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Comandante da Força Aérea Indiana: Rafales começam a chegar em setembro de 2019

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Dassault Rafale
Dassault Rafale

Em abril, a Força Aérea Indiana (IAF) realizou os maiores jogos de guerra nas últimas três décadas, reunindo mais de 1.100 aeronaves. O exercício, chamado Gagan Shakti, foi usado para testar a prontidão de combate da IAF para uma guerra curta e intensa.

Isso impulsionou a confiança da Força Aérea, especialmente no que diz respeito a uma guerra de duas frentes. Na reunião semestral dos principais comandantes da IAF realizada em 31 de maio, a ministra da Defesa, Nirmala Sitharaman, elogiou a força pela realização de um exercício tão importante sem falhas. Ela disse que o foco do exercício foi extrair lições para a evolução do ciclo doutrinário da IAF.

O homem que estava encarregado do exercício foi o Air Chief Marshal B.S. Dhanoa. Em uma entrevista exclusiva à THE WEEK, ele disse que o exercício demonstrou a capacidade da IAF de atingir e sustentar uma manutenção muito alta de aeronaves e sistemas.

Dhanoa, no entanto, expressou preocupação com o esgotamento da força de combate da IAF, e disse que a força só atingiria capacidade desejada até 2032. Atualmente, a IAF tem 31 esquadrões de caça, mas precisa de pelo menos 42 esquadrões para lutar em uma guerra de frente dupla. Em comparação, o Paquistão tem 25 esquadrões de combate, enquanto a China tem 60.

Dhanoa defendeu o acordo com o Rafale dizendo que não havia “superfaturamento” e que o governo negociou um bom contrato. Ele disse que a entrega dos jatos Rafale estava progredindo conforme o planejado e espera-se que eles sejam introduzidos na IAF entre 2019 e 2022.

Air Chief Marshal B.S. Dhanoa é Chief of Air Staff da Força Aérea Indiana
Air Chief Marshal B.S. Dhanoa, comandante da Força Aérea Indiana

Trechos da entrevista:

Como foi a experiência da IAF com o exercício Gagan Shakti?

Foi um dos maiores exercícios realizados pela IAF, considerando a escala de utilização de ativos e participação de pessoal. A IAF alcançou mais do que seus objetivos estabelecidos para o exercício. O objetivo era testar nossa coordenação em tempo real, desdobramento e emprego do poder aéreo em um curto e intenso cenário de batalha. O vigor logístico, a logística operacional, o gerenciamento da cadeia de suprimentos, a prontidão operacional e o sustento prolongado de operações de alta velocidade foram testados.

Quais são as lições aprendidas com o exercício?

A IAF demonstrou sua capacidade de alcançar e sustentar uma manutenção muito alta de aeronaves e sistemas. Durante o exercício, a IAF realizou missões em todos os espectros de operações de voo. Realizamos o exercício em estreita coordenação com o Exército e a Marinha. A capacidade de conduzir operações especiais por frotas de transporte e helicópteros, como o início em larga escala, a transferência de tropas entre vales e a utilização de áreas de pouso avançadas, foi praticada para o fornecimento de força de combate, no menor tempo possível. A IAF também demonstrou o alcance aprimorado das plataformas de combate no domínio marítimo, enquanto opera a partir de bases no sul da Índia. Nós aprendemos lições valiosas nessas esferas e tem havido muitas conclusões deste exercício que serão incorporadas em prioridade.

Tejas, Su-30 e Jaguar da Força Aérea Indiana
Tejas, Su-30 e Jaguar da Força Aérea Indiana

O relatório dos árbitros indicados para julgar o exercício foi finalizado?

A análise crítica do exercício está em andamento para destacar as áreas de preocupação e sugerir medidas para melhorar nosso potencial de combate. A melhoria da eficiência operacional é um processo contínuo. Este exercício trouxe muitos aspectos importantes das operações, o que ajudaria a aprimorar ainda mais o potencial de combate da IAF.

Como você reage aos escassos esquadrões de combate da IAF?

