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Embraer espera aprovação da joint venture com a Boeing até o final do ano

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Por Gregory Polek

A Embraer espera receber a aprovação do governo brasileiro para avançar com sua proposta de joint venture em dezembro, após consulta entre o atual governo de Michel Temer e a nova administração do presidente Jair Bolsonaro. Falando durante a conferência de analistas de investimento do terceiro trimestre da empresa com analistas de investimentos no dia 30 de outubro, o presidente-executivo da Embraer, Paulo César de Souza e Silva, disse que espera apresentar o acordo final para a administração antes de deixar o cargo. “Ainda estamos nos estágios finais da Boeing para finalizar os últimos detalhes”, disse Silva. “Assim que materializarmos este acordo final, vamos trazer o acordo para ser aprovado pelo governo da atual administração.”

No entanto, o atual governo disse que vai compartilhar os termos do acordo com a equipe de transição de Bolsonaro antes de emitir a aprovação. Até recentemente, a Embraer não sabia se o governo de Temer entraria ou não em consultas com o governo de Bolsonaro.

“Isso não estava 100% claro há um mês”, disse Silva. “Mas agora está claro que o Sr. Temer gostaria de compartilhar nossa solicitação de aprovação com a nova administração.” Felizmente para a Embraer, a administração que está chegando enviou sinais de que adota uma visão favorável da joint venture proposta. Uma vez que a JV recebe a bênção das duas administrações, o próximo passo envolve convocar uma assembleia geral. “Nossa expectativa é que isso aconteça em dezembro”, confirmou Silva.

O acordo seria fechado depois que obtivesse aprovação dos acionistas e passasse o controle antitruste com as autoridades competentes, em algum momento no segundo semestre de 2019, estimou ele.

Sob os termos do acordo preliminar alcançado em julho, a Boeing assumirá uma participação de 80% no negócio de aviação comercial da Embraer. O memorando de entendimento propõe a formação de uma joint venture destinada a “alinhar estrategicamente” as operações de desenvolvimento comercial, produção, marketing e serviços de ciclo de vida das empresas.

A transação valoriza as operações de aeronaves comerciais da Embraer em US$ 4,75 bilhões e prevê um valor de US$ 3,8 bilhões para a participação de 80% da Boeing na joint venture. A Boeing disse que espera que a parceria resulte em um efeito positivo em seus lucros a partir de 2020 e gere “sinergias” anuais de custos de cerca de US$ 150 milhões até o terceiro ano.

Uma declaração conjunta anunciando o acordo indicou que a Boeing assumirá o controle operacional e gerencial da nova empresa, mas que uma equipe de gestão baseada no Brasil, incluindo um presidente e CEO, liderará a joint venture e se reportará ao CEO da Boeing, Dennis Muilenburg.

FONTE: AINonline

66 COMMENTS

  1. Talvez com Haddad isso saía. Quem é patriota, sabe jogar, não vende empresa estratégica, ainda mais uma que está dando certo e que agora estamos colhendo frutos e colheremos mais muito ainda.

    • Campeão, essa empresa foi vendida na década de 90, ela não é nossa a muito tempo!
      O que precisa ser garantida é a manutenção das fábricas no Brasil.
      O resto é lorota ufanista, achando que uma empresa de capital aberto, cuja maioria das ações está nas mãos de estrangeiros, é Brasileira.
      Já foi brasileira, não é mais/

      • Bem explicado Luiz.

        Ademais, não entendo o motivo do choro, nunca existiu nenhuma lei que proibia gente de um determinado espectro politico comprar ações da Embraer.

        • Gil

          Ninguém está reclamando disso. Não tem problema algum comprar ações, contanto que seja DENTRO DO LIMITE ESTABELECIDO. Passou disso já é basicamente a compra da empresa em si.

          • E que problema existe nisso, o importante para nos brasileiros é que a parte de defesa segue conosco e sobretudo que não se desmonte o setor aeroespacial no pais. Creio que se as cabeças pensantes da Embraer estão a favor desse joint ainda que eles fiquem com 20% e porque estão vendo um melhor horizonte que nós que somos leigos nesse tema.

