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Legacy 450 da Embraer estabelece recorde de velocidade para voo transatlântico entre Estados Unidos e Europa

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Embraer Legacy 450
Embraer Legacy 450

Genebra, Suíça, 30 de maio de 2018 – A Embraer anunciou hoje que seu jato executivo Legacy 450 estabeleceu um novo recorde transatlântico de velocidade durante um recente voo realizado entre Portland, nos Estados Unidos, e Farnborough, no Reino Unido. O recorde foi registrado pela Associação Aeronáutica Nacional dos Estados Unidos (NAA, em inglês). O voo aconteceu no dia 7 de março de 2018 com dois pilotos e dois passageiros no traslado de uma aeronave de demonstração, que estreia novo design de assentos e altitude de cabine mas baixa da categoria, na 18a EBACE, exposição e convenção europeia da aviação executiva, em Genebra, Suíça.

A aeronave decolou às 9h25 do Aeroporto Internacional de Jetport (KPWM) e pousou no Aeroporto de Farnborough (EGLF) às 20h30 (horário local), atingindo uma velocidade média de 840 km/h (521.89 mph). O Legacy 450 aterrissou com reserva de combustível acima do mínimo exigido para operação NBAA IFR assim como para operações críticas. O voo teve duração total de 6 horas e 5 minutos, cobrindo uma distância de 5.105 km (2.576 milhas náuticas).

O Legacy 450 tem alcance de 5.371 km (2.904 milhas náuticas) e capacidade para quatro passageiros e reservas NBAA IFR, podendo operar em até Mach 83 com altitude máxima de 45 mil pés. O novo Legacy 450 conta com novo design de assentos e com a altitude de cabine mais baixa de sua classe (5.800 pés). O sistema de controle ambiental da aeronave também preserva a altitude de cabine ao nível do mar enquanto o voo estiver abaixo de 27.050 pés.

A NAA confirmou que o voo realizado estabeleceu um recorde de velocidade nos Estados Unidos e a Federação Aeronáutica Internacional concedeu também o recorde mundial de velocidade.

Legacy 450
Legacy 450

Sobre o Legacy 450

O Legacy 450 é um jato executivo da categoria média com uma cabine de passageiros de 1,83m de altura e de piso plano, sendo a melhor em sua classe. Quatro poltronas totalmente reclináveis podem ser convertidas em dois leitos para repouso completo em uma altitude de cabine de 5.800 pés (1.768 m). O sistema opcional de entretenimento a bordo inclui um sistema de vídeo de alta definição, som surround e várias opções de entrada de áudio e vídeo. Sistemas de comunicação de voz e dados também são opções disponíveis. A cabine de passageiros possui também na entrada um refreshment center (armários para armazenamento de bebidas, alimentos e outros utensílios), um lavabo privativo ao fundo e uma área interna para bagagem de mão. O espaço total para bagagem é o maior na categoria.

O Legacy 450 é o primeiro jato executivo de sua categoria equipado com sistema de comandos de voo eletrônico full fly-by-wire, manche lateral de controle (sidestick) e a suíte de aviônicos Rockwell Collins Pro Line Fusion em quatro telas planas LCD de alta resolução, de 15,1 polegadas, completamente digital, além de funcionalidades como cartas e mapas eletrônicos Jeppesen e visão sintética. Recursos opcionais incluem o E2VS (Embraer Enhanced Vision System), que contém o HUD (Head-Up Display) e o EVS (Enhanced Vision System).

O Legacy 450 é equipado com dois modernos motores Honeywell HTF 7500E, de baixo consumo de combustível. Com quatro passageiros e reservas IFR NBAA, o Legacy 450 é capaz de voar 2.900 milhas náuticas (5.371 quilômetros), o que permite voos sem escalas de São Francisco a Honolulu, São Paulo a Bogotá, Moscou para Mumbai, Nova Deli para Cingapura, Cingapura para Pequim, Pequim para Kuala Lumpur, ou Hong Kong para Alice Springs (Austrália).

Legacy 500
Legacy 500

Sobre o Legacy 500

O Legacy 500 tem a melhor cabine de passageiros da categoria média, com 1,83m de altura, similar às de algumas aeronaves na categoria super midsize. Oito poltronas podem ser convertidas em quatro leitos para repouso completo em uma altitude equivalente de cabine de 5.800 pés (1.768 m). O sistema de entretenimento a bordo inclui vídeo de alta definição, som surround, várias opções de entrada de áudio e vídeo, sistema de gerenciamento de cabine, e três opções de comunicação de voz e conectividade.

