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Marinha assina acordo de Offset dos aviões KC-2 Turbo Trader

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O novo “glass cockpit” dos futuros KC-2 da Aviação Naval da Marinha do Brasil
O novo “glass cockpit” dos futuros KC-2 da Aviação Naval da Marinha do Brasil

Foi concluída, no dia 12 de setembro, a assinatura do Acordo de Compensação (Offset) entre a Marinha do Brasil, representada pela Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM) e as empresas Elbit Systems of America (ESA), representada pela M7 Aerospace, e Elbit Systems (ESL).

O acordo está vinculado ao Programa de Desenvolvimento do Projeto de Modernização das Aeronaves Carrier Onboard Delivery (COD)/Air-to-Air Refuelling (AAR), que serão capazes de realizar missões de apoio logístico, compreendendo o transporte de material e pessoal; o lançamento de paraquedistas; e, principalmente, o reabastecimento em voo das aeronaves AFI-1B/C, modernizadas na Embraer, contribuindo, junto com o radar 997 (ARTISAN) do PHM “Atlântico”, para a ampliação da capacidade de defesa aérea de uma Força Naval ou de Fuzileiros Navais.

O Acordo de Offset do Programa COD/AAR terá como empresa nacional beneficiária a AEL Sistemas, sediada em Porto Alegre–RS. Engloba também o desenvolvimento de um Treinador Baseado em Computador (Computer Based Training – CBT), a ser utilizado pelo futuro Esqd VEC-1; um Treinador de Aviônica (Avionics Trainer – AVT), a ser utilizado pelo Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira; a implantação de um Laboratório de Integração de Sistemas (System Integration Lab – SIL), na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia; e a Transferência de Tecnologia para a Produção e Manutenção dos Equipamentos de Aviônica, na AEL Sistemas, equivalendo a uma compensação Comercial, Industrial e Tecnológica para o Setor de Defesa Brasileiro em cerca de U$ 110 milhões.

Os Turbo Trader da Marinha do Brasil ficarão semelhantes aos Turbo Tracker modernizados com turboélice empregados em alguns países. O motor selecionado para os aviões brasileiros é o TPE331-14GR-801Z da Honeywell (Garrett)
Os Turbo Trader da Marinha do Brasil ficarão semelhantes aos Turbo Tracker modernizados com turboélice como os da foto, empregados em alguns países para combate a incêndios. O motor selecionado para os aviões brasileiros é o TPE331-14GR-801Z da Honeywell (Garrett)

NOTA DO EDITOR: de acordo com a última atualização do cronograma, o primeiro voo do KC-2 modernizado da Marinha do Brasil está programado para abril de 2019. A entrega das quatro aeronaves modernizadas está prevista para 2021. Veja nos links abaixo outras notícias sobre o Programa COD/AAR da MB, desde 2010:

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Atirador_33
Atirador_33
1 ano atrás

Pergunta de um leigo, mas admirador das nossas forças. Esse meio é importante para a Marinha que não possuí mais porta aviões? e quando vir a ter porta aviões, esses meios já não estarão obsoletos? Essa categoria de aviões custa tão caro assim, que compense restaurar essas 4 unidades?

Abs

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Atirador_33
1 ano atrás

É uma maneira de se manter ativa e vom esperança de um dia ter de volta se NAe, os pilotos foram formados pela FAB no T-25, T-27 e C-95M então que voem agora os aviões para não manter a aviação ativa.

Lucas Schmitt
1 ano atrás

Eu não enxergo utilidade nenhuma na modernização desses aviões. Reabestecimento em vôo? Fala sério. Quantos litros de combustível aeronáutico cabem nesse avião? Alerta antecipado? Quais radares e sensores ele vai receber? Tudo isso pra modernizar células já com décadas de anos nas costas. Esse programa foi realmente queima de dinheiro.

Lucas Schmitt
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Poxa Galante, lê o comentário todo. Com todo o respeito, claro.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Lucas Schmitt
1 ano atrás

Desconfio eu que após a marinha comprar mais 2 ou 4 fragatas usadas, ela vai acabar modernizando e reativando o São Paulo.

Desativaram ele já com a intenção de aproveitar as compras de oportunidades, com ele ativo talvez não haveria propostas.

