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Saab afirma que o desenvolvimento do Gripen E é mais eficiente

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Saab Gripen E
Saab JAS 39E Gripen

A Saab, as Forças Armadas Suecas e a Administração Sueca de Materiais de Defesa (FMV) compartilham uma longa história de cooperação. No desenvolvimento do Gripen E, essa cooperação está sendo aprimorada, pois as três organizações estão agora realizando uma validação e verificação conjuntas do sistema de aeronaves de combate.

No desenvolvimento de versões anteriores do Gripen, a validação e a verificação foram geralmente realizadas de forma consecutiva. Realizar a verificação conjunta em que as três partes participam desde o início resulta em maior sofisticação e eficiência nas operações. O número de testes repetidos é reduzido e quaisquer medidas que precisem ser implementadas são reconhecidas anteriormente.

– Estou muito feliz com a cooperação reforçada entre a Saab, a FMV e as Forças Armadas da Suécia. Acredito que esta é a chave para o sucesso e para a entrega no prazo e de acordo com o que é acordado com o cliente. Continuaremos a desenvolver e fortalecer nossa cooperação para maior eficiência no programa, diz Jonas Hjelm, chefe da área de negócios da Saab Aeronautics.

O projeto industrial mais importante da Suécia?

“Testes conjuntos nos dão a oportunidade de colaborar com a indústria em um estágio ainda anterior de desenvolvimento. Isso reduz o risco de retrabalho tardio e caro no programa de desenvolvimento. Além disso, talvez seja o maior e mais importante projeto industrial da Suécia de tecnologia de ponta. E, por essa razão, é também muito emocionante fazer parte disso, “diz Niklas Englund, gerente de projeto da FMV Test & Evaluation.

A validação confirma se construímos o produto correto, ou seja, ele mostra que a aeronave é operacionalmente viável e capaz das funções pretendidas, enquanto a verificação confirma se o produto está corretamente construído – que os requisitos foram atendidos. No início do processo conjunto para confirmar o acima, cada parte especifica o que precisa testar. Estes requisitos de teste são posteriormente comparados e um requisito conjunto é formulado.

Saab JAS 39E Gripen
Saab JAS 39E Gripen

Uso otimizado de recursos na aviação sueca

“Isso significa que testes duplicados ou muito semelhantes são eliminados e acabamos com um número reduzido de testes em comparação com antes. O tempo e o dinheiro são economizados em um programa consolidado e a qualidade aumenta quando o cliente e o usuário estão envolvidos. Simplificando, aproveitamos ao máximo os recursos existentes na aviação e aeroespacial suecas”, disse Johan Gingberg, responsável pela validação e verificação conjunta no departamento de testes de voo da Saab.

O requisito do teste conjunto culmina em uma especificação de requisito de teste conjunto, que serve como base para a avaliação de recursos, por exemplo, quantas sessões precisam ser realizadas. Também constitui dados de entrada para um programa de teste de voo. Este programa irá então governar a execução, assim como o relatório final.

“Trabalhamos sempre em equipes integradas, compostas de representantes de todas as três organizações. A exigência de teste conjunto é formulada no que chamamos de Equipes de Coordenação e, durante a execução real dos testes, são as Equipes Integradas de Teste (ITT) que trabalham juntas”, diz Johan.

Até o momento, dez ITTs foram estabelecidos nas áreas de radar, IRST, suporte à decisão, reabastecimento aéreo, Sistema de Suporte à Missão (MSS), equipamento do piloto / sistemas de emergência, Guerra Eletrônica (EW), armas e operação e manutenção. Nos últimos anos, um piloto, engenheiros de teste e técnicos da FMV participaram do trabalho na Saab.

Saab JAS 39E Gripen
Saab JAS 39E Gripen

Três organizações trabalhando para o mesmo objetivo

Os resultados coletados durante os testes são analisados ​​e depois compartilhados entre as três organizações com o desenvolvimento da aeronave, como o departamento de desenvolvimento de sistemas.

“Temos vários sistemas que estão sendo integrados e testados no momento, incluindo sistemas táticos em diferentes aeronaves de teste Gripen E, incluindo o novo cockpit para o Gripen E. Estamos em um período de testes cada vez mais ocupado e o feedback que recebemos dos testes é inestimável para o contínuo desenvolvimento e conclusão dos sistemas.

A validação e a verificação conjuntas são pré-requisitos para termos sucesso juntos na manutenção do alto ritmo nos testes. Ter três organizações trabalhando com o mesmo objetivo – entregar o que o cliente final quer – é uma força incrível”, diz o líder do projeto Karin Brinkebäck, Gripen E Systems Development na Saab.

FONTE: Saab

88 COMMENTS

  1. “Além disso, talvez seja o maior e mais importante projeto industrial da Suécia de tecnologia de ponta.”

