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Helicópteros do Armée de l’Air na Guiana Francesa

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Raramente vistos, helicópteros AS555AN Fennec e SA330Ba Puma do esquadrão ET00.068 “Antilles-Guyane” que operam a partir da Base Aérienne 367 Cayenne/Rochambeau (Guiana Francesa).

A unidade do Armée de l’Air (Força Aérea Francesa) opera estes Fennecs com a esquadrilha SPA152, além do SA330Ba Puma. O ET00.068 também voa – dentro de 1 Esc (EHOM00.058) – o avião CN235M-200.

Os 130 militares da unidade protegem o Centro Espacial da Guiana (onde os foguetes Ariane são lançados), garantem a soberania francesa no país e combatem a pesca ilegal e exploração ilegal de recursos, além de oferecer SAR e assistência humanitária.

FOTOS: Armée de l’Air

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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Sabem me dizer se a Guiana tem uma força independente ou são militares franceses mesmo? Eles operam algum tipo de caça ou fragatas ou é “proibido” ou não tem “necessidade”?

Agnelo
Agnelo
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

A França mantém o 3º Regimento Estrangeiro de Infantaria na Guiana Francesa.
É território francês.
Tem um bom curso de operações na selva e fazem intercâmbio com o Brasil.

Rodrigo Hemerly
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Em relação ao caso da Guiana eu não faço a menor ideia sobre o assunto e portanto não foi falar sobre assuntos que eu não sei. Vou falar sobre coisas que eu sei que é o caso do Brasil, pois na época do período colonial as tropas eram divididas em três partes, a saber: 1ª linha (tropas portuguesas), 2ª linha (tropas brasileiras) e 3ª linha (tropas reservas (milícias) – o pessoal que não conseguiu entrar nas tropas de 2ª linha). Espero ter ajudado de alguma forma.

Bardini
Bardini
1 ano atrás

Os Legionários também protegem o centro de lançamento de Kourou, visto ao fundo da primeira imagem…
http://foreignlegion.info/units/3rd-foreign-infantry-regiment/

Aldo Ghisolfi
1 ano atrás

A Guiana possui uma pequena força de defesa com uma disponbilidade (2010) de quase 190.000 tropas. É território dito departamento ultramarino da França que lhe deve proteçao militar, se necessária. Presença efetica da Legião Estrangeira, 3e. Régiment d’Infanterie de Étranger (3º Regimento de Infantaria Estrangeiro), em Kourou, Guiana francesa, onde guarnecem as instalações de lançamento da França.

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Aldo Ghisolfi
1 ano atrás

Certeza que não tem zero a mais aí, 190.000 não é uma “pequena” força para um território do tamanho da Guiana francesa.

jota ká
jota ká
Reply to  Aldo Ghisolfi
1 ano atrás

190 mil é toda a população do território colonial, segundo o censo de 2005 (hoje deve ser um pouco maior).
As Forças Armadas Francesas tem 265 mil pessoas na ativa e 72 mil da reserva.
Não é verossímil que um grande território (Guiana Francesa) tenha quase 100% de sua população formada por militares. Também não faz sentido que a França mantenha a maior parte de seus efetivos numa região afastada da metrópole e quase sem importância estratégica.

Ivan BC
Ivan BC
1 ano atrás

Coisa linda!

Silvio RC
Silvio RC
1 ano atrás

Sei que eles são os fabricantes, mas a França utilizando os AS 330 Puma e nós despresando o AS 332M Super Puma.
Sei que temos o H225 Caracal, mas na minha opinião, deveríamos concentrar todas as células do As 332 das três forças em uma única unidade, pertencente a uma única força singular, talvez a MB. E depois de revisadas e modernizadas, ainda prestaram um bom serviço.

Silvio RC
Silvio RC
Reply to  Silvio RC
1 ano atrás

*prestarão

Caio Ribeiro
Caio Ribeiro
Reply to  Silvio RC
1 ano atrás

O problema foi o valor cobrado por essa modernização, na ordem de 10 milhões de euros por aeronave!

Bruno Vinícius Campestrini
Bruno Vinícius Campestrini
Reply to  Caio Ribeiro
1 ano atrás

10 milhões de euros não é o preço de um Black Hawk novo? Porque foi esse preço a modernização?

Thiago Telles
Thiago Telles
1 ano atrás

P quem quer se alistar na legião estrangeira tmb é o local mais próximo do Brasil para tal. Pelo menosoq procurei saber ha 20anos atrás

Everton Matheus
Everton Matheus
1 ano atrás

Guiana É parte da França. Não atoa a moeda local é o Euro e a Guiana elege representante para a Assembleia Francesa e o seu “presidente” na verdade é presidente da Assembleia local

DaGuerra
DaGuerra
1 ano atrás

É bom a FAB e a Bda Pqdt e o 4 BAvEx estarem também em alerta ao que se passa ao norte do continente.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  DaGuerra
1 ano atrás

Por que? Macron vai comandar uma invasão?

Delfim
Delfim
1 ano atrás

E o Maduro pensa em esticar a Venezuela para o leste… idiota.
Mexer com as Guianas é a maneira mais rápida de encerrar o bolivarismo de forma permanente.

