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46 anos do primeiro voo do caça F-5E Tiger II

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Northrop F-5E Tiger II
Northrop F-5E Tiger II

O caça Northrop F-5E Tiger II completou ontem, 11 de agosto, 46 anos do seu primeiro voo.

Os jatos T-38 Talon, F-5A/B Freedom Fighter e F-5E e F-5F Tiger II são parte de uma família amplamente utilizada de jatos leves supersônicos, projetados e construídos pela Northrop dos Estados Unidos, começando no final de 1959. Centenas permanecem em serviço em forças aéreas de todo o mundo e ainda deverão continuar operando nas primeiras décadas do século 21. Outro membro da família, o F-20 Tigershark, não seguiu adiante, embora tenha sido um avião de combate formidável.

O F-5 começou sua vida como um caça financiado pela iniciativa privada, num programa da Northrop na década de 1950. A primeira geração do F-5A Freedom Fighter entrou em serviço em 1960. Mais de 800 foram produzidos até 1972 para os aliados dos EUA, durante a Guerra Fria. A USAF não tinha qualquer necessidade de um caça leve, mas precisava de um treinador supersônico, que se materializou no T-38 Talon, dos quais quase 1.187 foram produzidos.

Sua segunda geração, o F-5E Tiger II, também foi usada durante a Guerra Fria pelos aliados americanos e, em quantidades limitadas, pela aviação militar dos EUA, como agressor/adversário em treinamento de combate aéreo; a produção do Tiger II chegou a 1.400 unidades, terminando sua produção em 1987.

Muitos F-5s continuam em serviço, tendo sido submetidos a uma ampla variedade de programas de upgrade, para acompanhar a evolução do combate aéreo. O F-5 também tem uma versão dedicada à missões de reconhecimento, a RF-5 Tigereye.

As variantes F-5N/F também permanecem em serviço na Marinha dos Estados Unidos e no USMC, como adversário/agressor.

A Northrop fabricou 792 F-5Es, 140 F-5Fs e 12 RF-5Es, além de licenciar outros países para produzí-lo: 56 F-5Es e -Fs, mais 5 RF-5Es foram montados na Malásia, 90 F-5E/Fs na Suíça, 68 na Coréia do Sul e 308 em Taiwan.

O F-5 em combate

Em outubro de 1965 a USAF começou a avaliação de 5 meses em combate com o F-5A, num programa batizado Skoshi Tiger. 12 caças foram entregues ao 4503rd Tactical Fighter Wing e redesignados F-5C.

Eles voaram 3.500 surtidas no Vietnã sob a 3rd Tactical Fighter Wing, com duas aeronaves perdidas. O programa, que tinha um objetivo mais político do que técnico, foi declarado um sucesso.

A Força Aérea Imperial do Irã tornou-se um dos maiores operadores do F-5, recebendo muitas aeronaves nas décadas de 1960 e 70. Foram 104 F-5A e 23 F-5B em 1972.
De 1974 a 1976, o Irã também recebeu 166 F-5E/F e 15 RF-5E. Depois da revolução, a Força Aérea da República Islâmica do Irã conseguiu manter seus F-5 voando, com peças obtidas de outros países e, depois, produzidas localmente. (Atualmente, o Irã produz sua versão local do F-5, o “Saegeh”).

Durante a Guerra com o Iraque na década de 1980, os F-5s estiveram muito envolvidos, em missões ar-ar e ar-superfície. F-5s iranianos travaram muitos combates aéreos com caças iraquianos MiG-21, MiG-23, MiG-25, Su-20/22, Mirage F-1 e Super Étendards, obtendo muitas vitórias.

Entretanto, os registros de combate não são conhecidos, com diferentes resultados de fontes iraquianas, iranianas, russas e ocidentais.

Mas pode-se afirmar que, nos primeiros anos, as vitórias penderam para o F-5, graças à melhor tecnologia dos mísseis IR americanos, e mais tarde, a diferença caiu, com a obtenção de melhores mísseis e aeronaves pelo Iraque.

