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Caças F-22 Raptor interceptam bombardeiros Tu-95MS no Alasca

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Caça F-22 Raptor escolta bombardeiro Tu-95MS
Caça F-22 Raptor escolta bombardeiro Tu-95MS

Em 11 de maio de 2018, duas aeronaves Lockheed Martin F-22A Raptor USAF da Base Conjunta Elmendorf-Richardson, no Alasca, interceptaram um par de bombardeiros russos Tupolev Tu-95MS na costa do Alasca.

A última vez que a 3rd Wing de Elmendorf viu uma ação similar foi há mais de um ano. Em 17 de abril de 2017, aeronaves da 3rd Wing também interceptaram dois aviões bombardeiros Tu-95.

Operada pelos Estados Unidos e Canadá, a região do NORAD (North American Aerospace Defense Command) do Alasca conduz o controle aeroespacial dentro de sua área de operações e contribui para a missão de alerta aeroespacial do comando.

Desde 2007, ano em que os Raptors começaram sua missão ANR a partir de Elmendorf, foram registradas dez interceptações de aeronaves russas, a maioria de Tu-95s.

102 COMMENTS

  1. Pelo que eu tinha visto em um site russo, além dos bombardeiros Tupolev Tu-95MS havia um avião de patrulha maritima Tu-142, que fizeram um voo de 17 horas pelo mar Ártico e os mares de Bering e Okhotsk.

    Bem, o urso russo pode não estar no melhor de sua saúde, mas não quer ficar enferrujado. Ou só insinuar que ainda têm dentes.

    • Bruno,

      Desse ângulo o F-22 não está no arco de tiro. E duvido que, numa situação real de combate aéreo, ficaria dando sopa ao alcance de disparo. Numa interceptação em tempo de paz, vá lá.

      Digno de nota é o tanque subalar do F-22. Por um lado, tem a função óbvia de ampliar o raio de interceptação. Por outro, provavelmente, aumenta a assinatura ao radar do caça numa missão em tempo de paz, evitando que o adversário descubra a que distância realmente poderia detectar um F-22 se estivesse sem os tanques externos, numa configuração furtiva.

      • Você está equivocado amigo. A distancia de um caça é medida pelo tempo de retorno do sinal eletromagnético metido pelo radar, o RCS não muda nada em relação a isso. O RCS só influencia na capacidade do radar de detectar uma aeronave.
        Qualquer caça que estiver cumprindo uma missão que requer distancias acima de sua capacidade interna de combustível, receberá tanques extras.

        • Bruno,
          É claro que o RCS influencia a distância em que uma aeronave é detectado por um dado radar. Esse princípio é toda a base que sustenta a tecnologia stealth.
          Em sendo “stealth” poderá se aproximar mais de um dado radar sem ser detectado.

          • Bosco,
            Você não intendeu oque eu quis dizer. A questão é refente à medir a distancia entre o radar e a aeronave. Se o F-22 for iluminado e o sinal de retorno for claro para o receptor do radar, ele medirá automaticamente à distancia enter ambos.
            Não existe a situação em que o caça aparece claramente na tela de um radar 3D e o mesmo não consegue medir a distancia entre ambos, porque ele é stealth.
            Se o sinal for claro, já era !

          • Bruno, o RCS reduzido diminuí a distância em que um radar consegue localizar um avião. Por exemplo, se um determinado radar consegue localizar um avião de RCS 3 m quadrados a 400 km de distância, só conseguirá detectar um avião com RCS de F-22 a menos de 40 km de distância. Esse é o princípio pelo qual se norteia toda a tecnologia stealth e que é provado pela equação do alcance do radar (procure por ela no Google). Em suma, o objetivo não é ser invisível ao radar, mas sim reduzir a sua eficiência a tal ponto que a aeronave possa contornar os radares e penetrar em um espaço aéreo altamente defendido, ou ainda, destruir os sistemas de defesa inimigos de forma segura e sem d

          • No caso de caças num combate aéreo o RCS também influência a eficiência dos misseis guiados por radar já que o radar do seker também terá dificuldades no rastreio.
            No entanto devemos ponderar que os mísseis guiados por radar de médio alcance tem uma eficiência de 50% atualmente e isso dependendo da eficiência dos sistemas de interferência poderia em tese ser diminuído ainda mais sobrando somente o combate à curto alcance onde o RCS reduzido não serve pra nada.
            Aí se amanhã os russos, inventarem um sistema de interferência realmente efetivo contra mísseis guiados por radares os caças com RCS reduzido vão ser um grande fiasco na história militar.

