Home Aviação Comercial JetBlue decide trocar frota da Embraer por modelos A220 da Airbus

JetBlue decide trocar frota da Embraer por modelos A220 da Airbus

8428
142
E190 da JetBlue
E190 da JetBlue

Empresa anunciou a compra de 60 jatos; modelos da Embraer devem deixar de operar a partir de 2020

A Airbus obteve uma importante vitória nesta terça-feira (10), depois que a companhia aérea norte-americana JetBlue anunciou a compra de 60 jatos de corredor único A220-300, o primeiro grande pedido recebido para o modelo que anteriormente era chamado de CSeries e que vai marcar a substituição de aviões da Embraer operados pela empresa.

Mais cedo nesta terça-feira, a Airbus anunciou que renomeou para A220 o modelo CSeries, da canadense Bombardier, que tem capacidade para 110 a 130 assentos.

A Airbus assumiu o controle majoritário do deficitário programa de aeronaves da Bombardier. O negócio foi fechado em 1º de julho do ano passado.

“Nós sentimos que o 220 é perfeito para nossa rede, estratégia e experiência de cliente, e mais importante, para nossos controladores”, disse Steve Priest, vice-presidente financeiro da JetBlue, em entrevista por telefone. “É realmente a aeronave ideal para levar a continuidade de nosso programa de custos estruturados até a próxima década.”

O A220 substituirá a frota atual da JetBlue de 60 aviões E190, da Embraer, com os jatos deixando de operar a partir de 2020.

O triunfo do A220 sobre a Embraer prepara o terreno para uma competição acirrada entre a Airbus e a Boeing no mercado de aeronaves de corredor único. A Boeing anunciou na semana passada um acordo preliminar com a Embraer para controlar as operações de aviões comerciais da fabricante brasileira, sob uma nova joint venture de US$ 4,75 bilhões.

“É uma decisão muito inteligente da parte da JetBlue porque o A220 é um avião extremamente flexível”, disse Henry Harteveldt, analista de frota do Atmosphere Research Group, acrescentando que se trata de um “avião completamente novo” com eficiência de combustível que permitiria à JetBlue transportar “mais 20 a 30 passageiros de graça”.

FONTE: G1/Reuters

142 COMMENTS

      • A entrega da EMBRAER à Boeing não ajudará em nada no aumento de encomendas.
        Até a Boeing está vendo suas encomendas minguarem.
        E essas encomendas podem até diminuir, visto a catástrofe ‘trumpiana’ que se aproxima dos EUA.
        Hoje, Trump declarou que Alemanha está dominada pela Rússia. Imagino a disposição dos alemães em comprar aviões da American EMBRAER.
        Isso sem contar a guerra comercial entre os EUA e o resto do mundo que já sabemos quem ganhará.
        Querem seguir com isso? Depois não reclamem

  1. E o interessante é que já li várias entrevistas de executivos de empresas aéreas elogiando o avião.
    Aguardemos os próximos lances.

  2. Primeiro efeito da absorção da Bombardier pela Airbus. E outras ainda estarão por vir.
    A Embraer esta numa situação difícil e o acerto com a Boeing deve ser pra logo. Ela já sobreviveu à quase falência quando era estatal e à crise de 2008 quando teve que despedir 4 mil funcionários.
    Não é porque ela venceu estas intempéries que será sempre vencedora.
    A procela em todo o seu furor esta por vir. Alguma ação deve ser tomada e esta é o acordo com a Boeing.

  3. só comprou por causa do nome “airbus” pq tenho certeza que a familia E2 não deve em nada para Cseries, tem especialistas até que dizem que será melhor.

    infelizmente nesse mundo ainda a “etiqueta” fala mais alto em alguns negócios, se fosse a Bombardier, a JetBlue olharia com outros olhos os aviões da Embraer, e teria muito mais chances de vitória.

    • Mas, essa é apenas uma das questões. Ao que parece o acordo foi mais razoável e a Bombardier poderá usar o nome e a estrutura de vendas da Airbus.
      Agora, aqui vão levar 80% de uma provável futura empresa por um valor dito ‘de mercado’.
      Provavelmente vão acabar com o todo o ‘histórico’ da EMBRAER.
      Espero não estar sendo pessimista.

      • Pois é, eu não sou contra o join venture da Embraer e da boeing, oq tá “pegando” é nesses 80% da boeing e apenas 20% da Embraer

        Se fosse 51% Boeing e 49% Embraer na minha opinião seria o mais justo, ae com a “etiqueta” Boeing, eu tenho quase certeza absoluta que a JetBlue teria comprado algum modelo da familia E2 em vez da “airbus a220-330”

      • Concordo, não é ser pessimista é ser realista, vão acabar com a embraer, voe com a azul no embraer195 não troco por outro.

    • Comprou porque não se deram bem com o 190, aliás uma história que vem rolando a tempos, a aeronave que será substituída.
      Não se deram bem com o 190, então nem consideraram o E-2.

      • De onde tirou essa fabula ???? por acaso sabes a quantos anos essa empresa voa com os E 190 ??? oura coisa, o que define mesmo o negocio e o seu valor de venda por unidade e financiamento…..o que voce acredita mesmo que esta acontecendo nesse momento a nao ser a bala na agulha que a Airbus possue com seus mecanismos de financiamento europeus com altissimos subsidios embutidos e enrustidos. Como seria uma disputa entre ambas nesse momento onde a Embraer mal consegue esticar seus creditos e ou linhas de financiamentos pelo BNDEs para clientes…??? Caia na real e analise os fatos com isencao , nao divulgue e ou comente sobre o que nao conheces ou entende.

    • Augusto.
      Posso estar errado mas já existe tal avião.
      Embraer 195E2
      Mas o peso de ser um Airbus fala mais alto, não pela marca em si mas pela pressão que um gigante deste pode fazer.

  4. A Embraer fez o correto nessa fusão, senão os americanos iriam se juntar com outros ( japoneses ou ucranianos ) aí seria o fim da empresa brasileira de aviação. Dentro de hum ou dois anos os E2 estarao com as vendas acima de duzentas unidades por ano.

    • Mas a fusão é o fim da Embraer mesmo.
      Com a diferença que os acionistas receberão dinheiro.
      Prefiro Embraer brasileira, mesmo pequena e com pouco lucro, do que grande e americana ou simplesmente sumindo…

    • Neeleman foi o fundador, o CEO é outro e ainda há o conselho de administração.

      outra coisa, a Jet Blue usa aviões Airbus, não é improvável que tenham feito algo como uma venda casada, subsidiado valores ou atrelado a esta compra valores menores em futuras compras de A 320, por exemplo.

      Não sou fã da união Embraer-Boeing, mas é deste tipo de coisa que a brasileira irá se beneficiar, além de um suporte financeiro às vendas e toda a logística e centros de manutenção.

    • David Neeleman saiu da JetBlue em 2007. Eu não sei se ele continua como sócio investidor, mas recentemente foi noticiado que David Neeleman está preparando uma nova empresa (provisoriamente chamada de Moxy Airlines) e esta operará outras 60 aeronaves CS300.

  5. É o preço que se paga por não estreitar a parceria com a Boeing desde o FX2.
    A Lockheed perdeu o mercado civil no finado Tristar, por erro na análise de mercado e por apostar no equipamento errado, só espero que o erro estratégico da Embraer, fruto da demagogia ideológica de Dilma não quebre a empresa brasileira.

