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Vídeo: Chegada do KC-390 a Brasília para o Dia do Aviador

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Assista no vídeo acima da chegada do Embraer KC-390 a Brasília-DF, para entrega oficial à FAB, amanhã – Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira.

A data marca os 112 anos do primeiro voo do 14 Bis, realizado em 1906 por Alberto Santos Dumont no Campo de Campo de Bagatelle, em Paris.

Na capital federal, as celebrações serão realizadas na Ala 1 (Base Aérea de Brasília), às 10h30, com as presenças do presidente da República, do ministro da Defesa e do comandante da Aeronáutica. Haverá sobrevoo de aeronaves da FAB e do KC-390 durante a cerimônia.

Durante o evento será realizada a imposição da Ordem do Mérito Aeronáutico (OMA). Neste ano, a mais importante condecoração da FAB será destinada a 505 agraciados, sendo 63 no exterior. No Distrito Federal (DF), serão agraciadas 232 pessoas.

72 COMMENTS

  1. Finalmente o primeiro KC-390, ainda veremos o dia da entrega do ultimo para a FAB!

    Apesar de todos os problemas financeiros e incidentes o programa do KC-390 mostrar ser vencedor!

    Saudações!

      • Se vc comparar com programas turbulentos, feito o europeu A-400 e o americano F-35… vc tem razão…
        Mas o fato é q o cronograma de entregas foi afetado por problemas de repasses de dinheiro, por parte do GF, e os dois incidentes com os protótipos (primeiro o stall e segundo a malfadada decolagem abortada)…

      • Depois de varar uma pista de cinco mil metros, parar no brejo sem o piso da fuselagem, amassado e rasgado como se fosse uma lata de refrigerante. Depois de despencar céu a baixo, de ponta-cabeça, soltando peças pelos ares, a tripulação conseguir pousar com seus corações já saindo pela boca. Dizer que foi “bem tranquilo” ?
        Poxa pessoal , então o Jeff Bridges naquela cena do avião no filme Fearless (1993) deve sofrer de síndrome do pânico!

        • Mas, nessa fase de testes os protótipos não estão ali para serem levados aos extremos?
          Acredito que os limites da aeronave serão definidos a partir dos resultados destes testes agressivos, não é?
          Se não me engano, Gripen e AMX tiveram queda de protótipos, inclusive com fatalidade, e foram considerados um sucesso.

          • Não é bem isso.
            Vamos dizer que “extremo” ficaria mais apropriado a uma aeronave de testes.
            Aeronaves protótipos simplesmente antecipam, ou fazem conhecer, na prática, o que previamente já foi calculado. Portanto, a velocidade máxima que já foi previamente calculada, será demonstrada no protótipo. assim como outros limites. Note que nos manuais de voo, é comum palavras como: limite, máximo, nunca, proibido, demonstrado, etc; porém, a palavra “extremo” é praticamente inexistente.
            Acidentes são ocorrências que não devem acontecer, jamais, em nenhuma hipótese. E quando acontecem, provam que houve erro. Daí, nasce outro erro absurdo, que é dizer que é errando que se aprende. Não! É acertando que se aprende. Ninguém aprende fazendo 2+2=5, se aprende quando se ensina que 2+2=4.
            Nem mesmo aeronaves de testes, que vão aos “extremos”, os acidentes acontecem, pela simples razão que até mesmo a destruição da estrutura já era prevista, portanto e muito obviamente, não é um acidente. O protótipo é feito justamente para que o acidente não ocorra. Dizer que seja bom que um protótipo sofra um acidente é uma contradição.
            Isso não quer dizer, de maneira nenhuma, que acidentes de protótipos venham a condenar a aeronave, há casos, mas não são regra. Entretanto, na vida, quando não se ganha, se perde. Acidentes trazem custo, atraso, esforço, aborrecimentos, mas isso você até consegue passar para a conta do sujeito que está comprando o avião.
            Infelizmente, existe só uma coisa que é irreparável, não tem preço e ninguém consegue trazer de volta, a vida dos aviadores que morreram nesses aviões.

  2. Neste ano, a mais importante condecoração da FAB será destinada a 505 agraciados, sendo 63 no exterior. No Distrito Federal (DF), serão agraciadas 232 pessoas.

    505 por ano?

    Eu heim, achava que essas medalhas eram algo mais importante, não que davam 505 por ano.

  3. Pessoal mas e ai, não vão dar um nome pra essa ave ai não? Vai ficar assim mesmo: KC_390? Era bom quando a Embraer dava nomes para suas criações!

