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Boeing e Embraer criam site para divulgar parceria

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A Boeing e a Embraer criaram o site voandojuntas.com.br para divulgar a joint venture que está sendo proposta para unir as capacidades das duas empresas.

O acordo entre as duas empresas ainda depende de aprovação do governo brasileiro.

Leia abaixo, o texto de apresentação do site:

Unidas para criar a melhor parceria aeroespacial do mundo

O acordo proposto entre Boeing e Embraer cria a mais importante parceria aeroespacial do mundo. As duas empresas somam larga tradição de liderança e inovação, com um portfólio complementar de aeronaves civis e militares, além de um longo histórico de colaboração.

Juntas, Boeing e Embraer entregarão ainda mais valor a clientes, investidores e empregados.

Isso porque as duas empresas se beneficiarão de uma cadeia de suprimento global unificada, de equipes altamente qualificadas, além de uma rede global de serviços e de manutenção.

A aliança torna Boeing e Embraer empresas ainda mais fortes, com acesso a novos mercados, novas frentes de pesquisa e possibilidade de compartilhar as melhores práticas de fabricação e desenvolvimento de aeronaves.

Ao mesmo tempo em que passará a contar com uma plataforma global para ampliar o seu alcance e criar mais oportunidades para sua força de trabalho, a Embraer preservará sua marca, identidade local e presença no Brasil.

Com este acordo, a Boeing ampliará sua presença global e reforçará seus laços com a indústria aeronáutica brasileira. A empresa também está comprometida a honrar e respeitar a importância da Embraer para o Brasil e o legado que ela representa para o povo brasileiro.

Além disso, a parceria atende integralmente aos requisitos de soberania apresentados pelo governo brasileiro e, em particular, pelo Ministério da Defesa e pela Força Aérea Brasileira.

Voando juntas, Boeing e Embraer serão mais fortes.

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ALEXANDRE
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Quem sabe vem a liberação de venda para nos tupiniquins do Apache

Robsonmkt
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Não vejo nenhuma relação direta entre uma coisa é outra. E, se tivesse, seria o equivalente a trocarmos ouro por espelhos.

Mauricio Veiga
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O 190 será rebatizado como 727…

Robsonmkt
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Acho bem possível isso.

Victor Filipe
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Victor Filipe

ta escrito que a Embraer iria manter sua identidade, então, acho que não

Robsonmkt
Visitante

O texto diz: “a Embraer preservará sua marca, identidade local e presença no Brasil”. Isto garante que o produtos fabricados pela Embraer sairão de sua fábrica com seu logo e sua nomenclatura? Não necessariamente. Pode ser que sim, pode ser que não.

Leandro Costa
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Leandro Costa

E seria muito estranho, visto que o 727 foi uma aeronave da Boeing que marcou época.

Rui Chapéu
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Rui Chapéu

Torcendo aqui pro governo não estragar a parceria.

Canarinho
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Canarinho

Parceria?

Entao ta ne… realmente o Brasil nao perde sua essência de colônia. Porque nao nos declaramos como o proximo estado norte americano?

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Colônia não , Republiqueta !!

Vovozao
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Vovozao

Com este governo entreguista tudo acontece acordo para ceder C L Alcântara, apoio irrestrito venda da Embraer, entrega do Pré-Sal antes término deste mandato. Estamos bem só falta dolarizar nossa economia

Alex Nogueira
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Alex Nogueira

Pergunta para os entendidos: Dolarizar a economia seria tão mal assim?

Jr
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Jr

A Argentina apesar de ter uma moeda que não é o dólar oficialmente, tem uma economia dolarizada, bom não sei se isso responde a sua pergunta

Rui chapéu
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Rui chapéu

Como que é dolarizada se o povo não pode usar dólar?????

A Argentina é justamente um caso em que o país se ferra por não poder usar dólar.

Rui Chapéu
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Rui Chapéu

não.
Só traz mais benefícios.

Se todos pudessem usar dólares como usamos o real haveria concorrência entre moedas. O governo não ia poder imprimir tanto como faz, o que ia segurar os preços e a cotação.