    • A parte de defesa vai ser preservada do controle da Boeing, que vai ter o controle acionário da parte comercial da empresa.

      Em 2010 3M Capital d o brasileiro Jorge Lemann comprou o controle acionário da segunda empresa de Fest food do mundo, Burguer King, por 4 bilhões de dólares, e lá ninguém fica falando que o BK não e mais americano.
      Parem de chorar, o mundo do capital aberto (que gera milhões de empregos ao contrario do estatismo que gera milhares de parasitas) e assim mesmo.

      • A burguer King é apenas mais ehtre milhares de empresas americanas.
        A Embraer de certo modo é a única empresa de alta tecnologia brasileira de grande porte e referência internacional.
        Os coreanos não veriam com bons olhos a venda da Samsung para a Apple. Os japoneses não veriam com bons olhos a venda da Toyota para a Cherry ou para a GM.
        Não podemos assistir calados a venda da Embraer para a Boeing.
        Quem ganha com isso? Os diretores ganharão bônus por isso?
        O povo brasileiro ganhará algo com isso?

  2. ‘Voando juntas’, a última vez que ouvi essa frase foi quando a Varig adquiriu a Cruzeiro.
    Bem… As estrelas da Cruzeiro iriam desaparecer definitivamente do firmamento brasileiro duas décadas depois.

  3. Quais as chances dela concorrendo contra a Airbus? Se essa JV não acontecesse a Boeing com certeza entraria nesse nicho, ai teríamos uma empresa falida. Vamos ser um pouco mais pragmáticos!

    • Impressionante, toda vez é a mesma lorota, eu é que pergunto, quais as chances da Airbus nesse mercado? Até agora só levou prejuízo. Sério, cansa, desanima, toda vez tem que repetir a mesma coisa. Quando os espertos não estão dizendo que a Airbus vai esmagar a embraer e que a única saída é a venda para a Boieng, estão dizendo que a Embraer não é brasileira e já foi vendida nos anos 90. Um total desconhecimento tanto sobre mercado como sobre a Embraer.

      • Seu inclusive br! A empresa foi privatizada em 1994! A única coisa que restou para o governo foi a chamada Golden Share. A Embraer é uma empresa privada que deu muito certo,a despeito de atuar no Brasil! Quando em 1992/93 ela estava fazendo moldes de sabonete para a Gessy Lever,ninguém foi em sua ajuda. Agora que a criança é bonita e tem olhos azuis,todo mundo quer ser pai.
        E sim,seu futuro sem a união com a Boeing é nebuloso.

        • Restou e resta muita coisa ao gov Brasileiro, tecnologias nacionais, é o principal, se vender os empregos, os polos industriais e as tecnologias não serão desenvolvidas aqui, não teremos tecnologia ou acha q o tio Sam da tecnologia? Hahaha

        • Marcos Cooper, em 1992 ela já tinha o projeto do EMB-145 e criara uma aeronave de ponta CBA-123 e já tinha assinado o desenvolvimento do programa ALX. Achar que era deficitária é equivoco. FAlando em ajuda, o governo federal não foi a ajuda da Embraer com sua dívida de 300 milhões de dólares por conta de um erro comercial estratégico com o CBA. Vendeu a empresa e depois o houve financiamento com dinheiro público. Muito dinheiro público, diga-se. O que não desabona em nada seu desempenho enquanto empresa privada. Pelo contrário.

          A Embraer é uma empresa que sempre esteve alinhada com o planejamento estratégico do Governo Brasileiro, sendo tutelado por ele ou não.

          Sugiro pesquisar a história da empresa antes de replicar esse senso comum que tão mal faz aos esforços de técnicos capacitados que doaram muito a este pais.

          Outra, Defesa não vive só de seus contratos. Tem de vender para paisano. Espero que a Embraer Defesa saiba lidar com esse novo paradigma.

  4. O CEO no Brasil, verte a correspondência e os relatório exigidos e manda para o CEO da Boeing. E se estiver errado, ele está FIRED!