Em 1977, 2 caças F-5E da Etiópia teriam derrubado dois MiG-21MF da Somália e provocado o choque em vôo em outros dois MiGs, que tentaram escapar de um míssil AIM-9B. Entretanto, três F-5 etíopes foram derrubados por fogo antiaéreo em missões de ataque na Somália.

A Arábia Saudita, outro grande operador do F-5, empregou a aeronave na Guerra do Golfo em muitas missões em 1991, perdendo uma aeronave para o fogo antiaéreo.

 

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Rodrigo M
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Rodrigo M

Parabéns! Um dos maiores sucessos da aviação! Que tenha logo um descanso merecido.

Guilherme Poggio
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DOUGLAS TARGINO
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DOUGLAS TARGINO

Um grande avião que já pede descanso e aposentadoria a 15 anos!

ALEXANDRE
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ALEXANDRE

Verdade,nosso fuscão aereo

Marcelo
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Marcelo

Lembrando que exatamente esta unidade do 1o voo está conosco e modernizado! Esse irá direto para o Museu dos Afonsos quando der baixa, isso se a Northrop não pedi-lo !
Feliz Dia dos Pais !

nonato
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nonato

Talvez esse assunto já tenha sido amplamente discutido anteriormente e Nunão e Neri ficarão uma fera.
Mas uma versão moderna do F 5 seria viável?
Como se compararia com caças modernos como o gripen e o F16 ou jatos tipo M 346, F50, etc?
Me parece que as principais vantagens do F 5 é ser supersônico e muito barato.
Desvantagens o alcance e talvez baixo payload…

IvanStop
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IvanStop

Posso estar falando bobagens mas creio que o Jas-39 pode ser considerado uma versão moderna do F-5, o T-50 também, até na questão conceitual. E se for analizar outros aspecto até a família Hornet/Super Hornet também tem um DNA do Tiger nele!

Anderson
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Anderson

Bela aeronave, principalmente no Dogfight. Queria muito ver um embate desse belíssimo vetor de uma versão modernizada.

Guilherme Poggio
Editor
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Anderson

No dogfight ele era bom até a década de 70. Depois disso surgiram os caças instáveis, comandos FBW e monoreatores muito poderosos. Perdeu boa parte da sua vantagem.

anderson
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anderson

Não é bem assim, vejamos:
“No combate visual contra o F-18, nós cconseguimos, algumas vezes, ganhar a disputa”, conta o Tenente-Coronel Ricardo Guerra Rezende, comandante do Esquadrão Pampa (1°/14° GAV). “A integração com o míssil de quarta geração, o Python 4, consegue aumentar as capacidades da aeronave, mesmo tendo uma inferioridade em termos de performance”, completa o Tenente-Coronel Rubens Gonçalves, comandante do 1° Grupo de Aviação de Caça.
Fonte:https://www.aereo.jor.br/2015/11/20/f-5m-x-fa-18-conseguimos-algumas-vezes-ganhar-a-disputa/

Mauricio R.
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Meu Mirage predileto, o F-1, atropelaria ele assim sem mais e nem menos. Aliás atropelaria não, atropelou, na Guerra Irã-Iraque.

Mosczynski
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Mosczynski

Parabéns a FAB que voa com um clássico. A propósito, os bólidos que protegem nossos céus já receberam placa preta? Ou por terem sido tão modificados para continuar trabalhando por quase meio século não tem direito?

Dortmund Brazil
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Dortmund Brazil

O rival perfeito para o Mig-21. Altamente manobrável, boa aceleração e custo baixíssimo para operar. No período da guerra fria, foi amplamente utilizado por países periféricos. Uma pena ter sido sucedido pelo icônico F-16. Pois poderia ter melhor futuro.

