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Boeing e Embraer criam site para divulgar parceria

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A Boeing e a Embraer criaram o site voandojuntas.com.br para divulgar a joint venture que está sendo proposta para unir as capacidades das duas empresas.

O acordo entre as duas empresas ainda depende de aprovação do governo brasileiro.

Leia abaixo, o texto de apresentação do site:

Unidas para criar a melhor parceria aeroespacial do mundo

O acordo proposto entre Boeing e Embraer cria a mais importante parceria aeroespacial do mundo. As duas empresas somam larga tradição de liderança e inovação, com um portfólio complementar de aeronaves civis e militares, além de um longo histórico de colaboração.

Juntas, Boeing e Embraer entregarão ainda mais valor a clientes, investidores e empregados.

Isso porque as duas empresas se beneficiarão de uma cadeia de suprimento global unificada, de equipes altamente qualificadas, além de uma rede global de serviços e de manutenção.

A aliança torna Boeing e Embraer empresas ainda mais fortes, com acesso a novos mercados, novas frentes de pesquisa e possibilidade de compartilhar as melhores práticas de fabricação e desenvolvimento de aeronaves.

Ao mesmo tempo em que passará a contar com uma plataforma global para ampliar o seu alcance e criar mais oportunidades para sua força de trabalho, a Embraer preservará sua marca, identidade local e presença no Brasil.

Com este acordo, a Boeing ampliará sua presença global e reforçará seus laços com a indústria aeronáutica brasileira. A empresa também está comprometida a honrar e respeitar a importância da Embraer para o Brasil e o legado que ela representa para o povo brasileiro.

Além disso, a parceria atende integralmente aos requisitos de soberania apresentados pelo governo brasileiro e, em particular, pelo Ministério da Defesa e pela Força Aérea Brasileira.

Voando juntas, Boeing e Embraer serão mais fortes.

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ALEXANDRE
1 ano atrás

Quem sabe vem a liberação de venda para nos tupiniquins do Apache

Robsonmkt
Reply to  ALEXANDRE
1 ano atrás

Não vejo nenhuma relação direta entre uma coisa é outra. E, se tivesse, seria o equivalente a trocarmos ouro por espelhos.

Mauricio Veiga
1 ano atrás

O 190 será rebatizado como 727…

Robsonmkt
Reply to  Mauricio Veiga
1 ano atrás

Acho bem possível isso.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Mauricio Veiga
1 ano atrás

ta escrito que a Embraer iria manter sua identidade, então, acho que não

Robsonmkt
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

O texto diz: “a Embraer preservará sua marca, identidade local e presença no Brasil”. Isto garante que o produtos fabricados pela Embraer sairão de sua fábrica com seu logo e sua nomenclatura? Não necessariamente. Pode ser que sim, pode ser que não.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Mauricio Veiga
1 ano atrás

E seria muito estranho, visto que o 727 foi uma aeronave da Boeing que marcou época.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
1 ano atrás

Torcendo aqui pro governo não estragar a parceria.

Canarinho
Canarinho
Reply to  Rui Chapéu
1 ano atrás

Parceria?

Entao ta ne… realmente o Brasil nao perde sua essência de colônia. Porque nao nos declaramos como o proximo estado norte americano?

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Canarinho
1 ano atrás

Colônia não , Republiqueta !!

Vovozao
Vovozao
1 ano atrás

Com este governo entreguista tudo acontece acordo para ceder C L Alcântara, apoio irrestrito venda da Embraer, entrega do Pré-Sal antes término deste mandato. Estamos bem só falta dolarizar nossa economia

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

Pergunta para os entendidos: Dolarizar a economia seria tão mal assim?

Jr
Jr
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

A Argentina apesar de ter uma moeda que não é o dólar oficialmente, tem uma economia dolarizada, bom não sei se isso responde a sua pergunta

Rui chapéu
Rui chapéu
Reply to  Jr
1 ano atrás

Como que é dolarizada se o povo não pode usar dólar?????

A Argentina é justamente um caso em que o país se ferra por não poder usar dólar.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

não.
Só traz mais benefícios.

Se todos pudessem usar dólares como usamos o real haveria concorrência entre moedas. O governo não ia poder imprimir tanto como faz, o que ia segurar os preços e a cotação.