    Pois é, os suecos sabem da importância de projetos na indústria aeronáutica, mesmo sendo um país com desenvolvimento industrial avançado em várias áreas. Por isso tenho tanta dificuldade em entender quem defende o desmantelamento/desmembramento da Embraer, em nome do tal “mercado”. Juro, não tem a ver com ideologia. Eu simplesmente não entendo mesmo.

    • Me parece simples: a Saab é privada. Tem no governo sueco seu maior cliente, mas consegue ser competitiva nas áreas que atua – de carros de passeio a caças. Porque o ambiente de negócios na Suécia não é hostil.

      A Embraer até conseguiria o mesmo, não fosse as políticas desastradas do nosso governo e da Boeing no Canadá, que acabou no cancelamento da compra dos Super Hornet pra RCAF (tiro no pé 1), jogou a série de jatos regionais da Bombardier no colo da Airbus (tiro no pé 2) e tornou a CSeries num competidor grande demais pra Embraer (tiro no nosso pé).

      Talvez, se antes disso, o governo reconhecesse a Embraer como a empresa estratégica que ela é e reduzisse a carga tributária e burocrática, a empresa estivesse saudável o bastante pra ir pra mesa de negociações com mais forca. Mas a postura do nosso governo é oposta a isso. A indústria bélica nacional mal consegue produzir pra ter alguma autonomia porque é sobretaxada e enfrenta ainda mais burocracia que empresas muito menos vitais.

      Acredito que o mal não está nas empresas serem abertas ao mercado, pelo contrário, com mais abertura, poderíamos ter empresas competindo em pé de igualdade com as estrangeiras – tendo nas nossas forças seu cliente principal, mas buscando outros mercados, como as grandes nesse setor fazem. Mas com o governo tornando cada passo três vezes mais complicado do que deveria, fica difícil manter um nível competitivo.

      • 1. A divisão automotiva da SAAB nunca foi competitiva e já faliu faz tempo
        2. A Suécia tem a maior carga tributária do mundo, é o dobro da brasileira, o ambiente não é hostil?
        3. O lobby dos “pacifistas” implica até com o nome das armas, como e o caso do sistema bamse.
        4. O CSeries passa longe de ser um concorrente grande demais para os ejets, isso é falácia de alarmista. A Airbus vende o Cseries com prejuízo e mesmo assim não tem sucesso.
        5. A Embraer vai muito bem, obrigado, tanto que é cobiçada pela Boieng justamente pelo ambiente da industria aeronáutica brasileira, que é a terceira maior do mundo, isso contando a Europa como um todo, se comparar por país, o Brasil só fica atrás dos EUA. O ambiente brasileiro é tão hostil que a Boieng sai de lá dos EUA para produzir aqui por ser mais fácil e barato
        6. A industria de defesa ganha fortunas em subsidio, como é o caso do FINEP. Tem muita empresa por aí que só está aberta para receber dinheiro do governo, a Mectron mesmo era uma.
        7. “com mais abertura, poderíamos ter empresas competindo em pé de igualdade com as estrangeiras” Isso nunca aconteceu na história da humanidade. Vá ver se as nações de ponta trabalham assim, eles protegem as empresas nacionais ou abrem as pernas para o que é de fora? Economia aberta é economia engolida pela lei do mais forte. A justificativa para a venda da Embraer não é justamente o protecionismo e o lobby dos governos europeus e americano? Não dizem que a embraer vai falir justamente porque o governo brasileiro não faz frente ao lobby estrangeiro?

        • Cuidado com as análises sumárias. Na Suécia a alíquota máxima PJ é 22% mas as empresas podem deduzir 50% do lucro para formar reserva isenta de impostos. No Brasil, a alíquota máxima PJ é de 15% +PIS (1,65%) + COFINS (7,6%)+ CSLL (9%) + IR (10%) + IPI + ICMS + INSS + FGTS… Em média vai dar 38,73% sobre o Lucro Líquido da PJ. Não vou mencionar impostos sobre Folha Pagamento, mas a quantidade de grandes empresas Suecas deve dizer alguma coisa! Quer falar de pessoa física? Nosso IR parece maneiro com taxa de 27,5% mas temos que pagar o plano de saúde, a faculdade, a escola do filho, um porteiro por falta de segurança etc… E sobre o consumo? Dá uma olhada aí na futura de energia! Na minha consta 30% ICMS + Pasep 0,66% + Cofins 2,89%. Mas eu também não gosto da Suécia, prefiro outro país onde meu creme de barbear que por aqui custa 28,00 lá eu pago 4,00 (reais). Alguém aí afim de organizar uma caravana? Abraços!

