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Avião SC-105 da FAB faz pouso de emergência após princípio de incêndio

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SC-105 da FAB que teve princípio de incêndio em voo
SC-105 da FAB que teve princípio de incêndio em voo

Tripulação conseguiu apagar o fogo ainda no ar, segundo os bombeiros. FAB diz que pouso foi necessário para a segurança dos passageiros

Por Lidiane Moraes, G1 MT

Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) fez um pouso de emergência nesta sexta-feira (18), no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, por causa de um princípio de incêndio. O avião modelo SC-105 seguia de Manaus para Campo Grande.

O Corpo de Bombeiros informou que o fogo foi controlado pela tripulação ainda no ar.

De acordo com os bombeiros, uma equipe foi chamada para dar suporte ao pouso, o que teria sido necessário para evitar outro princípio de incêndio.

Cerca de 20 pessoas estavam a bordo da aeronave.

A FAB diz ter feito o pouso de emergência após falha técnica que não houve risco para os tripulantes e passageiros.

FONTE: G1 / COLABOROU: Delber Lima

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Marcos10
Marcos10
2 anos atrás

E olha que o avião é novo.

BILL27
BILL27
2 anos atrás

eita aviaozinnho pra dar problema

Wagner
Wagner
2 anos atrás

Cadê o pessoal que só mete o pau em aparelhos chineses?

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Wagner
2 anos atrás

É de uma infelicidade… e irracionalidade esse seu comentário.
Tenta postar algo construtivo ! Ao invés de ficar, a todo momento, querendo gerar discussões e debates infantis

JT8D
JT8D
Reply to  Wagner
2 anos atrás

Avião chinês não dá problema? Você é chinês? Aliás, qual a relação entre o seu comentário e o assunto da matéria?

Jota ka
Jota ka
Reply to  JT8D
2 anos atrás

Avião chinês dá problema, mas isto está no preço. Airbus tem preço para não dar tanto problema.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
2 anos atrás

Alfredo Araújo
Acho que o comentário do Wágner foi oportuno. Considerando que este modelo de aeronave c295 SAR da Airbus para FAB só tem apenas 11 meses que foi comprado em estado zero dos quais foram dois meses de adestramento em que nesse período já houve ainda esse ano uma perda total considerado ”acidente” de uma dessas aeronaves em Roraima – Surucucu e agora esse incidente. Não vejo irracionalidade nesse comentário, a não ser que não se pode falar ou fazer analogia com a Airbus por ser uma empresa ocidental.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Top Gun Sea
2 anos atrás

O Juarez sempre fala que esse avião veio da bambilândia e que não ia aguentar o batidão…

Pelo jeito que tá indo a coisa, ele não estava errado não….

Hélio
Hélio
Reply to  Rui Chapéu
2 anos atrás

O pessoal não gosta quando o Juarez fala, mas dá pra ver que ele entende muito de mecânica.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Top Gun Sea
2 anos atrás

Top Gun Sea,
O acidente em Surucucu não foi neste ano, foi em 2016.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

Quanto a racionalidade ou não de comentários, eu vejo tanta racionalidade quanto discussões de torcida de futebol nessa mania de, após acidente com avião de determinada origem que o comentarista não gosta, ficar cobrando a “torcida adversária” sobre críticas feitas no passado, e assim sucessivamente. Ou seja, na minha opinião comentários como os feitos pelo Wagner mais acima ou pelo Rustan mais abaixo agregam tanto ao debate quanto uma discussão apaixonadade torcedores em sites de esportes, depois de um jogo. Ou seja, nada. Ambos têm capacidade de comentar muito melhor que isso. E outros que “torcem” por outros “times” de… Read more »

André Gomide
André Gomide
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

O GRENAL(sou gaúcho) dos aviões, na maioria das vezes, torna os comentários vazios, repetitivos….chatos mesmo.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

Nunão, obrigado pela atualização, que por sinal não deixa de ser recente.

JT8D
JT8D
Reply to  Top Gun Sea
2 anos atrás

Avião chinês não dá problema?

