Home Aviação de Treinamento Boeing e Saab vencem concorrência do programa de jatos T-X da USAF

Boeing e Saab vencem concorrência do programa de jatos T-X da USAF

10500
99
Boeing T-X
Boeing T-X

Contrato de US$ 9,2 bilhões inclui 351 jatos, 46 simuladores e equipamentos terrestres associados

ST. LOUIS, 27 de setembro de 2018 – Os pilotos da Força Aérea dos EUA em breve irão treinar para o combate com jatos T-X e simuladores da Boeing [NYSE: BA].

“O anúncio de hoje é a culminação de anos de foco inabalável da equipe da Boeing e da Saab”, disse Leanne Caret, presidente e CEO da Boeing Defense, Space & Security. “É um resultado direto de nosso investimento conjunto no desenvolvimento de um sistema centrado nos requisitos exclusivos da Força Aérea dos EUA. Esperamos que o T-X seja um programa de concessão durante grande parte deste século.”

A Boeing e sua parceira de compartilhamento de risco, Saab, projetaram, desenvolveram e testaram em voo dois jatos totalmente novos e específicos – provando o design do sistema, a repetibilidade na capacidade de fabricação e treinamento.

“Essa seleção permite que nossas duas empresas cumpram um compromisso que assumimos em conjunto há quase cinco anos”, disse Håkan Buskhe, presidente e diretor executivo da Saab. “É uma grande conquista para a nossa parceria com a Boeing e nossa equipe conjunta, e estou ansioso para entregar a primeira aeronave de treinamento para a Força Aérea dos EUA”.

A Boeing agora está liberada para começar a fazer pedidos com seus fornecedores, incluindo a Saab. Mais de 90% das ofertas da Boeing serão feitas nos EUA, suportando mais de 17.000 empregos em 34 estados.

A Saab atende o mercado global com produtos, serviços e soluções líderes mundiais em defesa militar e segurança civil. A Saab tem operações e funcionários em todos os continentes do mundo. Através de um pensamento inovador, colaborativo e pragmático, a Saab desenvolve, adota e aprimora novas tecnologias para atender às necessidades de mudança dos clientes.

FONTE: Boeing

99
Deixe um comentário

avatar
52 Comment threads
47 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
54 Comment authors
L.D.K.AlexCarlos Eduardo GóesCaduCangaceiro Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Satyricon
Visitante
Satyricon

T38fms?

Sidney
Visitante
Sidney

Pena que é feio!

pangloss
Visitante
pangloss

Não achei, não. Até pelo contrário: gostei bastante.

Paulo Neves
Visitante
Paulo Neves

A Baby Hornet!!!

Overandout
Visitante
Overandout

Esperando o comentário sobre um “avião de treinamento desses na fab”

Alex
Visitante
Alex

Ja pensou, um desses na FAB?

kkkkkkk!!

JT8D
Visitante
JT8D

Era disparado o mais bonito dos concorrentes.
O interessante é que ele foi desenvolvido pelas duas maiores parceiras da Embraer: a Saab (na área militar) e a Boeing (na aviação comercial)

Rui chapéu
Visitante
Rui chapéu

Será que vai existir versão armada dele como aconteceu do T-38 pro F-5?

E 300 unidades não é pouco para USAF?

Marcos10
Visitante
Marcos10

Plageando Galvão Bueno: “eu já sabia”!!!

Alguém vai perguntar: Embraer/Brasil ganham alguma coisa com isso? Não! Brasil é um país pi&ca$re@ta, que não paga as contas e não participou do programa.

Robsonmkt
Visitante

Ué, e o porquê o Brasil participaria? O programa é da USAF e não da FAB. Até onde eu sei nenhum outro país está associado à ele.
A Boeing é uma empresa privada e escolheu a Boeing como parceira polis esta nem know how em projetar e produzir caças a um custo acessível.
Com ou sem picareta, não tem nada a ver com a gente mesmo.

