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Embraer e FAB comemoram 50 anos do primeiro voo do Bandeirante

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Primeiro voo do Bandeirante

São José dos Campos, 26 de outubro de 2018 – A Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) realizaram hoje uma cerimônia para celebrar os 50 anos do primeiro voo do Bandeirante, avião bimotor que representa um marco na história da indústria aeronáutica nacional e que levou à criação da Embraer em 1969 para a produção em série e comercialização do produto.

O evento recriou a solenidade oficial de 26 de outubro de 1968, quando centenas de convidados testemunharam o voo da aeronave que partiu da pista — na época não pavimentada — de São José dos Campos, interior de São Paulo. A celebração contou com a presença do Ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, do primeiro diretor superintendente da Embraer, engenheiro Ozires Silva, e da atual diretoria e funcionários da Companhia.

“O Bandeirante representou muito mais do que uma aeronave, mas um novo ciclo de transformação da indústria brasileira. Ele representa um Brasil que é aguerrido, capaz de unir competência, talento e inovação”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, CEO e diretor-presidente da Embraer. “Esta data comemorativa nos oferece uma oportunidade para agradecer e celebrar os pioneiros da Embraer e da indústria aeronáutica brasileira, os nossos próprios bandeirantes, que desbravaram as fronteiras da tecnologia aeronáutica. A Embraer é hoje uma empresa que compete em igualdade de condições tecnológicas com as maiores do mundo porque há 50 anos um grupo de engenheiros, projetistas e pilotos ousou trazer à vida uma aeronave que se tornou uma lenda.”

“Os 50 anos do Bandeirante devem ser comemorados sob diversos pontos de vista. Inicialmente como uma continuidade da genialidade e inventividade do brasileiro no campo da aviação. Ademais, o primeiro voo do Bandeirante representa também o início da inserção do Brasil em um contexto de destaque na indústria aeronáutica mundial, por meio da criação da Embraer e do estabelecimento de sucessivas parcerias de sucesso em diversos projetos, os quais após 50 anos projetaram a empresa a um patamar de reconhecimento e excelência incontestável em nível mundial”, disse o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato.

O primeiro protótipo do Bandeirante, então denominado de IPD-6504, realizou o voo de teste inaugural em 22 de outubro de 1968, com a presença da equipe técnica do projeto. O avião, pintado nas cores da FAB, deixou o hangar do X10, do Centro Técnico Aeroespacial (CTA), para decolar às 7h07 e retornou para pouso 50 minutos depois sob o comando do major-aviador José Mariotto Ferreira e do engenheiro de voo Michel Cury. Mas foi somente quatro dias depois que o avião foi apresentado oficialmente a autoridades e jornalistas, e o voo novamente realizado.

Digno de seu nome, o avião Bandeirante liderou o desenvolvimento da aviação regional global e impulsionou a indústria aeronáutica brasileira, com o início de uma história de sucesso que permitiu transformar ciência e tecnologia em engenharia e capacidade industrial, hoje reconhecidas em todos os continentes nos quais voam os aviões fabricados pela Embraer.

Para a construção do primeiro protótipo, decorreram três anos e quatro meses, entre os primeiros estudos preliminares e o voo inaugural. Para isso, foram gastos 110 mil horas de projeto, tendo sido executados 12.000 desenhos de fabricação, 22.000 horas de cálculo estrutural e aerodinâmico e 282.000 horas de fabricação do avião e do seu ferramental.

Ao longo de mais de duas décadas, a Embraer produziu e entregou 498 aviões Bandeirante em diversas configurações civis e militares. Atualmente, cerca de 150 aeronaves estão em operação em linhas aéreas, táxi-aéreos, entidades governamentais e Forças Aéreas nas Américas, Ásia, Africa, Europa e Oriente Médio.