O Legacy 500 é o primeiro jato midsize totalmente equipado com sistema de comandos de voo digital, baseado na tecnologia full fly-by-wire, com manche lateral de controle (sidestick) e a suíte de aviônicos Rockwell Collins Pro Line Fusion em quatro telas planas LCD de alta resolução, de 15 polegadas, completamente digital, com planejamento gráfico de voo, além de opções como autobrakes, e o E2VS (Embraer Enhanced Vision System), o qual combina o Head Up Display (HUD) e o Enhanced Vision System (EVS).

O Legacy 500 é capaz de voar a 45.000 pés (13.716 m) de altitude e é equipado com dois motores Honeywell HTF7500E, os mais ecológicos de sua classe. Decolando de uma pista tão curta quanto 4.084 pés (1.245 m), o Legacy 500 tem um alcance de 3.125 milhas náuticas (5.788 quilômetros), com quatro passageiros a bordo, nas condições NBAA IFR, o que permite voos sem escalas, de São Paulo a Caracas (Venezuela), Los Angeles (EUA) a Honolulu (Havaí), Teterboro (EUA) a Londres (Inglaterra).

Jatos executivos da Embraer
Jatos executivos da Embraer

Sobre a Embraer Aviação Executiva

A Embraer é uma das maiores fabricantes de jatos executivos do mundo, tendo entrado neste segmento de mercado a partir de 2000, com o lançamento do jato Legacy. A Embraer Aviação Executiva foi constituída em 2005. Seu portfólio, um dos mais amplos da indústria, é formado pelos jatos Phenom 100EV, Phenom 300E, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 650E e Lineage 1000E. A frota da Embraer Aviação Executiva excede a marca de 1.200 jatos, que estão em operação em mais de 70 países. Os clientes são apoiados por uma rede global de 70 centros de serviços entre próprios e autorizados, complementados por um Contact Center 24/7. Para maiores informações visite www.EmbraerExecutiveJets.com

Sobre a Embraer

 Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

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Nonato
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Nonato

Altitude de cabeça mais baixa da categoria?
Recorde de velocidade 840 km/h?

João Augusto
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João Augusto

De cabine, não? Refere-se à equivalência de pressão dentro da cabine… Quanto ao recorde, suponho que seja para a categoria da aeronave.

Marcos
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Marcos

MACH 83?

João Augusto
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João Augusto

Faltou a vírgula.

Rui Chapéu
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Rui Chapéu

O legal é que mesmo ganhando na mega-sena não daria pra comprar e operar um avião desses… só fretando mesmo!
Como são caros esses brinquedinhos!

Stene Nilton
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Stene Nilton

Imagina o que a EMBRAER não vai produzir após o aprendizado na suécia.

Hélio
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Hélio

Exatente, imagine o que ela NÃO vai produzir depois do hnow how adquirido com a saab.

Hélio
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Hélio

Era para ser exatamente ali.

Camargoer
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Camargoer

Como comentei alguns dias atrás, a Embraer foi. Não é mais nem será.

sub-urbano
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sub-urbano

Que os Americanos façam bom proveito da Embraer e de seus aviões feitos por engenheiros que estudaram no ITA e na USP com cursos pagos pelo dinheiro dos meus impostos e do povo brasileiro.

Agradeço também a Direita brasileira cuja militância ideológica criou o clima perfeito para a venda da Embraer para os americanos. Parabéns, vcs são os caras!!!!!

Leandro Costa
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Leandro Costa

De nada, disponha. Como estou de mudança para outro país que permanecerá incógnito por enquanto, posso dizer que foi um plano friamente calculado por mim para que eu continue usufruindo da EMBRAER e os frutos dos meus impostos. Lex Luthor ainda tem muito o que aprender…

Ah sim… salvo engano, até onde eu havia lido. A aviação executiva da EMBRAER não seria incluída nas negociações com a Boeing pelo fato de ela acabar servindo como motor financeiro para a parte militar, também não contemplada no negócio com a Boeing. De qualquer maneira sua crítica não faz qualquer sentido.

Beto Santos
Visitante
Beto Santos

kkkkk adorei a resposta Leandro, estou me matando de rir aqui pena que é por isso que estamos com estes problemas o povo não quer evoluir e aprender mas fazer o que né.

