas FFAA não são transparentes e e lógico que ninguém vai falar a verdade. Já imaginou o Jornal Nacional noticiando que os F5 não estão aptos? Vexame…

          • Manock, apenas militares de regimes ditatoriais acobertam a verdade! Basta ver o que foi feito aqui durante a ditadura e o que os militares dos países árabes fazem para justificar, escamotear, encobrir e falsear a verdade dos fatos sobre os conflitos que tiveram com Israel. Recentemente tivemos o risível episódio dos sírios terem inventado que danificaram um F-35I usando um míssil S-200.

            No presente caso,creio que o melhor seria confrontar as duas versões pois é inadmissível, é um desrespeito, colocar um militar da reserva como o Cel Rinaldo da posição de espalhador de mentiras.

          • Acreditem no que quiserem. Há assuntos mais interessantes sobre o exercício para comentar. Empregamos, pela primeira vez, o R-99 como On Scene Comander numa missão C-SAR utilizando o FLIR. Mas, como o editor disse, “o contribuinte tem o direito de saber”. Que desculpa furada pra matéria sensacionalista. E sem fundo de verdade. F-5 agora cai em pane seca. Faça-me o favor…

  10. Esses acidentes só não são mais comuns porquê a FAB voa muito pouco. Será que se tivéssemos muitas horas de voo não teríamos muitos mais problemas e muito mais sérios?

    • Ricardo, quem voa pouco é a Venezuela, com seus Su-35. Em 8 anos de atividades, os 23 aviões voaram 6.800h. Isso dá menos de 50h/voo por ano para cada célula. Considerando que cada F-5 da FAB completa 1.200h de voo em média a cada 2 anos e meio, isso representa uma média de 480 h/ano por célula. Claro que isso é apenas para dar um referencial do que é, realmente, voar pouco uma aeronave. Mas, concordo com você que os pilotos da FAB deveriam poder voar mais, sim.

  11. Isso pode ser visto como um aviso para a FAB… está passando da hora de aposentar o bicudo e tem que resolver o mais rápido possível a chegada do Gripen.

  12. Em tese estes fatos não deveriam ter se tornado públicos, mas já que foram, a FAB precisa soltar uma nota oficial.
    Agora aeronaves são máquinas que são propensas a falhas, cada projeto tem suas características positivas e negativas.
    Quanto ao F16 já foi publicado que o Chile tem problemas em operar eles no sul do país e que os argentinos em que pesem a falta de grana sempre descartaram a possibilidade de operar eles na Patagônia, motivo os ventos fortes da região arrastam pequenas pedras para a pista o tempo todo, a aeronave teria sempre riscos de acidente.
    Agora perder uma turbina de milhões de dólares por causa de detritos é sim um problema e quanto a ficha de combate, devemos lembrar que os F16 sempre operaram de bases com excelente estrutura, quero ver decolar de uma base depois de um ataque aéreo.

  13. Vamos parar com essa mania de minimizar as coisas que acontecem com a FAB dizendo q é “normal” q normal kra? vamos aceitar que a FAB não tem grana pq o Governo vem f#$endo forte com as FAA há tempos. o f-5 que perdeu os lançadores.. po o pouso até foi forte mesmo , mas a parada deveria ser resistente a bancadas violentas… isso pq n tava nem carregando missel se tivesse caia q nem bos%# isso se o missel n explodisse devido a velocidade do impacto ou algo assim.

  14. A reportagem devia falar das centenas de missões realizadas com sucesso em um cenário muito próximo de um TO de guerra real. Esse incidente de pequena monta não representa a grandiosidade da operação.

  15. Vai me desculpar, se os tais informantes estivessem relatando 1 pane seca seria até plausível já que os caças são antigos, mas, 3 ( três ) eu não acredito, só pelo exagero sinto cheiro de fofoca de peão que sempre encherga disco voador em todo lugar.

  16. Como piloto vou dar uma informação técnica,
    Caro Rinaldo Nery, cabe a nós pilotos informarmos aos jornalistas que pane seca está relacionada a falta de combustível, é muito comum vermos jornalistas usando o termo pane seca pra se referir a algum problema de pane dos aviões, qualquer outro problema técnico, sejam eles de incidentes, ou de acidentes, o fato do jornalista ter usando o termo errado referente ao incidente, não quer dizer que o trabalho jornalístico não seja de extrema importância para sociedade como um todo, então vamos procurar minimizar os erros das frases muitas vezes complexas, ou seguidas por acrônimos que dificultam e muito a compreensão por quem não é especificamente da área, cada profissional tem o seu valor, e importância dentro da sua área, e incidentes em pousos ou decolagens são comuns devido ao windshear, rajada de vento, então vamos ter mais ponderação, por quê só um piloto em comando sabe o que de fato acontece quando está voando, e as adversidades climáticas que acontecem durante o voo que não estão sob o comando dele.

    Definição de pane seca é–> Pane seca é definida como a falha do sistema de combustível para fornecer combustível suficiente para permitir que o motor funcione corretamente, por exemplo, bloqueio de combustível, bloqueio de vapor, contaminação por água, mau funcionamento do combustível ou operação incorreta.

    Um forte abraço a todos!