  5. Já fale várias vezes: quem não quiser esse negócio ai, pega a sua grana e vai lá e compra a empresa e põe um ponto final. O resto é conversa fiada.

    • Marcos10

      Se for assim, primeiro devolvam o dinheiro dos impostos dos brasileiros que foram investidos durante anos na empresa, com retorno quase nulo para a população em geral.

      Viu como é bom falar besteira?

      • Se nunca houve nenhum retorno para a população brasileira, não sei o motivo de todo esse chororô.
        É como empresa estatal deficitária: tem gente que chega a chorar quando se fala em venda.
        Quanto a devolver o dinheiro dos impostos, comece pedindo a devolução do dinheiro dos autistas da Globo.

      • Peraí, peraí…..a FAB prcisava de um avião de treinamento avançado e COIN, quis desenvolver aqui e a única empresa capacitada para tal, em solo tupiniquim, era a Embraer. Pagou, ficou com royalties e a Embraer desenvolveu e fabricou. Entregou o que foi pedido. A FAB quis um cargueiro médio para substituir seus C-130 e escolheu a Embraer. Pagou, ficou com royalties e a Embraer desenvolveu e está fabricando. Está entregando o que foi pedido. Onde está o investimento sem retorno?? E todos os impostos pagos pela Embraer e por seus fornecedores, só nesses dois projetos, não foram para os governos federal, estaduais e municipais? Se esse dinheiro dos impostos não foram revertidos em benefícios para a “população em geral”, a culpa não é da Embraer!! Você e outros podem dizer que o GF pôs muito dinheiro na Embraer. Conocordo e é óbvio. Mas, a FAB poderia ter escolhido outro fabricante, de outro país, para projetar e desenvolver o A-29 e o KC-390, não poderia. O dinheiro público para esses investimentos seria gasto, de qualquer maneira. É culpa da Embraer ter sido a escolha natural para esses projetos? Eu não entendo, mesmo, esse tipo de reclamação!
        A Embraer não existiria mais, ou então seria apenas uma estatal totalmente ineficaz, se não tivesse sido privatizada lá no início dos anos 90. Antes da privatização, ela só não faliu porque era estatal. Se vai ser vendida, ou não, é outra história! Mas, reclamar de investimentos públicos na mesma é uma grande besteira. O GF, através da FAB, precisava dos produtos (aeronaves) e precisava de alguém para fabricar e a Embraer foi a escolhida e entregou o que foi pedido. Se o GF tivesse pago e não tivesse recebido, você poderia reclamar.

        • E tem mais: alem das aeronaves encomendadas – que operam muito bem , desempenhando toda as funçoes a elas atribuidas – em sua produçao foram arrecadados todos os impostos em vigor no país bem como, e é aí que acrescento, com a EMBRAER foram gerados milhares de postos de trabalho, diretos e indiretos, bem como, o mais importante, foi propriciado um ambiente tecnologico excepcional, incentivando inumeras industrias, atividades academicas e assim por diante.
          Esses frutos diretos e indiretos é que devemos, dentro das regras do jogo impostas por um livre mercado e dentro das leis de um pais democratico, lutar para nao perder. Acho que o xis desta questao é garantir a permanencia, aqui no Brasil, de pelo menos todas as instalaçoes fabris hoje existentes, de forma a serem mantidas produtivas, operando e sendo atualizadas, bem como dar condiçoes tais que o pessoal produtivo possar manter seu trabalho e desenvolvimento.

          A Boeing ganharia em aumentar a produçao fisica com novas fabricas (aqui e la…..), bem como com uma equipe comlementar apta a contribuir em novos desafios, inclusive contando com um ambiente academico altamente capaz e proativo.

  6. É isso aí. Vende tudo logo. Aliás, a Boeing deveria fechar logo a fábrica instalada aqui no Brasil. Os “nacionalistas” iriam certamente argumentar que foi uma decisão racional e muita boa para o país.

  7. A Embraer não passaria de um suplemento para fortificar a Boeing, que ficaria mais “bombada” para vencer a Airbus. Ou seja, daríamos a vida da Embraer para salvar a Boeing.

