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Reino Unido lança novo caça Tempest para substituir o Typhoon

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Governo vai gastar 2 bilhões de libras para desenvolver aeronaves entre hoje e 2025

O secretário de Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, revelou planos para um novo jato de combate da RAF, o Tempest, que eventualmente substituirá o Eurofighter Typhoon.

Falando no show aéreo de Farnborough, Williamson revelou um modelo do jato de combate de sexta geração que o Ministério da Defesa (MoD) espera emergir de sua nova estratégia aérea de combate, projetada para manter o status do Reino Unido no chamado “primeiro nível” (Tier 1) de poder militar após o Brexit.

“Esta é uma estratégia para manter o controle do ar, tanto em localmente como no exterior, para permanecer um líder global no setor”, disse Williamson.

Ele disse que queria que o Tempest estivesse voando ao lado da atual frota de Typhoons e dos F-35s fabricados nos EUA até 2035.

O governo disse que gastaria 2 bilhões de libras esterlinas para desenvolver a aeronave entre agora e 2025, usando dinheiro reservado em 2015 para as futuras tecnologias de combate aéreo.

O jato será potencialmente capaz de operar de forma não tripulada, de acordo com os planos divulgados pelo MoD, e terá a próxima geração de tecnologia a bordo, projetada para lidar com as ameaças modernas.

Isso incluirá a tecnologia de “enxames” que usa inteligência artificial e aprendizado de máquina para atingir seus alvos, bem como armas de energia dirigida (DEW), que usam feixes concentrados de energia de laser, microondas ou feixe de partículas para causar danos.

O Tempest será construído por um consórcio composto pela empresa britânica de defesa BAE Systems, pela fabricante de motores Rolls-Royce, pela empresa aeroespacial italiana Leonardo e pela fabricante de mísseis pan-europeia MBDA.

No entanto, não haverá confirmação da falange dos fornecedores necessários para a construção do jato até 2025, com capacidade operacional que deverá seguir uma década depois disso.

Williamson disse que a estratégia aérea de combate do governo ajudaria a garantir que o Reino Unido fosse um líder mundial no setor aéreo de combate, que apoia 18.000 empregos no Reino Unido.

“A indústria britânica de defesa é um grande contribuinte para a prosperidade do Reino Unido, criando milhares de empregos em um setor próspero de manufatura avançada e gerando uma capacidade soberana do Reino Unido que é a melhor do mundo”, disse ele.

FONTE: The Guardian

181 COMMENTS

  1. Interessante como os europeus estão desunidos com relação ao caça de 5ª e 6ª geração.
    França e Alemanha de um lado, Britânicos do outro, Itália e Espanha e outros também com F35.
    Não vi onde a SAAB entra nisso com os Britânicos.

    Off-topic:
    Por que no nordeste não possui caças supersônicos ? Qual seria o tempo de reação no caso do sequestro de um avião a jato em voo no nordeste ?

      • Ter seu nome confundido com quem prega o socialismo dos meios de produção na mão do povo é difícil, viu. Não acho mesmo que seja a melhor forma de gerir um negócio qualquer.
        Mas, por Deus, o que tem a ver a falta de caças no NE com os governos de Dilma e Lula?

        • Creio que quando o colega escreveu “fabiano”, referiu-se a algum dos comentaristas que frequentam este espaço que pertencem ou pertenceram à FAB, e não a “socialistas fabianos”. Ao menos foi isso que pude interpretar de seu comentário…

          • O problema é que a internet tornou-se um ambiente propício para pessoas escreverem o que bem entendem, mesmo que sua fonte de pesquisa seja o Google. Daí, encontramos essas pérolas.

      • A FAB promoveu uma desativação de sua estrutura no nordeste, estão inativas a BAFZ, BARF, BASV e PAMA-RF.
        Hoje o que sobrou está concentrado em Natal, é uma única ALA operando em todo o Nordeste, eu até comentava com colegas de turma que achaba que haveria alguma movimentação por parte dos políticos e imprensa contra esta desativação, mas não houve nada, preocupados com seus ganhos pessoais nem notaram o desmanche da FAB no Nordeste.

        • Mais estranho seria um politico brasileiro, formado em Distribuição de Cargos, ir opinar na estrutura da FAB kkkk, ah claro, eu esqueci que as FAs existem para atender a politicagem e proselitismo politico de algumas classes. Esses seus comentários apaixonados, bairristas e essa visão que só enxerga em ângulo agudo presta um desserviço ao bom trabalho das FAs e até mesmo dos artigos escritos aqui.

          • Os militares estão sim subordinados as decisões políticas, e queiram ou não devem satisfação a eles de suas atitudes, a ditadura militar ja acabou a um bom tempo.
            Qualquer maneira obrigado pelos “elogios”.

          • Para ditadura, a que temos agora.

            Naquela época eramos livres de ir e vir sem medo a perder a vida, tambem eramos todos brasileiros.
            Não como agora, onde somos afro brasileiro, euro brasileiro e nativo brasileiro.

            Essa resposta não busca entrar pela vereda da politica, somente botar os pingos nos iiiis para aqueles que não tiveram o privilegio (como eu tive) de viver nos anos 60 e 70 e pensam que aquela foi uma mã epoca. O inferno chegou a meado dos 80.

            A agua clara e o chocolate espesso.

        • Enquanto a FAB estiver religiosamente operando os jatinhos que levam e trazem os políticos de e para Brasília, não haverá mesmo qualquer interesse da parte da classe política.

          Mudando de assunto, esse plano de novo
          caça me parece mais uma jogada de puro despeito e pirraça dos britânicos por terem sido colocados para fora do Galileu, entre outros planos europeus. Eles não terão dinheiro para desenvolver isso sozinhos.

    • Houve em 1982 a interceptação de um jato Il-62 da Cubana de Aviación que invadiu espaço aéreo brasileiro pela região norte. Esta aeronave foi interceptada por caças Mirage baseados em Anápolis. Creio este episódio possa oferecer alguma boa base de dados para termos uma ideia do tempo de reação caso ocorresse algum incidente em céus nordestinos.

      • Hoje ele seria interceptado nas proximidades de Manaus pelos “Pacau” 1º/4º GAV operando o F-5.

        – Mas, sim, acho que deveria ter jatos entre Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte. Por onde passam as rotas.

    • Pelo que me lembro, os britânicos em suas parcerias sempre seguiram a política do “follow me”.
      A única exceção que consigo lembrar foi no “F-35 Aardvark II”, dá até pra entender porque eles preferem liderar os programas.

      • Engraçado mas no último RIAT, a despeito de das declarações de Pierre Sprey segundo as quais o F-35 seria um “Lemon” o que vimos foi um aparelho com boa capacidade de manobra como podemos ver no vídeo:

        https://www.youtube.com/watch?v=vdhGjqSA2ls

        Ao mesmo tempo o aparelho já foi usado em combate por Israel. Aliás, um ataque desfechado pela Heyl Ha’Avir em Al Harra, na fronteira da Síria com o Iraque no qual teriam morrido 20 integrantes de uma milícia Xiita iraquiana aliada do Irã, teria sido executado justamente pelos F-35I.

    • E qual a serventia de um caça em caso de um avião ser sequestrado? Escoltar não tem sentido, só irá gerar estresse com o sequestrador. Forçar a descer em um aeroporto não me parece factível, pois se está sequestrado, não vai obedecer muito uma ordem. Mesmo que forçar a descer fosse uma opção, vai fazer o que se não obedecer? Vai abate-lo?
      Quanto a não ter caças no nordeste, não vejo (mais) problemas, de onde virá um potencial perigo? Norte, Centro Oeste e Sul (que possui fronteiras com outros países) tem todo o sentido.

      • Qual serventia ? Vc ta de brincadeira né ? Todo avião que não responde via radio acaba sendo interceptado por um caça ,imagina em caso de sequestro ….Se for preciso , dependendo da ameça ,pode ser derrubado sim

      • Antes de 11 de setembro de 2001 não teria razão abater um avião sequestrado, depois disso faz todo o sentido abater um avião sequestrado antes que chegue a um grande centro urbano.

    • No NE não existem destacamentos fixos de caças por causa da inexistência de potenciais inimigos em bases fixas.

      Sequestro? Bem se forem malucos não haverá jeito o avião se acidentará. De resto é só esperar descer para depois agir como os Israelenses em Entebbe.

      • Pelo que entendo tem que ter uma resposta sim.
        Uma aeronave sem obedecer as orientações dos controladores de voo, em qualquer país a defesa aérea tem a responsabilidade chega junto e tomar par da situação.
        Como em toda a parte do país, temos pontos de segurança nacional no nordeste, como exemplo hidroelétricas e termoelétricas… Sem falar passibilidade de atingir áreas densamente povoadas ou represas.
        Esta lacuna da FAB não parece fazer sentido.

        • Olhe apenas para o mapa, não haveria chance de algum inimigo potencial chegar via mar ou Guiana, sem antes ter sido detectado, a Base em Anapolis serve para o Alerta nacional, basta um reabastecimento para o Gripen chegar e dar conta do recado. basta um KC390 em Recife ou Natal

  2. E a Europa continua a nunca entrar em consenso com um caça só.
    Cada país quer fabricar o seu e nunca há a integração que sempre almejam.

    Quero ver se existe cliente pra esse avião ou para os outros caças europeus que estão a pipocar por ai.