Andre
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Andre

Me ajude a entender uma coisa. Se a direita quer vender as estatais, posso dizer que a esquerda quer estatizar a economia, e consequentemente um governo que cria muitas estatais e que controla fortemente a economia é de esquerda? Seguindo essa lógica, o governo militar foi de esquerda…

Esses cogumelos estão me ajudando bastante a entender essa lógica da esquerda brasileira…

Stene Nilton
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Stene Nilton

Aliás, se dependesse da Esquerda, a Embraer ainda seria aquela estatal carregada de empregados no cabide, fabricando aviões ultrapassados, com 400 funcionários.

Robsonmkt
Visitante

Aliás, se dependesse da Direita, a Embraer já teria deixado de existir, com seus engenheiros trabalhando em Seatle e seus aviões sendo renomeados de E-1alguma coisa, para B7alguma coisa.

Victor Moraes
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Victor Moraes

Nada contra mas… notícia ou propaganda?

Jorge Augusto
Visitante
Jorge Augusto

Ehh… os dois?

Se eu fizesse um feito incrível, eu com certeza daria essa noticia pra todo mundo. Noticia boa sobre um produto também é propaganda.

Guilherme
Visitante
Guilherme

Excelente noticia.
Pergunta: Qual é a vantagem de divulgar que a cabine é a mais Baixa da categoria? Ou é algum erro de digitação?

fernandoEMB
Visitante
fernandoEMB

Ė só prestar atenção na hora de ler que você vai entender…

Alex Nogueira
Visitante
Alex Nogueira

A aeronave, apesar de ser pequena (se comparado aos aviões comerciais) conserva a pressão interna em nível mais baixo mesmo em altitudes maiores. Menos desconforto para a tripulação e passageiros.

Nonato
Visitante
Nonato

Deve ser o contrário. Em relação ao nível do mar quanto mais baixo, maior a pressão (profundidade no mar, por exemplo), quanto mais alto menor a pressão (ar mais rarefeito). Portanto, o objetivo da cabine é deixar a pressão mais alta, mais próxima do nível do mar.
Ou estou enganado?
Por falar nisso, em um avião comercial qual é a pressão? Que fatores influenciam o conforto (concentração de oxigênio, pressão, etc).
Ou no caso o problema seria que em outros aviões a pressão é, artificialmente, muito elevada para compensar a baixa pressão externa?

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Nonato, ele escreveu nível, relacionado a altitude.
Acho que não está tão dificil assim de entender, né?
Aliás, desde o começo das dúvidas geradas com o texto original da nota à imprensa divulgada pela empresa, em que pese ser mais acessível em linguagem a que é do ramo e não ao público geral, toda a confusão que alguns leitores tiveram seria facilmente resolvida com leitura mais atenta.

Por exemplo, não confundir altitude com altura.

E, mesmo que confundissem, logo depois o texto diz qual a altitude em questão, medida em pés. Só o número já indicaria que não se trata de altura da cabine…

Nonato
Visitante
Nonato

Fui o primeiro a comentar fazendo a mesma pergunta. Mas galante não deixou passar…
Mas realmente na primeira leitura até entendi altura de cabeça.
Depois altura da cabine.
Mas só que se trata da sensação ambiental de pressão equivalente a que altitude…
Essa nomenclatura deveria mudar. Confunde.
Pensei que a cabine era baixa…
Quanto a velocidade é média. Pensei que seria a velocidade instantânea máxima…

Marcelo
Visitante
Marcelo

kkkk, deviam mudar a nomenclatura? que piada

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Acima do FL300 a cabine está na faixa dos 8.000 pés. A pressão estará em 7.9 PSI.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Guilherme, no texto está “altitude de cabine”. Não tem nada de errado, refere-se à pressurização.

Guilherme
Visitante
Guilherme

Obrigado as que me responderam, mesmo minha pergunta sendo “idiota”.

João Adaime
Visitante
João Adaime

Pergunta de leigo:
Recorde de avião executivo?
Recorde da categoria?

Zé
Visitante

Poxa, os nacionalistas não fariam uma vaquinha pra reestatizar a EMBRAER evitando cair na mão duszamericanus??