          • Eu acho que você está vendo muitos youtubers imigrantes. A Suécia não tem um grande número de grandes empresas, ela tem uma única família muito rica, dona da ABB, da Atlas corp, da Ericson etc… O custo de vida na Suécia é astronômico, diferente do Brasil, quem tem custo de vida baixo, ainda mais comparado aos países ricos como a Suécia, Suíça, Dinamarca etc… E refaça as contas, se a carga tributária é 22%, como ela pode chegar a 80% do PIB? A Suécia é extremamente taxadora, isso vem da escola de economia deles e da sua politica de bem estar social, ou seja, alguém paga pelo plano de saúde universal, faculdade, escola etc… Não existe almoço grátis, nem aqui e nem na Suécia.

      • Tenho para mim que a questão (desmembramento/desmantelamento da Embraer) tem forte viés ideológico.

        Explico: nenhum regime de governo pós-feudal (capitalismo, socialismo e comunismo) e nenhum modelo econômico (estatizante, “capitalismo de estado”, liberalismo e neo-liberalismo) defende a desindustrialização de uma Nação. Isto em teoria, já que na prática, temos exemplos de sobra da ruína que alguns modelos acarretam (vide Venezuela, só para citar um exemplo atual).

        Vamos ao Brasil. Não uso redes sociais. Nem what’s, nem twitter, nem instagram, nem facebook. Nenhuma. Leio muito. Livros e sites de notícias dos mais variados matizes ideológicos. E também faço questão de ler os comentários nas notícias. Hábito antigo.

        O que tenho lido? Um país que que só fala em “chutar o balde”. Ninguém fala em fabricar baldes. Só chutar. Expurgar isso, eliminar aquilo, acabar com aquilo outro, expulsar aqueles, e por aí vai. Projetos? Só individuais.

        E um projeto de Nação? Toda vez que posto neste espaço, eu miro a Missão proposta pelos editores da Trilogia: Desenvolver uma Mentalidade de Defesa no Brasil. Mas o número de comentários que vão no sentido contrário é absurdo. Leio comentários que parecem defender o fim do país. Quanto à questão da cultura, da “malemolência” dos brasileiros, da “preguiça latino-americana”, do “calor dos trópicos”, sinceramente, não dou a mínima. Convivi e convivo com “latinos tropicais” que de malemolentes não têm nada!!! Trabalham muito, são argutos e antenados. Aqui mesmo no fórum, embora o contato não seja pessoal, identifico claramente pessoas que não têm nada de “malemolentes”.

        Um projeto de Nação. Sem isso, vamos vender não só a Embraer Comercial. Vamos vender o país.

    • Nao é a Embraer que está sendo desmantelada, são as empresas brasileiras. Mais de 400 empresas brasileiras firam ompradas nos últimos anos, a maioria por chineses.
      O Brasil é hostil as empresaa.
      Não muito tempo atras uma tal Odebrecht assinou, com consentimento do governo, um acordo com a EADS. Felizmente o acordo melou.
      O mesmo na área naval. Com os estaleiros nacionais praticamente falindo, a Petrobras preferiu comprar navios de um estaleiro sem qualquer expertise, que requereu ainda por cima ser construído.
      Nao é uma eventual venda da Embraer que irá destruir o Brasil. O que destrói nosso país é nossa cultura.

      • “O que destrói nosso país é nossa cultura.”

        É exatamente isso! A eventual venda da Embraer é o menor de nossos problemas, se é que tal venda possa realmente ser considerada um problema.

      • Tiago e Marcos10, ótimo o comentário de vocês. Na Suécia a tributação das empresas é uma das menores do mundo; oitava economia mais liberal; tarifa média de 1,3% para importação; a dívida pública é baixa; não há salário mínimo; robusta proteção dos direitos à propriedade, não há imposto sobre herança, IPTU máximo de 764 euros; programas para privatização da educação, saúde e previdência; população de 10 milhões habitantes, empresas como Volvo, Scania, Saab, Esab, Atlas Copco, Eletrolux, Ikea, Ericson, H.M, Tetra Pak etc.
        Precisamos criar no país um ambiente propício a pequenos e grandes negócios. Vejam como nosso turismo é fraco! Precisamos aumentar a qualidade no que fazemos, da limpeza do banheiro até à construção de um KC-390, jeitinho não dá muito certo, é preciso seriedade. Buscar a prosperidade não é pecado, pecado é enganar o povo com migalhas e bolsa qualquer coisa. Devemos trabalhar e reconstruir nosso país, os argentinos não irão fazer isso por nós!! Abraços!

      • Já iremos receber o Gripen E/F MLU…
        Agora imaginem se fosse um caça 100% novo.
        Leio sobre o Gripen NG desde 2007, ou seja, mais de uma década.
        Quanto já estão prontos?? 3? 4?
        Enquanto isso a India já recebeu Rafales, o Egito idem.. e por aí vai..
        Ah… Mais tem a TOT me engana que eu gosto, não é..
        Brazilzilzilzilzil….