Kommander
Kommander
Reply to  Delfim
1 ano atrás

????

Aurelio
Aurelio
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Cara, essa aí é a Guiana Francesa e não a Guiana (antiga colônia inglesa) que faz fronteira com a Venezuela.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Nada a ver.

Everton Matheus
Everton Matheus
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Calma, Os ditadores venezuelanos querem PARTE(metade) da Guiana, a Guiana é ex-colônia da Inglaterra e participa da Commonwealth(Organização/Aliança que o Reino Unido faz com suas ex-colônias). Essa Guiana é diferente da Guiana Francesa, existe um Suriname(ex-colônia Holandesa) entre elas.
Mas se você queria dizer que expandir para o Leste significa cutucar países europeus, então vc esta correto.

Aldo Ghisolfi
1 ano atrás

Marcos R, bom dia.
Usei a expressão ‘disponibilidade’, não efetividade que, realmente, é muito menor, algo em torno de 1.100 tropas; como ensina o nosso mestre.

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Quando houve uma operação da FAB na qual os A-1 de Santa Maria voaram até o norte, ao passarem pela fronteira com a Guiana francesa seus RWR acusaram estarem sendo iluminados por radares franceses. Não dormem no ponto.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Delfim
1 ano atrás

É o radar de vigilância de Caiena. A Guiana é minúscula. Do Oiapoque até Caiena são 15 minutos de vôo. A Azul faz a rota Fortaleza/Caiena, de E195. Já fiz esse vôo várias vezes. A Base Aérea fica na cabeceira 08 do aeroporto Phillipe Ebóque.
Essa missão dos A-1 em Tiriós foi controlada por um E-99. Eu era o Chefe de Operações do 2°/6° GAV, à época. Depois disso, um PEF em Tiriós foi instalado.

Agnelo
Agnelo
1 ano atrás

Tropas do 34º BIS sempre fazem intercambio com a Legião.
Q eu saiba, nunca houve problema.

Quanto a Legião, legionários não podem servir perto de seu território natal nos primeiros 5 anos, se a regra não mudou.

Thiago
Thiago
1 ano atrás

Sempre tive a curiosidade de saber qual é a percepção dos brasileiros em relação a Guiana Francesa, se é vista como um potencial ameaça, um risco, uma oportunidade ou simplesmente indiferença. E as instituições (forças armadas e os demais aparatos) como se relacionam e com encaram esse resíduo da era colonial? Eu por mim tenho ambos os sentimentos, seja de uma potencial ameaça em futuro e de oportunidade .

Daglian
Daglian
Reply to  Thiago
1 ano atrás

Thiago, A Guiana Francesa nunca foi e não é nenhuma ameaça ao Brasil. Primeiro porque o Brasil tem boas relações com a França, e segundo porque a Guiana Francesa não tem qualquer tipo de ação agressiva em relação ao Brasil. Não faz sentido percebê-la como ameaça, como de fato creio que praticamente nenhum brasileiro pense dessa forma, salvo alguns militantes completamente deslocados da realidade. Esse tipo de gente insiste em temer os EUA e os Europeus num pensamento jurássico decorrente da Guerra Fria ou de tempos anteriores. O principal interesse francês na Guiana é utilizá-la para lançamento de seus foguetes,… Read more »

Thiago
Thiago
Reply to  Daglian
1 ano atrás

Boa noite Daglian, Antes de tudo agradeço pela sua atenção como aos demais. Me permita porém algumas observações: .1 O temor pelos é o EUA( falo por mim ) não é oriundo de nenhum pensamento jurássico ou decorrente da guerra fria, e sim decorre da simples e pura geopolítica e observações históricas. É uma superpotência, superior ao Brasil em todos os aspectos, que goza de um poder e uma hegemonia incontestável, teoricamente tem o poder e já mostrou que pode agir de maneira unilateral e sem temer consequências. 2. Tenho a certeza que o Brasil já superou sua puberdade é… Read more »

jota ká
jota ká
Reply to  Thiago
1 ano atrás

O único conflito do Brasil (Reino Unido de Portugal, Brasil e Algrave) com a Guiana Francesa foi no período napoleônico, em 1809, quando tropas luso-brasileiras, apoiadas pela Marinha Britânica, ocuparam Caiena e anexaram a colônia.
Em 1817, após a queda de Napoleão, negociações devolveram a colônia à França, porém, avançando o território brasileiro até o Rio Oiapoque.

jota ká
jota ká
Reply to  jota ká
1 ano atrás

Algarve

Heverton Ribeiro
Heverton Ribeiro
Reply to  jota ká
1 ano atrás

Para quem quiser se aprofundar no assunto:
https://www.skoob.com.br/livro/221924#_=_