João Carlos
João Carlos
Reply to  Top Gun Sea
1 ano atrás

Gostaria de saber se os problemas apresentados por estas aeronaves sao inerentes às propias aeronaves ou à sua manutenção, claro que sem cair nos chauvinismos comuns. Minha pergunta reside no fato de essa aeronave ser amplamente utilizada no mundo todo… e aqui, como dito em outro post, já ter duas “ocorrencias” em muoto pouco tempo…

Rustam Bogaudinov
Rustam Bogaudinov
2 anos atrás

Where is the European quality and service? Is the plane new? I remember the constant screaming (of the fans) about Russian equipment, and the prayer for everything Western … Here the plane gets less than a year, it already has such problems. ___ Onde está a qualidade e serviço europeu? O avião é novo? Lembro-me dos gritos constantes (dos torcedores) sobre equipamentos russos – especialmente sobre o Mi-35M, mas não houve tais problemas e helicópteros por 10 anos, e uma prece por tudo ocidental … Aqui o avião fica com menos de um ano, já tem esses problemas. Talvez não… Read more »

Mikhail Bakunin
Mikhail Bakunin
Reply to  Rustam Bogaudinov
2 anos atrás

Você já sabe a causa do incidente? A Rússia é muito avançada mesmo, investigam telepaticamente.

Overandout
Overandout
Reply to  Rustam Bogaudinov
2 anos atrás

Não vai ser o fato de um avião ter tido princípio de incêndio que vai eliminar o fato da qualidade e PRINCIPALMENTE o serviço (falo do pós-venda) russo serem inferiores.

Não é questão de torcer para um ou para outro, é fato conhecido.

Fabiano
Fabiano
2 anos atrás

Era pra ter pego o C-27J Spartan.

Mauricio R.
Reply to  Fabiano
2 anos atrás

Carrega mais carga, que é a razão dessas aeronaves existirem e agora também tem a sua própria versão SAR.
Demorou!!!!

Fabiano
Fabiano
Reply to  Mauricio R.
2 anos atrás

Exato! 🙂

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Mauricio R.
2 anos atrás

Você esqueceu de mencionar que custa mais caro também, para comprar e operar.

Mas como a FAB não tem dinheiro para fazer do C-130 o menor cargueiro que ela opera, como a USAF faz, vamos tocando em frente com o que o dinheiro dá para operar.

Mauricio R.
Reply to  Clésio Luiz
2 anos atrás

Mas é claro que custa mais caro, é um avião de verdade, com desempenho sólido pra oferecer.
É maior, mais pesado, carrega mais carga, tem mesmo que mais caro.
Entrega o que promete.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Mauricio R.
2 anos atrás

Então pelo seu raciocínio deveríamos ter feito como a USAF, que descartou o C-27J e comprou mais C-130J, que é claro que custa mais caro, é um avião de verdade, com desempenho sólido pra oferecer. É maior, mais pesado, carrega mais carga, tem mesmo que mais caro. Entrega o que promete. Mas dinheiro que é bom nóis num have, não é mesmo? Assim como a maioria dos compradores dessa classe de aeronaves, que comprou em massa a aeronave espanhola em detrimento do italiano. Se é para gastar mais dinheiro, que se compre uma aeronave que não seja cara para a… Read more »

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Fabiano
2 anos atrás

A USCG usa o Airbus CN-235(HC-144) e o Leonardo C-27J(HC-27J) e não reclama de nenhum.

Mauricio R.
Reply to  Walfrido Strobel
2 anos atrás

Com a introdução do HC-27J, deixaram de comprar o HC-144.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Mauricio R.
2 anos atrás

Claro, o HC-27J veio de graça doado pela USAF.

VEIGA 104
VEIGA 104
2 anos atrás

Parabéns a tripulação.

Marcos
Marcos
2 anos atrás

Sujeito nem sabe a causa do incêndio e baseado em..baseado, gera conclusões sobre a máquina.

Parabéns à tripulação que extinguiu índigo e pousou em segurança.

Meus pêsames àqueles que vivem sobre o cabresto da ideologia e são cegos à debates sadios baseados em fatos, e não baseados em…baseados…

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Marcos
2 anos atrás

Amen to that brother.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Marcos
2 anos atrás

E faz-se a luz!!!

willhorv
willhorv
2 anos atrás

Que fase hein!!
As bruxas estão soltas!
Felizmente todos salvos, inclusive a aeronave.
Compor, recompor e previnir novos incidentes….

