Home Aviação de Patrulha 1º/7º GAV dá mais um passo para integrar mísseis Harpoon aos P-3AM

1º/7º GAV dá mais um passo para integrar mísseis Harpoon aos P-3AM

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Esquadrão Orungan recebe visita técnica de comitiva da Marinha Americana. Objetivo foi realizar a certificação do míssil Harpoon

O Esquadrão Orungan (1º/7º GAV), sediado na Ala 12, em Santa Cruz, no Rio de Janeiro (RJ), recebeu, entre os dias 25 e 27 de junho, a visita técnica da comitiva da USNAVY, a Marinha dos Estados Unidos. A atividade faz parte do processo de aquisição dos mísseis Harpoon L-I BlockII, adquiridos pela Força Aérea Brasileira (FAB), tendo como data inicial de recebimento o último trimestre de 2018.

O objetivo da visita foi realizar a certificação do míssil Harpoon, por intermédio do Harpoon Aircraft Command and Launch Control System (HACLCS III), com a Aeronave P-3AM. Os mísseis são do tipo antissuperfície, utilizados contra navios, e fabricados pela Boeing.

Para o coordenador tático na Aeronave P-3AM e Chefe da Célula de Avaliação e Emprego do 1º/7ºGAV, Capitão Aviador Márcio Sardinha dos Santos, a visita técnica foi bastante enriquecedora. “Conseguimos extrair o máximo de conhecimento acerca da operação do HACLCS III, além de aprimorar o manuseio do míssil pelos militares da célula de avaliação e emprego do 1º/7º GAV e do Esquadrão de Material Bélico do Grupo Logístico da Ala 12″, concluiu.

FONTE: FAB

112 COMMENTS

  1. Definitivamente o patamar da FAB se elevou.
    Agora vamos ver os posts, falando que os demoníacos americanos estão vendendo o míssil com autodestruição a distancia e que os misseis ficarão armazenados nos EUA.

    • Que dureza… Imaginei que o Harpoon pudesse ser integrado ao A-4. Só não contava com a ‘astúcia’ do nosso orçamento! Mas, nem o exocet esta integrado ao A-4???? Poxa…

        • Até o Mansup versão ar-mar estar desenvolvido e pronto, os A-4 da MB já estarão fora de serviço, mesmo os modernizados. A versão mar-mar ainda vai levar uns 2 ou 3 anos para estar operacional e depois tem que desenvolver a versão lançada por aeronaves. Mas, não acredito que a MB tenha planos concretos de armar os AF-1 com mísseis antinavio. Se tivesse, o mais lógico seria armá-los com Harpoon. O Mansup ar-mar fica para o próximo vetor de asa fixa da MB ou para os helis.

          • Provavelmente a MB vai abandonar aviação de caça, porque pelo cenário atual não vamos ter nenhum Nae por um bom tempo.
            Talvez quando os A-4 darem baixa a MB compre algum caça tampão só para manter a doutrina e esperar para que futuramente tenha um Nae.

  2. Há tempos venho perguntando se os mísseis Harpoon haviam sido entregues e uns “inteligentinhos” falavam que já tinham sido entregues faz tempo, que eu estava por fora, que a FAB já contava com o míssil e poderia usar a qualquer momento,se necessário fosse.
    Bom, está aí a resposta oficial.
    Previsto para chegar no último trimestre 2018.
    Antes muito tarde (quase 30 anos de atraso) do que nunca.

    • Que 30 anos mano ?? Tá viajando ? E cá entre nois, seus comentários ,em geral extremamente deprecitivos das forcas armadas, também não são nenhum exemplo de conhecimento

      • Verdade. Errei. São quase 40 anos que a FAB ficou sem míssil antinavio.
        A Argentina, que nunca foi lá essas coisas, já tinha mísseis antinavio em aviões no começo dos anos 80.
        Valorizo o que deve ser valorizado e deprecio o que deve ser depreciado. Ou você acha certo que o Brasil, em julho de 2018, ainda não ter um míssil antinavio integrado a uma aeronave de asa fixa?
        Você não vai me ver falar mal do SuperTucano, do Seahawk, do Atlântico e de outros acertos da FAs. Mas do que eu, com meu pouco conhecimento, considero errado, falarei sim.
        Isso é um blog para discutir assuntos de Defesa e não para puxar saco das FAs e querer tapar o sol com a peneira.

  3. Argentina lançou mísseis anti-navio de caças navais em 1982. 36 anos atrás.
    O P-3 não é um caça, é um lento e fácil alvo aéreo.
    Quando um F-39 lançar um míssil antinavio me avisem.

    • Mas vc quer que um P-3 ande com um caça na ala para lançar um ataque quando encontrar um alvo?
      Isso era feito a 70 anos atrás na dupla Hunter/Killer onde um avião tinha o radar e outro atacava.
      Hunter-Killer team of AF-2W (lower) and AF-2S
      . https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/73/AF-2W_AF-2S_VS-25.jpg
      .
      Hoje isso ainda é válido quando se usa aviões de vigilância que acionam outro para atacar, mas se o avião for de patrulha armado é melhor.

    • Hoje o Brasil já até fabrica mísseis com essa função, e eles nem bombas burras tem mais para lançar feito pedra.
      E você ainda tem inveja deles?

    • Delfin,
      O Harpoon tem 200 km de alcance. Não importa se o P-3 é um alvo grande e lento já que ele fica a 200 km do navio alvo.
      E de um alcance tão grande o avião nem precisa se ‘estressar” muito em baixíssima altitude tendo em vista que o míssil pode ser lançado de 2 km de altura.
      A 200 km só se o P-3 subir acima de 2 km para o radar do navio alvo detectá-lo. Mesmo com mísseis com 300 km de alcance não tem como um navio atingir o P-3 que saiba o que está fazendo. O navio, mesmo um Arleigh Burke ou um Kirov, seria um alvo fácil para o P-3/Harpoon.
      A coisa só complica se tiver um porta-aviões na área. Aí sim o P-3 não seria o melhor vetor, mas não é o caso.