 

Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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fernandoEMB
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fernandoEMB

Estava na cerimônia… Foi muito bacana. Um Bandeirante recebeu as mesmas cores do protótipo e foi feita uma encenação do primeiro voo… Seguido de um show aéreo com o Bandeirante, esquadrilha da fumaça, E190, legacy 650, o novo Praetor… E outros.
O discurso do Ozires foi muito emocionante e muita gente derramou lágrimas.
Esteve presente o Min da Defesa… E outras autoridades.
Depois teve batismo da aeronave e a mesma ficou disponível para os funcionários tirarem fotos, selfies, etc…

Rui Chapéu
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Rui Chapéu

Na foto da linha de montagem o segundo a direita é algum Bandeirulha?

Aquele bico diferente é o radar?

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Tenho é pena dos aviadores e passageiros que tiveram que passar por esse suplício.

Marcelo
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Marcelo

Excelente comentário. Continue assim!

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Ora, obrigado meu caro.
Entretanto, enquanto você o avalia como sendo do mais elevado grau de qualidade, eu avalio esse seu comentário como sendo de baixo grau de qualidade, portanto, pérfido e mesquinho. Muito embora seus comentários já tenham atingido o nível diametralmente oposto ao da excelência, quando apelam para a bajulação de alguns. Falsas lisonjas, tão necessárias e que justificam a sobrevivência de alguns nesse site.
De resto, só me resta dizer a você….deixe-me ver….
Continue assim!

OMAR GONCALVES AGUIAR
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MUito bem Roberto, tenho a mesma posição. Comentários assim são perfeitamente dispensáveis??! Valeu!!!

Marcelo
Visitante
Marcelo

obrigado! continuarei e bem !
PS.: mesquinho é quem desdenha do avião que levou a indústria aeronáutica brasileira a um outro patamar. Quanto à sobrevivência de alguns nesse site não entendi nada. Mas creio que você seja um supra sumo da inteligência por ter achado tanto significado no meu comentário de 4 palavras. Por isso, reitero: continue assim, assim você vai longe! Abraços.

BILL27
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BILL27

https://www.facebook.com/Embraer/videos/304244633742558/

Para quem não viu ao vivo ,aqui tem a cerimonia completa,foi muito bonita

FernandoEMB
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FernandoEMB

Aeronave que marcou a história… Sucesso mundial e razão da criação da Embraer.

Tallguiese
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Tallguiese

E o sucessor dele. Qual vai ser?

Cláudio Severino da Silva
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Cláudio Severino da Silva

Creio que o sucessor foi o Brasília. O próximo, já de outra classe será o KC-390, transporte tático.

Paulo Silva
Visitante

Roberto,

Já voei no tempo que meu pai era da FAB!! É um excelente avião!

Paulo

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Paulo. Certa eu e um antigo comandante estávamos apreciando um velho DC-3 esquecido num canto de um pátio de aeroporto. Eu só fazia elogios ao Douglas, a certa altura, o comandante observou: Uma ‘droga’ de avião! Eu perguntei o porquê de tal cruel sentença, e ele me contou de toda a dificuldade que era voar e operar tal avião no Brasil dos anos sessenta. Mesmo assim, argumentei algumas qualidades da aeronave e ele disse: – Era o que tinha na época! “Era o que tinha na época”. Isso pertence ao contexto de uma avaliação, é somente uma circunstância, um acidente.… Read more »

Marcelo
Visitante
Marcelo

pois é, o Bandeirante é tão ruim que a FAB o opera até hoje e no lugar de adquirir um substituto, resolveu modernizá-lo. Deve ser ruim mesmo…

Paulo Silva
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Concordo

Alfredo RCS
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Alfredo RCS

OFF TOPIC

Avibras – Nova familia de MISSEIS DE CRUZEIRO brasileira:

https://www.reddit.com/r/worldroleplay/comments/6tc1sj/news_brazilian_cruise_missile_developments/

AMC-500, lançada por aviao
AVTM-500, lançada por terra
NMC-750, versao naval

INCRIVEL!!!

Nilo Antonio Rodarte
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Nilo Antonio Rodarte

498 unidades! Nada mal. Um número respeitável para qualquer aeronave, mesmo nos dias atuais.

Delfim
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Delfim

Off
Boletim Informativo da PCERJ de 25/10 informa sobre aquisição de dois helis Avibrás H125 Esquilo.

