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Sierra Nevada recebe contrato de mais A-29 Super Tucano para o Afeganistão

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A-29 Super Tucano do Afeganistão
A-29 Super Tucano do Afeganistão

Força Aérea dos EUA concede à Sierra Nevada contrato de US$ 1,8 bilhão para mais aeronaves de ataque leve

A Sierra Nevada recebeu um contrato potencial de US$ 1,8 bilhão para a aquisição e manutenção de aeronaves de ataque leve A-29 Super Tucano para a Força Aérea do Afeganistão, informou o Departamento de Defesa dos EUA em um comunicado.

A empresa foi “premiada com um contrato de US$ 1.808.000,00 por tempo indeterminado e quantidade indeterminada para aquisição, manutenção, modificações, transporte e equipamentos relacionados para o A-29”, informou o comunicado divulgado na terça-feira, 4 de setembro.

Os A-29 são produzidos em Jacksonville, Flórida, em uma parceria entre a Sierra Nevada Corporation e a brasileira Embraer.

O trabalho será realizado na Moody Air Force Base, na Geórgia, e nas bases aéreas Cabul, Kandahar e Mazar-i-Sharif, no Afeganistão, e deve ser concluído em 31 de dezembro de 2024.

“Este contrato [FA8637-18-D-6003] é financiado por fundos apropriados das Forças de Segurança do Afeganistão”, disse o comunicado, acrescentando que o Centro de Gerenciamento do Ciclo de Vida da Força Aérea dos EUA é o responsável pela contratação.

A divulgação não especificou quantos A-29s podem ser encomendados sob o contrato, mas de acordo com o relatório do Special Inspector General for Afghan Reconstruction (SIGAR) de julho para o Congresso dos EUA, o custo unitário das aeronaves fornecidas ao Afeganistão é de US$ 27 milhões.

A-29 Super Tucano em missão de treinamento no Afeganistão

Em abril, dois A-29 foram entregues à Força Aérea dos EUA para o Programa Afeganistão, cinco meses antes do esperado.

O relatório do SIGAR afirma que o inventário da Força Aérea Afegã (AAF) inclui 20 A-29s com um indisponível, e que o serviço conta com 18 pilotos de Super Tucano, incluindo 15 pilotos de voo e três alas. Cinco pilotos de A-29 da AAF são pilotos instrutores qualificados.

O SIGAR não especificou quantos A-29 estavam no Afeganistão.

Em outubro, a Força Aérea dos EUA encomendou seis aeronaves A-29 Super Tucano adicionais para a Força Aérea Afegã, elevando para 26 o número total de aviões a serem fornecidos sob o Programa Afeganistão na época. Então, 12 aeronaves estavam no país e disponíveis para uso da AAF. Outros sete estavam sendo usados ​​para treinamento de pilotos na Moody Air Force Base, na Geórgia. Mais um A-29 caiu durante o treinamento em março de 2017 e ainda não foi substituído.

Em abril, aeronaves de ataque leve Super Tucanos da Força Aérea Afegã estavam conduzindo um terço de todos os ataques aéreos, cinco dos 15 realizados no país a cada dia, disse o Ministério da Defesa afegão na época.

A AAF realizou pela primeira vez ataques aéreos usando o A-29 em abril de 2016 e, em 22 de março, uma bomba guiada a laser GBU-58 foi lançada contra um alvo do Talibã no oeste do Afeganistão, a primeira vez que um avião da Força Aérea Afegã usou uma bomba guiada a laser em combate.

A-29 do Afeganistão recebendo bomba
A-29 do Afeganistão recebendo bomba

Uma plataforma aérea flexível para contra-insurgência
O A-29 é uma aeronave durável e flexível projetada para funções de contra-insurgência e apoio aéreo aproximado. Ele também pode ser usado para missões de reconhecimento em ambientes de baixa ameaça e para treinamento de pilotos, e é capaz de operar a partir de pistas não preparadas.

A aeronave está equipada com aviônicos avançados, um sistema eletro-óptico de designação de alvos, infravermelho e laser, bem como comunicações e datalinks para melhorar sua capacidade de combate.

O Super Tucano é relativamente barato de comprar, voar e manter, custando cerca de US$ 18 milhões cada, dependendo da configuração, e cerca de US$ 1.000 por hora voada, de acordo com The Diplomat. Ele é propulsado por uma variante do motor turboélice mais popular do mundo – o Pratt & Whitney Canada PT 6 – em vez de um jato.