  4. Esse KC-390 do vídeo deve ser o de matrícula FAB 2852, que é o primeiro de série, que fez seu primeiro voo alguns dias atrás, e que vai substituir o PT-ZNF no programa de certificação, ou seja, a FAB recebe mas “não leva”. Vai ser feita a cerimônia de entrega, coisa e tal, e depois ele volta pra Embraer para continuar no programa de certificação. As primeiras entregas “de fato” devem ocorrer no ano que vem, para início das operações no grupo Kilo e no 1° GTT. Deduzo isso com base nas informações divulgadas nos últimos tempos.

    • Corretíssima sua palavras descritas aí…esse seria o avião 003..as a FAB vai receber se fato o primeiro ano que vem..que seria o 004…digo esses números que são de contagem da fábrica..ou NS.

  5. Que orgulho que dá dessa gente de fibra que produz essas maravilhas.
    Somos infinitamente melhores que a imagem horrorosa que nos vendem. E nos vedam.

    Cumprimentos aos brasileiros envolvidos em toda a empreitada que esse voo de formatura representa.

  6. Eu estava no aeroporto sbbr e vi o KC sobrevoando o pátio. Foi a primeira vez que vi este avião construído e voando! Muita alegria!

  7. DC-3 / C-47 = Dakota.
    Eita Base Aérea essa do Vídeo.
    Boeing 767, Lineage 1000, ACJ- 319, Erj-145, Bandeirante, Learjet 35, Brasília

    • Só p/ deixar claro, o DC-3 ( civil ) nunca teve nome, já as versões militares produzidas durante a 2ªGM, tiveram:
      C-47 Skytrain ou Dakota ( na RAF )
      C-53 Skytrooper ( versão otimizada p/ lançamento de paraquedistas )

    • A Ala 1/BABR nunca foi uma base voltada a guerra, é a sede da corte, sua função é servir ao transporte com o 6° ETA e GTE.
      Para guerra existe a Ala 2/BAAN próxima.

  8. Sim, a Ala 1 é sede das aeronaves executivas da FAB. Mas, acredito que o colega questionou é o grande número de aeronaves no GTE. Para que a presidência da república precisa de 3 aeronaves (1 VC-1 e 2 VC-2), fora os helis (2 VH-35 e 2 VH-36)? Fora os VC-99A, VC-99B e VC-99C que também operam no GTE servindo ministros e outras autoridades. O 6° ETA opera, para missões “militares”, os C-95M e C-98, além dos C-97 (que também podem fazer missões executivas) e mais uma meia-dúzia de Learjet U-35, que basicamente também fazem missões executivas. É muita aeronave para servir a classe política, enquanto a Força se vira para disponibilizar aos outros esquadrões, meios para cumprir sua atividade-fim.

    • Não vejo exagero no GTE, desde a criação do serviço em 1938 pelo Exército por ordem do Pres. Getulio Vargas são atendidos o Pres., Ministros e autoridades no judiciário e legislativo.

      • Tem exagero sim! São 54 autoridades atendidas pelo GTE, depois que o Nine Fingers assumiu. FAB não tem que transportar ministro nem deputado ou senador. Congresso e Ministérios que façam a locação em empresas de táxi aéreo (há dezenas capacitadas), ou, melhor, voem na aviação regular. Força Aérea (em qualquer lugar do mundo) só transporta Presidente e Vice! O Segundo Esquadrão do GTE sangra recursos da área operacional, embora a própria FAB queira nos fazer crer do contrário. Isso é um câncer!

        • Concordo com o Cmte. Acho que deveriam ficar somente as aeronaves do 1. Esquadrão (VC-1 e 2 e VH-35) Até os VH-36, deveriam ser retrofitados para os esquadrões que os operam. Leiloam o resto de VC`s todo. Talvez ficassem uns 3 V-35 para transporte de órgãos e ambulâncias aéreas.

          • Se for para fazer voos de transporte de orgãos os VU-35(LearJet 35) antigos dos anos 80 podem ficar no 6° ETA, não precisam ser transferidos ao GTE.

        • Eu já considero que Ministros e os mais antigos do congresso, senado e judiciário devem ser transportados pelo GTE em viagens a serviço, o que o ex presidente incluiu foram os secretários com status de ministro, isso é criticado por muitos.
          Ir para casa todo final de semana como ACM fazia com o VU-55(LearJet 55) já é exagero.