      • A FAB apresentou três propostas para a Presidenta: Saab, Dassault e Boeing. A decisão final foi dela. Se a proposta da Saab era a melhor, nunca saberemos. Se a Boeing tinha uma excelente proposta, também nunca saberemos.

      • Sei nao… Lembro bem que o F-18 estava praticamente certo até que saiu aquele escândalo de grampos da NSA que inclusive espionaram a presidANTA. Como a FAB nao queria o Rafale pelo preço, foram na segunda opçao que era o Gripen.

    • Dickson,
      Se a tradição se manter, vão continuar a utilizar a centena 700 e não 600, este deveria ser utilizado para mísseis ou foguetes. De repente partem para a a centena 800, mas ai não sei se não vale a pena continuar a utilizar a numeração atual da EMB.
      Também chuto que podem ressuscitar o 717 que era a designação do MD 95 (um avião da classe de 100 passageiros). Quanto a já ter sido utilizado, o próprio 717 era a designação inicial do KC 135.
      https://www.boeing.com/news/frontiers/archive/2004/february/i_history.html

      O 797 teoricamente vai ser utilizado na nova família NMA
      https://jonostrower.com/2018/03/the-boeing-797-of-2025-is-this-2018-conceptual-nma-rendering/

        • Nem sempre meu caro.
          Voltando ao 717, é um avião da década de 90 (quase no final) já os 727 (que teve a produção encerrada na década de 80) e os 737 foram desenvolvidos na década de 60.
          O 717, meio que foge a lógica.

          • É que o 717 foi uma “herança” da MacDonnell Douglas. E duvido muito que sua designação seja reaproveitada, por dois motivos:
            1) Não foi um produto particularmente bem sucedido (pelo menos na Boeing)
            2) É um avião relativamente recente (ainda existem alguns voando nos EUA), o que poderia gerar confusão

          • É um chute, assim como tinha comentado que o Oceano podia ser Pernambuco.
            Concordo que não foi bem sucedido, se tivesse sido, a EMB poderia estar em maus lençóis.
            Só acho que não vão usar o 797 (pois meio que está “reservado”) e se mantido a tradição, não vão usar o 600.
            Abraços

  6. Começou o efeito manada. Quer dizer então que é fechar a conta e passar a régua? O pessoal ja vai creditando a falência da empresa como se não houvesse alternativa! Meu deus. Até parece que a EMBRAER nasceu ontem e começou a projetar avião hoje. Dane-se o novo A220! Já foi o A318, 319, B735, 736 e os Fokker da vida. Concorrência sempre haverá e a EMBRAER tem capacidade pra competir de igual. Só basta ter uns culhões (e menos interééssesss) que a coisa vai. Hughes que o diga…
    .
    Sds.

    • Não é passar a régua e pronto. Mas a Airbus/Bombardier tem expectativa de pegar 60% do mercado que até hoje pertencia à Embraer. E sabe-se lá com qual margem a Embraer terá de trabalhar para manter esses 40%. Ao meu ver esse negócio com a Boeing é excelente e a Embraer pode se concentrar nas aeronaves executivas, que tem margens mais graúdas.

      • “Embraer pode se concentrar nas aeronaves executivas, que tem margens mais graúdas.” essa sua fala só prova que você não entende nada do assunto, as margens do setor de jatos executivos da Embraer é bem menor que as dos jatos comerciais, basta dar uma olhada nas contas da empresa, o setor que sustenta a Embraer sempre foi o comercial e não a de jatos executivos

    • Culhões significa investir rios de dinheiros que a Embraer não possui em um projeto mega arriscado que pode demorar anos para sair do papel, podendo o A220 ser um sucesso de vendas até lá?

    • Alguns fatores influenciam a venda de aviões, entre eles qualidade do produto, preço, apoio pós-venda, custo operacional, financiamento e “influência política”. Destes que citei a Embraer possivelmente sofre bastante no financiamento e na “influência política”. O financiamento por contar principalmente, senão unicamente com o BNDES para apoiar suas vendas. Não tenho certeza disso, corrijam-me se souberem de algo diferente. O fator político “fraco” deriva do tamanho da Embraer e do peso [falta de] político-diplomático do país.
      Eu não sou fã escancarado da união com a Boeing mas creio que as portas se fecharam e esperança de vendas com a Boeing como parceira é, naturalmente, grande.

    • Só se a Embraer não tivesse um pingo de competência.
      Isso do A220 é plenamente normal , já que a Airbus absorveu a um concorrente a Bombardier e a Jet Blue já compra aviões da Airbus a anos então ela não mudou de fornecedor passou ter apenas 1 único fornecedor. Assim como portfólio da Embraer vai receber designação da Boeing e a Embraer não será mais um potencial concorrente futuro com os 737-700, 737-800 e 737-900.
      Trabalhei em um industria em que depois de analisarem o concorrente que surgia e o mercado fizeram uma venda para a Fiat com preços a baixo do custo para quebrar o concorrente o que ocorre 7 meses depois, assim como já vi outras empresas pequenas serem absorvidas por maiores. Elas fazem uma joint venture 51% 49% a empresa maior traz um monte de equipamento velhos da sua fabrica para a empresa menor a titulo de transferência de tecnologia e de fabricação de “novos” produtos, depois de alguns meses o sócio com mais $$$ em uma reunião decide investir mais alguns milhões na joint venture e o sócio menor não tem tanto dinheiro para investir e isso se transforma em ações e a joint venture passa a ser 44% a 56% ate que em um determinado período isso passa de 90% a 10% aí o grande sócio faz um oferta final pelo restante ou resolver vagarosamente reduzir a produção e não lançar novos produtos matando de vez o sócio e descapitalizando-o para que não possa abrir uma nova empresa concorrente.
      Bom não espero que todos entenda isso, tem que ter um pouco de vivência de mercado para captar a profundidade da guerra industrial-comercial em seu porões

    • Muito pelo contrário, tanto que o CEO da JetBlue disse que só tomaria a decisão após a Embraer/Boeing e Airbus/Bombardier definir os proximos capitulos do mercado ..

      Embraer sem uma Boeing suportando, sangrará com demissões
      similar com as de 2009

      • Thiago Macena de Freitas

        Se a JetBlue tomou a decisão com base no possível acordo da Embraer eu não sei, mas se ele (o CEO) fosse esperar os próximos capítulos, não teria tomado a decisão agora. Então não tem nada de “muito pelo contrário”, como você disse.

  7. Sinceramente agora que as coisas estão ficando mais claras, na minha interpretação a EMBRAER sacaneou a FAB. A FAB desenvolveu os Programas FX, FX-1 e FX-2, sempre com a EMBRAER na Ala. No FX-2 a EMBRAER ja tinha até folders com o MirageBR-2000. Depois que o FX-1 afundou, a FAB novamente coma EMBRAER na Ala escolheu o GRIPEN, descartando a Boeing e a Dassault, praticamente planejaram todo o arcabouço para viabilizar a produção pela EMBRAER que agora é praticamente engolida pela BOEING que “perdeu” o FX-2. Alguem acredita que o GRIPEN sobreviverá por muito tempo? Só na Suécia, porque no Brasil vai ficar na FAB como um defunto a ser enterrado.
    Se a FAB tivesse optado pelo FA-18 teria pelo menos economizado tempo e dinheiro em paginas e mais páginas de relatórios e ja teriamos um caça mais moderno voando.
    Alguem pode dimensionar o estrago financeiro de anos e anos de análises para depois dar tres passos atrás e escolher o óbvio?
    Alguem sacaneou alguem, ou foi muita incompetência em não vislumbrar uma situação a médio prazo. Poxa, isso foi ha amenos de 6 anos.
    Que o Gripen seria a melhor escolha, olhando apenas os aspectos tecnicos e de TO não tenho dúvidas, mas não foram consideradas as intenções da EMBRAER como empresa futura.
    Ficaremos com apenas 36 caças e olha lá. Um novo AMX se aproxima, nada mais. E continuaremos a reboque de aventureiros como sempre.
    Foi um erro estratégico lamentável no setor militar.