Daglian
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Daglian

Não à toa, suas versões iniciais tinham o nome de “Freedom Fighter”, pois ele proporcionava um meio relativamente barato de países aliados do Ocidente conseguirem combater as aeronaves soviéticas. O F-5E Tiger II foi a consagração deste projeto muito bem sucedido.

Desta forma, devemos respeitar a história da aeronave responsável pela defesa aérea brasileira por décadas.

Luiz Floriano Alves
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O F-5 evoluiu para o F-18 Hornet, seu neto. Todas as deficiências de combate do F-5 foram corrigidas na forma do F-18 Hornet. Juntamente com o Super Hornet são os herdeiros das qualidades deste brilhante projeto. Bons aviões não morrem. Mas nossos F-5 bem que merecem uma aposentadoria digna.

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Todas não. O F-18 continua a tradição de ser ruim de curva sustentada como o F-5 (quando comparadas as respectivas épocas).

Thiago Telles
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Thiago Telles

“sortidas” =surtidas
Esse caça foi sucesso total. O nosso modernizadoperdeu um dos dois canhões 20mm correto? Foi um pecado o f20 nao ter decolado.

Delfim
Visitante
Delfim

Os sucessores do F-5E acabaram sendo 2 : o FA-50 e o JAS-39C, ambos utilizando o motor F-404 que seria o utilizado no F-20. O Gripen de perfil é a cara do F-20.
Aliás, se os coreanos fizessem uma versão monoposto do FA-50, como o Hawk 200, seria O caça supersônico de baixo custo do séc. XXI.

Mauricio R.
Visitante

Nem um muito menos o outro, aliás em se tratando de motorização, a J-85 dos T-38 e F-5, era antes de mais nada a época, motor de míssil (Hound Dog, Quail) era quase que descartável.
Foi por assim dizer “promovida”, a turbina de fato similar a J-57 ou a J-79, devido ao sucesso de ambas as aeronaves Northrop.
E um detalhe, 4 caras removiam e colocavam essa turbina na célula.
Nem pense em fazer isso com a F-404 ou -414, apesar da modularidade, o resultado será com certeza trágico.

Silvano Conti
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Silvano Conti

Li em um site em inglês que os russos se apoderaram de alguns F-5 do Vietnã do Sul depois da guerra, e o testaram contra seu melhor avião da época, o Mig-21. O resultado foi que o F-5 derrotava o Mig-21 em todos os combates dogfight, mesmo com a troca de pilotos, o Mig-21 só levava vantagem quando simulava combate usando mísseis. No canhão o F-5 não perdia. Os soviéticos não entendiam porque os norte americanos insistiam no F-4 contra os Mig, mesmo tendo o F-5 a disposição. Esse avião é o fusca dos caças. Pena que o F-20 não… Read more »

Agnelo
Visitante
Agnelo

Prezado
Se possível, leia a autobiografia de Saburo Sakai, ás japonês.
Nela, ele mostra a doutrina do americano neste aspecto q relatou,como insistirem no F-4.
Eles não pensam só no Avião x avião, mas no sistema no qual o avião se insere x o sistema combatido.
Assim, com o tempo, os Wildcat venceram os Zero, e assim, os F-4 venceram os MiG-21.
Creio q isso influencie muito.
Sds

Mauricio R.
Visitante

O “Wildcat” nunca se impôs sobre o “Zero”, ele aguentava o tranco.
No mar couberam ao “Hellcat”, na US Navy e ao “Corsair”, nos Marines esta distinção.

Agnelo
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Agnelo

Exatamente. O avião, não, mas os Esqd dotados dele, sim.
Como?
Segundo Saburo Sakai, tática.
Enquanto os japoneses partiam pra cima avião contra avião, os americanos dividiam os céu por setor, com cada avião cuidando do seu “pedaço” e apoiando seus companheiros (assim q os japoneses entenderam), e no final, as perdas de Wildcat caíram e dos zeros aumentou, até q chegaram os Hellcat, oportunidade na qual se somou: avião superior + tática superior + pilotos melhor formados (veteranos americanos formavam novos pilotos / japoneses experientes morriam e os novos chegavam “imaturos” pro combate)
Sds

Rafael M. F.
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Rafael M. F.

