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USAF envia rascunho de RFP para Aeronave de Ataque Leve

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A-29 Super Tucano

ARLINGTON, Va. — A Força Aérea dos EUA enviou um rascunho de pedido de proposta para o avião de ataque leve para a Sierra Nevada/Embraer e a Textron Aviation após a conclusão da segunda fase do Light Attack Experiment.

Este é o primeiro passo no trabalho com a indústria para a liberação final do RFP, que é esperada para dezembro de 2018. Os oficiais de aquisição da USAF indicaram que há itens que ainda precisam ser finalizados antes do lançamento do RFP final, mas é prudente começar o diálogo com a indústria, a fim de ajustar o RFP, conforme apropriado, a fim de cumprir os cronogramas.

“Precisamos desenvolver a capacidade de combater o extremismo violento a um custo menor”, disse a secretária da Força Aérea Heather Wilson. “A Força Aérea de hoje é menor do que a nação precisa, e a Light Attack Aircraft oferece uma opção para aumentar a capacidade da Força Aérea além do que temos agora em nosso estoque ou orçamento.”

Wilson disse que no ano passado a Força Aérea concluiu dois experimentos em vôo e redigiu o pedido de proposta da Light Attack Aircraft.

“Estamos onde estamos hoje porque o Congresso e nossos parceiros do setor entenderam a necessidade de encontrar maneiras de obter recursos para nossos combatentes mais rapidamente”, disse ela.

Os pilotos voaram no Sierra Nevada/Embraer A-29 Super Tucano e no Textron Aviation AT-6B Wolverine neste verão como um experimento de voo ao vivo para coletar informações adicionais sobre as capacidades das aeronaves, bem como a interoperabilidade de país parceiro, antes de uma potencial compra de ataque leve.

“É importante olhar para a aeronave de ataque leve através das lentes dos aliados e parceiros”, disse o chefe da equipe da Força Aérea, General David L. Goldfein. “Uma aeronave de ataque leve interoperável que forneça arquitetura comum e recursos de rede de compartilhamento de inteligência aumentará nossa capacidade coletiva de competir, deter e vencer em todos os domínios.”

AT-6B Wolverine
AT-6B Wolverine

FONTE: Força Aérea dos EUA

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Silvano Conti
Silvano Conti
1 ano atrás

O AT-6B será o grande vencedor e já é o grande campeão.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Silvano Conti
1 ano atrás

Cara não seja pessimista, a competição só acaba quando termina rsrs.

Todos, inclusive o próprio pessoal da USAF, já sabemos qual é o melhor vetor, testado e aprovado em missões reais.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

quem disse que ele está pessimista? ele está torcendo contra a Embraer e o Brasil. Não adianta, sempre tem o do contra…

Pablo
Pablo
Reply to  Marcelo
1 ano atrás

Marcelo, não é o contra, é vira lata mesmo.

Mauricio R.
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

O “avião agrícola”, aquele que ainda está combatendo o EI, junto com o MQ-9.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
1 ano atrás

Se houver imparcialidade total, Tucanão leva. st4

Dortmund Brazil
Dortmund Brazil
1 ano atrás

Para ambos os vetores que estão na disputa, ainda falta canhões realmente efetivos, provavelmente deveriam ser adicionados armamentos nos calibres 20 mm ou 30mm. Da forma como estão hoje, as duas aeronaves não seriam capazes de causar danos significativos no inimigo, com seus canhões de 12.7 mm e baixa cadência. Os armamentos guisados nem sempre são ágeis no quesito apoio aéreo aproximado.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Dortmund Brazil
1 ano atrás

Acho que um Hilux de guerrilheiro não é muito resistente a projeteis de 12,7mm …

Jungle Fighter
Jungle Fighter
Reply to  Clésio Luiz
1 ano atrás

Lembre-se que terroristas utilizam amplamente no Iraque, Síria e Líbia, BMP’s e T-55; e em alguns casos até T-72.

Dortmund Brazil
Dortmund Brazil
Reply to  Dortmund Brazil
1 ano atrás

*guiados

Jorge Augusto
Jorge Augusto
Reply to  Dortmund Brazil
1 ano atrás

Calibre .50 não daria dano suficiente numa caminhonete usada? OK…

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Reply to  Dortmund Brazil
1 ano atrás

Duas menções:
AGM-114 e Cessna 208

GENTE! TIRA O A-10 DA CABEÇA! se houver tanques eles mandam caças mais caros…..

Clésio Luiz
Clésio Luiz
1 ano atrás

Off topic: Nos EUA, funcionário de linha aére (ou mecânico de aeronaves) rouba um Bombardier Q400, é acompanhado por caças F-15C e depois cai (ou se joga) no solo. Todo o diálogo com a torre foi gravado por civis. Aparentemente o sujeito cometeu suicídio.

https://jalopnik.com/an-airline-employee-who-stole-an-airplane-from-seattle-1828273132

PS: esse recapcha está um saco. Estou a vários minutos tentando postar e ele só fica mostrando novas imagens para clicar.