    • Não houve incidente nenhum relacionado a combustível. Se algum piloto declarou BINGO FUEL abandonaria a missão e retornaria EM EMERGÊNCIA! Tocaria a sirene e o aparato de resgate (bombeiros e ambulância )seria acionado durante o pouso da aeronave. O que não ocorreu. O catrapo do F-5 não teve nada a ver com combustível. Foi manicacada do piloto, por alguma razão (vento, windshear).
      Ouviram algo do cabo corneteiro que estava no pátio e publicaram a matéria.

      • Gostei do “manicaca”, a tempos que não houvia, muito bom Rinaldo! Também não acredito em pane seca, certo que não anda sobrando recursos para ficar queimando combustível a toa, porém não acredito que os voos tenham sido realizados tão na justa.

        Tenho certeza que nenhuma surtida foi feita nos limites técnicos de autonomia dos equipamentos, não haveria o porque de se correr esse risco.

        Confio na honestidade de toda a direção do blog e acredito piamente que alguma coisa foi dita para a direção do mesmo, porém não há como duvidar das informações do pessoal envolvido na missão. Porque mentiriam para Você Rinaldo? Você é da casa (FAB e BLOG) e tenho certeza (como sempre demonstrou por aqui) que se esse problema de “pane seca” nos aviões FAB fosse verdade Você não teria problema algum em admitir.

        Sempre checo as fontes, até brinco que de vez em quando o pessoal do BLOG prega algumas peças em seus leitores publicando algumas noticias de sites no formato “jornalismo Aqui e Agora” internacionais só para ver a galerinha de “Azul” e “Vermelho” se esfaquearem na escrita.

        Segue o jogo…

          • Também, aliás, é tipico do brasileiro, (não estou contra o Blog, quero deixar bem claro, continuem a divulgar) comentar um incidente e esquecer de focar no que realmente interessa que foi criar, comandar e controlar um exercício como este, que só deve à Red Flag nas Américas, como fazem os “especialistas de teclado” aqui, sentados em suas poltronas confortáveis!!! Outra, se fosse pane seca o piloto acionaria o paraquedas de frenagem, e ele não foi acionado!!!

            Mas o F-39 vai entrar em serviço e ainda terá gente reclamando!!!

      • Já peguei o NAVAL, da trilogia mentindo na cara dura inventando matéria para publicar e fui banido por escancarar a mentira dos editores.

        Não vejo o por que seja diferente neste caso.

  17. Caro Bill27
    É comum ter cachorros nos aeródromos, geralmente eles ficam nas áreas externas dos aeródromos, esse deve ter entrado na área restrita despercebido.

    Tudo isso é normal, o FOD na pista também é normal, imagina uma corrida de formula 1, sempre deixa muita sujeira na pista, agora imagina todas essas aeronaves pousando, e decolando, seria impossível não sujar a pista, principalmente por causa do turbilhonamento causado pelas aeronaves, nós temos que entender que os pilotos de caças são a elite da aviação, não existe amadorismo, eles são a ponta da lança da aviação, e que problemas técnicos acontecem até nos caças dos EUA, analisando a imagem do vídeo dá pra perceber que a aeronave pode ter tido algum problema técnico, e o piloto precisou antecipar o pouso, mas não me pareceu ter sido um problema de combustível, porque a aeronave desce com tanta velocidade que dá a impressão que vai varar a pista, se fosse problema de combustível a aeronave teria parado logo após o toque ao solo, o caso do avião da chapecoense foi pane seca, mas enfim, o importante é que o piloto conseguiu efetuar o pouso com segurança, e está bem, e que foi só um incidente graças a Deus!

    Um forte abraço!

  18. Ok, podem me chamar de louco, mas uma coisa interessante me aconteceu agora. São 3:51am e escutei, mesmo com fones de ouvido, um barulho de turboélice que nunca havia escutado. Então, rapidamente dei uma olhada no Flight Radar e ele indicou que era um Airbus A400M!

    Pelo track, saiu de Buenos Aires, subiu via norte, entrou no Brasil pelo oeste do RS, atravessou SC, orla do Paraná, passou ao largo de SJC já em SP onde pegou a orla, passando aqui pelo RJ e Niterói, quando o escutei. Ao postar isso ele está quase em Arraial do Cabo já.

    • Interessante……eu fui conferir e o encontrei agora 6h18 na altura do cabo de Sto agostinho. O que espantou foi a performance. O A-400 quadrimotor turboélice, está voando a 31.000 ft e 416 kts. Praticamente igual a velocidade de grandes jatos transoceânicos

    • Interessante! Eu estava acordado nessa hora, sou da Baixada Santista e também ouvi um barulho estranho de avião, minha mãe ficou até assustada porque a gente nunca tinha ouvido esse barulho antes.

      • Avião passou ai na baixada no nivel 300 .770 kmh e mesmo assim o barulho foi alto a ponto de assustar ? Curioso .NEsta madrugada ,varias aeronaves “raras” sobrevoaram .O il 96 , a 400, 2 il 76 , e um 737 vip . pena q nao foi durante o dia , pq alguns passsaram aqui sobre sp

  19. Um incidente que deve-se tirar lições para se prevenir um acidente! Como ocorre na aviação civil. No mais os mikes deveriam aguentar somente até a chegada dos Gripen, e serem integralmente substituídos, o que com muita vontade, se houver, levaria mais uma década. Os bicudos fizeram o máximo que podiam e com surpreendente capacidade. Más a células não podem voar mais 30 anos.