ADLER MEDRADO
Visitante
ADLER MEDRADO

Ninguém falou ainda que seria uma ótima opção pra FAB.
Milagre.

BILL27
Visitante
BILL27

Bem que a FAB poderia adquirir umas 24 unidades rs

luiz antonio
Visitante

Poxa! Seria uma excelente opção para a FAB! Calma ADLER, esqueci tecla “Hironia” pressionada….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Agora Sério: Essas coisas demonstram como somos primitivos e desgraçadamente ruins quando se trata de Programas de Estado. É inevitável não esbarrar na política e nos políticos do Brasil que asfixiaram as Forças Armadas. Assim, devemos pedir a Deus todos os dias, pelo manos duas vezes por dia, para que o F-39 surja, porque esta difícil de crer. Todos os dias procuro notícias com o coração nas mãos esperando aquela manchete (como no PN): “Corte no Orçamento de 2019 preocupa…..” e por aí vai. Meu Deus… Read more »

luiz antonio
Visitante

Desculpe-me. Não sei onde tirei essa de Hironia com “H”. Esse p.. pega

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

É interessante a relação de desses treinadores com os caças, um tipo de reciprocidade entre os estágios, levar ao máximo o piloto à realidade dos caças, mas ao mesmo tempo, trazer ao máximo a realidade do caça ao avião treinador. A aeronave é uma mistura de caça e treinador. Aviões que não só simulem, mas têm verdadeiramente características dos caças de alta performance. Como por exemplo, situações comuns na aviação de caça. Na América, é comum aeronaves de caça, quando operando em aeródromos exclusivamente de uso militar, fazerem o tráfego de aproximação visual tirando a máxima performance de seus aviões.… Read more »

Ozawa
Visitante
Ozawa

Belíssimo texto, como lhe é peculiar. Simplesmente a sensação de estar num simulador retórico de vôo . . .

Roberto F. Santana
Visitante
Roberto F. Santana

Obrigado Ozawa.
Confesso que sou sensível a certos relatos. Outro dia li um episódio em que um piloto de Hawker Sea Fury narrava seu pouso num porta-aviões inglês durante uma nevasca na Guerra da Coreia. Fiquei com minhas mãos suadas!
E o Cougar tentando pousar aquele F-14?!
Não, eu não aguento….rsrsrs.

Jorge alberto
Visitante
Jorge alberto

Nos mande o link pf…. Rs

Obg

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

É um livro, Furies and Fireflies over Korea, de Graham Thomas.

Mas aqui pode-se ter uma ideia do era pousar o Sea Fury nesses porta-aviões:

https://www.youtube.com/watch?v=MKylHYld4rs

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Roberto, você deve ter adorado a série de livros do Edward H. Sims e o ‘Flight of the Intruder’ do Coontz hehehehe.

Além desses clássicos, eu lhe recomendaria, se é que já não conhece, o incrível ‘Scream of Eagles’ do Robert K. Wilcox. Se não conhece, tenho certeza que vai gostar 🙂

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

Eu lembro do ‘A Epopéia dos Pilotos de Caça’. Já sobre ‘Flight of the Intruder’, eu não leio livros de ficção, romances, etc. Sobre aviação, gosto de relatos históricos ou livros técnicos, e não resisto a um livro com bastante ilustrações.
Atualmente estou lendo ‘The Chaco Air War 1932-35: The First Modern Air War in Latin America’ de Antonio Sapienza, muito bom.
Obrigado pelas sugestões, vou ler sobre o ‘Scream of Eagles’ .

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Roberto, tente abrir uma excessão sobre o ‘Flight of The Intruder.’ O Coontz era ex-piloto de A-6, e o que mais salta à vista não é o plot do livro em si, mas as descrições sobre as cyclic ops dos porta-aviões, ricas em detalhes que normalmente não vêem à tona. Acredito que irá gostar mesmo sendo um trabalho fictício.