Thiago
Thiago
Reply to  Heverton Ribeiro
1 ano atrás

jota ká 19 de agosto de 2018 at 19:46 O único conflito do Brasil (Reino Unido de Portugal, Brasil e Algrave) com a Guiana Francesa foi no período napoleônico, em 1809, quando tropas luso-brasileiras, apoiadas pela Marinha Britânica, ocuparam Caiena e anexaram a colônia. Em 1817, após a queda de Napoleão, negociações devolveram a colônia à França, porém, avançando o território brasileiro até o Rio Oiapoque. _____ Heverton Ribeiro 20 de agosto de 2018 at 8:23 Para quem quiser se aprofundar no assunto: https://www.skoob.com.br/livro/221924#_=_ _______ Valeu, agradeço os dois pelas informações e ótima dica de leitura. Abraços

Humberto
Humberto
Reply to  Thiago
1 ano atrás

Thiago, O pouco que sei é sobre os garimpeiros clandestinos que vivem na região, os Brazucas entram ilegalmente lá em busca do ouro, e quem entra ilegal, vive ilegal ou seja, não são bem vistos pelas autoridades da região. Lembro de um caso de brasileiros matando militares Franceses em uma batida em um garimpo, mataram e fugiram para o Brasil, até onde sei, os garimpeiros foram presos pela PF. Sobre as Guianas Francesas, o Brasil (na época do Jânio) planejou dar um troco em lembrança a “guerra da lagosta” e invadir as Guianas, por sorte o da “vassourinha” renunciou (o… Read more »

Thiago
Thiago
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Boa noite Humberto, obrigado pela sua atenção e colocação pertinente, não conhecia minimamente os fatos que você citou. Ignoravo completamente esses esses episódios, despertou a minha curiosidade.
agradeço-lhe mais uma vez.
Abraços

Humberto
Humberto
Reply to  Thiago
1 ano atrás

Imagina Thiago,
Estamos aqui para somar e aprender, caso eu tenha escrito algo incorreto, fique a vontade em me corrigir..A memória me trai .. com alguma freqüência.
Abraços

Thiago
Thiago
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Rsrsrs não teria a competência para tanto Humberto, a história brasileira há conheço superficialmente e por interesse pessoal. Esse pouco conhecimento vem de revistas geopolíticas, alguns poucos livros, e em boa parte da maravilhosa ferramenta que é internet. São raras as exposições sobre o Brasil e muitas vezes são superficiais. Estive várias vezes no Maxxi de Roma e tive a oportunidade de ver exposiçoes sobre o Irã e e até sobre arquitetura de Tel Aviv. E o Brasil ? Só idiotices de artistas, ideológicas e folcloristas que mostravam a ” beleza ” e as manifestações dos carroceiro pelas ruas brasileiras… Read more »

Guizmo
Guizmo
1 ano atrás

Guiana é “territoire d’autre mer”….,,,ou seja, é a França

Aldo Ghisolfi
1 ano atrás

Thiiago, aditando o Daglian, penso que o grande passo geopolítico que a situação geográfica nos presenteia é usar a Guiana como grande porta de entrada na CEE, visto que, por ela, somos fronteiriços com a França mesma o que, com o bom trabalho diplomático ‘de antes’ poderá proporcionar excelentes negócios para nós e principalmente para o norte do país. Nos une diretamente à CEE. Estou errado?

Thiago
Thiago
Reply to  Aldo Ghisolfi
1 ano atrás

Boa noite Aldo, foi exatamente essa “oportunidade” que eu tinha em mente , uma porta que poderia facilitar a cooperação com a comunidade europeia, mas aquele território parece-me carente em infraestruturas, a economia é pouco expressiva pois além da base espacial não há nada de significativo, a comunicação/ligação com o estado brasileiro também não favorece o intercâmbio entre os dois territórios. Talvez a maior oportunidade seria uma cooperação científica/militar.
Agradeçorato pela sua atenção,
abraços

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Torço para que o Xarope da Venefavela invada a Guyana,

vai levar uma surra dos Ingleses+Âmis = queda da ditadura.

A Guyana é muito rica em diversos recursos:

https://en.wikipedia.org/wiki/Guyana

Quanto aos Hélis da França:

Porquê da certo para eles e 2º “N” comentários aqui na trilogia não dá certo para nós ?

A Guiana Francesa é rica em minerais, pesca, madeira, etc ….

https://www.youtube.com/watch?v=dUIqsZJKdIg

Humberto
Humberto
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Carlos Alberto Soares 20 de agosto de 2018 at 12:55 Até pode declarar uma guerra e soltar umas bombas na Guiana, mas não tem como passar disto, esta guerra seria iminentemente aérea ou pelo mar. Coisa que os Britânicos tiram de letra a séculos. Por terra (onde se ganha a guerra) não tem muito como, a região de fronteira é pouco povoado, já li que a Venezuela teria que montar uma grande infra-estrutura rodoviária ou tentar alcançar a Guiana pelo litoral, o primeiro tem que gastar dinheiro (coisa que eles não tem) já o segundo (menos cara), além da dificuldade… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Aldo Ghisolfi 20 de agosto de 2018 at 9:26

Não.

E a infra ?

Cabotagem ? Creio ser a melhor solução.

https://www.marinetraffic.com/pt/ais/details/ports/19055

Nada sobre porto:

http://www.guyane.gouv.fr/

Melhor ter feito um em Caiena.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás