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Líbano recebe quatro A-29 Super Tucanos adicionais

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Força Aérea Libanesa recebeu quatro novos aviões de ataque leve A-29 Super Tucano
Força Aérea Libanesa recebeu quatro novos aviões de ataque leve A-29 Super Tucano

A Força Aérea Libanesa (LAF) recebeu na manhã de 28 de maio, na base aérea de Hamat, o segundo lote de quatro aeronaves de ataque leve Super Tucano, oferecido como doação pelas autoridades norte-americanas, informou o Exército Libanês em seu site.

Os aviões sobrevoaram Beirute e outras áreas no Líbano, após sua saída de Chipre, disse a LAF.

O Líbano recebeu as duas primeiras aeronaves A-29 em novembro de 2017. “Os dois Super Tucanos A-29 são os primeiros dos seis que serão entregues nos próximos meses. A tecnologia avançada do A-29 fornece à LAF munições guiadas com precisão e capacidade avançada de ataque de precisão”, disse a embaixadora dos EUA no Líbano, Elizabeth Richard.

A embaixadora ressaltou que a LAF poderá realizar manobras conjuntas combinadas de armas com aeronaves A-29 em todas as condições, dia e noite, de uma maneira que reduza muito o risco de danos colaterais e o perigo para os não-combatentes.

O A-29 Super Tucano é um avião turboélice de ataque leve projetado para operações de contra-insurgência, apoio aéreo aproximado e missões de reconhecimento aéreo em ambientes de baixa ameaça, além de treinamento de pilotos.

A aeronave possui duas metralhadoras ponto 50 (200 projéteis cada) nas asas. Cinco pontos duros sob a asa e fuselagem permitem até 1.500 kg de armas para a maioria das configurações. As estações internas da aeronave, bem como a sua ventral, são “molhadas” para tanques de combustível externos. Estações externas permitem o carregamento e disparo de mísseis ar-ar de curto alcance da classe do AIM-9 Sidewinder.

Todas as estações podem ser carregadas com as bombas Mk 81 ou Mk 82 (convencionais ou equipadas com kits de orientação), lança-foguetes SBAT-70/19 ou LAU-68.

Ele é propulsado por um único motor turboélice Pratt & Whitney PT6A-68/3 de 1.600 SHP que incorpora o FADEC (Controle de Motor Digital de Autoridade Completa) e o EICAS (Sistema de Indicação de Motores e Alerta de Tripulação).

FONTE: Air Recognition

NOTA DO EDITOR: segundo o site Defense News, no total os A-29 cedidos ao Líbano valem cerca de US$ 240 milhões, incluindo o custo básico das aeronaves (US$ 204 milhões), o custo de munição e armamento (US$ 10 milhões) e o custo do treinamento (US$ 12 milhões).

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cwb
cwb
2 anos atrás

Vou fazer uma pergunta referente ao A-29,
de antemão desculpe a ignorância.
Se o A-29 pode levar mísseis ar-ar em suas estações de armas,em teoria ele pode se defender de aeronaves e helicópteros,e até atacá-los.
Seria possível a um A-29 atacar uma aeronave mais capaz que ele, com o A-29 voando baixo e lançar mísseis bvr(se ele puder transportá-los)orientado por um awacs tipo Embraer r 99?
Desculpem a viagem…
Abraço a todos!

willhorv
willhorv
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Ok. Bx desempenho contra Alto desempenho, mísseis IR perdem efetividade.
Mas e com a situação proposta, utilizando mísseis BVR com alvos iluminados por outra aeronave, seja um Awac, F5-M ou Gripen ou mesmo radar de alerta em terra, com troca de dados via datalink.
Seria possível? Eficiente?

Munhoz
Munhoz
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Olha que matéria interessante, com um mapa interativo super interessante.

A Rússia – Ambiente A2AD da OTAN
https://missilethreat.csis.org/russia-nato-a2ad-environment/

Luiz Guilherme Menezes Di Calaça
Luiz Guilherme Menezes Di Calaça
Reply to  cwb
2 anos atrás
Luciano
Luciano
Reply to  Luiz Guilherme Menezes Di Calaça
2 anos atrás

O A-29 nao ficaria muito limitado neste exercicio por nao ter um radar, dependendo assim de contato visual ou de apoio radar de outro meio?