Exemplos: Peru

mais nesse artigo

https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2089

Fernando Vieira
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Você abriria mão de um recurso emergencial (frisando aqui o emergencial) que seria o de poder imprimir dinheiro. Vide a crise de liquidez na Grécia. Ou como os Argentinos sofreram mais que a gente com a crise de 2008. Um país soberano precisa ter, entre outras coisas, forças armadas (ouviu Costa Rica?) e moeda própria. O governo é que precisa ser disciplinado e não gastar mais do que arrecada. Antes do plano Real tínhamos uma hiperinflação justamente porque os governos anteriores achavam que se a conta não fechou era só imprimir mais dinheiro. O Plano Real foi uma sacada genial,… Read more »

Alex Nogueira
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Alex Nogueira

Interessante, obrigado a todos pelas respostas!

SmokingSnake 🐍
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SmokingSnake 🐍

Está entrando dinheiro graças aos Royalties do petróleo, quanto mais empresas produzindo petróleo e pagando Royalties melhor. Na Venezuela estatizaram tudo e olha só aonde chegaram, a ineficiência e corrupção do governo sempre falam mais alto.

Marquês de São Vicente
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Eu venho acompanhando o assunto há bastante tempo. Ainda não tenho certeza se essa joint venture será uma boa para nós. Para Boeing será uma ótima, não tenho dúvida, mas e para o Brasil?
A Embraer Defesa sem o suporte financeiro e, talvez, sem parte do corpo técnico vai se sustentar?

WVJ
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et vincere nemo dividat
divide to conquer
dividir pra conquistar

A parte de defesa será (ou seria) desmontada no aprofundamento da crise fiscal

Augusto L
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Augusto L

Não tem q ser bom para o Brasil, mas para Embraer.

ODST
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ODST

Errado, tem que ser bom para ambos, principalmente para a nossa soberania, afinal, a Embraer não seria o que é hoje sem a ajuda do estado.

Augusto L
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Augusto L

Não há nenhuma perda à soberania nacional, a empresa nao desrespeita nenhuma lei brasileira.
E continuará não desrespeitando.
Além do mais é uma empresa privada não deve nada ao estado.

Canarinho
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Canarinho

Augusto L, me fala que voce esta sendo ironico, por favor..

WVJ
Visitante

Exato.

Victor Filipe
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Victor Filipe

O estado quase faliu a Embrear, ela só é oque é hoje pq é uma empresa privada

WVJ
Visitante

Ninguém quer re-estatizar a Embraer, mas, após tanto dinheiro público investido nela, o mínimo que se espera é que ali seja um centro de excelência em tecnologia e pesquisa útil ao país.
A parte de defesa precisa de certo conforto financeiro para continuar avançando em projetos de inovação e isso não se faz com a corda no pescoço.

Lucas HC
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Lucas HC

Tem que ser bom para o Brasil já que a empresa cresceu e se desenvolveu graças a investimentos públicos de contribuintes brasileiros ou de isenções fiscais do governo brasileiro, meu caro. A ideia equivocada de que empresas de tecnologia se desenvolvem simplesmente por eficiência é uma afronta à inteligência das pessoas. Toda e qualquer empresa de tecnologia, seja europeia, yankeee, asiática ou de onde seja recebe ou recebeu investimento públicos dos governos de seus países sede. Você acha que o GPS surgiu como? Investimento do governo americano para o projeto Navstar da Marinha Americana. E a internet surgiu como? Investimento… Read more »

Victor Filipe
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Victor Filipe

Eu sei que muita gente aqui é fã da Embraer (assim como eu). porem temos que olhar as coisas de um angulo mais pratico, a Bombardier foi absorvida pela Airbus, e diante desse cenário eu não vejo como a Embraer conseguiria sobreviver sozinha contra as investidas da gigante europeia no seu mercado. A Boeing também perderia uma grana e logo observou isso, estava claro que o objetivo da Boeing no começo era comprar a Embraer (e sejamos sinceros, do ponto de vista deles, eles não estavam errados, era a solução mais pratica) mas rapidamente viram que isso não seria possível,… Read more »

Armando
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Armando

Vai tentar explicar isso para esse pessoal que não vive sem antolhos.