Delfim
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Delfim

Digo, Helibrás.

André luis
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André luis

Voei no p-95b é uma aeronave muito elegante e versátil.

Pafuncio
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Pafuncio

Gostaria de saber sobre o futuro do Bandeirulha? Será modernizado?

fernandoEMB
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fernandoEMB

Acabou de ser modernizado.

ciceropavei
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ciceropavei

O Brasil não é tão bom assim em tecnologia. Deveria ter avançado mais ao longo do tempo

Marcos10
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Marcos10

Temos pessoas e capacidade para fazer qualquer coisa. O que pesa é a hostilidade contra nossas empresas.

Samuel Toledo
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Muito me entristece não poder ter levado meu avô, que na época trabalhou na linha de montagem do Bandeirante, e viu o primeiro deles voar, com os hangares ainda sem teto, pra essa cerimônia. Mas também, poucos sabiam que ela ocorreria dentro do DCTA.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Visitante

Esforço recompensado de centenas de brasileiros valorosos e visionários, como o Coronel Osires Silva e o Brigadeiro Montenegro.

O Brasil agradece a coragem deles em encarar o que parecia impossível!

Rommelqe
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Rommelqe

Voei bastante no Bandeirante! Do meu ponto de vista foram voos excelentes no que tange à aeronave em si! É inquestionavel sua importancia para o Brasil!

Roberto
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Roberto

Levou e leva esperança, vida e alegria aos rincões do Brasil.
Saltar, aprender a arte e ver a su importância, não tem preço. Orgulho de todos os que trabalharam, voaram ou fazem sua manutenção. Brasil com memória e com visão para o futuro.

Jmgboston
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Jmgboston

Sei que a conparação é desigual por serem aeronaves completamente diferentes em tamanho e propósito mas o tio sam em 1969 estava aposentando mais por motívos políticos pois so construiram 2 protótipos o Xb 70 Valkyrie. Um acidentou porque um caça acertou seus 2 estabilizadores verticais e foi esse a motivação do cancelamento do projeto e o outro esta no museu da Força aérea em Ohio. Fiz essa comparação mais pela coincidência do ano 1969.

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Não pode se deixar de dar crédito ao seu projetista, o francês Max Holste.
. https://en.m.wikipedia.org/wiki/Max_Holste

Dr.Telêmaco
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Dr.Telêmaco

Contagem regressiva para o comentarista “incansável navio de sua majestade” vir aqui lhe confrontar para dizer que isso não pode ser verdade pois franceses só projetam porcarias caras, ineficientes e rainhas de hangar kkkkk

Marcelo
Visitante
Marcelo

Sim, é verdade, foi projetista dos protótipos. Depois foi embora e o avião foi reprojetado para a produção em série. Aliás uma pessoa só não projeta um avião inteiro, essas pessoas lideram e orientam.

Delfim
Visitante
Delfim

Eu sempre achei o projeto original muito… francês. Clássico até demais. Como o Citroen 2cv.
Como dizem os ingleses, existem 3 maneiras de se fazer as coisas : a certa, a errada e a francesa.

Fred
Visitante
Fred

Holste foi mais um orientador que propriamente autor nessa empreitada. Inclusive não houve condição de receber royalties por ele.

Em 1969 Max abandona o projeto que jamais acreditou no sucesso.

Delfim
Visitante
Delfim

Se quer algo bem feito, pague. De graça não espere muito.

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

É engraçado como boa parte dos que aqui comentam, defendem a livre iniciativa, mas que na verdade são meros capitalistas materiais e na sua forma, no entanto, estão empapados das ideias de Engels e de Marx. Northrop, Douglas, Lockheed, Boeing, Grumman, Martin, Curtiss, Republic, Fairchild, Vought, Consolidated, Vultee, McDonnell; isso para não falar das menores, Piper, Cessna, Beech, Taylorcraft, Ryan, Stinson, Sikorsky, Waco; e também para não falar de centenas de pequenos fabricantes fornecedores de peças e equipamentos espalhados pelos Estados Unidos. Todos eles começaram com seus fundadores em pequenos galpões no subúrbio das grandes cidades, nos interiores dos estados.… Read more »

Delfim
Visitante
Delfim

Gostando ou não, em um país onde o empreendimento privado é visto como exploração, acaba sobrando para o Estado.
Aí o Estado se mete a empreendedor, deixando de cumprir seu papel social. Aí vira cabide deficitário de emprego.
Quando se resolve privatizar, é um Deus-me-acuda.

