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JetBlue decide trocar frota da Embraer por modelos A220 da Airbus

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E190 da JetBlue
E190 da JetBlue

Empresa anunciou a compra de 60 jatos; modelos da Embraer devem deixar de operar a partir de 2020

A Airbus obteve uma importante vitória nesta terça-feira (10), depois que a companhia aérea norte-americana JetBlue anunciou a compra de 60 jatos de corredor único A220-300, o primeiro grande pedido recebido para o modelo que anteriormente era chamado de CSeries e que vai marcar a substituição de aviões da Embraer operados pela empresa.

Mais cedo nesta terça-feira, a Airbus anunciou que renomeou para A220 o modelo CSeries, da canadense Bombardier, que tem capacidade para 110 a 130 assentos.

A Airbus assumiu o controle majoritário do deficitário programa de aeronaves da Bombardier. O negócio foi fechado em 1º de julho do ano passado.

“Nós sentimos que o 220 é perfeito para nossa rede, estratégia e experiência de cliente, e mais importante, para nossos controladores”, disse Steve Priest, vice-presidente financeiro da JetBlue, em entrevista por telefone. “É realmente a aeronave ideal para levar a continuidade de nosso programa de custos estruturados até a próxima década.”

O A220 substituirá a frota atual da JetBlue de 60 aviões E190, da Embraer, com os jatos deixando de operar a partir de 2020.

O triunfo do A220 sobre a Embraer prepara o terreno para uma competição acirrada entre a Airbus e a Boeing no mercado de aeronaves de corredor único. A Boeing anunciou na semana passada um acordo preliminar com a Embraer para controlar as operações de aviões comerciais da fabricante brasileira, sob uma nova joint venture de US$ 4,75 bilhões.

“É uma decisão muito inteligente da parte da JetBlue porque o A220 é um avião extremamente flexível”, disse Henry Harteveldt, analista de frota do Atmosphere Research Group, acrescentando que se trata de um “avião completamente novo” com eficiência de combustível que permitiria à JetBlue transportar “mais 20 a 30 passageiros de graça”.

FONTE: G1/Reuters

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PhilippeAry MenezesSergio CintraPedro CostaDiogo Prado Recent comment authors
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Andrew Martins
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Primeira patada da Airbus na Embraer. Vamos esperar as próximas…

Mauro 76
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Mauro 76

Agora todos somos Boeing. ..
Kkkk
Cade os contrarios da parceria embaer e Boeing?
O mundo e feito de homens nao de sonhos!

Antonio
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Antonio

A entrega da EMBRAER à Boeing não ajudará em nada no aumento de encomendas.
Até a Boeing está vendo suas encomendas minguarem.
E essas encomendas podem até diminuir, visto a catástrofe ‘trumpiana’ que se aproxima dos EUA.
Hoje, Trump declarou que Alemanha está dominada pela Rússia. Imagino a disposição dos alemães em comprar aviões da American EMBRAER.
Isso sem contar a guerra comercial entre os EUA e o resto do mundo que já sabemos quem ganhará.
Querem seguir com isso? Depois não reclamem

Alfredo RCS
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Alfredo RCS

Mas a entrega da Bombardier para a Airbus ajudou a Bombardier…

Ary Menezes
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Ary Menezes

Logo as marcas Bombardier e Embraer vão sumir…. isso é ajuda???

Antonio
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Antonio

E o interessante é que já li várias entrevistas de executivos de empresas aéreas elogiando o avião.
Aguardemos os próximos lances.

CignusRJ
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CignusRJ

Primeiro efeito da absorção da Bombardier pela Airbus. E outras ainda estarão por vir.
A Embraer esta numa situação difícil e o acerto com a Boeing deve ser pra logo. Ela já sobreviveu à quase falência quando era estatal e à crise de 2008 quando teve que despedir 4 mil funcionários.
Não é porque ela venceu estas intempéries que será sempre vencedora.
A procela em todo o seu furor esta por vir. Alguma ação deve ser tomada e esta é o acordo com a Boeing.

Alessandro
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Alessandro

só comprou por causa do nome “airbus” pq tenho certeza que a familia E2 não deve em nada para Cseries, tem especialistas até que dizem que será melhor.

infelizmente nesse mundo ainda a “etiqueta” fala mais alto em alguns negócios, se fosse a Bombardier, a JetBlue olharia com outros olhos os aviões da Embraer, e teria muito mais chances de vitória.

Antonio
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Antonio

Mas, essa é apenas uma das questões. Ao que parece o acordo foi mais razoável e a Bombardier poderá usar o nome e a estrutura de vendas da Airbus.
Agora, aqui vão levar 80% de uma provável futura empresa por um valor dito ‘de mercado’.
Provavelmente vão acabar com o todo o ‘histórico’ da EMBRAER.
Espero não estar sendo pessimista.

Alessandro
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Alessandro

Pois é, eu não sou contra o join venture da Embraer e da boeing, oq tá “pegando” é nesses 80% da boeing e apenas 20% da Embraer

Se fosse 51% Boeing e 49% Embraer na minha opinião seria o mais justo, ae com a “etiqueta” Boeing, eu tenho quase certeza absoluta que a JetBlue teria comprado algum modelo da familia E2 em vez da “airbus a220-330”

Marcos10
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Marcos10

A Airbus ficou 51%, mas pagou só US$ 1.
Se der lucro, repartem, se der prejuízo, a Bombardier tem de assumir.

Edson Luiz Minks
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Edson Luiz Minks

Concordo, não é ser pessimista é ser realista, vão acabar com a embraer, voe com a azul no embraer195 não troco por outro.

Mauricio R.
Visitante

Comprou porque não se deram bem com o 190, aliás uma história que vem rolando a tempos, a aeronave que será substituída.
Não se deram bem com o 190, então nem consideraram o E-2.

Celso
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Celso

De onde tirou essa fabula ???? por acaso sabes a quantos anos essa empresa voa com os E 190 ??? oura coisa, o que define mesmo o negocio e o seu valor de venda por unidade e financiamento…..o que voce acredita mesmo que esta acontecendo nesse momento a nao ser a bala na agulha que a Airbus possue com seus mecanismos de financiamento europeus com altissimos subsidios embutidos e enrustidos. Como seria uma disputa entre ambas nesse momento onde a Embraer mal consegue esticar seus creditos e ou linhas de financiamentos pelo BNDEs para clientes…??? Caia na real e analise… Read more »

Mauricio R.
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Pensando melhor, leia:

Vanessa Cioffi 11 de julho de 2018 at 10:14

Aqui nesta mesma página, mais abaixo.