Augusto L
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Augusto L

Aonde que a Bombardier foi absolvida? O que foi acordado foi uma joint venture para produção dos Cseries.

Thiago
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Thiago

Verdade brasileiros, deveriam aprender com aquele povo superior, elegido por Deus, os americanos , onde não existe subsídios, lobismo, espionagem industrial. Empresas como Lockheed e Boeing nunca foram privilégiadas ou sustentadas pelo governo deles. Exemplos de honestidade, nunca houve corrupção por lá. Brasileiros são burros , ineficientes e corruptos. Aprendam com eles. Vieram para nos ajudar , seus burros.

EduardoSP
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EduardoSP

Somente uma observação, a Airbus não comprou a Bombardier. Adquiriu 50,1% do Programa CSeries. A Bombardier continua como produtora independente de aviões, executivos e comerciais, além de participar de alguns programas militares com aeronaves de ISR.
Não seria o caso da Embraer, que venderia todo o portfólio da aviação comercial para a Boeing, ficando com a aviação executiva e a militar. Ou seja, a Embraer sairia do segmento mais importante no qual atua, se limitando aos segmentos menos relevantes.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Na verdade é bem igual, o Cseries é o unico produto viavel da Bombardier, sendo o DHC-8 e os CRJs tendo vendas hj insignificantes.
E a parte militar da Embraer pode utilizar dos projetos de aviões civis antes da joint venture.
Mas a 2 já deram a entender que vão criar outra joint venture para essas operações e talvez ocom o KC-390 envolvido.
Acredito que essa segunda joint venture sera mais igual no shareholders.

Canarinho
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Canarinho

Voce so esqueceu de falar que lá ela vai ficar com praticamente 50% da joint venture enquanto aqui….

Eh cada um que aparece….

Marcelo-SP
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Marcelo-SP

Além disso, a Boeing está pagando pelo share na Embraer. A Airbus pagou apenas um mísero dólar por metade do share no C-Series. Não quero dizer que u é bonzinho e outro não. Ambos pagaram o que valia para o mercado.

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Estas caindo no canto da Sereia ,não fazendo este acordo com tempo nós a perderemos ( tu afirmas ) , e fazendo nós a perderemos agora ( afirmo eu ) , então vamos tentar sobreviver sem este acordo caracu , vamos pagar para ver , e certamente aposto que não a perderemos . Acordo ( parceria 80% X 20% ) , procurem no dicionário se é possível chamar de parceria ! !

Marcio
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Marcio

Adeus Embraer! Engolida pela Boeing, como disse alguem, ” é a terceira maior fabricante de aviões”. Era….! Falta de projetos de aeronaves a hélice para outros nichos de mercados como tinha anteriormente na década 80/90, (Piper Seneca, Navajo e Tupi, Bandeirante, Brasília e Xingu). Falta de uma política de aviação regional para incrementar a indústria de aviões regionais com rotas curtas em todo o país. Falta de projetos de aviões cargueiros e anfíbios. Mais fácil entregar a empresa como sempre o empresariado brasileiro fez. Varias empresas genuinamente brasileiras foram vendidas ao estrangeiro. Não temos uma marca brasileira de automóvel, celular… Read more »

Canarinho
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Canarinho

Marcio nem me fale, isso é triste demais. O problema é que o pessoal na arena internacional nao joga limpo. Se eles decidirem que vao comprar tal empresa usam de todo seu aparato de pressão política e econômica. Promovem dumping, lobbies agressivos… o que for necessário. As vezes nem eh culpa do empresario, mas da conjuntura que praticamente o forca a vender. Por isso digo que nessas horas deveria haver orgaos reguladores ( que nao fossem subordanos) que impedissem isso Imagina alguém chegar e falar que compra o Lockheed??? Nunca, jamais!!! A empresa pode estar ruim das pernas que o… Read more »

Ozawa
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Ozawa

Na metáfora do tema informático essa página da joint venture ainda está “carregando” . . . E, ao fim, caso demore a abrir, ainda pode surgir na tela uma caixa de texto com a mensagem: “Tente outra vez” . . .