Pode ser tudo uma jogada, com uns 500 milhões já da pra modernizar.

Falaram de 800 mas não creio .

BNDS libera fácil isso.

Aldo Ghisolfi
Aldo Ghisolfi
1 ano atrás

NINGUÉM fala em combate a incêndios florestais… fora a inexistente vontade política, pq a FAB não mantém no norte, um esquadrão de aviões prontos para a eventualidade?

A bába de dinheiro que se perde nestes incêndios, em termos de reservas de árvores e biodiversidade, em muito pouco tempo compensaria o investimento.

Penso que o KC-2 Turbo Trader, é ideal para um projeto piloto… estou errado?

cadu
cadu
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Galante, os sherpa (que foi adquirido pelo exército), não poderiam ser comprados e adaptados para tender a Marinha?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  cadu
1 ano atrás

Não foram projetados nem têm capacidade para operar a bordo.

Cadu
Cadu
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Entendi! Obrigado!

Madmax
Madmax
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

A bordo…..de que navio ???????

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Aldo Ghisolfi
1 ano atrás

O turbo Trader ficaria indisponível para outra atividade se convertido em bombeiro, melhor usar um MAFFS adaptado ao C-130 e no futuro o KC-390, já que não tem incêndio o ano todo para combater.
Veja ester Turbo Tracker, o sistema é ventral com depósito de agua no interior da aeronave, ocupando o pequeno espaço.
. https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTov1rakmCoim69tL6YLc71GVitCo-kr9boZhFlZIuQav294Vlsi6aRZ5jj

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Falando em contra incendio, esta ideia de colocar um sistema de espuma que em pouco tempo acabaria com um incêndio em um hangar parecia perfeita.
.comment image

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Até um incidente ter disparado acidentalmente e ter causado um prejuizo de milhões. Fora o risco de ter matado sufocado as pessoas.
Mas apesar disso o sistema é válido para os instantes em que o hangar está sem atividade, é só questão de melhorar a segurança para não ser acionado sem necessidade ou com pessoas embaixo.
. http://pic.happytify.cc/uploads/20180814/84/84EE63A4AAF6w641h855.jpeg

Rui chapéu
Rui chapéu
1 ano atrás

Essa ideia de manter doutrina da Marinha é a coisa mais absurda que existe.
Se e quando tiver um novo porta aviões, esse avião e os A-4 vão ter passado uns trocentos anos. Os aviões vão estar no pau da viola e os meios completamente ultrapassados.
Vão ter que comprar novos aviões e a “doutrina” que estudaram já não vai ter mais aplicação nenhuma.

Eu sou totalmente contra isso aí.

Joel Soares
Joel Soares
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

DOUTRINA = ROTINA DO LUGAR, SEM DESCARTAR FATO NOVO!

Pafuncio
Pafuncio
Reply to  Rui chapéu
1 ano atrás

Na Guerra das Malvinas o porta-avião argentino não foi usado praticamente. A aviação foi a única que apresentou oposição aos ingleses. Por isso creio que inicialmente deveria haver em pleno funcionamento no mínimo mais 4 esquadrões navais operando de bases no litoral ou nas nossas ilhas oceânicas seria mais econômico e dissuasório para usar como um porta-avião “permanente”. O Porta-avião é caro de se manter além de ser um excelente alvo altamente compensador para os adversários, ainda mais sem escoltas adequadas. Portanto para mim o portão-avião seria posto na última prioridade enquanto tivermos a visão de defesa. Após termos uns… Read more »

EduardoSP
EduardoSP
1 ano atrás

Legal saber que a Elbit Systems of America – ESA e a Elbit Systems – ELS vão transferir tecnologia para a AEL Sistemas.
Pena que a AEL Sistemas seja uma subsidiária da Elbit Systems.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  EduardoSP
1 ano atrás

Pois então, detalhe, ninguém fala patavinas sobre essa patacoada!