Augusto L
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Augusto L

A Embraer precisa urgentemente um avião pra concorrer com o cs300 ou agr a200-300.

CignusRJ
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CignusRJ

Augusto.
Posso estar errado mas já existe tal avião.
Embraer 195E2
Mas o peso de ser um Airbus fala mais alto, não pela marca em si mas pela pressão que um gigante deste pode fazer.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Acho quque nao ein, o CS300 é de 160 assentos a Embraer n tem igual.

Jr
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Jr

Esse é o problema a Embraer não tem um avião para competir com o CS300 e até agora as encomendas das empresas tem sido para essa avião, o E-195 não compete com esse avião

Sargento Pincel
Visitante

A Embraer fez o correto nessa fusão, senão os americanos iriam se juntar com outros ( japoneses ou ucranianos ) aí seria o fim da empresa brasileira de aviação. Dentro de hum ou dois anos os E2 estarao com as vendas acima de duzentas unidades por ano.

nonato
Visitante
nonato

Mas a fusão é o fim da Embraer mesmo.
Com a diferença que os acionistas receberão dinheiro.
Prefiro Embraer brasileira, mesmo pequena e com pouco lucro, do que grande e americana ou simplesmente sumindo…

Augusto L
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Augusto L

Tomara q se a Boeing compra mesmo a Embraer, posso financiar uma versão concorrente ao A200-300u

nonato
Visitante
nonato

Para nós não é motivo de orgulho a Boeing desenvolver um concorrente do A 220, que por sinal já existe.

Guilherme
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Guilherme

O dono da JetBlue não é o mesmo da Azul?
Será que a EMB vai perder essa no BR também?

Gustavo
Visitante
Gustavo

Sim, é o mesmo, David Neeleman.
Aqui pode ser, mas por hora acho difícil.

André Bueno
Visitante
André Bueno

Neeleman foi o fundador, o CEO é outro e ainda há o conselho de administração.

outra coisa, a Jet Blue usa aviões Airbus, não é improvável que tenham feito algo como uma venda casada, subsidiado valores ou atrelado a esta compra valores menores em futuras compras de A 320, por exemplo.

Não sou fã da união Embraer-Boeing, mas é deste tipo de coisa que a brasileira irá se beneficiar, além de um suporte financeiro às vendas e toda a logística e centros de manutenção.

MARCOV
Visitante
MARCOV

David Neeleman saiu da JetBlue em 2007. Eu não sei se ele continua como sócio investidor, mas recentemente foi noticiado que David Neeleman está preparando uma nova empresa (provisoriamente chamada de Moxy Airlines) e esta operará outras 60 aeronaves CS300.

Edgar
Visitante

A negociação da Bombardier com a JetBlue não é nova: https://www.flightglobal.com/news/articles/bombardier-sends-cs300-to-new-york-for-demonstration-446883/

Esse movimento certamente foi combinado pela Airbus para sincronizar com a alteração do nome da aeronave para A220.

Que venham os novos Boeing 606NG…

Paulo Jorge
Visitante
Paulo Jorge

É o preço que se paga por não estreitar a parceria com a Boeing desde o FX2.
A Lockheed perdeu o mercado civil no finado Tristar, por erro na análise de mercado e por apostar no equipamento errado, só espero que o erro estratégico da Embraer, fruto da demagogia ideológica de Dilma não quebre a empresa brasileira.

JT8D
Visitante
JT8D

O Gripen foi escolha da FAB. Não politize a discussão desnecessariamente

Marcos10
Visitante
Marcos10

A FAB apresentou três propostas para a Presidenta: Saab, Dassault e Boeing. A decisão final foi dela. Se a proposta da Saab era a melhor, nunca saberemos. Se a Boeing tinha uma excelente proposta, também nunca saberemos.

ODST
Visitante
ODST

Marcos10

Achismo seu, pois em 2009 a FAB já se mostrava muito interessada pelo Gripen.

Diogo Prado
Visitante
Diogo Prado

Sei nao… Lembro bem que o F-18 estava praticamente certo até que saiu aquele escândalo de grampos da NSA que inclusive espionaram a presidANTA. Como a FAB nao queria o Rafale pelo preço, foram na segunda opçao que era o Gripen.

André Bueno
Visitante
André Bueno

Qual é o erro e de que forma o governo anterior interferiu?

Marcos10
Visitante
Marcos10

O pessoal que falava “entreguista” sumiu!!
Que coisa!

Marcos10
Visitante
Marcos10

Brimo disse que queriam comprar lujinha. Brimo vendeu! Fez bom negócio.

Dickson
Visitante
Dickson

Se o Cseries mudou o nome para A220, será que os E2 se tornarao Boeing 717? =D

JT8D
Visitante
JT8D

Não, porque o Boeing 717 já existiu, era um avião da antiga McDonnell Douglas

Humberto
Visitante
Humberto

Dickson,
Se a tradição se manter, vão continuar a utilizar a centena 700 e não 600, este deveria ser utilizado para mísseis ou foguetes. De repente partem para a a centena 800, mas ai não sei se não vale a pena continuar a utilizar a numeração atual da EMB.
Também chuto que podem ressuscitar o 717 que era a designação do MD 95 (um avião da classe de 100 passageiros). Quanto a já ter sido utilizado, o próprio 717 era a designação inicial do KC 135.
https://www.boeing.com/news/frontiers/archive/2004/february/i_history.html

O 797 teoricamente vai ser utilizado na nova família NMA
https://jonostrower.com/2018/03/the-boeing-797-of-2025-is-this-2018-conceptual-nma-rendering/

Antonio Oliveira
Visitante
Antonio Oliveira

A numeração não faz referência ao tamanho e sim à cronologia de desenvolvimento. 757 < 747
797 < 787
787 < 777

Humberto
Visitante
Humberto

Nem sempre meu caro.
Voltando ao 717, é um avião da década de 90 (quase no final) já os 727 (que teve a produção encerrada na década de 80) e os 737 foram desenvolvidos na década de 60.
O 717, meio que foge a lógica.