    • Concordo contigo caro GripenBR.
      Muito ja se falou em relaçao a caças tampao mas creio nao ser mais factivel qualquer outra hipotese de substituiçao dos fantasticos F5 que nao seja aguardar a chegada dos F39E e F.
      Agora, sendo realista, nossa aviaçao de caça ficara um bom periodo realmente mais desfalcada do que sempre esteve…assim, por mera teimosia e desespero, considero que nao seria de todo mal pagar por leasing quatro,ou seis, Gripens D (caso alguem possa disponibilizar) e te-los mesmo que somente daqui a dois anos. Estes vetores poderiam fazer as vezes de treinadores avançados e estarem ativos por longis anos, no minimo somando algo equivalente a 15% do primeiro, e ate agora unico, lote confirmado de Gripen E e F. Seria um preenchimento de lacuna, porem antecipando um lote respeitavel de aeronaves ativas.

  20. Bem que a Saab poderia mandar os dois protótipos do Gripen para a FAB como presente de Natal. Hehehe . Com lacinho, dentro da meia e tudo.

  21. Aos colegas Paulo Ricardo Pereira, Carlos Gustavo de Vasconcelos e ao editor Alexandre Galante:

    Ao olhar a fotos, a primeira coisa que me chamou a atenção foi a matrícula da aeronave e a base do estabilizador vertical, ou deriva. As aeronaves do primeiro lote possuem uma barbatana na junção da deriva com o dorso da aeronave, característica ausente nas aeronaves do segundo lote (ex-agressors). E fiquei bastante surpeso, pois nunca havia visto esse tipo de modificação nos nossos F-5. A referida barbatana possuía a função de abrigar uma antena de rádio nas aeronaves do 1° lote, antes da modernização. Na modernização, essa antena foi retirada e a barbatana foi mantida. Desde então, após a modernização, a referida barbatana servia para distinguir as aeronaves do 1° lote daquelas do segundo lote, visto ser essa a única diferença visual entre os lotes. A retirada da barbatana deve ter ocorrido durante a manutenção nível parque, por algum motivo.
    O que quero dizer à vocês e aos outros colegas todos, é que o F-5EM matrícula 4849, construction number Y-1022, pertence, sim, ao primeiro lote. Essa aeronave foi recebida pela FAB, nos EUA, em 02/10/1975 e chegou ao Brasil em 16/11/1975. Teve sua modernização encerrada pela Embraer em maio de 2010.
    A ausência da barbatana pode ter levado à confusão entre 1° e 2° lote, mas essa aeronave pertence, com certeza absoluta, ao 1° lote.
    Só para conhecimento, já que a maioria deve saber disso, as matrículas dos lotes de F-5 na FAB, são:

    1° lote (novos de fábrica):
    F-5B (já desativados): 4800 a 4805
    F-5E: 4820 a 4855

    2° lote (ex-agressors):
    F-5F: 4806 a 4809
    F-5E: 4856 a 4877

    3° lote (ex-Jordânia):
    F-5F: 4810 a 4812
    F-5E: 4878 a 4885 (esses nunca entraram em operação. Serviram como fonte de spare parts).

    Abraços.

  22. Por prudência, é preciso fazer uma ressalva aqui.
    O pouso não parece ser tão absurdamente duro assim, é quase um pouso por atitude, comum em certas aeronaves militares, embora o manual de voo do F-5 recomende a técnica de “flare” no toque do pouso. Se assim for, provavelmente os trilhos tenham quebrado por fadiga de material, isentando, de certa forma, o piloto.
    No link abaixo, uma série de pousos aparentemente não muito diferentes.

    • Roberto, eu estava matutando sobre o assunte e lembrei que li em algum lugar, que os trilhos no F-5 tem função anti-flutter, ou seja, são mais pesados do que o necessário para lidar com vibrações das finíssimas asas do F-5. Pode ser que o que quebrou foi justamente onde poderiam ter pesos adicionais para combater o flutter.

      • Clésio.
        Bem lembrado achei um documento da Northrop que fala sobre as características do ‘flutter’ de cargas no trilho da ponta da asa.
        Vou esperar para saber se publicam mais notícias sobre o incidente para continuar a leitura. Entretanto, posso adiantar que o peso do trilho é 22 kg, não é muito pesado.
        Sua da teoria que não foi culpa do piloto, o trilho já vinha suportando pousos duros por anos, pode ter sofrido fadiga justamente no voo dele.
        Outra coisa estranha é que o tem de pouso absorve e dissipa a energia do pouso, a longarina da aeronave absorve muito do restante dessa energia, portanto, a ação de torque do trilho não seria tão grande assim a ponto de quebrar.

  23. Bom dia.
    Na minha opinião, poderiam ter publicado, ou buscado notícias sobre os resultados das operações e os aprendizados com o exercício até o nível permitido de informações estabelecidos pelos participantes. Ficar discutindo incidentes até certo ponto comuns é pura perda de tempo, até porque as causas podem ser várias. Os comentários baseados em “achismos” e os “críticos ideologicos” tornam a matéria cansativa e aborrecida. Entrevistem o Comandante das Operações buscando noticias oficiais. Desculpem, mas estamos parecendo as marocas debruçadas nas janelas olhando os movimentos e julgando imagens.
    Abraços

    • Notícia oficial para mim não é jornalismo, os editores nem precisariam se dar ao trabalho de ligar ao comandante para entrevistá-lo, basta dar um cntrl-c cntrl-v na nota oficial da área de Relações Públicas da FAB sobre o evento. Nela vai constar que o Cruzex 2018 foi lindo, todo mundo saiu super contente e não houve nem mesmo invasão por parte de um viralatas.
      É lógico que se o projeto de reforma do F5 for falho a FAB vai negar até a última, você acha que todos os oficiais envolvidos iriam querer ouvir falar da palavra CPI? Se realmente há um problema isso deve ser investigado e o jornalismo está aí para isso, para incomodar quem não gosta de expor a verdade.