      • Amigo, quer apostar comigo que esse caça não vai para frente se a Grã Bretanha não arranjar um ou mais parceiros para transformar esse mock up em realidade. A Grã Bretanha não suportaria tocar um projeto dessa magnitude sozinha. Isso ai me parece mais uma resposta ao caça europeu do que qualquer outra coisa. Mok up por mock up a Grã Bretanha se quisesse podia apresentar o mock up do Bae replica que também era tido como um suposto projeto de caça de 5 geração e no final acabou por parar no mock up e não foi para frente

        • Não se esqueça que os britânicos assinaram um acordo nesse sentido com o Japão e existem tratativas com a Suécia. Ou seja, eventualmente tais países podem ajudar a bancar o projeto.

          • Andre Bueno.
            2 Bilhões de Libras é muito dinheiro, mas isto é referente a 5%. 10% ou 20% de um projeto desta magnitude.
            No projeto do F 35 os EUA e seu parceiros gastaram quantos Bilhões de dólares? E o caça ainda tem alguns problemas a serem corrigidos. que é normal para um projeto como este, e nos estamos vendo alguns destes operacionais em alguns países, porém ainda vai alguns bilhões de dólares para ficar 100%.
            A Russia referente ao SU-57, esta tendo dificuldades para manter o projeto, falta dinheiro.
            manter um projeto deste sozinho é complicado.

    • Enquanto a França e a Alemanha usar os projetos para fazer bullying e impor suas visões distorcidas do futuro europeu sobre outros países europeus que podem ser potenciais parceiros, o resultado será essa ai, fragmentação.

    • É isso mesmo. Quando se desenvolve tecnologia, só é possível estimar o custo e para não assustar os contribuintes, a régua está sempre embaixo. Os projetos dobram ou triplicam de preço. Mas este é o “custo” a ser pago por desenvolver tecnologia.

    • Na verdade, eles ganham um baita impulso por terem em mãos o F-35. Apesar de não ser a mesma coisa que receber transferência de tecnologia ou se apropriar de tecnologias patenteadas, ter pessoal próprio com a possibilidade de estudar de perto o caça já é uma forma de não começar do zero.

      • Daqui a pouco vem aquele comentarista que todo mundo sabe quem é dizer que não entende como desenhar um avião pode custar 10 bilhões de reais. É só fazer uns desenhos e simular no Paint e pronto. “Hoje em dia é muita frescura e desperdício”, diria ele.

  3. Se os trabalhistas como de costume não fizerem suas besteiras de estilo (vide o TSR2) agravado pelo fato do atual lider dos Labours ser Jeremy Corbyn, jurássico representante do trabalhismo sindical que julgava-se extinto desde os anos 80 após a ofensiva de Margareth Thatcher contra os então poderosos sindicatos britânicos, é uma notícia excelente visto que coloca o Reino Unido de volta ao papel de player de peso no mercado. E tal como previsto a liderança britânica na Europa no que tange à furtividade, cristalizada em protótipos como o BAe Replica e o BAe Taranis assim como o trabalho no programa do F-35 na condição de parceiro nível 1, faz aqui toda a diferença

    Outrossim, caso a associação com a SAAB vá para a frente ainda haverá a vantagem da empresa sueca poder agregar ao projeto a capacidade de desenvolvimento dentro dos custos estipulados o que inclusive levou a Boeing a associar-se a ela para competir no T-X da USAF.

    Assim, a união da expertise tecnológica de ambos (GB e Suécia) pode levar ao desenvolvimento de um vetor muito capaz que já nasce com um mercado cativo considerável visto a necessidade de substituir os Typhoon na RAF e os Gripens na Flyvapnet. E some-se a isso um mercado externo potencialmente considerável tendo em vista a base de usuários do Typhoon e do Gripen como Arábia Saudita, Qatar, Kuwait, Tailândia e quem sabe o Brasil.

    Enquanto isso França e Alemanha não saíram do esboço, talvez pelo fato dos franceses ainda estarem elaborando os requisitos e pensando em como empurrarão os mesmos goela abaixo dos alemães.

    • Não vejo diferença entre um mock up e as projeções mostradas pela Dassault, serviço de carpintaria apenas. Quanto à Saab, não acredito que vão embarcar nesse projeto inglês, pois o Gripen E/F é muito recente e nem está pronto! A sua birra com os franceses chega a ser engraçada, aceite que os alemães escolheram ficar com a Europa, quem quis sair foi o Reino Unido (aliás a Inglaterra, a Escócia votou para ficar). Os ingleses fazem questão de liderar o projeto, assim como os franceses, e não vejo problema nisso, haverá mais trabalho qualificado de engenharia nos integradores e nos fornecedores. Não acredito que precisem ser sucessos de exportação para irem em frente. Inclusive daqui a uns 10 anos talvez a Suécia decida criar mais um caça de 5a/6a geração, porém monomotor pois é mais barato de comprar e operar. Podem usar o recheio do Gripen E, que já é de 5a geração, à exemplo do que a Russia faz com o Su-35 / Su-57.

      • Caro Marcelo, vamos aos fatos:

        – Uma coisa é você fazer projeções sem ter experiência alguma, outra é você fazer um Mock Up tendo já desenvolvido diversos protótipos e ser parceiro nível um no desenvolvimento de uma aeronave multifuncional de 5ª Geração;

        – Ainda que o Gripen E/F não esteja pronto ele precisará ser substituído lá pelos idos de 2040, e uma vez que a Suécia não deseja abdicar de sua posição como fabricante de aeronaves e também pelo fato da Rússia estar se mostrando mais agressiva aliado ao fato que é muito caso desenvolver um caça de nova geração (o que explica o fiasco do Su-57) nada mais natural que se juntem aos britânicos. E é exatamente por isso que os suecos daqui a 10 anos tentarem criar um caça de nova geração usando de um expediente que se mostrou fracassado (Su-35/Su-57) mostra-se absolutamente inviável;

        – Os alemães optaram por se juntar aos franceses? azar o deles, vão ver o que é bom p tosse…rs!

        • HMS a SAAB deve participar dos 2 projetos, franco-germânico e britânicos, juntar know-how e fazer caixa, depois com isso fazer seu próprio caça de acordo com as especificações do governo sueco.

      • O Gripen E/F foi criado pra ser atualizado e receber upgrades com facilidade, graças a ser em grande parte, um caça modular – algo que a Inglaterra almeja pro Tempest também (pelo menos segundo o PowerPoint que tem na reportagem).

        Pra se ter uma idéia, o ciclo de atualização de software do Viggen era de 18 meses. Algo considerado muito demorado atualmente. O F-35 pode receber atualizações OTA, praticamente como acontece com um smartphone (o que também abre portas pra polêmicas, como o caça “espionando” a força aérea norueguesa).

        Quando o sucessor do Gripen – e de muitos dos caças mais modernos – sair da fábrica, muitos de seus componentes eletrônicos e de aviônica poderão já estar com a fase de testes completa, feita no próprio Gripen. Só coisas que não se pode testar em outro caça, como a aerodinâmica, que é inerente a cada projeto, serão características não compartilhadas entre as gerações.

        Afinal, é mais fácil e barato atualizar aos poucos do que fazer grandes projetos de modernização, que mudam muitas coisas de uma vez só, obrigando a compras grandes e um tempo enorme do caça encostado num hangar…

          • Quer comparar a indústria britânica com a marcenaria Teerã?

            Agora se a comparação for com o proposto caça franco-alemão cumpre lembrar que sequer é um Mock Up e sim um esboço, e também que nenhum desses países tem experiência com aeronaves furtivas e sequer participou do desenvolvimento de uma.

      • O RU não saiu da Europa, contínua lá e nem à deixou de lado, somente foi contra à essa União Europeia hipócrita e injusta.
        Você tem que lembrar que essa UE de hoje, assim como, a Europa democrática de hoje, só existe pq os Britânicos nunca se rederam e lutaram e venceram as guerras mundiais e napoleônicas.
        Os europeus deveriam lamber os britânicos.

        • Só lutaram porque seriam invadidos e derrotados na sequencia do avanço de Napoleão ou Hitler se não o fizessem, não queira os transformar em benfeitores da Europa, lutaram em benefício próprio.

          • Walfrido,

            Eles lutaram. Alguns outros preferiram a rendição.

            Mas concordo que a luta nunca é simplesmente em favor dos outros.

          • Walfrido, mas qual país lutou apenas pra se tornar “benfeitor” e não por interesses próprios sejam eles quais forem? Entendo o que quis dizer, mas de um jeito ou de outro eles se saíram vitoriosos em cenários europeus tanto sobre a Espanha em 1588 e Napoleão em Trafalgar e depois Waterloo quanto nas duas grandes guerras… Não podemos menosprezar isso…
            .
            Sds

          • O que importa é que nesses conflitos foi a Grã Bretanha que representou o Ocidente e seus valores, coisa que a UE representa hj, e só representa hj ,por causa dos britânicos.
            Desde as guerras napoleônicas o RU já era um democracia ocidental, coisas que os outros não eram!
            Portanto a UE reivendicar pra si mesmo e exclusivamente a unica capaz de representar o modelo ocidental na europa e que deixa-la e ir contra uma europa unida e ocidental é hipocrisia e visão distorcidas dos fatos.
            Quanto a questão de interesse nacional, eus comentários são errados, o RU lutou sim por seus próprios interesses, que eram os mesmo dos derrotados dos franceses, entao sim, eles lutaram pelos outros, inclusive foram os únicos a peitar o Stalin sobre a soberania da Polônia.
            E assim como antes o RU continuara a defender a Europa livre, mas não etrara na viagem na maionese da UE.