Vou dar uma checada no ‘Cacho Air War.’ Achei na Amazon e botei no bookmark. Obrigado pela sugestão!

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Nossa! Uma ode pra dizer o que é um simples tráfego de pilofe. Não sabia que fazia uma coisa tão complicada todo dia. Ainda bem que não morri! Simulador não “simula”? Tá precisando atualizar teu Flight Simulator.

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

Rinaldo. Isso eu sempre soube. Não falo da manobra, mas eu sempre soube que muito do pouco que você alega já ter feito, você meu caro, na realidade, não sabia o que realmente era. Fazia, sabia fazer, mas não compreendia o que fazia. Isso, qualquer mamífero com alguns gramas de massa encefálica consegue imitar. E não satisfeito em admitir a própria ignorância do ato, você ainda consegue errar na qualidade prática da manobra, esta, nada complicada, relativamente fácil de ser feita. Fora, é claro, a imperdoável incompreensão sua da língua inglesa, dando à manobra o nome de uma corruptela caipira… Read more »

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Pilofe é o “aportuguesamento” da palavra inglesa pell off, que significa desfolhar. Vem lá da Itália, onde o 1° GAVCa aprendeu com a USAAF.
Aproveitando o ensejo, saiu o documentário sobre os 35 anos do T-27 na FAB, disponível em http://www.tucano35.com.
Roberto, desculpe, mas, por vezes, você fala muita bobagem. Mas no geral, seus posts são bem embasados. Pelo menos estuda, e leu bons livros.
A la chasse!
Editores, sugiro colocar o link do documentário aqui, como matéria.

nonato
Visitante
nonato

Bom para a Boeing que não estava vendendo nada, bom para a Saab que também estava mal de vendas e por último é um avião novo e especifico.

Alfredo Araujo
Visitante
Alfredo Araujo

kkkkk Vc é o melhor… . Aviões que a Boeing não “estava vendendo”: F-18 SH e Growler, P-8 Poseidon, Ah-64 Apache, Ch-47 Chinook, KC-46 (Boeing 767), F-15 . – Só a Índia, nesse momento, está recebendo / para receber / negociando compra, de Helicópteros Apache e Chinook e jatos P-8i. – O Qatar fechou a compra de F-15. – Israel está p fechar a compra de mais F-15. – A US Navy está sempre beliscando novos lotes de SH e Growlers. – A US Navy ainda está no meio do recebimento de seus P-8 Poseidon. – A Nova Zelândia e… Read more »

nonato
Visitante
nonato

Me referi especialmente a aviões de caça.
F 18 não vende em lugar nenhum.
Todo mundo comprando F 35.
De Certo modo, F 15 e F 18 são caças do passado.
Realmente parece que houve umas vendas para a Arábia Saudita.
Ultimamente, caças de ponta, só dava Lockheed Martin.
F 22, F 35.

Pablo
Visitante
Pablo

O Aereo vai fazer reportagem sobre o ATL-100???

Juscelino S. Noronha.
Visitante
Juscelino S. Noronha.

Seria ótimo o Poder Aéreo fazer uma matéria sobre a Aviação do Exército Brasileiro destacando o DESAER ATL-100 vs. SHORT C-23 SHERPA.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Este ATL-100 é uma proposta de olho na substituição do C-95. É um risco que pode não dar em nada a curto ou médio prazo, pois a FAB nã encomendou o projeto de nenhuma aeronave para substituir os C-95. A Novaer fez a mesma coisa propondo um substituto para o T-25 e quebrou a cara, fizeram um avião semelhante ao Grob G120 que no final das contas pode acabar saindo mais caro para poder dizer que é “Made in Brazil”. Este ATL-100 é a cara do Twin Otter canadense, a Indonésia fez o mesmo desenvolvendo o N219, mas é um… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Até a Cessna fez seu Twin Otter, aliás bem parecido com este projeto brasileiro.
. https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT-Y1XP_0UqsBEdBtyfRBQYKA8hF3f42HR3mcR-vlGJBjrZRrVrbVfn5adn
The new Cessna SkyCourier 408 (left) seen next to the Cessna Caravan 208

RL
Visitante
RL

Particularmente era o meu preferido.