        • Gripen E MLU?
          Apenas concordaria com você se estivéssemos comprando Gripen’s C/D modernizados.
          O Gripen E, é praticamente um novo caça, a aparência e a semelhança enganam mesmo.
          Iremos receber o caça no estado da arte, com sensores semelhantes aos que estão sendo usados e aplicados em novos caças e modernizações de atuais caças mundo a fora.
          E como disseram acima, ele irá receber constantes modernizações.

        • Pelo que li, os Rafales começaram a ser desenvolvidos em 1985 e só deram entrada em serviço em 2000, 15 anos!
          Não é uma exclusividade do projeto do Gripen, tanta demora entre seu desenvolvimento e sua introdução de fato. Não se trata apenas de uma atualização do Gripen C/D, mas foi desenvolvido um caça praticamente todo novo, conforme tantos artigos apresentados no PA.
          O problema foi o gap, entre a baixa dos M2000 e esperada chegada dos Gripen NG na FAB (algo que poderia ter sido minimizado com um caça tampão, sendo os C/D fortes candidatados), maaaaas os governos corruptos estavam comprometidos com obras superfaturadas para Copa e Olimpíadas, além de outros desfeitos com o dinheiro público, e acharam muito caro alugar ou comprar uns caças que custariam uma pequena porcentagem desses valores desviados (ou os fornecedores não ofereceram contrapartida compensatória para esses corruptos).

        • Paulo Guerreiro, qual a demora? Não entendi! O contrato do Gripen NG está no prazo acertado no contrato que entrou em vigor no final de 2015. Senão vejamos:
          1) Entrega da primeira unidade 48 meses após a entrada em vigor do contrato. Isso significa 2019. A entrega do primeiro avião e série para a FAB (e a Suécia) não será em 2019?
          2) IOC (Initial Operational Capability) em 2021, quando a FAB já terá 12 unidades operando em Anápolis, das quais 5 serão produzidas em 2020 e outras 6 em 2021.
          3) Entregas de mais 9 unidades em 2022, 8 em 2023 e as últimas 7 em 2024.
          4) FOC (Full Operational Capability) em 2024.
          Não existe isso de cronograma moroso. O cronograma está andando exatamente como definido com contrato.
          5) Rodrigo M, como explicou o Cel. Rinaldo Neri, não existirá isso de Gripen E MLU, pois a FAB certamente optou por seguir o mesmo padrão da Suécia, de atualizações a cada 3 ou 3 anos, durante a vida útil da aeronave. E o Gripen NG é um projeto 100% novo pois tem muito pouco em comum com o Gripen A Original, que voou em 1988. O Rafale já está em serviço há muito tempo e, por isso, já tem unidades entregues a outros países. Não há como comparar.

      • Realmente, tem o Rafale: aquele cujo primeiro protótipo voou em 1986, os motores M88 ficaram prontos em 1997 e a versão F1 entrou em serviço em 2004. Velocidade de projeto supersônica (SQN)

        EU acho que o KC-390 está mais rápido, mas considero o desenvolvimento do Gripen numa velocidade razoável. Não é fantástico mas também não é ruim. A inovação flerta com o risco e a pressa pode ser um péssima conselheira. Prefiro mais apuro e cuidado nessa fase do que projetos como o F-35 ou A-400.

        • Renato B,
          Se informe melhor.
          O Gripen teve o primeiro voo em 1988.
          Ah.. Mas era outra versão.. Sim, e o Rafale também, ou você acredita que o Rafale que voa hoje é mesmo de 1986?
          Não estou defendendo o Rafale (Não seria louco de fazer isso neste blog) O citei apenas como um exemplo aleatório, poderia ser outro qualquer..
          Minha critica é em relação a morosidade do cronograma de entrega.
          Mas se você está satisfeito, ok, parabéns.

          • O cronograma dessa versão do Gripen não começou em 88. Se for para fazer uma comparação mais próxima suponho que seria como algo entre o Hornet e o Super Hornet.

            E isso é avião e não carro. É mais complexo e tem que durar mais tempo.

          • De novo..
            Rafale primeiro voo: 1986
            Gripen primeiro voo: 1988
            São basicamente contemporâneos.
            Os dois evoluíram desde então, ao que conhecemos hoje, Rafale F3 e Gripen NG.
            Mais ainda seguindo seu outro exemplo, o Gripen “NG” bem como o Hornet e o SH também são basicamente evoluções do projeto inicial.
            Ou você quer me convencer que são projetos 100% novos? É isso?

          • No que você acredita é problema seu não meu. Meu ponto é que o projeto do NG está andando. Não é incrivelmente rápido, mas para o desenvolvimento de um avião de combate considero dentro do razoável.

            Sem contar que o Gripen vendeu mais que o Rafale.