  4. Mas tem gente que jura que o F-35 matou a indústria britânica, ainda falei que, com a participação que as empresas britânicas tem no programa do F-35, era capaz do reino unido desenvolver um caça de próxima geração antes da Alemanha e França.

  5. Depois da especulação de parceira com o Japão e a Suécia a parceira é firmada com os italianos, que coisa. Resta saber como o pequeno número de países parceiros vai impactar nos custos de desenvolvimento.

    • Digamos que caso o projeto demonstre alguma viabilidade, uma ampla gama de países poderiam demonstrar algum interesse em participar de alguma forma deste programa. Reino Unido e Suécia sempre tiveram ótimas relações, e acredito que este seja um caminho viável. Itália? Minha percepção durante o tempo em que estive trabalhando por lá é que os italianos não andam muito felizes com a União Europeia. Dependendo dos rumos que forem tomados no Brexit, eu não ficaria surpreso que em breve outros países venham a abandonar o barco. Como eu costumo dizer, tudo pode acontecer, inclusive nada.

    • Não tem nada de parceria com os italianos.

      Acontece que a Leonardo adquiriu o controle da Selex e, portanto, possui unidade no UK.

      Existe, inclusive, de parte dos japoneses e dos turcos uma aproximação com a BAe para auxiliar nos novos caças locais. Basta procurar um pouco as notícias que encontrará.

      O Reino Unido certamente se beneficiará tecnologicamente por ser o único parceiro Tier 1 no programa F 35.

  6. Acho que o povo da terra de “vossa magestade” tá viajando.
    Se os EUA gastaram trilhoes em conjunto com varios paises para desenvolver um caças de 5 geração meia boca, cheio de problemas e Recal. Agora o Reino Unido vai desenvolver um de 6 geração por 2 bilhoes.
    Fanfarão !!!

    • Não tem nada a ver uma coisa com a outra.
      Se fosse pensar assim, não existiria Embraer.
      A Embraer não fabricaria nada.
      Por que lançar jatos executivos melhores ou o KC 390, se a LM não o fez antes?
      Os problemas do F35 são decorrentes de “burrice” técnica e administrativa…

    • Trilhões? Até onde se sabe a projeção de gastos do F-35 é de 1.4 trilhão de dólares para o programa INTEIRO; desenvolvimento, produção de mais de 2 mil aviões de 3 versões, operação e manutenção durante 40 anos.

      Quem tá viajando aqui nos custos é você.

    • Os soldados iranianos e milicianos Xiitas mortos na fronteira da Síria e do Iraque discordam da sua assertiva segundo a qual o F-35 seria “meia boca”

  7. Reação rápida dos ingleses. Já possuem um leiaute básico (ainda que seja apenas conceitual), um nome definido e empresas britânicas escolhidas para tocar o projeto.
    Tal rapidez parece indicar que já trabalhavam neste jato de forma autônoma antes mesmo do anúncio da parceria entre entre França e Alemanha. Talvez estivesse sendo pensado como uma proposta para um caça pan-europeu, mas o Brexit pode ter levado a mudarem de ideia.
    Caso se associem com a Saab neste projeto, está claro (como aliás, já havia sido noticiado) que a ideia dos ingleses é serem os protagonista do projeto, mas há espaço para uma importante colaboração dos suecos, tanto em sistemas quanto no próprio projeto em si.
    Mas a Saab somente participará se o governo sueco se interessar pelo avião e isto não se sabe ainda, visto que nem receberam seu primeiro Gripen E.

    • Excelentes colocações as suas! Quanto ao interesse sueco penso que a crescente agressividade russa aliada à possibilidade de usufruir de benefícios econômicos e tecnológicos pode pesar a favor de uma aliança com os britânicos.

      • Obrigado Tireless!
        Quanto aos suecos, seria uma mudança de paradigmas muito grande, visto a muitas décadas utilizarem na sua aviação de caça aviões 100% projetados no país ou que tenham o protagonismo do projeto. Outra mudança profunda seria na opção de contarem com um único vetor ao invés de um binômio hi-lo. No atual momento, eles conviverão com dois caças distintos, embora derivado um do outro: o Gripen C/D e o Gripen E. Creio que o governo sueco pensa a médio prazo padronizar sua frota unicamente com Gripens E e manter alguns D para conversão operacional. Não sei se há espaço no orçamento e na doutrina sueca para um esquadrão de Tempest biturbina a partir de 2035.

  8. Esse negócio aí não foi criado do dia pra noite. Imagino que a BAE já tinha seus estudos sobre aeronaves de combate e quando o MOD britânico bateu na porta deles, depois de terem porta fechada na cara deles no continente, a BAE tinha algo pronto para mostrar.

    Alguns meses atrás eu li uma notícia de que a RR estava gastando uns trocados no desenvolvimento de motores de nova geração e evolução do EJ200. Uma coisa que me chamou a atenção foi o conceito de um alternador embutido entre os rotores do motor. Assim se consegue redução de volumosos acessórios ao redor do motor ao mesmo tempo que se aumenta o potencial de energia gerada pelo motor do caça, importante quando se fala em radares AESA, complexas suítes de GE, atuadores elétricos substituindo hidráulicos (como feito no F-35), etc.

  9. Uma folha de papel aceita qualquer coisa que se escreva. Vamos ver se pelo menos metade do que está sendo proposto para este caça será realidade.

    Pessoalmente não acredito que o RU tenha bala na agulha para bancar um projeto como esse.

    • Talvez se soubesse que o Reino Unido tem um papel de liderança na Europa no que tange à furtividade como bem atestam prototipos como o BAe Replica, o BAe Taranis e a participação no programa JSF como parceiro nível 1 acreditaria que eles têm capacidade, principalmente tecnológica, de levar um projeto dessa magnitude adiante.

      Quanto à questão financeira cumpre lembrar que anteriormente já haviam celebrado contrato de colaboração na área com o Japão e mais recentemente houveram tratativas com os suecos. Ou seja, tais países poderiam eventualmente bancar parte do desenvolvimento do aparelho sem falar que a expertise da SAAB em projetos dentro do orçamento pode ser de muita valia.

    • Pois é Luis. Para quem está cortando o orçamento militar à machadadas por mais de 10 anos, inclusive vendendo boa parte do que tem, anunciar a construção de um caça de “6ª geração” sozinha cheira a notícia do Sputnik 🙂

      • Hoje saiu uma reportagem no Estadão sobre a penúria em que vive o Reino Unido de dez anos para cá. Até o número de policiais diminuiu.
        E a reportagem destaca que as dificuldades vão aumentar com o Brexit. Inclusive o atual Governo está se desmanchando.
        Sinal de tempos mais difíceis pela frente.

    • Por quê? O PIB do RU é o dobro do russo e eles têm uma população quase 3 x menor que a da Rússia. Se a Rússia dá conta por que o RU não daria??

      • E com esse PIB todo, o que estão fazendo com a marinha deles ? Cadê a RN ? Basta ler os blogs ingleses e você verá o que se percebe e o que se comenta sobre este assunto. Nao Há dinheiro.

        • Luis, com esse PIB todo o reino unido está com 2 porta-avioes novos (coisa que nenhum europeu tem), compra de f35, projeto de novos submarinos nucleares, construção de fragatas type26 e type31, 4 navios tanques, compra de centenas de blindados novos nos últimos anos (há 2 semanas o forte anúncio uma nova família de blindados da BAE…uma só plataforma para diversas versões).
          Na outra ponta o gasto russo de defesa é maior do que o ingleses, os russos gastam mais de 5% do PIB com defesa…dobro dos ingleses. Apresentaram o armata, o boomerang entre outros blindados, mas quantos efetivamente foram comprados e estão em operação? Poucos!
          Quantos su57 estão em operação?
          Na minha opinião os russos estão se destacando em submarinos e corvetas bem armadas…vejo compras consideráveis dessas embarcações.
          Os russos estão certos em apostar em submarinos…põe medo em qualquer país.

          • Olá Ivan, boa tarde.

            O meu comentário foi muito suscinto e acabou que não expressou em sua totalidade o que eu penso. Vou outra vez, pegando o gancho do que você escreveu (rsrsrsr) :

            Não há dúvidas que o RU, depois dos EUA, é o país que mais aporta dinheiro na OTAN, que está lançando 2 porta-aviões, que está comprando vários F35 (inclusive participa do projeto), que já está projetando sua nova classe de SSBN´s, etc etc, o que demonstra mais uma vez o seu poderio e conhecimento tecnológico.

            O que eu quis dizer foi que para se desenvolver uma nova aeronave como o Tempest , mesmo para o RU (sozinho), me parece uma tarefa um tanto quanto muito difícil, em função das novíssimas tecnologias, ainda a serem desenvolvidas inclusive, e também quanto ao custo. Eu acho que 2Bi de Libras não vai dar nem para a saida.

            Veja o caso do F35 : Mesmo para os EUA não foi e continua não sendo uma tarefa fácil , custear, desenvolver e colocar em prática as tecnologias prometidas, além dos outros problemas que já conhecemos.