            Lembrando que desde os anos 60 a indústria bélica dos EUA investem seus recursos em caças priorizando o combate à médio alcance e quase sempre esse combate acaba reduzido a curta distância .
            É que o lucro é maior para desenvolver um caça mais pesado como um F 4 ou um F 22.

          • Munhoz,
            Mas se os americanos inventarem um míssil impossível de ser jammeado a tecnologia stealth continuará superior.
            Vale salientar que o Amraam tem índice de acertos superior a 90% em operações reais de combate. Em 13 confrontos foram utilizados 18 Amraams com 12 alvos atingidos, tendo sido derrubados 11 alvos, 1 foi danificado e apenas 1 escapou. Nenhum caça que lançou o amraam foi molestado e em nenhum dos eventos o combate fechou para o visual.
            Quanto ao combate aéreo sempre tender a fechar para o visual, é equívoco seu. Desde a SGM ele tem sido resolvido cada vez mais longe. https://i.stack.imgur.com/lhIDl.png
            Um abraço.

          • Neste caso você tem que avaliar que no passado recente os meios de chaft e ECM para ludibriar misseis guiados não acompanharam a evolução do Amraam sendo que na maioria dos combates em que foram usados era um míssil de ultima geração contra um caça já defasado ou com sistemas defasados, atualmente as ECM evoluiriam como os pods de guerra eletrônica russos MSP-410 ‘Omul’ e o MSP-418K, até com os misseis guiados a IR a evolução foi rápida sofrendo agora a interferência de feixes de laser para cegar o seker junto com os flares.
            Avalie também que um caça com RCS reduzido contra outro com RCS também reduzido o míssil guiado por radar vai ter dificuldade para travar o alvo, ai de um jeito ou de outro o combate vai chegar a curta distancia.
            Só iríamos saber o resultado se ocorresse uma guerra entre países em iguais condições ou pelo menos em condições aproximadas de treinamento e equipamento.

        • Bruno, acho que você não entendeu o que escrevi.
          O F-22 tem formas e cobertura externa criadas para diminuir sua assinatura ao radar.
          Já o tanque externo não tem.
          Por isso o uso do tanque externo, assim como diversas outras cargas externas de desenho não furtivo, impactam na assinatura do caça ao radar, mudando essa assinatura, e fazendo com que ele seja detectado a uma distância maior do que seria possível sem o tanque externo.
          Creio que o resto o Bosco explicou.
          Quanto ao uso do tanque para aumentar a autonomia, escrevi sobre os dois lados da questão (o aumento da autonomia e o aumento da assinatura radar) e não sobre um lado apenas.

          • Em tese. Mas precisa combinar com os russos.
            Acredito que eles tenham noção de todos estes parâmetros (autonomia do F-22, RCS com e sem tanques externos, …).

          • E vice-versa. Os russos também teriam que combinar com os americanos, ou seja, estes teriam que “deixar” os russos conseguirem os dados para terem essa noção, ou os russos teriam que se esforçar por diversos meios para consegui-los, por medições em voo ou por espionagem.
            Não deve ser tarefa fácil.

      • Nunão
        Acho q por aquelas bandas, é melhor usar o tanque, com aquecedor o consumo é maior!!!! Já pensou voar no Alaska!!!!!????

      • Nunão,
        Esse bombardeiro não deve ter um radar muito competente na função ar-ar. Muito provavelmente ele não “pega” um F-22 a 50.000 pés nem se ele estiver com 2 tanques e um piano em cada asa. rsrsss

        • Em uma situação real de combate, antes mesmo de conseguir chegar perto do Tu-95MS, o F-22 teria que enfrenta a formula (A-100+Su-57+ R-77). sendo que hoje já tem versão do R-77 com 190km de alcance, radar em matriz AESA(varredura eletrônica ativa).
          Ai meu amigo só Deus sabe oque ia acontecer !

