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Embraer perto de fechar contrato do KC-390 com Portugal

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Embraer KC-390
Embraer KC-390

A Embraer está prestes a concluir um acordo com Portugal, confirmando o país como o primeiro cliente de exportação do avião de transporte e de reabastecimento em voo KC-390.

“Estamos discutindo com o governo o contrato final”, disse Paulo Cesar Silva, presidente-executivo da companhia aérea brasileira, em um encontro de imprensa sobre o show aéreo de Farnborough, em 26 de junho, em Lisboa.

Portugal há pouco mais de um ano abriu as negociações para comprar cinco KC-390, com uma opção para um sexto, com entregas iniciadas em 2021.

Quatro nações – além do Brasil – comprometeram-se originalmente com a aeronave militar, que voou pela primeira vez em 2015. No entanto, o progresso com a Argentina, a República Tcheca e o Chile parece ter parado.

Depois dos EUA, a Embraer tem sua maior presença industrial no exterior em Portugal, com várias seções do KC-390 propulsado por motores International Aero Engines V2500 construídas em sua subsidiária Ogma – fabricante de peças de aeronaves e de manutenção militar, reparação e revisão – perto de Lisboa. A Embraer também estabeleceu uma fábrica de aeroestruturas, principalmente para os jatos executivos, em Évora.

“Portugal é um grande parceiro nosso. Estamos felizes com o relacionamento”, diz Silva.

Silva diz que a Embraer está no caminho para entregar a primeira aeronave de produção – a terceira KC-390 a ser construída – para a FAB, até o final do ano. O Brasil se comprometeu a, eventualmente, adquirir uma frota de 28 aeronaves.

A Embraer está exibindo o KC-390 no show aéreo de Farnborough deste ano, bem como no Royal International Air Tattoo em Fairford, que o precede.

FONTE: FlightGlobal

65 COMMENTS

  1. Portugal fazendo a sua parte. Já os hermanos …
    Ouvi dizer que vão propor que Portugal passe a fabricar as peças do KC 390 que hoje são feitas na Argentina, alguém tem mais informações a respeito?

  2. Depois que esses cães disseram que vão entregar a Embraer me murchou o entusiasmo… antes lia sobre o KC quase diariamente.

        • 20% da divisão civil, a parte executiva e de defesa continuam nas mãos do Brasil.
          Se a sua preocupação (legítima, diga-se de passagem) é com os dividendos para que se possa investir nas companias que ficaram, isso está sendo acordado com a Boeing.

        • Lembrando que o desenvolvimento tecnológico dos mais recentes sucessos da Embraer Aviação Comercial foram possíveis pelas capacidades adquiridas nos projetos de transferência de tecnologia. Os E-jets devem muito ao AMX, os ERJs com ao Xavante. Isso tudo é fruto do dinheiro público. Ai como ficam os projetos futuros? O aprendizado com o Gripen??? Acho uma discussão pertinente que não tá sendo feita…

  3. As peças que a Argentina deveria fabricar foram utilizadas nos dois protótipos? Foram aprovadas? Entregues no prazo acordado? Quem pagou? Nao poderiam ser fabricadas no Brasil?

  4. Não estão na negociação com a Boing x Embraer as empresas: EDS, Embraer aviação executiva, e empresas assossiadas ao grupo, como Athek, Bradar e outras, nem mesmo a Embraer, o negócio envolve a criação de uma terceira CIA, onde prioritariamente a Embraer entraria com sua divisão de jatos comerciais (E-Jet).

  5. A Embraer não agrega nada a Boeing em termos de tecnologia. Essa empresa nacional será sucateada e seus produtos fabricados na sede americana. As linhas de fabricação do Legacy e Tucano há estão em território estadunidense .Muitas estatais privatizadas tiverem suas linhas transferidos para suas matrizes. A antiga Favor,no Rio de Janeiro deixou de fábricar um combustível sólido para foguete desenvolvido as duras penas no dia seguite a venda para multinacionais americana .