          • “Sem contar que o Gripen vendeu mais que o Rafale.”
            .
            M E N T I R A, mas não vou entrar nessa agora..
            Não sou corretor de vendas do Rafale, quantos foram vendidos, não me interessa. Pesquise.
            .
            “Meu ponto é que o projeto do NG está andando.”
            Eu disse que não está?
            Disse que o cronograma de ENTREGA para a FAB está moroso.
            Se para você 8 anos desde a escolha (2013) até a entrega dos primeiros a conta-gotas (2021) está ok, parabéns.
            Seu ponto é que você não tem argumentos, então apela para a distorção de dados e da realidade, faz comparações sem pé nem cabeça totalmente fora do contexto, desconhece datas etc..
            Lamentável, esse fórum já foi bem melhor frequentado.

  2. E tome tempo para desenvolver um avião que de certo modo é apenas o alongamento do gripen C. Tanto é que vários dos novos aviônicos serão instalados nos gripen C.
    Ou seja, um pouco mais de espaço e maior autonomia, radar AESA, o GE 414 no lugar so GE 404.
    Mas isso não significa ser um outro avião.
    Pelo menos não para demorar dez anos desenvolvendo.
    O mesmo tempo que a Embraer levou para desenvolver o KC 390, um avião totalmente novo, muito embora também não veja nada demais ou de extrema complexidade.
    Diferentemente do caso da Rússia ao desenvolver o SU 57, um avião realmente novo.
    Ou o F 35…

    • O F-35 começou a ser desenvolvido em 92, com o primeiro voo de protótipo em 2000. O Su-57 começou por volta da mesma época.

      “F-35 development started in 1992 with the origins of the Joint Strike Fighter program and is to culminate in full production in 2018.[23] The X-35 first flew on 24 October 2000 and the F-35A on 15 December 2006. ”

      “In 1979, the Soviet Union outlined a need for a next-generation aircraft intended to enter service in the 1990s. The project was designated the I-90 (Russian: Истребитель, Istrebitel, “Fighter”) and required the fighter to have substantial ground attack capabilities and would eventually replace the MiG-29s and Su-27s in frontline tactical aviation service. The subsequent programme designed to meet these requirements, the MFI (Russian: МФИ, Russian: Многофункциональный фронтовой истребитель, Mnogofunksionalni Frontovoy Istrebitel, “Multifunctional Frontline Fighter”), resulted in Mikoyan’s selection to develop the MiG 1.44.[19] Though not a participant in the MFI, Sukhoi started its own programme in 1983 to develop technologies for a next-generation fighter aircraft, resulting in the S-37, later designated Su-47. Due to a lack of funds after the collapse of the Soviet Union, the MiG 1.44 programme was repeatedly delayed and the first flight of the prototype did not occur until 2000, nine years behind schedule.[19] The MiG 1.44 was subsequently cancelled and a new programme for a next-generation fighter, PAK FA, was initiated.”

  3. Lembro que em 2002 vi num noticiário da BBC que o Chile iria comprar caças F-16 novos. Em 2005 ou 2006, apressado, passei por uma banca de revistas de aeroporto e vi uma revista de aviação com um lindo F-16 num azul acinzentado espetacular, bem estampado na capa. Estava lá, um F-16 chileno novinho fazendo o voo de entrega sobre o estado do Texas.
    O Gripen da FAB já tomou a forma de profecia, um assunto que a escatologia talvez consiga explicar.
    Quando essa coisa chegar aqui vai ter que passar voando batendo asas sobre asilos, hospitais, praças de aposentados e varandas de vovôs, anunciando a chegada do ‘the chosen one’.
    Say amen brother!

    • Segundo um outro comentarista aqui do blog, “só é desenvolvido” quem “tem judeu” (pausa: kkkkkk).
      Não deve ter muitos judeus residindo na Suécia , o que deve explicar a suposta demora do projeto (mais uma: kkkkkk).

    • “essa coisa” ? vc já leu as especificações do Gripen e as comparou com as do f-16? não é pussívis, como diria o saudoso mussum. Sinta-se à vontade para ir morar no Chile, lá tem f-16, e pode deixar a porta aberta por favor!

  4. A SAAB e a Suécia não tinham qualquer pressa em desenvolver a toque de caixa essa “atualização” – não acho tão simples assim como diz, senão seria tão rápido quanto desenvolver uma nova versão do F16 por exemplo.
    E sabemos porque, os Gripen C/D estão em pleno funcionamento e recebendo atualizações, sendo suficientes para os seus países operadores. Colocar mais uma empresa para o desenvolvimento, criando nova fábrica de montagem e ensinando passo a passo como funciona talvez tenha encaixado perfeitamente no cronograma que já tinham.
    Falha foi os governos brasileiros não terem cacife de bancar um caça tampão na FAB, para operar entre o M2000 e o Gripen NG.

      • Ah sim, isso também…
        Lembramos que o FX começou ainda no governo FHC e terminou no governo Dilma – 18 anos!!!
        Um verdadeiro desrespeito para com a FAB, se tivessem escolhido ainda quando era FX (antes de 2006) a FAB já estaria voando muitos caças modernos e sem termos sequer os Mirage 2000 como tampão.