  24. Nessa Cruzex teve de tudo, F-5 perdendo lançadores, Mirage-2000 trincando canopy, F-16 danificando e perdendo turbina, cusco na pista, informações de bastidores e contra-informações, e por aí vai.
    Exercício militar onde não acontece contratempo não existe ou simplesmente não é a realidade de um combate real, o mais importante é que não houve acidentes fatais, trilhos, canopy e motores são repostos, uma vida humana não.

  25. Longe de ser um doutor nos assuntos aeronáuticos, evidencio minha ignorância na seguinte pergunta: não foi simplesmente um erro do piloto? Por exemplo, não pode ser um caso de altímetro mal ajustado? Pobres das aeronaves, não tem boca para se defender…

    • Pessoalmente não achei tão violento quanto falam. O F-5E é uma aeronave muito leve, não é nada incomum aeronaves quicarem ligeiramente após o primeiro toque na pista. Muito comum de ver em vídeos no Youtube de outras aeronaves.

      Já o vídeo que o Roberto Santana postou acima mostra uma série de pousos que aparentam ter a mesma razão de decida.

  26. Srs. Pane seca ? mas pelas fotos os motores parecem estar em funcionamento. Eu não sou aviador, tão pouco sou da FAB (na verdade nunca cheguei perto de um F-5), mas sou mecânico aeronáutico civil a 17 anos.
    Assim, achei estranho os trilhos simplesmente soltarem na sua parte dianteira apenas pelo pouso duro, acredito que a fixação é projetada para suportar as cargas de um pouso duro e inclusive com mais carga, no caso de estar com o míssil instalado. Então fica meio estranho que a fixação tenha colapsado sem carga, mesmo considerando o hard landing.
    E quanto à instalação do trilho ? será que estavam corretamente instalados ? (torque correto nos parafusos, parafusos corretos, etc). Sem fazer análises precipitadas mas tá estranho o ocorrido.

  27. Sou mais dois F-5M voando que um F-16 FOD-ido. 😁😁😁
    E mais dois F-39 voando que um F-35 no hangar.
    A FAB faz o que pode com os recursos que recebe.

  28. Três caças com problemas, e olha que eram os melhores escolhidos a dedo e feito todas as manutenções, imagina o estado dos outros. E tem nego aqui que fica falando dos SU da Venezuela.

  29. F5 Tiger! Claro que já passou seu tempo e que ele foi construído para ser uma opção econômica, sem muitos adjetivos, mas após 30 anos ver o “bichinho” atuando, inclusive lá fora como agressor, só é possível pela qualidade do projeto!
    Quanto ao F16 e sua entrada de ar baixa, ele vendeu 4.426 unidades, operado por 28 países, sendo ainda a espinha dorsal da OTAN, sem mencionar Israel e sem mencionar o escore em combate, mas… de acordo com alguns comentaristas o avião não pode ver sujeira na pista que vai logo engolindo, o protesto de pilotos americanos e chilenos não passa de mimimi, inclusive a Argentina (que praticamente não possui força área) desqualificou a aeronave para operar em seu território e ainda bem que não compramos este modelo pois aqui no Brasil venta muito. Então tá…

    • Desde 1984 que o F-5 foi encerrado e o F-20 abortado, que o F-16 é o único caça leve e “barato” vendido pelis EUA. Então cai-se no “não tem cão caça com gato”.
      E em tempos passados não tão longinquos assim a maio parte das pistas da FAB era rústica. Imagina o drama.

  30. Houve caso de pane seca com f5 ha anos atras na base aérea de Anápolis. Caiu perto da pista. Saiu no jornal tmb. Nesse caso pelo q falaram bobagem do piloto (nao sei como). O piloto nao recebeu nem visita no hospital da base, pela besteira q fez. E nesse caso posso afirmar q a fonte é fidedigna pois o oficial médico q resgatou o piloto é amigo meu desde essa epoca em q serviu serviço obrigatório na base e me contou duas depois do ocorrido. Entao ten Francisco de oliveira Porfirio. Isso deve ter uns 20 anos.

  31. Nao tenho dúvida da competência ate pq p chegar a piloto de caça tem q ser o cara. Mas foi discriminado na ocorrência. Oq achei triste na situação.

  32. O piloto jogou o avião na pista feito uma marreta, tá na cara que todas as peças mal presas iriam cair com a martelada, essas sucatas voadoras deviam ser proibidas de voar, daqui a pouco vão deixar cair outras coisas nas casas das pessoas, com defesa não se negligencia, o F5 é um caça extraordinário, mas estão fazendo maldades com ele, devia estar aposentado descansando num museu.

  33. independentemente de serem velhos, problemas nas peças ou mesmo como alguns dizem ser sucata eu só vejo mais um motivo para encomendar mais um lote de ao menos 36 Gripens adicionais

  34. Ah eu já estava esquecendo, depois pensa-se em em substituir os os AMX por mais Gripens pela mesma quantidades de AMX aí podemos ficar sossegados com os caças da FAB.