A IAF é a guardiã dos céus indianos. Estamos prontos 24×7 para responder a qualquer situação hostil, com nossos recursos disponíveis. No que diz respeito à diminuição da força dos esquadrões de caça, está sendo dada a devida ênfase. Estamos atualizando as aeronaves MiG-29, Jaguar e Mirage 2000 de maneira faseada, como parte do gerenciamento da obsolescência. A introdução de 36 aeronaves Rafale começará em setembro de 2019 e aumentará significativamente nossa capacidade operacional. A incorporação das aeronaves Su-30 MKI remanescentes (do total de 272 unidades) da Hindustan Aeronautics Limited será concluída em 2020. A introdução das 40 aeronaves de combate leve (LCA) autóctones está também em andamento. Além disso, o RFP (Request for Proposal) para a aquisição de 83 LCA Mk1A foi emitido em dezembro passado.

Quando é que a IAF espera alcançar a força de combate necessária?

O próximo passo seria o projeto e desenvolvimento do LCA Mk2, que foi renomeado como caça de peso médio (MWF). Além disso, o RFI (Request for Information) para 110 novos caças foi emitido em 6 de abril de 2018. Se todas as incorporações ocorrerem conforme planejado, a IAF deverá atingir sua força autorizada de esquadrões de combate até o final do 15º Plano (2032).

Você espera a entrega dos jatos Rafale no prazo?

Todas as atividades relacionadas à incorporação das 36 aeronaves Rafale estão progredindo conforme o planejado. A entrega começará em setembro de 2019 e estará concluída em abril de 2022.

A IAF está preparada para uma guerra de duas frentes?

A IAF é capaz de enfrentar todos os desafios que nosso país provavelmente enfrentará.

FONTE: The Week

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Marcos
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Marcos

2016 36 Caças em 2022
2013 36 Caças em 2024

🙂

Fernando "Nunão" De Martini
Editor

Marcos, se entendi bem seu comentário, você está fazendo uma comparação entre contrato e entregas de 36 caças Rafale para a Índia e de 36 caças Gripen para o Brasil. É isso? Se for, o ano de 2013 está errado no caso do Brasil, pois é o ano do anúncio da seleção do vencedor do F-X2. O contrato só entrou em vigor em 2015. Já para a Índia, o anúncio do Rafale como vencedor do MMRCA para 126 caças foi em 2012, mas as negociações travaram e veio o anúncio de compra de prateleira de apenas 36 em 2015, mas… Read more »

EduardoSP
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EduardoSP

Acrescentando a diferença entre uma compra de prateleira, com os aviões vindo direto da linha de produção na França, e uma compra de um produto em desenvolvimento com uma versão exclusiva para o Brasil (biplace).

Marcos10
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Marcos10

De fato não dá para comparar um processo com o outro. Mas entendo a colocação dele. Mas aí seria necessário voltarmos lá em 2003. Esse programa, seja FX ou FX2, levou uma eternidade.

Júlio Buzoli
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Júlio Buzoli

Tendo em vista que é uma compra de prateleira de um sistema cuja linha de produção já está funcionando “full power”, a entrega dos Rafales indianos me parece até mais lenta do que sua comparação com a opção do Brasil pelo PROGRAMA Gripen, do qual o país participa do desenvolvimento da aeronave e da cadeia de produção. Mas enfim… Cada vê o que quer, não é mesmo?…

Antonio
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Antonio

‘Otimismo’ acima de tudo. Encarar uma guerra em duas frentes? A Índia? Só se for contra Bangladesh e Nepal.

Leonardo M.
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Leonardo M.

Países ao lado como Ira, Paquistão, China, Afeganistão…só países pacíficos.

Ivanmc
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Ivanmc

Os hindus vão ter que pedir bênção para utilizar o míssil escalp e o software para o seu Le-jaquê. Acho que estou gostando da idea do Gripen ao invés do Mirajão chipado.