“Pago um pau pra esse avião”.

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

A propósito, a FAB, mesmo tendo encomendado versões biplaces do Gripen, caso enfrente problemas na transição de seus pilotos para o caça sueco, eu tenho uma ideia, talvez funcione:

http://www.airfighters.com/photo/52150/M/Netherlands-Air-Force/Republic-F-84F-Thunderstreak/P-221/

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

O mais importante desse tipo de acento é que ele deve ter um bastão de selfie fixo, pois fica difícil fazer o dito cujo quando a aeronave estiver em movimento.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Eu sou suspeito para falar. Podem me chamar de louco, mas eu acho o Thunderstreak um avião lindo demais. Uma foto dele é meu atual papel de parede no computador. Às vezes assisto ‘Hunters’ só para ficar vendo as cenas aéreas entre os Sabre e os ‘MiGstreaks’ hehehehehe

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

A maior parte dos autores afirma que o F-84F sofria de estabilidade e manobrabilidade, sendo portanto, inferior ao F-86 como caça puro. Apesar de possuir um motor com 7.800 libras de potência, mais que o suficiente para um bom caça diurno.
Sem dúvida, o Thunderstreak tinha uma aparência atrativa.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Na AFA nos anos 80 um velho Brigadeiro nos disse que nos anos 50 em Natal no curso de P-40 que não tinha biplace o instrutor ia de pé do lado de fora nas aulas de taxi e início da corrida de decolagem, depois de vários taxi e início da corrida de decolagem onde não poderia dar potencia total para não arrancar o instrutor da asa o instrutor dava o aluno como pronto e descia o autorizava a decolar sozinho. E o aluno era oriundo do curso dos Afonsos onde voava T-6, para o P-40 era um grande salto. Esta… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Lembrando que como não tinham simuladores realisticos na época, toda instrução no solo tinha que ser desta maneira, com o instrutor do lado de fora sobre a asa ou en cadeirinha dependurada quando não dava para ficar em cima da asa.

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

O F-84F nao tinha steering, as pistas de taxi desses paises da NATO eram bem estreitas. O taxi era feito com freio diferencial, o aviao pesado, caso parasse tinha que aplicar mais motor, ficando facil de passar dos limites de temperatura.
A aeronave era alta e seu sempre presente tanque externo quase encostava no chao.
Qualquer ajuda era bem-vinda.

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

No livro P-47 Thunderbolt no Brasil, o autor, Mauro Lins de Barros, afirma que os pilotos vindos do AT-6D participavam de algumas etapas antes de voarem o Thunderbolt. Treinavam o pouso no AT-6D sem o uso dos flaps, na tentativa de simular a velocidade de pouso do P-47. Após, faziam corridas pela pista, no próprio P-47, o instrutor ia deitado na asa segurando as metralhadoras. Só depois de considerados aptos, eram liberados para o primeiro voo no P-47.

Carlos
Visitante
Carlos

O que é bom para os EUA, é bom pra o Brasilllllll.
kkkkkkk
Pronto

FighterBR
Visitante
FighterBR

Seria uma ótima opção para a FAB.

jagderband#44
Visitante
jagderband#44

Neto do T38 Talon.

jagderband#44
Visitante
jagderband#44

T38 com fibra de carbono e computador sem válvula

Ivanmc
Visitante
Ivanmc

Eu fiquei confuso. Boeing e Saab juntas num mesmo TX. Será que compartilharão o código fonte do Gripen BR? Parece-me um Truste.