  35. Bom, tendo em vista a leitura de alguns comentários de gente muito entendida, e outros do meio.
    Chego a conclusão que esse fato é bem normal e corriqueiro.
    Nossos pilotos são os melhores, e os F-5 podem voar mais uns 80 anos.
    Fiquei tranquilo, já esclareceram tudo..

  36. Vou dar meu pitaco sobre o fato:

    A matéria informa que 3 F-5M tiveram pane seca “falsa”, pois como a própria matéria diz, teriam sido problemas de instrumentos, logo, não houve pane seca de fato, os aviões não ficaram sem combustível. Quando há pane seca ” de verdade”, todo um esquema de segurança é acionado, como o Cle. Nery explicou, e isso não ocorreu. Tendo ocorrido, de fato, essas 3 panes elétricas/eletrônicas, os motivos disso podem ser os mais variados, inclusive por conta de um simples software ou hardware. Imaginando um pouco mais além, a quantidade de combustível é medida constantemente por sensores. Será, apenas será, que esses sensores são de um mesmo lote de fabricação e vieram “de fábrica” com problemas? Pode não ser nada disso, mas também pode ser!
    O que é verdade, é que os aviônicos usados são de excelente qualidade, fornecidos pela AEL/Elbit e tem funcionado muito bem desde 2005, quando o primeiro F-5M foi entregue à FAB (13 anos, portanto).
    Quanto aos trilhos de ponta de asa, olhando quadro a quadro o vídeo do pouso, a aeronave toca a pista com muita força, com os trens principais chegando a “envergar” e logo em seguida a aeronave “sobe” um pouco, toda ela, e mais ainda o bico, para depois voltar a baixar ao normal. Ao mesmo tempo as pontas de asas chegam e envergar para baixo, no exato momento do toque. Por isso, acredito (eu acredito, e não sou nenhum especialista) que o desprendimento dos trilhos se deu por estresse do material. E ainda podemos considerar que essa asa já apresente fadiga de material. O que todos podem ter derteza é que essa aeronave será submetida a rigorosa inspeção para averiguar e descobrir o que houve de fato. E, se for constatada fadiga, a asa poderá ate ser trocada, pois existem outras em estoque.
    Quanto aos muitos comentários chamando o F-5 de sucata, eu respeito, mas discordo. Os F-5 brasileiros foram modernizados e entregues totalmente reconstruídos. O PAMA-SP possui capacidade técnica e ferramental para produzir praticamente qualquer peça esteutural para os F-5. Inclusive fabricou as longarinas dorsais (as principais) para todos os exemplares do 2° lote. E pergunto aos colegas, quantos F-5 foram perdidos desde que foram modernizados? Dos 49 entregues, 1 foi perdido, o -FM 4811! Até o 4806 que pousou soznho uns 2 anos atrás, não foi dado como perdido. Considerando apenas o período após a modernização, são mais de 13 anos de operação, com milhares e milhares de horas de voo e com apenas uma única perda!
    O F-5 é uma aeronave antiga, bastante voada e que caminha para a aposentadoria. Mas, operará ainda por uns 10 anos na FAB. Seu índice decperdas por horas de voo é excelente. Portanto, é antigo sim, mas sucata, não!
    Quantas panes, das mais variadas, os outros modelos de caças que voam pelo mundo, muitos bem mais novos que o F-5, apresentam? Quantas panes elétricas, eletrônicas, de motor, etc….essas aeronaves apresentam e nós não temos a menor ideia de que ocorram? Agora, é fácil pegar casos ocorridos e fazer uma tempestade! Respeito a opinião de quem discorde, mas não é essa terra arrasada que muitos imaginam e afirmam.

    • Eu tenho uma curiosidade .
      Qantas horas anuais em media voa um F-5 da FAB .
      O ritmo empregado na Cruzex não parece ser o mesmo do dia a dia dos esquadrões .
      Dado este fato , o F-5 esta acostumado a operar nesta maratona que foi na Cruzex ? Não pode ter sido isso a causa de alguns incidentes ?

    • Realmente há algumas questões mal esclarecidas.
      Se houve pane seca falsa, onde isso ocorreu? No ar? Se foi, esse esquema de emergência citado por Neri teria sido providenciado.
      Ou foi tão grotesco que os pilotos identificaram facilmente?
      Tipo enche o tanque, decola, marca normal, de repente mostra combustível zero?
      Apresentar esse problema em três aeronaves ao mesmo tempo?
      Quanto ao conflito de informações, só há uma forma de tirar a prova.
      Colocar as duas fontes num ringue…
      Quanto a alguns dos incidentes, parecem ser reais, como é o caso do cachorro.
      Essa ingestão de fod, se não for verdade, certamente as outras forças aéreas envolvidas podem vir a negar.
      Talvez a única dúvida seja sobre a pane seca.
      Mas mesmo assim em três aviões acho estranho.

    • Flanker, já que você sabe bastante de F-5, afirma com tanta certeza. Me explique como se faz a manutenção em seus escalões no F-5, por favor. Como é utilizado o ferramental, o qual você afirma?