JT8D
Visitante
JT8D

É que o 717 foi uma “herança” da MacDonnell Douglas. E duvido muito que sua designação seja reaproveitada, por dois motivos:
1) Não foi um produto particularmente bem sucedido (pelo menos na Boeing)
2) É um avião relativamente recente (ainda existem alguns voando nos EUA), o que poderia gerar confusão

Humberto
Visitante
Humberto

É um chute, assim como tinha comentado que o Oceano podia ser Pernambuco.
Concordo que não foi bem sucedido, se tivesse sido, a EMB poderia estar em maus lençóis.
Só acho que não vão usar o 797 (pois meio que está “reservado”) e se mantido a tradição, não vão usar o 600.
Abraços

Lewandowski
Visitante
Lewandowski

Começou o efeito manada. Quer dizer então que é fechar a conta e passar a régua? O pessoal ja vai creditando a falência da empresa como se não houvesse alternativa! Meu deus. Até parece que a EMBRAER nasceu ontem e começou a projetar avião hoje. Dane-se o novo A220! Já foi o A318, 319, B735, 736 e os Fokker da vida. Concorrência sempre haverá e a EMBRAER tem capacidade pra competir de igual. Só basta ter uns culhões (e menos interééssesss) que a coisa vai. Hughes que o diga…
.
Sds.

Marcos10
Visitante
Marcos10

Não é passar a régua e pronto. Mas a Airbus/Bombardier tem expectativa de pegar 60% do mercado que até hoje pertencia à Embraer. E sabe-se lá com qual margem a Embraer terá de trabalhar para manter esses 40%. Ao meu ver esse negócio com a Boeing é excelente e a Embraer pode se concentrar nas aeronaves executivas, que tem margens mais graúdas.

Jr
Visitante
Jr

“Embraer pode se concentrar nas aeronaves executivas, que tem margens mais graúdas.” essa sua fala só prova que você não entende nada do assunto, as margens do setor de jatos executivos da Embraer é bem menor que as dos jatos comerciais, basta dar uma olhada nas contas da empresa, o setor que sustenta a Embraer sempre foi o comercial e não a de jatos executivos

Eduardo Holanda
Visitante
Eduardo Holanda

Culhões significa investir rios de dinheiros que a Embraer não possui em um projeto mega arriscado que pode demorar anos para sair do papel, podendo o A220 ser um sucesso de vendas até lá?

JT8D
Visitante
JT8D

É fácil ser corajoso com o dinheiro dos outros

Thiago Macena de Freitas
Visitante
Thiago Macena de Freitas

A Embraer sozinha será engolida pela Airbus…
Pois ela nunca competiu diretamente com Airbus e Boeing…
Agora a Airbus entrou no jogo pra ganhar
cabe a Embraer se defender se unindo a Boeing

André Bueno
Visitante
André Bueno

Alguns fatores influenciam a venda de aviões, entre eles qualidade do produto, preço, apoio pós-venda, custo operacional, financiamento e “influência política”. Destes que citei a Embraer possivelmente sofre bastante no financiamento e na “influência política”. O financiamento por contar principalmente, senão unicamente com o BNDES para apoiar suas vendas. Não tenho certeza disso, corrijam-me se souberem de algo diferente. O fator político “fraco” deriva do tamanho da Embraer e do peso [falta de] político-diplomático do país. Eu não sou fã escancarado da união com a Boeing mas creio que as portas se fecharam e esperança de vendas com a Boeing… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Caro André, de forma geral pensamos igual.
Abs

Leandro
Visitante
Leandro

Ótimo comentário Lewandowski

Thiago Macena de Freitas
Visitante
Thiago Macena de Freitas

A Embraer sozinha irá perder todas as vendas, infelizmente
Só não vê quem não quer

Gilbert
Visitante
Gilbert

Só se a Embraer não tivesse um pingo de competência. Isso do A220 é plenamente normal , já que a Airbus absorveu a um concorrente a Bombardier e a Jet Blue já compra aviões da Airbus a anos então ela não mudou de fornecedor passou ter apenas 1 único fornecedor. Assim como portfólio da Embraer vai receber designação da Boeing e a Embraer não será mais um potencial concorrente futuro com os 737-700, 737-800 e 737-900. Trabalhei em um industria em que depois de analisarem o concorrente que surgia e o mercado fizeram uma venda para a Fiat com preços… Read more »

Raduga
Visitante
Raduga

Já vamos partir de 80/20.

Romario
Visitante
Romario

A Jet Blue pode ter tomado essa decisão justamente porque a Embraer foi comprada pela Boeing.

Thiago Macena de Freitas
Visitante
Thiago Macena de Freitas

Muito pelo contrário, tanto que o CEO da JetBlue disse que só tomaria a decisão após a Embraer/Boeing e Airbus/Bombardier definir os proximos capitulos do mercado ..

Embraer sem uma Boeing suportando, sangrará com demissões
similar com as de 2009

ODST
Visitante
ODST

Thiago Macena de Freitas

Se a JetBlue tomou a decisão com base no possível acordo da Embraer eu não sei, mas se ele (o CEO) fosse esperar os próximos capítulos, não teria tomado a decisão agora. Então não tem nada de “muito pelo contrário”, como você disse.

luiz antonio
Visitante
luiz antonio

Sinceramente agora que as coisas estão ficando mais claras, na minha interpretação a EMBRAER sacaneou a FAB. A FAB desenvolveu os Programas FX, FX-1 e FX-2, sempre com a EMBRAER na Ala. No FX-2 a EMBRAER ja tinha até folders com o MirageBR-2000. Depois que o FX-1 afundou, a FAB novamente coma EMBRAER na Ala escolheu o GRIPEN, descartando a Boeing e a Dassault, praticamente planejaram todo o arcabouço para viabilizar a produção pela EMBRAER que agora é praticamente engolida pela BOEING que “perdeu” o FX-2. Alguem acredita que o GRIPEN sobreviverá por muito tempo? Só na Suécia, porque no… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Interessante, lendo seus argumentos chego a uma conclusão oposta. Se não tivéssemos escolhido o Gripen, a EDS também teria sido engolida pela Boeing. Ninguém é obrigado a comprar caças da Boeing porque ela comprou a divisão de aviões comerciais da Embraer. A própria Boeing tem uma joint venture com a Saab para produzir um concorrente para o jato de treinamento americano

luiz antonio
Visitante
luiz antonio

Claro que é apenas a minha interpretação e o tempo mostrará o resultado final. Mas não consigo vislumbrar O GRIPEN NG com muito futuro no Brasil, ficando apenas como um modelo “isolado”. Apesar dos motivos serem completamente diferentes, o resultado que estou projetando é o mesmo do AMX, talvez até pior. Minha análise é mais realista do que otimista. ja cansei de frustrações aqui poe esse Brasil.

