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Caças F-15E, F-35B e Rafale no Exercício Trilateral Point Blank 18-3

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Nas fotos, caças F-15E da USAF da Base RAF Lakenheath, F-35B Lightning II britânico da Base RAF Marham, Rafale da Força Aérea Francesa de Mont de Marsan – França e avião-tanque Voyager da RAF de Brize Norton, voam em formação durante o Exercício Trilateral Point Blank 18-3, em 27 de novembro de 2018.

Este exercício Point Blank representa uma oportunidade para melhorar a interoperabilidade entre os aliados da OTAN e a integração entre aviões de combate de quarta e quinta geração.

Mais de 40 aeronaves da Força Aérea dos EUA, da Royal Air Force e da Força Aérea Francesa participam deste exercício trilateral.

Assista também ao vídeo disponibilizado no final deste post.

FOTOS: USAF/RAF

54 COMMENTS

    • F-15E é superior ao Rafale em alcance, capacidade de armas e radar, o que o levaram a derrotar o caça francês em concorrências na Coréia do Sul e Cingapura. E por falar em radar a unidade instalada no F-15E ( APG-82) é superior, eu diria até vastamente, ao radar do Su-35.

      Aceite os fatos….

      • Hms, ainda assim, não fogem muito um do outro, na minha opinião o Rafale não é melhor por falta de vontade e até mesmo por falta de necessidade, o f15 tem orçamentos gigantes e infinitos por de trás das suas capacidades, o Rafale por sua vez é mais modesto mas nao sendo superior também não fica atrás de um caça moderno da actualidade. Ambos grandes caças, modernos, capazes e com vasto leque operacional.

        • Acrescentando que o Rafale não ganha concorrência por falta de peso geopolítico da França, a mesma coisa se pode dizer do que os franceses fazem relativamente às suas capacidades, que não se avistando urgência em aumentar mais (não deixa de ser um avião com programas de melhoria constante, tal como o f15) o mesmo não se pode dizer do F15 que continua a preencher várias das vértebras da espinha aérea dos estados unidos, um país em guerra constante, que portanto exige dos seus meios parâmetros mais bélicos, dando exemplo do constante aumento de capacidade de carga do F15 e da consoante actualização dos seus radares.

        • F-15 assim como qualquer outro caça de quarta geração demonstra sinais da idade. mas ele (na sua ultima versão o F-15X) é aquela coroa loira de 40 anos que passou a vida na academia mantendo o corpo em forma.

          E sinceramente essa comparação pode ser feita para F-16V SU-35 (sim, o fabuloso e fantástico que na verdade é uma evolução do SU-27) MiG-35 E/A-18G e por ai vai.

          São aviões fantasticos que mantidos atualizados tem um papel bem presente no campo de batalha e lutam de igual para igual uns com os outros.

  1. muito lindo!
    Agora que eu percebi, como a barriga do F-35 é esquisita, cheia de curvas, bem diferente, junto a superfície lisa dá um o aspecto é meio orgânico.

  2. Entre outras aeronaves que não estão na foto e que se somariam em um caso de guerra, creio que a primeira foto já dá pra mostrar que o negócio é beeeeem mais embaixo.
    Poder demais em uma foto.
    Rafale simplesmente o mais belo dos caças após o Tomcat.

  3. Gostaria de ver uma formação para delírio aqui dos amantes da aviação de caça, contrapondo a OTAN: GRIPEN NG, MIG 35 e claro o SU 57. Ficaria TOP também!

    • Os suecos conseguiam a proeza de interceptar o SR-71 com o Viggen, coisa que os soviéticos só conseguiam com os Mig-25 e 31.
      Mas os 2 se valiam das rotas do SR-71 para interceptação, os cara fizeram por + de 20 anos a mesma rota no Baltico, pra vc ver o nível de confiança

  4. Prezados,

    As propostas por detrás de ‘Rafale’ e F-15 são completamente distintas…

    O F-15 nasceu como uma aeronave para obter a dominância aérea. Sua função seria invadir o espaço de batalha, domina-lo e garantir as vagas seguintes. Tornou-se multifuncional apenas com a entrada em serviço do ‘Strike Eagle’, lá no final dos anos 80. Caminho similar seguiu o ‘Flanker’, que culminou no Su-35.

    Já o ‘Rafale’, tem em sua gênese o propósito de ser multifuncional, sendo pensado desde o início para ser uma plataforma a ser operada de terra e no mar ( por isso as dimensões que podem parecer algo reduzidas ). Quando os franceses pensaram no ‘Rafale’, não pensaram necessariamente em uma super plataforma capaz de garantir a dominância aérea, mas acima de tudo em uma aeronave capaz de impor superioridade no espaço específico onde estaria atuando ao mesmo tempo em que ataca o objetivo; um ‘omnirole’… Essa maneira de pensar também determinou a saída dos franceses do consórcio ‘Eurofigther’, cujo foco era claramente criar uma aeronave voltada a dominância aérea.