JR
JR
2 anos atrás

Não lança paraquedistas pela porta lateral por queimar as fitas. Na rampa só lança uma coluna, pois duas entrelaçam as fitas. Ou seja, péssimo…

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  JR
2 anos atrás

Não sabia. Vou confirmar com o meu filho.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

O problema não é queimar as fitas. Há um parafuso na parte superior das portas que danifica as fitas. Quanto à rampa, a informação procede.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  JR
2 anos atrás

No C-27J o lançamento pelas portas laterais acontecem, mas pela rampa é só uma coluna também. Ao que parece, por serem aeronaves menores e mais estreitas, se lançarem duas colunas pela rampa, não tem jeito, as fitas vão entrelaçar.

Dois vídeos que comprovam isto.

https://www.youtube.com/watch?v=sKJm4gr6ZOI

https://www.youtube.com/watch?v=FxrVg8Csitc

PIETR
PIETR
Reply to  Wellington Góes
2 anos atrás

HC-27J soon will demonstrate how a great SAR MP plane it is Brazil crazy helping airbus with the poor C-295

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Rustam Bogaudinov 19 de Maio de 2018 at 8:42

“O que você não vê com os seus olhos, não testemunhe com a sua boca.

Provérbio Judeu”

Rustam Bogaudinov
Rustam Bogaudinov
Reply to  Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Carlos Alberto Soares 19 de Maio de 2018 at 11:01

The same thing I advise you (and others) to talk about Russian equipment!

celso
celso
2 anos atrás

É o que da pegar um Mini ou um New Beetle, pintar de camuflado e dizer que é veículo militar….

Eduardo von Tongel
Eduardo von Tongel
Reply to  celso
2 anos atrás

kkkkkkkkkkkkk

Ek Pola
2 anos atrás

Sendo um avião novo ou com algumas décadas nas asas o importante foi a imediata intervenção dos tripulantes na contenção do incidente que poderíamos estar aqui à lamentar! Uma Força aérea não está galgada somente em equipamentos no Estado da Arte mas de soldados capacitados a se interpor nas mais diversas situações.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
2 anos atrás

Bom dia a todos Considerando que aeronaves são “seres” inteligentes fabricadas pelo homem, sendo portanto máquinas, sujeitas a probabilidades acima do que seria normal em terra ou mesmo na água e considerando principalmente as capacidades das tripulações e dos fabricantes em oferecer serviços e equipamentos seguros (não necessariamente infalíveis) e tambem a experiência do pessoal do CENIPA, entendo ser muito leviano julgar equipamentos, tripulações e operadores sobre um incidente que sequer foi investigado ainda. Interpreta-se conforme os interesses e “torcidas”. Prefiro permanecer na expectativa de conhecer o que ocorreu (o que pode até não ser divulgado por ser uma aeronave… Read more »

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
2 anos atrás

Olá.
Uma questão me deixou intrigado: vinte passageiros em uma aeronave SAR?
Seriam “caronas”? Seriam militares em deslocamento rotineiro/programado?
SDS.

Daglian
Daglian
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Se a aeronave não está sendo requisitada para uma operação de SAR, que seja utilizada da melhor forma possível, fazendo valer o orçamento da FAB. Nesse caso, se ela podia ser usada para transporte também, ótimo. Imagino que isso ocorra com relativa frequência nos SC-105 da FAB (e, bem da verdade, em outras forças aéreas também).

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
Reply to  Daglian
2 anos atrás

Olá. Não concordo Daglian. Toda aeronave tem uma vida útil (medida, normalmente, em horas de utilização e número de ciclos). E tem sua função específica/prioritária. Se é um aeronave SAR, como SAR deve ser prioritariamente utilizada; se é para ser usada como cargueiro/transporte, que se compre (ou use) o modelo adequando a função (que é mais barato que o modelo SAR). Um acidente com essa aeronave poderia ter gerado, além das perdas humanas, uma sensível redução na capacidade SAR da FAB. Sou contrário as “rainhas de hangar”. Mas considero uma má utilização de recursos, se uma aeronave SAR (das duas… Read more »

Daglian
Daglian
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Olá Mauricio! Entendo perfeitamente seu raciocínio, mas devemos lembrar também que não há exatamente uma abundância de aeronaves, mesmo de transporte, na FAB. É muito possível que este SC-105 estivesse se deslocando justamente devido à sua função principal e, ao mesmo tempo, percebeu-se que ele poderia realizar o transporte de algum pessoal. Desta maneira, a força aérea resolveu dois problemas só com este voo. Além disso, é possível que o pessoal transportado estivesse diretamente relacionado, também, à operação dos equipamentos SAR desta aeronave, visto que esses possuem elevado nível de complexidade. Em suma, entendo seu ponto, mas acho que ainda… Read more »