Marcio
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Marcio

Entreguistas x Nacionalistas
Nós podemos entregar nossas empresas, se não fazemos somos chamados nacionalistas atrasados e colocamos a culpa na errada ideologia histórica de protecionismo, se fazemos somos tachados de entreguistas, modernos, liberais e globalizados, “tudo junto e misturado”. Minha pergunta é…! Os paises que compram nossas empresas são o quê? Estados Unidos, China, Canadá, França, Alemanha, Reino Unido e tantos outros, são o quê? Eles podem ser nacionalistas agregando empresas aos seus paises se enriquecendo financeiramente e tecnologicamente, nós… não! Juro que não entendo essa mentalidade achista dos pseudos gestores empresariais brasileiro.

Leandro Costa
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Leandro Costa

A Chrysler é de onde/quem mesmo?

Canarinho
Visitante
Canarinho

A chrysler era apenas uma entre as VARIAS empresas do ramo automobilsitico que os EUA permitiram que fossem adquirida.

Muito diferente do contexto de outro pais abaixo da linha do equador. E por falar em Chrysler, voce conhece uma tal de General Motors, e uma recente crise financeira que ela teve? Poderia me falar nessas circunstancias para qual pais ela foi vendida?

Augusto L
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Augusto L

Eles só são nacionalistas se a China comprar as empresas deles, se falando de ocidente, entre eles mesmos não há isso, a França por exemplo vendeu sua empresa nuclear para uma empresa americana.
O governo britânico não xiou quando a Tata comprou a Land Rover, nem quando a Franca comprou quase toda a sua rede de distribuição de energia, a Eletrobras deles.
Então menos amigo, sem o acordo a Embraer deixa de ser o que é, o mercado internacional mudou, e so adequação a realidade.
Que se opem nega a realidade e vive no mundo da lua.

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Não são países que compram empresas. são empresas que compram empresas, assim como uma empresa brasileira poderia comprar uma alemã, basta ter o capital para isso, são empresas privadas de capital aberto, a Boeing não é uma Estatal americana. essa é a questão de livre mercado entende? A AmBev por exemplo é uma gigante brasileira que comprou varias empresas internacionais.

Denis
Visitante

Este responde tudo acima… o mundo funciona desta forma. Esta ai o exemplo das empresas estatais, e a o petrobras?, todo mundo sabe o que aconteceu. A embraer tem suas maiores ações vendidas a estrangeiros. O problema do controle do estado em suas empresas é o enorme descaso e desperdício e má gestão, gasta-se bilhões, rouba-se bilhões, e quem paga esse prejuízo é eu, vc , todo os brasileiros. Meu pai mesmo paga, com sua aposentadoria, parte do roubo da previdência dos correios, absurdo, e quem roubou ? ah esse ta muito bem, obrigado !

Daglian
Visitante
Daglian

Será que, caso a Embraer fosse maior que a Boeing e propusesse comprar esta última, os americanos aceitariam? Não sei, penso que não. A questão de “não são países que compram empresas” é verdade até a página 2: quando empresas são de altíssima tecnologia e possuem pessoal muito qualificado, muitas vezes vender uma dessas empresas se torna assunto de estado.

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

A Broadcom, empresa fabricante de processadores e equipamentos de telecomunicação, sediada nos EUA mas de capital chinês, tentou comprar na marra a rival Qualcomm, empresa também americana. Trump vetou a venda, sob alegação de se tratar de empresa de valor estratégico.

Agora imagine uma Boeing ou Lockheed…

Augusto L
Visitante
Augusto L

Chineses são chineses, se fosse uma empresa europeia não seria vetada.
Seu argumento não é valido.

ODST
Visitante
ODST

Clésio Luiz

Exatamente, mas tentar explicar isso para algumas pessoas é o mesmo que falar com uma pedra.

Thiago
Visitante
Thiago

Kkkkkk livre mercado…me engana que eu gosto. Associar Lockheed Martin e Boeing com o livre mercado deve ser piada obscena.