    Em suma, são aeronaves bastante diferentes, que nasceram com propósitos algo distintos, e não creio que caibam comparativos; muito embora não se possa negar que um ‘Strike Eagle’ ou um ‘Flanker’ fará o mesmo que um ‘Rafale’ em mais de 95% das vezes pelos dias de hoje…

    Enfim, o divisor de águas está sendo realmente a quinta geração, cujo aprendizado culminará em aeronaves completamente diferentes no que será 6ª geração.

    • Você está errado.
      Desapeguem disso de caça de superioridade aérea, ou caça de ataque ao solo, isso non ecxist mais.
      Um Rafale é tão bom ou até melhor que o F-15 para conseguir superioridade aérea.
      Tem sensores passivos e ativos de maior qualidade e em mais numero que o F-15, e 1000x mais manobrável, tem mais aceleração, tem supercruise.
      O que posso dizer é que os franceses descobriram como todo mundo, que caças multifuncao ou onminiroles podem fazer tudo que os dedicados fazem e até melhor, basta rechea-los de tecnologia.

      • Augusto L

        Isso não é bem assim.
        Uma variante moderna, avançada do F-15 (como o F-15SA, ou F-15QA) é superior e/ou pelo menos não inferior ao Rafale F3R em vários quesitos, como radar, IRST, e até EW e também performance em várias situações.

        -o radar AN/APG-63 (V)3 AESA do F-15 é bem superior ao RBE2-AA AESA do Rafale.

        -IRST? Os F-15 avançados usam o AN/AAS-42 (pelo menos nos F-15k da Coreia do Sul e nos F-15SG de Singapura é chamado de Tiger Eyes e é montado num pilone debaixo da fuselagem junto ao “Sniper Targeting Pod”).
        Este mesmo IRST tem também vindo a ser testado nos F-15C e F-16 da USAF (Legion Pod: https://www.lockheedmartin.com/en-us/products/legion-pod.html ), e nos Super Hornet da US Navy (IRST21: https://www.lockheedmartin.com/en-us/products/irst21-sensor-system.html )

        -EW? Não me parece que o ALQ-239 Digital Electronic Warfare System (DEWS) dos F-15 seja inferior ao SPECTRA…
        https://www.baesystems.com/en/product/digital-electronic-warfare-system-dews#

        https://www.mbda-systems.com/product/spectra/
        https://www.thalesgroup.com/sites/default/files/database/d7/asset/document/thales_on_board_the_rafale_5_juin_2013_val_def_bat_ok_sans_vernis.pdf

        -cinemática e capacidade de manobra? Isso não é tão simples assim.
        Exemplo:
        Um F-16C limpo com motor GE, é dos melhores caças (do que sei, o melhor) em aceleração a baixa altitude. Nem o F-22 é melhor aí (só a partir de ~20k pés).
        E tanto em aceleração como em capacidade manobra um F-15 é inferior a um F-16 a baixas altitudes segundo pilotos. Mas acima de ~25k pés a situação se inverte.
        O F-16 segundo os italianos está ao mesmo nível do Eurofighter Typhoon até 10k pés.
        O que eu quero dizer é que por exemplo, voando alto e supersonico (onde o F-15 se destaca) o F-15 pelo menos não deverá ser assim tão inferior ao Rafale.
        Além disso, não devemos esquecer que caças com leme/cauda único no meio, tem bem maiores dificuldades (menos capacidade de manobra e menos estabilidade) voando lento e a angulos de ataque maiores que caças “twin tail” como o F-15.

      • Algusto L…

        O que expus foi a origem desses vetores, isto é, pra que eles foram concebidos em suas respectivas épocas… E sim, o F-15 foi pensado para ser um vetor de dominância aérea.

        Evidente que o Rafale, surgido mais de uma década depois, está a frente, e incorpora novos conceitos em sua própria gênese, possíveis pela tecnologia; como também deixei claro em meu comentário…

        Mas também é claro que nos dias de hoje, o hardware que pode ser embarcado em ambos eventualmente os tornam capazes de realizar as mesmas missões, muito embora com desempenhos algo distintos…

      • DCS, as versões mais modernas diminuem as vantagens do Rafale.
        Agora o APG-63v3 não me parece ser superior ao RBE-2 AA, o APG-82 que é.
        O legion pod digamos é um pouco inferior ao IRST do Rafale por que, não tem laser e nem formação de imagem.
        Sobre o Eye tiger, nunca ouvir falar e nunca vi fts dos F-15SG ou K equipados com ele.
        Agora o Spectra é superior em MAGE.
        Sem contar que o Rafale tem um sistema de alerta de mísseis com sistemas ativos e passivos.