Rui Chapéu
Visitante
Rui Chapéu

é um perigo mesmo eles terem que compartilhar o código fonte do Gripen pra atacar o Brasil.

Vai ver que os trocentos F-15,F-16,F-22, F-35,F -18 , B-52, B-2, B-1 não dariam conta dos super 36 gripens heim!

Liguem para a FAB ficar esperta!

Ivanmc
Visitante
Ivanmc

Rui Chapéu, o seu sarcasmo denota uma ignorância total sobre o processo de aquisição do NG para a FAB. Peli menos leia como foi adquirido esses litadores para a FAB antes de ornear. Talvez a FAB deva se aconselhar com você.

Mauricio R.
Visitante

O tão superestimado “código-fonte” do Gripen é propriedade intelectual da Saab.

Guacamole
Visitante
Guacamole

Que loucura.
SAAB ajuda a Embraer a fazer um jato, agora ajuda a Boeing a fazer um em tempo recorde.
Uma pequena notável essa empresa.

Maurício.
Visitante
Maurício.

No início do programa T-X, tinha um pessoal que jurava que o vencedor do T-X seria uma aeronave com características stealth, com baias internas e tudo mais, no final das contas tanto Boeing quanto a Northrop Grumman, apresentaram dois projetos pra lá de tradicionais, o da Northrop Grumman parecia um F-5, e esse aí da Boeing parece uma cruza de F-18 com AMX.

Marcos10
Visitante
Marcos10

Agora vou plagiar o Jobã: “TX é muito para nós, né Galvão”?!

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Parabéns Bob.

Venceu o melhor.

Alex Nogueira
Visitante
Alex Nogueira

Muito bom, principalmente para a SAAB, que provavelmente vai amealhar alguma encomenda para a Suécia(?) também, já que aparentemente está com seus treinadores avançados com idade muito avançada, vai ser muito interessante também uma versão “F” desse treinador, concorrente de peso para o KAI F/A-50 e M-346FT.

Robsonmkt
Visitante

Interessante notar o DNA dos fabricantes americanos no design dos treinadores. No caso da Boeing é notória a semelhança com F-15 e F-18 enquanto no T-50 da KAI, desenvolvido com forte apoio da Lockheed Martin, vê-se claramente a influência do F-16 nas linhas gerais do avião.

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Seria muito bom se a FAB utiliza-se aeronaves de treinamento de última geração para transição de pilotos de caça, não desmerecendo o ST pois é uma tendência em todas as forças aéreas modernas. Esse TX que agora vai receber um nome juntamente com as duas parceiras da FAB Boeing/ SAAB seria perfeito e quem sabe uma versão armada.

Rodrigo
Visitante

Realmente era o mais bonito entre todos os concorrentes (e diz a lenda que Avião bonito voa muito bem ) Será que “sobra” alguma pecinha pra Embraer fabricar ??

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

O detalhe importante desse contrato, é que o custo de desenvolvimento é fixo. Qualquer vacilo no projeto sairá dos bolsos da Boeing.

Marcelo
Visitante
Marcelo

Como deveriam ter feito com o F-35. Pelo menos mostra que o Pentagono aprendeu a licao, e se a dona LM tivesse ganho essa concorrencia com o aviao coreano, seria a premiacao dos incompetentes.

Ivan
Visitante
Ivan

Sim.

Ivan
Visitante
Ivan

SAAB tem experiência em orçamento limitado.

Alex Nogueira
Visitante
Alex Nogueira

Excelente para a SAAB, será que rola venda para a Força Aérea Sueca também? Em substituição dos cançados SK60?
Esperando ancioso para ver uma versão “Fighter” desse jatinho!

Frederico
Visitante
Frederico

Off – alguém sabe que exercícios estão fazendo na base aérea de Anápolis? Há 3 dias que os caças estão voando muito!

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Futuro caça da FAB…

Ivanmc
Visitante
Ivanmc

Eu achei bacana.