      • Ivanmc, eu não sou mecânico de aeronaves e tudo que eu digo é com base em informa Comprovadas, publicadas em muitas fonte, como revistas, livros sobre o F-5 no Brasil (tenho 2 que falam exclusivamente sobre o tema) e dezenas de sites e blogs de internet. Como aprecio o tema desde 1987, a leitura e pesquisa constante nos levam a acumular algum conhecimento. Quanto às manutenções do F-5, elas são realizadas a cada 75 horas de voo, em um crecente de complexidade. Por exemplo: quando a aeronave vem “zerada” do PAMA-SP, ao completar 75 horas de voo, é feito um tipo de inspeção. Ao completar 150, outro tipo e assim por diante, em um crescente de complexidade até a aeronave completar 1200 horas de voo, quando então é enviada novamente ao PAMA-SP para outra inspeção nível parque. Lá, ela é completamente desmontada e revisada, com todos seus sistemas enviados à diversos setores e oficinas do Parque. A fuselagem e sua estrutura são jateadas, submetidas a inspeção até com raio-x, qdo necessário, e depois remontada, pintada e seus sistemas reintegrados. O processo varia, dependendo da aeronave e suas peculiaridades, que podem demandar intervenções estruturais mais profundas, ou não. Mas, o processo demora, no mínimo, uns 6 meses entre o recebimento no Parque e a devolução aos esquadrões. A parte de aviônicos conta com o apoio e fornecimento de componentes por parte da AEL, que possui um CLS com a FAB.
        O ferramental utilizado é o fornecido no contraro inicial de recebimento dos primeiros F-5, acrescido de muitos outros adquiridos posteriormente ou desenvolvidos no próprio Parque. Existem bancadas de testes dos mais eiversos sistemas, desde o menores aos maiores, inclusive de motores, que possuem suporte de empresa externa, mas que tambem são manutenidos e testados no próprio Parque.
        O Juarez, como ex-graxeiro do 14 pode dar informações mais detalhadas sobre a manutenção.

  37. Por mais estranho que pareça a afirmativa -” Avião bom é avião que voa!”…..é oque realmente vale….

    O F-5 voa onde nenhum outro estaria voando, dadas as mesma condições das mais variadas e reais que sejam na FAB….

    Sempre foi o avião certo para o Brasil.

  38. Hoje a tarde, por volta das 16:30, me surpreendi com a bela cena de um F-5 ainda em Natal. Fez um bela passagem por Ponta Negra, rasgando o céu (sou leigo, mas ele fez uma bela curva ou um S) e acelerou forte indo em direção a foz do rio potengi. Bela cena! Percebi um quê de despedida. Pelo menos fiquei com uma bela imagem.

  39. Se o nosso dia a dia não é um mar de rosas,imagina um exercício dessa envergadura.Fico impressionado com o mimimi, em cima desses caças.Quando no futuro cair alguma parte do Gripen, eu quero ver os comentários.

  40. Caça bom para o BR seria o F-20, que foi devidamente abortado para se favorecer o F-16.
    Aliás, o Gripen é o sucessor espiritual do F-20. Motorização, perfil de fuselagem, robustez.

  41. Clésio Luiz 3 de dezembro de 2018 at 17:03

    Roberto, eu estava matutando sobre o assunte e lembrei que li em algum lugar, que os trilhos no F-5 tem função anti-flutter, ou seja, são mais pesados do que o necessário para lidar com vibrações das finíssimas asas do F-5. Pode ser que o que quebrou foi justamente onde poderiam ter pesos adicionais para combater o flutter.

    Clesio, boa noite. A época do F 5 Eco, o arranjo de armamento era feito justamente para combater o flotter, com o uso do AIM 9B de treino no Fox 1, principalmente com Mk no Fox2. O que aconteceu ali foi uma coisa muito corriqueira na BANT, ou seja, tesoura de vento que pegou o piloto na final e “jogou” o avião na pista, e como ele estava limpo de configuração no sub alar toda vibração foi transmitida e multiplicada através da longarina de asa até a extremidade desta.
    Não é primeira vez. A uns cinco anos aconteceu com um capitão aviador do 14 com mais 700 horas de F 5, e acabou quebrando a longarina de asa. O vento em natal é para “galos”.

  42. É simplesmente ridículo o pessoal tentando justificar os problemas do F-5, parece um certo grupo ai que defende politico corrupto.

    A FAB opera o F-5 pq é o que tem, não é pq é bom, não é pq faz o que a FAB quer, é por obrigação. Tanto é que a FAB abriu o programa F-X lá em 2006, e está para receber o Gripen.

    Falar que o avião é bom pq a FAB usa ou pq voa, é o argumento mais ridículo que existe. Então os Mig-21 são cacas bons? O pessoal é maria vai com as Forcas Armadas, se os militares falam que tal coisa é boa, todo mundo repete que é bom.

    (dica para o responsável do site, coloca Disqus se possível, é melhor de ler e responder, organizar comentários por mais recente, mais antigos ou relevantes. Comentários, tem filtros que bloqueiam palavras, usuários, etc, mas toma cuidado, pois também é uma entrada para trolls)

    • Tbm ja dei esta sugestao .Tomara que mude mesmo .Muito mais rapido para copmentar e sabemos tbm qwuando alguem respondeu nosso comentario .Fica a dica aí Galante.

  43. “Mosczynski 3 de dezembro de 2018 at 14:55

    ……….É lógico que se o projeto de reforma do F5 for falho a FAB vai negar até a última, você acha que todos os oficiais envolvidos iriam querer ouvir falar da palavra CPI? Se realmente há um problema isso deve ser investigado e o jornalismo está aí para isso, para incomodar quem não gosta de expor a verdade.”