      • Contra um porta-aviões da USN vale salientar que nem alguns Super Etendards com Exocets ou uns A-4 com Harpoons (ou coisa que o valha) lograriam êxito.
        O ideal aí é mandar umas 2 dúzias de Su-34 armados com o Oniks/Brahmos ou Moskits escoltados por umas duas dúzias de Gripen NG.
        Ou então mandar um submarino!

        • Acho que com os novos modelos de mísseis hipersônicos anti-navio, não será necessário este aparato todo para se afundar um porta-aviões.

          • Toinho,
            Não é questão só de velocidade. Um míssil hipersônico sem dúvida é melhor que um supersônico (e muito melhor que um subsônico) para atravessar toda a grande área coberta pelo porta-aviões, mas todo esse aparato ainda será necessário para penetrar a zona defendida de modo a adquirir o (s) alvo (s) de forma a implementar a solução de tiro para os mísseis.
            Os russos e chineses já têm os mísseis certos mais ainda têm que bater cabeça na aquisição de alvos. Um só funciona se o outro funcionar.
            Se qualquer elo da corrente não funcionar o processo todo falha e a USN se dedica a quebrar esse elo o mais prematuramente possível. Em não dando certo e os mísseis sendo lançados, aí só resta tentar interceptá-los, que é a parte mais difícil.

          • 24 Gripens tentariam abrir um corredor de passagem por entre os caças F-18 para que os Su-34 chegassem na distância de lançamento do míssil. Os próprios “bombardeiros” iriam adquirir os navios e lançar os mísseis. 24 Moskits ou Oniks daria uma boa dor de cabeça nos defensores.
            Se forem o AS-4/Kh-32 melhor ainda, mas aí precisa de Backfires e aí já é sonhar demais. rsrss
            O Kinzhal é melhor ainda mas precisa do MiG 31. E ainda a versão antinavio não deve estar operacional.

          • Toinho,
            Sun Tzu já dizia há 2500 anos: “quando for enflentar um Carrier Strike Group da USN plepale-se pala o pior dos cenários… você jovem gafanhoto não tem nada a pleder valolizando a capacidade do ilimigo… pense semple que o ilimigo está apto a usar todo o seu potencial e está detelminado a acabar com você… nunca subestime o ilimigo… jovem gafanho”.

          • ___________,
            Um CSG da USN é formado por uns 10 navios, umas 100 aeronaves e umas 9000 pessoas a um custo de uns 30 bilhões de dólares. Não pense que meia dúzia de “cacinhas” com um míssil dependurado e pilotos valentes e determinados com a foto da família no painel podem fazer a diferença que não o fará.
            A USN de hoje não é a RN de 1982 e a maior prova que os russos e chineses sabem disso é o tanque que quebram a cabeça tentando criar cada vez meios mais letais.
            E os russos e chineses já sabem como enfrentar um CSG e é dessa maneira que eu falei. É chutando a porta da frente e entrando na base da “porrada” tentando saturar as defesas. Não há outro jeito. Por mais que se invente mísseis com “zentos” quilômetros de alcance e cada vez mais rápidos, ainda se esbarra no tal da “corrente de destruição”, que inequivocamente é interrompida e sem ela é como dar um fuzil Dragunov SVD com mira telescópica a um … cego.

            Já li “A Arte da Guerra” todo e não vi essa passagem: ‘Nunca se aproxime de interesses chineses’. Não inventa!!

            COMENTÁRIO EDITADO. NÃO COLOQUE APELIDOS NOS DEMAIS PARA NÃO SER APELIDADO.

          • No “fundo” também torço para os chineses. Na inevitabilidade da troca de galo alfa do galinheiro eu prefiro os chineses aos congoleses.

            P.S.: Não apela ________!!
            rsrsss
            Um abraço e bom jogo.

            COMENTÁRIO EDITADO. NÃO COLOQUE APELIDOS NOS DEMAIS PARA NÃO SER APELIDADO.

          • Estamos assistindo o tipo de situação que já não depende de torcida.
            Está acontecendo.
            É a História.

          • Chamar o Antônio de Toinhão não é apelido… é maneira carinhosa de tratar o colega comentarista. E eu sei que ele gosta!
            Mas tudo bem! Não vou mais chamar o Antônio de Toinhão! Ele vai ficar chateado mas pra mim tudo bem!!

        • Bosco.

          Na verdade se todos os sistemas de um CSG da USN funcionarem vc teria razão, mas vc sabe que numa guerra não é bem assim tanto um lado pode funcionar como o outro pode falhar ou funcionar parcialmente etc

          Numa situação em que um CSG da USN poderia criar uma zona tampão de 600 km ao redor do grupo com seus F 18 vc não conta com a possibilidade de um atrito ao invés de um conflito declarado, neste caso os F 18 não poderiam sair abatendo qualquer um que chegar perto em águas internacionais e poderia entrar em ação somente depois de um ataque declarado onde os misseis já teriam sido lançados.

          Outra situação é que em uma situação de combate aéreo os F 18 iniciariam lançado misseis AIM 120 e se estes misseis falharem frente as ECM modernas o combate vai para curta distancia onde também os atacantes conseguiriam chegar perto para lançar os misseis anti navio ou seja são varias as possibilidades e como vc disse são 30 bilhões investidos que gerem um bom lucro para a industria dos EUA, e assim como os russos dizem não ter analagos os EUA também dizem que suas defesas são infalíveis etc (ta certo que os russos são um pouco mais exagerados rss) mas ambos rocam muito papo.