JT8D
Visitante
JT8D

Não entendo como o termo “nacionalista” passou a ser considerado quase um xingamento. Não é o normal que as pessoas de um determinado país gostem da terra em que vivem? Do contrário não seria melhor que elas fossem viver onde se sentem melhor? E ser nacionalista não significa ser de nenhuma corrente de pensamento econômico específica. Por exemplo, creio que ninguém duvida que os americanos, sejam simpatizantes dos republicanos ou dos democratas, são em geral nacionalistas. Eu não vejo uma divisão entre nacionalistas e internacionalistas (se é que isso existe), mas sim entre patriotas e traidores da pátria

Hawk
Visitante
Hawk

Uma notícia legal dessas e vocês colocam política e ideologia no meio!
Pelo menos foram pra rua apoiar os caminhoneiros?
Tirando isso, Parabéns a Embraer!

Wilson
Visitante
Wilson

Gente, pele amor de Deus, is caras nao podem vender uma empresa Tao importante para o Brasil.

André
Visitante
André

Vc sabe que a Embraer é s/a e que 5 dos 6 maiores acionistas são estrangeiros e está sendo irônico, né?

Hélio
Visitante
Hélio

De onde tirou isso? A embraer tem capital disperso e controle acionário brasileiro.

André
Visitante
André

Hélio,

Vote pode pesquisar no balanço da empresa ou no Google. Aqui no aéreo tem uma reportagem sobre isso:

https://www.aereo.jor.br/2018/02/08/quem-e-o-dono-da-embraer/

Antes de você contestar o que eu escrevi, leia de novo o que eu escrevi e preste especial atenção ao que eu não escrevi.

Abs

Diego
Visitante
Diego

Acorda André. E daí pra quem são os acionistas da Embraer? Ela gera empregos no Brasil e ainda está bem assentada em solo brasileiro, qualquer grande tecnologia aeronautica espacial que o Brasil venha adiquirir vai passar nas mãos da Embraer. Se sonham com um Brasil com conquistas tecnológicas pode apostar que vamos precisar dessa empresa, grandes mentes brasileiras e conhecimento nacional ali estão, e isso nao se faz com dinheiro algum. Perder ela não é só perder dinheiro é perder tecnologias futuras, estao entendendo o tamanho do pepino que será vender essa empresa a Boing?

André
Visitante
André

Diego, É isso que eu não entendi, se, como você disse, não importa quem são os donos, qual o problema de vender a empresa? Ainda mais uma empresa que já tem como seus maiores donos fundos de investimento estrangeiros. O importante não é o dono, mas onde, fisicamente, está o departamento de p&d . Os maiores donos já são dos EUA, se for garantido que o controle permaneça com brasileiros e que o departamento de p&d seja formado e controlado majoritariamente por brasileiros, entak, como vc disse, tanto faz quem é o dono. Outra coisa, se essas pessoas realmente têm… Read more »

Andre
Visitante
Andre

Diego, não sei se o meu outro comentário vai passar. Além dos cogumelos que eu compro ali na Rêgo Freitas, aqui em São Paulo, eu tinha tomado umas pingas a mais e acho que isso deixou meu texto confuso.

Resumidamente, você pede que eu acorde e concorda com o meu comentário inicial. Afinal, como você mesmo disse, “E daí pra quem são os acionistas da Embraer”.

Bruno V. Campestrini
Visitante
Bruno V. Campestrini

Esse é o recorde para aviões executivos? Porque, se não for, o correto não seria o Concorde ter esse recorde?

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Quero um. Aguardo doação.

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Em tempo: prezado doador, nao esqueça de abasrecer o tanque. Repleto de QAV. Volto so depois da greve. Obrigado.

Marco Passamani
Visitante
Marco Passamani

A EMBRAER não é importante nem para a esquerda ou direita, pois nenhum dos dois lados fizeram encomendas regulares de equipamentos militares. Dizer que é estratégica e querer que permaneça com esse status sem encomendas fica difícil. Tem o KC, mas e os ST? Nem novas encomendas para pelo menos repor as células perdidas. E os tucaninhos que poderiam ser modernizados? F-5, A-4… Aí vejo alguns dizendo que o governo americano não deixa empresas como a LM serem vendidas, ok! Mas eles fazem encomendas de novas ANV. Os acionistas sabem muito bem como o GF trata das empresas “estratégicas”.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Leandro Costa 30 de Maio de 2018 at 17:55]

Hawk 30 de Maio de 2018 at 19:05

Perfeito.

Pergunta para as viúvas:

Quais são os acionistas e suas origens que estão vendendo a EMBRAER ?

Kkkk, eita povinho cabide de emprego.