            Acho que agora me expliquei melhor. Certo ou errado, vocês é que vão analisar.

            Abs.

        • O problema do Ocidente não é falta de verba mas sim a liberdade de expressão. De técnico de futebol a estrategista nuclear todo mundo dá palpite e sempre, pra critica e nunca para elogiar.
          Simplesmente não há nada que o Ocidente faça na área de Defesa que não seja motivo de críticas. Tudo! Absolutamente tudo, é tido como equivocado. Quem não erra são só os orientais.
          Querem resolver os problemas do Ocidente? Instituam um controle da mídia e da liberdade de expressão como ocorre nos países idolatrados pelos russófilos antiocidentais. De uma hora pra outra o Ocidente vai virar uma maravilha, como num passe de mágica.
          Um dia desses tava dando uma olhada. Não há nada que as forças armadas americanas façam que os próprios americanos não criticam. A democracia ocidental criou um excrecência que é a libertinagem de pensamento e a relativização de tudo que é notícia e pior, da moral.
          Há críticas ao CVN-78, ao F-35, ao LCS, ao DDG1000, ao B-21, ao SSBN Columbia, ao programa espacial, ao escudo antimíssil, à escolha do NSM, ao LRASM, ao Harpoon, à B-61/12, etc. De acordo com os críticos tudo é equivocado, só tem debiloides no comando das forças armadas e só mostra a derrocada dos EUA frente às grandes potências orientais que não fazem nada errado e não se equivocam em absolutamente nada.
          Desse jeito com certeza a queda dos EUA está mais próxima que nunca porque enfrentar o inimigo interno é praticamente impossível num país democrático. Ou se instala um país forte e policialesco, com controle da mídia e da libertinagem de expressão ou os EUA antes do que imaginamos não vai ser nem uma potência de segunda categoria.

          • Kkkkkkkkkk como se os EUA já não fossem um país policialesco. Caso Snowden manda lembranças…

          • O problema é quem critica os EUA por causa do Snowden mas acha bonito e aceitável que Rússia e China façam pior….

          • E quando foi que eu defendi a China e a Rússia pelo seu governo semi-ditatorial? Esse tipo de desvio moral de tratar as coisas com dois pesos e duas medidas quem tem são vocês desse lado aí…

          • Bosco o RU é bom de lavar dinheiro…. A grande maioria das lavanderias do mundo estão direta ou indiretamente sob guarda ou proteção do RU. A Inglaterra vive é dinheiro!!!! o que é que eles produzem?? Caros!, Telefones! Eletrodomésticos! Commodities???? etc. Vivem isso sim do mercado financeiro, que está próximo de ir pro brejo.

          • Realmente! De lavar dinheiro o brasileiro entende! Nós devemos ser os maiores clientes deles.
            Mas pelo que me lembro eles também fazem aviões, caças, submarinos nucleares, porta-aviões nucleares, motores aeronáuticos, satélites, obuseiros, canhões, fragatas, mísseis, armas nucleares, aviônica, radares, fuzis, etc.
            E dão conforto, segurança e dignidade aos seus cidadãos.

      • Bosco,
        Nem se compara o conhecimento tecnologico do RU com o da Russia. O RU só tem alguma coisa graças ao suporte tecnologico dos EUA.
        Sem os EUA eles mal fariam uma pipa.

        • Fox,
          Você está completamente equivocado.Pelo menos 3% do F-35 é britânico. Só pra você ter uma ideia, o sistema VTOL do F-35B é da Rolls Royce.

        • Fox-2, você está brincando? RU é um dos países mais prósperos na ciência. Seu comentário é um absurdo! Ontem e hoje o Reino Unido é pioneiro nas principais ciências, além de ser sede de grandes centros de pesquisa, grandes universidades que atraem jovens do mundo inteiro, pólos de startups, sedes de multinacionais e nível de ensino e carga cultural das mais fortes do mundo.
          Seu comentário é mais adequado para o Brasil, nós sim não produzimos nada em relação a grande territorial e populacional do país. Acabamos de comprar um porta-helicopteros do RU porque não conseguimos fazer…tanto pela desculpa de não ter dinheiro quanto técnico, pois ambos caminham juntos. Aliás, no Brasil sempre há desculpas…
          Reino unido produz isoladamente ou através de parceiros: caças, submarinos, fragatas, corvetas, mísseis, radares, blindados…além de ser um exportador disso tudo!
          Inclusive um dos principais concorrentes para a aquisição de fragata do Brasil é justamente o modelo type 31e da BAE.
          Pior do seu comentário é passar a ideia de que os EUA ou qualquer empresas americana “dão tecnologia” para RU ou qualquer outro país. Isso é um absurdo! Ninguém gasta décadas em pesquisa e bilhões de dólares para “dar” aos ingleses.
          Podem até transferir tecnologia, mas isso terá um preço elevado e nunca será algo pleno.
          Enfim, seu comentário está absurdamente errado.

      • Não que seja importante e revelador da capacidade ou menos do Reino unido de gerenciar projetos de tal envergadura e alta tecnologia , mas oPIB (PPC) dos russos supera abundantemente o do Reino Unido. Quanto a competência técnica deles ninguém dúvida penso , a questão é financeira. Parece-me que o caça de quinta geração russo não seja tão sofisticado quanto o F-35 ( o que não quer dizer que seja menos eficaz, quem sou eu para duvidar) , e esse projeto ( como os rivais europeus) tem cara de ser bem mais complexo com pretensão de superar o caça norteamericano.

        • O critério de aferição do PIB por PPC, sujeito que é a manipulação, é altamente discutível! Só serve mesmo aqui para colocar o PIB russo à frente do britânico.

          • HMS,o critério de PPC não é ideológico ou partidário. O PiB nominal não sempre é suficiente ou preciso e cria distorções. Será que a Rússia paga suas matérias primas, seus engenheiros, profissionais e técnicos em dolares ?Será que o custo da vida é o mesmo ? Será que o salário de um engenheiro inglês é equivalente ao seu colega russo ?

          • Thiago, eu não afirmei que o critério de PPC era ideológico ou partidário mas sim que está sujeito a distorções. E na verdade além de criar distorções ele as demonstra. Dou um exemplo caro: os dois mais famosos fuzis de assalto do mundo (M-16 e AK-47) foram criados, respectivamente, por Eugene Stoner e Mikhail Kalashnikov. Embora a fabricante do M-16, a Colt, tenha ficado com a esmagadora maioria dos lucros da produção e venda do fuzil Stoner teve razoável retribuição pelo seu trabalho inventivo tendo acumulado razoáveis recursos em sua vida. Por outro lado Kalashnikov morreu pobre, em um pequeno apartamento, recebendo uma magra aposentadoria do governo russo, totalmente desproporcional ao volume de recursos que a comercialização da arma que inventou, nada menos que o fuzil de assalto mais produzido de todos os tempos, movimentou.

  10. Até que enfim a Inglaterra mostra ao que veio.
    Apesar da decadência e penúria dos últimos anos, acentuadas nos 10 anos mais recentes, acho que teria condições de desenvolver algo de respeito.
    A Inglaterra sempre teve voz ativa no setor, pelo menos até a 2 G.M.
    Agora, a pergunta que fica: Será que Trump está satisfeito?

  11. Trem de pouso dianteiro com duas rodas pode sinalizar que será utilizado nos porta-aviões utilizando o modo “pouso e decolagem curtos” (SRVL). (???)

    Algumas elucubrações de uma mente doentia:
    Será que tem canhão?
    Será que é hiperultra manobrável?
    Será que vai privilegiar o combate aproximado em detrimento do BVR?
    (pelo menos o míssil que está em evidência é o Meteor, enquanto o ASRAAM parece nem foi colocado). Esqueceram de combinar com os britânicos que a ECM DRFM russa acabou com a doutrina de combate BVR furtivo?

    • Qual a diferença para a doutrina atual deles com o Typhoon? Nenhuma. Desde a década de 90 que a RAF acredita que é melhor soltar um míssil e passar voando longe do adversário do que engajar em dogfight. O Typhoon foi feito em cima dessa filosofia.

      Aliás, bem diferente do que os americanos fizeram com o F-35 e sua alta taxa de curva instantânea.

      • Essa pergunta pra mim não procede? Você deve fazê-la aos que apregoam que é inevitável o combate WVR e daí o “modelo” russo de combate ar-ar (que tem sua expressão máxima no Su-35) ser o que de melhor há no segmento. Eu não faço parte desse clube.

      • Só que os britânico também apostaram que curvas em alto “G” seriam necessárias para dar ao aparelho alguma chance de escapar de mísseis altamente manobráveis com grande NEZ. Por essa razão o Typhoon, tal como o Rafale, é muito manobrável o que aliás é uma características dos Eurocanards.

  12. Pela quantidade de adjetivos na apresentação, ele deveria se chamar de “tempestable”!
    Impressiona ver no ‘mockup’, o recuo do trem de pouso dianteiro, um pouco atrás das tomadas de ar do motor, tem pouca distância do conjunto principal.