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

O problema desta empreitada é o ponto critico de curva do projeto….o qual já avançou demais para voltar atras….existem compromissos já assumidos em que embora já não haja Nae, mesmo cancelando, muito dinheiro ainda haveria em se pagar….dai a continuidade. Como não temos nada, em se implementando o restante do projeto os aviões ainda seriam aproveitados em varias outras oportunidades. Agora, que é um absurdo todo o tempo transcorrido isto é mesmo….!! aquele imbroglio com a Marsh foi de carca o bone… Tem um lado bom…o modelo deste avião é um pe duro por natureza…pau pra toda obra…decola de onde… Read more »

Felipe Elias Maia
Felipe Elias Maia
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Até porque os Osprey operam no Atlântico. Seria muito mais adequado. Mas de fato, não dá para nós por enquanto. Sou totalmente favorável à manutenção dos programas A-4 e C-1, inclusive a sua ampliação, mesmo que não tenhamos mais um NAe. O custo é relativamente baixo perto das vantagens operacionais que oferecem. A idade e a capacidade dos meios é questionável? Sim, mas não podemos ter e manter nada parecido nos próximos anos. Aliás, poucos países no mundo podem. Portanto, se o objetivo for a manutenção de doutrina operacional, perfeito. Prefiro ter 4 C-1 e 12 A-4 do que zero… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Mas Galante… Com o que está sendo gasto nesse programa, deve bater perto do montante para financiar ao menos dois Osprey. É uma aeronave cara, mas atualmente, faz muito mais sentido a Força, já que esse programa dos KC se tornou obsoleto.

Bogaz
Bogaz
1 ano atrás

Lendo os textos me veio uma duvida agora. Tirando os V22 ha algum outro vetor que realize essas tarefas? Russia e China possuem meios embarcados para realizar reabastecimento e alerta antecipado? Nao lembro de nenhuma aeronave tirando os mig29, sukhois e copias chinesas. Sera que nao pretendem fazer algo como turbo traders orientais?

Bogaz
Bogaz
Reply to  Bogaz
1 ano atrás

Alias.alem de russos e chineses.indianos, franceses e ingleses utilizam quais meios para fazer transporte, reabastecimento e alerta em seus porta avioes?

Edson Wagner Campos dos Santos
Edson Wagner Campos dos Santos
1 ano atrás

Pensei que esse trem não viria mais!

Almeida
Almeida
1 ano atrás

Ainda essa palhaçada? Não tem dinheiro pra manter escolta no mar, não tem (e nunca mais terão) NAe e insistem em manter doutrina para aviação de asa fixa embarcada?

Sei que o Galante fica feliz com qualquer migalha que nossas precárias forças armadas recebem, mas nesse caso o “é melhor do que nada” nem vale. Esses recursos seriam muito melhor utilizados em outras áreas da MB.

Eduardo von Tongel
Eduardo von Tongel
Reply to  Almeida
1 ano atrás

Muito lúcido comentário. Força de defesa não tem que ter NAe. Decola aviões de terra e pronto! E aviões que possam combater. Agora pagar caro por 4 velharias que vão se destinar a fazer trnasporte? Ahhh vá, compra de industria nacional então (embraer defesa).

Bardini
Bardini
1 ano atrás

“… contribuindo, junto com o radar 997 (ARTISAN) do PHM “Atlântico”, para a ampliação da capacidade de defesa aérea de uma Força Naval ou de Fuzileiros Navais.”
.
Sim… Chegamos realmente em um nível de loucura em que têm-se que contar vantagem com essa poHa de radar 3D a todo custo.

_RR_
_RR_
1 ano atrás

Amigos…

O negócio já está para além do ponto de retorno. Logo, as aeronaves virão. Ponto.
E assim, que se faça o melhor uso delas.

Treinamentos ocasionais com a USN, inclusas operações embarcadas, estão dentro do escopo do esquadrão que será formado com as ditas cujas. Também podem ser importantes no sentido de legar a Marinha proficiência na operação de aeronaves multi-motoras em tarefas como esclarecimento, proporcionando um embrião do que poderá vir a ser um esquadrão dedicado no futuro.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
1 ano atrás

Alguns meses atrás soube que o irmão (mecânico na MB) de um amigo meu, estava para ir para os EUA fazer treinamento em aeronaves de asa fixa. Provavelmente tem a ver com esse programa aí.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Clésio Luiz
1 ano atrás

Não faço a mínima ideia. Mas como sou curioso, numa busca rápida vi algumas explicações razoáveis. Imagino que seja uma somatória de fatores: 1- A montagem no teto facilita o cabeamento, no caso de motores montados acima na aeronave; 2- O espaço da cabine em aeronaves antigas não era grande, então abrir espaço no console central era vantajoso; 3- Numa palestra, um engenheiro da Grumman chegou a dizer que aeronaves anfíbias podiam atingir 3G em pousos na água, a montagem no teto diminuía o impacto do braço dos pilotos na articulação da manete. Das 3 acima, a que faz mais… Read more »

Marcos10
Marcos10
1 ano atrás

Vai dar para operar no Atlântico? O navio, é claro!