    • Interessante, lendo seus argumentos chego a uma conclusão oposta. Se não tivéssemos escolhido o Gripen, a EDS também teria sido engolida pela Boeing. Ninguém é obrigado a comprar caças da Boeing porque ela comprou a divisão de aviões comerciais da Embraer. A própria Boeing tem uma joint venture com a Saab para produzir um concorrente para o jato de treinamento americano

      • Claro que é apenas a minha interpretação e o tempo mostrará o resultado final. Mas não consigo vislumbrar O GRIPEN NG com muito futuro no Brasil, ficando apenas como um modelo “isolado”. Apesar dos motivos serem completamente diferentes, o resultado que estou projetando é o mesmo do AMX, talvez até pior. Minha análise é mais realista do que otimista. ja cansei de frustrações aqui poe esse Brasil.

    • Bom o FX, qualquer que seja, nada tem a ver com a situação atual da joint venture Embraer-Boeing.
      Se a quantidade ficará nas 36 unidades, só o tempo dirá. isso dependerá de fatores políticos e financeiros, principalmente o segundo, creio.
      Lembrando que a joint venture abarcará a divisão de aviões regionais da Embraer. A EDS e aviação executiva não estão incluídas.
      Quanto a comprar mais do que as 36 unidades, possivelmente a FAB já tem algo em seus planos. Após o recebimento e entrada em serviço das primeiras unidades do Gripen E, tudo ficará mais claro do ponto de vista operacional , dando uma dimensão de como a aeronaves se encaixa na doutrina e quantos mais seriam necessários. Algo para daqui a alguns anos. Seria útil uma decisão nesse aspecto antes do final da entrega da última unidade, o que permitiria manter a linha de montagem aberta.

      • O FX não tem mesmo nada a ver com a joint-venture….a curto prazo. Mas os desdobramentos levariam a um “encolhimento” do projeto GRIPEN e a Saab tem alternativas para isso, porém a EDS tem o que? Parece-me que ficará com um tremendo “Mico” junto com a FAB.

        • Gostaria ter o dom da Leitura de Mentes para saber o que os bam-bam-bans da SAAB estão pensando sobre os bam-bam-bans da EMBRAER em matéria de seriedade nos negócios.

        • Luiz, acredito que o futuro do Gripen na FAB, ou melhor, a ampliação da quantidade e evolução com o tempo, passa pela vontade política e pela existÊncia de dinheiro. Havendo dinheiro, provavelmente mais unidades serão encomendadas. Ainda falando na EDS, há o KC-390, mas ainda um pouco “verde” para imaginar algo. Aliás, a imaginação passa pelo apoio [real apoio] da Boeing que, em princípio, teria todos os motivos para apoiar uma vez que compete com o Hércules e poderia minar seu mercado no médio e longo prazo. Mas a coisa não é tão simples.

    • Negativo, Luiz Antônio! Talvez você não se lembre, mas, em 1998, a Embraer realizou um estudo e concluiu que o caça ideal para a FAB seria o JAS 39C/D Gripen. A FAB até que concordou, pois ele também era a principal escolha da FAB no F-X1. Mas aí a Embraer, que já estava privatizada, se uniu aos franceses da Dassault, que comprou parte do capital da empresa, que passou a alardear o Mirage 2000BR (Mirage 2000-Mk2) como a oitava maravilha do mundo da aviação militar. Para a Dassault seria ótimo! Empurraria uma linha de produção de um caça obsolescente para a Embraer, que por muito tempo não poderia desenvolver algo que viesse concorrer com seu futuro Rafale. A FAB não engoliu o Mirage 2000BR e providencialmente cancelou o F-X1. Quando veio o F-X2, os termos eram outros e os aviões também. Desta vez, a FAB seguiu com sua opção técnica preferencial pelo Gripen NG até o fim. A não-escolha do Super Hornet, ao contrário do que se pensa, não foi a espionagem da NSA alardeada pelo Edward Snowden (afinal, a Angela Merkel também era espionada), mas a ausência de um pedido formal de desculpas por parte do Obama. Ele pediu desculpas à Merkel, mas não à Dilma. E a Boeing perdeu…

      • Eu concordo com voce e jamais afirmei que a escolha da FAB tenha sido errada, pelo contrário, entendo que pelo ponto de vista técnico é perfeita e voce apenas confirmou o que eu entendo como sacanagem da EMBRAER, participar de um programa e se vender para um empresa que perdeu a concorrência. Não tem lógica aceitável isso. Se tivessem escolhido o FA-18 seria mais coerente com a realidade de hoje. Foi uma pisada de bola fantástica, só não sei exatamente de quem, porque ninguem me convencerá tão cedo que a Boeing e a EMBRAER começaram a discutir joint-venture ha um ano. Não tem nada a ver com espionagem e sim com sacanagem.

  8. Será que o correto não seria uma associação com os chineses, russos e indianos? A fuselagem do KC 390 é a fuselagem de um avião comercial de 1 corredor concorrente da Boeing 737 e Airbus A 320.

    • A fuselagem do KC390 é a fuselagem de uma avião comercial? Como assim? O KC 390 nada tem a ver com um avião comercial. Muito menos sua estrutura.

  9. Cadê a tchurma ?

    “Antonio 10 de julho de 2018 at 19:10”

    Chama o ……………. deixa prá lá vai ….

    Tenderam agora ou tem que desenhar …..

    Faixa preta luta com faixa preta ….

    Veremos se a Boeing vai “empurrar” o KC e o A 29.

    Algo me diz que a EMBRAER vai arrumar um concorrente para os ATR …..

    Cadê a Engª Gata ?

    Acordo é para isso mesmo …..

    • Se a EMBRAER está tendo poucas encomendas esse ano, assim como a própria Boeing, qual a garantia que isso vai melhorar? Só pelo fato de ter sido ‘comprada’ pela americana?
      E pior. Uma EMBRAER americana pode jogar uma pecha na empresa que está arriscada a entrar nessa guerra comercial de Trump e perder as poucas encomendas que já tem.

    • Carlos Alberto Soares

      Se você monta um negócio com medo de não receber encomendas, é melhor não ter um negócio….. A Embraer chegou até aqui, mesmo com tudo e todos contra ela, e inclusive os anti-Embraer/Brasil usavam o mesmo argumento de hoje, de que jamais conseguiria competir com as gigantes do ramo, mas olha onde chegaram. É exatamente nisso o que querem que você acredite, que ela não tem chances. Infelizmente hoje temos uma Embraer frouxa, que só quer exibir números gordos para seus acionistas e só! Cansou de andar com as próprias pernas, agora quer pegar carona em cima dos ombros dos outros. Não sonha mais. Aquela Embraer guerreira que todos conhecíamos já era. Mas nem tudo está perdido, pois o negócio ainda está longe de ser fechado.