Wellington Góes
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Wellington Góes

kkkkkkkkkkkkkkkk

Tá de sacanagem?!?! Dos finalistas do F-X2, a ordem dos mais “chipados” são: 1 – Super Honet; 2 – Gripen E/F; 3 – Rafale.

Os hindus não precisam do Scalp.

Ivanmc
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Ivanmc

Isso é você que diz. O NG será mais barato pelo menos, e poderemos fabricar. Chipado por chipado qualquer coisa é melhor que essa traquitana bilionária francesa.

Wellington Góes
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Wellington Góes

Tu está muito brincalhão. rsrsrs

Defensor da Liberdade
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Defensor da Liberdade

Se existisse rebimboca da parafuseta, o F-18 também teria chip nela.

Marcos10
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Marcos10

“A IAF é a guardiã dos céus indianos. Estamos prontos 24×7 para responder a qualquer situação hostil, com nossos recursos disponíveis.”
– Não entendi os 24×7!

Marcos
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Marcos

24 horas, 7 dias por semana

nonato
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nonato

Conseguir administrar uma guerra com 1.100 aeronaves.
Muitas delas são aviões de transporte.
É muito complicado.
Uma guerra curta e intensa…
A cada minuto o cenário muda…
O que se planejou ontem pode não ser valido hoje.
Os sistemas de comunicação podem estar bloqueados…
Não acho que uma guerra moderna se daria dessa forma, com invasão em grande escala.
Bastam alguns mísseis balísticos e de cruzeiro.
Destrói algumas bases aéreas em poucos minutos.
O foco deve ser na proteção contra esses ataques por mísseis.
Me parece que os sistemas israelenses são muito bons.

nonato
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nonato

Essas fabricantes de caças não gostam de ganhar dinheiro.
Se fosse eu entregaria tudo em no máximo seis meses.
A Índia não pode ficar esperando cinco anos contando com a boa vontade da China…

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

De que adianta ativar uma grande linha de produção rápida em tempos de paz?
Isso gera uma grande estrutura que depois da entrega ficaria ociosa com altos custos, por isso só em tempo de guerra prolongada como a II Guerra ou no auge da Guerra Fria valeu a pena ativar estas grandes kinhas de produção.

nonato
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nonato

Tem que usar a inteligência. Não precisa passar dois anos para construir uma cauda de avião. Ou uma asa. Esse processo é ou deveria ser rápido. Na minha humilde opinião, esse tipo de produção de aeronaves militares deveria se dar em grandes galpões com estrutura modular. Isto é, você não tem que montar uma grande estrutura cara. Você monta um galpão. Tanto faz colocar um, dois ou vinte aviões por vez. No caso do gripen, a Akaer projetou cauda, caixão de asas, etc. Por acaso a produção é artesanal? Precisa passar seis meses produzindo um simples cone de cauda? Em… Read more »

Humberto
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Humberto

Nonato, o tempo de construção (ou montagem) é definido pela sequencia e tempos de entrega dos módulos, ou seja, não adianta voce receber e montar a carcaça em 6 meses se o motor, avionicos ou o radar demora 2 anos para chegar (temos que lembrar que grande parte do avião depende de fornecedores). É o famoso, um bebe demora (em média) 9 meses para nascer, mas não adianta ter 9 mulheres para ter o bebe em um mes. NENHUMA empresa vai aumentar o seu parque construtivo se o retorno financeiro não existir, se o mercado comprador, mal consegue absorver 20… Read more »

Camargoer
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Camargoer

Olá Colega. Desde a década de 80, com a introdução das técnicas de just-in-time pela industria automobilística japonesa, e agora com a consolidação dos conceitos de industria 4.0, as produção industrial está avançando na direção da fabricação sob demanda. A ideia é criar processos de produção flexíveis tanto para a escala quando para o produto. Ao aumentar a automatização e a complexidade dos sistemas de produção, o ganho de produtividade por escala se torna marginal. Ainda estamos longe disso, mas acho que o caminho é esse mesmo. O ideal é ter o conhecimento e a infraestrutura para fazer um por… Read more »