  8. Muitos comentários de quem não está a par do que ocorre no mercado, do cenário competitivo e do que ocorre na empresa.
    Normal.

    • “A transação valoriza as operações de aeronaves comerciais da Embraer em US$ 4,75 bilhões e prevê um valor de US$ 3,8 bilhões para a participação de 80% da Boeing na joint venture. A Boeing disse que espera que a parceria resulte em um efeito positivo em seus lucros a partir de 2020 e gere “sinergias” anuais de custos de cerca de US$ 150 milhões até o terceiro ano”.

      Mas claro que isso, impossível. Olha só o quanto vai ficar pra Embraer…

  9. O volume de importados que entram na montagem de uma avião da Embraer já a classifica como estrangeira. Quando fabricarmos turbinas aeronáutica poderemos dizer que fabricamos aviões. A minuscula Suécia (cabe dentro de alguns estados do Brasil) fabrica o Gripen e seu motor 414, sob licença, mas fabrica. A Rep. Tcheca fabrica turbinas e aviões. A Ucrânia, Índia, Taiwan, idem… Já é tempo de investimentos na área. Só não criem uma nova FNM.

  10. Não vou entrar no mérito se é bom ou ruim, se iria sobreviver sozinha (até agora o vem fazendo de forma perfeita).Esta negociação, assim como o projeto da aposentadoria não pode ser realizada por um governo em fim de mandato, tem que ser definido pelo governo eleito recentemente.

    • “”se iria sobreviver sozinha (até agora o vem fazendo de forma perfeita)””
      Não vem não, a Embraer gera menos lucro hoje do que há dez anos…a coisa é bem mais embaixo!

  11. Espero que não se concretize, mas se for para frente torço para que beneficie MUITO o Brasil e os brasileiros, tanto os que trabalham quanto os que não trabalham Embraer. Que todos colham um pouco desses frutos.

    • Beneficiar o Brasil como? Kkkkk vc qr dizer beneficiar os investidores de maioria americana. É um ambicioso que venderia até a m. por dinheiro.
      Adeus tecnologia nacional, que faz baita diferença em tempos de guerra e embargos.

  12. Não dá para entender como é que extinguir via transferir o parque tecnológico e industrial (que a Embraer representa) existente do Brasil para os EUA pode ser algo benéfico para o país. Pode até ser excelente para a Embraer ou o que restar dela dentro da Boeing. Mas para a nossa indústria de alto valor agregado, para a nossa ciência e tecnologia, qual o benefício disso? Alguns bilhões que vão entrar no caixa dos fundos de pensão? porque a Embraer no Brasil não vai conseguir sobreviver à concorrência? Então destruímos o parque industrial e perdemos o centro tecnológico antecipadamente? Por que os termos do acordo não são objeto de ampla discussão e crítica? Do ponto de vista econômico a receita desta venda é insignificante para o país. Mas do ponto de vista estratégico é terrível, porque estamos perdendo tecnologia e indústria de alto valor agregado.

    • Perfeito. Onde assino? Só está apoiando isso os acionistas e os maria vai com as outras que não entende o estrago que será se renunciarmos nossa soberania nas tecnologias de aviação.

      • A população precisa protestar em massa.
        Não vejo protestos.
        Não protestos da turma do ele não.
        Falo em protestos dos nacionalistas do ele sim.
        Bolsonaro precisa ouvir suas bases.
        Que tal lotar o Facebook e o twitter dele com mensagens de #vendaaembraerna.
        Pode ter um impacto enorme.
        Não podemos ficar calados.
        Especialmente naa redes sociais de temer, de Bolsonaro e de seus aliados.

        • Protestar porquê? Você conhece os termos do acordo? Então como sabe se não será algo positivo?
          A acordo é uma necessidade, isto é fato. Agora os termos do acordo, e como as coisas ficarão, só dá para ter uma ideia mais clara quando maiores informações estiverem disponíveis. Até lá, ser contra ou a favor é puro achismo.