Exemplos: Peru

mais nesse artigo

https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2089

Fernando Vieira
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Você abriria mão de um recurso emergencial (frisando aqui o emergencial) que seria o de poder imprimir dinheiro. Vide a crise de liquidez na Grécia. Ou como os Argentinos sofreram mais que a gente com a crise de 2008. Um país soberano precisa ter, entre outras coisas, forças armadas (ouviu Costa Rica?) e moeda própria. O governo é que precisa ser disciplinado e não gastar mais do que arrecada. Antes do plano Real tínhamos uma hiperinflação justamente porque os governos anteriores achavam que se a conta não fechou era só imprimir mais dinheiro. O Plano Real foi uma sacada genial,… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Interessante, obrigado a todos pelas respostas!

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

Está entrando dinheiro graças aos Royalties do petróleo, quanto mais empresas produzindo petróleo e pagando Royalties melhor. Na Venezuela estatizaram tudo e olha só aonde chegaram, a ineficiência e corrupção do governo sempre falam mais alto.

Marquês de São Vicente
1 ano atrás

Eu venho acompanhando o assunto há bastante tempo. Ainda não tenho certeza se essa joint venture será uma boa para nós. Para Boeing será uma ótima, não tenho dúvida, mas e para o Brasil?
A Embraer Defesa sem o suporte financeiro e, talvez, sem parte do corpo técnico vai se sustentar?

WVJ
WVJ
Reply to  Marquês de São Vicente
1 ano atrás

et vincere nemo dividat
divide to conquer
dividir pra conquistar

A parte de defesa será (ou seria) desmontada no aprofundamento da crise fiscal

Augusto L
Augusto L
Reply to  Marquês de São Vicente
1 ano atrás

Não tem q ser bom para o Brasil, mas para Embraer.

ODST
ODST
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

Errado, tem que ser bom para ambos, principalmente para a nossa soberania, afinal, a Embraer não seria o que é hoje sem a ajuda do estado.

Augusto L
Augusto L
Reply to  ODST
1 ano atrás

Não há nenhuma perda à soberania nacional, a empresa nao desrespeita nenhuma lei brasileira.
E continuará não desrespeitando.
Além do mais é uma empresa privada não deve nada ao estado.

Canarinho
Canarinho
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

Augusto L, me fala que voce esta sendo ironico, por favor..

WVJ
WVJ
Reply to  ODST
1 ano atrás

Exato.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  WVJ
1 ano atrás

O estado quase faliu a Embrear, ela só é oque é hoje pq é uma empresa privada

WVJ
WVJ
Reply to  WVJ
1 ano atrás

Ninguém quer re-estatizar a Embraer, mas, após tanto dinheiro público investido nela, o mínimo que se espera é que ali seja um centro de excelência em tecnologia e pesquisa útil ao país.
A parte de defesa precisa de certo conforto financeiro para continuar avançando em projetos de inovação e isso não se faz com a corda no pescoço.

Lucas HC
Lucas HC
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

Tem que ser bom para o Brasil já que a empresa cresceu e se desenvolveu graças a investimentos públicos de contribuintes brasileiros ou de isenções fiscais do governo brasileiro, meu caro. A ideia equivocada de que empresas de tecnologia se desenvolvem simplesmente por eficiência é uma afronta à inteligência das pessoas. Toda e qualquer empresa de tecnologia, seja europeia, yankeee, asiática ou de onde seja recebe ou recebeu investimento públicos dos governos de seus países sede. Você acha que o GPS surgiu como? Investimento do governo americano para o projeto Navstar da Marinha Americana. E a internet surgiu como? Investimento… Read more »

Victor Filipe
Victor Filipe
1 ano atrás

Eu sei que muita gente aqui é fã da Embraer (assim como eu). porem temos que olhar as coisas de um angulo mais pratico, a Bombardier foi absorvida pela Airbus, e diante desse cenário eu não vejo como a Embraer conseguiria sobreviver sozinha contra as investidas da gigante europeia no seu mercado. A Boeing também perderia uma grana e logo observou isso, estava claro que o objetivo da Boeing no começo era comprar a Embraer (e sejamos sinceros, do ponto de vista deles, eles não estavam errados, era a solução mais pratica) mas rapidamente viram que isso não seria possível,… Read more »

Armando
Armando
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Vai tentar explicar isso para esse pessoal que não vive sem antolhos.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Aonde que a Bombardier foi absolvida? O que foi acordado foi uma joint venture para produção dos Cseries.