De acordo com a Sierra Nevada, o A-29 Super Tucano foi selecionado por 14 forças aéreas em três continentes e registrou mais de 320.000 horas de voo e mais de 40.000 horas de combate.

Em junho, quatro A-29 Super Tucano foram formalmente entregues ao Líbano pelos Estados Unidos, dois meses antes do previsto, completando uma encomenda de seis aviões.

Em dezembro, a Nigéria afirmou que os EUA haviam concordado em vender 12 aeronaves A-29 para a Força Aérea da Nigéria e, em novembro, as Filipinas encomendaram seis Super Tucanos como parte do plano de modernização da Força Aérea Filipina.

FONTE: The Defense Post

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DOUGLAS TARGINO
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DOUGLAS TARGINO

Que coisa mais linda! Pelo valor, deve ser em média de 20 a 30 aeronaves!

Paulo Maffi
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Paulo Maffi

O ST já pode ser considerado o “F-16 do degrau de baixo”. Agora, com certeza, que essa teoria vai povoar a mente e perturbar os corações dos afeitos por teorias, isso vai. Pois, pode gerar uma interpretação de que talvez seja um “prêmio de consolação” do OA-X. Eu já vejo que nesse meio ele é incontestável… literalmente único em sua categoria!

Sérgio Luís
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Sérgio Luís

Eita galinho bom de briga!!

marrua 113
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deve ser assim: USAF com o Volverine (é nacionalismo puro) e outros mercados patrocinados pelos USA vão de ST…….

DOUGLAS TARGINO
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DOUGLAS TARGINO

Acredito que não amigo. Ou é um ou outro.

Wellington Rossi Kramer
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Por quê? Será que o coração do brasileiro está tão corrompido que ele não pode mais acreditar que alguém possa escolher algo simplesmente por ser melhor?

Leandro Costa
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Leandro Costa

Wellington, nesse caso específico, considero que o A-29 seja a melhor aeronave. No caso dos EUA, seria provavelmente mais barato e economicamente melhor adotarem o Wolverine, simplesmente porque a mesma aeronave já é usada tanto por USAF quanto pela USN na formação de seus pilotos, fazendo com que toda a logística operacional e de manutenção já esteja implantada. Mas como os EUA podem bancar, e pensando que pelo menos uma certa cadeia logística para o A-29 já está operando em Moody, eles podem muito bem escolherem a melhor aeronave para a tarefa, que é o que sinceramente eu torço para… Read more »

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

O nosso é apenas melhor.

Sergio
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O super tucano da USAF vai ser fabricado nos EUA. Mais americano, impossível. Evidente que as partes do ST produzidas em Gavião Peixoto serão exportadas, mas de resto, o próprio mercado americano suprirá. Existe uma lei americana que obriga as compras de defesa de empresas americanas, razão pela qual a Sierra Nevada é parceira da Embraer e os ST, tanto os do Afeganistão, Líbano e Nigéria foram e serão produzidos na fábrica da Embraer na Flórida. Para os americanos o ST hoje é um produto americano, feito por uma empresa baseada lá, com tecnologia americana, pecas e aviônicos produzidos lá… Read more »

Otavio
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Otavio

Assim como Ford e Chevrolet são Americanas e fabricadas no Brasil. Assim é o capitalismo, uns não gostam mas a maioria adora

Nozor Boletti
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Se houvesse jeitinho na Embraer, não seria a terceira empresa de aviação civil no mundo. Se liga.

Marcos
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Marcos

A pergunta que não quer calar

Quanto desse dinheiro ganha a Embraer? Ou a FAB? Ou o Brasil em si?

DOUGLAS TARGINO
Visitante
DOUGLAS TARGINO

Gostaria de saber isso também!

Vitor
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Vitor

Alguns componentes sao fabricados no brasil (gerando emprego), O Lucro vem pro Brasil e a FAB ganha Royalties. Entendo que aproximadamente 20/25% seja conteúdo de fabricação nacional. O resto é praticamente made in USA (Incluindo os que são montados no Brasil).