  13. Há um desequilíbrio no mercado, a maior concorrente da Embraer se associou a gigante Airbus para usufruir de toda a sua cadeia logística e seu modal de vendas ao redor do globo fazendo com que os seus produtos que já estavam com preços artificialmente baixos por conta dos subsídios do governo canadense se tornassem ainda mais competitivos( e injustos de certa forma), soma-se a isso a entrada de novos competidores como sul coreanos, japonenes e chineses e ainda os russos( os dois últimos ainda não conseguiram grande capilaridade de vendas no ocidente e os dois primeiros são novatos),além disso se a Boieng não fizer acordo com a Embraer ela dará o seu jeito de entrar nesse mercado de uma forma ou outra.
    O acordo é fundamental na minha visão, o que precisa de uma discussão é os termos, talvez com uma maior participação da Embraer na joint-venture.
    Como disse o grande Ozires SIlva: “Os fracos não sobreviverão!”

  14. O problema de tudo está em interpretar dados e fatos com um prisma ideológico. Seja qual for a ideologia, só dá zica….
    A Boeing é o que é, uma ultra gigante que, além da competência e do conhecimento tecnológico, goza da proteção de Washington. Ela decidiu se contrapor ao movimento da Airbus com a Bombardier e para isso existem dois caminhos: via Embraer ou por desenvolvimento próprio.
    Na minha visão, a Embraer está num mato sem cachorro: se aceitar, ao menos pelos ternos que são noticiados, desaparecerá no médio prazo a não ser que a marca permaneça forte e seja interessante comercialmente. Se negar a associação, será massacrada pela propria Bo2eimg e pela Bombardier/Airbus.
    O segredo para nós está nos termos do acordo: o que será preservado no Brasil e o que isso pode nos trazer. Mais empregos, mais aprendizado, mais divisas? Ou tudo vai migrar para os EUA?
    Infelizmente acho que somos muito de vergar a coluna, sempre enxergando os outros como melhores. Coisa que piorou nos últimos anos com a p*rra da ideologia no lugar do pragmatismo.
    Eu me sentiria melhor se tudo se desse no novo governo, porque até agora os discursos são nacionalistas sem ser ufanistas ou ideológicos, e eu estou esperançoso de que o pragmatismo econômico finalmente prevaleça. Digo isso em parte pelo discurso do presidente eleito em si e em parte porque esse resto de governo que aí está é apenas um simulacro, uma ausência de governo.
    No mais, sem essa de que há dinheiro publico, etc. A Embraer é um negócio e como tal deve ser tratada. Enquanto a DRE estiver positiva teremos festa. Ficou no vermelho, fecha.

  15. Esse acordo com Embraer-Boeing foi a melhor coisa que aconteceu para a Embraer, a empresa irá expandir a área de atuação, indo além do setor de avião, com quase 15 bilhões da fusão a empresa terá condições de ser mais estável e voltar a ter lucros crescente (coisa que não acontece). Por fim, a parte comercial da Embraer tende a ser maior no futuro, terá 20% de uma área mais volumosa e estável, sem falar que abrirá portar para fortalecer o setor militar da empresa, vendendo super tucano para USA e aliados da OTAN, assim como o Kc390 para concorrer com o Hercules, sem dúvidas o setor de serviços da empresa tende a ser maio mais ampla e com isso bons frutos para a companhia. A empresa continuará desenvolvendo aviões, continuará com grandes profissionais, terá forte presença no Brasil e será mais estável como empresa. O resto é choradeira da geração nutella com cabeça anti-americana, molecada que não sai do facebook e google e ficam falando mal dos EUA, se fosse os chineses estariam todos felizes e em silêncio absoluto. É preciso acabar com essa mentalidade anti-USA, a China se tornou um império se aliando ao EUA, hoje são grandes aliados. Quem fica repetindo essas bobagens anti-usa é petista que no fim não sabe administrar nada, aliás, sabem roubar muito bem roubado.