  10. O mercado considerou o valor oferecido pela Boeing com abaixo do estimado.
    Certamente os diretores e acionistas que estão negociando com a Boeing querem maximizar o valor da venda. Isso é obvio. Lembrando que o governo tem a golden share mas não é majoritário.
    Conclusão: a Embraer não estaria assim tão bem na fita como achamos , mas com sérios problemas futuros de caixa.
    E mais , o mercado demanda que mal lançaram os E2 e já deveriam estar projetando os E3.
    Vão ter caixa ?
    Se não tiverem, o GF vai por dinheiro do contribuinte!??
    Na verdade , internamente, devem estar bem desesperados para se juntar à Boeing.

  11. Alguma relação sobre possíveis restrições que o E2 estaria tendo nos EUA por questões de peso e que tem relação direta com custo com tripulação, algo que o CSeries não teria.

  12. Perguntas:

    1) O David pagou pelo preço de lista ?

    2) A AIRBUS vendeu pelo preço de lista ?

    3) A 320 e A 330 na AZUL já estão contratados, então ….

    sabem o quê rolam nessas negociações “A 220”?

    Resposta:

    Lista ZERO. Quem conhece o termo ?

    Lista 1 ou 2, nem pensar.

    O David ganhou mais uma.

    O contribuinte Europeu(parte) e Canadense(parte) pagarão a conta.

    EMBRAER …. breve ?

    https://www.flightglobal.com/news/articles/embraer-outlines-turboprop-plans-to-leading-airlines-441149/

    Parte da produção dos E’s (170/175) devem ir para os USA, abrirá espaço para o turboprop-.

    Baita jogada,

    Outra,

    os Europeus já conversaram com o Donald ?

    Canadá ficará em silêncio ?

    Temos a EMBRAER Portugal, pode crescer muito mais ….

  13. Pessoal, essa venda já estava precificada fazia tempo, não é novidade, então nada de novo e sem desespero, isso já estava computado.
    Tem gente falando em turbo hélice, o problema é que segundo alguns entendidos, dependendo da distância, o E-175 é mais eficiente que o maior modelo da ATR em operação, então acho que não compensa, e corre o risco de um próprio turbo hélice da Embraer, tirar vendas por incrível que pareça, de um avião que já existe e que não demandaria mais custos de projeto, que é o E-175.
    Outra coisa é que o E-195 ainda não está homologado como o E-190, tem mais uma, li acima que o tal “acordo” com a Boeing teria atrapalhado as vendas de novos aviões, acho o contrário, um acordo fechado tende a abrir portas.
    Se de um lado você tem o poder de fogo da Airbus e da União Europeia, do outro lado o poder de fogo é da Boeing e dos EUA.
    O problema é chegar a um bom acordo.
    Não caio muito no conto de muitas vendas do KC-390 levado a cabo pela Boeing, isso parece mais é isca em forma de promessa que vão ficar só na promessa.
    Noto um lobby grande de parte da imprensa brasileira por este negócio, sem fazer a menor auto crítica do que realmente está em jogo.
    _______________
    China??? já pensei isso faz tempo também…comento em seguida.

  14. Silvano Conti 10 de julho de 2018 at 21:58

    A Boeing tem “espaço” para absorver parte das linhas 170/175 cujo mercado é a América do Norte e Central.

    Isso abrirá espaço para o turboprop cujo mercado se concentra em outras paragens do planeta.

    KC 390 ? O quê a Boeing fabrica nesse nicho ? E no A 29 ? Creio no empurrão, mas ….

  15. “luiz antonio 10 de julho de 2018 at 21:59
    Gostaria ter o dom da Leitura de Mentes para saber o que os bam-bam-bans da SAAB estão pensando sobre os bam-bam-bans da EMBRAER em matéria de seriedade nos negócios.”

    O mesmo que aconteceu quando a GM comprou a SAAB auto,
    o mesmo que aconteceu quando a SAAB vendeu a Scania, etc …..

    Leonardo Andrade 10 de julho de 2018 at 23:12

    Programa imprensa marrom

    A Monica Waldvogel entende de aviação muitooooo…..

    Tem um vermelhuxo na mesa.

    Sem o Ozires de contra ponto …. esquece !

  16. Pessoal, vamos esquecer neste comentário, seja o que for, venha o que vier, o tal acordo 80×20. Vamos dar um tempo, meu foco agora é a China.
    Ainda haverá uma Embraer, mesmo depois do acordo 80×20, e esta empresa estará na EDS em GPX, e na área de EJets, ou seja, será mantida uma área com notável capacidade de criar novos projetos, uma Embraer menor, mas capaz da mesma forma, afinal, nem os Legacy ou tão pouco o complexo KC-390 são coisa de amadores, aí tem engenharia pura e da mais alta qualidade, o KC-390 é um avião grande, e eu diria, mais complexo que um A-320 ou 737-800.
    Onde entra a China?? a China tem engenharia, poder geopolítico e muito dinheiro, na minha opinião, qual seria o problema da China?? é a eterna desconfiança de tudo o que é Made in China, eles podem fabricar algo idêntico ao Black Hawk, mas todo mundo sabe, nunca será o verdadeiro UH-60, com seus motores GE e tudo o mais..
    A Embraer por seu turno é o que é, de engenharia e qualidades reconhecidas mundialmente, não deve nada a nenhuma das grandes, guardadas as devidas proporções.
    Então porque não juntar as capacidades do que restará da Embraer, com o que há disponível na China, me parece que seria uma parceria mutuamente vantajosa.
    Creio que o maior aproveitamento que o fabricante chinês poderia ter da nossa empresa seria seu selo de qualidade, padrões de produção, comercialização e culturas ocidentais, acho que isso quebraria um pouco do preconceito ao Made in China, não estou dizendo que não fabriquem coisas de qualidade, estou dizendo que existe uma certa resistência aos produtos daquele país, que os veem no mais das vezes, como meras cópias pioradas de produtos ocidentais de empresas consagradas, mas sem nunca ter qualidade equivalente.
    Acho que o mercado de aviões ainda será o de grande aviões, do A-320 ou 737-700 pra frente, regional sempre vai precisar, mas os maiores é que serão sempre os mais necessários.
    A China está em busca de produzir aviões desta gama, seja os regionais onde a Embraer domina, seja os grandes.
    A China pode fazer as duas coisas sozinha?? pode, mas… mas sempre vai aparecer alguém para dizer.. iiiihhhhhh rapaz, isso é chinês, meu camarada… entenderam???
    É onde podemos entrar, ajudar a quebrar essa resistência, não será mais chinês, terá o selo de qualidade – repito, não estou dizendo que os chineses não possam fazer sozinhos – de uma Embraer, projeto de quem já fez aviões de qualidade reconhecidas mundialmente.
    Além de tudo o que a China tem, desde dinheiro passando por capacidade geopolítica, eles têm algo muito mais interessante: Mercado. Apenas uma fração de chineses viaja de avião, e a maior demanda de aeronaves no futuro estará naquele país. Ora, se eles mesmo podem fabricar, por que esquentar a cabeça com Boeing e Airbus?? e a gente pode estar nessa barca, uma ajuda mútua.
    Eu até nem sei, se a preservação da Embraer EDS e EJets, não foi pensada nisso, em ter os chineses no futuro como sócios.
    Estados Unidos não são mais a última bolacha do pacote, muito menos em economia ou mercado, e essa coisa de ficar eternamente na diplomacia do Big Stick é coisa do passado, não funciona como antes, as coisas estão mudando, e a velha China faz parte dessa nova equação que está mudando no mundo.
    Seria algo para se pensar, quem sabe um dia, alguém diga: Olha aí, vocês queriam nos engolir e nos eliminar do mercado, mas nós é que deixamos vocês pra trás.
    É apenas um esboço, mas a China deve ser levada em consideração, se já estiver no radar do que restar da Embraer.
    Repito, pode fazer tudo sozinha? pode, mas um selo ocidental de algo consagrado, daria uma boa ajuda.
    ______________
    A Boeing estará empenhada sim nas vendas do KC-390, com certeza, o A-29 acho que vai ficar a cargo de Sierra Nevada, como já está.
    O problema é que as vezes desconfio, que esse destaque e insistência da imprensa brasileira dado ao esforço da Boeing nas vendas do KC-390, é mais na linha do espelho, dado em troca de dizer onde está o ouro que adorna seus corpos nus.