Inevitável lembrar da Thach Weave, que na verdade era uma variante da Finger Four (criada não por alemães, mas por finlandeses).

https://www.aviation-history.com/airmen/weave-1.jpg

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Um belo avião. Acho que menosprezamos muito as capacidades de nosso atual F-5.

Muito melhor do que muita coisa mais nova voando por aí (basta perguntar para os Franceses).

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Muito por aí, na ultima ResFlag em que a FAB participou a unica crítica ao avião é que Ele não poderia levar pelo menos 4 misseis Derby. O Velhinho conseguiu algumas kills que abrilhantaram a longeva trajetória de serviço.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Falta desempenho, também. Quando o F-5 chegava na “regenerate area”, o F-15 já tinha retornado. Nas chacotas entre os pilotos de Mirage e F-5, na FAB, os Jaguares sempre chamaram o F-5 de “avião de papel”. E têm uma certa razão.

Overandout
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Overandout

Eles queriam dizer que o avião era “frágil”?

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Aparentava fragilidade. Baixo desempenho, pouca carga.

Delfim
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Delfim

De acordo com http://www.dtic.mil/dtic/tr/fulltext/u2/c016682.pdf , na página 22, 23 e 24, estão os totais de surtidas e perdas para cada modelo. . F-4 : 1300 surtidas por perda. F-105 : 478 surtidas por perda. A-1 : 612 surtidas por perda. F-5 : 1357 surtidas por perda. . F-100, o supersônico mais antigo : 1821 surtidas por perda. O OV-10 Bronco, aquela coisa ? 2.686 surtidas por perda. O subsônico A-7 ? 3137 surtidas por perda. O ultrapassado T-37 ? 4.279 surtidas por perda. . B-52 ? 6.986 surtidas por perda. Multiplica esta taxa de sobrevivência pela quantidade de bombas que… Read more »

Rui chapéu
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Rui chapéu

Mas isso não quer dizer nada. Cada avião é pra um tipo de missão.
Se os f-5 ficavam atrás como apoio e não batiam de frente com os outros é de se esperar que tenha menos perca.
O coitado aí foi o f-105, que foi projetado pra uma coisa e foi usado pra outra. Além de ter que bater de frente com SAMs e AAA e não poder revidar devido as regras de engajamento.

ednardo curisco
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ednardo curisco

Os aviões tiveram mais ou menos participação, e sofreram mais ou menos perda, a depender da fase da guerra também.

E o Vietnam trazia o mesmo problema da Coréia do Norte: não havia tantos alvos estratégicos.

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Outra época, outros tempos. Avião feito precisamente para determinada situação, determinada região e determinado tempo, quando chegou já era tarde, leia-se Vietnam do Sul. Virou rei num mundo cegos, pouca autonomia, curto alcance, baixa carga útil, tudo o que uma aeronave de combate não deve ter. No ‘dogfight’, ao lado de marrecos como F-101, F-100, F-105, F-4; era um falcão peregrino. Entretanto, era barato e simples, essas, porém, de admiráveis qualidades acabaram paradoxalmente se transformando em indolentes impedimentos. O avião é vítima insistente de inúteis e ineficazes modernizações, se arrasta num mundo de super caças capazes de aniquilar de uma… Read more »

Silvano Conti
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Silvano Conti

Um único F-16 do Chile é capaz de abater todos os quase 60 F5M da FAB apenas com as balas contidas no tambor do seu canhão. Sou fanzaço do F16 e também do Chile.
Você tem toda razão.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Juro que tentei ententer, mas desisti.