Bardini
Visitante
Bardini

Acredito que certamente será adotado pelo suecos, além de outros membros da OTAN…
.
E mais, acredito que essa plataforma pode acabar com a necessidade de desenvolver um caça biposto, no caso dos suecos. Isso, incluindo o caça de próxima geração, que ainda deve ser desenvolvido.

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

Já eu estou achando que não será Bardini. O motivo é a forma como os suecos estão treinando os cadetes. O neófito já aprende a voar num Sk-60, que é análogo ao T-37. Daí passa direto para o Gripen biposto. Nessa sistemática, o novo treinador ficaria caro demais para ser a única aeronave destinada a treinamento pelos suecos. Minhas fichas estão num acordo de cavalheiros com o suíços, o Gripen E/F em troca do PC-21. Outra possibilidade, é a nova versão do Aermacchi M-345, propulsado por uma moderna Williams FJ-44 que os italianos estão preparando para a sua força aérea,… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

“STOCKHOLM — If Boeing and Saab’s trainer wins the U.S. Air Force’s T-X competition, the Swedish Air Force will put serious thought into buying it. If another company nabs the contract, however, Sweden will likely opt for a much less expensive turboprop training aircraft, a Swedish Air Force official said Monday.”
.
https://www.defensenews.com/air/2017/05/09/swedish-air-force-interested-in-boeing-saab-trainer-jet-but-probably-not-other-t-x-options/
.
Mas a questão de um acordo com Suíços faz muito sentido, já que poderia ajudar a viabilizar compra do Gripen por aquele país. É meio que a segunda opção que o texto acima destaca, no caso do vencedor do T-X ser outra aeronave.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Só a Rússia e a Suécia davam toda a instrução em um único jato, a Russia ja desistiu desenvolvendo o YAK-152 a pistão. A tendência é que no futuro com a SAAB fabricando este avião eles partam para um avião mais adequado para a instrução primária e básica, hoje pode ser feita em um mesmo avião como o Grob G120 a pistão ou turbohélice ou com dois aviões como osEUA oua França que usam o Cirrus ou Diamond na primária terceirizada e depois uma aeronave melhor como o T-6 nos EUA e o Grob G120A na França antes do jato… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

A França incluseve está substituindo o TB-30 e o AlphaJet pelo PC-21, usarão o Cirrus, Grob G120A e PC-21.
O tempo vai dizer se é válido ou foi uma economia porca, pois hoje só dois pilotos como teste foram do PC-21 ao Hornet direto na Suiça, a maioria passa pelo F-5F, os outros proprietários de PC-21 modernizaram ou compraram jatos para concluir a formação de pilotos de caça.

Luiz Floriano Alves
Visitante

Ninguem falou, então falo: a SAAB, com sua fábrica de estruturas em S. J. dos Campos poderia, sim, fazer uma versão de caça e ataque leve aqui no Brasil para a FAB e exportação. Seria um meio moderno e dotado da mais avançada aviônica. Ao que parece, tem certas partes em comum com o Grippen.

Bardini
Visitante
Bardini

Já desenvolvemos uma aeronave de ataque leve… Se chama Super Tucano, que até foi exportado para vários países.

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

Esse vetores devidamente armados com mísseis Sidewinder X não é ão superiores aos nossos F-5? Seria viável adquirir uma centena destes para complementar a frota de Gripen NG?

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Com dois concorrentes oferecendo aeronaves testadas e aprovadas(T-50 e M-346) eles foram arriscar em um avião totalmente novo, coisas do lobby, era a vez da Boeing ganhar um grande contrato.
Eles que tem pressa para substituir os T-38 não deveriam ter feito esta escolha sujeita a atrasos e todos os problemas de um novo avião.