Humberto
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Humberto

Boa pergunta, mas ai teria que ver no contrato entre a EMB e a SNC
A EMB pagava (ou paga) para o tesouro 1% do valor de cada ST exportado, não acredito que o valor do royalties tenha alterado.
Acredito (ai é um chute meu) que esta porcentagem continue válido para os aviões montados pela SNC e sim, a EMB também recebe a sua parte MAS boa parte do lucro fica com o SNC, nada mais justo, pois eles investiram no processo de venda.
https://www.aereo.jor.br/2014/12/09/embraer-comeca-a-pagar-royalties-do-super-tucano/

Humberto
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Humberto

Eu já respondi aqui uma vez, se a resposta duplicar, é isto.
A EMB paga 1% de royaltie ao tesouro para cada ST exportado, creio que mesmo as vendas do ST pela SNC devam gerar estes mesmos 1%, pois a EMB recebe uma % pela venda, obviamente o grosso do lucro é da SNC, pois eles que estão a frente das vendas para o Estado Americano.
https://www.aereo.jor.br/2014/12/09/embraer-comeca-a-pagar-royalties-do-super-tucano/

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

A pergunta que não quer calar, como um país totalmente destroçado pela guerra que já dura 40 anos, um país que não produz praticamente nenhum para exportação, um país com um PIB abaixo do da Bolívia consegue pagar quase 2 bilhões para vetores e demais equipamentos? O Senhor da Guerra banca a destruição, a reconstrução e o rearmamento certo?

Marcos Cooper
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Marcos Cooper

baseados em que vocês afirmam isto? Tem alguma informação secreta que nem a própria USAF tem?

Wellington Rossi Kramer
Visitante

Uma coisa é escolher treinador, outra é avião de combate. Quem vai levar tiro lá no front quer o melhor. Como explicar as mortes que poderiam ter sido evitadas?

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Que o diga aquele piloto de F-16 que entrou voando no solo, em missão de apoio aéreo aproximado lá no Iraque, anos atrás. Tivesse ele voando um caça de verdade como o F-22 isso não teria acontecido…

/S

Charles
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Isso demonstra o esforço, a competência dos militares da FAB e pessoal da embraer de empreender essa aeronave…muito já foi dito sobre isso…mas é uma pena que não sejam fabricados aqui no país. Pela matéria, até parece que a Sierra é dona do ST, e não é???

Maurício.
Visitante
Maurício.

Eu sei que o outro Mauricio, não vai muito com a “lata” da Embraer, mas você Roberto eu acho que não vai muito com a “lata” do Super Tucano, ele pode não ser 100% nacional, mas acho que quem projetou e construiu/montou tem sim seu mérito, temos tantas poucas poucas pra nos orgulhar aqui no Brasil, eu acho que podemos sim nos orgulhar do ST.
É apenas uma opinião Roberto, desde já peço que não leve pro lado pessoal.

Maurício.
Visitante
Maurício.

Entendi Roberto, é o que provavelmente Portugal vai fazer caso venha mesmo a adquirir o KC-390, vão dizer que o avião é português, mas na verdade é “Brasileiro”.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

É o que eu sempre digo. o carro golf é fabricado no Brasil. Porem o golf é da WV que por sua vez é alemã. Ou seja, por mais que o carro seja fabricado aqui ele não é brasileiro. alem do mais o lucro vai pra Alemanha.

Groo_SP
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Sierra Nevada constrói ou apenas monta? Alguma participação industrial da Embraer?

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

A célula é feita no Brasil pela Embraer e é acabada recebendo o “recheio” nos EUA na Sierra Nevada.

Guizmo
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Guizmo

Concordo com o Roberto. Os EUA JÁ tomaram pra si a propriedade do ST. É só perceber nas inúmeras reportagens aqui do PA. Verifiquem a fonte da matéria, quando é um veículo de imprensa norte-americano, o texto não faz nenhum menção à Embraer ou ao Brasil, este acima foi uma exceção pois citou sutilmente a Embraer sem detalhar a origem.

Se eu fosse mais jovem, talvez me incomodasse, mas já aprendi que é assim que as coisas funcionam, e não irão mudar.

Abs

Maurício.
Visitante
Maurício.

Eu confesso que me incomoda um pouco, eu gostaria de ver nem que fosse uma bandeirinha do Brasil na aeronave, hahaha, mas é isso mesmo que as coisas acontecem infelizmente.

Armando
Visitante
Armando

Tipo os Mitsubishi F15. kkk

Wellington Rossi Kramer
Visitante

Há excessiva preocupação com a propaganda. O que interessa é o que é de fato. O ST é um projeto brasileiro. Essa propaganda me lembra um comentarista/narrador de futebol aqui de SC, o Roberto Alves. Quando ele transmitia algum jogo da seleção e tinha algum catarinense jogando ele fazia questão de enfatizar este ponto. Ex. Fulano passa para cicrano. Cicrano para para o catarinense Valdo… kkkk.