    • Legacy e Super Tucano, você citou justamente dois produtos que não entrarão no negócio com a Boeing. E quanto a terem linha de produção lá, seu carro também é fabricado por uma linha de produção que não está no pais da matriz

      • Por que esse interesse todo em ver a Embraer vendida? O Brasil não ganha nada com isso.
        É uma tristeza.
        O pior é ver brasileiros apoiando isso.

    • Os engenheiros que desenvolveram esse propelente eram americanos? provavelmente não! Então o conhecimento é brasileiro. Se deixaram de fabricar é porque não presta ou já faziam igual. Quem vai determinar o sucesso na área de defesa do Brasil é a demanda interna. Se não tiver demanda, pode replicar tudo que não vai adiantar. As grandes nações vai continuar desenvolvendo os produtos delas.

  6. Sobre o negócio entre Boieng + Embraer;
    Vou fazer uma previsão e caso se concretize vou “cobrar” todas as pastagens que estejam enquadradas fora disso pelos próximos 20 anos…
    (Dos cavaleiros do apocalipse/UOL/vira latas de sempre é dos “inspicialistias”) que enchem a paciência desde a escolha do Gripen NG que não existia… “Kombi” blá blá blá… o Elefante Branco “SNBR”… e todo aquele Mimimimi!! Projetos que inclusive vão bem neh! E ai cadê eles? Kkkk

    Walter Mercado + Mãe Diná + Nostradamus “Modus ON”

    ___Após a criação da “terceira empresa” vejo a Embraer (a parte que ficar fora do negócio) concentrando esforços na Área de Defesa ainda que mantendo os jatos executivos no nível atual ou até mesmo retomar turbohélices de pequeno porte (ex Brasília) ou iniciar projetos novos de médio porte.
    A Embraer de um futuro médio será algo entre a Dassault e uma Saab… Tupiniquim! (Fé!!!)
    Com seu próprio avião de caça standart multi função (pós Gripen) e um COIN mais capaz e robusto que substituirá o ST e dominará o mercado e VANTs armados.
    Aumento da área de projetos navais, eventualmente NPO, Corvetas no estado da arte e maior envolvimento na área de submarinos.
    Talvez sistemas de defesa antiaérea de médio alcance oferecendo radares, C4I, plataformas de lançadores de mísseis em parceria com outros atores nacionais.
    E por fim na área espacial desenvolvimento pesado em satélites de diversas aplicações dominando todo o processo.
    Off

    Falando sério vejo como natural afinal ela já está envolvida nessas áreas é só questão de aumentar investimentos.

    • Concordo plenamente com o amigo sobre a possibilidade que a Embraer teria para retomar a fabricação de aeronaves turbo-hélices de passageiros. A empresa tem tudo para brigar pelo mercado e incomodar a ATR. Torço para que tomem esse caminho e o País continue a exportar aviões de passageiros para voos comerciais

  7. Tem muita gente aqui que ainda nao entendeu como vai ser o negócio Embraer x Boeing.

    Também não entendem que a Embraer é uma empresa multinacional e por conseguinte apesar de possuir linhas de montagem de aviões e/ou estruturas em outros países, é uma empresa brasileira.

    A Airbus montou uma linha de produção do A320 nos EUA para poder vender o modelo para o mercado americano, como também fez a Embraer, e nem por isso deixou de ser Européia.

    de

    Abs
    Abs

    • Mk48,

      Então já que é assim, deveriam exigir que a Boeing, ou a Airbus, abram fábricas no Brasil, para montar jatos que serão vendidos em território brasileiro.

      O Brasil deve ser tão protecionista quanto os Estados Unidos ou a Europa . Para mim o problema está, e sempre esteve, na falta de capacidade do governo brasileiro, de defender os interesses nacionais. De não possuir culhões para exigir paridade na mesa de negociações.

      E tem outra coisa: a Embraer já era. A Boeing vai dictar o que deve ou não ser projetado, produzido ou cancelado da linha de produção da sua subsidiária Embraer.

      Na minha ignorante opnião, os lucros da divisão de jatos executivos não irão contrabalançar possíveis reveses na divisão de defesa. A cereja do bôlo (regional jets) vai ficar nas mãos da Boeing. $$$$$.

