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Oficiais da Guiana completam curso de piloto de caça na China

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Os segundo-tenentes Steffon Cameron e Teffurn James da Força de Defesa da Guiana (GDF – Guyana Defence Force) concluíram com sucesso um Curso Básico de Piloto e Desenvolvimento de Oficiais da Força Aérea Chinesa.

Um comunicado da GDF disse que eles voltaram à Guiana para continuar servindo.

Cameron e James conquistaram a graduação de Bacharel em Sistemas e Operações de Aeronaves, e Bacharel em Voo e Comando da Aviação de Ciência Militar e um Diploma Profissional.

Os dois começaram os estudos em 1º de setembro de 2013 na Universidade de Aviação da Força Aérea do Exército de Libertação Popular (PLAAF) na China.

Militares do Camboja, Afeganistão, Cazaquistão, Laos, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue estavam entre os outros participantes.

O programa de estudo de cinco anos foi projetado para desenvolver jovens oficiais, transmitindo conhecimentos e habilidades de comando. O comunicado diz que incluiu várias visitas educativas e visitas a várias cidades da China, uma apreciação dos costumes, cultura, estilo de vida e valores sociais da China. Os formandos também foram obrigados a passar no exame de nível seis de Teste de Proficiência em Chinês (HSK).

Além disso, os segundo-tenentes Cameron e James completaram mais de 80 horas de voo na aeronave PT-6 (CJ-6) e 91 horas de voo na aeronave J-8. Eles também são fluentes em mandarim.

FONTE: Stabroek News

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Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Rapaz, fluentes em mandarim! Impressionante. Estive na China ano passado, e me senti um analfabeto. Conversando com a chinesa que me acompanhava (em inglês, fique bem claro), ela me disse que nem eles conhecem todos os ideogramas. Além dos outros dialetos (cantonês, por exemplo). Acho que se eles (os dois oficiais ) trabalharem aqui em empresas de importação /exportação vão ganhar muito dinheiro.

Samuca
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Samuca

Ué? Asso qualquer dos meus dedos se alguém, seja de qual nacionalidade for, me disser que conhece TODAS as palavras do seu vernáculo.
O problema do mandarim é que é um idioma fonético, ou seja, a pronúncia é importantíssima, pois um fonema mal pronunciado faz com que o interlocutor deixe de te entender. Isso quando não é o caso de um mesmo fonema significar, por exemplo, dois verbos de significados diametralmente opostos, como comprar/vender, como um amigo chinês me disse. Por isso, que o grande problema para quem quer aprender mandarim, é não ser fanho! kkkkkkk

Gustavo
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Gustavo

e isso não é exclusivo do mandarim, tenho amigos japoneses e eles dizem o mesmo, são tantas “letras”, os tais ideogramas, que nem eles conhecem todos, e vez ou outra precisam consultar para saber o significado.

Trucko
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Trucko

Juro que não entendi essa opção…

João Bosco
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João Bosco

Por que o Brasil não ofereceu um curso de piloto de caças a esses cadetes ao invés do governo chinês? Coisas da terra brasilis……..

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

O nosso curso tem limitação de número de estagiários, em função das horas disponíveis no ano. Não sabemos se foi oferecido ou não, e, se foi, se aceitaram a oferta ou não.
O curso custa dinheiro, e não tem almoço grátis.

JT8D
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JT8D

É melhor ir se acostumando. Vamos ver cada vez mais esse tipo de coisa na América do Sul e na África. Não existe vácuo de poder. Onde o Brasil não tiver competência para liderar, outros vão ocupar o espaço

Delfim
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Delfim

Porque não fizeram o curso pela RAF ? São súditos de Betinha II.

Alexandre Esteves
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Alexandre Esteves

… e vão voar o que na Guiana? Em caso de guerra contra a Venezuela, sua principal ameaça, vão se esconder na selva e combater irregularmente, até que SM envie uma Força Tarefa para expulsar os invasores. Se o Brasil ofereceu o CFOAV não quer dizer que o(s) candidato(s) terá (ão) condição(ões) de acompanhar ou até concluir o curso na AFA. Há um país lusófono que deixou de enviar militar para nosso acadêmico por falta de base na formação fundamental. O adido falou que mandaram se formar na Rússia, pois lá solariam Mig! Talvez para eles solar um caça seja… Read more »

Delfim
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Delfim

Não faltam territórios onde Betinha II é Chefe de Estado por perto… Trinidad Tobago, Belize, Jamaica… em no máximo 3 dias os Typhoon da RAF passariam o rodo no Maduro se ele metesse a besta.

Armando
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Armando

A muitos anos atrás meu vale ido pai era o chefe geral da antiga alfaiataria da antiga também Academia da Força Aérea do Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro . A princípio parece uma função menor , pequena e sem nenhum destaque . Posso até concordar em parte ! Mas quando adolescente visitei seu setor de trabalho , pude constatar a importância , o respeito e o orgulho , que ele tinha em ser civil e chefe de uma unidade militar da Força Aérea . Na quela ocasião , fiquei conhecendo vários cadetes , que se preparavam ao oficialato… Read more »

Rui chapéu
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Rui chapéu

Gostei da história!