André Bueno
Visitante
André Bueno

Bom o FX, qualquer que seja, nada tem a ver com a situação atual da joint venture Embraer-Boeing. Se a quantidade ficará nas 36 unidades, só o tempo dirá. isso dependerá de fatores políticos e financeiros, principalmente o segundo, creio. Lembrando que a joint venture abarcará a divisão de aviões regionais da Embraer. A EDS e aviação executiva não estão incluídas. Quanto a comprar mais do que as 36 unidades, possivelmente a FAB já tem algo em seus planos. Após o recebimento e entrada em serviço das primeiras unidades do Gripen E, tudo ficará mais claro do ponto de vista… Read more »

luiz antonio
Visitante
luiz antonio

O FX não tem mesmo nada a ver com a joint-venture….a curto prazo. Mas os desdobramentos levariam a um “encolhimento” do projeto GRIPEN e a Saab tem alternativas para isso, porém a EDS tem o que? Parece-me que ficará com um tremendo “Mico” junto com a FAB.

luiz antonio
Visitante
luiz antonio

Gostaria ter o dom da Leitura de Mentes para saber o que os bam-bam-bans da SAAB estão pensando sobre os bam-bam-bans da EMBRAER em matéria de seriedade nos negócios.

André Bueno'
Visitante
André Bueno'

Luiz, acredito que o futuro do Gripen na FAB, ou melhor, a ampliação da quantidade e evolução com o tempo, passa pela vontade política e pela existÊncia de dinheiro. Havendo dinheiro, provavelmente mais unidades serão encomendadas. Ainda falando na EDS, há o KC-390, mas ainda um pouco “verde” para imaginar algo. Aliás, a imaginação passa pelo apoio [real apoio] da Boeing que, em princípio, teria todos os motivos para apoiar uma vez que compete com o Hércules e poderia minar seu mercado no médio e longo prazo. Mas a coisa não é tão simples.

Alexandre Fontoura
Visitante
Alexandre Fontoura

Negativo, Luiz Antônio! Talvez você não se lembre, mas, em 1998, a Embraer realizou um estudo e concluiu que o caça ideal para a FAB seria o JAS 39C/D Gripen. A FAB até que concordou, pois ele também era a principal escolha da FAB no F-X1. Mas aí a Embraer, que já estava privatizada, se uniu aos franceses da Dassault, que comprou parte do capital da empresa, que passou a alardear o Mirage 2000BR (Mirage 2000-Mk2) como a oitava maravilha do mundo da aviação militar. Para a Dassault seria ótimo! Empurraria uma linha de produção de um caça obsolescente para… Read more »

luiz antonio
Visitante
luiz antonio

Eu concordo com voce e jamais afirmei que a escolha da FAB tenha sido errada, pelo contrário, entendo que pelo ponto de vista técnico é perfeita e voce apenas confirmou o que eu entendo como sacanagem da EMBRAER, participar de um programa e se vender para um empresa que perdeu a concorrência. Não tem lógica aceitável isso. Se tivessem escolhido o FA-18 seria mais coerente com a realidade de hoje. Foi uma pisada de bola fantástica, só não sei exatamente de quem, porque ninguem me convencerá tão cedo que a Boeing e a EMBRAER começaram a discutir joint-venture ha um… Read more »

romario
Visitante
romario

Será que o correto não seria uma associação com os chineses, russos e indianos? A fuselagem do KC 390 é a fuselagem de um avião comercial de 1 corredor concorrente da Boeing 737 e Airbus A 320.

Alexandre Fontoura
Visitante
Alexandre Fontoura

A fuselagem do KC390 é a fuselagem de uma avião comercial? Como assim? O KC 390 nada tem a ver com um avião comercial. Muito menos sua estrutura.

luiz antonio
Visitante
luiz antonio

Correção: “No FX-1 a EMBRAER ja tinha….”

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Cadê a tchurma ?

“Antonio 10 de julho de 2018 at 19:10”

Chama o ……………. deixa prá lá vai ….

Tenderam agora ou tem que desenhar …..

Faixa preta luta com faixa preta ….

Veremos se a Boeing vai “empurrar” o KC e o A 29.

Algo me diz que a EMBRAER vai arrumar um concorrente para os ATR …..

Cadê a Engª Gata ?

Acordo é para isso mesmo …..

Antonio
Visitante
Antonio

Se a EMBRAER está tendo poucas encomendas esse ano, assim como a própria Boeing, qual a garantia que isso vai melhorar? Só pelo fato de ter sido ‘comprada’ pela americana?
E pior. Uma EMBRAER americana pode jogar uma pecha na empresa que está arriscada a entrar nessa guerra comercial de Trump e perder as poucas encomendas que já tem.

ODST
Visitante
ODST

Carlos Alberto Soares Se você monta um negócio com medo de não receber encomendas, é melhor não ter um negócio….. A Embraer chegou até aqui, mesmo com tudo e todos contra ela, e inclusive os anti-Embraer/Brasil usavam o mesmo argumento de hoje, de que jamais conseguiria competir com as gigantes do ramo, mas olha onde chegaram. É exatamente nisso o que querem que você acredite, que ela não tem chances. Infelizmente hoje temos uma Embraer frouxa, que só quer exibir números gordos para seus acionistas e só! Cansou de andar com as próprias pernas, agora quer pegar carona em cima… Read more »

Jota
Visitante
Jota

O mercado considerou o valor oferecido pela Boeing com abaixo do estimado. Certamente os diretores e acionistas que estão negociando com a Boeing querem maximizar o valor da venda. Isso é obvio. Lembrando que o governo tem a golden share mas não é majoritário. Conclusão: a Embraer não estaria assim tão bem na fita como achamos , mas com sérios problemas futuros de caixa. E mais , o mercado demanda que mal lançaram os E2 e já deveriam estar projetando os E3. Vão ter caixa ? Se não tiverem, o GF vai por dinheiro do contribuinte!?? Na verdade , internamente,… Read more »

Thiago Macena de Freitas
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Thiago Macena de Freitas

Exatamente isso Jota..
perfeito a sua analise

Marcelo Oliveira
Visitante
Marcelo Oliveira

Alguma relação sobre possíveis restrições que o E2 estaria tendo nos EUA por questões de peso e que tem relação direta com custo com tripulação, algo que o CSeries não teria.