Carlos Eduardo
Visitante
Carlos Eduardo

Caro Silvano…. Os combates são decidos com táticas e pela capacidade do piloto. Claro que o avião conta, e muito, mas não é decisivo no combate. Portanto, sua afirmação é um pouco exagerada. Aqui no Blog encontramos várias matérias sobre os exercícios Mistral, por exemplo, onde nossos Mirage III superaram os Mirage 2000 franceses em combate. Há também sobre os exercícios Tigre I e II, onde nossos F-5E (ainda sem modernização) e A-1 superaram os F-16 da Usaf em combate… Claro que tudo em determinadas arenas, mas comprovando que, em combate, só a aeronave não conta muito. É peço importante,… Read more »

Mauricio R.
Visitante

Exercício militar é mais coreografado, que peça de teatro.
Então não confunda o desempenho em treinamento, apesar de os próprios americanos dizerem que se combate como se treina, com o combate real em si.

Bosco
Visitante
Bosco

Carlos, Não duvido que nossos pilotos sejam muito competentes, mas não há motivo para acharmos que sejam mais competentes que os pilotos americanos, mesmo porque, o que não falta a eles é experiência de combate real, que agrega muito na capacitação do piloto e na formulação de doutrina. Sem dúvida ganhamos alguns combates contra os F-16 e F-18 e não duvido que em exercícios ganharíamos até dos F-22 apoiados pelo E-3. Na verdade a lista de países convidados que ganham combates nesses exercícios americanos é extensa e não deve ser por conta dos americanos serem uns bananas que perdem de… Read more »

Carlos Eduardo
Visitante
Carlos Eduardo

Caro Bosco,

Com certeza. Concordo plenamente contigo.

Meu comentário foi no sentido de mostrar que a aeronave é importante, mas as situações de engajamento fazem com que elas não sejam preponderantes por si só, tudo em resposta ao comentário anterior.

Não tenho dúvidas que numa situação de conflito a coisa iria ser bem diferente do que os exercício conjuntos, onde o importante é o aprendizado.

Nunca afirmaria que nossos pilotos são melhores ou que os de outras forças aéreas “pegam leve” em exercícios conjuntos.

Samuca cobre
Visitante

Concordo plenamente… mas temos que respeitar o vovozinho, ele já fez muito pelo nosso país !!!

Thiago Telles
Visitante
Thiago Telles

Acho o comentário do f16 chileno foi sarcasmo.

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Melhor F-5M do que nada.

Mas já passou da hora de sua aposentadoria.

Quando foi criado já era um caça de segunda linha. Desenvolvido para ser exportado para países do 3o mundo, aliados de segunda. Ou utilizado somente para treinamento de pilotos.

Mas no Brasil, este caça se tornou nossa primeira linha de defesa e pasmem, continua até hoje, em pleno século 21.
Bom, pelo menos a FAB teve a competência de realizar uma boa modernização.
Mas é um caça por demais limitado.

Overandout
Visitante
Overandout

Pra mim, um dos caças mais bonitos construídos! Esse bicudo é uma obra prima, provou seu valor!

Anderson
Visitante
Anderson

O F5-EM ainda é um belo vetor. Modernizado, com enlace de dados e ainda com o apoio do E-99 causa receio nas forças de toda américa latina. Sei das limitações desse belo vetor devido ao tempo de seu projeto e concepção, mas muitas outras forças ainda utilizam caças sem capacidade BVR ou com a mesma distância de combate que a FAB (aprox. 40km). Já citei acima quem em exercícios simulados, nossos F5 foram obtiveram sucesso frente aos F18. Claro que o embate é desigual para o F5, porém se ele fosse tão capenga assim, não daria nem pro caldo. Já… Read more »

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Importante ressaltar que “alguns sucessos” contra o F-18 ocorreram somente nos combates WVR, utilizando o binômio HMD/ Phyton 4. No combate BVR esquece. Perderam todos.

Anderson
Visitante
Anderson

Não obtive essa informação que a FAB perdeu em TODOS os embates BVR. Ora, com o E-99 apoiando x F18 sozinhos, as coisas ficam mais possíveis.