Thiago
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Thiago

“Não existe vácuo de poder. Onde o Brasil não tiver competência para liderar, outros vão ocupar o espaço” Realmente, assim será caso o Brasil não assuma una postura mais ativa, concordo completamente. Não pode existir essa atitude de ignorar os vizinhos, se achar melhor, com aquele teor de esnobismo típico dos argentinos. Afirmações míopes do tipo ” devemos nos relacionar com países desenvolvidos ” .Vai se queixar depois de que ? Reclamações e questionamentos sobre doações de velharias para o Uruguai. Eu prefiro sim que o Brasil seja mais presente e ativo onde possível, pois um vizinho passível de uma… Read more »

JT8D
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JT8D

Concordo Thiago, apenas acrescentaria que o ideal é que o Brasil atuasse tanto junto a seus vizinhos quanto junto aos países desenvolvidos com os quais é importante manter boas relações comerciais e diplomáticas. Não são opções excludentes, ambas as coisas são necessárias

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Os comentários levam a crer que o Brasil esnobou a Guiana. É esse o sentido, ou querem dizer outra coisa? Na minha turma, na AFA, formaram-se vários companheiros sul americanos: bolivianos, equatorianos, venezuelanos e panamenhos (América Central). Um deles é general na Força Aérea Equatoriana, ex combatente do Vale do Cenepa (Gen Gustavo Agama Perez). Todo ano a FAB oferece vagas a vários países, uns aceitam, outros agradecem. Na turma do meu filho tinha estrangeiros também (guatemaltecos). Qual a celeuma desses dois terem ido pra China? By the way, cadetes norte americanos cursarão um ano de AFA, e brasileiros um… Read more »

Thiago
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Thiago

1Rinaldo Nery, absolutamente o esnobismo foi referido ao tom de alguns comentários, apenas, não expressei bem provavelmente. 2Eu concordo com você JT8D, agradeço pelo acréscimo, de maneira alguma meu comentário entendia negar a necessidade de manter boas relações com economias desenvolvidas, não citei essa exigência porque já possuímos relações de mútuo benefício com as maiorias economias. Minha intenção foi evidenciar, talvez uma minha fobia, a importância de todos os países fronteiriços , quanto seja relevante não deixar vazios, pois um dia, nem tão longe, poderemos nós arrepender. Por favor não tente traçar nas minhas palavras nenhum sentido partidário, ou uma… Read more »

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

O Brasil sempre libera algumas vagas para estrangeiros fazer cursos na AFA, no meu tempo tinhamos venezuelanos, equatorianos, panamenhos, paraguaios e bolivianos cursando a AFA. Creio que a maioria dos países fazem isso, e mesmo se aproveitassem duas vagas oferecidas pelo Brasil, qual país recusaria a chance de ter dois oficiais formados na China, é uma chance que deve ser aproveitada. Aqui na AFA os estrangeiros usam a farda do Brasil sem nenhuma distinção, fazendo todas as atividades junto conosco como se fossem brasileiros, só no dia da formatura vestem a farda do seu país. Só em dois eventos eles… Read more »

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Eles não fizeram um curso de caça, eles voaram 80 horas de CJ-6 um avião de motor radial nível T-25 na instrução primária e básica(foto abaixo)e 91 horas de J-8[k-8] na instrução avançada onde usamos o T-27, foto no texto.
Não se forma um caçador do zero com só 171 horas de voo.
CJ-6: https://desertfoxairshows.com/files/CJ-6.jpg

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel
Carlos Eduardo
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Carlos Eduardo

Ou a Guiana tem planos futuros para adquirir equipamentos chinês, como o próprio K-8 por exemplo….

Vá saber…

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

A Força Aérea deles é tão pequena, com só dois aviões e meia dúzia de helicopteros que fica difícil prever compra de algo mais a curto prazo.
Fora este único Y-12 que postei o seu outro avião é um unico antigo Short Skyvan, aeronave precursora do Short 330/Sherpa.
. http://www.airliners.net/photo/Guyana-Air-Force/Short-SC-7-Skyvan/1448416

Carlos Eduardo
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Carlos Eduardo

Concordo Walfrido.. Fica difícil mesmo…

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Eles não tem a menor estrutura, sequer para formar pilotos, por isso necessitam de outras Forças Aéreas para formar seus pilotos para voar estes dois únicos aviões de transporte leve.
Eles sequer são uma Força Aérea, são do Defence Force Air Wing que faz parte do Guyana Defence Force, vivem de doações, já usaram um C-95 de 1984 a 1995.
.
Sua Marinha só tem:
1 River patrol boats – 890 tons
8 T-44 patrol boats – 18 tons
1 Kimbala class LCU 250 tons.

Ivan BC
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Ivan BC

Esses chineses são rápidos kkkk enquanto os brasileiros ficam brigando de coxinha x mortadela, discutindo aborto (China maior população do mundo e agora incentivando mais filhos) e kit gay…eles estão abraçando o mundo, inclusive do nosso lado. Argentina, Bolívia, Guiana, Venezuela, Cuba, Nicarágua etc…tão até financiando candidatos aqui no Brasil. Essa é a diferença de um país que em 2050 será uma superpotência econômica, inclusive com diversos indicadores melhorando. Falo falo apenas por causa de “curso”, falo pelo conjunto, os chineses estão em todas as frentes e se beneficiam imensamente de país fracos como Brasil e vários outros. Eles sabem… Read more »

Thiago
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Thiago

Boa noite Ivan, sobre essa questão tem um vídeo interessante da TV Senado, assistii acho 2 meses atrás. Era uma audiência pública da comissão de relações exteriores, o debate era sobre o protagonismo chinês e a instabilidade no mar da China. A parte que mais me deixou perplexo foi quando o Professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas contou sobre a participação dele em um debate de uma universidade no interior da China na qual um aluno da última fila levanta a mão e pergunta para ele: “como o senhor avalia a atuação do PMDB no Rio de Janeiro;… Read more »