  13. A Leonardo é italiana, fiquei surpreso com o fato da empresa fazer parte do consórcio. Lembram que semana passada a Itália estava interessada em não comprar mais lotes de f-35? Apenas aqueles que estavam previstos…
    Agora aparece essa notícia da Leonardo nesse projeto britânico. Eu acho que pode acabar dando Reino Unido, Itália e Espanha (estava próxima da Itália) e mais alguns outros como a Suécia.
    Acho que a Itália pode acabar focando apenas em aeronaves de decolagem vertical (f35) para atender porta aviões e porta helicópteros…
    Isso não tem nada a ver com brexit, nada mesmo! Antes do brexit os países europeus já trabalhavam em grande parte isoladamente. Isso está muito mais ligado com dinheiro e geração de empregos.
    Um exemplo é a própria Suécia que é bem próxima da OTAN, porém tenta ao máximo ter sua própria indústria de defesa…antigamente era mais forte ainda essa capacidade, isso que era guerra fria!
    Qualquer coisa que acontece na Europa agora é brexit…usar esse argumento para tudo não é inteligente.
    Eu prefiro dessa forma, cada países desenvolvendo suas capacidades, o conjunto fica mais rico e gera mais ciência, emprego e autonomia.
    Eu não confio nenhum pouco nos atuais governos da Alemanha e França… Nada contra os povos, pelo contrário, apenas não confio nas decisões desses 2 países, pois nos últimos tempos vem se mostrado extremamente autoritários e centralizadores.

  14. Ontem: Su-57 micou
    Hoje : Su-57 testa novos sistemas.

    Ontem: Itália desiste de novos F-35.
    Hoje: Pode participar de novo projeto.

    E viva a internet!

    • Antonio, a Itália não desistiu do f35, não sei de onde você tirou essa ideia. A Itália é um dos principais compradores e parceiros do F-35…tem fábrica da LM na Itália.
      Não confunda “não comprar novos lotes de F-35” com “desistir” do F-35. Até porque não se desiste de um dos mais modernos caças do mundo.
      A Itália opera 1 ou 2 porta-helicopteros, está construindo outro que irá substituir um dos antigos. O f-35 de decolagem vertical atende perfeitamente essas 2 embarcações da mesma forma que atende os 2 porta aviões do Reino Unido.
      Não há nada confirmado entre britânicos e italianos, meu comentário anterior foi apenas para tentar emendar informações e criar um cenário. A situação da Itália e Reino Unido são muito similares, ambos operam F-35 e typhoon. Logo esse caça britânico deve atender requisitos diferentes dos caças F-35, deve viver para complementar e não substituir. O mesmo acontece com o Japão e Coréia do sul que pretendem caças além do f-35.
      Quanto ao su-57 eu não tenho nada a falar, assim como você também, é impossível falar de algo que ninguém tem informações. Não tem como chamar de informação aquilo que é divulgado por RT today ou Sputnik News… Esses sites, pelo menos na minha opinião, tem credibilidade muito baixa, mera propaganda institucional.
      Não que outros jornais tenham alguma credibilidade, pois a mídia tradicional está morrendo, mas os sites citados são bem ruins.

    • Pois é! Ingleses sabem fazer aviões feios mesmo…esse nariz de SR-71, bem feioso. Mas avião de guerra não tem que ser bonito, tem que cumprir os requisitos.

  15. Ué e o caça 5G que queriam desenvolver com a SAAB? Fedeu pros suecos? Por consequência, vai abaixo a (hipotética) vontade do Brasil de integrar esse projeto.

  16. Bosco,

    Eu acredito que o Reino Unido dê conta sim.
    E até gostaria que o Brasil participasse deste projeto, podemos aproveitar que o Reino Unido deixou a União Europeia e fazer mais parcerias com eles.

    Mas sobre PIB e orçamento em comparação com a Rússia, tenho que discordar.

    Convertendo em dólares o RU possui PIB maior que a Rússia.
    Mas isso não diz quase nada, uma vez que a Rússia compra seus caças e armamentos EM CASA, e em Rublos.

    Portanto na Paridade do Poder de Compra o PIB russo é Maior que o PIB do Reino Unido.
    São U$ 4,1 tri de PIB para a Rússia
    contra U$ 3 tri do Reino Unido.

    E a Rússia investe próximo de 5% do PIB em defesa, enquanto que o RU investe menos de 2%.

    Reitero, eu acredito que o Reino Unido dê conta de tocar o projeto e provavelmente o fará não sozinho, mas com Parceiros.
    Mas ainda não tem como comparar com a Rússia que possui MUITÍSSIMO mais dinheiro em suas indústrias de defesa.

    A Rússia possui as seguintes vantagens em relação ao RU:
    1) PIB 33% maior (usando paridade da moeda)
    2) Orçamento Militar 4x maior (usando paridade da moeda)
    3) Mercado de Exportações de Equipamentos militares 5 a 6x maior (mesmo convertendo valores em dólares, o que prejudica a Rússia na comparação)

    Portanto o volume de dinheiro que gira nas indústrias russas de Defesa é BEM superior em relação ao Reino Unido.

    • Luís, você esquece do principal: não é o tamanho do orçamento, mas como ele é gasto. Um exemplo interessante é o orçamento brasileiro, é um orçamento volumoso, porém, pouco se faz.
      Tanto Rússia quanto Brasil tem algo em comum. Ambos tem muitos militares, além disso, no caso russo as FA são naturalmente grandes da herança soviético…efetivo enorme.
      O grande gasto russo é com a manutenção dessa força militar que em grande parte é ultrapassada e com isso o custeio e a folha de pagamento.
      Quanto a sua análise da paridade de poder de compra, isso é muito difícil, são estimativas, não é algo exato. Grande parte dos gastos de defesa do RU são “internos” também ou de projetos com grande participação deles como o F-35.
      A Rússia gasta mais de 5% do PIB em defesa e isso é péssimo, mostra o esgotamento do gasto em defesa em relação a realidade de produção de riqueza.
      Como eu disse anteriormente, não vejo grandes aquisições por parte da Rússia…apresentam vários projetos e armas…mas compram muito pouco ou nada.

      • Ivan, consegue responder porque o Reino Unido possui 400 MBT e a Rússia possui Milhares? Porque o RU possui pouco mais de 200 caças e a Rússia mais de 1.000?
        Porque o RU possui 11 submarinos e a Rússia mais de 60? Porque o RU não possui bombardeiros estratégicos e a Rússia possui dezenas e dezenas?

        Eu sei a resposta:

        Esqueça a Conversão para o dólar. Pegue o PIB PPC de U$ 4,1 tri da Rússia e aplique aproximadamente 5%.
        São U$ 205 bilhões de Orçamento Militar.

        Pegue o PIB PPC do Reino Unido de U$ 3 tri e aplique aproximadamente 2%.
        São U$ 60 bilhões de Orçamento Militar.

        Mesmo com um efetivo maior, lembre-se que os salários na Rússia são menores.
        Portanto o dinheiro que sobra para Aquisições de Equipamentos militares na Rússia é Muito superior ao disponível no Reino Unido.

        Você pega esse gigantesco mercado interno, (só superado por EUA e China) e ADICIONA mais de 25% do mercado Mundial de Exportações de armamentos.
        Ai da para calcular o valor que corre nas indústrias de armas da Rússia.

        No Reino Unido, você tem um mercado interno aproximadamente 4x menor.
        E você adiciona em torno de 5% do mercado mundial de exportações de armamentos.
        Não é pouco. É um dos maiores orçamentos militares do mundo e um grande player no mercado de exportações, mas comparar com a Rússia ainda está bem distante.

        É uma potência (Reino Unido) comparado à uma Super potência (Rússia).

        Sem paixões. Apenas analisando os números e falando a verdade.

        • Nada a ver…..

          Você está usando um critério discutível de aferição do Produto Interno Bruto para tentar justificar algo que não encontra resposta apenas nos números mas principalmente na política pois enquanto a Rússia é uma autocracia a Grã-Bretanha é uma monarquia constitucional portanto uma democracia. Na Rússia não há liberdade de imprensa, o judiciário e o legislativo devem obediência ao Kremlin e portanto quem decide como e quanto do dinheiro será gasto é justamente o déspota que ali ocupa. Por seu turno a Grã-Bretanha possui um parlamento composto por representantes eleitos pelo povo que determinam como e quanto será gasto do dinheiro público. Ou seja, se um governo quiser gastar menos com defesa tal como geralmente acontece quando os trabalhistas assumem o poder é exatamente isso o que vai ocorrer.

          Aliás foi por uma decisão política tomada ainda nos anos 60, a chamada política “East of Suez”, que a Grã-Bretanha paulatinamente desfazer-se de sua força de Bombardeiros estratégicos e não por culpa do PIB PPC.

          Outrossim as forças britânicas e russas refletem necessidades diferentes, basta ver que enquanto a RN comissionou um NAe de 65.000 tons e está construindo um segundo a Marinha Russa mal consegue manter um velho “cruzador porta-aviões” dos anos 80. Sem falar que dos “milhares” de Tanques quantos estão realmente operacionais?

          • Não estou entrando no mérito se uma nação é democrática e a outra não. Não sou russo, sou brasileiro. Apenas analiso os números e compartilho minhas opiniões, sem paixões.

            Qualquer analista militar sério dirá que o poder militar da Rússia supera o do Reino Unido por uma grande margem.

            E utilizando o Dólar Americano, como você sugere, você encontra ambos os países com Orçamentos Militares muito parecidos e capacidades militares muito distantes.