Raul Quintella
Raul Quintella
Reply to  Marcos10
1 ano atrás

Não opera.

Haroldo Fiocco
Haroldo Fiocco
1 ano atrás

Um Phenom 100 da Embraer é que deveria ser modernizado com radar de dorso tal como o E99 para, servir a Marinha com alerta antecipado e reabastecimento

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Haroldo Fiocco
1 ano atrás

Deixa eu ver se entendi: um VLJ com um radar de 980 kg em cima (Erieye), operando embarcado? Com trem de pouso que mais parecem ¨gambitos¨? E com tanques de combustível a bordo? O Phenom 100 leva 4 passageiros. Já entrou num? É sério isso?
Pensei que já tinha lido de tudo aqui.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

kkkkk Cmte Rinaldo , essa foi demais! Aprendo muito e me divirto com o Senhor!!!

Mas que esta foto acima parece o painel de um Fuscão 1500 modernizado, parece! Não é não?

marcio alves
1 ano atrás

Na minha opinião a MB também poderia comprar o KC-390 (6 unidades) para fazer as mesmas missões com maior envergadura e poderia transportar os ASTROS FN para qualquer parte do Brasil. O KC-2 Turbo Trade poderia também exercer treinamento de conversão para o KC-390. Assim não dependeria da FAB.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  marcio alves
1 ano atrás

Aproveita e fecha a FAB. Volta a ser o que era antes de 1941. Passa o DECEA pra eles também.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

To dizendo, rsrsrsrsrsrs, Fecha essa droga !!! kkkkkkkkkkkk

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

A Marinha do Japão comprou C-130 e não houve nenhum ciume da Força Aérea.

marcio alves
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Pois é Walfrido, mentes pequenas que acham que a MB não pode ter também aeronaves maiores para criarem sua própria doutrina.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  marcio alves
1 ano atrás

Acho q FAB deveria adquirir algumas Corvetas.

Salomon
1 ano atrás

Que bom hein colegas? Aviões reformados após tantas décadas de uso..só não informam para que irão servir, essa de fazer REVO para os A4 só pode ser brincadeira..quais, e quando? …enquanto isso, diárias em dólares e outras coisas…

sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

“Transporte de pessoal e material, transporte de paraquedistas e abastecimento em voo” (apoio logístico). Muito bom para CFN. Modernização importante. MB de parabéns.. Gostei, não acho para uma MB ruim é simplesmente necessidade. Muito bom.

Paulo Guerreiro
Paulo Guerreiro
1 ano atrás

Galante otina matéria e creio ser uma excelente aquisição para a Marinha do Brasil, quanto a questão de possuímos apenas 06 A4 ou nao temos um Porta-avioes lembre-sem que tudo isso pode mudar numa canetada ja que recursos o Brasil tem de sobra com um orçamento de trilhões de reais E com certeza o novo presidente que assumir em janeiro pode mudar rapidamente a visão de investimentos na nossas FFAA e se isso acontecer basta 4 ou 5 anos e teríamos um novo Porta-aviões catobar na Marinha, basta vontade politica … Infelizmente tem muita gente no Brasil que ainda acredita… Read more »