Além disso, fomos bem nos combates aproximados. Isso, por si só, é digno de uma bela doutrina e também mérito do projeto F5, que mesmo defasado, consegue em muitos casos belos feitos.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Eu obtive a informação. Os F-18 foram apoiados pelos E-3D. A “lança” do AIM 120 é muito superior. Quase o dobro.

Anderson
Visitante
Anderson

Neste cenário, realmente fica praticamente impossível. Agora sem o apoio dos E-3D, e com os nossos F5 apoiados pelo E-99, a coisa fica diferente.

Caro Rinaldo, se tiver mais informações relevantes sobre o exercício, acho importante você postar por aqui, para que possamos conhecer mais sobre estes exercícios.

Bosco
Visitante
Bosco

Anderson, Mesmo com o apoio dos E-99 e os americanos sem o AWACS, os F-5 para chegarem à zona de lançamento dos Derbys estariam muito antes dentro do alcance dos radares dos caças americanos e de seus mísseis e muito provavelmente seriam detectados, mesmo levando em conta o baixo RCS do F-5 e táticas de aproximação furtiva, como por exemplo, avançar com o radar “desligado”, se aproximar a baixa altitude, seguir um curso tentando tangenciar o ângulo de varredura do radar do caça inimigo, tentar se manter perpendicular ao feixe do radar inimigo, etc. (leigamente falando e que me corrijam… Read more »

Mauricio R.
Visitante

E-3D???? O AWACS versão da RAF???? Não é E-2, não????

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Obrigado, Maurício. É o E-2D Hawkeye. Não E-3D. Falha minha.

Gallina
Visitante
Gallina

Anderson, a Navy nesse exercício simulou o combate com AIM-120D, a ultima versão, com maior alcance. Além dos SH ter o radar AESA. Os relatos da época foram que o SH efetuou track e disparo para lá das 40 Nm. Aí não tem como. Aliás, mesmo se conseguissem instalar um míssil equivalente, algo me diz que o radar Grifo do F-5 Mike não “guentaria” fazer um track é disparar a 40Nm…
Sds

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Bosco, como sempre, explicou tudo.

Anderson
Visitante
Anderson

Prezados, Entendo as interpéries e quase impossibilidades apresentadas pelos colegas supracitados entre o f5-em x f18. Mas, no meio militar, mesmo com equipamentos inferiores é possível superar certas situações… A história já comprova isso, com Israel, Argentina (Malvinas), e até mesmo em tempos remotos onde é o caso dos ZULUS x Ingleses. Isto posto, a FAB já empregou a seguinte estratégia contra F-16 americanos em exercícios anteriores com vitórias pro nosso lado superior aos estadounidenses: O E-99 pode monitorar alvos a 350km, o que norteia o ataque dos F5 por trás dos vetores F-16 a velocidades altas mach 1,5 com… Read more »

Thiago Telles
Visitante
Thiago Telles

Imaginem Fab com Gripen em um Red Flag.

Rodrigo
Visitante

Interessante é a foto decolando de pista de terra :

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Nico 88
Visitante
Nico 88

Bela aeronave. Ainda os vejo e ouçam voar semanalmente proximo a BASC. Prestou e ainda prestam grandes serviços ao país. Quando forem aposentados merecem estar em lugar de destaque nas principais bases aéreas do país e no Musal.

Alex Faulhaber
Visitante
Alex Faulhaber

Temos um no Musal que chegou em fevereiro

Wellington Rossi Kramer
Visitante
Wellington Rossi Kramer

A FAB deveria pegar o seu F-5E “1417”, deixá-lo com a cores originais da época (da USAF) e colocá-lo no museu.

Delfim
Visitante
Delfim

Originalidade não seria só pintura.
Creio que as modificações para a versão “M” sejam irredutíveis.

