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Jato E190-E2 ‘Shark’ finaliza turnê pela África

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E190-E2 Shark
E190-E2 Shark

Johannesburgo, África do Sul, 30 de Julho de 2018 – Após um excelente desempenho no Farnborough Airshow, no Reino Unido, no qual a Embraer assinou contratos para novas encomendas de aeronaves, o E190-E2, jato de nova geração da Embraer, visitou a África para uma turnê continental. A aeronave visitou seis países da região: Argélia, Marrocos, Quênia, Gana, Ilhas Maurício e África do Sul. A cada parada, o jato de passageiros mais silencioso e eficiente do mundo atraiu a atenção da comunidade de aviação local e da imprensa, realizando voos de demonstração para exibir suas capacidades.

“A estreia do E190-E2 na África foi uma excelente oportunidade para a Embraer demonstrar todo o potencial desta aeronave que estabelece novos padrões de eficiência para as companhias aéreas, bem como de conforto para seus passageiros”, disse Raul Villaron, Diretor de Vendas para Oriente Médio e África da Embraer Aviação Comercial. “O E190-E2 reduz o consumo de combustível em mais de 17% e é perfeitamente adequado para operar em ambientes com altas temperaturas e condições adversas. Algumas das companhias aéreas para as quais apresentamos a aeronave já são operadoras dos modelos de E-Jets e estão ansiosas para saber mais sobre o E2.”

A expectativa é que o mercado de transporte aéreo da África, medido por RPKs (receita de passageiros por quilometro) deverá crescer 4,8% nos próximos 20 anos, prevendo um aumento de 270 milhões de passageiros por ano para um mercado total de 400 milhões de passageiros. Alguns países se destacam entre os que mais crescem no mundo, superando a média do continente e atingindo uma taxa de crescimento de mais de 7,2% ao ano.

O lançamento do novo “Single African Air Market” e sua consequente atenuação de barreiras criarão um ambiente que proporcionará ainda mais crescimento para muitos setores na África, expandindo o turismo e o comércio. A inclusão de voos sem paradas e frequências permitirá aos países construírem uma indústria aeronáutica mais conectada e eficiente.

Além de novas perspectivas de mercado, há também oportunidades para adequar a capacidade da aeronave à demanda do mercado. Atualmente, a maior parte da capacidade de assentos na África está concentrada no segmento acima de 150 assentos. No entanto, 70% do mercado de voos intra-regionais e domésticos operados por aeronaves de corredor único tem, em média, menos de 130 passageiros em cada voo. Isso resulta em uma taxa média de ocupação de 60%, ainda longe da média global. Outro impacto na implantação de grandes aeronaves de corredor único em rotas de menor tráfego é o baixo número de frequência: quase 70% das rotas intra-africanas possuem menos de um voo por dia.

“Para responder às necessidades da África por aeronaves de tamanho adequado, a prioridade da Embraer é continuar aumentando a base de clientes no continente e esse crescimento virá com os E-Jets – atuais e os novos E2 – bem como com as frotas de E-Jets e ERJs usados”, complementa Villaron.

Nos últimos 10 anos, a Embraer cresceu consideravelmente na África, passando de uma frota de cerca de 40 aeronaves, composta principalmente por turboélices, para mais de 150 aviões, principalmente jatos, operados por mais de 50 companhias em todo o continente – tendência que espera manter durante os próximos anos com a chegada da família E2. Esse crescimento é resultado do comprometimento da Embraer com a região e o desempenho de suas aeronaves de tamanho adequado e altamente eficientes que atendem ao segmento de até 150 assentos.

Durante o Farnborough Airshow 2018, a Embraer anunciou o mais novo cliente africano: a Mauritania Airlines assinou um pedido firme para dois jatos E175, configurados para 76 assentos, como parte do seu programa de modernização de frota. Os novos E175s irão substituir algumas aeronaves mais antigas de corredor único e complementar a frota mais jovem. As entregas serão realizadas em 2019.