    • Mas a Embraer já tentou uma parceria com a China, e alguma coisa não deu certo. Então, a princípio é uma boa ideia, tanto que já foi tentada. Agora falta combinar com os chineses

      • JT8D. Eu acho, e me corrija se eu estiver errado, que a expectativa de vendas de jatos regionais na China não é muito grande. Vi isso em um estudo (acho que da própria Boeing) com as vendas previstas por região. A região da Ásia-Pacífico tem uma enorme possibilidade de jatos maiores, quase o dobro do resto do mundo. A aviação regional teria maiores vendas na América do Norte (depois procuro o link).
        Sem contar que na China, por incrível que pareça, as aéreas regionais estão sofrendo forte concorrência dos trens de alta velocidade que já têm uma malha enorme e que já em expansão. Isto não estou inventando, pois li em site de economia chinês.

  17. Tanto a JetBlue, quanto a Azul, nunca operaram aviões Boeing, então com a Embraer indo parar debaixo das asas da Boeing, aí é que a Embraer vai perder um cliente cativo.

    E tem quem torça por isto achando que será sua “salvação”. Putz!!! rsrsrs

    • A relação Embraer / Jetblue sempre foi muito conturbada, não é uma relação fácil

      Vide que a Jetblue já fez muitas reclamações publicas dos Ejets, muitas vezes injusta
      e passando uma imagem de uma aeronave com alto custo para operar.

      Resumindo, a Embraer sofreu muito na mão da Jetblue e a perda dessa venda não foi uma supresa quanto a perda das vendas do David Neeleman e da EgypthAir (essas sim foram perdas substanciais)

      Por enquanto perdemos 3 grandes vendas para o Cseries….
      Cseries 3 x 0 Embraer

      • Coisa que não deveria acontecer pela lógica, pois esse Cseries teve vários anos de atraso, precisou de socorro do governo e quebrou a Bombardier. Aliás, foi a Bombardier falindo que provocou esse pepino pra Embraer.

      • Vanessa temos que levar em conta algumas coisas quanto a perda dos POSSÍVEIS contratos tanto da Egypth Air, quanto para o Neeleman. Ambas as empresas pretendem comprar o CS300 e a Embraer NÃO tem avião que compita com o mesmo, dizer que o E195 compete com o CS300 é forçar a barra demais, no caso da Egypth Air, não existe um contrato de compra assinado ainda, só uma MoU que depende de várias coisas, como a aprovação de empréstimos do BNDES canadense, quanto a empresa do Neelman ela nem existe ainda, tal escolha pelo CS300 também não foi confirmada pelo mesmo, e mesmo que se confirme a escolha será por uma aeronave maior que o E195

  18. Embraer comercial acabou! Nao montaremos mais grandes carenagens por aqui. Deus salve salvarem a odebrecht misseis e a saab montar os gripens da argentina.

  19. Frota 190 da JetBlue deixa de operar em 2020? Como assim, a aeronave não deve ter nem 15 anos. Que eu saiba 15 anos não é o tempo limite de vida útil dessas aeronaves. O que será feito com as aeronaves de Jet Blue, serão vendidas a outro operador? ou serão descartadas?

    • A empresa não está satisfeita com o desempenho dos E-190. Consumo e manutenção. Por isso na disputa entre a Embraer e a Bombardier, o E -195E2 estava em desvantagem. Além do mais o aparelho canadense é maior do que o brasileiro e tem maior alcance, permitindo o aumento da oferta de assento com menores custos unitários.
      A própria JetBlue atuou contra a Boeing no processo que está moveu contra a Bombardier por suposto “dumping” no ano passado.

        • Não são ruins, mas faltava concorrente. E o CSeries é um projeto muito bom.
          A situação da BOMBARDIER só piorava e ninguém imaginava que a empresa canadense doaria 50,1% do programa CSeries para a AIRBUS. Como já disse há muito tempo atrás, o cenário mudou com essa decisão.

    • Não meu caro, a JetBlue vai começar a substituição a partir de 2020, parte que é alugada vai ser simplesmente devolvida e o que são da empresa, devem ter entrado no negócio junto a Airbus.
      No ano passado, a JetBlue decidiu suspender as negociações da troca dos atuais E190, por causa da compra da Bombardier pela Airbus, na época, antes da compra a EMB era franca favorita, pois poderia de alguma forma oferecer trade-in.
      Temos que lembrar que a maior parte dos aviões da JetBlue são da familia A320 e a mesma continua a crescer, dentro da empresa. Dizem também que o A-220 também será montado em Alabama (onde está a linha da Airbus nos EUA).
      A JetBlue deve ter levado estas 3 variáveis para selecionar o A-220, somente um fornecedor, made USA (sim este movimento la está crescendo dia a dia) e a necessidade de diminuir os custos do avião da EMB.
      Agora se o A-220 vai cumprir a promessa de diminuição de custos é OUTRA história, mas creio que a JetBlue deve estar coberta nos contratos.
      Agora uma pergunta bem simples, caso o negócio da EMB e a Boeing não se realize quem é contra a negociação vai comprar as ações da EMB? E caso, se a mesma entrar em dificuldade, vão ficar quietinhos tomando prejuizo (por causa da desvalorização das ações)? Ou vão defender que o Estado injete dinheiro na empresa?
      Fácil falar e criticar, mas investir e arriscar não né?

    • Vão para o mercado de aeronaves usadas, com certeza tem empresa que quer um jato regional e não tem como pagar um zero hora.

  20. Sou e continuarei sendo completamente contra a aquisição da Embraer pela Boeing, tenho os meus motivos para isso e não entro nesta questão com ninguém.

    Mas quanto a esta aquisição da JetBlue de 60 aeronaves A220-300 acaba vindo uma série de questionamentos que batem de frente com o momento em que estamos vivendo, alguns dos quais deixo em aberto aqui para o debate.

    Segundo várias notícias a família E2 chega a ter um consumo de combustível até 20% menor comparado a geração anterior (se estiver equivocado podem me corrigir), e sabendo que o maior custo da operação de uma aeronave esta ligada e este item o porque não estamos vendo mais encomendas?

    Outro ponto é o longo histórico de parceria entre a empresa dos EUA e a Embraer, aonde o relacionamento foi enfraquecido ao ponto de termos uma derrota como esta?

    Seguindo pelo lado do passageiro, um dos maiores elogios com a família E-Jets da Embraer é a eliminação do assento do meio, isso deu um maior conforto ao usuário e também um serviço de bordo mais rápido e fluido.

    A princípio estes são os três questionamentos, mas agora vem uma coisa que estou tendo uma percepção nos últimos meses e que vem de encontro com as negociações com a Boeing.