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
Reply to  Daglian
2 anos atrás

Olá.
Concordo. Não dá para afirmar que tenha ocorrido um uso indevido. Mas reitero: tirando uma situação de emergência, usar uma aeronave SAR (levando em consideração que há somente duas do tipo na FAB) para transporte de passageiros ou carga, não é o mais adequado. Mas…
Apesar de tudo, há um lado positivo: foi detectado um defeito ou falha num aparelho novo. Creio que caberá ao fabricante alguma explicação, se não tiver de arcar com o reparo.
SDS.

bit_lascado
bit_lascado
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Não acho incomum, acredito que num caso de acidente aéreo, o SC-105 possa deslocar tripulação extra e membros e equipamentos do Para-Sar para ficarem de prontidão num local mais próximo ao local do sinistro.

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
Reply to  bit_lascado
2 anos atrás

Olá.
Em caso de urgência/emergência, ai vale o que estiver disponível.
SDS.

Ivan BC
Ivan BC
2 anos atrás

Único avião que não dá problemas é o meu, talvez porque eu não tenho um avião.

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Nada que já nao tivesse sido alvo de comentários anteriores sobre esta anv, especificamente está célula que desde a chegada tem dado um baile na manutenção com sucessivos panes elétricos.
Como o disse o colega em um post acima:
Como o pessoal não gost,a eu não vou falar, pode ser que alguém,algum dia crie coragem e abra a caixa de Pandora da Airbus militar no Brasil.

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Esse avião deve ser bom, porque a FAB não pára de comprá-lo

João Adaime
João Adaime
2 anos atrás

Todo mundo aqui sabe disso, mas não custa lembrar. Todo brasileiro pode viajar de graça num avião da FAB Basta ir numa unidade do CAN -Correio Aéreo Nacional, localizado nas bases aéreas, se inscrever e esperar ser chamado dentro de um período entre os dias que a pessoa mostrou interesse. A ordem de preferência é a seguinte: militares da FAB, da MB, do EB, familiares dos militares e finalmente os civis. A viagem fica apenas na dependência de haver um vôo para o destino, nos dias desejados, assim como lugar no vôo. Doentes que necessitem de assistência médica num centro… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
2 anos atrás

Gente, avião ‘faz tudo’ é isto mesmo, é este o aparelho que está carregando o piano da FAB. Só se acidenta quem voa. São 12 forças aéreas no mundo operando este aparelho (sem contar o irmão menor), afora outras que encomendaram, e só o Brasil é que fez besteira?! Ninguém opera só que existe de melhor no mundo, sem ter que gastar um preço alto por isto. Existe uma coisa chamada ‘solução de compromisso’, o C-295 é resultado disso. “Ah, mas o C-295 lá em Surucucu deu PT” e o recém KC-390 não teve o mesmo problema?! Só se acidenta… Read more »

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
Reply to  Wellington Góes
2 anos atrás

Olá. Se fosse a versão de carga/transporte, concordaria em gênero, número e grau com você Wellington. Mas a versão SAR tem equipamentos sofisticados e de alto custo. Claro, se foi adquirido, tem de ser utilizado. E confesso estranhar o fato dele estar transportando vinte passageiros no momento do incidente. Ok, é comum os aviões da FAB servirem para transportar militares e civis durante seus deslocamentos de rotina. Porém insisto: se havia necessidade de transporte, que fosse usado um aparelho mais adequado e não “o que tinha no momento”. Só se acidenta quem voa. E a FAB tem de voar. Mas… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Pq ele tem “SC” na designação?
.
R: Pq não serve só pra SAR.
https://d30p9ca83oqyng.cloudfront.net/defesanet/site/upload/media/1501849781_0002-620.jpg

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Complementando o que o Bardini postou: A Força Aérea Brasileira utiliza, com pequenas diferenças, o mesmo código da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) para classificar suas aeronaves.(Wikipedia). Uma das diferenças está no uso da designação “SC”, pois no sistema americano atual usado desde 1962 por todas as aeronaves militares, o “1962 United States Tri-Service aircraft designation system” para busca e salvamento se deveria usar o “H” ao invés do “S” reservado ao anti-submarino. H: Search and rescue, MEDEVAC S: Anti-submarine warfare . No Brasil – Para aviões de funções múltiplas ou diferenciadas as siglas são: ……. SC – versão… Read more »

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Está aí um tipo de avião que a Embraer projetaria com um pé nas costas. Mas deixa pra lá, a Embraer já é passado

Camargoer
Camargoer
Reply to  JT8D
2 anos atrás

Ola JT&D. Acho que você resumiu meu sentimento sobre a Embraer. Não é nem será. Foi.