Tallguiese
Tallguiese
1 ano atrás

Misture o canhão interno nas asas do tucano e mais um par de pods de 20mm nós cabides das asas, um tanque de combustível central e dois helfires ou foguetes com kits de guiagem. Isso já serve para alguma coisa?

Delfim
Delfim
1 ano atrás

“A Força Aérea de hoje é menor do que a nação precisa, e a Light Attack Aircraft oferece uma opção para aumentar a capacidade da Força Aérea além do que temos agora em nosso estoque ou orçamento.”
Ou seja a USAF vai escolher quantidade. Que também é uma forma de qualidade.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Melhor para o Super Tucano, que já é conhecido da USAF.

nonato
nonato
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Ou seja, contra insurgentes, se usar uns 50 desses, já vai economizar na manutenção de F16, F 15 e F35, poderão também ser usados como escoltas ou de prontidão. Sempre tive esse pensamento. Equipamentos de guerra devem ser usados ao mínimo. Não adianta gastar 800 milhões numa fragata, usar até a tampa e na hora da guerra… Ah, está em manutenção. Por mim, ficaria tudo parado. Vez por outra usa um pouquinho para não enferrujar… Podem passar 30 anos novos em folha. Mas os caras detonam navios, caças, mísseis. E na hora da necessidade não têm… Ah, de três porta… Read more »

Ricardo Campelo
Ricardo Campelo
1 ano atrás

“É importante olhar para a aeronave de ataque leve através das lentes dos aliados e parceiros”, disse o chefe da equipe da Força Aérea, General David L. Goldfein. “Uma aeronave de ataque leve interoperável que forneça arquitetura comum e recursos de rede de compartilhamento de inteligência aumentará nossa capacidade coletiva de competir, deter e vencer em todos os domínios.” Acho que o General David L. Goldfein já deu a dica em relação a aeronave que vencerá. Tendo em vista que o nosso EMB A-29 Super Tucano já é utilizado pelas forças aéreas do Afeganistão e Líbano, parceiros dos EUA na… Read more »

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Ricardo Campelo
1 ano atrás

O Iraque também é e creio que usa o Texan e está comprando (ou comprou) o Wolverine. Não dá pra ter certeza por essa declaração.

Joli Le Chat
Joli Le Chat
1 ano atrás

O Super Tucano leva essa tranquilamente.

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Não creio que as asas do ST estejam projetadas par uma arma mais pesada. Mas, desde que o Hurricane embarcou doze metralhadoras até as pombas do Alvorada sabem que duas metralhadoras não causam muitos danos em combate contra alvos duros. Ideia maluca, mas com precedente conhecido é a versão Twin. Unir duas fuselagens de ST e lançar uma versão do Twin Mustang de caça noturno, porém na função de ataque leve. Poderíamos integrar canhões de 30 mm. muitos cabides e alguns AIM 9 de defesa. Seria imbatível. Why not?

Marcelo
Marcelo
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Amigo, os caças da 2a guerra mundial levavam uma grande quantidade de metralhadoras porque eram necessárias para o combate aéreo e a missão do Hurricane por exemplo era derrubar os bombardeiros bimotores alemães que aguentavam bastante dano. Além disso o calibre padrão inglés era .303 pol menor que as .50 pol do ST.

Daglian
Daglian
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

A realidade atual é muito distinta daquela vivida na época do Hurricane. Hoje, bombas guiadas e mísseis praticamente suplantaram os canhões como armamentos principais de aeronaves. Os canhões do Super Tucano cumprem o seu papel que é de serem um meio de ataque a um alvo de baixo valor sem ter custos exorbitantes. Não há necessidade objetiva nenhuma de mais de dois canhões para uma aeronave moderna de COIN da classe do Super Tucano. No mais, uma versão “twin” do Super Tucano seria tudo, menos imbatível. O desempenho dinâmico de turbohélices não se compara ao de aeronaves de combate a… Read more »

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Esse at-6 parece um brinquedo!
Eles vão de tucano mesmo !!
Certeza!!!

Rui chapéu
Rui chapéu
1 ano atrás

Já sei!
Vamos pegar um super tucano, emendar 3, fazer o Tricano!

Aí colocamos 4 canhões de 30mm, 8 hellfire, 3 tanques combustível, 2 S-300, um railgun e um Airborne laser!

Trocamos o motor por motor de Harrier e ele decola na vertical tb.

Afinal, pq não??

Madmax
Madmax
Reply to  Rui chapéu
1 ano atrás

Seria um Super Hariertricano? E quando desse a partida tocava Brasilsilsilsil.

Delfim
Delfim
Reply to  Rui chapéu
1 ano atrás

Com capacidade de levar foguetes Astros ?

737-800RJ
737-800RJ
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Coloca um radar Erieye em cima pra ficar bonito! Não precisaria de AWACS porque ele seria o próprio!

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Nada como um “brainstorming” para revelar o que cada um tem dentro da cabeça. O que os americanos estão procurando já possuíram em passado recente. O Douglas Skyraider era ideal no ataque leve ao solo. Um novo Skyraider com motor turbo, protegido seria muito bem vindo. É o que o ST vai desempenhar na USAF, ainda que, sem as características de multi função daquele produto da Douglas.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

O Skyrider foi a inspiração do A-29. Principalmente no perfil de missão.