Humberto
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Humberto

Olá Camargoer, Um processo como Just-in-time funciona em processo de alta escala onde as peças são recebidas para o uso quase imediato, por exemplo voce recebe 300 baterias por dia para a linha de montagem de um carro. Temos que lembrar que produto parado no estoque é dinheiro (pode ser do fornecedor ou de quem compra) parado, isto sem contar a necessidade de ter um local para armazenar tudo. Uma coisa é ter uma linha que produz 20 carros por hora outra muito diferente é uma linha que produz 20 caças por ano. Se no primeiro a automação é imprescindível,… Read more »

_RR_
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_RR_

nonato, Fabricar uma aeronave não é algo simples… Pelos dias de hoje, requer um expertise verdadeiramente singular. É necessário deter uma mão de obra extremamente bem qualificada, maquinário especializado e instalações verdadeiramente apropriadas para se lidar com a fabricação de sistemas que são absolutamente sensíveis. Não é como na Segunda Guerra Mundial, quando tudo era mecânico e elétrico, se tinha motores a pistão e instrumentos analógicos, com construção baseada em técnicas elementares na maioria das vezes, e uma linha era capaz de soltar dezenas de aeronaves novas por dia. Uma aeronave de caça moderna é extremamente complexa, e entre a… Read more »

Leonardo Araújo
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Leonardo Araújo

Não sabia que a pastelaria do Nakatomy estava fabricando caças.

Sérgio Luís
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Sérgio Luís

Eu não muito sentido nessa quantidade e variedade de caças, pois se houver algum conflito entre Paquistão, China e Índia. Será um conflito nuclear em poucos dias e não vejo como essas aeronaves poderão ajudar!

MGNVS
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MGNVS

Sérgio Luís 16 de junho de 2018 at 17:49

Falou tudo Sergio.
Seria uma hecatombe nuclear, uma tragedia humanitaria de bilhoes de habitantes.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Boa sorte, vão precisar.

MGNVS
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MGNVS

Guerra em duas frentes?
Alii teria uma guerra em varias frentes:
India x (Kashemir) x Pakistan
India x (Kashemir) x China
Pakistan x (Kashemir) xChina
China x Tibet
Bangladesh (apoiado pelo Pakistan) x India

Todo mundo contra todo mundo, isso sem contar outros cenarios:
China x Taiwan
China x Philipnes
China x Vietnan

E isso contando q a Russia,o Iran e o Afeghanistan ficassem quietinhos na deles sem se envolverem.

A tragedia humanitaria envolveria bilhoes de pessoas e nem foi citada ainda a probabilidade de guerra nuclear.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Uma vez numa apresentação de Karatê Sho-To-Kan um novato me perguntou:
“Porquê os faixas pretas não se enfrentam ?”
Respondi:
Porque eles fazem apenas apresentações da arte e dos seus domínios.

Isso faz tempo, a regra vale até hoje e é respeitada há mais de século.

Humberto
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Humberto

Desculpa Carlos, não entendi. Certo, faixa preta não se enfrentam, na realidade ninguém deveria se enfrentar pois no Kumite o objetivo não é a vitória e sim o processo de aprendizagem, não se aprende nada se o objetivo é ganhar pontos. O verdadeiro vencedor é aquele que aprendeu algo e não necessariamente quem venceu o desafio, quem não aprendeu isto, aprendeu somente os golpes e não a filosofia do carate (coisa muito normal hoje em dia). A faixa é uma representação da caminhada pelo aprimoramento técnico, físico e moral (alguns dizem filosóficos). Um faixa preta tem muito o que aprender… Read more »

nonato
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nonato

Talvez 2 faixas pretas não se enfrentam porque um vai perder e o faixa-preta não quer passar vergonha.

André
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André
Marcos10
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Marcos10

Quando era pequeno vi uma esfera dessas voando a baixíssima velocidade e altura: branca como a Lua. Derrubou toda a eletricidade da cidade. E junto seguia uma névoa. É como se o objeto emitisse uma vibração, fazendo com que as moléculas de água na atmosfera condensassem.
Bizarro!!!