WILSON JOSÉ S JUNIOR
Visitante
WILSON JOSÉ S JUNIOR

Nossa…novamente essa ladainha….
Não existe avião de um só País hoje em dia….
É a mais pura questão de economia de escala.

Maurício.
Visitante
Maurício.

Desculpa mas eu acho que não é ladainha, é apenas um pouquinho de patriotismo que ainda resta em alguns Brasileiros, eu mesmo gostaria de ver naquele ST que estava passando por testes, nem que fosse uma bandeirinha do Brasil.
Vou dar um exemplo “bobo”, veja os super lynx da MB que estão sendo modernizados na Inglaterra, a aeronave é da MB mas eles colocaram um cocar inglês na aeronave durante a modernização (não sei a real intenção, mas envolve um pouco de patriotismo deles nesse caso).
Todas as grandes nações são patriotas.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

A real intenção é que ele esta com cocar e matricula inglesa, pois precisa voar no UK e usar a matrícula da MB só atrapalharia, seria um helicoptero militar de outro país voando no Reino Unido.por isso o Superr Lynx matrícula MB 4001 está usando o Cocar inglês e matricula ZH962 nos seus voos no UK.
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Maurício.
Visitante
Maurício.

Obrigado pela informação, a matrícula inglesa eu entendo, mas o cocar inglês aí já é demais kkkkk
Esse cocar da MB, ficava muito bonito no Sea King, eu gostaria de ver na MB um Merlin, esse sim(na minha opinião), um verdadeiro substituto do Sea King.

Maurício.
Visitante
Maurício.

Eu tenho uma revista Avião Revue 100 jatos de caça e ataque- 2003.
No AMX tem a bandeira da Itália e do Brasil.
No Eurofighter tem a bandeira da Alemanha, Grã-Bretanha, Itália e Espanha.
No F-35 apenas a bandeira americana.
Isso é apenas um exemplo simples mas que no fundo acaba acontecendo.

Davi
Visitante

Se quer chamar de Sierra Nevada, Shorts, Boeing, ou qq outra coisa não me importo, só quero que comprem.
O Gripen feito aqui será Embraer F-39.
Os Helibras não são aerospatiale, Eurocopter ou Airbus.

Renan
Visitante
Renan

Falando em Afeganistão, é interessante ver como o espaço aéreo deles tem movimento peculiar. Ontem, vi notícia de uma bomba em Kabul, então fui ao Flight Radar e reparei que uma aeronave com matrícula americana, porém não identificada, decolou após cerca de 30min. Fui dormir e acordei e a mesma aeronave ainda estava em voo, que até pousar levou o total de 11h30min. No trajeto visualizável ela ficou todo esse período dando voltas, sem seguir um padrão, em Kabul. Certamente um drone, que por qualquer motivo estava visualizável no Flight Radar.

Francisco
Visitante
Francisco

Tenho uma imagem na cabeça, um sujeito chegando em casa e vendo um caminhão estacionado na frente, alguns sujeitos carregando seus moveis e eletrodomesticos, ele pensa em chamar os vizinhos, para ajuda-lo a espantar os sujeitos, já que ñão tem uma arma (nesse pais é proibido para as pessoas de bem), depois pensa em chamar a policia, mas ai pensa novamente, pra que, não vai mudar nada, as coisas são assim mesmo, então se aproxima e oferece ajuda. Depois que todos vão embora, ele deita no chão da casa vazia e dorme pois esta cansado do esforço de carregar o… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

É muito bom ser reconhecido pelos melhores.

Maurício.
Visitante
Maurício.

Off tópico: Esses dias eu me meti numa “polêmica” com o Rinaldo Nery na matéria sobre o exercício BVR da FAB. Na ocasião eu falei que os franceses nos ensinaram táticas baseadas apenas BVR no Matra Super 530D, e falei que foi o próprio pessoal da FAB que falou. O Rinaldo meio que se indignou comigo hahaha, e falou que quando eu falasse “pessoal da FAB” era pra mim ser mais específico e eu deveria falar quem, onde e quando. Eu ia deixar quieto, mas como eu sou um gaúcho muito cabeça dura, eu vou colocar aqui um trecho da… Read more »

fabio jeffer
Visitante
fabio jeffer

Interessante, a Embraer desenvolve todo o produto e a Sierra Nevada fica com o grosso do lucro

Petardo
Visitante
Petardo

Quem te comentou isso?

Adriano RA
Visitante
Adriano RA

Produção sob licença. Todos estão ganhando.