          • Munhoz ,
            Sem dúvida existe todas essas variáveis mas fato é que as potencialidades existem e devem ser levadas em consideração. Os americanos imaginam que as táticas e os meios russos e chineses podem funcionar como um relógio suíço e os russos idem dos americanos.
            Você não pode atacar uma força tarefa americana só com meia dúzia de caças acreditando que seu sistema de ECM vai funcionar como o fabricante disse e os americanos não podem lançar só dois F-18 com 6 mísseis BVR acreditando no que o fabricante do míssil BVR disse acerca da capacidade de ECCM do míssil. Ou pior, os americanos não podem deixar de usar seus caças acreditando só nas defesas dos navios ou nos sistemas de interferência/sedução dos mísseis antinavios, que também dizem o fabricante é igual os sistemas de ECM dos russos.
            Pelo contrário, ambos colocarão todas as peças no tabuleiro sob pena de um dos lados se estrepar bonito, e quem não tiver meios ou tiver mas cometer o equívoco de subestimar o inimigo não logrará êxito.
            Isso me lembra um alemão ocidental que em plena Guerra Fria pousou com um Cessna monomotor em plena Praça Vermelha de Moscou, atravessando o mais completo e letal sistema de defesa antiaéreo do mundo, sem ser detectado durante todo o trajeto.
            Funcionou, mas duvido que a OTAN tenha mudado sua doutrina de ataque a Moscou no caso de uma guerra baseando-se apenas nesse caso isolado.

          • Vale acrescentar que em que pese eu ser mal compreendido, eu não disse que nem um lado nem outro iria vencer a batalha naval. O que sugeri foi que para se atacar um CSG da USN (nucleada por um porta-aviões com 70/80 aeronaves, uns 5 escoltas Aegis (destróieres e cruzadores), 2 submarinos e uns dois navios de apoio) em prontidão, no caso de um estado de guerra, um determinado país para ter chances reais de sucesso deveria utilizar algo em torno de 48 aeronaves de alto desempenho (no caso específico eu citei 24 Su-34/Moskit e 24 Gripen NG).
            Só pra deixar claro, em momento algum eu disse que os americanos iriam conseguir derrotar esse pacote de ataque aéreo.

          • Só um dado pra terminar. Os sistemas de ECM navais são mais efetivos que os sistemas ECM aéreos. Ou seja, se a ECM aérea pode degradar o desempenho de mísseis ar-ar guiados por radar a ponto de precisar de dois ou três para cada alvo, com muito mais propriedade a ECM naval pode degradar os mísseis antinavios guiados por radar.
            A questão é que um caça pode levar mais de 10 mísseis ar-ar guiados por radar mas não pode levar mais de um grande míssil supersônico antinavio. Bombardeiros podem levar dois.
            Se imaginarmos a defesa de um CSG num dado momento, com 24 SH no ar armados cada um com 10 mísseis ar-ar (2 AIM-9X, 8 AIM-120, 3 tanques de combustível), e têm-se 240 mísseis ar-ar armados e prontos.
            Nos navios tem mais cerca de 500 mísseis sup-ar e 14 CIWS Phalanx nas 4 camadas de defesa de um CSG.

      • Bosco
        Existe um ditado chinês que diz:
        “Até contra um gato, o tigre usa toda sua força”.
        Você está certo em exagerar nas capacidades do inimigo. Pelo menos não será pego de surpresa.
        Abraço

        • A questão não é apenas exagerar a força do inimigo. Há pouco tempo saiu reportagem com a doutrina chinesa de não deixar qualquer conflito se aproximar de seu território. Para isso estão construindo diversos porta-aviões, diversas ilhas artificias fortificadas, muitos aviões de última geração e sem contar suas defesas costeiras propriamente ditas. É muita coisa alguém ousar se aproximar.
          Ademais, hoje li reportagem que saiu na Agência Kyodo do Japão dando conta de que a China vai reforçar e reformular suas três armas de forma a se adequar ao seu novo e crescente papel internacional, principalmente para defender seus interesses ecinômicos. Segundo a Agência, foi um discurso do próprio Jiping.

          • Prezado Antonio
            Você mesmo deu o exemplo. A China está se reforçando, independente se é para manter a ameaça longe ou não.
            E se ela está fazendo tudo isto que você descreveu aqui, é porque ela acredita que a ameaça é muito forte. Porque senão bastariam alguns navios patrulha e pronto.
            Abraço

  4. Rafael, talvez os “inteligentinhos” a que tu te refere estivessem falando dos mísseis de ensaio e de treinamento que já estavam na BASV a época, que faz algum tempo.

    • Não, Juarez. Nesse caso, falavam dos mísseis de verdade mesmo. Os “inteligentinhos”, que você conhece bem, são aqueles que acham que o míssil Matador já está pronto, que a FAB já recebeu o A-Darter, que o Piranha é um bom míssil e etc.

    • Tem os inteligentinhos e os burrinhos…
      Juarez, imagina a queda na qualidade de vida do efetivo, indo de Salvador pro Hell de Janeiro. Deus me livre!
      Vão ter que obrigar os patrulheiros a ir pra “primeira linha”.

      • Em Salvador havia o problema da distancia de 30 km da Vila dos Oficiais para a BASV, são mais de uma hora em forte congestionamento na região do Iguatemi e ou Rio Vermelho, era um transtorno naquele onibus sem ar condicionado.
        Quando foi construida a BASV a mais de 50 anos na sua região só existia areia com cajueiros e foi uma boa ideia a vila em Ondina, dentro de Salvador perto da praia e escolas e supermercados para as famílias, hoje era um pesadelo.

        • Não será pior que o trajeto Jacarepaguá / Santa Cruz. À noite, então, esquece! Os pilotos dormem na Base quando há vôo noturno. Quero crer que essa transferência da UAE ocorreu por conta da ForSub, que será sediada em Itaguaí. Mas, que ferrou o efetivo, isso ferrou.

          • Até hoje não entendo a concentração de unidades no RJ. Apenas a justificativa histórica.

            Tá muito ruim ser moliço no RJ, ainda mais pra FAB que poderia muito bem desdobrar o vetor pra lá quando necessário. Santaca? Vade retro…

            Por mim fechava a força aérea Carioca. Dava até pra deixar 1 esquadrão de transporte no Galeão, mandava a UNIFA pra BH, colocava unidade de caça em SJC, o SAR no Rio ficava com a marinha já que a esquadra tá lá e manda o 38 pra ST ou SV, passava o GEIV pra Guarulhos, e o DECEA pra Brasilia ou SJC.