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana

Sobre a moderna instrução de aviadores, recomendo o seguinte link, em especial a segunda ilustração:

Roberto F. Santana
Membro
Famed Member
Roberto F. Santana
Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

A Austrália comprou o PC-21 e modernizou os seus Hawk 127 para se enquadrar neste padrão moderno de instrução.
. https://www.airforce.gov.au/technology/aircraft/aviation-training/hawk-127

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Contratou a Cubic para fornecer um pacote de apoio a instrução no solo que inclui estações de debriefing para o Hawk 127, mesmo tendo encomendado o PC-21 com tudo isso. Prova que para algumas Forças Aéreas o jato é essencial na formação do caçador.
. https://blog.executivebiz.com/2017/07/cubic-provides-air-combat-training-systems-for-australias-hawk-127-fleet-modernization/

Guizmo
Visitante
Guizmo

“Seria um bom lift pra Fab”; “A Argentina está sondando”; “Vai vir com Phalanx?”; “Quando a Defensora sai da manutenção?”

Overandout
Visitante
Overandout

kkkkkkk boa

Me lembrou uma figura que sempre perguntava em todos os posts se o Nunão tinha alguma novidade de um dos NPa, acho que era o Maracanã

Ivanmc
Visitante
Ivanmc

Em minha opinião, o lift para a FAB seria o KAI FA-50.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Para os que imaginam este instrutor na FAB, tem que pensar nos custos.
Portugal comprou o T-38 em 1977 e quando chegou a hora de modernizar como os americanos decidiu aposentar, em 1993 optou por aposentar os T-38 que ainda poderiam voar muito e usar os AlphaJets doados pela Alemanha na formação de caçadores que era mais barato de manter.
. https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSmrzUBRvZFthzF78vSMiVSJeaa9QIwoNTVLr2Zd_ZkdN62BjlBjLeCJlqB

Paulo Guerreiro
Visitante
Paulo Guerreiro

Sempre defendi que a Força Aerea Brasileira deveria comprar um Lift como o M-346 por exemplo para substituir no futuro o nosso AMX-A1 mas muitos dizem nao ter necessidade porque o gripen vai fazer cumprir as missões de caça, ataque e treinamento ao mesmo tempo.
E quando Países como os EUA, a Russia, a China, Israel, Italia e outros investem nessa ideia elogiam nos comentários e chamam de genial da pra entender isso

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

Paulo, países diferentes tem necessidades diferentes, e principalmente, quantidade de dinheiro diferente para resolver os problemas. O caça que a FAB vai operar possuirá versão biposto. Os EUA, por exemplo, não possuem nem possuirão bipostos do F-22 e F-35. E é interessante notar que, o piloto americano irá passar de um turboélice semelhante ao AT-29 (T-6), para um treinador de porte e motorização semelhantes ao Gripen F (O Boeing-Saab T-X). Aliás, o piloto brasileiro hoje, sai do AT-29 para o F-5F, o americano do T-6 para o T-38. Percebeu as semelhanças? Agora, dá para justificar mais uma aeronave de instrução… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Clésio Luiz, os que defendem a compra de um instrutor a jato pensam no depois da desativação do F-5, mas com a crise vai ficar no A-29 direto para o F-39 mesmo, nem se a FAB quisesse e precisasse teria condições de comprar um M-346, T-50 ou outro, iria preferir comprar mais F-39.

Joao Moita Jr
Visitante

Bonitinho, parece peixe espada…
Codename Swordfish!!!
E sim, seria uma solução muito atraente para novo lift na FAB. Uma dúzia, talvez.
Mas infelizmente, nas penúrias que andam as forças, deixa pra lá.

Adriano RA
Visitante
Adriano RA

Se não contarmos os 46 simuladores, são US$ 26 mi por avião… Um bom preço, creio.

Delfim
Visitante
Delfim

Nem entro mais nessa. A FAB resolveu colocar todos os ovos numa mesma cesta e vai ser A-29 + F-39F para otimizar recursos tanto em logística quanto em operações, sem um LIFT limitadoconsumindo recursos e os “F” fazendo o que os “E” farão.
As duas questões : se a meta de 108 F-39E/F será atingida. E se a Boeing interagindo com a Saab pode causar algum transtorno.