André
Visitante
André

Tipo quando um avião voa e deixa aquele rastro de condensação?

Mas que bela coincidência heim, bem na hora acabou a luz.

Ivan BC
Visitante
Ivan BC

Pessoal, esse senhor Air Chief Marshal B.S. Dhanoa, comandante da Força Aérea Indiana, tem a cara do Kiko do Chaves nesse episódio: Frederico – Pai do Kiko (digitem no google ou YouTube).

Victor Moraes
Visitante
Victor Moraes

Extremamente útil teu comentário…

Alexandre
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Alexandre

So 36?…eu teria levado uns 5 lotes desses,com esse tanto de país amavrk ao redor,não arriscaria

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Alexandre Galante,
Como se chamava aquele vendedor de porta em porta que se tornou presidente norte americano!?!? Ahh me lembrei Harry Truman!!!
Quem poderia imaginar que um vendedor externo, andarilho de mala na mão iria jogar duas bombas nucleares em cidades!?! (civis como maioria)
Amigo ” Tudo na vida é relativo” !! Dizia Albert Einstein

Adriano RA
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Adriano RA

Cá por mim acredito que só a Índia poderia ser o peso a equilibrar a balança no sentido de conter a expansão militar chinesa, mas estão claramente ficando pra trás. Os EUA falham tremendamente em não priorizar já uma aliança estratégica com a Índia… fazendo as concessões que forem necessárias.
A Índia também erra em não perceber que sozinha (ou mesmo com a Rússia) não poderá encarar o brutal avanço chines.

Vinicius
Visitante
Vinicius

A Rússia está preocupada com o Oriente Médio agora.

MGNVS
Visitante
MGNVS

Adriano RA 17 de junho de 2018 at 13:07 Adriano Seu raciocinio tem logica mas a probabilidade é que no cenario atual os EUA apoiem o Pakistao e nao a India por causa da ligacao desta com a Russia. O problema maior ali é a regiao da Kashemira, que é disputada por India, China e Pakistao. Neste cenario é mais provavel a uniao da India com a China contra o Pakistao, pq nenhum deles quer a influencia muculmana pakistanesa dentro de suas fronteiras. Dpois disso a tendencia seria a India se reaproximar da Russia devido aos laços militares antigos e… Read more »

Agnelo
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Agnelo

China e Paquistão tem feito comércio de armamento.
Para a Índia, sao Aliados militares.
2 frentes.
O Paquistão já afundou navio indiano, tem 7 CEx na fronteira da Índia e mantém escaramuças no Himalaia em região de fronteira indefinida.
Não podem deixar de atentar pra Defesa.

MGNVS
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MGNVS

Agnelo
Sim… a China tem feito comercio de armas com o Pakistao… mas eles estao longe de serem aliados.
A China tem forte resistencia a influencia muçulmana dentro de suas fronteiras, inclusive perseguindo estas minorias. Entao numa guerra aberta entre India e Pakistao, a China venderia armas pra eles e esperaria os dois se destruirem para ficar com a Kashemira igual fez com o Tibet.

Luís Henrique
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Luís Henrique

Índia = 32 Esquadrões de Caças hoje. 42 no futuro.
Paquistão = 25 esquadrões
China = 60 Esquadrões

…..

Brasil = 3 Esquadrões do poderosíssimo F-5
2 esquadrões de Gripen NG no futuro.

Quem fala em 108 ou 126 Gripen é quase apedrejado.
Afinal 6 esquadrões é muito para o Brasil.

Quem sonho com 180 caças é louco. Viaja na maionese.
Afinal 10 esquadrões para o Brasil é coisa de maluco.