            Ninguém merece morar lá. Ainda mais nas condições de trabalho estabelecidas.

        • Realmente, a queda de qualidade de vida seria considerável, já que sairiam da oitava capital mais perigosa do país, Salvador, para uma megalópole mais segura. Segundo a inglesa BBC, Salvador é a vigésima quinta capital mais perigosa do planeta.

          Fontes: https://www.google.com.br/amp/s/noticias.r7.com/prisma/coluna-do-fraga/fotos/veja-quais-sao-as-10-capitais-mais-violentas-do-pais-20022018%3famp

          https://www.google.com.br/amp/s/www.bbc.com/portuguese/amp/brasil-43309946

          • OFF TOPIC: Até parece que o Rio é assim tão mais seguro que Salvador… A diferença na qualidade da segurança pública é mínima e péssima em ambas as cidades, assim como em qualquer grande cidade do Brasil. Falo com a propriedade de quem já residiu em ambas e as conhece bem

          • Nunca estive em Salvador, então não posso dizer que conheço, mas pelo que foi descrito, o problema do deslocamento naquele trecho específico de Salvador me parece mais ser uma questão de transtorno advindo do crescimento da cidade nos últimos 50 anos.

            Mas também como descrito acima, sei por infeliz experiência que o trecho entre Jacarepaguá e Santa Cruz não é apenas um transtorno. É como se você se sentisse em uma caçada em que você é a presa. De noite então nem se fala. Acho que entre esse trecho no Rio de Janeiro e a Nova Iorque mostrada no filme ‘Fuga de Nova Iorque’ eu prefiro ficar com a última. E eu não sou nenhum Snake Plissken.

  5. “Humberto 5 de julho de 2018 at 18:05
    Não sei os da MB, mas os A4 podem lançar tanto os Harpoon como o Gabriel. É uma questão de dinheiro.”

    Exocet também, já postei isso e com foto.

    • Desculpa Carlos, não vi o seu post. 🙁
      Citei os dois mísseis pois achei referencia dos mesmos nos A4. Interessante sobre o exocet, qual a força que o utilizou?
      Abraços

  6. Rinaldo Nery 5 de julho de 2018 at 19:14
    Rinaldo Nery 5 de julho de 2018 at 19:35]
    Walfrido Strobel 5 de julho de 2018 at 19:26

    Cel Av e Ten(ou Cap ?) Int

    Morei nas duas cidades,

    no Rio de Janeiro sete vezes de 1984 à 2012 em:

    Madureira, Jacarepaguá, Flamengo, Barra e Recreio.

    Em Salvador duas vezes:

    Cidade baixa-Piatã-Itapuã e Flamengo bem na divisa com Ipitanga(Lauro de Freitas).

    Ainda vou a esses sítios e sinceramente:

    Somente em condomínio fechado e com militares moradores.

    Nenhuma das duas cidades e dos trajetos mencionados oferecem segurança exceto a luz do dia.

    Ambas são perigosas,

    o nordeste em geral nas capitais e proximidades são perigosas.

    Maricá está perigosa (rs), era um paraíso.

    Militar é preparado para a guerra, já escolher onde morar é outra praia.

    Evidente que o complexo de Itaguaí pesou, some-se a isso REDUC, Volta Redonda, Sepetiba,

    CSA(A.Mittal), Barra Mansa(A.Mittal) etc …..

    Haveria lógica também na BANT ou BACO – BASM ?

    Não,
    certamente se tivermos que bloquear mais ao norte ou ao sul serão utilizadas para desdobramento.

    BAGL ?

    Vão morar na Ilha ?
    A noite lá tb é …………

    BASC, (1936)

    Recomendo Recreio e região tem bons condomínios verticais e horizontais,

    de Guaratiba a Mangaratiba (Costa Verde) tem bons condomínios verticais e horizontais.

    Estradas a noite ? Nem pensar.

  7. “Dodo 5 de julho de 2018 at 19:42
    O harpoon pode ser integrado ao A4, acredito que um dos objetivos do mansup também é essa integração”

    “…………… acredito que um dos objetivos do mansup também é essa integração”

    Pode explicar melhor por favor ?

    Se entendi bem …. Mansup (?) é isso ?

    Rocket Missiles em fase de projeto-protótipo com tecnologia da década de 80 ?

    Melhor Harpoon, AM 39 ou Gabriel NG/LR

  8. Segundo a Wiki, o CATM-84D-1 que aparece na foto é um Harpoon de treinamento.
    .
    Quanto à previsão da chegada dos Harpoon ainda neste ano, ótima notícia, finalmente (36 anos após a lição das Malvinas/Falklands) teremos mísseis anti-navio em aeronave de asa fixa. Contra alvos navais não protegidos por ala aérea, é mais do que dissuasor, ainda mais quando os Caracal com Exocet estiverem operando a partir do Atlântico.

  9. Existe uma solução barata, tanto no tocante a compra quanto integração, para armar os A-4 e que poderia ser empregada contra uma extensa variedade de alvos, incluindo alvos móveis… É só não inventar moda:
    https://i.stack.imgur.com/Xklb1.jpg
    .
    Exocet ou Harpoon nessas aeronaves é rasgar dinheiro…
    .
    Os A-4 ultimamente tem sido muito utilizados em conjunto do CFN. Isso é o que deveriam continuar fazendo.