    É lógico que se a “reforma” dos F-5 foi falha? Como assim? Você acredita nisso? Houveram problemas, sim, durante o processo de desenvolvimento e os protótipos serviram para isso. A Embraer nunca tinha feito um programa de modernização de caças e teve problema, principalmente com a integração dos aviônicos da AEL/Elbit. Mas, os problemas foram todos resolvidos e, como eu mesmo disse em outro comentário, os F-5M operam há 13 anos com dois acidentes e a perda de uma única aeronave em um total de 49 aeronaves modernizadas.

    • A FAB recebeu, novos de fábrica, 4 F-103D e 13 F-103E + 6 F-103D e 9 F-103E usados, dos estoques da França. Operaram na FAB de 1973 a 2005. Foram perdidas 16 aeronaves, entre modelos D e E.

      Já de F-5, a FAB recebeu, entre novos e usados:
      6 F-5B (todos novos de fábrica – 1 perdido e 5 desativados)
      66 F-5E (36 novos, 22 ex-USAF e 8 ex-Jordânia – perdidos 15 exemplares e os jordanianos não entraram em operação)
      7 F-5F (4 ex-USAF e 3 jordanianos – perdidos 2)
      Operam na FAB desde 1975 e devem continuar operando até o final da década de 2020 ( mais uns 10 anos à partir de agora).

      • Então acho que esse F-5 ai que teve problemas foi exceção, deve ter sido modernizado na marcenaria de Teerã, certo? kkkkk

        • Nem um, nem outro. Os F-5 brasileiros ficaram muito bons. FAB (PAMA-SP)/Embraer/AEL conseguiram fazer uma modernização bem eficiente e balanceada. O Irã afirma estar fabricando novos F-5, o que duvido, mas aprenderam a manter a aeronave, mesmo com os embargos, inclusive modificando-o, como a variante com duas derivas. É operacional é funcional? Não sei. As informações de lá são poucas e de origem apenas de agências do governo. As modernizações feitas por eles eu não sei de qual origem são os aviônicos, radar, etc. Por esse motivo, fazer um comparativo confiável entre os F-5 brasileiros (que tem acesso irrestrito à peças e fornecedores) e iranianos (que enfrentam embargo total de peças para a aeronave por parte dos EUA) é bastante limitado, por conta das poucas informações vindas de Teerã.

          • Flanker, obrigado pela educação ao me responder! Tudo isso que vc explicou eu já sabia! Minhas indagações não passam de pura ironia! Meu sonho é um dia ver a MB, FAB e EB equipada com tudo do bom e do melhor! Espero estar vivo caso esse dia chegue!!!

  44. Gostaria de acrescentar uma experiência: No domingo aéreo, no Campo de Marte em São Paulo, as oficinas de manutenção ficam abertas e exatamente lá é onde fazem a manutenção dos caças F 5. Bem uma vez tive a oportunidade de conversar com um sargento bem legal e experiente, que me mostrou o trabalho de uma secção. Para quem não sabe o pessoal lá reconstrói partes da aeronaves, na ocasião era o assoalho da cabine ou algo assim. Ou seja estes caças F 5 que estão aí voando não tem exatamente na realidade a idade total, pois muitos, mais muitos componentes, inclusive estruturais são bem mais novos. Na prática o Brasil praticamente fábrica o F 5 substituindo componentes e estruturas. Algo parecido acredito que acontece no Irã também.
    Então em que pese a idade, o pessoal tem que enxergar que muitos componentes foram substituídos. Espero ter conseguido transmitir a ideia. Claro que todos gostariam que fosse uma aeronave mais atual, no entanto, o F5 se adapta muito bem as condições rústicas e o pessoal fala direto dos Sukhoi da Venezuela, mas alguém já deu uma olhada na infraestrutura da base aérea mais próxima da Venezuela, se for ver, constatarão que é bem diferente das bases da OTAN na Europa, talvez isso de para entender porque aeronaves mais rústicas como o AT 26, o T 27, o A29 e o F5 se dão bem por aqui e outras digamos mais sensíveis a cuidados em terra como os Mirage e F16 sofram um pouco mais.

    • A infraestrutura de qualquer base tem que ser adaptada a qualquer nova aeronave. E, quanto mais moderna e sofisticada, mais adaptações, prédios, estrutura e materiais devem ser construídos. Quando os E/R-99 foram adquiridos construímos um Laboratório de Eletrônica completamente novo, com um campo de calibração da antena ERIEYE adquirido na Suécia por 3,5 milhões de dólares. A despeito de já existir um Laboratório de Eletrônica para o F-103. Além de um novo hangar de 68 x 68 metros, e seis hangaretes. Para a implantação do Mirage 2000, a Seção de Motores foi completamente reformada. Bem como a Seção de Mísseis. O mesmo ocorrerá com a implantação do F-39 e do KC-390. São milhões de reais.
      E tem gente que insiste em falar em F-35 no Brasil…

  45. Esse “cinquentão” ai já tá pedindo aposentadoria… Alguém tem avisar pra ele que após a reforma da prev só será possível quando completar 70 anos! Certo? he he he

      • Para mim, até hoje, o F-5 foi o caça mais importante da História da FAB. Agregou muito mais do que P-47, Gloster Meteor e Mirage IIIE/DBR.
        O que o F-5 trouxe à FAB:
        – REVO
        – Navegação inercial (no primeiro lote, alguns aviões tinha plataforma de navegação inercial).
        – Guerra Eletrônica (com Pods Caiman)
        – Mira montada no capacete (F-5M)
        – Radar com capacidade look-down/shoot down (F-5M)
        – Míssil BVR Fire-And-Forget (F-5M)
        – Cockpit de 4ª Geração
        – e por aí vai…
        E o Gripen NG será tão ou mais importante para a FAB como foi o F-5.