Paulo Silva
Visitante

Caro Roberto,
Como falei no outro post, meu pai foi da FAB e pilotava o DC 3!Cancei de viajar neste avião guerreiro da segunda grande guerra!Era barulhento pra caramba, mas era o que tinha na época!!Inclusive tive um acidente em Brasília, quando o DC 3 pousou com uma roda só!Mas mesmo assim, aceitava viajar nele!!

Paulo

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Positivo Paulo.
Mas é o que disse acima e alguns não entenderam.
Por que o Bandeirante está sendo modernizado?
Ora, porque não tem dinheiro para coisa melhor.
E porque ele foi salvo pelo contexto. Excesso de encomendas pela feitas pela FAB, quase 100 aeronaves e de certa forma subsidiando a Embraer, e ainda tirando o orçamento para outros tipos de aeronaves.

fernandoEMB
Visitante
fernandoEMB

Interessante… Uma empresa recém criada, sem experiência, estatal… Não se limitou a trabalhar no comodismo de se pendurar em encomendas estatais… Recebeu o projeto de uma aeronave que não teria a menor chance no mercado… Projetada com auxílio e de acordo com a visão do francês Max Holste, e a reprojetou, tornando-a maior, mais moderna e com melhor desempenho. Com apoio do governo conseguiu encomendas do mercado civil e governamental. Mas ainda assim não poderia parar… A demanda não a manteria no curto prazo… Olhou e escutou o mercado externo. Mais uma vez a aeronave foi redesenhada, cresceu novamente, ganhou… Read more »

Fred
Visitante
Fred

O Bandeirante veio antes da Embraer e o grupo do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento envolvido na empreitada tinha experiência em desenvolvimento de projetos aeronáuticos. O escopo do projeto IPD-6504 era a de uma aeronave para atender as demandas nacionais e internacionais por aparelhos para voos regionais. Por isso que o então Coronel Paulo Victor batizou a aeronave de Bandeirante; abriria caminhos. Se o IPD-6504 não tivesse chance de sucesso, ele seria abandonado e teriam partido para outro projeto. A “mira” foi para acertar. Por mais que as similaridades entre o EMB-110 e o Nord 262 possam indicar imensa influência… Read more »

Fred
Visitante
Fred

O fato é que o Bandeirante é expressão de duas décadas do começo de uma brilhante ideia; tornar o Brasil uma das nações dominantes de tecnologia aeroespacial. Tudo começou com a implementação do CTA, num país que não fabricava sequer frigideira, mas que já tinha vocação aeronáutica fortíssima; tivemos Bartolomeu de Gusmão, Julio Cezar Ribeiro de Souza e o nosso caro Santos Dumont. Criamos, pelo Antônio Guedes Muniz, o Muniz M-7, Montávamos T-6 em Lagoa Santa. Faltava-nos abraçar essa vocação e isso começou com o centro de excelência em estudos de engenharia aeronáutica. Depois de estudos e prática, eis que… Read more »

Fred
Visitante
Fred

O Bandeirante foi adquirido pela FAB em substituição ao Beechcraft D18S (C-45).