      • Exato ! Tem muito inocente por esse Brasil, aliado as mãos que a Boeing deve ta molhando.. é o fim da indústria nacional de ponta. Voltemos 50 anos e vamos começar denovo dizendo q o Brazil é o país do futuro.

      • Meu caro, quem manda é a demanda. Embraer se sustenta suprindo o mercado americano. A Boeing abrir fábrica aqui para vender 100 aviões a cada 20 anos?

          • Exatamente!
            Temos muitos mesmo
            Tu algum dia já ouviu falar das leis anti-corrupcão americanas? Já viu alguma citada na lava jato?
            Desafio mesmo é um analfabeto condenado em segunda instância estar com 30% dos votos na pesquisa para presidente.

      • Prezado Tadeu Mendes.
        Em teoria, você está certo.
        Mas se o governo brasileiro fizer esta exigência e eles não atenderem, como vamos adquirir jatos do porte do B 737 e A 319 pra cima?
        Além do que, nos EUA, quem exige fabricação local é o governo para suas compras. As empresas privadas são livres para comprarem de quem elas quiserem.
        Por isso que o Trump está impondo barreiras comerciais. Mas proibir ele não pode.
        Abraços

    • Exatamente.
      O problema é que as pessoas ficam escutando tanto a ladainha da esquerda retrógrada, que acham que tem de produzir tudo aqui para ter empregos. Só que se não conseguir vender lá, produzindo lá, perdemos empregos aqui dos projetistas, engenheiros, desenhistas……..
      Que planejam os produtos.

  8. A meu ver a EDS só existe por causa da economia de escala promovida pela linha comercial da embraer. A EDS nao ira sobreviver se seu novo acionista nao disponibilizar seus novos departamentos tecnicos recem adquiridos. O KC me parece um aborto em andamento. Sera desmantelado em pro de algum novo projeto…Somente com esses poiucos projetos em andamento nao sera possivel manter a existencia do setor de defesa…economia de escala do ponto de vista da utilizaçao de toda a expertise antes 100% a disposiçao..essa é minha opiniao. Bye Bye Brazil, o sistema politico/ideologico vigente esta a fechar um ciclo, começado em 1985…

    • O que mais me preocupa, para além da receita (ponto crucial, diga-se de passagem), é a perda de engenheiros para a Boeing, o que inevitavelmente afetaria muito negativamente o que restar da Embraer por aqui.

  9. Argies, Tchecos e Portugas tem obrigação de comprar, cinco unidades cada.

    Suécia tem que amarrar no 2° lote dos F 39, suspeito que será de 12/14 unidades dos Gripen.

    3/4 unidades de KC.

  10. Algumas das grandes economias do mundo tem no setor de de aviação um dos carros chefes no setor de exportação, e não abrem não disso. Lutam ferozmente pelas suas empresas e pelos seus mercados. E um setor multiplicativo.

    As exportações principais do Estados Unidos são Aviões, helicópteros, e / ou espacial ($59,2 Bilhões)
    https://atlas.media.mit.edu/pt/profile/country/usa/

    As exportações principais da França são Aviões, helicópteros, e / ou espacial ($49,1 Bilhões)
    https://atlas.media.mit.edu/pt/profile/country/fra/

    As exportações principais da Alemanha são Carros ($154 Bilhões), Peças de veículos ($58,1 Bilhões), Medicamentos embalados ($50,5 Bilhões), Aviões, helicópteros, e / ou espacial ($34,1 Bilhões)
    https://atlas.media.mit.edu/pt/profile/country/deu/

    O Brasil na contramão parece não se importar. Está vendendo o que não estava a venda. A migração da produção e da parte sensível da mão obra ultra especializada já foi sinalizada. E as próximas gerações de engenheiros talentosos, produziram oque e aonde?

    O Brasil não tem projeto geopolítico compatível com seu tamanho. Sonha em ser a Austrália dos EUA. Se garantisse o mesmo patrão de vida porque não? Mas no melhor de seus devaneios, será o México! E nada mais! Até o tratamento é o mesmíssimo, com direito a criancinhas presas em jaulas em Campos de concentração modernos.
    Seja um sucesso KC! Mesmo estampando sua nova grife no futuro inevitável, nós lembraremos para onde caminhavamos e o que se foi feito no Brasil. Sobrará o Fazendao com um pé atolado irremediavelmente na República Velha.