    Antes de qualquer tipo de anúncio da gigante aeroespacial dos EUA acredito que a visibilidade dos negócios da Embraer estavam em uma mair evidência e ao longo dos últimos meses cada vez menos negócios vem sendo concretizados, antes de mais nada sabemos que alguns contratos foram fechados mas nada de “volume” como um igual a este da JetBlue. É um quadro que me preocupa porque se temos segundo as publicações especializadas o melhor produto do mercado o porque não conseguimos emplacar o mesmo?

    Sobre a frota de E-Jets da JetBlue e bem como de outros operadores o mercado de aeronaves usadas deste modelo é bem atrativo dando a possibilidade de empresas menores terem acesso a aparelhos como este por um bom preço e em alguns casos optando mesmo pela compra e nem passando pelo leasing. E sem contar também que o de peças e suprimentos também tem uma boa aceitação e isso vai movimentando o mercado por muitos anos mesmo com o advento dos E2 entre outras aeronaves.

    • Segue as respostas para os seus questionamentos:

      Segundo várias notícias a família E2 chega a ter um consumo de combustível até 20% menor comparado a geração anterior (se estiver equivocado podem me corrigir), e sabendo que o maior custo da operação de uma aeronave esta ligada e este item o porque não estamos vendo mais encomendas
      RESPOSTA: O E2 realmente consume em torno de 22% a menos combustivel em relação ao E1, porém no mercado atual a Embraer não é mais soberana no segmento, o Cseries bate de frente em vários pontos em relação ao E2, perde em outros e ganha em outros também.. Logo o mercado ficou muito mais acirrado do que 10 anos atrás onde a Embraer reinava sozinha no segmento e com um novo entrante da alçada da Airbus as coisas ficaram mais sérias e a competição muito mais díficil, seja pela cadeia produtiva da Airbus, Logistica dos Matérias e contratos com Fornecedores (logo a margem de lucro sobre a aeronave é maior para a Airbus) com isso ela consegue brigar com preços mais competitivos do que a Embraer.

      Outro ponto é o longo histórico de parceria entre a empresa dos EUA e a Embraer, aonde o relacionamento foi enfraquecido ao ponto de termos uma derrota como esta?
      RESPOSTA: A relação entre a Embraer e Jetblue nunca foram boas, a mesma tá emitiu várias reclamações sobre os Ejets em várias revistas do segmento, se você quiser posso compartilhar vários links de noticias onde a Jetblue “queimou” o nosso produto e o desvalorizou. A perda dessa venda não foi uma surpresa quanto a perda da venda para o David Neeleman e da EgyptAir.

      Seguindo pelo lado do passageiro, um dos maiores elogios com a família E-Jets da Embraer é a eliminação do assento do meio, isso deu um maior conforto ao usuário e também um serviço de bordo mais rápido e fluido.
      RESPOSTA: O Interior do E1 é muito elogiado pelos passageiros e é um ponto importante de escolher uma aeronave para uma Airline porém a Airline vê basicamente o custo por assento (Cost per Seat) e com uma aeronave que consume menos combustivel e leva mais passageiros (No caso o CS300 em relação ao Ejets 190 E1) logo a Jetblue já com um relacionamento estreito com a Airbus, tendeu-se a ir para o A220-300.. infelizmente

      A Embraer precisa mais do que nunca fazer uma JV com a Boeing, pois ela está em um momento onde ela precisa se posicionar no mercado, ou faz a JV com a Boeing para crescer e atingir clientes e mercados antes nunca atingido ou irá diminuir de tamanho como foi em 2009.

      • Concordo plenamente.
        Pessoal , na iniciativa privada , diferente do que se acha , você não faz o que quer , mas o que o mercado manda. Você faz o que precisa ser feito.
        Se a Embraer estivesse numa situação tão boa assim, ela não precisaria da venda , ou se venderia beeem cara.
        É aquela situação, você pode ser o maior lutador de jiujitsu , mas não deve ir sozinho à uma briga de turma. Se não agir , a Embraer enfrentará o mercado sozinha!

  21. A empresa que esta fora do acordo ou a parte de defesa e executiva deveria começar a focar em aviões elétricos e automóveis elétricos ou híbridos com a marca EMBRAEr já consolidada. Se tem capacidade tecnológica para projetar aviões porque não teria para projetar carros “nacionais” que tomariam as ruas brasileiras e do mundo disputando espaço com outras já estabelecidas.

  22. Eu já disse: quem se sentir prejudicado pode vir pedir emprego aqui na Trilogia…… ja que vcs aqui foram quem mais apoiaram (até parece que participaram da mesa de “negociações”)

  23. Realmente essa noticia não é boa e pode ser um indicativo do futuro, mas pelo que tão falando aqui, é como se a Embraer jamais tivesse perdido uma concorrência antes, o próprio apocalipse em pessoa.

  24. Vc se associa com uma empresa que é 4x maior que a tua e ainda quer partes quase iguais? Quem é o louco de aceitar isto?

    Gente… sejamos minimamente coerentes em nossas proposições…

    • Exatamente! Levando em conta que a terceira empresa não terá somente o E2 em seu portfólio. Talvez o novo 797 pertença a nova empresa. Afinal a Boeing quer os engenheiros da Embraer trabalhando nesse projeto.

      Aí a Embraer ficaria com 20% das vendas do 797. Se o 797 for um sucesso de vendas, talvez a Embraer lucraria ainda mais do que tendo 100% do lucro do E2

      Mais vale ter 20% de um grande restaurante do que 100% de um quiosque de praia.

  25. A JetBlue ao invés de trocar a frota dos E190 pelos novos E2, vai adquirir o A220 da Airbus. Será porque?

    Na minha opnião, a decisão foi politica, he que os aviões serão montados em Huntsville, Alabama. Além da agravante de que a Bombardier él subsidiada pelo governo canadense.

    Isso é caso de corrupção e de violação das regras do comércio internacional.

    E como ficam os empregados da Bombardier no Canada?

    Complicada a coisa. Para alguém sair ganhando, outro alguém tem que sair perdendo. No free lunch.

    Será que a Embraer vai ter que abrir fábrica aqui nos EUA também?

    • 1- A princípio, a fabrica da Bombardier no Canadá continuará produzindo o A220. Somente os A220 endereçado as cias aéreas americanas serão fabricados na fábrica da Airbus nos EUA para escapar da sobretaxa de 200%

      2- A Embraer já possui fábrica nos EUA, porém ela só fabrica jatos executivos

      3- Até a Embraer recebe subsídios do governo brasileiro. No caso da Embraer, ela vêm camuflada nos generosos empréstimos do BNDES.

      • Que era isto para ter acontecido no caso Boeing-Embraer, ou seja, uma parceira (Joint Venture) na base 50-50, referente a este novo projeto E2, montados nos EUA, sem envolver outros aviões e outros setores da companhia brasileira, esta sim uma parceria ganha-ganha. Como a própria Bombardier está fazendo com a Airbus.

        Hoje, a parceria Boeing-Embraer é a típica parceria cara-c*.

        Aliás, podendo fortalecer as vendas do KC-390 no exterior (FMS) e até mesmo às forças estadunidenses. Como a própria Embraer já faz com a Sierra Nevada. E tudo isto não é preciso fazer esta troca de ações estúpida, por míseros 3,8 bilhões. Valor que mal pagaria o desenvolvimento de uma única aeronave comercial.