  10. Seriam detectados pelo E-2 Hawkeye à 250km, a patrulha rumaria imediatamente em direção aos vetores atacantes, e ai meu chapa, o vespeiro ia ferver…

  11. As vezes é complicado entender a lógica de alguns…

    Quando não tem, reclama que não tem…

    Quando compra, reclama que já deveria ter comprado…

    Vai entender…

    • Amigo, não se preocupe, essa é a tônica por aqui, mesmo diante de notícias absolutamente positivas e boas, você sempre vai encontrar vários comentários na linha do “Nada Presta”. É algo impressionante, mas é real, qualquer coisa, mesmo sendo algo louvável, sempre vai aparecer alguns buscando algo negativo, mesmo quando não há, sempre vão cavucar, os exemplos são muitos.
      Veja o caso do A-140 Atlântico, só para dar um exemplo mais recente, rapaz, imagina se o Chile ou a Colômbia tivessem comprado esse navio, nos mesmos moldes que o Brasil comprou, exatamente igual, você só iria achar elogios, e sempre estratosféricos, claro, acompanhados de pauleira contra o Brasil e a Marinha, mas como foi o Brasil que comprou, para muitos, já sabemos como funciona.
      Sem querer me alongar, vou dar um exemplo, ontem alguém postou uma série de perguntas sobre o que a Embraer fabrica ou não, como componentes para seus aviões, claro, era na linha do “Nada Presta”, ainda ressaltou que a resposta deveria ser “sem ideologia”, ocorre que tudo o que ele estava perguntando se a Embraer fabricava ou não para seus aviões, tanto e Boeing como a Airbus também não fabricam, e devem comprar dos mesmo fabricantes que fornece para a Embraer.
      Havia ainda entre os “itens”, trem de pouso e assentos, o detalhe é que a Embraer fabrica essas partes, e a Boeing e Airbus, ao que tudo indica, prefere comprar de empresas especializadas.
      Então é isso amigo, essa é a tônica…. sempre buscam o lado negativo em tudo, mesmo quando é difícil de achar.

  12. Olá senhores! Como ficou resolvida a questão das asas do P-3? Pelo que ando lendo acho que a maioria dos Orion(s) estão “groudeados” (espero que não) em função da crônica fadiga estrutural. Lembro que certa vez postei a necessidade de especialistas em solda assim que soube da aquisição do P-3! Voei muito de Electra na ponte área e era notável as barras soldadas na fuselagem! Senhores Fabianos como está à questão da patrulha marítima aérea para a MB? Acredito que isso foi somente para manter a proficiência e cumprir o contrato de aquisição dos misseis, mas acho muito difícil a continuidade do Orion na FAB!

    • Exite a questão de reforma nas células do P-3AM, que alguns acham caro demais de fazer. Mas qual é a opção? As duas aeronaves novas disponíveis atualmente são o Boeing P-8 e o Kawasaki P-1.

      Ambos custariam fácil 200/250 milhões de dólares por unidade, num pacote que inclui-se manutenção, treinamento, peças sobressalentes e suprimentos/armamentos. Se brincar, a reforma estrutural de toda a frota de Orion da FAB sairia mais barata que a compra de uma única unidade de um dos modelos acima. Mas estaríamos apenas prolongando a vida útil de uma célula antiga, talvez por 15/20 anos no máximo.

      Outra opção seria fazer um “downgrade” e optar por uma classe de patrulheiros mais em conta, como o C-295 de patrulha naval o “P-99” baseado no EMB-145. O Coronel Nery já disse que a FAB estuda o uso de ARPs na patrulha naval, o que poderia permitir um patrulheiro de menor porte permanecer em terra, de alerta, até que os ARPs achassem algum alvo de valor que merecesse ser investigado e, se for o caso, engajado com armamento.

  13. O Pedro tocou um ponto sensível: se as asas do P-3AM já apresentam fatiga estrutural, como suportarão mais esforços com o peso extra do mísseis no cabides sub-alares?

  14. Pedro e Adriano

    Em 2015 a FAB já havia detectado a necessidade de troca de asas dos seus P-3.

    Neste mesmo ano a FAB iria abrir licitação internacional para revitalização estrutural de nove aeronaves de patrulha marítima P-3 Orion. Os participantes seriam a Embraer Defesa & Segurança, a europeia Airbus Defence & Space e a americana Lockheed Martin, fabricante original dos aviões.

    A revitalização previa a compra de novas asas para os aviões.

    Lembro que neste mesmo ano a Lockheed retomou, nos Estados Unidos, a produção das asas do P-3 para atender programas de revitalização das frotas do Canadá e Chile. A troca das asas do P-3 deve dar uma sobrevida de aproximadamente 15 anos para a aeronave.

    Em 2015 não existiam planos de projetar uma aeronave própria de patrulha marítima.

    A expectativa da FAB era que a revitalização seria iniciada no ano de 2016 com a compra de asas novas. Os reparos, seriam realizados durante as inspeções programadas de acordo com o calendário de manutenção da frota previsto para cada aeronave.

    Em suma, eu sinceramente não sei se foi levado a diante a troca das asas.

    Lembro que em 2016 ocorreu o primeiro lançamento de torpedo MK-46 pelo P-3 Orion.

    Os P-3AM a FAB possuem 18 pontos de armamento, sendo dez nas asas e oito no interior do bomb bay, podendo ser carregada com até 10.712 quilos de itens bélicos, em diversas configurações, sejam elas com bombas, torpedos, mísseis e minas.

  15. Na hipótese dos P-3 operarem apenas até o final da próxima década, seria plausível supor que a FAB tenha em mente um substituto? E qual seria? O P-8 Poseidon?

    • Provavelmente o E-190E2, como tanques de combustível interno, aumentaria muito sua autonomia, seria uma espécie de mini P-8.
      Quem sabe essa parceria com a Boeing possa ser útil no fornecimento de Know-how para uma versão assim, acho que poderia até ser pensado para exportação, para quem não tem tanto dinheiro para comprar um P-8, um E-190E2 poderia ser acessível, com a própria Boeing fazendo lobby.

    • José Luiz, há rumores de que a FAB ofereceu a aviação de patrulha para a MB, mas ela declinou. Na minha opinião a aviação de patrulha marítima é vocação de marinhas, e a MB deveria extinguir o esquadrão VF-1 e aceitar a proposta da FAB.