João Francisco
João Francisco
1 ano atrás

O melhor seria transformá-los em aviões de combate a incêndios mesmo, mas tem que tomar cuidado para nenhum piloto sair jogando água nas pessoas e até matar alguém, como já aconteceu. É uma aberração um país continental com milhões de quilômetros quadrados de florestas e não ter um esquadrão sequer de prontidão, é inacreditável. Ademais, como disse alguém, nas Falklands o PA argentino teve que sair com o rabo entre as pernas, para ter um PS meia-boca é melhor não ter nenhum, o Brasil já é um imenso PA, basta aviões adequados e armamentos que neguem o inimigo ficarem sassaricando… Read more »

sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Concordo com o sr. Paulo guerreiro. Srs. Comentaristas. minha opinião: sou a favor d termos várias empresas de defesa no país Boeing, Saab Lockheed Martin, Mig, Sukoi… e tantas outras. Não temos amadores em técnicos e engenheiros aeronáuticos e navais. Deveríamos dar o valor necessário. Pagar bem, mantê-los em nosso país. Veja o exemplo dos IKls, dos AMX, Gripens… Temos de ter intercâmbios com aquelas empresas citadas. Sou um visionário neste aspecto. Manter nosso engenheiros e técnicos civis e militares sempre atualizados. Peso de ouro. São estes homens e mulheres que fazem a diferença em produzir um equipamento bélico, dar… Read more »

TJLopes
TJLopes
1 ano atrás

Esse programa é o exemplo perfeito de como é feito o planejamento a longo prazo da Marinha brasileira.

LEONEL TESTA
LEONEL TESTA
1 ano atrás

Gente os Trader e A4 juntos da um pouco mais de 200 milhoes de dolares nao da pra comprar dois Gripens pro nosso TO como transiçao ta bom demais pelo menos pra manter a doutrina

Alexandre Esteves
1 ano atrás

E a interoperacionabilidade, tão declamada neste em outros Fórum? Às vezes acho que nossa Marinha fará a guerra no mar sozinha.
Como a proximidade da entrega do KC390, a desativação do A-12, na minha opinião é um desperdício de recursos da nação que poderia ser empregado em outras necessidades da Esquadra, como a melhoria da defesa antiaérea do A-140, por exemplo.

Leonardo Araújo
Leonardo Araújo
1 ano atrás

Onde há fumaça há fogo.
Será que a marinha não está próxima de encordoar um daqueles NAe descomiasionado da USN?

Leonardo Araújo
Leonardo Araújo
Reply to  Leonardo Araújo
1 ano atrás

encordoar = encomendar

Fabiano
Fabiano
1 ano atrás

É um avião bonito, montarei um kit dele nessas cores com certeza. Mas em tempos de Vacas Magríssimas, é de se questionar a continuidade desse programa e do dos A4, visto que nem PA temos mais, e sendo realistas nem num futuro a médio prazo teremos.

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Comprar aeronaves de porta-aviões antes do porta-aviões propriamente dito é típico da escala de prioridades da MB, que gasta com PHM enquanto a escolta aderna no cais.

Virtua
Virtua
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Com todo o respeito, procure se informar antes de tecer críticas sem fundamento. Esses aviões foram comprados para operarem no NAe São Paulo. O processo de modernização atrasou muito em função de problemas que a Marsh Aviation, contratada para o serviço, enfrentou com o governo americano. Uma vez superado o problema os trabalhos foram retomados. Daí veio a desistência de se prosseguir com a reforma do A12. Mas aí os trabalhos estavam num ponto em que tem sido alegado ser mais econômico terminar do que abandonar.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Não poderia concordar mais.
O pessoal da MB nunca ouviu falar de ciências econômicas, que trata da alocação de recursos escassos entre objetivos concorrentes. Total falta de prioridade…

Jagdverband#44
Jagdverband#44
1 ano atrás

“… contribuindo, junto com o radar 997 (ARTISAN) do PHM “Atlântico”
Achei meio fraco este argumento, mas enfim, que venham.

Jagdverband#44
Jagdverband#44
1 ano atrás

Uma vez que não temos PA, e nem teremos um em um horizonte de 25 anos, o KC-390 pode fazer qualquer função deste KC-2.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 ano atrás

E lembrar que essa aeronave esteve bem perto de equipar o esquadrão Cardeal… Seja bem vindo para Marinha do Brasil. Saberão aproveitar bem essa aeronave!