    • De repente a proposta da Airbus foi melhor, de repente o avião é melhor, de repente é porque o avião agora é vendida pela Airbus e a JetBlue quer somente um vendor, de repente houve pressão dos congressistas de Alabama.
      Muitas variáveis, mas dizer que foi corrupção é puxado. Os gringos estão doidinhos para pegar a Airbus com a boca na botija.
      Quanto a EMB (ou a JV) abrir uma linha ai nos EUA, para mim é uma questão de tempo. Já existe uma linha para os aviões executivos e a SN monta os ST.

  26. Eu fico pensando se essa galera que torce pelo acordo entre a Embraer e a Boeing são acionistas??!! Porque não é possível os cara ficarem defendendo tanto a Boeing sem ganhar nada. E não existe nada de Joint Venture, a Embraer vai sumir e pronto. Parabéns seus alienados.

    • Meu querido.. praticamente não existem acionistas brasileiros. As ações, que antes estavam nas mãos de brasileiros, foram vendidas nos ultimos 12 anos, porque dá mais grana investir em titulos da divida publica. Hoje a participação brasileira é pouco superior a 10% e destes, 5% está nas mãos do Governo Federal.
      .
      Brasileiros não investem na Embraer, entendeu? Não dá o lucro que desejam…
      .
      E agora quer achar ruim que os acionistas querem vender a empresa? Devia ter penssado nisto lá em 2006, quando o Governo Federal aprovou a reestruturação societária.
      .
      A empresa é controlada por brasileiros, mas os donos não somos nós. A Embraer nem vende Ejets aqui.
      .
      Tudo isto aí é culpa nossa… praticamente não temos aviação regional (ou seja, não temos mercado para os produtos da Embraer)… o país não cresce… somos um atraso de vida em questões tributárias, trabalhistas…
      .
      Vou ser bem sincero…a Embraer poderia ser muito maior do que é, se tivesse nascido em algum país desenvolvido, com mercado para seus produtos. O Brasil, com seus inúmeros problemas que nunca são resolvidos, é um atraso de vida pra Embraer… é um fardo. E o fardo está ficando pesado.

      • Zoran, não é bem assim. Eu mesmo tinha ações da EMB (realizei depois do boom no início do ano), quanto investir no tesouro direto, é a melhor opção para quem tem perfil conservador, sem dúvida alguma, mas de forma alguma dá mais grana, claro dá para ganhar mais grana, comprando e vendendo, mas não é coisa para amador ou para quem não se dedica para isto.
        Quanto a EMB estar em um pais mais desenvolvido, concordo, mas também não dá para cravar que iria se dar bem, pois mais desenvolvido, maior o salário do pessoal, maior a quantidade de concorrentes querendo roubar os melhores cérebros, isto sem falar nas fusões, só ver a quantidade de empresas que agora são coisa do passado (como MDD, Fokker, BAC, Bristol, Corsair etc)
        Perfeito sobre questões tributária, já o trabalhista hummm.. quase concordo (depende do lado da mesa que você está).

    • Komander, eu não defendo a venda da EMB, só acho que é um bom negócio para a empresa, tendo as informações que tenho. Para um típico acionista, a venda da EMB é ruim, pois traz uma flutuação muito grande nos valores, se o sujeito não é bem estruturado, ele fica doidinho, pois fica naquela, poxa se vender agora, posso deixar de ganhar mais. Se não vender agora, posso perder. Dilema viu hehehehe. A priori (de acordo com o que a Vanessa nos informa) os funcionários estão OK (ou seja, a coisa deve estar feia), então quem sou eu para ser contra?
      Agora não entendo também o porque de tanta defesa de alguns por aqui, ahhhh perda de conhecimento, perda de emprego, tá, mas o que a EMB de fato devolve para o pais que atinge tanto os que defendem? Tirando um ou outro NADA, só este sentimento mesquinho de orgulho, torcida, de poder bater no peito e falar, é nosso. Nosso nada, não fez nada de prático para fazer a empresa ser grande, igual a torcedor, que mal vai ao estádio, não é torcedor filiado ao clube (pois..eu não vou dar dinheiro para os vagabundos do clube) e fica falando, somos campeão quando ganha e quando perde, invade o clube para depredar.
      Agora reclamar que a EMB é o que é, pois o Estado injetou muita grana, ai sim tá cerissimo. O Estado injetou MUITA grana, desde os bandeirantes até agora ao KC 390, passando pelo Xavante, Tucano, ST, AMX, modernizações dos aviões etc. Acho que esta reclamação é justa sim, mas ser contra por torcida é complicado.
      Particularmente para mim, a compra me parece justa (na medida do possível), podia ser melhor, mas podia ser pior. Gostaria que a a linha de montagem, os empregos e os projetos continuassem aqui no Brasil, pois sim, isto agrega valor ao pais e isto, podemos cobrar dos nossos governantes (que tem o poder do Golden Share). Creio que pode ser mais um oportunidade do que uma desgraça (como a empresa naufragar por ter que lutar com grupos muito maiores).
      Abraços

  27. Vocês falam nos comentários da Jet Blue e a categoria do Embraer 190.

    O mercado forte da Embraer nos Estados Unidos sempre foi o ERJ 170/ e 175 operando nas regionais da American, Delta e United.

    Em uma pesquisa rápida no Wikipédia vejamos as quantidades nas principais companhias.

    – JET BLUE: Opera somente 61 ERJ 190.

    -AMERICAN AIRLINES (inclui as Empresas Connect)
    149 aeronaves ERJ175
    118 aeronaves ERJ145
    20 aeronaves ERJ190

    – DELTA (inclui as Empresas Connect)
    71 aeronaves ERJ175
    25 aeronaves ERJ170

    -UNITED (inclui as Empresas Connect)
    175 aeronaves ERJ145
    40 aeronaves ERJ170
    153 aeronaves ERJ175

    Na minha opinião a Airbus mesmo com o CS100 consegue competir com o EMB 190 e E2-190 mas, existe um grande mercado do EMB 170 e EMB 175 que atendem as Empresas Connect, com certeza o E2 170/175 destas versões será a melhor opção. Minha opinião apenas.

  28. Essa compra não tem bada ver com qualidade técnica. O que fala são os CUSTOS. A AIRBUS deve ter feito uma proposta irrecusável. Só isso. Eu voei E195, e agora estou voando o A320Neo. O A320, em muitos aspectos, é obsoleto, comparando com família EMBRAER. O E2 será MUITO superior à família AIRBUS. As companhias compram o pacote mais barato.

    • Muito bom ! É isso aí pessoal , opnião de quem já PILOTOU essas e outras aeronaves.
      Resumindo: o Embraer é melhor e mais moderno, mas o processo de escolha das companhias é bem mais complexo. É a Airbus jogando pesado. Acham que ela vai dar mole?
      Quantas vezes já viram um produto excelente simplesmente não vender?
      A Embraer deve estar com problemas de fluxo de caixa , ainda mais que já deve estar começando a analisar uma futura versão E3. O mercado não para!
      Alguém aí se habilita a financiar a empreitada?
      Lembrando que toda empresa deve ter planejamento estratégico pros próximos anos , dependendo do ciclo do produto e da resposta dos concorrentes.