Mauricio R.
Reply to  Luciano
2 anos atrás

O A-10 também não tem radar, assim como a maioria dos AV-8B.

cwb
cwb
2 anos atrás

Parabéns a Embraer e a por mais essa venda,mostrando o potencial dessa aeronave e validando o seu conceito,que nasceu da experiência da nossa força aérea.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
2 anos atrás

Aguardo a foto do ST voando sobre Tel Aviv.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Não há porque isso acontecer salvo se a Heyl Ha’Avir se convencer que precisa e adquirir

Campos339
Campos339
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Libano atacando Tel Avivi ou Israel adquirir o ST? Te digo uma coisa. Nem uma e nem outra vai acontecer. – Israel opera desde 2014 o jato de treinamento M346 Lavi e as 30 unidades ja foram entregues. Não sei dizer se os de Israel são da versão FT que integra sistemas e sensores para apoio tático e defesa aérea, um data link (enlace de dados) tático, um sistema de autodefesa, sensores de reconhecimento e designação de alvos e uma série de sistemas de armas fazem parte do pacote. – Por outro lado o avião de treinamento primário da Heyl… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Campos339
2 anos atrás

A ideia não seria a Heyl Ha’Avir usar o A-29 como avião de treinamento mas sim em seu papel original de ataque,lembrando que ele tem custos de operação menores que o AH-64.

Manoel Jorge Marques Neto
Manoel Jorge Marques Neto
2 anos atrás

A brincadeira de Israel é bem mais cara apesar que o A-29 poderia servir também para pequenas operações de fronteira.

João Argolo
João Argolo
2 anos atrás

Só se houvesse reviravolta. Os EUA não iriam permitir e ele que está fornecendo.

João Argolo
João Argolo
Reply to  João Argolo
2 anos atrás

Kd o comentário que eu respondi sobre Israel atacar? Sumiu? Como se diz aqui na Bahia: Lá ele.

Theo Gatos
Theo Gatos
2 anos atrás

Aos editores se me permitem… Pequena correção sugerida ao texto… substituir embaixador por embaixadora em dois pontos do texto, acho que na tradição do inglês que usa o mesmo termo para masculino e feminino não houve diferença, mas Elizabeth Richard deve ser tratada no feminino (que não é embaixatriz que seria esposa do embaixador)
.
Abs!!

Ademir Calonga da Silva
Ademir Calonga da Silva
2 anos atrás

Há muitos que fazem questão de menosprezar os nossos produtos, tendo alguns até que dizem ser a EMBRAER uma mera montadora de aeronaves. Eu tenho orgulho de ver os produtos da EMBRAER cortando os céus de todos os continentes e, amei ver o “USAF” escrito na deriva dos A29 entregues ao Líbano. Costumo dizer que não basta ter acesso aos melhores equipamentos, se você não tiver uma equipe capaz, não servirá para nada. A EMBRAER tem excelentes engenheiros e colaboradores. O capital pode até ser quase todo estrangeiro, mais aqui cabe aquela frase que durante muito tempo esteve presente nos… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
2 anos atrás

Pessoal, foi uma piada em referência ao F-35 sobre Beirute. Não imagino que irá acontecer, pois os libaneses não são loucos e o ST não conseguiria nem chegar na fronteira com Israel.
E Israel não comprará ST, pois eles, quando querem economizar, usam drones.

Flamenguista
Flamenguista
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Drones nao sao tao eficazes quanto uma aeronave tripulada na situaçao de COIN e CAS. De qualquer forma, entendi de primeira a piada.

SRN
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Mauricio R.
Reply to  Flamenguista
2 anos atrás

Creio que tanto o MQ-9 “Reaper”, como também aquele “avião agrícola”, que de fato combateram o IE; discordam.

Ozzy
Ozzy
Reply to  Mauricio R.
2 anos atrás

Mas os EUA estão fornecendo o ST para o Libano e o Afeganistão e não o avião agrícola (AirTractor), será por que?
O ST tem velocidade bem melhor que o AirTractor e agilidade bem melhor que o Reaper. Isso significa a possibilidade de poder atender a chamados urgentes da tropa.