Petardo
Visitante
Petardo

Acho que o rapaz teve acesso aos contratos. Só assim pra poder afirmar que a Sierra Nevada sai com o grosso do dinheiro.

fabio jeffer
Visitante
fabio jeffer

Aliás, lendo a reportagem, nem parece que o ST é um produto desenvolvido no Brasil por uma empresa brasileira
Um leigo tende a achar que o Super Tucano é de origem norteamericana e que a Sierra Nevada é quem o concebeu e toma a frente nas vendas internacionais mesmo sem o FMS

Maurício.
Visitante
Maurício.

Eu ia citar o caso do AMX, os fãs italianos de avião não devem gostar também quando falamos Embraer A1 hahaha

Maurício.
Visitante
Maurício.

Roberto eu acho que ninguém fora do Brasil sabe muito sobre o AMX, no Instagram quando alguém posta uma foto do AMX, o pessoal de outros países perguntam que avião é aquele, confundem até com avião russo, se você aberta na #amx pra ver fotos do caça, só aparece carro velho hahaha, uma ou outra foto aqui no Brasil e algumas de fãs Italianos.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Sim, Roberto. A alguns anos atrás alguns amigos americanos entusiastas de aviação militar e alguns ex-militares torcem para verem Super Tucanos por lá. Um deles, que trabalhava em Mojave, me mandou fotos, todo empolgado, ao lado de um Shorts Tucano que havia sido comprado por um particular. Ainda me perguntou quais eram as diferenças entre ele e o original. A ainda mais alguns anos atrás, a USN chegou à escolher, mas não levou, uma versão do ERJ-145 para substituição dos EP-3. Um dos esquadrões chegou à desenhar um patch com a aeronave nele, mas nunca mandaram produzir devido ao cancelamento… Read more »

Ricardo Campelo
Visitante
Ricardo Campelo

Colegas, a fonte que se baseia essa matéria é de site baseado nos Estados Unidos chamado ”The Defense Post”, é só observar no final da matéria aqui do site a fonte citada. Sendo assim, o jornalista deve ter consultado a Sierra Nevada para fazer reportagem. Era mais prático pra ele, vcs não acham? Claro que ele exaltou o nome da Sierra Nevada ao invés da EMBRAER. Ele foi realmente ”bairrista” nessa!!! Não sei como é esse acordo entre EMBRAER e Sierra Nevada nessas vendas dos Super Tucanos. Mas acho que a EMBRAER não iria fazer um acordo desses para sair… Read more »

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Roberto, vou copiar e colar lá para ele ler.

E obrigado. Sou de 1980 e colecionava de tudo desde mais ou menos meados dessa década, e nunca tive a ‘Vruum’.

André Bueno
Visitante

Lembro-me dessa Vruum. Foram cerca de seis números, havia sempre um poster ou uma página inteira com foto de um avião da Segunda Guerra, contos de Arthur Clark, curiosidades sobre carros, aviões, barcos, motos.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Não há de que, Roberto.

E lembro-me das diversas vezes em que meu pai me levava à Siciliano do Galeão para podermos comprar algumas revistas como Air Enthusiast, Air Classics, Flight, Air Forces Monthly, etc. Tempos interessantes. Havia um jornaleiro em Copacabana, salvo engano na Nossa Senhora perto da esquina da Prado Júnior que era imenso e tinha muita coisa boa, tanto nacional quanto importada.

No mais, ainda guardo antigas coleções como Máquinas de Guerra, Guerra na Paz, Corpos de Elite, etc. Bons tempos em que esse tipo de coisa tinha em abundância e qualidade.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Aliás, podiam reeditar alguns dos livros lançados antigamente. Não precisa nem ser a coleção completa da Renes não hehehehe, mas coisas como aquelas coleções de ‘Aventuras Vividas’ e por aí vai. Havia as versões em português do excelente ‘Ases da Guerra Aérea’ que eram fantásticos! Ainda preciso do meu exemplar dos ases da USN e USMC.

OBS.: Acho que meio que sequestramos o tópico aqui heheheheh

João Argolo
Visitante
João Argolo

Não o sei se alguém comentou aqui, mas achei bem estranho (positivamente) este tipo de contrato onde parece que o cliente decidiu deixar um dinheirinho adiantado (R$ 1.800.000) pra depois resolver em que gastar. Geralmente o valor do pagamento é acertado por último a depender dos produtos escolhidos. Pra mim isso demonstra o alto grau de relacionamento entre o cliente e o fornecedor, não necessariamente os mesmos envolvidos na encomenda dos 300 S, mas não deixa de ser bom sinal. “A empresa foi “premiada com um contrato de US$ 1.808.000,00 por tempo indeterminado e quantidade indeterminada para aquisição, manutenção, modificações,… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Antes do contrato ser assinado o recurso é disponibilizado, sem isso não se pode assinar o contrato.