Thiago
Thiago
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Verdade brasileiros, deveriam aprender com aquele povo superior, elegido por Deus, os americanos , onde não existe subsídios, lobismo, espionagem industrial. Empresas como Lockheed e Boeing nunca foram privilégiadas ou sustentadas pelo governo deles. Exemplos de honestidade, nunca houve corrupção por lá. Brasileiros são burros , ineficientes e corruptos. Aprendam com eles. Vieram para nos ajudar , seus burros.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Somente uma observação, a Airbus não comprou a Bombardier. Adquiriu 50,1% do Programa CSeries. A Bombardier continua como produtora independente de aviões, executivos e comerciais, além de participar de alguns programas militares com aeronaves de ISR.
Não seria o caso da Embraer, que venderia todo o portfólio da aviação comercial para a Boeing, ficando com a aviação executiva e a militar. Ou seja, a Embraer sairia do segmento mais importante no qual atua, se limitando aos segmentos menos relevantes.

Augusto L
Augusto L
Reply to  EduardoSP
1 ano atrás

Na verdade é bem igual, o Cseries é o unico produto viavel da Bombardier, sendo o DHC-8 e os CRJs tendo vendas hj insignificantes.
E a parte militar da Embraer pode utilizar dos projetos de aviões civis antes da joint venture.
Mas a 2 já deram a entender que vão criar outra joint venture para essas operações e talvez ocom o KC-390 envolvido.
Acredito que essa segunda joint venture sera mais igual no shareholders.

Canarinho
Canarinho
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

Voce so esqueceu de falar que lá ela vai ficar com praticamente 50% da joint venture enquanto aqui….

Eh cada um que aparece….

Marcelo-SP
Marcelo-SP
Reply to  EduardoSP
1 ano atrás

Além disso, a Boeing está pagando pelo share na Embraer. A Airbus pagou apenas um mísero dólar por metade do share no C-Series. Não quero dizer que u é bonzinho e outro não. Ambos pagaram o que valia para o mercado.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Estas caindo no canto da Sereia ,não fazendo este acordo com tempo nós a perderemos ( tu afirmas ) , e fazendo nós a perderemos agora ( afirmo eu ) , então vamos tentar sobreviver sem este acordo caracu , vamos pagar para ver , e certamente aposto que não a perderemos . Acordo ( parceria 80% X 20% ) , procurem no dicionário se é possível chamar de parceria ! !

Marcio
Marcio
1 ano atrás

Adeus Embraer! Engolida pela Boeing, como disse alguem, ” é a terceira maior fabricante de aviões”. Era….! Falta de projetos de aeronaves a hélice para outros nichos de mercados como tinha anteriormente na década 80/90, (Piper Seneca, Navajo e Tupi, Bandeirante, Brasília e Xingu). Falta de uma política de aviação regional para incrementar a indústria de aviões regionais com rotas curtas em todo o país. Falta de projetos de aviões cargueiros e anfíbios. Mais fácil entregar a empresa como sempre o empresariado brasileiro fez. Varias empresas genuinamente brasileiras foram vendidas ao estrangeiro. Não temos uma marca brasileira de automóvel, celular… Read more »

Canarinho
Canarinho
Reply to  Marcio
1 ano atrás

Marcio nem me fale, isso é triste demais. O problema é que o pessoal na arena internacional nao joga limpo. Se eles decidirem que vao comprar tal empresa usam de todo seu aparato de pressão política e econômica. Promovem dumping, lobbies agressivos… o que for necessário. As vezes nem eh culpa do empresario, mas da conjuntura que praticamente o forca a vender. Por isso digo que nessas horas deveria haver orgaos reguladores ( que nao fossem subordanos) que impedissem isso Imagina alguém chegar e falar que compra o Lockheed??? Nunca, jamais!!! A empresa pode estar ruim das pernas que o… Read more »

Ozawa
Ozawa
1 ano atrás

Na metáfora do tema informático essa página da joint venture ainda está “carregando” . . . E, ao fim, caso demore a abrir, ainda pode surgir na tela uma caixa de texto com a mensagem: “Tente outra vez” . . .