    • Nossa vai ser td lindo ne. Não perdereos a indústria local que irá pros americanos? Não perderemos empregos no país? Não perderemos tecnologia? Não perderemos segurança nacional? Não perderemos cérebros do ITA e outras federais formados as custas de impostos brasileiros?
      Vai entrar pra história como a Venda mais burra.
      Um dia quando a aviação regional estiver a pleno vapor aqui e precisarmos de aviões q a Embraer produz vamos comprar da Boing, detalhe à custo maiores 🙂
      Mas qm é patriota e defende o veto da venda, é so geração nutela vc q é o “J”ênio.

      • Daqui 10 anos veremos os fatos, a princípio, discordo de tudo o que você disse, principalmente a parte de geração de empregos e consequentemente tributos, a tendência é ampliar a presença da Embraer-Boeing no Brasil e usar o corpo humano aqui presente. Não perderemos tecnologia? Por que perderíamos? A empresa continua aqui e com brasileiros, sendo sócio de 20% de uma nova empresa muito maior…muito daquilo que a Embraer faz é oriundo de outras companhias, principalmente dos EUA, a começar pelos motores dos aviões. Segurança nacional?? Por qual motivo? O que uma coisa tem a ver com a outra? Cérebros do ITA? Amigo, o ITA continua aqui, assim como o IME, a Boeing não vai matar essas pessoas, pelo contrário, dará mais condições de trabalho. Não vejo sentido nas suas palavras, pelo contrário, parecem bem infantis, bem nos moldes de que patriota é ter bandeira nacional e construído aqui, se eu seguir esse patriotismo idiota o Brasil volta para a idade da pedra, pois não produzimos e desenvolvemos quase nada, sequer temos 1 prêmio nobel. A Embraer é muito mais montadora do que desenvolvedora de sistemas complexos, a própria sabe disso…seu patriotismo teria falido a empresa sem a privatização, pois o que salvou a empresa foi o mercado americano, é nos EUA que os funcionários da Embraer levam comida para casa, sem esse mercado imenso adeus!

        • 100% equivocado.

          “A Embraer é muito mais montadora do que desenvolvedora de sistemas complexos, a própria sabe disso…”

          Não é.

          “pois o que salvou a empresa foi o mercado americano”

          Não foi.

          • Veja os balanços e relatórios da empresa, a própria diz isso e diz de forma aberta! É naquele mercado que ela cresceu, não é em vão que ela tem ações cotadas na bolsa americana, parceria com a sierra nevada, centro de desenvolvimento lá e é bem vista no mercado tendo fundos americanos como sócios e gestores da empresa. A empresa até tem vendas através do governo americano, coisa rara, basta ver os super tucanos. A internacionalização salvou a empresa e nessa internacionalização os EUA é a principal coluna.

          • É uma interpretação equivocada para embasar uma crença equivocada.

            Quem sou eu pra desfazê-la?

            Aquele abraço, Sócrates.

          • “Não é” porque você diz que não é.
            “Não foi” porque você diz que não foi.

            Quantos ERJ foram vendidos aqui e quantos nos EUA?
            Quantos 170/190 foram vendidos aqui e quantos nos EUA?
            Os aviônicos dos aviões Embraer são desenvolvidos aqui ou pela Honeywell?
            Os motores dos Embraer são desenvolvidos aqui ou pela Rolls-Royce?

  16. E o que a Boeing poderia fazer pra mudar isso, ninguém sabe. O problema é que não há demanda o problema não é com o produto, e isso também vale pro A220. Não adianta querer justificar essa patifaria.

  17. O Brasileiro é ruim de negócios ainda mais com o EUA que é uma águia,vão matar a Embraer,vão mandar muita gente embora os melhores vão trabalhar lá fora,com o salários que eles queiram pagar, e alguns dos srs achando o negocio lindo rentável e essas papagaiada toda do mercado, a compra é mais predatória e esse ceo atual deve ter levado uma boa grana,e querem fechar o negocio antes da nova equipe econômica veja os números,se é bom negocio pode esperar o pessoal do Bolsonaro dar uma olhada.Porque a pressa vai tudo pro vinagre mesmo na minha modesta opinião.