Mauricio R.
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

O “Skyraider” não tinha nada de “leve”, carregava o dobro do “payload” do ST e ainda tinha 4 canhões de 20mm.
E se algum “Fresco”, apelido Otan do Mig-17, se metesse a besta, o “Spad” papava…
Em baixa altitude, é claro.

João Bosco
João Bosco
1 ano atrás

Como o ST venceu o LAS, está em operação em diversas forças aéreas e, de certa forma, tem um simpatia da USAF e a Embraer tem um certo apoio indireto – leia-se Boeing – além de ampla experiência de combate, creio que deverá ter muitas chances de levar esta. Mas na política americana tudo pode acontecer. Torço que o ST leve essa.

Kobáca
Kobáca
1 ano atrás

Meu paupite é “super tucano A-29…
Não acho que o assistente vai influenciar o resultado!!

Carlos Miguez - BH
Carlos Miguez - BH
1 ano atrás

O que a Força Aérea americana quer é o que a Marinha americana já teve: Douglas_A2D_Skyshark

comment image

Maury Albarelly
1 ano atrás

Conheço o ST desde sempre como um vetor de excelência, nao fosse isso nao seria tao utilizado por muitas Fa’s do mundo. A USAF só empreendeu esse processo todo porque nos USA tudo tem que muiyo bem justificado. Eles sabem desde o início qual é o melhor. Ah, infelizmente ainda temos gente que é contra tudo que é brasileiro. É o famoso complexo de vira latas. Arrrgh! Saco!

Matheus Santos
Matheus Santos
1 ano atrás

Qual tamanho previsto da encomenda?

Delfim
Delfim
Reply to  Matheus Santos
1 ano atrás

Com certeza um número superior aos 99 da FAB.

Humberto
Humberto
Reply to  Matheus Santos
1 ano atrás

Matheus Santos 12 de agosto de 2018 at 18:07
Que eu me lembre, não existe dotação orçamentária ainda (se é que vá existir), então é possível que o programa acabe morrendo, sem a compra dos aviões.
De repente o programa avança e comece com 300 mas pode ser reduzido para 50 ou aumentada para 500, tudo depende da necessidade x budget.
https://www.aereo.jor.br/2017/06/30/oa-x-painel-do-senado-dos-eua-aprova-us-12-bilhoes-para-aquisicao/

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Carlos Miguez
O que o Skyshark apresentou foi na prática uma fuselagem de Skyraider com motor turbo-prop. A ideia foi boa, porém ainda não existiam bons motores turbo-prop e o avião sofreu muitos acidentes por defeitos mecânicos e o programa foi abandonado. Com os motores de hoje, e se não complicarmos a mecânica o projeto é viável. Seria um SST. Abço.

João Argolo
João Argolo
1 ano atrás

A EMBRAER não só levará essa como motivará Israel a levar também , já que eles seguem bastante o conceito que os EUA adotam, além do que o cenário que Israel enfrenta é bem parecido com o que se pretende. Lembro muito dos F-16 sendo usados contra o Hesbolah e outros. Abrçs

Humberto
Humberto
Reply to  João Argolo
1 ano atrás

João, Não sei se Israel vá para o mesmo caminho, pois os cenários são diferentes. O ST é um ótimo vetor para COIN, ataques leves, um bom exemplo são as operação que a Colombia realizou contra as FARC (inclusive com uso de bombas guiadas que culminaram na morte do segundo das forças no Equador) e o que a Força Aérea do Afeganistão está fazendo. Já Israel, tem um cenário bem mais complicado, pois os combatentes se escondem dentro de áreas densamente povoadas, neste caso, o uso de Helicópteros (como o Apache) devido a possibilidade de ter uma menor velocidade (além… Read more »

João Argolo
João Argolo
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Obrigado pelas considerações. Quanto ao uso de helicópteros concordo plenamente e até quanto a doutrina de uso dos F-16 mas acho que quanto a esses num futuro próximo, a depender dos resultados de uso do ST tudo pode se modificar. Quanto ao Volverine o tempo avançou para os dois. Sou mais o curriculum do nosso. Essa paixão me cega. rsrsrsrs

Mauricio R.
Reply to  João Argolo
1 ano atrás

Os israelenses usam drones Hermes 450, armados.
Do mesmo jeito que os americanos usaram o MQ-1 e usam o MQ-9.

Wellington Rossi Kramer
Wellington Rossi Kramer
1 ano atrás

“É importante olhar para a aeronave de ataque leve através das lentes dos aliados e parceiros”, disse o chefe da equipe da Força Aérea, General David L. Goldfein. “Uma aeronave de ataque leve interoperável que forneça arquitetura comum e recursos de rede de compartilhamento de inteligência aumentará nossa capacidade coletiva de competir, deter e vencer em todos os domínios.”

Pra mim o que está dito acima indica que o vencedor será o ST.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
1 ano atrás

Alguém leu alguma matéria que deprecie o ST?