Marcio
Marcio
1 ano atrás

Entreguistas x Nacionalistas
Nós podemos entregar nossas empresas, se não fazemos somos chamados nacionalistas atrasados e colocamos a culpa na errada ideologia histórica de protecionismo, se fazemos somos tachados de entreguistas, modernos, liberais e globalizados, “tudo junto e misturado”. Minha pergunta é…! Os paises que compram nossas empresas são o quê? Estados Unidos, China, Canadá, França, Alemanha, Reino Unido e tantos outros, são o quê? Eles podem ser nacionalistas agregando empresas aos seus paises se enriquecendo financeiramente e tecnologicamente, nós… não! Juro que não entendo essa mentalidade achista dos pseudos gestores empresariais brasileiro.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Marcio
1 ano atrás

A Chrysler é de onde/quem mesmo?

Canarinho
Canarinho
Reply to  Leandro Costa
1 ano atrás

A chrysler era apenas uma entre as VARIAS empresas do ramo automobilsitico que os EUA permitiram que fossem adquirida.

Muito diferente do contexto de outro pais abaixo da linha do equador. E por falar em Chrysler, voce conhece uma tal de General Motors, e uma recente crise financeira que ela teve? Poderia me falar nessas circunstancias para qual pais ela foi vendida?

Augusto L
Augusto L
Reply to  Marcio
1 ano atrás

Eles só são nacionalistas se a China comprar as empresas deles, se falando de ocidente, entre eles mesmos não há isso, a França por exemplo vendeu sua empresa nuclear para uma empresa americana.
O governo britânico não xiou quando a Tata comprou a Land Rover, nem quando a Franca comprou quase toda a sua rede de distribuição de energia, a Eletrobras deles.
Então menos amigo, sem o acordo a Embraer deixa de ser o que é, o mercado internacional mudou, e so adequação a realidade.
Que se opem nega a realidade e vive no mundo da lua.

Victor Filipe
Victor Filipe
1 ano atrás

Não são países que compram empresas. são empresas que compram empresas, assim como uma empresa brasileira poderia comprar uma alemã, basta ter o capital para isso, são empresas privadas de capital aberto, a Boeing não é uma Estatal americana. essa é a questão de livre mercado entende? A AmBev por exemplo é uma gigante brasileira que comprou varias empresas internacionais.

Denis
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Este responde tudo acima… o mundo funciona desta forma. Esta ai o exemplo das empresas estatais, e a o petrobras?, todo mundo sabe o que aconteceu. A embraer tem suas maiores ações vendidas a estrangeiros. O problema do controle do estado em suas empresas é o enorme descaso e desperdício e má gestão, gasta-se bilhões, rouba-se bilhões, e quem paga esse prejuízo é eu, vc , todo os brasileiros. Meu pai mesmo paga, com sua aposentadoria, parte do roubo da previdência dos correios, absurdo, e quem roubou ? ah esse ta muito bem, obrigado !

Daglian
Daglian
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Será que, caso a Embraer fosse maior que a Boeing e propusesse comprar esta última, os americanos aceitariam? Não sei, penso que não. A questão de “não são países que compram empresas” é verdade até a página 2: quando empresas são de altíssima tecnologia e possuem pessoal muito qualificado, muitas vezes vender uma dessas empresas se torna assunto de estado.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Daglian
1 ano atrás

A Broadcom, empresa fabricante de processadores e equipamentos de telecomunicação, sediada nos EUA mas de capital chinês, tentou comprar na marra a rival Qualcomm, empresa também americana. Trump vetou a venda, sob alegação de se tratar de empresa de valor estratégico.

Agora imagine uma Boeing ou Lockheed…

Augusto L
Augusto L
Reply to  Clésio Luiz
1 ano atrás

Chineses são chineses, se fosse uma empresa europeia não seria vetada.
Seu argumento não é valido.

ODST
ODST
Reply to  Clésio Luiz
1 ano atrás

Clésio Luiz

Exatamente, mas tentar explicar isso para algumas pessoas é o mesmo que falar com uma pedra.