    • Vão ficar com os melhores funcionários e mandar os piores embora?
      Estes capitalistas são malvados mesmo!

      (Deixando a ironia de lado, Ronaldo: quem aceita “o salário que eles queiram pagar” é funcionário ruim. Funcionário bom negocia o salário, e funcionário bom mesmo simplesmente diz “quero ganhar tanto” e é disputado pelas empresas. O problema aqui é quantos se esforçam para ser “bom mesmo” e quantos se contentam em “ganhar o que eles queiram pagar”. Mas essa discussão é de economia, não de aviação)

    • Já vi 3000 mil empregos da Embraer desaparecerem em 91. Já vi outros 3000 em 2009. Já vi 2000 em outra época que não lembro.
      A empresa tem o hábito de voltar a crescer e recontratar. No entanto, o que temo de fato é pela situação da indústria aeronáutica brasileira pelos próximas décadas.

      Receio de olhar para os dias de glória e me perguntar “o que houve?”. Como os argentinos fazem em relação à sua indústria, guardada as devidas proporções.

  18. Segundo os Presidentes da Embraer e Boeing, ambas as companhias podem sobreviver sem necessidade desse acordo, mas, segundo os próprios, esse acordo é benéfico para ambas.
    O resto de tudo é somente uma discurseira ideológica, principalmente de pessoas que não trabalham lá, não tem dinheiro investido lá e não entendem nada de mercado de aviação, e que batem no peito falando em patriotismo, mas que sequer sabem cantar o Hino Nacional.
    Fui!!!!

  19. A Embraer será parcialmente absorvida pela Boeing e isso pode dar melhor liquidez aos seus produtos. Fato.
    O que não é fato, são os argumentos, tímidos de brilhantismo, dos confrades que afirmam que a empresa não é brasileira. E o motivo não pode ser mais raso; seus acionistas não são brasileiros.

    Os projetistas são. Os diretores são. Os conselheiros majoritariamente são. Os funcionários majoritariamente são. Os empregos indiretos criados são também em imensa parte nacionais. O financiamento público para fomento de projetos e políticas de vendas internacionais são brasileiros. A marca é brasileira (se acham que isso não importa não entendem nada de “branding”)

    Não podem estar mais enganados. A Embraer é brasileira e orgulhem-se disso.

    A preocupação que alguém possa ter é se esses empregos continuarão no Brasil, se ainda teremos o prosseguimento do domínio do ciclo de produção aeronáutico e autonomia de criação – marca de nascimento da Embraer – sob os seus produtos.

    O resto é reclame de liberal de Wikipedia e patriotismo mal lido.

  20. E essa conversa de que ela foi uma estatal ineficaz também e outra bobagem de quem não conhece a história da Empresa.

    Aqui neste sítio publicou-se inúmeras matérias sobre isso e eu mesmo já escrevi alguns comentários explicando porque.

    Não escrevo mais uma linha sobre isso. Da mesma forma que o Cel. Nery não escreve sobre Lead-In Fighter Trainer pro Brasil.

  21. O problema não é a união, e sim a forma dela, 80% a 20% é sacanagem, no mínimo 60 a 40 para ser justo.
    e as novas tecnologias adquiridas da área comercial poderão ainda ser aplicadas a área de defesa?

  22. A Embraer nao é mais uma empresa do brasil ..tipo a petrobras..se bem que nao vejo nenhum beneficio nisso..enfim..dessa venda so temos que nos preocupar se os empregos e fabricas continuarao no brasil,porque se der certo…tenho certeza que vai gerar mais empregos, a boeing vai querer uma alta cadencia, coisa que a embraer de hoje dificilmente conseguiria,e por tras disso o governo vai parar de injetar dinheiro la como sempre faz ao se anunciar um novo projeto, foi assim nos anos 80/90/2000 e hoje me dia com o kc..e em breve o gripen, a JV vai ter que se virar sozinha, e a Embraer vai é nadar em dinheiro, pois vai ter seus 20% e ainda uma bela ajuda do governo como sempre

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