Marcio
Visitante
Marcio

Victor Filipe!
Qual o país que a Boeing representa? Qual país que a Safran, Samsung, Microsoft, BMW e outras tantas representa? Por trás de uma empresa está sua origem e sede (matriz), seu país. A Boeing por acasobe chinesa ou americana? A Ambev e uma joint venture com a belga Anheuser- Busch InBev, tem capital belga. É disso que me refiro, identidade da empresa, sua origem, seus donos e acionistas. Uma Boeing jamais seria vendida para empresas di exterior.

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Parceria Cara-C*

Ramon Santos
Visitante
Ramon Santos

Comentário excelente! Disse tudo e concordo plenamente. Já chega de estatização, estamos fartos de tanta incompetência e corrupção.

Marcio
Visitante
Marcio

Leandro Costa
A Chrysler é parte do Grupo FCA (Fiat Chrysler Automobile) com sede em Amsterdã. Uma joint venture italo-americano. Tem capital italiano e americano. A família Agnelli tem 30% de participação. O neto do magnata fundador da Fiat, Giovanni Agnelli, John Elkann e americano, nascido em Nova York em 1976 e escolhido por ele para representar a família Agnelli. É presidente e CO da Axor, empresa que administra os bens da família Agnelli

Marcio
Visitante
Marcio

Ok, Maravilha então….! Que se faça essa joint venture Boeing x Embraer nos seguintes moldes 50% Embraer 50% Boeing A Embraer continuaria genuinamente brasileira mesmo com acionistas estrangeiros. Vejam se a Boeing aceita? Não se iludam, “se e quando quiserem” fecham a linha em São José dos Campos e os melhores engenheiros a Boeing absorve. Quanto a Tata comprar Land Rover e empresa de energia nuclear da França ser vendida para americanos, gostaria de dizer que o grupo indiano Tata ( a Índia era colônia britânica) tem investidores e grande capital inglês e suas sedes (matriz) não saíram do reino… Read more »

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Parceria somente é parceria 50% X 50% , perguntem a qualquer português de botequim e se eles aceitariam parceria 80×20 e se chamariam isto de parceria ?

Lucas HC
Visitante
Lucas HC

Pessoal, o Brasil carece de empresas que produzam o que seja com tecnologia de ponta, temos pouquíssimas (Embraer, Petrobrás e pouco mais). O valor agregado dos produtos exportados é baixíssimo, e como temos que importar produtos tecnológicos a conta importação/exportação nunca vai bater. Bem ou mal, a Embraer é um tesouro para o Brasil e por deter capital técnico e tecnológico de alto nível é estratégica para o país. Os que dizem que ela “não deve nada ao Brasil” estão muito enganados. Quem injeto dinheiro em pesquisa e desenvolvimento naquela empresa? Os acionistas somente? Lógico que não. O Estado joga… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Uma Empresa com controle Americano continuando com controle Americano.

Tudo em casa. Muito bom.

Carlos Miguez - BH
Visitante
Carlos Miguez - BH

Curioso uma conversa recente que “escutei” de um conhecido meu que mora nos EUA e trabalha para a rede InfoWars americana. A proposta de compra da Embraer pela Boeing aconteceu poucas semanas após o governo americano iniciar as primeiras sansões econômicas contra a China. O analista que participava do “papo informal” entendeu que depois de comprada, a Embraer seria usada como moeda de troca para que os produtos da Boeing não fossem alvo de retaliação. Lembrando que a “sociedade” existente entre a Embraer e o governo chinês acabou à pouco pois não permitiram que fosse produzida família E-190 lá na… Read more »

Cleber
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Adeus Embraer , empregos só lá nos EUA somente a partir de agora , vide Super Tucano , quem concordou desde o começo com esta parceria , são os maiores lesa ” pátria ” que existem : Osires Silva e tantos outros .Obs: Vcs acham que os EUA são bonzinhos ? hahaha …

Dr.Telêmaco
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Dr.Telêmaco

A tal parceria vai ser o que a Boeing quiser. Porque o Deus-Mercado já disse que ela tem de ocorrer, então está dito e todos devem aceitar. No nosso sistema ocidental é assim, o Deus-Mercado decide tudo, diz quem vive e quem morre e aquele que o contrariar recebe a ruína eterna, que sempre começa na bolsa de valores. Claro que essa parceria será também incensada pela velha regra máxima das “economias livres”: privatizamos o lucro e se tudo der errado socializamos o prejuízo.