  16. A EMBRAER brasileira já deveria estar aprontando um avião para a Marinha do Brasil, em substituição a estes P 3 que estiveram anos em modernização na Espanha e agora estar com suas Asas condenadas ! Observação : devem ser substituídos por um projeto brasileiro , da EMBRAER e não compra-los ou até receber algum , com a canversa de doação , etc e vir diretos para a MB !

    • Meu amigo, com essa pataquada desse negócio Boeing-Embraer, com a primeira detendo 80% dos projetos de aviões comerciais, dificilmente a Boeing deixará surgir um concorrente em pé de igualdade operacional, custando bem menos, do que P-8.

      • A EMBRAER continuará , infelizmente esta terceira empresa com a Conversa de Parceria 80%X20%somente conosco , então a EMBRAER pode como já fez anteriormente colocar um de seus projetos para a Patrulha e Combate de Superfície e Antisubmarino !!

    • Não vale a pena investir em um projeto de patrulha nacional para vender meia dúzia de aviões.
      Isso só sai se o Brasil pagar todo o desenvolvimento, aí fica mais barato substituir os P-3AM por P-8.

  17. Bosco, você é o cara.
    Você responde dúvidas minhas que venho fazendo a tempos e ninguém responde.
    Você saberia me dizer se existe alguma forma de identificação da localização do alvo através de satélite e que caças possam usar isso para engajar alvos ?

    • ECosta,
      Os satélites são muito utilizados na guerra naval na função de ELINT, onde eles podem detectar a emissão de radiação EM dos radares e sistemas de comunicação de um navio ou de uma frota e estimar a sua localização por triangulação. Esses satélites especializados em ELINT se movem com 3 “juntos” ao mesmo tempo de modo a fazerem a triangulação.
      Esse método permite que um navio ou uma frota seja “localizada” mas não é por si só capaz de adquirir o alvo ou implementar uma solução de tiro para mísseis antinavios. Pra isso é preciso o concurso de meios tradicionais, como o avião patrulha, etc.
      O “problema” é que os navios militares não querem ser encontrados e controlam as suas emissões para não serem localizados por qualquer meio (satélite, avião, etc). Isso dificulta serem encontrados por sistemas passivos como o que citei.
      Aí sobram os radares instalados em satélites, como os que os soviéticos tinham na década de 80. Mas que servem para encontrar navios não irradiantes no meio do marzão mas que não servem por si só para identificar os contatos e nem implementar uma solução de tiro para um avião em terra.
      Moral da história: apesar do auxílio de satélites os mísseis ainda precisam dos meios tradicionais de reconhecimento para poderem ser lançados com sucesso. E isso é tão mais verdade quanto mais rápido for o míssil.
      Os americanos estão tentando mudar esse “determinismo” rssss com um míssil furtivo lento e de grande autonomia que acha seus alvos por conta própria sem precisar ter uma designação específica. É o LRASM. O dia que os russos e chineses usarem esse conceito será mais um problema de difícil solução para a USN e ao meu ver terá um potencial mais efetivo contra um CSG.
      Outro modo de melhorar essa dependência de meios convencionais (além de utilizar um míssil/drone invisível superinteligente) é utilizar meios furtivos para implementar o reconhecimento ou o reconhecimento/ataque.
      Também os americanos estão um pouco a frente nesse conceito com o F-35, além de outros “brinquedos” , que lhes permitiriam adentrar uma zona defendida por um porta-aviões ao estilo de um CSG americana.
      Sob pena de ser repetitivo mas no meu modo de ver os EUA é que têm a melhor solução para enfrentar um CSG da USN. rsrssss
      Fazendo uma analogia, os russos e chineses têm que tentar vencer usando o Karatê, enquanto os americanos podem vencer usando o Jiu-jitsu (a arte suave). Os dois modos podem vencer mas no final quem usou a força bruta para vencer pode estar quase tão ruim quanto quem perdeu.
      Um abraço.

        • Adiantando o Bosco: não.
          Essa discussão ocorreu em comentários de matérias recentes sobre radares OTH, sugiro dar uma olhada. Outros tipos de radares / sensores específicos para direção de tiro teriam que ser utilizados, em aeronaves ou navios (diretores de tiro em terra, só dentro do horizonte radar a partir da costa)

          • Nunão,
            Mudando de assunto mas falando ainda sobre radares e reconhecimento naval, ainda há um outro ponto interessante que todo mundo dá muito valor mas que na verdade não é essa “Brastemp” toda não. São os radares em satélites. Que além de não serem comuns (há alguns poucos de varredura sintética) estão longe de serem grande problema já que como os radares OTH não são capazes de por si só fazerem o papel reservado a aviões de patrulha dedicados ou assemelhados.
            Um radar em satélite capaz de detectar navios nos oceanos é muito menos capaz que um radar num navio, em terra ou avião, por motivos óbvios, e um deles tem a ver com a potência. O “bagulho” é tão complicado que os soviéticos tiveram que usar um reator nuclear nos seus e que mesmo assim alimentava um radar com uma quantidade de energia irrisória.
            Essa deficiência dos radares os deixa muito vulneráveis às ECMs inimigas.
            Outra fragilidade diz respeito a que satélites dotados de radar precisam estar em órbita baixa, abaixo dos 400 km de altura. Isso os deixam vulneráveis também à destruição cinética caso se opte por ela. Por exemplo, aos SM-3 lançados de navios.
            E devido à sua forma, tamanho,material de que são feitos, meio em que estão inseridos, etc. , os satélites são facilmente detectados e identificados da superfície, e novamente, se tornam alvos fáceis.
            Daí até hoje não haver muito interesse em radares de reconhecimento naval baseados no espaço e o jeito é usar o velho e bom avião de reconhecimento naval.

