Home Engenharia Video: Saab Colaboração Real, 9º episódio – GDDN

Video: Saab Colaboração Real, 9º episódio – GDDN

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A Saab, empresa de defesa e segurança, e a Embraer Defesa & Segurança inauguraram em dezembro de 2016 o Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (Gripen Design Development Network – GDDN), em Gavião Peixoto (SP).

O GDDN é o hub de desenvolvimento tecnológico do Gripen NG no Brasil para a Saab e a Embraer, junto às empresas e instituições brasileiras parceiras: AEL Sistemas, Atech, Akaer e Força Aérea Brasileira, por meio de seu departamento de pesquisa DCTA.

O GDDN contempla o ambiente e os simuladores necessários para o desenvolvimento dos caças. Além disso, o GDDN está conectado à Saab na Suécia e aos parceiros industriais no Brasil, assegurando transferência de tecnologia e desenvolvimento eficientes.

O edifício do GDDN está localizado nas dependências da Embraer, em Gavião Peixoto (SP), onde também ficará baseado o Centro de Teste de Voos do Gripen e onde será realizada a montagem final da aeronave.

Entre 2019 e 2024, 36 caças Gripen NG serão entregues à Força Aérea Brasileira. Para cumprir o cronograma, a Saab tem uma forte parceria colaborativa com empresas brasileiras, tais como Embraer, AEL Sistemas, Akaer, Atech, Mectron, Inbra e Atmos.

Entre outubro de 2015 e 2024, mais de 350 profissionais, entre engenheiros, operadores, técnicos e pilotos das empresas parceiras da Saab e da Força Aérea Brasileira, irão à Suécia para participar de cursos e treinamentos on-the-job. Habilidades e conhecimentos estão sendo adquiridos pela indústria brasileira, possibilitando um extenso trabalho de desenvolvimento e produção do Gripen, incluindo a montagem final no Brasil.

4 COMMENTS

  1. Com o F/A-18 Hornet ou o Rafale nos jamais teríamos isso. São produtos prontos e bem maturados. Espero que ajude a desenvolver o Sea Gripen, as versões futuras (G/H Por que não? F-16 já está na V) a integração de futuros armamentos nacionais, coordenar a produção da encomenda de um novo lote além de outros projetos na aviação com a SAAB.

  2. Antonio Oliveira, realmente não compreendi sua postagem… F-18 e Rafale foram preteridos. Gripen será o caça da FAB. F-16, por mim, pode estar na versão Z que não se relaciona com a matéria acima.

    No FX-BR houve a opção pelo desenvolvimento local, como forma de agregar valor imaterial à nossa indústria, e isso F-18 e Rafale não poderiam oferecer porque já eram produtos maduros.

    Se essa é ou não a melhor opção, não poderia discutir tecnicamente com você pois não sou engenheiro aeronáutico ou tenho conhecimento dos termos e alcance dos off sets e do ToT, mas no campo acadêmico afirmo que sim. Ou é isso ou é ser ainda mais dependente de tecnologia.

    O problema do Brasil nuca foi suas escolhas em si, o problema está na absoluta falta de continuidade de tudo, inclusive dos programas militares, problema cuja raiz é política e não militar. O que seria dos programas AMX, Fragatas Niterói, submarinos IKL, etc.., se, como acontece em nações que são referência, estes projetos continuassem e tivessem evoluído para seus “descendentes”? Acredito que poderíamos ter, sem embaraços, FCN Mk2 ou Super Niterói, novos submarinos…. Capacidade há, o que não há é pensamento estratégico.

    Se o Gripen parar em 36 unidades, se o S-BR parar em 4 unidades, se as futuras Tamandaré ficarem em 4 unidades, tudo se perderá em uma década (ou menos…). Mas se, ao menos dessa vez, houver a bendita e lógica continuidade, creio que nem podemos mensurar o tamanho dos ganhos para a nação e sua indústria.

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