JT8D
JT8D
Reply to  Camargoer
2 anos atrás

Pois é Camargoer, o jeito é “desapegar”.
Abraço

Luiz Trindade
Luiz Trindade
2 anos atrás

Uma coisa é certa. O acidente aconteceu e o fato de ele ser novo ou não, chinês, europeu ou até alienigena, não interessa! Interessa sim, que a tripulação foi extremamente profissional, fez o que tinha que fazer, pousou o avião em segurança. Agora cabe a CENIPA investigar, descobrir as causas do principio de incêndio e recomendar ações para que tais ocorrências não ocorram novamente!

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Maurício, sobre o acidente em questão, realmente fazer avaliação agora é achismo, agora sobre os fatos passados não tem na da disto. A uns dois anos atrás um comissão de brigadeiros esteve a “convite” da Airbus na Espanha para “conhecer” a linha de montagem do 295 e aparar “arestas”, que arestas: Explico: O PAMA que mantém a anv vinha “berrando” pelo mau atendimento demora no envio de spares, e atendimento ruim da Airbus. Resolveram? Que eu saiba , não, contínua igual. Bah,porque compraram novamente? Boa pergunta, apesar de que ele com patrulheiro/SAR não é ruim, o problema dele é na… Read more »

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
Reply to  Juarez
2 anos atrás

Olá.
Perfeito Juarez.
SDS.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
2 anos atrás

O incêndio a bordo teve como causa provável um curto circuito no inversor n° 3, que transforma energia DC em energia AC para os sistemas de missão.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
2 anos atrás

Só queria que me explicassem uma coisa: Se o C-295 é tão ruim assim, porque vende mais do que o C-27J?

O pessoal de vendas da Airbus deve ser muito bom mesmo!

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Porque ele é bem ,mas bem mais barato que o C27J, mas este bem mais barato tem um custo. A FAB já sabe qual é.Tem a ver com a missão.

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Rinaldo Nery 20 de Maio de 2018 at 22:06

O incêndio a bordo teve como causa provável um curto circuito no inversor n° 3, que transforma energia DC em energia AC para os sistemas de missão.
Sobre carga elétrica derruba os inversores, se as seccionadoras caírem, se não caírem, dá nisto.

Flanker
Flanker
2 anos atrás

Já via imagens, logo que essa aeronave entrou em serviço na FAB, onde um exemplar, operando em pista de brita/terra, sofreu “n” perfurações na fuselagem causadas pelas pedras arremassadas pelas helices e com danos também nas próprias pás das hélices. Isso foi logo no início das operações na FAB. Procurei as imagens mas não achei. Mas, eu as vi e lembro bem. Não sei como está essa situação hoje, mas que não é um primor de aeronave, é fato!

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Flanker
2 anos atrás

Verdade, a questão então foi aprender a como usar a aeronave, ou seja, ela não pode ser usada como usaram o venerável e cansado Buffalo. Se tivessem optado pelo C-27J e usassem da mesma forma, também teriam problemas.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Wellington Góes
2 anos atrás

As pás das hélices são de material composto, e possuem uma camada externa chamada “erosion coat”, uma espécie de silicone. Quando há erosão, o material é substituído. Foi projetado assim.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Ja ouvi falar que pelo problema das hélices no passado mantiveram os C-95A no 7° ETA, devido ao problema das hélices do C-120 Brasília. As do C-95 são de alumínio.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Pois então.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
2 anos atrás

Este víde mostra a capacidade de manobras de um C-27J, apesar de que um avião de transporte não precisa fazer looping e rolls, mas que impressiona é verdade.
. https://m.youtube.com/watch?v=zN_RaK97nig

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Walfrido Strobel
2 anos atrás