Mauricio R.
Reply to  Ozzy
2 anos atrás

Pra não fornecerem o próprio MQ-9 para Afeganistão e Líbano.
E eventualmente verem seu mais eficaz drone, cair nas mãos do Hezbollah, Taliban, ou do EI.
O A-10 e o AV-8B que os americanos usam para combater tanto o Taliban, como o EI, tem velocidade e agilidade bem melhor que o ST. Isso significa a possibilidade de poder atender a chamados urgentes da tropa.
Tanto o Reaper como o Air Tractor batem o ST em persistência de combate.
Além do que os Air Tractor dos UAE, estão combatendo no Iraque, no Egito e na Líbia.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Ozzy
2 anos atrás

O Airtractor já está operando com assento ejetável?

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Flamenguista
2 anos atrás

for a while!!! ST4

romp
romp
2 anos atrás

Líbano é mesmo um país muito peculiar, espero que fiquem em paz e que Israel não destrua as pontes, Portos e Aeroportos como fez da ultima vez, eles não merecem isso.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  romp
2 anos atrás

Com um vizinho como Israel não pode se esperar boa coisa.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
2 anos atrás

Boa noite. Sou leigo, e gostaria de fazer uma pergunta: Quando um país fabrica um equipamento militar ( no caso, o Brasil e o Super Tucano ) com várias peças importantes de outro país ( no caso, os EUA ), como , exatamente, é o processo de venda? Por exemplo: digamos que um país X queira comprar Super Tucanos da Embraer, empresa brasileira. Quando o país X entra em contato com a Embraer e o governo Brasileiro, ambos tem que entrar em contato com o Tio Sam, pra verificar se esse país está em “sua lista negra´´, p/ que os… Read more »

Flamenguista
Flamenguista
Reply to  Willber Rodrigues
2 anos atrás

Exatamente. O país que fabrica os componentes pode vetar a venda, seja por alinhamento politico, seja para proteçao de tecnologia sensível, seja para nao mexer na balanca de poder. As vezes as razoes desse embargo nao sao muito claras…. Até hoje eu nao entendo porque o Brasil nao pode ter CIWIS Phalanx, por exemplo.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Flamenguista
2 anos atrás

O Brasil não pode (leia-se pôde) comprar porque, à época, desenvolvia um canhão de 20mm e os EUA temiam que o Brasil copiasse seu modelo. Temor fundamentado, eis que o EB, anos antes, tentou piratear o Rolland alemão.
.
Atualmente, o Brasil não só pode (leia-se póde) como tem um Phalanx no NDCC Mattoso Maia. Se não está operacional é por falta de interesse da MB.

Flamenguista
Flamenguista
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Obrigado pela informaçao. Pensei que era o radar de aquisiçao que travava a venda!!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Mas o que aconteceu com esse projeto da EB do canhão de 20mm?

Mauricio R.
Reply to  Willber Rodrigues
2 anos atrás

Creio que esse canhão usava tecnologia da FN Herstal, a fabricante do FAL.
Parece que o militar que tocava o projeto, se cansou e pediu o bibico. Foi pra iniciativa privada.

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

ST sem radar é dificil de acreditar. Mas é a realidade. Nos primeiros caças monomotores que foram equipados com radar, a instalação do radome se fazia em uma das asas em montagem assimétrica. Vimos Corsairs e Mustangs com esses sistemas. No ST, também caberia um radome numa das asas conferindo ao ST mais essa capaciade operacional. Com a palvra os projetistas da EMBRAER.

fernandoEMB
fernandoEMB
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

E para que colocar radar no A-29??? Para qual missão?? Não é porque nunca precisou ter. Nunca foi requisito ter.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Talvez fosse interessante utilizar um radar em formato de POD no cabide central para missões de mapeamento de solo e mar, missões de vigilância e reconhecimento, acho que seria legal para forças que não tem muito $$$ para investir em aviões maiores e especializados.