          • Todos os congressistas brasileiros recebem verba mensal, enorme por sinal, para compra de passagens aéreas. Quer voar, usa essa verba. GTE tem que ser para o presidente e o vice (1 jato tipo o VC-1 e 2 helis) e para o presidente da câmara, o presidente do senado e o presidente do STF. E acabou! São cinco pessoas e suas comitivas….e pra que as comitivas gigantes, onde até o cachorro do assessor do secretário do assistente vai junto? Fora o VC-1 e dois helis, mais uns 3 VC-99 (tanto faz o A, B ou C) ficaria de ótimo tamanho. Dia desses eu estava num voo, decolando de Congonhas pra Porto Alegre, e no taxiamento avistei estacionados lá o VC-1 e os 2 VC-2!! Na realidade, o que acontece é uma farra….e a FAB nào pode fazer muita coisa contra, quem tem que mudar isso acho que é o presidente da república.

        • Pois é, tb acho exagerado:
          Na asa fixa temos: 1 A-319, 2 lineage1000, 11 EMB 145, 12 Learjet 35. total de 26 aviões de transporte, quando no máximo 5 atenderiam (deveriam).

          Na asas rotativas: 2 Eurocopter EC 135, 2 Eurocopter AS332 e talvez 2 EC 725. Talvez esse número de helicópteros seja mais adequado, mas devido a pouca quantidade de asas rotativas na FAB, faz judiar tb.

          • Só umas correções: os Learjet 35 não operam no GTE e sim, no 6° ETA e são 6 aeronaves e não 12. A FAB possui outros 6 Learjet, mas esses são R-35 e operam no 1°/6° GAV em Anápolis. Os helis AS332 (Super Puma VH-34) já foram desativados. Operam sim os 2 VH-35 e 2 VH-36.

  9. Acho que a FAB deveria comprometer-se com o transporte/deslocamento somente do Presidente da República, Vice-Presidente da República, Ministro da Defesa, Comandante da Aeronáutica, Comandante do Exército e Comandante da Marinha, Chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas e o Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República.

  10. Deveriam chamar de KC-390 Hermes, mensageiro dos deuses na mitologia grega, algo bem afeito a um avião de transporte, fora que Hermes é um nome pronunciável em diversas línguas e faz contraposição aos C-130 Hércules e A-400 Atlas.

  11. Quanto ao nome,…despencou do céu mas não bateu, varou a pista em alta velocidade e não se despedaçou. Então o nome é…IMPOSSIBLE, em inglês pra vender mais.

  12. KC 390 = Grande conquista não só da Embraer, mas da Nação brasileira através de sua Força Aérea!

    Justamente sobre essa Força Aérea, cabem algumas observações leigas:

    Está mais que na hora de se romper com o pernicioso conceito das autoridades nacionais (independente do Poder) serem “servidas” ao custo do contribuinte! Sempre remeto aos exemplos de países mais desenvolvidos político-socialmente, no qual, prevalece o sentimento de “servir a Nação em detrimento de ser servido por ela”.

    Por que não, nosso próximo presidente, Magistrado maior da República (por sinal a ser eleito amanhã!), não aproveitar o momento e dar o exemplo à Nação?

    – Redistribuir as aeronaves do GTE, em sua totalidade, para as demais unidades de transporte (inclusive adotando a pintura padrão da Força) e havendo necessidade de transporte do Chefe de Estado, este requisitar o transporte e a aeronave ser selecionada dentre toda frota de aeronaves, utilizando então, um transporte idêntico ao utilizado pelos demais servidores do Estado brasileiro.

    Este gesto, simples, teria um imenso potencial pedagógico, uma vez que o exemplo “viria de cima”, estaria voando desde o Bandeirante até o 767, independente de preciosismos decorativos de interior, assim também com relação as aeronaves de asas rotativas, necessitando de heli-transporte, estaria voando o que de melhor estivesse disponível na região visitada, seja um UH 1 H até um EC 725.

    Sinceramente, não “cairia pedaço” de nenhuma autoridade! Cairiam sim, os custos operacionais, uma vez que seriam aproveitados TODOS os meios em condição de vôo da Força Aérea, seria um exemplo fortíssimo de valorização do binômio recursos públicos e das equipagens da Força Aérea, que teriam, TODOS a possibilidade de cumprirem a honrosa missão de transportar o Chefe da Nação.

    Existiria maior motivação para uma equipagem de C 95 receber a bordo para uma missão de transporte o Presidente da República?

    Sei que vários “senões” serão registrados em oposição a ideia, como já veiculado, segurança., comunicações, conforto, etc… mas, sinceramente, não vejo necessidade nenhuma de um aparato milionário de aeronaves dedicadas, com pompa, por absoluta falta de sintonia com a realidade do nosso amado país!

    Como diz sempre o Comandante Robinson, “FÉ NO BRASIL”, que amanhã possamos exercer com Sabedoria nosso sufrágio!

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