  5. Eu juro que queria entender a pressa deste pessoal em ver o Gripen voando na FAB, até aqui o F-5EM tem dado conta e os Gripen chegarão no momento que os primeiros F-5 modernizados forem saindo de serviço.
    E não tem pressa em encomendar um novo lote pois os F-5EM e A-1M vão voar até 2030.

        • Pois a dotação orçamentária para o ano que vem prevê verba para a continuidade da modernização dos A-1. O cancelamento foi realmente anunciado tempos atrás, mas agora parece que voltaram atrás e vão mesmo modernizar um total de 14 células. O texto da parte do orçamento em que consta a descrição disso foi publicada aqui no PA por outro florista, mas procurei e não achei. Mas, pelo que parece, a ideia é continuar com a modernização. Até porque, tem ao menos 3 prototipos que passaram pela modernização e estão na Embraer ainda, não tendo sido entregues à FAB (monoplaces 5526 e 5530 e biplace 5650). Se somarmos com as células já entregues (monoplaces 5506, 5520 e 5525 e biplace 5652) teríamos 7 células modernizadas. Faltaria “apenas” modernizar outras 7 para fechar as 14 células citadas.

        • Eu sempre defendi que deveriam modernizar ao menos 36 A-1 para o padrão M, o ganho é enorme quando confrontado com o custo da modernização. E o A-1M tem mais espaço na FAB, no médio prazo, que o F-5EM. Pelo menos desafogariam os F-39 até a chegada de um segundo lote de F-39.

          • Talvez tenha sido uma questão de definir qual a prioridade.
            O F-5 é um interceptador, que talvez possa atuar como bombardeiro..
            O A-1 é um bombardeiro, que não pode atuar como interceptador.
            Por aqui o cobertor sempre foi curto..

          • A verba não tem problema pq o Gripen foi compra com empréstimo, e só iremos começar a pagar quando o ultimo gripen for entrego.
            Quanto a interceptação, o F-39 irá realizar essa missão, F-5EM que tem isso como prioridade, perde totalmente a função, sem falar no desgaste das atuais células.
            Por isso acredito que o A-1 tem espaço ainda.

      • Concordo plenamente com o cmte Rinaldo! Deveríamos imediatamente iniciar a modernização de todas as células do A-1 disponíveis. Espero ter essa notícia já no início do próximo ano!

        • Gustavo,
          O inicio do programa de modernização dos F-5 foi decidido muito antes do anuncio do vencedor do programa FX2.
          A FAB não sabia qual aeronave seria escolhida, nem quando, e nem se seria escolhida alguma aeronave..
          Então como eu disse, foi uma questão de eleger uma prioridade naquele momento.

  6. Temos também uma grande preocupação: Não temos artilharia anti-aérea. Não basta somente caças! Isso poucoas pessoas abordam! É um tema urgente!

    Quanto ao GRIPEN, realmente o Brasil estará no Estado da Arte entre as gerações 4++, um Haal muito seleto. Acredito que se o Brasil seguir o caminho do liberalismo, as nossas forças armadas darão um salto em termos de material atualizado.

    • Realmente ,não da para entender como um pais do tamanho do Brasil se defenda ainda com misseis de ombro . Ter avião de caça ,não dispensa uma boa defesa anti aerea.

    • Concordo.
      Parece não haver preocupação alguma.
      Mesmo eeses sistemas modernos de defesa antiaérea já não garantem nada. Mas não ter nada é pior.
      Seria bom também defesa contra mísseis balísticos.
      Percebo muita burocracia e não se faz o feijão com arroz
      Para que 100.000 soldados no exército e nenhum sistema de defesa antiaérea de verdade?
      Qualquer país no oriente médio tem alguma coisa.
      Nem que seja o S 200 ..
      Já não ter nada é complicado…
      Talvez comprar alguns sistemas de Israel.
      Iron Dome, David’s sling e coisa do gênero.

  7. “Leandro Costa 23 de outubro de 2018 at 13:52
    Ainda estou meio pasmo, mesmo sabendo que não deveria ficar, com o cancelamento da modernização dos A-1.”
    .
    Parece-me que não houve cancelamento definitivo da modernização dos AMX, tanto que no projeto de lei orçamentária de 2019 consta previsão de modernização de 3 unidades, recurso no valor de R$ 114 mi (colo abaixo o texto do anexo do projeto).
    Talvez o programa tenha sido suspenso em algum ano devido à falta de verbas, mas esteja sendo retomado. Ou será que o projeto de lei orçamentária é só ficção?? Lógico que a gente só acredita depois que for empenhado o recurso, mas que há previsão de dotação, a isso há.
    Se for possível modernizar 3 por ano, mais os 4 já modernizados, em 2022 já teríamos os 14 modernizados até 2022.