  46. Agregando ao comentario do Juarez 3/12 , 21 :09:
    O tipico flutter de asa (fenomeno de vibraçao induzida pelo fluxo) apresentado pelo F5, conforme o Juarez comentou, foi contornado aqui no Brasil utilizando-se trilhos de guia nas extremidades das asas modificados em relaçao aos originais, possibilitando com que os F5M voassem sem misseis AIM de treino (cuja massa, amortecimento e elasticidades aderidas sao dinamicamente similares nos trilhos que se soltaram na CRUZEX). Os estudos que conduziram a essa soluçao envolveram engenharia reversa etc muito bem concebidos e executados, sendo um dos pontos mais interessantes relacionados à modernizaçao dos mikes.
    A impressao que tenho é que o elemento mecanico de fixaçao dos trilhos (pino e parafuso?) sofreu fadiga, afinal o flutter esta sendo atenuado/amortecido mas seus efeitos estao presentes em todos os voos. Ha apenas um ponto de fixaçao pois justamente quando ha uma torção da asa em torno do eixo da longarina, a reaçao da massa do trilho se da em oposiçao, atenuando a vibraçao mas aplicando esforços de flexao e cizalhamento justamente no pino. Assim, possivelmente, uma humilde recomendaçao/ sugestao é substituir tais elementos com maior freqüência; verificar tambem o material empregado, pois talvez possa ser adotado um aço com maior resistencia ao impacto e melhor resiliência.

  47. Não houve nada de mais neste ocorrido. Não pousou em seca! Não houve falha de mnt! Os lançadores fraturaram após os pontos de fixação. O prolongamento do bordo de ataque dos lançadores propiciam este tipo de incidente. Óbvio que quando mais duro o pouso, maior dano ao vetor, chegando inclusive a total perda. O ocorrido está dentro da normalidade labutar da aviação militar. É pra botar pra f—-! Maquina de guerra pô! Os pilotos estão em permanente exercício de aprendizado e constantemente levando as anvs ao seu limite. É o objetivo! Pane existe em qq anv e sendo militar eleva exponencialmente. Isto se aplica a qq anv mil em qq parte do mundo. Incidente de “galho fraco”.

  48. Nicolas_RS 3 de dezembro de 2018 at 23:01
    …” É simplesmente ridículo o pessoal tentando justificar os problemas do F-5, parece um certo grupo ai que defende…”

    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

    Ninguem esta dizendo que é o melhor avião do mundo….e quando disse que avião bom é avião que voa, é em face do cenario, ambiental, tatico, economico e tecnico….

    Um avião tal como qualquer equipamento nunca deve ser avaliado pela sua ficha e capacidade em si mesmo e sim como ele se encaixa, conversa, complementa, opera com os demais recursos do seu conjunto e aparato de guerra, quer seja pessoal em terra, doutrina, orçamento e outros equipamentos que ou voam junto ou fazem pacote com ele…

    Não fique tão surpreso pois é capaz de ainda nos dias de hoje, neste exato momento, o MIG-21 e seus derivados ainda ser o caça em maior numero no mundo, mais que o F-16…ao menos até uns 3 ou 4 anos atras era…

    Se fosse um avião ruim, não teria esta marca…..

    Nosso F-5 é o sinonimo ocidental deste, por isto encontra-se entre os mais longevos….

    É o avião que pela sua simplicidade, consegue operar nas condições tecnicas, ambientais e orçamentaria da FAB. Seu airframe é ainda hoje o mais utilizado pelos EUA como Agressor/Treinos de alta qualidade e tecnica lá com eles, pois consegue ainda hoje, simular todas as taticas de combate de um caça moderno ( e a um custo reduzidissimo)…

    Então ele é aquilo que se propos dele e que se atualizado taal como foi em nosso padrão “M”, consegue ser paritario e ate superior em algumas caracteristicas aos invejados e modernos LIFTs, M-346, Yak-130, L-15, FA-50….não se pode elogiar um e desdenhar de outro….obvio que tambem não se pode desejar desempenho de 1a. linha e superioridade aerea de 1o. nivel com um caça de desempenho de LIFT.

    Mas entenda que sem ele, estariamos iguais aos argentinos….idolatrando apenas A-29 tanto quanto eles esta comemorando o Pampa III, pois é somente o que daria….

    Veja que os Mirages III e 2000 eram muito bons, melhores…mas por suas caracteristicas, não puderam se sustentar em nossas forças….

    então é isto…

    Avião bom, é avião que voa…..

    Com o dinheiro que se tem….

    Com o maquinario que se tem….

    Com a sujeira de pista que se tem…e que provavelmente se teria no dia que for bombardeada…

    Enfim, pernilongo incomodo….mas que provavelmente continue voando tanto hoje, quanto ate em hipoteticas semanas de guerra de um conflito, com caos, falta de logisticas inerentes, destruições e muita bravura…

    Não é qualquer um…

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