      • Augusto L 29 de novembro de 2018 at 11:01
        Você está errado.
        Desapeguem disso de caça de superioridade aérea, ou caça de ataque ao solo, isso non ecxist mais.
        Um Rafale é tão bom ou até melhor que o F-15 para conseguir superioridade aérea.
        Tem sensores passivos e ativos de maior qualidade e em mais numero que o F-15, e 1000x mais manobrável, tem mais aceleração,****<<>>*****

        -Tua informação esta errada, pois o Rafale não possui supercruise!!!

  5. Escolha difícil.
    O Rafale, claro, é muito bonito, tem alta tecnologia.
    O F-15 tem muita potência, é poderoso e ele vem de um projeto puro, digamos assim, não tem fly-by-wire (F-15C), sua asa é pura sustentação, nem mesmo tem slats. Foi feito, como bem disse o _RR_, para imperar nos céus, do solo até as mais altas altitudes. Em matéria de destruição, depois dele, só um B-1.
    Qualquer escolha pode ser aceita.

    • Bob, na verdade o F-15A/C voam basicamente por FBW.

      A diferença em relação ao F-16 é que o Eagle possui backup mecânico e não é instável.

      E o fato de não ter flaps/slats no bordo de ataque (para diminuir manutenção/peso) custou a ele uns graus nas taxas de curva em velocidades subsônicas, quando comparado com os outros caças de 4ª geração. Mas essa parte é especulação minha.

      • Olá Clésio.
        É hidromecânico não é FBW.
        Ele também tem um comando elétrico que é chamado ‘control augmentation system’ (CAS), trabalham juntos , e cada sistema pode dar o controle da aeronave.
        O problema é que para literatura geral na aviação isso é considerado FBW, quando na verdade não é.
        Consultei o Jane’s de 1984 e informa que o F-15C é hidromecânico, já o Jane’s de 1994 que mostra o F-15E diz o seguinte:
        “Digital triple-redundant Lear Astronics flight control system capaple of automatic coupled terrain following”.
        Creio que o F-15E já não tenha cabos de comando, e no meu entendimento o que define o FBW é a ausência de cabos.
        O manual de voo do F-15C é bem claro também, a atuação dos comandos é hidromecânica, citando o CAS.

      • Nisso podemos concluir:
        Último caça americano de série com controles não FBW: F-15C.
        Francês: Mirage F-1.
        Sueco: Viggen.
        Russo: MiG-29, esse o verdadeiro derradeiro nos comandos hidromecânicos

  6. Hoje em dia o fator RCS de uma aeronave conta muito, nesse quesito o F-15 perde disparado para o Rafale, o F-15 assim como o Su-27 é uma árvore de Natal, isso é um fato.
    O projeto do Rafale é mais moderno, por mais que o F-15 seja um belo caça, ele ainda continua sendo um caça do início dos anos 70.
    No quesito beleza, eu colocaria o F-18 no lugar do F-15, o F-22 no lugar do F-35 e o Mirage-2000 no lugar do Rafale.

    • O Rafale além de ter um RCS menor, o que nem é tanto.
      Também tem trocentos sensores passivos, tanto de IR quando de detecção de emissões RF, além de ter melhor aceleração, Super Cruise, e ter maior manobrabilidade que o EAGLE em altas velocidades.
      Na verdade tanto o Rafale quanto o Typhoon são os reis no quesito de energia em altas velocidades.
      A águia americana só seria pario para eles, se compensasse as desvantagens com eletrônica mais avançada.

      • Augusto, o F-15 tem um RCS bem alto, se não for o maior, é um dos.
        Eu citei o RCS em favor do Rafale, mas acho que um combate aéreo seria bem equilibrado entre eles, acho que o Rafale no fim tem a vantagem, mas o F-15 iria dar trabalho, tem o fator piloto que também conta muito.

    • Não se esqueça que existe uma versão stealth do F-15. Manobrabilidade em alta velocidade é inútil já que a força g que o piloto pode suportar acaba limitando e os dogfights são feitos em menor velocidade.

      • Vamos ser sinceros, o F-15 Silent Eagle não passa de uma gambiarra, puro marketing, não tem como uma aeronave projetada nos anos 60 ser stealth, não existe milagre para isso, basta olhar as “pequenes” entradas de ar do F-15.
        O mesmo acontece com o tal F-18 e seus “pods stealths”, isso é apenas marketing, ninguém se interessou.
        O pessoal já malha o J-20 e o Su-57 dizendo que não são stealth, imagina um F-15 ou F-18.

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