Dever do estado:

Educação, saúde e segurança.

Não pago impostos para ter fabrica de aviões, petroleras, e mais centenas de coisas que não são, jamais serão do meu interesse e dos impostos que eu pago.

JT8D
Visitante
JT8D

Caso você não saiba a Embraer é uma empresa privada, então não tem o menor sentido falar em cabide de empregos

Andre
Visitante
Andre

JT8D,

A Embraer é uma empresa S/A que tem como seu maior acionista nacional o BNDES. Além disso, a governo brasileiro é o maior controlador da empresa, através de suas Golden Share. Não sei se da para classificar uma empresa assim de privada. Também não é estatal, é simplesmente uma S/A.

Acredito que o colega Carlos Alberto quis dizer é que não faz sentido transformar a Embraer em um cabide de emprego e não que ela é um cabide de emprego.

fernandoEMB
Visitante
fernandoEMB

A empresa é privada e o governo não é seu controlador.
Para conhecer a divisão acionária (que é pulverizada) consultem o site de relações com investidores.

Filipe Prestes
Visitante
Filipe Prestes

Excelente notícia! E como havia postado em outra matéria, penso que a parte de jatos executivos não seja vendida a Boeing e permaneça com A Embraer/EDS para a assim manter uma área civil (e algum orgulho!) e deste modo ajudar na receita da EDS que com a venda dos ERJ será inevitavelmente diminuida. Além disso sou da opinião de que A Embraer/EDS deveria voltar a fabricar aviões turbo-hélices (e desafiar o mercado da ATR) e com isso aumentar o portfólio da parte da Empresa que restar aqui no Brasil. Creio que assim, o novo formato da empresa não ficaria restrito/dependente… Read more »

Mauricio R.
Visitante

Este record foi registrado como sendo norte americano.

João Adaime
Visitante
João Adaime

A Federação Aeronáutica Internacional concedeu também o recorde mundial de velocidade.

carvalho2008
Visitante

Este modelo poderia servir de base para um novo Bandeirulha? fica muito caro utilizar esta plataforma?

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

A plataforma é muito pequena para a missão. “Ah, mas o Bandeirulha é pequeno também “. Mas não é por isso que faremos outra gambiarra.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Poderia, este é o Dassault Falcon 2000 de esclarecimento marítimo, que o Japão está comprando.
A categoria de esclarecimento marítimo(surveillance) não previsa fazer anti submarino.
. https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSsW2W8avkxpekhVyIrgFGOWFYv4L9cOnCF08skcr7pF0C9RAN6EslXltjQNg

Gilson Elano
Visitante
Gilson Elano

Então o Legacy 650 seria uma plataforma melhor para substituir o P95?
Seria necessário uma grande reengenharia?

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Acho que você não leu acima. Vamos por partes: quando o P-15 Neptune a FAB ficou sem avião de Patrulha, exceto pelo P-16 do 1° GAE. A EMBRAER viu a oportunidade de fabricar uma versão Patrulha do Bandeirante, o que a FAB concordou, visto a política de incentivo à indústria nacional. A EMBRAER era estatal à época. A EMBRAER não possuía uma aeronave maior no seu portfólio. Uma aeronave de Patrulha decente leva, a bordo, uma série de equipamentos (vide o P-8, hoje) que demandam espaço interno e uma capacidade razoável de carga. O Bandeirulha teve os tanques de ponta… Read more »

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

* quando o P-15 foi desativado

Mauricio R.
Visitante

Que recorde de velocidade em voo transatlântico, que nada, a surpresa da EBACE 2018 foram os novos Global 5500 e 6500 e a nova família de turbinas Pearl da RR. Todo mundo babando pelos Gulfstream G500 e G600, enquanto o então Global 7000 (agora 7500) padecia em sus certificação e a tradicional fabricante de turbinas britânica amargava a competição bem sucedida de GE e P&W, em um nicho de mercado que lhe era praticamente exclusivo. No mais coitada da Safran, sua Silvercrest ainda insiste em não funcionar a contento, parece guardadas as devidas diferenças de emprego; a Kaveri. Ué mas… Read more »

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Rinaldo Nery 3 de junho de 2018 at 13:04

Isso já foi discutido aqui no PA, plataforma com conteúdo local é o 190/195.

O Sr mais de que outros pode listar os motivos, aliás já o fez em outra oportunidade.

Agradecemos caso possa repetir.