    • A Alemanha deixou a Dornier falir sem dó, chegaram a conclusão de que não valia a pena investir recursos do contribuinte em uma empresa privada deficitária, e olhe que os aviões eram bons o protótipo do Do728 que concorreria com os E-jets já estava pronto e o Do228 é fabricado até hoje pela HAL e RUAG.
      A Holanda deixou a Fokker falir, na verdade não existe tanto protecionismo assim as empresas fabricantes.

      • Pode ate ser. O fato é que a EMBRAER não estava a venda e não me parece ser o caso de Airbus, Boeing, Lockheed Martin, Dassault e Saab por exemplo. Duvido muito que uma oferta chinesa levaria Boeing, seja ela qual fosse. Mas neste caso Inês é morta. Como bem disse o amigo Camargoer, “EMBRAERA”.

    • Comentário desvirtuado!
      A Europa e os EUA desenvolvem tecnologia em todas as áreas; de aviônicos, motores e subsistemas. A Embraer também é responsável por essas exportações pois compra grande parte da tecnologia dos seus aviões de lá.
      Com relação às crianças presas, os EUA estão aplicando a lei. Ninguém obrigou os brasileiros a furar a fronteira clandestinamente.

      • Interessante! Essa lei mandou colocar criancinhas em jaulas? Que fossem separadas dos pais? Mandou que elas fossem sedadas para que ficassem “tranquilas”? Em Nuremberg muitos disseram: Era a lei! Nem que seja por compaixão para com seu compatriota, deria engroçar o coro para no mínimo um tratamento digno. Eu teria vergonha de ser tão simplista!

  11. Caramba, quero ver o bichão no Royal International Air Tatto!!!

    Sabia que um dia ele apareceria por lá, agora é só aguardar os vídeos com as chegadas e partidas!!!

    Este ano o tema será: Os 100 Anos da RAF.

    • Se a Argentina entregar seus componentes em dia e na especificação encomendada, fez sua parte.
      Até aqui não houve nenhuma reclamação por parte da Embraer.

      • Nunca duvidei que eles cumpririam a sua parte em relação a fabricação das partes. Para eles, foi otimo que a sua indústria aeronáutica falida tivesse algo para fazer. Porem, eles se comprometeram a adquirir o Kc-390, algo que eu sempre duvidei que fariam e que está se tornando realidade.

  12. Gostaria de saber o real impacto financeiro no Brasil da venda de 150 ou 300 ST para os EUA pois aqui muito especulasse sobre vantagens e desvantagens do negócio mas de concreto nada. Claro que ninguém vai saber na ponta do lápis, mas alguma conta ja deve existir. Chuto em 15% a entrada de capital livre, mas é só chute. Juntando isso com propaganda gratuita do KC na Europa por pelos portugueses vejo uma sobrevida grande da EDS, mas quem sou eu pra achar tanta coisa.. Graças ao perfil descobridor de lacunas no mercado é que a EMBRAER projetou o tucano e o KC. Quem sabe não está a caminho alguma novidade no mercado?

    • O impacto para a Embraer e seus acionistas é bom, mas para o Brasil é coisa pequena que não mudaria em nada nossa economia.

  13. “Tadeu Mendes 28 de junho de 2018 at 1:40 Mk48, O Brasil deve ser tão protecionista quanto os Estados Unidos ou a Europa”.
    Falta-nos bala na agulha pra isso, o mundo é para quem pode e não para quem quer!!!