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

The British cavity magnetron was a natural for airborne radar because the centimeter wavelength not only allowed a much smaller antenna, but also brought about greatly improved range, bearing, and elevation accuracy as compared to meter wavelengths. The equipment could be made small enough that the antenna and most of the electronics, other than the display, could be mounted in a streamlined pod hung below a fighter wing or built into the front of a wing. One of the first radar developments of Project Affirm was done in conjunction with the MIT Radiation Laboratory and Sperry Gyroscope Co. who were… Read more »

Campos339
Campos339
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Nenhum dos compradores e atuais usuarios vislumbrou radares no ST. Nem mesmo nos requerimentos do Programa Experimental de Aeronaves de Ataque Leve da USAF sequer citou o uso de radares embarcados para o programa.

Delfim
Delfim
2 anos atrás

Creio que se os israelis colocassem seus Texan II do lado dos AT-29 libaneses, ainda por cima doados, não se sentiriam, assim, felizes.

fabio jeffer
fabio jeffer
2 anos atrás

TIRELES
Mas Israel pode voar impunemente sobre Beirute

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

Alguém sabe em que estágio está a concorrência da USAF na qual o A-29 participa?

Luiz Trindade
Luiz Trindade
2 anos atrás

Uma pena a RAF não ter esperado pelo Super Tucano. Iam ter um treinador de mão cheia melhor que o Pilatus. Mas é para frente que se anda!

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Luiz Trindade
2 anos atrás

Há alguns anos um marechal do ar da RAF defendeu que a força adotasse o A-29 como aeronave COIN. Ainda há tempo.

Mauricio R.
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Se não adotaram qndo havia a necessidade, por que adotariam agora que a necessidade acabou????
Mas interessante é que mesmo assim, a RAF adotou o mesmo MQ-9 usado pela USAF no combate ao IE.

fernandoEMB
fernandoEMB
Reply to  Mauricio R.
2 anos atrás

Maurício, e história que ouvi conversando com o pessoal da USAF não foi essa viu… Tanto é que estão interessados em adquirir aeronaves na categoria do Super Tucano. Se os ARPs substituem as aeronaves CAS, então porque estão avaliando compra de aeronaves com o ST?

Mauricio R.
Reply to  fernandoEMB
2 anos atrás

Antes de mais nada, não há “drone” algum, substituindo aeronave capaz de CAS.
O que existe é uma picuinha USAF X US Army em relação a missão de CAS, em que o o US Army não está assim tão convencido de que o F-35 seja capaz de cumprir-la como o A-10 faz.
E como a própria USAF já disse, OA-X até o momento não é um programa de aquisição de aeronaves.
Ah, italianos e franceses também não adquiriram o ST, preferiram o mesmo “drone” que os britânicos.

fernandoEMB
fernandoEMB
2 anos atrás

Mas o Pilatus é um treinador nato e dedicado, mais apto de melhor performance que o Super Tucano nesta missão.
O super tucano foi concebido como uma plataforma para um leque maior de missões, o que o penalizou como treinador.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

T 6 em Israel é utilizado exclusivamente em treinamento primário, não tem função COIN, ataque ao solo etc ….

São usados também pela IAF em acrobácias-demonstrações aéreas.

Portanto turbo-hélice não interessa a Israel nas funções que exercerão no Líbano.

Treinamento intermediário a IAF utiliza o Lavi M 346.

Não é tema-tópico da matéria, mas ….

http://m.iaf.org.il/7264-34531-en/IAF.aspx

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

fernandoEMB 29 de Maio de 2018 at 21:52

Primário com certeza.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Extensa a lista de operadores:

https://en.wikipedia.org/wiki/Pilatus_PC-7

Sérgio Luís
Sérgio Luís
2 anos atrás

Depois que os EUA começaram a produzir o super tucano a Embraer no Brasil não vende mais nenhum tucano!
Só se vê esses tucanos com blindagem lateral sendo distribuídos aos “amiguinhos” dos EUA!
Outra coisa! Vende a Embraer para Boeing pra ver o que vai acontecer!!!
Eles vão engolir a Embraer e não vão nem arrotar!