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
1 ano atrás

A Marinha Japonesa comprou 6 KC-130R anos 70 por volta de 2014 e modernizou como C-130R, pois não interessava o reabastecimento em voo.
São facilmente reconhecidos pela cor “azul bebê”.
. https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSn_1E8gDhuLsu-2Boyetp2TLghZydRDk31zHDEn43UEliURW1R5g

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás
Salomon
1 ano atrás

Para uma Força que se dá ao luxo de comprar e manter uma mansão na Av. 9 de Julho, em Sampa, para festas e convescotes, essa notícia é normal. Bem ou mal essas aeronaves vão fazer alguma coisa, transportar mudança de oficiais, buscar queijo e carne no interior, voar em desfiles. Transportar almirantes entre bases jamais, são incômodos.

Adriano Luchiari
1 ano atrás

O antigo Charlie Mike entubou nessa brincadeira milhões de reais do parco orçamento naval com unidades aéreas obsoletas e inúteis no contexto geopolítico brasileiro presente ou futuro. A MB, com tantas prioridades, não terá um novo NAe e um grupo de batalha necessário para acompanhá-lo por várias décadas!
Quanto mais ainda vão gastar nesse delírio aeronaval sem futuro, fundamento e função em detrimento de assumir a patrulha marítima baseada em terra, cuja missão é uma real vocação e necessidade?

marcelo kiyo
marcelo kiyo
1 ano atrás

Caramba o B-52 e o C-1 disputando bico a bico, qual será o mais longevo avião militar

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  marcelo kiyo
1 ano atrás

O DC-3 vai ganhar, este da II Guerra voa até hoje na Tailândia, tem várias pequenas Forças Aéreas modernizando com a Basler nos EUA.
Este é da Basler, o Basler BT-67
. https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQwQ8U4RuFdOHngPH38AI4HZznxKzq6grBgOj4MlYhz68dcJgev69V-Sj2J

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  marcelo kiyo
1 ano atrás

Agora tem mais uma empresa convertendo DC-3/C-47.
. http://preferredturbine-3.com

J.Neto
J.Neto
1 ano atrás

Razão = multa contratual…simples assim…

Ozawa
Ozawa
1 ano atrás

Ahhh, Marinha, você é a minha preferida, mas porque insiste desse jeito voar se nunca terá, no mar, onde pousar, já que mal consegue navegar e com não pouco sacrifício mergulhar?

A pergunta é retórica ou a resposta é folclórica, Marinha.

Rodrigo
Rodrigo
1 ano atrás

Não vejo no cenário atual utilidade dessas aeronaves, sinceramente a MB deveria esquece de ter um porta avião (muito caro de ser adquirido e mais caro para manter)…Por que não copiamos exemplo de nosso irmão rico (Austrália), acho que e um modelo de Marinha a ser seguido por nos.

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

Entendam que percentual relevante ja foi gasto….para ai sim significaria jogar tudo no lixo….ja que gastou, agora finaliza….

Franklin júnior
Franklin júnior
1 ano atrás

Uma vez comprados e modernizados o jeito agora é usá-los como puder (palavras ou no mínimo pensamento do almirantado já publicado a algum tempo atrás ) já q o PA é agora artigo decorativo/vitrine. Pena q será mais um grande gasto (desnecessário ao meu ver: pouca valia/ganho x custos de operacionalidade ) pelo prazo q se vai usar, principalmente p/uma marinha q já ñ tem grana nem p/ manter o q ainda está funcionando ” aos trancos barrancos ” qto para novas aquisições/projetos. Outra conversa q fica difícil de engolir é q servirá p/ manter a experiencia adquirida em anos… Read more »

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
1 ano atrás

A MB deve o usar, pois deve manter sua aviação de asas fixas, pena ser um vetor de velocidade baixa para deslocamentos. Quem está dizendo que vai servir para Almirantes viajarem está chutando, é muito lento e sem conforto algum para ser um avião VIP, a versão COD. . Eu acho que a MB deveria ficar com a aviação de Patrulha, esta sim Naval por excelência, mesmo com alguns países a fazendo pela Força Aérea por questão legal e regulamentar. . Queria ver a Marinha com a sua própria instrução, mas com poucos aviôes é melhor ir fazendo com a… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Vai na contramão da economia de recursos, racionalidade e unificação de doutrina. Se os caçadores do VF-1 não tivessem voado AT-26 no Pacau, ou A-29 nos Terceiros, estariam bem mais atrasados na doutrina. Nenhum aviador naval passou muito tempo nos EUA. Hoje o VF-1 consegue falar a mesma linguagem dos caçadores da FAB, além de se conhecerem. A participação na CRUZEX deste ano não seria possível. E ainda há aviadores navais ministrando instrução nos 1° e 2° EIA. Meu filho voou com eles quando Cadete.
Salvo melhor juízo, não há necessidade de um EIA na FORAERNAV.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Com o número de aviões que vai operar com os C-1 e A-4 com certeza não há necessidade de ter escola própria e é bem melhor manter a instrução na FAB.