          • Que R-77 é esse com radar AESA e 190km de alcance? Tem como mandar o link? Porque até o momento não havia visto matéria alguma sobre isso e, até onde sei, no momento a versão mais atualizada do R-77 é o R-77-1 que não tem radar AESA nem 190 km de alcance.

          • Bruno,
            Em relação aos russos contar com o ovo no orifício excretório galináceo não é muito recomendável. Os russos realmente dizem que estão desenvolvendo um versão do R-77 com desempenho cinético semelhante ao AIM-120 D e com seeker AESA, mas ainda não está em operação e não se sabe quando estará. Ele é denominado K-77.
            Os russos têm o hábito de anunciarem prematuramente que alguns de seus sistemas de armas estão operacionais quando ainda não estão e muitas, sequer são realmente terminados.
            E até estar pronto, integrado e distribuído em quantidade que faça a diferença, esse míssil K-77, pra ser lançado do caça, este antes terá que detectar o F-22 antes que o caça americano o faça.
            Um seeker AESA, em tese, é mais resistente às contramedidas eletrônicas, tem melhor desempenho em termos de alcance e resolução, pode rastrear uma área mais rápido, encontrar o alvo mais rápido e trancar no alvo de forma mais eficiente, mas ele foi pensando para se contrapor às ECMs existentes e não necessariamente para ser efetivo contra aeronaves stealths.
            O radar AESA ainda opera na banda X e apesar de poder ter alguma melhora de desempenho contra aeronaves stealths se comparado a um radar mecânico, ainda assim não resolve o problema de como o vetor irá detectar primeiro, rastrear e atirar primeiro .

          • Bosco,
            A história militar contemporaneamente nos mostrou claramente que quando os Russo dizem que um tal equipamento tem um certo desempenho, na verdade ele tem muito mais. Isso ficou claro quando caiu o murro de Berlim e o ocidente teve a chance de testar-los em 1º pessoa. Os especialista ocidentais ficaram de cabelo em pé, pois ficou claro que em confronto no ar com os caças do Pacto de Varsóvia, a URRS sairia na frente.

          • Bruno,
            Não sei se o caso isolado do R-73 serve como base para uma afirmação tipo: “A história militar contemporaneamente nos mostrou claramente que quando os russos dizem que um tal equipamento tem um certo desempenho, na verdade ele tem muito mais. ”
            Mas tudo bem! Talvez você esteja certo!!!

          • Jacinto,
            Em sendo confirmado uma versão ar-ar do Stunner (do David’s Sling) e ele deverá ser o segundo míssil ar-ar com seeker AESA (+ IIR).

      • Parece que não está no arco do canhão de calda, como vc mesmo disse, mas estaria no arco do canhão dorsal, se eles ainda estiverem instalados.

  2. Falando no Tu-95MS, me fez lembrar que a situação econômica da Rússia está em um patamar que este mês eles cancelaram oficialmente a compra de 2 aviões-tanque Ilyushin Il-96-400TZ que seriam usados para reabaster os bombardeiros Tu-95MS e Tu-160.
    https://www.aex.ru/news/2018/5/4/184023/

    Então a Rússia deve continuar com deficit de aviões-tanque.

  3. A Russia fica testando o tempo de reação da USAF… fazem o mesmo na Síria. Na hora que abateram um vão reclamar. Fazem também o mesmo na península coreana e próximo ao Japão.
    Não vi por aqui a noticia da queda de um Su-30 na Síria, caiu no mar esta semana.

    • Essa semana? Eu me lembro que no começo do mês um caça Sukhoi Su-30SM da força aérea russa caiu no mar em Latakia na Síria. Os 2 pilotos morreram. É o primeiro dessa família de caças que se acidenta com perda total e morte dos tripulantes. Ao menos contando os produzidos em Irkutsk. Em 2015 a Venezuela perdeu uma variante desse caça que é produzida em Komsomolsk-on-Amur.