            O que explica essa desproporcionalidade?
            O que eu acabei de explicar, o orçamento em Rublos na Rússia é muito maior que o orçamento militar em libras esterlinas no Reino Unido.
            Convertendo para Dólar Internacional, através do método PPC Paridade do Poder de Compra, da para entender estas diferenças.

            Não torço pela Rússia. Em qualidade de vida, renda per capita e diversos outros parâmetros, o Reino Unido da uma surra na Rússia.

            Mas sendo um país bem mais populoso e com uma indústria militar altamente incentivada ao longo das últimas décadas, conquistando uma gigantesca participação no mercado mundial de armas. Além dos compromissos de defesa assumidos por cada país (se defender dos EUA e Otan), enquanto o Reino Unido tem um compromisso bem mais modesto (se defender da Rússia com o Apoio dos EUA e da Otan), resulta em um nível de investimentos na esfera militar bem diferente (5% x 2% do PIB).
            E contra os números, não tem briga.

            ‘Tanques’ tem um em cada casa. hehehe

            MBT eu falei 400 do Reino Unido contra Milhares da Rússia.
            Mas são mais de 20 mil na Rússia, a maioria na Reserva, tendo mais de 2.000 totalmente operacionais.
            No Reino Unido, dos 400, cerca da metade esta na reserva, tendo pouco mais de 200 operacionais.

            Helicópteros de Combate são Mais de 500 na Rússia, contra 49 do Reino Unido. (10x mais)

            Número de Homens são mais de 1 Milhão, contra menos de 200 mil do Reino Unido. (5x mais)

            Aeronaves de Ataque são mais de 1.400 contra 140 do Reino Unido (10x mais).

            Aeronaves de Transporte são mais de 1.500 contra menos de 300 do Reino Unido. (5x mais)

            AFV são mais de 27 mil na Rússia, contra mais de 5 mil no Reino Unido. (5x mais)

            Artilharia Auto Propulsada, são cerca de 6.000 na Rússia, contra menos de 90 no Reino Unido. (66x mais)

            Artilharia Rebocada, são cerca de 4.500 na Rússia, contra cerca de 120 no Reino Unido. (37x mais)

            temos 1 navio aeródromo na Rússia, contra 2 no Reino Unido. Provavelmente o único vetor militar que o Reino Unido está em vantagem no momento.

            Navios de Escolta são 104 na Rússia, contra 19 no Reino Unido. (5x mais)

            Se você considerar que as 78 Corvetas não contam, mesmo possuindo armamentos pesados, como mísseis Kalibr, podemos detalhar melhor:

            Escoltas Pesados temos:
            2 Cruzadores de Batalha Nucleares + 3 Cruzadores + 12 Destroyers, totalizando 17 navios de escolta Pesados na Rússia, contra 6 Destroyers no Reino Unido.

            Escoltas Médios:
            temos 9 Fragatas na Rússia, contra 13 fragatas no Reino Unido.

            Escoltas mais leves:
            temos 78 Corvetas na Rússia, contra 0 no Reino Unido.

            Em submarinos temos 62 na Rússia contra 10 no Reino Unido.

            Se quiser detalhar, temos:
            11 SSBN na Rússia contra 4 no Reino Unido;
            8 SSGN na Rússia contra 0 no Reino Unido;
            17 SSN na Rússia contra 6 no Reino Unido;
            e 22 SSK (convencionais) na Rússia contra 0 no Reino Unido.

          • Você continua fazendo Super Trunfo e insistindo no PPC como fórmula mágica a explicar a diferença entre as forças russas mas passando bem ao longe do que realmente importa, que é a política. E sim, entrar no mérito se uma nação é democrática ou não explica muita coisa, senão tudo….

    • Usando um critério para lá de discutível para avaliar o PIB, já que pode sofrer manipulação dos respectivos países, fica fácil colocar o PIB russo à frente do da Grã-Bretanha.

      A propósito Londres não gasta menos de 2% do PIB com defesa. Na verdade gasta entre 2% e 2,2% e a tendência é aumentar tendo em vista o Brexit e também uma advertência norte-americana.

      • O PIB Paridade do Poder de Compra, não é feito pela Rússia.

        O FMI Fundo Monetário Internacional é a minha fonte.

        O PIB por Conversão de Moeda para Dólares Americanos é muito pior para análises.
        Não é raro o PIB de um país variar em 50% de um ano para o outro, como aconteceu com o Brasil.
        E isso esta muito longe da realidade, apenas demonstra uma forte variação CAMBIAL, e não representa a verdade que aquele determinado país produziu 50% menos de um ano para o outro.

        • Eu disse que o critério foi feito pela Rússia? afirmei, e reafirmo,que trata-se de um critério altamente discutível visto que pode sofrer manipulação,aliás com muita facilidade. E a melhor maneira de você tentar enxergar com clareza o montante real de riqueza produzido por um país é usar um índice mais ou menos comum, e uma vez que atualmente o Dólar é a moeda de reserva mundial nada mais lógico.

          Ps: não escreva em maiúsculas
          https://www.aereo.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

          • Eu não escrevo em maiúsculas. Coloco uma ou outra palavra para destacar, uma vez que não encontrei o recurso de colocar uma palavra em negrito.

            Este método é utilizado pelo FMI e Banco Mundial.
            Eles utilizam um estudo profundo sobre a economia de todos os países para, justamente, fazer uma análise mais próxima da realidade.

            Uma vez que converter para dólar americano não mostra o que um país produziu, sendo que muitos países possuem suas respectivas moedas ou muito valorizadas em relação ao dólar americano ou muito desvalorizada.

            Então vamos imaginar que em Janeiro de 2019, o Lula seja eleito e que o real sofra uma variação cambial forte, e alcance a marca de U$ 1 = R$ 5 ou R$ 6.

            Ai você pega o PIB do Brasil em dólares americanos e Conclui que em 2019 o Brasil produziu 30% menos que em 2018???

    • Luiz, PPP pouco importa em classificação de riquezas, não vivemos numa dicotomia clássica, variáveis como o câmbio afetam a riqueza, então excluir eles numa comparação é errado.

      Outra coisa o modelo de negócios das empresas britânicas é diferente das da Russia, que se baseiam em exportação, enquanto as britânicas se baseiam em adquirir empresas de paises aliados e amigos para se aproveitarem de seus complexos militares, assim expandindo sua receita e portfolio, portanto sua comparação de fluxo de dinheiro é totalmente errada, o certo seria compara o valor das empresas e suas receitas.
      Se você pegar o top 10 das maiores empresas do mundo voce verá pelo 2 empresas britânicas no topo, BAE e RR, sendo a BAE a 3° maior contratante militar do mundo.

      Quanto à Russia ser super potência tbm é errado, pois hoje só existe uma superpotência os EUA, os Russos são uma potência, mas não tem o prefixo.

      Agora uma coisa é certa os russos gastam muito mais em defesa do que o RU que é uma democracia e tem q dar satisfação aos seus cidadãos, mas nada impede o RU de aumentar seus gastos se a maioria da dua população assim quiser.

      • O PIB Nominal vai demonstrar a riqueza de uma nação dentro do poder de compra a nível internacional, já que no comércio internacional simplesmente se converte o preço de um produto em uma moeda para a outra. Agora o PPC é melhor para se avaliar sim a real riqueza e qualidade de vida de uma nação, tanto que é o dado utilizado pela ONU para se calcular as variáveis econômicas e o IDH. Como o Luís bem expôs, o PIB nominal pode fazer a economia parecer que entrou em colapso ou ter explodido sem que a produção de recursos tenha se alterado. Cada coisa na sua área, o PIB nominal é útil quando se diz respeito ao mercado internacional. Como estamos avaliando dois países que primariamente produzem o seu equipamento militar, cabe o uso do PIB PPP para avaliar a suas capacidades de gerar produtos militares, o PIB da Rússia pode aumentar 2x ou diminuir pela metade de acordo com a sua valorização do rublo frente as outras moedas, com a Rússia tendo a mesma produção interna e pagando os seus equipamentos em rublo, a valorização dele pouco importará para o orçamento militar.

  17. Mais uma vez a Europa mostra que não existe cooperação nenhuma no quesito Defesa e que a UE é somente com relação ao comércio mesmo!
    Novamente, França e Inglaterra irão desenvolver cada um o seu próprio caça, tentando levar algum outro país na rabeira. Aconteceu isso com Rafale e o Typhoon e agora com esse caça de 6a. geração. Acho uma tremenda falta de sinergia e muito dinheiro do contribuinte jogado fora. Se unissem forças, os custos de desenvolvimento seriam menores e as chances de exportação, maiores. O que o Rafale tem de tão diferente assim do Typhoon que justificasse cada um ter construído o seu ? Nada, apenas questões políticas, quem manda mais e tal…….

    • Você se esquece da geração de empregos de alta tecnologia, França, Inglaterra e Suécia não querem perder a expertise de projetar e construir caças, e tratam isso como prioridade em seus orçamentos. Nem tudo deve seguir a lei do mercado de ser mais barato, há outras variáveis também.

    • Com uma europa cada vez mais divida em como agir, cada vez mais essa separação será evidente, é muito mais que uma guerra de egos e pura geração de empregos.