Thiago
Thiago
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Kkkkkk livre mercado…me engana que eu gosto. Associar Lockheed Martin e Boeing com o livre mercado deve ser piada obscena.

Marcio
Marcio
1 ano atrás

Victor Filipe!
Qual o país que a Boeing representa? Qual país que a Safran, Samsung, Microsoft, BMW e outras tantas representa? Por trás de uma empresa está sua origem e sede (matriz), seu país. A Boeing por acasobe chinesa ou americana? A Ambev e uma joint venture com a belga Anheuser- Busch InBev, tem capital belga. É disso que me refiro, identidade da empresa, sua origem, seus donos e acionistas. Uma Boeing jamais seria vendida para empresas di exterior.

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

Parceria Cara-C*

Ramon Santos
Ramon Santos
1 ano atrás

Comentário excelente! Disse tudo e concordo plenamente. Já chega de estatização, estamos fartos de tanta incompetência e corrupção.

Marcio
Marcio
1 ano atrás

Leandro Costa
A Chrysler é parte do Grupo FCA (Fiat Chrysler Automobile) com sede em Amsterdã. Uma joint venture italo-americano. Tem capital italiano e americano. A família Agnelli tem 30% de participação. O neto do magnata fundador da Fiat, Giovanni Agnelli, John Elkann e americano, nascido em Nova York em 1976 e escolhido por ele para representar a família Agnelli. É presidente e CO da Axor, empresa que administra os bens da família Agnelli

Marcio
Marcio
1 ano atrás

Ok, Maravilha então….! Que se faça essa joint venture Boeing x Embraer nos seguintes moldes 50% Embraer 50% Boeing A Embraer continuaria genuinamente brasileira mesmo com acionistas estrangeiros. Vejam se a Boeing aceita? Não se iludam, “se e quando quiserem” fecham a linha em São José dos Campos e os melhores engenheiros a Boeing absorve. Quanto a Tata comprar Land Rover e empresa de energia nuclear da França ser vendida para americanos, gostaria de dizer que o grupo indiano Tata ( a Índia era colônia britânica) tem investidores e grande capital inglês e suas sedes (matriz) não saíram do reino… Read more »

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Marcio
1 ano atrás

Parceria somente é parceria 50% X 50% , perguntem a qualquer português de botequim e se eles aceitariam parceria 80×20 e se chamariam isto de parceria ?

Lucas HC
Lucas HC
Reply to  Marcio
1 ano atrás

Pessoal, o Brasil carece de empresas que produzam o que seja com tecnologia de ponta, temos pouquíssimas (Embraer, Petrobrás e pouco mais). O valor agregado dos produtos exportados é baixíssimo, e como temos que importar produtos tecnológicos a conta importação/exportação nunca vai bater. Bem ou mal, a Embraer é um tesouro para o Brasil e por deter capital técnico e tecnológico de alto nível é estratégica para o país. Os que dizem que ela “não deve nada ao Brasil” estão muito enganados. Quem injeto dinheiro em pesquisa e desenvolvimento naquela empresa? Os acionistas somente? Lógico que não. O Estado joga… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Uma Empresa com controle Americano continuando com controle Americano.

Tudo em casa. Muito bom.

Carlos Miguez - BH
Carlos Miguez - BH
1 ano atrás

Curioso uma conversa recente que “escutei” de um conhecido meu que mora nos EUA e trabalha para a rede InfoWars americana. A proposta de compra da Embraer pela Boeing aconteceu poucas semanas após o governo americano iniciar as primeiras sansões econômicas contra a China. O analista que participava do “papo informal” entendeu que depois de comprada, a Embraer seria usada como moeda de troca para que os produtos da Boeing não fossem alvo de retaliação. Lembrando que a “sociedade” existente entre a Embraer e o governo chinês acabou à pouco pois não permitiram que fosse produzida família E-190 lá na… Read more »

Cleber
1 ano atrás

Adeus Embraer , empregos só lá nos EUA somente a partir de agora , vide Super Tucano , quem concordou desde o começo com esta parceria , são os maiores lesa ” pátria ” que existem : Osires Silva e tantos outros .Obs: Vcs acham que os EUA são bonzinhos ? hahaha …

Dr.Telêmaco
Dr.Telêmaco
1 ano atrás

A tal parceria vai ser o que a Boeing quiser. Porque o Deus-Mercado já disse que ela tem de ocorrer, então está dito e todos devem aceitar. No nosso sistema ocidental é assim, o Deus-Mercado decide tudo, diz quem vive e quem morre e aquele que o contrariar recebe a ruína eterna, que sempre começa na bolsa de valores. Claro que essa parceria será também incensada pela velha regra máxima das “economias livres”: privatizamos o lucro e se tudo der errado socializamos o prejuízo.