      Dias depois um helicóptero russo Kamov Ka-52 caiu na Síria. Os dois pilotos morreram. Se especulava na ocasião que a causa deve ter sido falha técnica.

    • Queiroz,
      Este jogo é realizado a muitas décadas, um testa o tempo de reação do outro, inclusive a 35 anos atras, os Russos acabaram abatendo um avião civil da Coreia do Sul, uma grande tragédia, foi tão impactante que foi um dos motivos para o Governo Americano liberar o uso do GPS para o mercado civil.

        • Sim, outra tragédia.
          Se não me engano, o cruzador americano confundiu o avião com um F-14 (existia uma lenda que o avião Iraniano usava componentes do caça, não lembro direito) e pela rota, estava em rota de ataque aos navios da região. Importante lembrar que na época os Iranianos e Iraquianos estavam em guerra e afundamento de navios civis era até corriqueiros.

  4. Como funcionaria o protocolo de interceptação?

    Duvido muito que mantenham dois F-22 patrulhando ininterruptamente… Estas aeronaves devem estar em solo e, a partir da detecção da invasão do espaço aéreo, engajam em função de combate/interceptação. Já que custa $40.000,00 a hora de voo, a não ser que esteja devidamente provisionado no orçamento a mantença de tal despesa extraordinária. Sai em torno de um milhão de dólares o dia de voo de um F-22.
    Porém, com um vizinho como a Russia, não duvido que no orçamento tenha essa possibilidade. Sai em torno de 360 milhões de dólares anuais manter ao menos um F-22 sempre no ar. Pra USAF pode ser peanuts versus o benefício de se ter sempre algum vetor no ar.

    • Queiroz, as aeronaves interceptadoras permanecem em solo, no chamado QRA….ficam em prontidão, abastecidos e armados, com tripulações disponíveis o tempo todo. Detectado o alvo, é acionada a tripulação, que guarnece a aeronave e decola para a interceptação no vetor informado. Não há cacas em voo permanente. Na época da guerra fria, os EUA mantiveram, durante algum tempo, bombardeiros B-52 em voos ininteruptos, armados, para reduzir o tempo de reação em caso de um ataque soviético. Hoje em dia ninguem faz isso. Ainda mais com o F-22. Os EUA possuem “apenas” 187 dessas aeronaves e elas são consideradas essenciais na estratégia americana. Portanto, mantê-las em voo ininterrupto, em tempos de paz, além de absurdamente caro, aceleraria muito o desgaste das células. São as balas de prata da USAF, junto com os B-2.

      • Flanker, só complementando:

        Quem tinha (ainda tem, mas só para cobrir eventos mais específicos) uma doutrina de manter aeronaves mais continuamente em patrulha no ar para interceptação, e não só em terra, era a Suíça, por motivos óbvios (tamanho diminuto de seu espaço aéreo e tempo de reação mínimo). Bons tempos. Hoje em dia praticamente só interceptam em horário comercial.

        • Atté a década de 90 haviam radares OTH capazes de detectar bombardeiros e aviões patrulha com grande folga. Hoje a defesa se baseia só em radares convencionais.

    • Só fico curioso de como vc teve essa impressão a partir de uma foto! E o que os pilotos de ambos os lados deveriam fazer? Manobras evasivas? Manobras de engajamento? Não! É uma interceptação em tempo de paz. O interceptado, como estava em espaço aéreo internacional, manteve seu curso. O interceptador, pelo mesmo motivo, foi lá, “mostrou a bandeira”, tirou umas fotos, foi fotografado e cada um para o seu lado.

  5. Me parece que já é corriqueiro interceptar aeronaves Russas no Alaska. Também é comum a Rússia invadir espaçoes aéreos dos países Europeus. Qual providência deve ser tomada em relação a Rússsia? Os americanos fazem o mesmos, ou seja, vivem invadindo espaço aéreo Russo?

    • Em 2001 um J-8 chinês se chocou com um EP-3 espião dos EUA ilha de Hainan, J-8 caiu matando o piloto e o EP-3 foi obrigado pousar e tribulação ficando presa, causando um incidente diplomático entre EUA x China, presidente Bush teve que pedir desculpas.