        • BJJ,
          Complementando a resposta do Nunão, o que ajuda no caso de um radar em terra contra navios é que ele pode ser colocado no alto de uma colina ou montanha próxima à costa e portanto não está limitado à altura da antena como ocorre num radar num navio.
          Por exemplo, se um radar for instalado numa montanha com 500 metros de altura, perto da costa, um navio poderia ser detectado a mais de 100 km.
          E mesmo nesse caso há de se ter certeza que o contato é de um navio inimigo. Os meios de reconhecimento convencionais têm que ser usados e têm que ter certeza de que o contato é um alvo válido, e isso serve para qualquer radar. Principalmente em águas congestionadas como por exemplo, no Mar da China.
          Há milhares de navios no mar e os que interessam aos mísseis usam as mesmas rotas dos navios civis e fazem de tudo pra não serem detectados, que vai desde ficarem em silêncio radar, usar as frequências civis, reduzir o RCS (hoje muito comum), usar ECM, alvos falsos, rebocados, etc.
          A USN tem uma fumaça que faz com que os navios desapareçam dos radares.
          https://defence.pk/pdf/proxy.php?image=http%3A%2F%2Fdefense-update.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2014%2F06%2Fpandora_fog800.jpg&hash=8dfaa09d62300823d2edc01d7af5db1f
          Ou seja, o bagulho é muito doido. rrssss

          • Qualquer radar de órbita baixa de imageamento vai detectar qualquer navio, a não ser que haja cobertura de nuvens. E, se houver, satélites com radar de abertura sintética acharão o navio. Na Guerra das Malvinas os russos forneceram aos argentinos a posição de cada navio britânico.

          • Rinaldo,
            Achar o navio acha, mas não produz uma solução de tiro para míssil em tempo real . Fosse fácil os EUA não gastariam bilhões de dólares com 160 aeronaves de patrulha P-8 e mais uns 60 Global Hawks navais (Triton).
            Até onde eu sei os satélites de reconhecimento fotográfico ficam “estacionados” em órbita mais alta até serem requisitados para uma determinada missão e aí eles são manobrados (pode levar horas ou dias) e levados para uma órbita mais baixa possível, passando diretamente sobre as áreas que serão “fotografadas”. As imagens digitalizadas e enviadas via RF em tempo real precisam ser analisadas e é possível confirmar o tipo de navio e sua posição, mas leva-se tempo para a análise e isso não condiz com a velocidade que se requer para a solução de tiro de um míssil antinavio.
            Já satélites com radar de abertura sintética teria também que passar sobre o alvo e isso requer que haja uma coincidência do trajeto do navio com a órbita do satélite. Salvo se forem vários satélites em paralelo que farão varreduras que se complementam, mas mesmo assim não há como identificar os navios.
            *Você acha que um satélite SAR a 400 km de distância tem como identificar um porta-aviões? Em em tendo ele é capaz de mandar essa informação em tempo real para um caça ou bombardeiro armado com míssil com 700 ou 1000 km de alcance?
            Um abraço.

  18. Os P-3AM foram modernizados para se voar cerca de 15 anos, já voaram 7 anos desde a modernização, portanto para voar mais 7 não vale a pena trocar as asas, só a troca levaria uns 3 anos.
    Portanto só valeria a pena trocar as asas dentro de um projeto de estender a vida útil de todo o conjunto para se voar mais uns 15 anos após a troca.
    Para se voar só mais uns 8 anos não compensa trocar as asas, o desgaste está sendo monitorado e se algum tiver que parar vai ceder peças para manter o resto da frota nestes oito anos restantes.

      • Dizem que a FAB deve sair da Patrulha, passando a Marinha que se fosse inteligente ja estaria assumindo esta atividade agora, mas não está assumindo com medo dos custos, um erro no meu entender.
        Provavelmente a Marinha é que faça a nova aquisição de aviões de patrulha, como a Indonésia onde a Marinha devagar está assumindo a Patrulha, começou com os Casa 212 e agora ja tem 3 CN-235 MPA novos, mas não houve a transferencia de aviões da Força Aérea para a Marinha, a Marinha optou por ir comprando devagar aviões novos.

  19. Bosco.
    Eu sei que provavelmente nada pode penetrar uma Força-Tarefa da USN pelo ar, ainda mais com as novas escoltas usando o radar SPY-6.
    Mas um F-39 com sua capacidade de dispersão e velocidade pode ser mais imprevisível que um P-3 que decolará de aeroportos previamente conhecidos e que podem ser anulados pelos incursores.
    Mas mesmo assim seriam ameaçadores para as escoltas, o que já não é pouco, e teriam atrito com os caças de defesa da FT. Como em 1982.
    Apenas os subnuc teriam condições condições de atingir diretamente os porta-aviões.

  20. Custaram caro mas valem cada centavo. Representam verdadeiro poder dissuasor capaz de cortar pretensões de quase todas marinhas do mundo, salvo, quiçá, a dos EUA. Mas esta última demandaria meios para ser contida que seriam impraticáveis, logo não é, ainda que fossem inimigos, um a preocupação válida.

    Estes misseis e os sub é que são a nossa “verdadeira defesa”.

    Delfim, creio que qualquer sub, mesmo convencional, representa o maior perigo ao um porto- aviões e suas escoltas. Basta lembrar várias fotos deles pelos periscópios de sub convencionais em exercícios. Mas claro, o nuclear poderia os pegar bem mais longe da costa e fazer a perseguição.

  21. Adriano Luchiari 6 de julho de 2018 at 10:26

    O Pedro tocou um ponto sensível: se as asas do P-3AM já apresentam fatiga estrutural, como suportarão mais esforços com o peso extra do mísseis no cabides sub alares?

    Adriano, boa noite. a resposta a sua pergunta é sm,, toda carga alar, acelera a fadiga estrutural das asas, mas é provável que depois da última reunião de EMs entre “ar e mar” tenha se chegado a um denominador comum e a FAB deu sequência o processo que provavelmente vai culminar com a troca da estrutura de asas de seis células, com duas aguardando na fila do $$$$$$ até a transferência completa da patrulha/ASW para a MB.