Thiago Macena de Freitas
Visitante
Thiago Macena de Freitas

Procede essa informação ??

Porque isso é muito grave

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

O E-2 e o A220 sofrem das mesmas restrições, o limite é o E-175 e CRJ900 que deverão ser fabricados por mais um tempo.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Perguntas:

1) O David pagou pelo preço de lista ?

2) A AIRBUS vendeu pelo preço de lista ?

3) A 320 e A 330 na AZUL já estão contratados, então ….

sabem o quê rolam nessas negociações “A 220”?

Resposta:

Lista ZERO. Quem conhece o termo ?

Lista 1 ou 2, nem pensar.

O David ganhou mais uma.

O contribuinte Europeu(parte) e Canadense(parte) pagarão a conta.

EMBRAER …. breve ?

https://www.flightglobal.com/news/articles/embraer-outlines-turboprop-plans-to-leading-airlines-441149/

Parte da produção dos E’s (170/175) devem ir para os USA, abrirá espaço para o turboprop-.

Baita jogada,

Outra,

os Europeus já conversaram com o Donald ?

Canadá ficará em silêncio ?

Temos a EMBRAER Portugal, pode crescer muito mais ….

Silvano Conti
Visitante
Silvano Conti

Pessoal, essa venda já estava precificada fazia tempo, não é novidade, então nada de novo e sem desespero, isso já estava computado. Tem gente falando em turbo hélice, o problema é que segundo alguns entendidos, dependendo da distância, o E-175 é mais eficiente que o maior modelo da ATR em operação, então acho que não compensa, e corre o risco de um próprio turbo hélice da Embraer, tirar vendas por incrível que pareça, de um avião que já existe e que não demandaria mais custos de projeto, que é o E-175. Outra coisa é que o E-195 ainda não está… Read more »

Thiago Macena de Freitas
Visitante
Thiago Macena de Freitas

_________
_________

COMENTÁRIO APAGADO.
O ESPAÇO NÃO É PALANQUE PARA INTERESSES SINDICAIS OU QUAISQUER QUE SEJAM.
VOCÊ JÁ FOI ADVERTIDO EM OUTRA OCASIÃO
NÃO HAVEÁ TERCEIRO AVISO.
LEIA AS REGRAS DO BLOG:

https://www.aereo.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Leonardo Andrade
Visitante

Off Topic mas nem tanto!
Programa Entre Aspas na Globo News sobre a negociação Boieng/Embraer agora!

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Silvano Conti 10 de julho de 2018 at 21:58

A Boeing tem “espaço” para absorver parte das linhas 170/175 cujo mercado é a América do Norte e Central.

Isso abrirá espaço para o turboprop cujo mercado se concentra em outras paragens do planeta.

KC 390 ? O quê a Boeing fabrica nesse nicho ? E no A 29 ? Creio no empurrão, mas ….

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

“luiz antonio 10 de julho de 2018 at 21:59
Gostaria ter o dom da Leitura de Mentes para saber o que os bam-bam-bans da SAAB estão pensando sobre os bam-bam-bans da EMBRAER em matéria de seriedade nos negócios.”

O mesmo que aconteceu quando a GM comprou a SAAB auto,
o mesmo que aconteceu quando a SAAB vendeu a Scania, etc …..

Leonardo Andrade 10 de julho de 2018 at 23:12

Programa imprensa marrom

A Monica Waldvogel entende de aviação muitooooo…..

Tem um vermelhuxo na mesa.

Sem o Ozires de contra ponto …. esquece !

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares
Silvano Conti
Visitante
Silvano Conti

Pessoal, vamos esquecer neste comentário, seja o que for, venha o que vier, o tal acordo 80×20. Vamos dar um tempo, meu foco agora é a China. Ainda haverá uma Embraer, mesmo depois do acordo 80×20, e esta empresa estará na EDS em GPX, e na área de EJets, ou seja, será mantida uma área com notável capacidade de criar novos projetos, uma Embraer menor, mas capaz da mesma forma, afinal, nem os Legacy ou tão pouco o complexo KC-390 são coisa de amadores, aí tem engenharia pura e da mais alta qualidade, o KC-390 é um avião grande, e… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Mas a Embraer já tentou uma parceria com a China, e alguma coisa não deu certo. Então, a princípio é uma boa ideia, tanto que já foi tentada. Agora falta combinar com os chineses

Antonio
Visitante
Antonio

JT8D. Eu acho, e me corrija se eu estiver errado, que a expectativa de vendas de jatos regionais na China não é muito grande. Vi isso em um estudo (acho que da própria Boeing) com as vendas previstas por região. A região da Ásia-Pacífico tem uma enorme possibilidade de jatos maiores, quase o dobro do resto do mundo. A aviação regional teria maiores vendas na América do Norte (depois procuro o link). Sem contar que na China, por incrível que pareça, as aéreas regionais estão sofrendo forte concorrência dos trens de alta velocidade que já têm uma malha enorme e… Read more »

Wellington Góes
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Wellington Góes

Tanto a JetBlue, quanto a Azul, nunca operaram aviões Boeing, então com a Embraer indo parar debaixo das asas da Boeing, aí é que a Embraer vai perder um cliente cativo.

E tem quem torça por isto achando que será sua “salvação”. Putz!!! rsrsrs

Vanessa Cioffi
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Vanessa Cioffi

A relação Embraer / Jetblue sempre foi muito conturbada, não é uma relação fácil

Vide que a Jetblue já fez muitas reclamações publicas dos Ejets, muitas vezes injusta
e passando uma imagem de uma aeronave com alto custo para operar.

Resumindo, a Embraer sofreu muito na mão da Jetblue e a perda dessa venda não foi uma supresa quanto a perda das vendas do David Neeleman e da EgypthAir (essas sim foram perdas substanciais)

Por enquanto perdemos 3 grandes vendas para o Cseries….
Cseries 3 x 0 Embraer

Space Jockey
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Space Jockey

Coisa que não deveria acontecer pela lógica, pois esse Cseries teve vários anos de atraso, precisou de socorro do governo e quebrou a Bombardier. Aliás, foi a Bombardier falindo que provocou esse pepino pra Embraer.