Humberto
Visitante
Humberto

Luís, e qual o numero que vc acha sensato ao Brasil? Sinceramente não consigo enxergar a FAB tendo muito mais grippen que a soma dos F-5 e A1. Se chegarmos perto da soma dos dois vetores, teremos a força aérea mais poderosa da história da FAB e da AL. Alguns pontos a serem lembrados. A hora de voo do Grippen vai ser superior ao da operação dos F-5 e A-1 e o mesmo vai ter que ser custeado pela FAB. Os próximos lotes serão a conta gotas pois o orçamento terá que sair da FAB, o programa não será mais… Read more »

Júlio Buzoli
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Júlio Buzoli

Meu Deus…. As pessoas não perdem essa mania…
A Índia é cercada de inimigos… todos com poderio nuclear, permeados por questões políticas, fronteiriças e étnicas e a instabilidade é real.
O inimigo do Brasil é quem? A Seleção de futebol da Argentina?
A velha mania do brasileiro em comparar alhos com bugalhos…

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Releia meu comentário antes de criticá-lo.

Em nenhum momento disse que o Brasil deveria ter o mesmo poder militar que a Índia.

Apenas comparei que para eles, 31 esquadrões de caça é Pouco e para nós, 6 é Muito.

Consegue enxergar a diferença entre 31 e 6??

Luís Henrique
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Luís Henrique

Caro Humberto. O Brasil possui PIB equivalente ao da França, Inglaterra, Rússia, etc. Na verdade, Superior ao da França e Inglaterra. Nossa população é enorme. 5º país mais populoso do mundo. Nosso território é continental. 5º maior país do mundo em território. Mas, tudo bem. Devido ao fato de estarmos em uma região mais pacífica e não termos nenhum conflito em vista, eu aceito que sejamos comparados por baixo. Mas tem um limite. Vamos esquecer França e Inglaterra. Vamos nos comparar com nossos vizinhos, que são países de 3º mundo, como nós e vivem na mesma região pacífica. A América… Read more »

Humberto
Visitante
Humberto

Caro Luis, A questão é se houver um investimento maior em defesa, vai faltar dinheiro em outra áreas, o exemplo do diesel é bem significativo, já impactou em centenas de milhões de reais no programa das novas corvetas. É muito dificil comprovar esta necessidade junto a população. Particularmente acredito que mais do que termos uma quantidade considerável de equipamento, existe a necessidade de investir no treinamento, doutrina sendo este último difícil de se conseguir pois demanda anos e mais anos. Creio que um conflito com algum vizinho será um processo que irá demandar um processo demorado, não vejo algo acontecendo… Read more »

LEONEL TESTA
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LEONEL TESTA

Ta verdade que nao temos inimigos mas temos que ter pelo menos algum poder militar e na minha opniao os Gripens e os Submarinos tanto convencional como nuclear em quantidades razoaveis tipo de 8 a 10 sub e no minimo 72 e 90 gripens

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

O Brasil tem o mesmo poder econômico que todos os seus vizinhos Juntos. Tem também praticamente a mesma população que todos os seus vizinhos Juntos. E quase o mesmo território. Tem como comparar o Brasil com 1 único vizinho? Tem como comparar o Brasil com 2 vizinhos? Digamos, Chile e Venezuela??? Os dois juntos tem U$ 800 bi de PIB, contra U$ 3,5 tri do Brasil. Os dois juntos tem 49 mi de habitantes, contra 208 mi. Tem como comparar o Brasil com 3 vizinhos? Digamos, Chile, Venezuela e Peru??? Os 3 possuem U$ 1,3 tri de PIB. Nós temos… Read more »

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Olha, fiz um levantamento há pouco tempo. Os números estão arredondados, mas da para termos uma ideia. Gostaria de compartilhar com os senhores. 11 vizinhos x Brasil Pessoal Militar Ativa: 11V = 850 mil BR = 330 mil Caças: 11V = 166 BR = 46 Carros de Combate: 11V = 1.845 BR = 469 AFV Veiculos Blindados: 11V = 7.168 BR = 1.707 Navios Escolta (Destroyers, Fragatas e Corvetas): 11V = 55 BR = 12 Submarinos: 11V = 25 BR = 5 Como podem ver, levamos uma Surra da vizinhança, sendo que temos o mesmo PIB que eles. Isso no… Read more »