Ozawa
Visitante
Ozawa

E até 2024 o Brasil recarrega sua caça apertando F5 . . .

r2ribas
Visitante

Boa noite a todos, existem relatos de um F5 ter derrubado um MIG 25, não sei se posso postar o site bem como não sei se é confiável a fonte mas está aí.
https://www.youtube.com/watch?v=_cA2Me7wTcI

Joshua
Visitante
Joshua

Na matéria diz que o F5 é um caça leve.
O F5 tem quase 15m de comprimento e 7. 157 kg de peso.
Se o F5 é leve o Gripen com seus 14 m é o que? Peso pena?
Por falar no caça peso pena gripen até agora nada de dar as caras por aqui. A saga gripen continua.

Bosco
Visitante
Bosco

Joshua,
O peso vazio do F-5E é de 4,4 t. O peso máximo de decolagem é 11,2 t. A capacidade interna de combustível é de 1,7 t.
O Gripen (C) tem peso vazio de 6,8 t. Peso máximo de decolagem de 14 t e capacidade interna de combustível de mais de 2 t.

Ramon Grigio
Visitante
Ramon Grigio

Bosco, aparentemente o combustível interno do F-5E é de 4400lb+/2.563L/677gal (uns 2.000kg).

O gripen C tem 2400+kg de combustível interno de acordo com a Saab.

https://saab.com/globalassets/gripen.com/downloads/gripen_c_factsheet.pdf

O gripen E teria 3400kg já que a afirmação é de um ganho de 40% em cima do Gripen C.

Só complementando sua explicação.

Bosco
Visitante
Bosco

Beleza Ramon,
Obrigado!
Só para os interessados, a densidade do querosene é de 0,82 g/cm³

Ramon Grigio
Visitante
Ramon Grigio

Desculpe o amigo, mas errou em falar em ataques a mach 1,5. O F-5E custa chegar a mach 1,6 limpo. Com dois AIM-9B, segundo literatura, alcança os mach 1,5 de máxima em altitude ótima. Considerando-o equipado com 2 python 4 e 2 derby deve custar a fazer mach 1,2. Segundo informações do próprio Rinaldo Nery, o qual consultou seus colegas de FAB, o F-5E, quando equipado apenas com o tanque externo de 250 galões no centerline (que é a configuração que lhe garante um alcance minimamente útil taticamente) já fica subsônico, a não ser quando troca altitude por velocidade. Não… Read more »

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Lembro de ter visto estudos da epoca em que queriam remodelar o F-5E…..chegaram a cogitar asa alta e uns 9 pontos duros….haveria lerx maiores….um mini mini f-18….ficava até bonito….mas em si ainda era um F-5….

depois é que foram mais ambiciosos e resolveram montar um projeto realmente novo na forma do F-20….

Alexandre Esteves
Visitante
Alexandre Esteves

“Conheci” o F-5E quando me mudei para um sítio próximo à cabeceira 23 da SBSC, no longínquo ano de 1976, quando tinha apenas 10 anos de idade. Assistir as decolagem (diurnas e noturnas) desse caça me ajudou a construir minha vida na força aérea, desde 1983.
Parabéns a todos os jambocks e Pif-paf pelo privilégio de defenderem a soberania de nosso país nessa máquina de guerra.
P.S: A exclusão do Pampa foi proposital, afinal de contas, sou cria de Santa Cruz.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Que venham os F 39 ….

Já tive simpatia pelo Tiger, não tenho mais.

Charly Diego
Visitante
Charly Diego

É o que temos, não é o adequado e com certeza já deveria ter dado baixa, introduziu a FAB na quarta geração e reduziu o abismo para a futura aeronave, a FAB fez o melhor com o que tinha e tem. Saudades de ouvir o mirage 3 por aqui, o som do F5 não chega nem perto.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Antes do F-20, os estudos de melhoria do F-5E eram mais simples, alocando uma asa alta e extensão das LERX….depois é que decidiram de fato por um airframe totalmente novo e nasceu o F-20

veja a maquete do conceito inicial
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