  18. Parece ser muito bom para o Brasil que exista esta diversidade de caças de 5ª e 6ª geração. Em um desses projetos o Brasil pode acabar entrando.
    Muito melhor do que se só existisse duas opções, o F35 e o PAKFA.
    Isso tende a tornar mais acessível aos países em desenvolvimento.

  19. Pelo que andei vendo o A400 teve muitos problemas devido ao envolvimento de vários países europeus querendo que suas industrias participassem do projeto.
    Acho que isso justifica que preferem fazer seus caças sozinhos ou com poucos parceiros.

    • Concordo! Ao menos deve ter um líder claro. A Alemanha e França chegaram nessa conclusão e estão definindo a liderança dos novos programas conjuntos de acordo com quem entende mais do assunto (caças França, tanques Alemanha)

  20. Vou viajar um pouco rs. O desenho do BAE Tempest lembra um pouco o Saab Draken em suas asas com duplo delta. Quem sabe a Saab poderia colaborar de alguma forma a partir do desenho do Draken fora lógico a atual eletrônica embarcada. De antemão já pensando no futuro, seria uma boa o Brasil participar de tal projeto. Não esqueçamos da proximidade Brasil – Reino Unido (atuais e futuras compras belicas por parte do Brasil), e Brasil – Suécia (projeto Gripe NG e outros). Fé no Brasil!!!

  21. Me chamou a atenção ser um delta puro, sem canard.
    Jaca stealth ?
    Pensei que deltas puros estivessem fadados ao desaparecimento, com o fim do M2000 e o Tejas meia-boca.
    .
    E se a May resolveu fazer seu 5G foi pq o Trump não é o mais gentil dos aliados. Não chamou pra tomar um chopp, jantar, espumante. E ainda a desdenhou.
    .
    Leonardo vai entrar nessa ? Isso explica pq os italianos estão pulando fora do JS

    • Se ela, ou melhor, o governo britânico decidiu isso, foi pq os europeus os fecharam as portas.
      O Stealth americano britânico, ta ai, com nome de F-35.
      Não se esqueça quem excluiu o RU do seu complexo militar foi a Europa não os EUA.

  22. Tambem nao esquecer de frisar, mais enfaticamente, a grande colaboraçao entre a BAE e a SAAB no proprio desenvolvimento do Gripen. Para mim nao ha duvidas que a psrticipaçao nesse grupo deveria o ser uma das mais importantes metas do Brasil.
    A, e isso sem dizer que a Leonardo tambem tem uma grande contribuiçao a agregar, inclusive em termos de trabalhos ja executados em conjunto com o Brasil.
    Para aqueles que subestimam as competencias do RU nesta area, sugiro visitar Londres. Va em um ou dois dos museus ….depois, como o Bosco acima citou, da uma olhada nas turbinas inglesas….e compara com as francesas (as alemãs nao existem…). Sem eles o F35 nao estaria ainda voando.

    • “Para mim não há duvidas que a participação nesse grupo deveria o ser uma das mais importantes metas do Brasil.”

      Resta saber se eles querem, já que o Brasil foi expulso de dois projetos de custos bem menores: o primeiro da ISS e, o segundo, do Telescópio no Chile.

      • Acredito que virá tempos de bonança nesta área depois das eleições 2018, dependendo dos governantes, iram apoiar tais projetos.

        • Qualquer governante que assumir em 2018 vai ter que fazer um ajuste fiscal para lá de rigoroso tendo em vista a situação precária das contas públicas, então pode esquecer!

  23. É preciso entender que o Brasil está comprometido com o bem estar de seu povo e não em jogar dinheiro fora com armas. Somos da paz.
    (modo irônico)

  24. Eu olho para o RU tomando patada tanto da UE quanto dos EUA e lembro de uma fábula.
    Sobre uma cadela pastora que foi seduzida pelos lobos, que se aproveitaram para atacar as ovelhas. Os pastores expulsaram a cadela, que também não foi aceita pela alcatéia. Ela ficou entre ambos ganindo até morrer.
    A moral ? Escolha bem com quem ficar e seja leal.
    Se os EUA vão tratar o RU tão bem quanto este espera por ter abandonado a UE, esta é uma incógnita.

    • O RU não tomou patada dos EUA, quem tem feito Bullying aos britânicos é a UE, que tá com medo do RU pós-brexit dar certo e outros quererem seu próprio Brexit, quanto aos EUA eles só não tem dado o apoio que os britânicos achavam que eles iam dar mas isso ta longe de ser uma patada.
      Inclusive os EUA permite que empresas britânicas fazerem parte e aproveitarem, do seu complexo militar, inclusive participando e ganhando competições, que que a UE proibiu.

      • Ora alguém pede pra sair da casa alheia e ainda fica ofendidinho de não ser mais convidado ?
        Pediu pra sair, seu desejo é uma ordem.

        • A Europa não é a casa unica e exclusiva da UE, e o RU continua sendo parceiro da organização, assim como é dos EUA.
          Vc não ver os EUA expulsando o RU, pq eles não querem ser 50° estado americano.

  25. Vendo algumas ilustrações na web, dá para notar que o caça pode ser bem atraente.
    Com todos esses projetos de novos caças, pode-se, concluir com razoável certeza, que é o fim definitivo do caça monomotor e até mesmo do canhão como arma para dogfight. E mesmo a ideia de ser ter esse tipo de arma para alvos com menos valor, como aeronaves de transporte ou aviões de reabastecimento, não parece, entretanto, valer todo o custo.
    Mas é um prato cheio para mais um ‘déjà-vu’ na história, o cenário, não é difícil de imaginar, todo o poderio da OTAN, centenas de aviões voando, um mapa cheio de paisecos sem importância e outros bem intere$$antes, opinião pública, pressão e tudo mais. Ninguém vai querer dar um tiro no escuro, será ver (o inimigo) para crer.
    Nisso, surgir do improvável, um velho F-16, e dar uma coça num avião desses não custará nada, e então, a história vai se repetir, era barato, era monomotor, fazia curva fechada e tinha canhão.
    Se isso acontecer, quem sabe, o sucessor desse Tempest, com certeza, terá que se chamar Spitfire.

    • Todo mundo nos anos 1960 achava “improvável” que aeronaves 3G com mísseis e sem canhão pudessem ser abatidas por aeronaves 1G só com canhão.
      Mas os MiG-17 surpreenderam muito no Vietnam e só não foram tanto no Oriente Médio pq os israelis tinham os Mirages e desenvolveram táticas para enfrentá-los.

  26. Roberto Lobo… Na minha opinião… Depende !
    O projeto F-35 é caro por que, além da célula do avião, (quase) tudo que vai dentro dele está sendo criado para ele !
    Imagine um projeto de avião de 5º geração… que considere, ao menos em sua maioria, soluções de hardware que já possuam desenvolvimento em fase avançada, ou quiça concluída.
    Não vou ser leviano para afirmar isso… Mas será q os custos não seriam BEEM inferiores ? Algo como a SAAB faz com o Gripen E.

  27. Queria ver o sorriso na cara do Tio Trump, ele deve ter pensado: “ufa, ainda bem que não estamos sozinhos nessa parada”.

    Segue o jogo, fica a torcida para o projeto vingar

    • Pensando bem, talvez o avião seja mais uma hyper arma (nem vou falar Putiniana) passível de ser extremamente perigosa no papel…

  28. Alguém realmente acredita que esse ..novo caça…algum dia será produzido em série????

    EUA .. mandam na Inglaterra… FATO!!!

    • O RU e os britânicos gostam assim… FATO!
      Gostam de ser rabo de tubarão… FATO!.
      Só quem adora ser cabeça de minhoca é brasileiro … FATO!
      Só quem se preocupa com a soberania alheia somos nós, brasileiros, que sequer damos conta de eleger políticos honestos, sendo nós governados por quadrilhas e quadrilheiros, mas como sempre, apesar dos pesares, com altos índices de corrupção e má gestão e com péssimos servidores públicos e piores serviços públicos, comemos mortadela e arrotamos caviar e nos preocupamos com a soberania alheia.

      • Verdade Bosco…. eu não entendo esse pensamento antagonista em relação a tudo que envolve os EUA, quem sabe um dia esse estratégia não mude e possamos nos tornar pelo menos um pedaçinho da barbatana de tubarão.

      • Bosco.
        Os EUA foram cabeça de minhoca muito tempo. Doutrina Monroe define.
        Só quando venceram a guerra com os espanhóis em 1898 que se projetaram ao mundo. Até lá ficaram no seu canto.

        • Nunca foram cabeça de minhoca, nasceram como 13 diminutas colonias no leste e chegaram com o tempo ao Pacifico – California (algo que o Brasil não soube fazer) e logo ao meio do Pacifico – Hawaii, conquistado cada centimetro da suas terras das nações indinegas, do Mexico com uma guerra civil pelo meio e sobrando tempo ainda para comprar o Alaska da Russia.

          Eles já nasceram com mentalidade de potencia, não por acaso o seculo 19 esta recheado de inventores e cientistas norte americanos.

          É cada coisa que a gente ve.

    • É realmente engracado como tem tanta gente com visões erradas.
      _____________________
      _____________________
      Se o Uruguai tomar uma posição favoravel à Argentina no Mercosul, então eles são mandados pelos Argentinos ?
      Você exclui a possibilidade de que paises muitas vezes podem ter objetivos iguais e inclusive interesses nacionais mutuos, seja por um cenário particular, seja por serem paises com populações, história, economia e cultura integrados.