    Adequação, Revitalização e Modernização da Frota de Aeronaves AM-X
    (Projeto A-1M) 05 151 114.000.000
    2058 7U72 0001 Adequação, Revitalização e Modernização da Frota de Aeronaves AM-X
    (Projeto A-1M) – Nacional (Seq: 2484)
    114.000.000
    Produto: Aeronave modernizada (unidade): 3

  8. Continuem testando o Gripen E, sera a nossa nova águia mortal do ar, isso se disponibilizarmos (comprarmos) misseis de ponta, acho que os F-16 nas ultimas versões até se equiparam ao Gripen E em algumas coisas, mas na minha opinião os F-16 estão um pouco abaixo, principalmente a versão que nos foi oferecida na concorrência. Não aceitamos coisa antiquada.

  9. Gosto muito do AMX, por falta de verba da FAB é que ele nunca pôde chegar ao seu potencial máximo, é como o cara que gasta uma grana p/ ter um carro esporte customizado e na hora de comprar o motor V8 c/ Blower saindo do capô, só tem grana p/ um 6 cilindros em linha.
    Minha dúvida é quando ao motor RR Spey, por quanto tempo teriamos condições de mantê-lo sem ter que gastar um absurdo na manutenção, afinal é de uma geração mais antiga, não devem ter muitos ainda operando e pior ainda, c/ perspectiva de serem mantidos em uso por mais uns 8/10 anos.

    • Faz um overhaul dos motores vencidos agora e voa o resto de utilização dos A-1, isso não é problema. Não tem necessidade de se remotorizar os A-1 para se voar mais uns 15 anos, pois se ainda pretendem modernizar mais 10 não deve ser para voar só oito anos.

  10. Na minha opniao deveria modernizar todo o ultimo lote de amx 22 celulas mesmo em ritmo mais lento com mais pelo menos uns 60 f39 que eu acho que nao passa disso para ter pelo menos algum poder de verdade

        • Caso aconteça isso que vc mencionou ,ele vai contrariar os proprios militares que escolheram o Gripen como melhor vetor para a FAB.Ao meu ver não tem mais volta não . Acho mais facil ele implicar com a venda da Embraer

          • isso não ocorrerá ja foi dito pelo mesmo diversas vezes q adora o modelo golden share da embraer e o utilizará em outras privatizações a virem…o q pode ocorrer é a compra de mais meios israelenses e americanos o q para nós será otimo como o b17 é admirador dos eua e trump não me assustaria de uns f35 por aqui no futuro e uns patriots tbm além de kfirs e outros sistemas israelenses b17 afirmou q sua primeira viagem será para israel e a segunda para os eua.

  11. Se o objeto do Gripen E é uma maior qualificação de seus aviônicos, proporcionando mais capacidades de combate, não vejo o porque de não estamos montando células da estrutura em linha de montagem. A aviônica, colocaremos por ultimo. Tipo um upgrade programado. Temos que acelerar essas entregas, eis que os Mike já estão soltando pecinhas (canopi, etc…). Essa série de testes são normais e devem se suceder com mais celeridade.

  12. tem alguma coisa errada…se os gripen irão substituir todos os amx e f5 q no total são 109 e em 2030 todos estarão desativados;o primeiro gripen previsto para o 3ºtrim19 e o ultimo para 2024 de um total de apenas 36, levando em conta q a decisão de compra foi em dez de 2013 serão 11 anos para termos 36, sei q é um projeto em desenvolvimento mais como no brasil tudo atrasa com certeza teremos um deficit de aeronaves pois é impossivel em tempo q a fab encomende q o governo pague e q a embraer produza 74 caças em apenas 6 anos IMPOSSIVEL. creio q teremos o numero ideal só em 2060 q será o mesmo ano de lançamento do nosso sub nuclear ou não rsrs.

    • 109 aeronaves entre F-5 e A-1? Não é tudo isso, não. A FAB possui 43 F-5EM e 5 F-5FM em dotação e na Ala 4 existem entre 15 e 20 A-1 (incluindo os 4 modernizados que foram entregues até agora) e que, se tudo der muito derto, terá 14 células modernizadas no total. Portanto hoje, na melhor das hipóteses, há um total de 68 aeronaves, entre F-5 e A-1. Não houve até o momento nenhuma desativação oficial de nenhuma célula desses dois vetores, mas os A-1 do primeiro e segundo lotes, que não foram modernizados e operavam no Adelfi, estão estocados e muito dificilmente voltarão a voar, sendo praticamente certo que virarão spare parts. Por tudo isso, acredito que haverá, no máximo, um segundo lote de outros 36 F-39.

      • flanker estou meio por fora dos numeros somei 58 amx eram 59 na wiki 53 e f5 43 eram 45 na wiki ta 56 as quantidades atuais da fab estão meio confusas para mim…fez sentido por um tempo somar os 56 e 53 vendo q a intenção da fab eram 110…confuso.