    • Trocando a asa se ganha uma sobrevida de 15 a 20 anos após a revisão estrutural, eles merecem, pois todo “recheio” e motores foram trocados na modernização que teve as primeiras unidades entregues a sete anos , em 2016 teve a cerimônia de cinco anos da utilização dos P-3AM.
      Se existe interesse em se usar por mais estes anos vale a pena pagar a revisão estrutural com troca da asa, se só fossem utilizar por 15 anos após 2011 (2026) não valeria a pena, já estaria na hora de planejar o substituto, mas hoje nem adianta pensar na aquisição de novos aviões de patrulha, não há $$$.
      Se decidirem agora pela troca deveremos receber por volta de 2020, o que garantiria P-3AM voando até 2035/2040.

  22. Paulo Maffi 6 de julho de 2018 at 14:51
    “Será que, com essa parceria entre a Boeing e a Embraer, rolaria uns P-8 assumindo o posto dos P-3???”

    Ainda são muito caros para nós…

  23. Eu vou dar uma ideia aqui, mas acho que o Juarez vai querer me matar.
    A MB poderia pegar os Traders que comprou e transformar em avião de patrulha (radar, míssil, torpedo, etc).

    • hehehe.. ele vai querer te matar sim..
      O Trader (ou C-1) até tinha algum sentido quando a MB tinha a expectativa de continuar a operar o PA. Sem o PA, não tem mais sentido algum, fizeram uma gambiarra em um avião velho (vai ser caro manter a gambiarra e o avião velho). Este é o típico caso de receber o avião nos EUA e nem trazer para o Brasil(a multa deve ser mais caro que o avião), de lá tentar revender para alguém para diminuir um pouco da dor.
      Esta aquisição deveria render um estudo de caso.

      • Sim, eu também tentaria vendê-lo antes de pintar as cores da MB nele. Mas acho bem difícil aparecer algum interessado, mesmo vendendo pela metade do que pagamos.
        Pode ter certeza que a MB ficará com ele. Nem que seja pra ficar apenas fazendo voos de transporte de oficiais entre Rio – Itaguaí – Iperó.

  24. Senhores, ATR, C235/295 como esclarecedores são viáveis e com baixo custo operacional, mas com anv ASW Full nem que a vaca russa em sírio libanês, e um e godo.
    Sobre os Tracker e melhor não piorarmos algo que ja está ruim. Quem parou Jesus que o embale.

  25. Sim, um CSG tem todo o aparato teórico para interceptar um ataque. Só que esqueceram de dizer isso para a marinha Sueca. Eles foram participar de manobras com a USN e produziram o Kill em dois porta aviões de grande porte. Isso, com submarinos dotados de sistema AIP e de tipo bem simples (Stirling), mas, silenciosos e dotado de desmagnetização que passaram por todas as defesas e detonaram o coração da frota. Até hoje os almirantes, surpresos, estudam os dados da manobra.

  26. Estamos esquecendo o Banderulha? Só precisa de um upgrade. Motores de ST, asas mais fortes e de maior área, trem de pouso reforçado, mais combustivel, cabina extendida e avionica atualizada. Integrando MANSUP como armamento. Radar AESA e MAD na cauda. Um canhão Mauser de 27 mm. em pod central. Querem mais?

    • Os P-95BM já são uma modernização de um avião antigo, já estão na sobrevida de uma célula e não tem porque fazer qualquer alteração na sua modernização.
      Pegar um avião que foi desenvolvido como protótipo com um motor PT6 de 550 shp, depois recebeu motor de 680 shp e por fim um de 750 shp nas ultimas versões de C-95 e no P-95 e agora com a célula cansada jogar um motor PT6 de 1600 shp é loucura, não tem necessidade nem possibilidade de se fazer isso.
      O que é preciso é pensar em um substituro para o futuro, um ATR-42 MP ou CN-235 MPA desarmados de vigilancia para Belém e Canoas já está de bom tamanho, mantendo o P-3AM armado e seu substituto como um “HI” da patrulha.
      Se quiserem continuar com um avião menor ainda são fabricados o Dornier 228, O C-212 e o Twin Otter para vigilancia marítima.

    • Caro Luiz Floriano
      Bandeirante mais comprido já existe. É o Brasília.
      Acredito que seja em tudo superior ao Bandeirante.
      Mas aí entra o argumento do Walfrido Strobel. Não é mais fabricado. Os ainda existentes já devem estar no osso.
      Abraço

      • O Brasília é um turbohélice como o Bandeirante, mas não tem nada do Bandeirante, é um avião totalmente novo pressurizado que leva 30 passageiros contra os 15 a 23 do Bandeirante, que como vc disse, ambos ja sairam de linha a muitos anos.

  27. Tens razão , o mais rápido ela deve estar com a Marinha do Brasil ! Quando criaram a Aeronautica na década de 40 , copiaram da Itália onde não dava certo , fazendo com que a marinha Italiana moderníssima , ter imensas dificuldades frente um inimigo inferior , aqui ainda pioraram o ruim , praticamente entregaram tudo que voava a Aeronáutica , até Gaivotas de papel , então aconteciam incidentes, autênticas palhaçadas , como a Aeronáutica não tinha aviões para ela , mais tinha e queria manter seu monopólio !

  28. A patrulha e a missão ASW num futuro sabe Deus lá quando será cumprido por um ARP e pelo P 3 com estruturas de asas novas até caírem todos.

  29. Os ARP servem como complemento para a patrulha de custo menor e grande autonomia, não como o principal, o certo é como está fazendo a Austrália que está substituindo seus AP-3C por um mix de P-8 e MQ-4C Triton.
    Por outro lado Israel aposentou seus IAI Westwind/Seascan e substituiu pelo ARP Heron 1 (Shoval), mas aposto que daqui a pouco vão acabar comprando alguns aviões ELI-3360 maritime patrol aircraft (MPA) da ELTA Group que é um Bombardier Global 5000 convertido para patrulha fabricado desde 2015.

  30. R$ 375 milhões (em 2014, hoje a conta subiu ainda mais) para míseros 16 mísseis e 04 de manejo, enquanto industria nacional passou perrengue. Tá certo Saito, você foi Ô Comandante!!!

    Brasileiro é “enteligente” pra caramba!!!! rsrsrsrs

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