Cadu
Visitante
Cadu

Me tira uma dúvida, esse número de 108 gripen, é considerado o ideal para a FAB ou o mínimo necessário para a defesa?

Delfim
Visitante
Delfim

Pelas informações do Wiki, vai pesar 3.250kg vazio e 5.500kg máximos. Números próximos ao de um A-29 nas mesmas condições, mas sem condições de combate.
Deve fazer elevado uso de materiais compostos para ter tão pouco peso. Aliás sua razão peso/poência é absurda.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

O T-X será empregado na USAF para o curso de Caça! Os carroceiros NÃO voarão o T-X. No Brasil, o curso de Caça é realizado no A-29, há anos, e assim continuará. O F-5 não será intermediário de nada. Vai ser desativado. Cansei de repetir isso.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Só um complemento, pilotos de bombardeiros também voam o T-38 e voarão o T-X.
.
Instrução na USAF:
-primeira fase: Initial Flight Screening (IFS) com Diamond Da-20 Katana terceirizado
– segunda fase: Primary Training – ENJJPT com T-6A Texan II
-terceira fase especializada:
Advanced Training – Fighter/Bomber ENJJPT com T-38 Talon
Advanced Training – Airlift/Tanker com T-1A Jayhawk
Advanced Training para pilotos de C-130 com T-44 (King Air) na US Navy
Advanced Training – Helicopter com TH-1H

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Interessante que o curso de T-44 Pegasus (Beech King Air) na US Navy só é feito pelos pilotos de C-130 da USAF, porque entendem que piloto de turbohélice deve ser treinado em turbohélice.
Se no futuro a USAF comprar o Boeing/Embraer KC-390 este ramo de formação da USAF perde a finalidade.

Cangaceiro
Visitante
Cangaceiro

Considerando nossos recursos acredito que a FAB está correta.
A-29: treinamento, interceptação low (aviões de traficantes, helicópteros), ataque, Coin
F-39: treinamento, interceptação, ataque

Deve dar um grande ganho em manutenção só manter 2 tipos de aeronaves de combate.

E se no futuro, com muita sorte, mas também muito improvável, formos ter um porta aviões que venha o Grippen Naval.

Luiz Floriano Alves
Visitante

Incrível a resistência e qualidade do projeto do T-38 Talon. Pai do F-5, também outro sucesso de durabilidade e confiança. Acho que todos estão com as horas de vida estourada a muito tempo. Se tivessem alguns “encaixotados” poderíamos trazer (FMS) para a FAB dar duplo comando supersônico, pois, temos poucos F-5 atualmente.

Carlos Eduardo Góes
Visitante
Carlos Eduardo Góes

Esse aviao nao poderia num futuro ter uma versao que venha a substituir nossos AMX? APesar de muitos criticarem, eu vejo com bons olhos sim a aquisição deste meio pela FAB. Formaria um trident de forca junto com o ST (apoio aereo aproximado); TX (Bombardeiro, treinador avancado); F39 (interdicao e superioridade aerea). O Tx viria para complementar, podendo junto aos F39 fazer a patrulha aerea em nossos ceus a um custo vantajoso. JA pensando tambem em uma futura força aviacao naval, seria um excelente meio para treinamento, entao sua aquisicao agora ja seria uma excelente aquisicao economica pensando em medio… Read more »

Luiz Floriano Alves
Visitante

O Brasil não pode deixar de operar um NAe. Nem que seja na configuração mínima. Ou seja um navio pequeno, se comparado aos Q. Elizabeth, por explo. Precisamos de um vetor que permita que a MB possa lançar missões de reconhecimento e ataque longe de suas bases de terra. Um novo Minas Gerais estaria de bom tamanho. Depois se agregam mais alguns.