        • A FAB nunca teve 59 A-1. Foram entregues no total 56 (45 mono e 11 biplaces). Foram perdidos 4 em acidentes (3 mono e 1 biplace). Mas, com a centralização do modelo na Ala 4, somado ao processo de modernização (mesmo que em passos de tartaruga), decidiu-se manter em operação os modernizados e, dos não-modernizados, apenas os do 3° lote. Assim, do 3° lote, do qual foram entregues 15 mono e 7 biplaces, restam 12 mono (foram perdidos em acidentes o 5532 e o 5540) – aqui cabe uma correção ao meu post anterior, pois disse lá que não havia ocorrido nenhuma baixa oficial de célula do A-1, porém houve sim. O 5542 foi transformado em monumento, em frente aos prédios do Poker e do Centauro, na Ala 4. Dos biplaces, restam 6 do terceiro lote (foi perdido em acidente o 5656). Dos 12 mono do terceiro lote, um deles (5530) serviu de protótipo no programa de modernização e, pelo que sei, continua na Embraer. Outros protótipos são o 5526 (2° lote) e 5650 (1° lote). Com isso, somando tudo, se considerarmos as células disponíveis do 3° lote e mais as 4 modernizadas já entregues, temos algo em torno de 20 células na Ala 4.
          Quando aos F-5, foram modernizadas 23 células de F-5E do primeiro lote (aqueles que foram recebidos entre 1975 e 1976, novos de fábrica) + 20 F-5E ex-USAF (que foram recebidos entre 1988 e 1989) + 3 F-5F também ex-USAF. Recentemente, foram entregues mais 3 F-5F modernizados, ex-Jordânia. Dos -E, nenhum doi perdido em acidente depois de modernizados. Dos -F, o 4806 fez um pouso “sozinho” nas proximidades da Ala 12, com apenas pequenos estragos, aparentemente. foi recolhido e levado para o PAMA-SP. Não foi divulgado até agora se voltará a voar. Mas, não foi baixado do inventário da FAB. Dos -F ex-Jordânia, doi perdido nesse ano o 4811, também nas proximidades da Ala 12. Com isso, temos 43 EM e 5 FM.
          Finalizando, temos então 48 F-5M e ao redor de 20 A-1.

          • obrigado ai flanker pelos esclarecimentos…chama a atenção mesmo o baixo numero de a-1 e a tendencia é reduzir mais ainda

          • Horatio, para usar somente em Santa Maria em dois Esq. que na prática funcionam hoje como um Esq., 20 aeronaves que serão reduzidas a 14 modernizadas está de bom tamanho.

  13. Comparar Suécia com o Brasil não tem lógica,pois a cidade de São Paulo tem mais habitante que lá,os problemas de educação já foram solucionado a décadas,e é um pais rico que foi atendido pelo plano de adaptação da UE.Além de ser um aliado no EUA de primeira categoria,até pela sua posição estratégica,fora isto eles sabem muito,e o aporte financeiro que o governo deles dá,o incentivam.

    • Ronaldo, concordo com você, na verdade não me preocupo com a Suécia, mas com países periféricos como África do Sul, Nova Zelândia e outros. Estamos jogando tempo e dinheiro fora, brincando de faculdade e de ensino público, tudo enrolação. Qualidade e trabalho sério parece não ser preocupação nacional, única coisa que parece avançar são as favelas. Chega ser ridículo muitos defenderem como opção uma ideologia paleozoica, corrupta e superada, enquanto o que precisamos é entender que o mundo foi e será competitivo, por isso precisamos de ações e alianças que nos permitam criar espaço entre os principais players ao invés de tentar reinventar a roda, o banco mundial, a ordem mundial, a língua inglesa, o dólar, etc. Abraço!

  14. Uma excelente noticia, não quero fazer críticas sobre todas as plataformas, e equipamentos de combate adquiridas mas, é somente uma preocupação em relação ao que temos, e ao que estamos adquirindo, me referindo num contexto geral nos comparando aos outros países, mas o Brasil não tem nenhum projeto stealth que eu tenha tomado conhecimento, nos outros países já existem helicóptero, aviões, submarinos, navios, misseis, e foguetes furtivos, não seria melhor o Brasil construir esse novo submarino que será construído com furtividade, e etc? Não quero fugir do principal assunto abordado, mas é que esse fato do brasil não ter nada furtivo me incomoda, e me passa uma impressão de vulnerabilidade diante dos demais países que já detém essa tecnologia, será que vocês que fazem esse todo esse excelente material jornalístico conseguem nos dar alguma informação sobre quando o Brasil pretende adquirir plataformas furtivas? Eu gostaria muito de saber como andam as intenções das forças armadas de entrarem na era da furtividade!

    Um forte abraço a todos, parabéns pela matéria!!!!!

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