BrPergunta
BrPergunta
1 ano atrás

Quam são os Donos da Embraer [ Hoje ] .???
2018 era assim mesmo ???
quem ira controlar ? descidir ? sobre a nova empresa.
O que ira Sobrar aos Brasileiros[as]. Empresa , Industria , Faculdades etc,etc,etc, O Todo que faz [ hoje] da Embraer.

http://www.econoinfo.com.br/governanca-corporativa/posicao-acionaria?codigoCVM=20087

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Cleber 21 de setembro de 2018 at 11:11

Quem eram e quem são os atuais controladores da EMBRAER ?

Marcos10
Marcos10
1 ano atrás

Muita ideologia.
Outra dia tinha uma turma tendo um chilique por conta da tributação sobre o aço brasileiro pelos EUA.
A China acaba de tachar o açúcar brasileiro em 90% e ninguém abriu a boca. E tem gente que vai justificar.
Se fosse a AVIC, a turma estaria em êxtase.
Mesma coisa com o aluguel de Alcântara. EUA não pode. Ucrânia pode.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Marcos10
1 ano atrás

Ucrania não ia alugar Alcantara , não mistures as coisas . Creio que não conheces realmente o Acordo com a Ucrania , ela nos passaria tecnologia de lançadores , mas então derrubaram seu governo democrático , substituindo -o por um fantoche pro ocidente , que aceitou as pressões do nosso mui amigo do norte , para não nos passar tecnologia !

Marcos10
Marcos10
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

E não é que justificou mesmo. Que coisa!

Marcos10
Marcos10
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Conversa para boi dormir. O acordo com a Ucrânia não tinha transferência de tecnologia alguma.

Marcos10
Marcos10
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Esse foi mais um projeto feito nas cochas, sem estudo de viabilidade econômica. Um foguete obsoleto, com capacidade de lançamentos limitada.

Marcos10
Marcos10
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Os ucranianos não podiam transferir uma tecnologia que não era deles.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Marcos10
1 ano atrás

Desconheces o Acordo Brasil X Ucrania , conheces apenas as manchetes noticiosas !

Marcos10
Marcos10
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Pelo jeito O TCU também desconhece o acordo. Só o Zé Luís conhece.

Marcos10
Marcos10
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Diz o Sábio: “um mais resulta em dois”.
Ai aparece o cara com mestrado em Ideologia e diz que isso é bobagem.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
1 ano atrás

Já noticiaram que a EMBRAER não terá direito a opinião na nova Empresa , viram lá o que diversas vezes comentei , então aqui vai uma ideia de nome Caracu Aircraft . Comentem com qualquer português de botequim sobre uma parceria 80% X 20% , ele não ouvirá mais uma palavra , se levantará e sairá sem se dizer Ciao !

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Jogaram areia na venda da Embraer !! Graças ao bom Deus!

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Oras bolas!!
A empresa está diretamente ligada aos interesses de defesa nacional e os caras chegam com um punhado de dólares e querem “acabar com a festa?!?!”
Saí fora!

AP SOUSA
1 ano atrás

Vender aviões. Não é apenas este o portfólio da Embraer, é sabido que lá são forjadas também equipes inteiras de engenheiros altamente qualificados. É polo imprescindível para o desenvolvimento tecnológico no país. Infeliz, ou felizmente, pelas tão propaladas forças e oscilações do mercado, muitos destes profissionais já se foram para as concorrências internacionais, fato que guardadas as proporções seria até natural. Mas, entregar todo um capital intelectual imensurável, desde sempre promovido pelo estado e levado á cabo por uma empresa privatizada, de uma só vez e com um sorriso ingênuo de colonizados que julga ter feito o “negócio da China”… Read more »