Lucas
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BrPergunta
Visitante
BrPergunta

Quam são os Donos da Embraer [ Hoje ] .???
2018 era assim mesmo ???
quem ira controlar ? descidir ? sobre a nova empresa.
O que ira Sobrar aos Brasileiros[as]. Empresa , Industria , Faculdades etc,etc,etc, O Todo que faz [ hoje] da Embraer.

http://www.econoinfo.com.br/governanca-corporativa/posicao-acionaria?codigoCVM=20087

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Cleber 21 de setembro de 2018 at 11:11

Quem eram e quem são os atuais controladores da EMBRAER ?

Marcos10
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Marcos10

Muita ideologia.
Outra dia tinha uma turma tendo um chilique por conta da tributação sobre o aço brasileiro pelos EUA.
A China acaba de tachar o açúcar brasileiro em 90% e ninguém abriu a boca. E tem gente que vai justificar.
Se fosse a AVIC, a turma estaria em êxtase.
Mesma coisa com o aluguel de Alcântara. EUA não pode. Ucrânia pode.

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Ucrania não ia alugar Alcantara , não mistures as coisas . Creio que não conheces realmente o Acordo com a Ucrania , ela nos passaria tecnologia de lançadores , mas então derrubaram seu governo democrático , substituindo -o por um fantoche pro ocidente , que aceitou as pressões do nosso mui amigo do norte , para não nos passar tecnologia !

Marcos10
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Marcos10

E não é que justificou mesmo. Que coisa!

Marcos10
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Marcos10

Conversa para boi dormir. O acordo com a Ucrânia não tinha transferência de tecnologia alguma.

Marcos10
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Marcos10

Esse foi mais um projeto feito nas cochas, sem estudo de viabilidade econômica. Um foguete obsoleto, com capacidade de lançamentos limitada.

Marcos10
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Marcos10

Os ucranianos não podiam transferir uma tecnologia que não era deles.

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Desconheces o Acordo Brasil X Ucrania , conheces apenas as manchetes noticiosas !

Marcos10
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Marcos10

Pelo jeito O TCU também desconhece o acordo. Só o Zé Luís conhece.

Marcos10
Visitante
Marcos10

Diz o Sábio: “um mais resulta em dois”.
Ai aparece o cara com mestrado em Ideologia e diz que isso é bobagem.

jose luiz esposito
Visitante
jose luiz esposito

Já noticiaram que a EMBRAER não terá direito a opinião na nova Empresa , viram lá o que diversas vezes comentei , então aqui vai uma ideia de nome Caracu Aircraft . Comentem com qualquer português de botequim sobre uma parceria 80% X 20% , ele não ouvirá mais uma palavra , se levantará e sairá sem se dizer Ciao !

Sérgio Luís
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Sérgio Luís

Jogaram areia na venda da Embraer !! Graças ao bom Deus!

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Oras bolas!!
A empresa está diretamente ligada aos interesses de defesa nacional e os caras chegam com um punhado de dólares e querem “acabar com a festa?!?!”
Saí fora!

AP SOUSA
Visitante

Vender aviões. Não é apenas este o portfólio da Embraer, é sabido que lá são forjadas também equipes inteiras de engenheiros altamente qualificados. É polo imprescindível para o desenvolvimento tecnológico no país. Infeliz, ou felizmente, pelas tão propaladas forças e oscilações do mercado, muitos destes profissionais já se foram para as concorrências internacionais, fato que guardadas as proporções seria até natural. Mas, entregar todo um capital intelectual imensurável, desde sempre promovido pelo estado e levado á cabo por uma empresa privatizada, de uma só vez e com um sorriso ingênuo de colonizados que julga ter feito o “negócio da China”… Read more »