fernandoEMB
Visitante
fernandoEMB

O Bandeirante pavimentou o caminho para o Brasília no sentido de abrir o mercado mundial para as aeronaves Embraer. Foi o Bandeirante que levou a marca Embraer para os quatro cantos do mundo. Tanto é que alguns operadores do Bandeirante depois se tornariam também operadores do Brasília. A visão inicial de uma família de aeronaves, a família 12X logo foi desfeita e acabou se desenvolvendo aeronaves completamente diferentes, com pouco de comum entre elas. Ou seja nunca foram uma “família”. E sim… O francês não foi o projetista do bandeirante, mas um consultor, um orientador. Mas o Bandeirante não nasceu… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Em relação a Embraer deixar de fabricar o EMB-110 eese concentrar no EMB-120, isso foi uma tendencia mundial. O mundo todo fabricava suas aeronaves Commuter de 19 passageiros e de uma hora para outra migraram para as aeronaves de 30 passageiros. Eram fabricados o Twin Otter, Farchild, Jetstream 31, Donier 228, Nord 262, EMB-110 e outros e as vendas sumiram, todos deixaram de ser fabricados, depois somente o Twin Otter e o Dornier 228 voltaram a produção limitada. Tomaram lugar os EMB-120, Short 330/360 ,Jetstream 41, SAAB 340 que depois foram desbancados pelos ERJ e CRJ entrando na fase do… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Uma correção, eu coloquei o Nord 262 na faixa do EMB-110, mas na verdade foi o Nord 260, protótipo criado por Max Holste para 17 passageiros.
Nord 260 ou Max Holste MH.250 Super Broussard:comment image

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

No livro ‘Airlines of the United States since 1914’ de R.E.G. Davies, esclarece muito bem essa parte da história, mais precisamente no capítulo ‘The Third Level Explosion’ que trata da expansão da aviação do terceiro nível no final dos anos sessenta nos Estados Unidos. Onde a o número de aeronaves saiu de 100 aeronaves em 1964 para 1.000 aeronaves em 1968. Justamente quando do surgimento do Bandeirante. A demanda foi tão grande que aeronaves estrangeiras entraram na competição pelo mercado, como Short Skyvan, o veloz Handley Page Jetstream e outros. O lento de Havilland Twin Otter teve sua hora, barato… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

A versão final que entrou em produção Nord 262 levava 29 passageiros.
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Fred
Visitante
Fred

Muito interessante o comentário. Mas, para o bem da história, devo somente esclarecer alguns pontos; – O IPD-6504 foi desenvolvido para responder em equipamento a uma necessidade do transporte aéreo regional, no Brasil e no exterior. E por que no exterior? Foi compreendido que indústrias aeronáuticas brasileiras anteriores à Embraer não vingaram por não procurarem o mercado externo, com exceção da Neiva, que mantinha relativo sucesso produzindo aeronaves sob licença para o mercado interno. Assim, feito o protótipo, a comercialização e a produção seriada deveria estar a cargo de um empresa, e então criou-se a Embraer. Desde o primeiro dia… Read more »

FernandoEMB
Visitante
FernandoEMB

Fred… muito bom. Mas também acho que alguns pontos devem ser melhor explicados e esclarecidos. Como por exemplo o fato da primeira exportação do Bandeirante ter ocorrido para o Uruguai (Força Aérea) e a segunda para o Chile (Marinha). (em 1975 e 1976). A venda para a Air Littoral foi emblemática por se tratar de uma venda a uma empresa do velho continente. Mas entende que talvez estivesse pensando na primeira exportação para uso comercial. Não disse que a família 12X foi “logo descartada”… mas que os conceitos evoluíram e o conceito de “família” de aeronave deu lugar a aeronaves… Read more »

sergio ribamar ferreira
Visitante

Excelentes comentários. Como se aprende sobre evolução de uma empresa. Parabéns a todos. A Embraer fez sucesso no passado para um propósito e continuará fazendo sucesso no presente e futuro. parabéns a FAB, fundadores-projetistas, técnicos e engenheiros do passado, presente e futuro. Embraer sempre. sim, começou estatal, foi privatizada e (minha opinião) continua fazendo sucesso.

Baschera
Visitante
Baschera

Mas as coisas não vão bem, atualmente, para a EMB.
Vejam o prejú que o “zero uno” do KC-390 provocou…além do fato que as outras divisões também estão “roendo a corda”.

https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2018/10/30/embraer-registra-prejuizo-de-r84-mi-no-3-tri.htm

Sds.