Jr
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Jr

Vanessa temos que levar em conta algumas coisas quanto a perda dos POSSÍVEIS contratos tanto da Egypth Air, quanto para o Neeleman. Ambas as empresas pretendem comprar o CS300 e a Embraer NÃO tem avião que compita com o mesmo, dizer que o E195 compete com o CS300 é forçar a barra demais, no caso da Egypth Air, não existe um contrato de compra assinado ainda, só uma MoU que depende de várias coisas, como a aprovação de empréstimos do BNDES canadense, quanto a empresa do Neelman ela nem existe ainda, tal escolha pelo CS300 também não foi confirmada pelo… Read more »

Antonio JS
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Antonio JS

Embraer comercial acabou! Nao montaremos mais grandes carenagens por aqui. Deus salve salvarem a odebrecht misseis e a saab montar os gripens da argentina.

JT8D
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JT8D

Oi?

Space Jockey
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Space Jockey

An ?

Gabriel
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Gabriel

Precisamos liberar esse acordo Embraer-Boeing, senão não vamos sobreviver…

Space Jockey
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Space Jockey

Vai lá, tão só esperando a tua assinatura.

Bruno Mariano
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Bruno Mariano

Frota 190 da JetBlue deixa de operar em 2020? Como assim, a aeronave não deve ter nem 15 anos. Que eu saiba 15 anos não é o tempo limite de vida útil dessas aeronaves. O que será feito com as aeronaves de Jet Blue, serão vendidas a outro operador? ou serão descartadas?

EduardoSP
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EduardoSP

A empresa não está satisfeita com o desempenho dos E-190. Consumo e manutenção. Por isso na disputa entre a Embraer e a Bombardier, o E -195E2 estava em desvantagem. Além do mais o aparelho canadense é maior do que o brasileiro e tem maior alcance, permitindo o aumento da oferta de assento com menores custos unitários.
A própria JetBlue atuou contra a Boeing no processo que está moveu contra a Bombardier por suposto “dumping” no ano passado.

Space Jockey
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Space Jockey

Se os E-Jets são tão ruins, pq diabos venderam mais de 1300 unidades ?

MARCOV
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MARCOV

Não são ruins, mas faltava concorrente. E o CSeries é um projeto muito bom.
A situação da BOMBARDIER só piorava e ninguém imaginava que a empresa canadense doaria 50,1% do programa CSeries para a AIRBUS. Como já disse há muito tempo atrás, o cenário mudou com essa decisão.

Humberto
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Humberto

Não meu caro, a JetBlue vai começar a substituição a partir de 2020, parte que é alugada vai ser simplesmente devolvida e o que são da empresa, devem ter entrado no negócio junto a Airbus. No ano passado, a JetBlue decidiu suspender as negociações da troca dos atuais E190, por causa da compra da Bombardier pela Airbus, na época, antes da compra a EMB era franca favorita, pois poderia de alguma forma oferecer trade-in. Temos que lembrar que a maior parte dos aviões da JetBlue são da familia A320 e a mesma continua a crescer, dentro da empresa. Dizem também… Read more »

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Vão para o mercado de aeronaves usadas, com certeza tem empresa que quer um jato regional e não tem como pagar um zero hora.

Tiago Silva
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Tiago Silva

Sou e continuarei sendo completamente contra a aquisição da Embraer pela Boeing, tenho os meus motivos para isso e não entro nesta questão com ninguém. Mas quanto a esta aquisição da JetBlue de 60 aeronaves A220-300 acaba vindo uma série de questionamentos que batem de frente com o momento em que estamos vivendo, alguns dos quais deixo em aberto aqui para o debate. Segundo várias notícias a família E2 chega a ter um consumo de combustível até 20% menor comparado a geração anterior (se estiver equivocado podem me corrigir), e sabendo que o maior custo da operação de uma aeronave… Read more »

Vanessa Cioffi
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Vanessa Cioffi

Segue as respostas para os seus questionamentos: Segundo várias notícias a família E2 chega a ter um consumo de combustível até 20% menor comparado a geração anterior (se estiver equivocado podem me corrigir), e sabendo que o maior custo da operação de uma aeronave esta ligada e este item o porque não estamos vendo mais encomendas RESPOSTA: O E2 realmente consume em torno de 22% a menos combustivel em relação ao E1, porém no mercado atual a Embraer não é mais soberana no segmento, o Cseries bate de frente em vários pontos em relação ao E2, perde em outros e… Read more »

Jota
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Jota

Concordo plenamente.
Pessoal , na iniciativa privada , diferente do que se acha , você não faz o que quer , mas o que o mercado manda. Você faz o que precisa ser feito.
Se a Embraer estivesse numa situação tão boa assim, ela não precisaria da venda , ou se venderia beeem cara.
É aquela situação, você pode ser o maior lutador de jiujitsu , mas não deve ir sozinho à uma briga de turma. Se não agir , a Embraer enfrentará o mercado sozinha!

Athos Franca
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Athos Franca

A empresa que esta fora do acordo ou a parte de defesa e executiva deveria começar a focar em aviões elétricos e automóveis elétricos ou híbridos com a marca EMBRAEr já consolidada. Se tem capacidade tecnológica para projetar aviões porque não teria para projetar carros “nacionais” que tomariam as ruas brasileiras e do mundo disputando espaço com outras já estabelecidas.

Rafa_positron
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Rafa_positron

Eu já disse: quem se sentir prejudicado pode vir pedir emprego aqui na Trilogia…… ja que vcs aqui foram quem mais apoiaram (até parece que participaram da mesa de “negociações”)

Space Jockey
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Space Jockey

Realmente essa noticia não é boa e pode ser um indicativo do futuro, mas pelo que tão falando aqui, é como se a Embraer jamais tivesse perdido uma concorrência antes, o próprio apocalipse em pessoa.

Renato
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Renato

Vc se associa com uma empresa que é 4x maior que a tua e ainda quer partes quase iguais? Quem é o louco de aceitar isto?

Gente… sejamos minimamente coerentes em nossas proposições…

Eduardo Holanda
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Eduardo Holanda

Exatamente! Levando em conta que a terceira empresa não terá somente o E2 em seu portfólio. Talvez o novo 797 pertença a nova empresa. Afinal a Boeing quer os engenheiros da Embraer trabalhando nesse projeto.

Aí a Embraer ficaria com 20% das vendas do 797. Se o 797 for um sucesso de vendas, talvez a Embraer lucraria ainda mais do que tendo 100% do lucro do E2

Mais vale ter 20% de um grande restaurante do que 100% de um quiosque de praia.

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

A JetBlue ao invés de trocar a frota dos E190 pelos novos E2, vai adquirir o A220 da Airbus. Será porque?