João Argolo
Visitante
João Argolo

Certo, mas o que o texto diz é que a Sierra Nevada recebeu um contrato. Normalmente esses contratos vem com quantidades e prazos determinados. Acabou o prazo extingui-se o contrato. Ainda que não tenha sido assinado, deveria haver nele essas informações. Acho que não foi apenas uma disponibilização. De qualquer forma mais informações virão com certeza. Obrigado. Abrçs

Sergio
Visitante

Lá podem ser indeterminados, pois poderao ser estendidos, aumentados os valores e quantidades sem a necessidade de se fazer toda a burocracia novamente.

Jorge Augusto
Visitante
Jorge Augusto

Mas o terceiro protótipo já não seria o primeiro de produção mas que foi “emprestado” pela FAB? Logo ele não teria as bandeiras dos paises participantes mesmo.

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

Está parecendo um prêmio de consolação o Super Tucano irá povoar os mercados periféricos com seus vetores bons e baratos. Uma coisa que o tio sam sabe é fomentar sua indústria de defesa. Com a Textron para o mercado interno (USAF) e a Sierra Nevada para o mercado de exportação, como Afeganistão, países do oriente médio e África.

Sérgio
Visitante

Li alguns comentários e observei que uma parte dos amigos que postaram esqueceram de citar. Se a Embraer/Sierra Nevada vencerem esse contrato, a Embraer (Brasil) vai ter uma vitrine enorme para o ST no mundo por décadas, impulsionando as vendas do ST, pois se ele for o escolhido, será escolhido por ser o melhor e a USAF não vai escolher o pior, colocando em riscos a vida de seus militares, coisa que é levado muito a sério por lá. A grosso modo a Embraer vai oferecer aos futuros compradores o avião leve de ataque/treinamento usado pela USAF….quer vitrine melhor?

João Argolo
Visitante
João Argolo

Com todo respeito, acho que não. Seria uma grande frustração para os próprios americanos. As reportagens deles sobre a competição sempre mostram uma certa empolgação com o concorrente brasileiro, a exemplo da recente divulgada pela Fox News. Eles não escondem o entusiasmo com o nosso ST, e como alguém já disse por aqui, parece ser um processo que tenta justificar a contratação de forma que a concorrência não venha a questionar. Acho que prêmio de consolação nessa área técnica algum complicado. Seria a última coisa que poderíamos pensar que o americano faria. Neste ramo não existe espaço para tal. Deixar… Read more »

Balbino
Visitante
Balbino

Esses malditos roubaram o nosso produto? O nosso maior patrimonio militar juntamente com os ASTROS. E ainda se ver por aí um monte de sujeito bradando com alegria parceria com americano. Isso é o complexo de vira lata a niveis insuportaveis. Os caras tornaram o nosso ST um produto deles? Mano que ódio véi

fernandoEMB
Visitante
fernandoEMB

Nossa… Ler isso que você escreveu me fez sentir muito mais inteligente (ou menos burro)… Continue assim colega!!!

fernandoEMB
Visitante
fernandoEMB

Off topic… Parece que um C-130 da FAB acaba de realizar um pouso sem trem… A confirmar!!

fernandoEMB
Visitante
fernandoEMB

Confirmado.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

A Amazon já disponibilizou a venda do livro sobre o EMB-314 Super Tucano, de autoria de João Paulo Zeitoum Moralez. Lá tem toda a história sobre a origem do A-29. É o 31° no ranking de vendas de livros sobre aviação militar.

Professor Takeno I.T.A
Visitante
Professor Takeno I.T.A

Resumindo . Trump US ganha muito e nós como sempre, apenas inventamos e eles tomam pra eles e triplicam seus lucros. Isso é Brasil. Agora se o governo resolvesse invrstir forte no mercado militar, recuperar a indústria militar falida do Brasil e dominasse o auto controle sobre seus produtos militares. Aí quem sabe, o Brasil iria ver um pouquinho de $. Até hoje Santos Drumouund se revira no caixão por causa da falácia americana. Agora será a EMB. Mas esse avião na realidade é graças ao I.T.A e centenas de milhares de alunos brasileiros que rasgaram de estudar para fazer… Read more »