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos. A companhia possui 100 clientes por todo o mundo operando aeronaves das famílias ERJ e E-Jets. Desde que entrou em operação, a família de E-Jets recebeu mais de 1.800 pedidos e mais de 1.400 aeronaves foram entregues, redefinindo o conceito tradicional de aeronave regional. Atualmente, os E-Jets fazem parte da frota de mais de 70 clientes em 50 países. Esta versátil família de 70 a 150 assentos voa com companhias aéreas de baixo custo, bem como operadoras regionais e de linha principal.

Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

12 COMMENTS

  1. Nota dez para esse avião.
    E a asa é uma obra prima.
    Parabéns a todos os envolvidos em seu projeto.
    Parabéns pelas pinturas também.

  2. Serpa que a pintura que ficou linda, quer dizer que será o predador do segmento? Orgulho de ver esta engenharia. st4

      • Se for para botar dinheiro
        Publico para tapar buraco do
        Balanço
        Através de financiamento com bndes etc etc tomara que seja vendida ontem

      • Não sou exatamente um fã deste negócio, mas “balanço” é balanço. Quem tem ações na NYSE não sai por aí maquiando balanço.

        Sds.

        • Noticia Plantada pelo governo

          Não tenho duvidas que é uma noticia para facilitar e acelerar a venda para a Boeing

          • Leonardo… Vc não deve entender nada de nada mesmo né…. Como assim notícia plantada???
            As empresas com ações em bolsa são obrigadas a divulgar seus balanços, o que ocorre trimestralmente.
            Este balanços são regulados, sérios e auditados.

  3. Baschera 31 de julho de 2018 at 11:40
    Tem que ser analisado o longo prazo.
    Quantos anos tem a Embraer?? foi fundada em 1969, e não me parece que uma empresa que existe desde então, não tenha a capacidade de sobreviver num mercado tão competitivo. Então dizer que deu prejuízo ou lucro num período de três meses, quer dizer pouca coisa ou nada, neste caso específico.
    Em economia existe um conceito chamado de “ciclo do produto”. Por exemplo, se você planta sementes de tomates hoje, só vai poder colher e oferecer os tomatinhos no mercado daqui a três meses, o clico do tomate é de 90 dias, todo produto tem seu ciclo, tem um prazo, o ciclo ou prazo do tomate é diferente do ciclo da carne bovina, em exemplos simples.
    Uma fábrica que produz sapatos tem um Clico do Produto diferente de um estaleiro que fabrica transatlânticos, trabalham com prazos totalmente diferentes.
    Quando se começa a produzir algo, desde tomates, sapatos, transatlânticos ou aviões, no início do ciclo do produto, até que se comecem as primeiras vendas – a venda de um produto em economia chama-se: “Realização da produção” – ou seja, até que a produção seja realizada ou o que foi produzido comece a ser vendido, os balanços vão apontar praticamente apenas os custos de produção, com pouco ou nada do lado da receita, não haverá o chamado “lucro” nesta fase inicial da produção, somente custos, apenas depois que todo o processo produtivo for concluído e as vendas começarem é que se poderá ter uma ideia melhor dos resultados econômicos de um investimento.
    Um avião, mesmo com toda a modernidade, demora pelo menos dois anos apenas para sair do papel, apenas para congelar o projeto, e se tudo correr bem, mais dois ou três anos para que seja plenamente homologado e certificado, apenas agora recentemente é que o E190E2 foi homologado, e tem mais uns 4 ou 5 anos para trás de gastos e investimentos, até aqui, o E190E2, só deu “prejuízos”. Já está voando comercialmente pelo mundo.
    Eu sei que não é o seu caso amigo, você apenas publicou uma informação objetiva, mas tem gente que não entende absolutamente nada, ou se entende, entra aqui apenas para fazer tipo, sabemos como funciona, tem gente que deve pensar que fabricar aviões, é como plantar e vender tomates ou produzir sapatos.

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