Na minha opnião, a decisão foi politica, he que os aviões serão montados em Huntsville, Alabama. Além da agravante de que a Bombardier él subsidiada pelo governo canadense.

Isso é caso de corrupção e de violação das regras do comércio internacional.

E como ficam os empregados da Bombardier no Canada?

Complicada a coisa. Para alguém sair ganhando, outro alguém tem que sair perdendo. No free lunch.

Será que a Embraer vai ter que abrir fábrica aqui nos EUA também?

Eduardo Holanda
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Eduardo Holanda

1- A princípio, a fabrica da Bombardier no Canadá continuará produzindo o A220. Somente os A220 endereçado as cias aéreas americanas serão fabricados na fábrica da Airbus nos EUA para escapar da sobretaxa de 200%

2- A Embraer já possui fábrica nos EUA, porém ela só fabrica jatos executivos

3- Até a Embraer recebe subsídios do governo brasileiro. No caso da Embraer, ela vêm camuflada nos generosos empréstimos do BNDES.

Wellington Góes
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Wellington Góes

Que era isto para ter acontecido no caso Boeing-Embraer, ou seja, uma parceira (Joint Venture) na base 50-50, referente a este novo projeto E2, montados nos EUA, sem envolver outros aviões e outros setores da companhia brasileira, esta sim uma parceria ganha-ganha. Como a própria Bombardier está fazendo com a Airbus. Hoje, a parceria Boeing-Embraer é a típica parceria cara-c*. Aliás, podendo fortalecer as vendas do KC-390 no exterior (FMS) e até mesmo às forças estadunidenses. Como a própria Embraer já faz com a Sierra Nevada. E tudo isto não é preciso fazer esta troca de ações estúpida, por míseros… Read more »

Humberto
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Humberto

De repente a proposta da Airbus foi melhor, de repente o avião é melhor, de repente é porque o avião agora é vendida pela Airbus e a JetBlue quer somente um vendor, de repente houve pressão dos congressistas de Alabama.
Muitas variáveis, mas dizer que foi corrupção é puxado. Os gringos estão doidinhos para pegar a Airbus com a boca na botija.
Quanto a EMB (ou a JV) abrir uma linha ai nos EUA, para mim é uma questão de tempo. Já existe uma linha para os aviões executivos e a SN monta os ST.

JT8D
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JT8D

Lembrando que a SN só monta os ST comprados pelos EUA

luiz antonio
Visitante
luiz antonio

…de repente a EMBRAER sumiu….coisas de Brasil, aqui nem a Máfia tradicional sobreviveu.

Bueno
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Bueno
Kommander
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Kommander

Eu fico pensando se essa galera que torce pelo acordo entre a Embraer e a Boeing são acionistas??!! Porque não é possível os cara ficarem defendendo tanto a Boeing sem ganhar nada. E não existe nada de Joint Venture, a Embraer vai sumir e pronto. Parabéns seus alienados.

Zorann
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Zorann

Meu querido.. praticamente não existem acionistas brasileiros. As ações, que antes estavam nas mãos de brasileiros, foram vendidas nos ultimos 12 anos, porque dá mais grana investir em titulos da divida publica. Hoje a participação brasileira é pouco superior a 10% e destes, 5% está nas mãos do Governo Federal. . Brasileiros não investem na Embraer, entendeu? Não dá o lucro que desejam… . E agora quer achar ruim que os acionistas querem vender a empresa? Devia ter penssado nisto lá em 2006, quando o Governo Federal aprovou a reestruturação societária. . A empresa é controlada por brasileiros, mas os… Read more »

Humberto
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Humberto

Zoran, não é bem assim. Eu mesmo tinha ações da EMB (realizei depois do boom no início do ano), quanto investir no tesouro direto, é a melhor opção para quem tem perfil conservador, sem dúvida alguma, mas de forma alguma dá mais grana, claro dá para ganhar mais grana, comprando e vendendo, mas não é coisa para amador ou para quem não se dedica para isto. Quanto a EMB estar em um pais mais desenvolvido, concordo, mas também não dá para cravar que iria se dar bem, pois mais desenvolvido, maior o salário do pessoal, maior a quantidade de concorrentes… Read more »

Humberto
Visitante
Humberto

Komander, eu não defendo a venda da EMB, só acho que é um bom negócio para a empresa, tendo as informações que tenho. Para um típico acionista, a venda da EMB é ruim, pois traz uma flutuação muito grande nos valores, se o sujeito não é bem estruturado, ele fica doidinho, pois fica naquela, poxa se vender agora, posso deixar de ganhar mais. Se não vender agora, posso perder. Dilema viu hehehehe. A priori (de acordo com o que a Vanessa nos informa) os funcionários estão OK (ou seja, a coisa deve estar feia), então quem sou eu para ser… Read more »

Marcelo Tatsch
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Marcelo Tatsch

Vocês falam nos comentários da Jet Blue e a categoria do Embraer 190. O mercado forte da Embraer nos Estados Unidos sempre foi o ERJ 170/ e 175 operando nas regionais da American, Delta e United. Em uma pesquisa rápida no Wikipédia vejamos as quantidades nas principais companhias. – JET BLUE: Opera somente 61 ERJ 190. -AMERICAN AIRLINES (inclui as Empresas Connect) 149 aeronaves ERJ175 118 aeronaves ERJ145 20 aeronaves ERJ190 – DELTA (inclui as Empresas Connect) 71 aeronaves ERJ175 25 aeronaves ERJ170 -UNITED (inclui as Empresas Connect) 175 aeronaves ERJ145 40 aeronaves ERJ170 153 aeronaves ERJ175 Na minha opinião… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Essa compra não tem bada ver com qualidade técnica. O que fala são os CUSTOS. A AIRBUS deve ter feito uma proposta irrecusável. Só isso. Eu voei E195, e agora estou voando o A320Neo. O A320, em muitos aspectos, é obsoleto, comparando com família EMBRAER. O E2 será MUITO superior à família AIRBUS. As companhias compram o pacote mais barato.