William
William
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Acho que a uma boa solução seria a MB comprar uns A-29 para fazer a instrução junto com a FAB. Uma maneira boa de rachar os custos e ajudar na formação de novos pilotos.

J. Adalberto Vargas G.
J. Adalberto Vargas G.
1 ano atrás

Eu gostaria de fazer alguns comentários sobre o que li acima. O KC-2 não vai pousar no PHM Atlântico, que não foi feito para este tipo de pouso, inclusive o navio não tem cabo de retenção. Assim sendo, com um mar territorial de 200 milhas fica inviável fazer REVO a partir de uma base terrestre, ou seja este emprego estaria descartado. Qto às manetes, são realmente no teto, até a de dobramento das asa e o comando de flap também são. Além de facilitar a colocação dos cabos de comando, facilita também, prendê-las com o elástico na catapultagem. Em termos… Read more »

Mauro
Mauro
1 ano atrás

Deixa ver se eu entendi: a Marinha queria ter um navio aeródromo, mesmo com os questionamentos a respeito de sua adequação ao nosso contexto geopolítico e econômico. Daí compraram o danado, mesmo não tendo certeza de que haveria recursos para opera-lo e muito menos para adquirir as necessárias escoltas. E o exemplar adquirido só tinha de bom o casco, sendo que todos os sistemas estavam no bagaço e precisariam ser substituídos, sendo que não havia previsão de recursos para tamanha reforma. Após, finalmente, chegarem à conclusão de que a empreitada havia sido uma furada e desativarem o NAE, insistiram em… Read more »

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Sim, mas realmente esta aviação é importante a nível MB, para o Brasil como um todo, não acrescenta nada.
Mas sendo importante para aM MB é válido que o operem e se mantenham nas asas fixas.
Cono os Sherpa do EB, não acrescentam muita coisa ao Brasil, seriam só mais 4 aviões no 7° ETA ou no Arara, mas para o EB é muito importante e válido voltar as asas fixas.

Juarez
Juarez
1 ano atrás

Um belo enfeite de hangar, mais um…

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Esses Trackers com motores Honeywell TPE 331 terão desempenho problemático. Acho pouca potência para essa célula. Se fossemos adaptar ficaria bem melhor uma PT6B de 1000 HP e padronizaria os motores já que esta linha equipa os Tucanos e Super Tucanos.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Já foi tentado usar o P&W PT6 na aviação embarcada e não deu certo, o eixo da hélice não aguenta o catrapo do pouso e empena, a modernização tentada pelos canadenses para o S-2 da FAB teve este problema.
Uma das grandes vantagens da modernização com o Garrett, hoje Honeywell TPE331 é a seu motor mais rustico e simples já aprovado no uso embarcado , sem fluxo invertido do PT6 que tem suas vantagens no uso de pista continental, mas não aguenta o pouso brusco em um porta aviões.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

P-16(S-2) da FAB com 2 Pratt&Whitney PT6A-67CF de 1650SHP, girando hélices pentapás que não deu certo.
. https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSN8Wo2hxv1PadtGwNGmzz7OhE8k3_kM9rre15U9jsRmTZZu0plcBfahnG7

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Outra coisa, 1000shp é pouco para um KC-1T, eles vão usar dois TPE331-14GR-801Z que não encontrei a potência na relação da Honeywell, porque deve ser uma variante nova da família 331, mas a TPE331-14GR-801H do Jetstream 41 desenvolve 1731 shp, deve ser uma variante desta para o KC-1T.

Luciano Clemente Cavalcante da Silva
Luciano Clemente Cavalcante da Silva
1 ano atrás

Excelente aplicação do Computer Based Training.