  14. Compartilho da frustração da maioria com relação à venda da divisão de aviação comercial da Embraer (eu sei que tecnicamente será criada uma empresa com participação majoritária da Boeing, mas vamos simplificar). Mas não concordo que é uma sentença de morte para a EDS. A divisão de aviação executiva da Embraer tem um potencial enorme. Lembrem-se que a Cessna e a Gulfstream vivem praticamente das vendas desse segmento e a EDS pode sobreviver assim também. Além disdo, a Embraer se tornou o que é pela sua própria competência em buscar novos nichos de mercado. Ela certamente não desaprendeu. É óbvio que o futuro é desafiador, mas prefiro ver o copo meio cheio, mesmo porque chorar não adianta

  15. A nossa classe política é egressa daqueles mesmos brasileiros que vão à Rússia gritar ¨bu…. rosa¨. E vocês esperam que eles tenham um projeto de País? Estão de brincadeira… Pediram demais. Quem fez a EMBRAER (e todo o complexo aeroespacial) foi a FAB.

    • Rinaldo, tenho profundo respeito do que o Sr. posta, mas gostaria de complementar.
      Claro, a FAB (diria o Estado) tem uma boa parcela, desde o ITA que formou uma boa parte da massa cinzenta da EMB além de programas como o Xavante, Bandeirantes no início da empresa passando pelo Tucano AMX, ST e chegando ao KC. Estes aviões de uma forma ou outra ajudaram a manter a EMB e impulsionar novas tecnologias. Sem a FAB a EMB não seria viável.
      Mas a EMB é muito maior do que isto, se os aviões a reação tiveram um empurrão do AMX, creio que os aviões regionais foram desenvolvidos com parcerias de risco com fornecedores, ou seja, o pessoal da empresa, desde tecnicos, engenheiros, alta direção além do time de MKT, conseguiram costurar parcerias e vender esta nova linha de aviões. Existe um terceiro fator, a EMB ter sido colocado no mercado, ajudou na capitalização da empresa, sem esta capitalização a EMB também não seria o que a empresa é hoje.
      Muita gente reclama sobre a compra da Embraer mas tende a “esquecer” que a empresa não é de brasileiros e sim dos acionistas e quem sem estes acionistas, a empresa não seria hoje o que é. Na minha opinião, o GF pode e deve utilizar o golden share para manter a experdise e os empregos no pais se não na totalidade (coisa dificil) mas uma boa parte.

  16. Voltando ao tema do tópico.
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    PT vai comprar sim. Afinal o elo com o BR é histórico.
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    Dos argies milongueiros não espere-se nada. Checos são incógnita.
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    Sim, perto do KC-390 o C-130 é ultrapassado, mas a LM não vai entregar assim. Vão jogar pesado.
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    Colocar o 390 num acordo com a Boeing não é ruim. Vender 50 sem a Boeing é pior que vender 500 com ela. A Embraer quando iniciou o projeto calculou um mercado de 700.

  17. Quem colocou os argentinos metidos no KC-390 não foi a Embraer, foi o governo da época. Hoje são um fardo a ser carregado que nada acrescentam ao programa, muito pelo contrário, são uma força de arrasto e um problema potencial a ser equacionado.
    Argentino não cumpre contrato ou palavra, não são confiáveis e estão sendo procurando chifre em cabeça de cavalo.
    Nunca vão comprar este avião e ainda falam mal do programa.
    Enorme erro estarem neste projeto.

  18. A Embraer procurou aumentar o número de países participantes do projeto para aumentar o potencial de vendas. Eles escolheram países relevantes como República Tcheca e Argentina, provavelmente porque foram os que se interessaram em participar desse projeto. Portugal entrou porque a Embraer já tinha participação em empresas portuguesas e viu uma oportunidade de ampliar sua presença no mercado europeu.

    Quanto a cumprir contratos, não existe nenhuma obrigação da Argentina comprar o KC-390, apenas de fornecer as peças combinadas, nos prazos, preços e especificações combinados o que, ao que parece, tem sido cumpirdo.

    Além do mais, porque a argentina é um “fardo a ser carregado” ou um “problema a ser equacionado”? Você pode elaborar mais essas afirmativas?

  19. “Tadeu Mendes 28 de junho de 2018 at 1:40 Mk48, O Brasil deve ser tão protecionista quanto os Estados Unidos ou a Europa”.

    Como se o Brasil já não fosse um dos países mais protecionistas do mundo! Impostos de importação altíssimos, cotas para produtos nacionais (muitos de má qualidade), burocracia excessiva…

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