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Sérgio Luís
2 anos atrás

Todos os A-29 vendidos pelos EUA via Sierra Nevada têm suas fuselagens produzidas pela EMBRAER em Gavião Peixoto, com a montagem final sendo realizada nas instalações da empresa brasileira na Flórida cabendo à Sierra Nevada a integração de sistemas

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Sérgio Luís
2 anos atrás

Vende sim como já teve notícias aqui, deixa de ser mentiroso. Esses o Líbano recebeu de graça, nem foi venda, os do Afeganistão também é os EUA quem financia.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Sérgio Luís
2 anos atrás

Vendeu 6 para o Chile e outros para países africanos, por exemplo.
Ou você não acompanha notícias, ou age de má-fé ou tem problema cognitivo.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Rafael Oliveira
2 anos atrás

Depois acham ruim eu sugerir que leiam mais e também opiniões em outros idiomas sobre o assunto Embraer-boeing ! Outra coisa não fica perguntando onde leio!! se vira!!
O simplismo impede o raciocínio!!!
É melhor vender para qual desses dois clientes?!?!?!
Chile ou Afeganistão?????

André
André
2 anos atrás

Acabou de sair uma matéria em um site oriental dizendo que o A29 é muito melhor que o F-35, já que ele é mais barato é mais manobrável, e que agora o Líbano tem uma das melhores forças aéreas da região.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  André
2 anos atrás

Sput(pe)nik ou southfront?

Andre
Andre
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

A CIA me proibiu de dar mais detalhes.

Bosco,

Acredito que achei quem vendia cogumelo para os colegas foristas.

Leonardo Araújo
Leonardo Araújo
2 anos atrás

Seria possível colocar um IRST em cada ponta das asas , para efetivamente o ST ter um meio de busca passivo e eficiente, possibilitando o emprego de armamentos mais avançados e com maior capacidade de distância?

Será que a vibração nas pontas das asas seria um fator negativo para tal solução?

É só uma especulação,não venham me criticar os mais conhecedores na parte técnica.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

fernandoEMB 29 de Maio de 2018 at 21:52

Perfeito.

Gabriel 'jaguar'
Gabriel 'jaguar'
2 anos atrás

Espero ansiosamente o ST A29 interceptando o F35 de Israel (descontraindo)

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Se o nosso povo acha mesmo que radar não é necessário num ST é porque ele não realiza missões noturnas nem integra AAM, tipo Sidewinder. Ou sim? Com estes moderno radares compactos AESA, um ST fará chover em qualquer TO. Neste caso, eu daria razão ao jornal do oriente que considerou o ST mais apto do que um F-35.

fernandoEMB
fernandoEMB
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Mas ele realiza sim missões noturnas, tanto é que é compatível com NVG.

carvalho2008
2 anos atrás

Nada impede a instalação de um pod radar no ST.

Se algum cliente desejar, basta ele mesmo fazer isto.

existem/existiram pods em que a frente era preenchida pelo radar e a ré levava combustivel, se algum cliente assim definir faz.

Se não faz é porque não definiu como necessario

MARCOV
MARCOV
2 anos atrás

USAF Secretary: Leave High-End Fighters Out of Low-End Fights

http://aviationweek.com/defense/wilson-leave-high-end-fighters-out-low-end-fights

fernandoEMB
fernandoEMB
2 anos atrás

Essa história de integrar um radar orgânico não é nada simples… Como alguns aqui podem achar. Vamos citar só alguns exemplos: . Um radar implicaria em agregar alguma excrescência, e peso… Isso vai gerar arrasto… E implica em penalidade em alcance, persistência, altitude máxima, velocidade, carga bélica,… . Um radar consome energia… Existe sobra de geração elétrica para acomodar esta carga adicional? Caso não, será necessário instalar um gerador maior… Será que teria espaço? . O tipo de energia consumida pelo radar é a mesma gerada pela aeronave? Caso não será necessário mudar o sistema elétrico, e incluir inversores, transformadores,… Read more »

Filipe Prestes
Filipe Prestes
2 anos atrás

Faço uma pergunta um tanto capciosa, não espero que alguém tenha uma resposta 100% acertada acerca disto, mas alguém tem ideia de quanto a Embraer/FAB recebem por cada unidade de Super Tucano vendida aqui e no exterior? Sempre tive curiosidade quanto a isso

Coutinho
Coutinho
Reply to  Filipe Prestes
2 anos atrás

A FAB deve receber 1% sobre o valor de venda da aeronave.

https://www.aereo.jor.br/2014/12/09/embraer-comeca-a-pagar-royalties-do-super-tucano/

Wellington Góes
Wellington Góes
2 anos atrás

Salgado esse pacote!!!