      • Volto a dizer.
        A EMBRAER pisou na bola no setor militar (entenda-se FAB) pois eliminou a fonte de recursos suprida pela área comercial. Pergunto novamente: Quais os pedidos em carteira para o ST, para o KC-390 e para o F-39 e quanto dinheiro isso representa? Quais os valores já recebidos, a serem recebidos e a serem desembolsados nos próximos 5 anos. Alguem aí comentou sobre fluxo de caixa, só que daqui em diante esse fluxo de caixa é apenas da EDS (militar), que é o que sobrou para controlar.
        Na minha pobre opinião a EMBRAER ja acabou e o setor militar desmantelado na esteira de turbulência e…segue a vida.
        O que preocupa e muito, é o futuro do KC-390 e o do GRIPEN como aeronaves da FAB.
        Pelo que li nos estudos da COPAC quando da seleção do novo caça da FAB, as projeções consideram uma aeronave para pelo menos 30 anos em serviço, envolvendo componentes de reposição, atualizações nos níveis estabelecidos, reposições de perdas por atritos, etc, etc. O pacote é de 36 unidades que foram contratadas por um determinado valor de contrato. Nas eventuais reposições os valores seriam os mesmos? Certamente que não, portanto, todo o pacote deveria ser analisado novamente considerando esse novo cenário, caso contrário, algum “paraquedista”, daqui há alguns anos fazendo continhas de somar bem simples, vai descobrir que 2+2 é maior do que 7. Ou alguem afirma que o futuro caça da FAB será um GRIPOING? Eu particularmente não creio nessa hipótese, com o Gripen sendo interessante apenas para a Suécia.

        • Também acho q a EDS não vai se sustentar. Há algo de podre no reino da Dinamarca, nessa venda, e nós não sabemos o que é. Vejo muito comentário ingênuo sobre mercado, globalização, sinergia etc. O engenheiro que trabalha no E2 trabalhou nos projetos militares. E esse vai pra Seattle. As cabeças pensantes irão embora. Nada impede a transferência da linha de produção. Escreveram algo, no contrato, sobre onde será a linha de produção? Há centenas de empresas na cadeia produtiva da EMBRAER.

          • Eu não tenho bola de cristal, mas a Embraer só vai desaparecer se for incompetente. Ela terá a receita de projetos que foram custeados pelo governo, como o KC390 e o ST, terá a receita da aviação executiva e ainda terá 20% de uma joint venturre com a Boeing que tem tudo para ser rentável. É claro que ela vai diminuir de tamanho, mas só morre se for muito mal administrada

    • Pois é Rinaldo, concordo . Mas quem tem que sustentar a EDS seriam políticas públicas de defesa. Seria o GF , com pedidos e planejamento de longo prazo. Aliás , planejar a longo prazo sabemos fazer , difícil é cumprir o plano. kkkk
      A Embraer , como empresa privada e de alta demanda de capital , não pode retirar dinheiro da linha comercial para colocar na militar. É tampar o sol com a peneira. É pedir um sacrifício ao acionista para o bem da nação. E sem garantias que o GF vai cumprir o plano.
      De certo modo , isso tornará as coisas mais claras , com todas as cartas na mesa.
      Quer independencia militar , invista , e por muito tempo! Até hoje o GF tem parcelas em atraso no KC390!
      Mas , como tudo nesse país é movido à propina , o risco de podridão é real.

      • No meu achismo, nos EUA por exemplo, ou mesmo na Russia (pior ainda) os pedidos para o setor militar pelos Governos respectivos representam a massa critica (ou lotes de viabilidade) que sustentam as fábricas produtos de um Plano de Estado pois é aspecto estratégico dos respectivos países. Creio que nenhum fabricante de aeronaves militares se sustentariam sozinhos apenas pela área militar. A enorme diferença é que no Brasil não existem (e não querem) Planos de Estado porque os Planos de Governo, geralmente também não cumpridos após as eleições mudam conforme o inquilino do planalto. Para piorar esse pessoal tem verdadeiro horror em prover recursos para as Forças Armadas que as potencializem. Cortam tudo na primeira dificuldade. E assim vai..

        • JT8D, parafraseando o Juarez, o tempo é o senhor da razão. .. Alguém ganhou nesse negócio, e não fomos nem eu, nem você, nem os acionistas.

          • Certamente coronel. E o ganhador tem nome: chama-se Boeing. E eles só não levaram a EDS também por causa da escolha do Gripen. Estava tudo certo com o governo anterior, ia dar SH e a Boeing ia comprar com a porteira fechada. Mas a tia ficou injuriada com a espionagem revelada pelo Snowden e o jogo melou

  29. A Embraer ainda pode faturar algum trocado fabricando componentes para a linha comercial da Boeing, a Short irlandesa deixou de fabricar aviões, mas ainda é grande, é hoje da Bombadier e fabrica componentes para a linha Bombadier, Airbus e Boeing, é a maior empresa da Irlanda apesar de sua marca ter sumido do mercado.

  30. A EDE (parte da Embraer que fabrica componentes, como trens de pouso) também está entrando nesse acordo com a Boeing, então fica difícil imaginar a EMB como fornecedora de componentes no futuro. Fato é que esse acordo é muito mais abrangente se comparado ao Airbus/Bombardier, não só pelo 50-50 ante ao 80-20, mas pelos produtos (CSeries/A220 ante toda a parte comercial + EDE). O E175 vai continuar competindo com a Bombardier, não com a Airbus. A parte 100% EMB vai ficar com margens muito baixas, acho difícil se sustentar.

  31. Pessoal pelo que recordo de um tempo não muito atrás, não tiveram um grupo de profissionais da Embraer, que saíram, mas contratados pela Bombadier – que na época um sem numero de comentários ocorreram por aqui – seguindo para o Canadá e integrando na area de desenvolvimento. Essa “thurma” não pode estar envolvida no desenvolvimento dos C-Series, conhecendo todos os pontos da concorrente, e fazendo o diferencial no momento, se aproximando. Pelo tempo demandado, com a nova linha dos E-2 pode-se distanciar o produto novamente da concorrente e ainda com os “compradores” obtendo melhores financiamentos, além do “player” de porte da Boeing, além do jogo do governo norte-americano.
    A ex-embaixadora americana, que tinha um bom jogo entre os nossos políticos, dando “baixa” no seu “serviço”, foi logo encampada pela Boeing e enviada de volta ao Brasil para estreitar “vínculos”. Vide o desenvolvimento do uso de Biocombustíveis em turbinas em conjunto com a Embraer, da inauguração do Laboratório de pesquisas da Boeing por essas bandas, do interesse pelo KC. A Dana é “danada”, então na minha opinião “queimar” a nossa “mufa” no momento é só “esperneação”, pois o jogo, já foi jogado!

  32. Amigos, eu li seus comentários é me fez sorrir…tem que comparar o que pode ser comparado. Vocês não podem falar que o E195-E2 e concorrente do A320, é ridículo, ele e apenas concorrente do A220-100, eles tem o mesmo peso máximo de decolagem mas o A220-100 tem maior autonomia (5741km vs 4540km para o E195-E2). A Airbus vai deixar de produzir o A318 (A220-100 com melhor rendimento/custo por passageiro) e provavelmente o A319 tbm sera removido do portfólio (A220-300 com melhor rendimento/custo por passageiro). Convido vocês a ler esta noticia muita interessante onde vocês poderão comparar as aeronaves.

    http://infoaeroquebec.net/tour-dhorizon-des-concurrents-de-la-cseries-par-daniel-bordeleau/

    Para quem usa Google Chrome (botão direito do mouse, e clica em “traduzir em português”)

    Abraços,
    Philippe

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here