      COMENTÁRIO EDITADO. MODERE O LINGUAJAR.

  29. Não gastaria essa grana.

    Investiria no Tufão Tranche III

    Investeria no F 35 e suas versões.

    Investiria com os Suecos num E NG. (??)

  30. Sei não, me passou uma sensação de dejá vú, me lembrou o “Hunter” e o “Javelin”.
    Duas aeronaves anacrônicas.
    De certa maneira se parece muito com “Le Jaca”, ou aquilo que os franceses conseguiram juntar, com a tecnologia que possuíam, para o dinheiro disponível.
    Somente que de um patamar consideravelmente superior.
    Resta-nos acompanhar, pra ver o que é que sai disso ai.
    Se é que sai algo…

  31. Com todo o know-how da indústria britânica e com varias empresas estrangeiras com possiblidade de participação seja para fazer caixa, seja para ganhar know-how, ou ambos, o unico entrave à esse novo caça, seria o financiamento do governo britânico.
    Sera que a população britânica vai querer bancar ? Será que o governo britânico vai conseguir elevar os gastos de defesa em detrimento a outros ?

  32. Acho que já deveríamos estar pensando em um caça de 5º/6º geração para a FAB, superioridade aérea na guerra moderna é vital e devemos buscar reduzir o gap tecnológico entre nós e as grandes potências. Poderíamos articular um eixo Inglaterra+Suécia+Brasil na área de Defesa

    • Seria um sonho de consumo! De cara já poderiam vir uma versão CATOBAR do QE, a Arrowhead para o PROSUPER e o Tempest para a FAB no futuro (sonhar não custa nada..rs!)

      • Se Visse só o avião para garantir o espaço aéreo e eu saber que em uma guerra não iam explodir nossas crianças, eu já estaria feliz!

  33. HMS TIRELESS,

    Fighter pilot? Ou Test pilot?

    Grande exibição do F-35. Me arrisco a dar um palpite: piloto de provas da Lockheed Martin.

  34. Fox 2

    O F-35 é o jato de combate mais avançado na história da aviação. Você chama-lo meia boca é evidência do seu total conhecimento da tecnologia embarcada na aeronave. O F-35 vão bem e mata com precisão.

  35. Parece aquelas situações em que só vão tomar providência na hora que a mídia chegar junto ou quando ocorrer o pior. Seria algo até reincidente, já que ocorreu nos EUA.
    Não parece fazer o menor sentido o nordeste estar desprovido de defesa aérea supersônica.

    • ECosta,

      É importante frisar que nunca houve esquadrão de caças supersônicos baseado no Nordeste, houve no máximo de jatos subsônicos, como foi o caso do AT-26 Xavante, com destaque para o Esquadrão Pacau (baseado em Fortaleza por décadas e depois em Natal). Quando decidiu-se reequipar o Pacau com o F-5M, optou-se também por transferi-lo da Base Aérea de Natal para a Base Aérea de Manaus, pois avaliou-se, estrategicamente, que seria mais importante reforçar a Região Norte, que já vinha recebendo esquadrões equipados com turboélices (primeiro o AT-27, depois o A-29, nas bases de Porto Velho em Rondônia e Boa Vista em Roraima).

      A prioridade mais importante da FAB sempre foi distribuir seus caças supersônicos em bases do Sul, Centro-Oeste e Sudeste, onde estão a maior parte da população e dos alvos estratégicos.

      Essa estratégia vem mudando e incluindo a Região Norte, como mencionei, mas ainda assim eu creio que a prioridade ainda será reequipar com novos caças supersônicos os esquadrões de jatos já existentes no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte.

      Vale lembrar que são desdobrados com alguma frequência, em exercícios e treinamentos, seções de caças para bases no Nordeste. Já vi várias vezes, desde décadas passadas durante viagens ao Nordeste, pares de caças F-5 de esquadrões do Sul e Sudeste desdobrados em Fortaleza e Natal, principalmente.

      PS – já entrevistamos brigadeiros responsáveis pelo setor de Defesa Aérea e o fato é que reiteraram que, se houvesse recursos para tudo, haveria esquadrão de caças supersônicos permanentemente em base do Nordeste. Mas até isso ser possível, faz-se o desdobramento de seções quando necessário. Transferir esquadrões e toda a infraestrutura permanente estabelecida em suas bases, como simuladores, bancadas para manutenção, pessoal, paióis etc para outra base não é barato. Mas não acho difícil que, no futuro, Natal passe a abrigar um esquadrão de caça com supersônicos, pois é uma base com boa capacidade de receber mais unidades.

  36. Muito legal sua resposta, Nunão.
    Antigamente via passeando com alguma frequência caças Mirrage III por Boa Viagem-Recife-PE sempre aos pares, sem armamentos externos e com tanques suplementares, como se estivessem patrulhando. Acredito que eles vinham direto de Anápolis. Correto ?
    Desde a aposentadoria dos mesmos nunca mais vi caça nenhum. Exceto F5 durante os jogos da copa do mundo.

    Abraço e obrigado.

  37. Bom eu só tenho uma coisa a fazer e bater palma para os Ingleses que do nada inventaram uma Super -Maquete de 6 geração passando a frente dos EUA, Russia e China.

    Realmente só amando a Rainha mesmo para acreditar nesse Caçar!

  38. Augusto L 17 de julho de 2018 at 16:40
    Luiz, PPP pouco importa em classificação de riquezas, não vivemos numa dicotomia clássica, variáveis como o câmbio afetam a riqueza, então excluir eles numa comparação é errado.

    Outra coisa o modelo de negócios das empresas britânicas é diferente das da Russia, que se baseiam em exportação, enquanto as britânicas se baseiam em adquirir empresas de paises aliados e amigos para se aproveitarem de seus complexos militares, assim expandindo sua receita e portfolio, portanto sua comparação de fluxo de dinheiro é totalmente errada, o certo seria compara o valor das empresas e suas receitas.
    Se você pegar o top 10 das maiores empresas do mundo voce verá pelo 2 empresas britânicas no topo, BAE e RR, sendo a BAE a 3° maior contratante militar do mundo.

    Quanto à Russia ser super potência tbm é errado, pois hoje só existe uma superpotência os EUA, os Russos são uma potência, mas não tem o prefixo.

    Agora uma coisa é certa os russos gastam muito mais em defesa do que o RU que é uma democracia e tem q dar satisfação aos seus cidadãos, mas nada impede o RU de aumentar seus gastos se a maioria da dua população assim quiser.

    ————

    Augusto,

    1) O PIB demonstra a capacidade de produção. Tudo aquilo que o país produziu durante 1 ano.
    Este número é levado em conta pelos estrategistas militares, pois demonstra o potencial do país em produzir.

    Claro que sozinho não diz tudo. Mas, tendo indústrias bélicas modernas, possuindo avançadas tecnologias e capacidade de mobilização nacional, ou seja, empatando nessas coisas, um país com PIB grande provavelmente vencerá um país com PIB pequeno em caso de um esforço de guerra.

    Foi o que aconteceu na 2 guerra mundial, onde os EUA no Esforço de Guerra produziram mais equipamentos militares do que alemães e japoneses…

    Acontece que quando você utiliza a Conversão de Moeda para o Dólar Americano, pode até ser importante para avaliar o poder econômico daquele país, principalmente para adquirir/importar, etc. Mas para uma análise de Capacidade Produtiva, este método Distorce totalmente a realidade.

    Vou exemplificar para mostrar o ponto chave da questão:

    Em dólares a Rússia produz U$ 1,5 tri e o Reino Unido produz U$ 3 tri.
    Em dólares o orçamento militar da Rússia é de U$ 60 bi e o do Reino Unido também.
    Mas com U$ 60 bi a Rússia produz 4x mais equipamentos militares que o Reino Unido e também mantém uma força ativa 5x maior.

    Então a Conversão para o Dólar Americano DISTORCE a realidade. Utilizando o método PPP ou PPC chegamos muito mais próximo da realidade.

    2) Bae e Rolls Royce são 2 empresas. Isso ocorre porque no Reino Unido estas empresas foram adquirindo outras e se transformaram em gigantes. Também ocorre porque com uma moeda valorizada, as empresas valem mais quando comparadas em Dólar Americano. O valor de mercado das empresas russas é cotado em Rublos. Quando convertido para o dólar americano, ficam em descantagem justamente porque o Rublo é super desvalorizado em relação ao dólar.

    Ter 2 empresas no top 10 é ótimo. Mas novamente, destoa a realidade.
    Na realidade, eu, você e todo mundo sabe que o parque industrial militar da Rússia é muito maior e mais diversificado.
    Além de um mercado interno 4x maior, eles possuem 5 ou 6x mais no mercado mundial de exportações.

    3) Você está nos anos 90 meu amigo. Após o fim da União Soviética, os EUA surgiram como única super-potência mundial. E isto durou até o início dos anos 2000.
    Hoje com o Sr. Putin no poder e com a China, o mundo é Multipolar.
    E existem 3 super potências militares e 2 super potências econômicas.

    Analise o arsenal nuclear da Rússia e suas forças convencionais.
    Ela pode não ser uma super potência econômica, como China e EUA.
    Mas, com certeza, é uma super potência Militar.

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