Jota
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Jota

Muito bom ! É isso aí pessoal , opnião de quem já PILOTOU essas e outras aeronaves. Resumindo: o Embraer é melhor e mais moderno, mas o processo de escolha das companhias é bem mais complexo. É a Airbus jogando pesado. Acham que ela vai dar mole? Quantas vezes já viram um produto excelente simplesmente não vender? A Embraer deve estar com problemas de fluxo de caixa , ainda mais que já deve estar começando a analisar uma futura versão E3. O mercado não para! Alguém aí se habilita a financiar a empreitada? Lembrando que toda empresa deve ter planejamento… Read more »

luiz antonio
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luiz antonio

Volto a dizer. A EMBRAER pisou na bola no setor militar (entenda-se FAB) pois eliminou a fonte de recursos suprida pela área comercial. Pergunto novamente: Quais os pedidos em carteira para o ST, para o KC-390 e para o F-39 e quanto dinheiro isso representa? Quais os valores já recebidos, a serem recebidos e a serem desembolsados nos próximos 5 anos. Alguem aí comentou sobre fluxo de caixa, só que daqui em diante esse fluxo de caixa é apenas da EDS (militar), que é o que sobrou para controlar. Na minha pobre opinião a EMBRAER ja acabou e o setor… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Também acho q a EDS não vai se sustentar. Há algo de podre no reino da Dinamarca, nessa venda, e nós não sabemos o que é. Vejo muito comentário ingênuo sobre mercado, globalização, sinergia etc. O engenheiro que trabalha no E2 trabalhou nos projetos militares. E esse vai pra Seattle. As cabeças pensantes irão embora. Nada impede a transferência da linha de produção. Escreveram algo, no contrato, sobre onde será a linha de produção? Há centenas de empresas na cadeia produtiva da EMBRAER.

JT8D
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JT8D

Eu não tenho bola de cristal, mas a Embraer só vai desaparecer se for incompetente. Ela terá a receita de projetos que foram custeados pelo governo, como o KC390 e o ST, terá a receita da aviação executiva e ainda terá 20% de uma joint venturre com a Boeing que tem tudo para ser rentável. É claro que ela vai diminuir de tamanho, mas só morre se for muito mal administrada

Jota
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Jota

Pois é Rinaldo, concordo . Mas quem tem que sustentar a EDS seriam políticas públicas de defesa. Seria o GF , com pedidos e planejamento de longo prazo. Aliás , planejar a longo prazo sabemos fazer , difícil é cumprir o plano. kkkk A Embraer , como empresa privada e de alta demanda de capital , não pode retirar dinheiro da linha comercial para colocar na militar. É tampar o sol com a peneira. É pedir um sacrifício ao acionista para o bem da nação. E sem garantias que o GF vai cumprir o plano. De certo modo , isso… Read more »

luiz antonio
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luiz antonio

No meu achismo, nos EUA por exemplo, ou mesmo na Russia (pior ainda) os pedidos para o setor militar pelos Governos respectivos representam a massa critica (ou lotes de viabilidade) que sustentam as fábricas produtos de um Plano de Estado pois é aspecto estratégico dos respectivos países. Creio que nenhum fabricante de aeronaves militares se sustentariam sozinhos apenas pela área militar. A enorme diferença é que no Brasil não existem (e não querem) Planos de Estado porque os Planos de Governo, geralmente também não cumpridos após as eleições mudam conforme o inquilino do planalto. Para piorar esse pessoal tem verdadeiro… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

JT8D, parafraseando o Juarez, o tempo é o senhor da razão. .. Alguém ganhou nesse negócio, e não fomos nem eu, nem você, nem os acionistas.

JT8D
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JT8D

Certamente coronel. E o ganhador tem nome: chama-se Boeing. E eles só não levaram a EDS também por causa da escolha do Gripen. Estava tudo certo com o governo anterior, ia dar SH e a Boeing ia comprar com a porteira fechada. Mas a tia ficou injuriada com a espionagem revelada pelo Snowden e o jogo melou

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

A Embraer ainda pode faturar algum trocado fabricando componentes para a linha comercial da Boeing, a Short irlandesa deixou de fabricar aviões, mas ainda é grande, é hoje da Bombadier e fabrica componentes para a linha Bombadier, Airbus e Boeing, é a maior empresa da Irlanda apesar de sua marca ter sumido do mercado.

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

A Bombardier tem seis unidades fabricando componentes no Reino Unido, a Bombardier Belfast hoje com sede na antiga Short Brothers.
. https://uk.bombardier.com/en/about-us/bombardier-in-country/sites/site.aerospace-belfast.html

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Inclusive a asa do C-Serie é fabricada na Irlanda.
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Pedro Costa
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Pedro Costa

A EDE (parte da Embraer que fabrica componentes, como trens de pouso) também está entrando nesse acordo com a Boeing, então fica difícil imaginar a EMB como fornecedora de componentes no futuro. Fato é que esse acordo é muito mais abrangente se comparado ao Airbus/Bombardier, não só pelo 50-50 ante ao 80-20, mas pelos produtos (CSeries/A220 ante toda a parte comercial + EDE). O E175 vai continuar competindo com a Bombardier, não com a Airbus. A parte 100% EMB vai ficar com margens muito baixas, acho difícil se sustentar.

Sergio Cintra
Visitante
Sergio Cintra

Pessoal pelo que recordo de um tempo não muito atrás, não tiveram um grupo de profissionais da Embraer, que saíram, mas contratados pela Bombadier – que na época um sem numero de comentários ocorreram por aqui – seguindo para o Canadá e integrando na area de desenvolvimento. Essa “thurma” não pode estar envolvida no desenvolvimento dos C-Series, conhecendo todos os pontos da concorrente, e fazendo o diferencial no momento, se aproximando. Pelo tempo demandado, com a nova linha dos E-2 pode-se distanciar o produto novamente da concorrente e ainda com os “compradores” obtendo melhores financiamentos, além do “player” de porte… Read more »

Philippe
Visitante
Philippe

Amigos, eu li seus comentários é me fez sorrir…tem que comparar o que pode ser comparado. Vocês não podem falar que o E195-E2 e concorrente do A320, é ridículo, ele e apenas concorrente do A220-100, eles tem o mesmo peso máximo de decolagem mas o A220-100 tem maior autonomia (5741km vs 4540km para o E195-E2). A Airbus vai deixar de produzir o A318 (A220-100 com melhor rendimento/custo por passageiro) e provavelmente o A319 tbm sera removido do portfólio (A220-300 com melhor rendimento/custo por passageiro). Convido vocês a ler esta noticia muita interessante onde vocês poderão comparar as aeronaves. http://infoaeroquebec.net/tour-dhorizon-des-concurrents-de-la-cseries-par-daniel-bordeleau/ Para… Read more »