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Carvalho 2008
Exelente exemplo de multi sensor atual e fácilment integrável. Sómente quem pilotou em condiçõe de mau tempo sabe da necessidade e utilidade de um Radar. Sem falar no travamento de alvos, etc…
Os americanos, na guerra da Coréia tiveram que juntar duas fuselagens de P-51 para acomodar, na junção central das asas, o radar de missão noturna. Abço.

Mauricio R.
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

F-82 Twin Mustang

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Você está falando de radar meteorológico. Já voei muito em T-27 (2.334:40h) em mau tempo sem radar. Nos AT-27 dos terceiros, nos anos 90, foi instalado um storm scope, o qual funciona muito bem, e diria até melhor que muito radar meteorológico. Uma aeronave que tem limite de carga G +7 e -3 não precisa se preocupar tanto com CB como um E145, ou E195. Só com o gelo. O cenário pensado para o A-29 na época de sua concepção (1992) não vislumbrava a necessidade de radar para traqueamento de alvos, pois os ataques seriam em condições visuais. E, com… Read more »

Leonardo Araújo
Leonardo Araújo
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Reinaldo Nery , comentei um pouco acima sobre uma possível instalação de um IRST nas asas para aprimorar a capacidade de combate no TO.

fernandoEMB
fernandoEMB
2 anos atrás

Facilmente integrável… Ah tá!
Esse poder parece que nem ganso… Faz um monte de coisas… E não faz nada direito.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Rinaldo Nery
.
Nunca se pensou em dotar os Super Tucanos com o míssil Maverick?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Não foi confeccionada nenhuma NOP pela FAB.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Mas, certamente a USAF vai certificar e utilizar. Daí economizamos dinheiro nesse processo.
Como curiosidade, um piloto de A-10 realizou um intercâmbio no 3°/3° GAV, em Campo Grande, onde passou a doutrina de escolta em missões Combate SAR e outras informações.

Flight
Flight
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Cel

Essa doutrina foi adaptada/utilizada/implementada pela FAB nos 3ºs?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Flight
2 anos atrás

Foi treinada e posta em prática agora na Operação Tápio, em Campo Grande. Já era algo sabido (escolta destacada e escolta anexada), mas o americano atualizou o conhecimento e passou mais detalhes.Já estávamos no caminho certo.
Importante ressaltar que a função principal do AH-2 Sabre na FAB é realizar a escolta anexada. Não é caçar blindados, função que também pode realizar. A USAF requisita o apoio dos AH-64 do US Army para realizar essa função, quando a distância do resgate permite.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Bardini e Cel Rinaldo, acho que seria mais interessante integrar o Hellfire ao ST.

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Cel Neri, parece que o Brigadeiro Egito está querendo arrumar dinheiro para modernizar pelo menos uns 50 STs, os dos terceiros, que nos traria para o nível destes aí do Líbano e do Afegãos.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Juarez
2 anos atrás

Espero que consiga. Gosto do TB Egito. Foi meu chefe em 2006.

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Mauricio R Falando em P-82, Twin Mustang penso no que podemos fazer com duas fuselagens de ST. Agora, nos EU lançaram um Twin Sukoi acrobático, com duas fuselagens e um boom central que aloja tb uma turbina. Imaginem o mesmo com o ST. Teriamos um aeronave de ataque ao solo superior a tudo que existe até agora. Nem o A-10 teria a mesma versatilidade. Caberia um radar AESA, dois canhões de 30 mm. ou um Gatling de 20 mm. Bombas e misseis com bastante espaço e capacidade de carga. Blindagem de Titanio. Raio de ação ampliada com maior capaciadade de… Read more »