      No mar negro já teve caso de um EP-3 invadir espaço aéreo russo.

      Quando os países não estão em guerra e não houve nenhum “incidente” como em 2001, como foi no caso da reportagem, geralmente escoltam aeronave invasora até limites do espaço aéreo, e depois um pedido formal de desculpas vias diplomáticas.

  6. No noticiário russo diz que os Tupolev tiveram escolta de caças Mig-31 e Su-35 (deu a entender que somente no mar de Bering), e que eles detectaram os F-22 antes desses alcançá-los. E meio que elogiaram os pilotos dos F-22, dizendo que se comportaram bem, sem provocações.

    De todo modo, em uma guerra de verdade o Tu-95MS deverá manter uma distância considerável do espaço aéreo americano para disparar seus mísseis de cruzeiro como o Kh-101. Até porque, a imagem no radar desse avião deve ser enorme com essas hélices.

    • Não é de se duvidar que o SU-35 realmente tenha detectado o F-22 a certa distância, afinal, como pode ser visto nas fotos os F-22s estavam com tanques sob as asas, o que aumenta consideravelmente o RCS da aeronave.

    • “E meio que elogiaram os pilotos dos F-22, dizendo que se comportaram bem, sem provocações.”

      Ah,,,,mas quando os russos interceptam aronaves, pelo menos nos últimos encontros, ficam fezendo gracinhas….lembram daquele vídeo de um SU-27 ou 30, não lembro, que interceptou um EP-3 ou P-3 dos EUA? Passou, em velocidade bem superior, a poucos metros da asa direita do avião americano? Os outros devem se comportar, mas eles não?

    • HAHAHA Verdade.
      Não deve ter nenhum caça da USAF que ainda não tenha “posado” ao lado de um “Bear”.

      Ainda sim rendem fotos belíssimas!

  7. Os EUA são o lixo do planeta. Não tem culhão para formentar uma guerra contra Rússia. E além do mais, os aviões russos estavam em espaço aéreo internacional respeitando todas as normas de vôo.

    • Quem disse que a Rússia tem capacidade financeira pra sustentar uma guerra com os EUA? Os caças Russos sempre que enfrentou os americanos levou na rabeta.

    • E quem quer guerra de verdade?

      Outra coisa.
      Os Bear sempre voando bonitinho sobre espaço aéreo internacional! Pare de se informar no Sputnik.
      Há mais de 40 anos os russos e americanos se provocam sobre o Alasca e Atlântico Norte, cada um testando tempo de resposta e sensores uns dos outros. Russos já sobrevoaram NAe e outros navios americanos também em clara atitude provocativa.
      A única coisa que posso elogiar é que eles são os únicos com bolas de aço que tem coragem pra isso.

      • Bosco,
        É claro que serve, na situação onde o caça atacante tenha utilizado todos os seus misseis derrubando a escolta, só sobraria as metralhadoras pra terminar o serviço. Ai nessa situação o Tu-95MS ainda teria como se defender com as suas metralhadoras de 30mm guiada.
        Os Russos sempre colocam todas as variáveis sobre a messa antes de projetar um equipamento.

        • Bruno,
          O Tu-95 só tem esse canhão de 23 mm na cauda . Não faço a mínima ideia do porque eles conservarem isso enquanto os B-52 já retiraram o Vulcan há muito tempo. Aliás, não entendo muito a solução tecnológica de muitos produtos soviéticos/russos.
          Agora, com certeza não é para a eventual e improvável situação na qual um F-22 gaste seus 8 mísseis (ou 16 numa configuração não stealth) e resolva atacar o bombardeiro com seu canhão Vulcan.
          Seria fácil para um caça nessa situação atacar o bombardeiro cruzando sua linha de voo em vez de se colocar numa vulnerável posição de 6 horas.

        • Aparência é uma questão de gosto, tem gente que prefere um visual mais retrô, e tem muitos que não gostam de turbinas, sem contar que elas também tem seus contras. Aliás, a diferença de velocidade entre os dois nem é tão grande.

  8. Qual o custo de hora de voo do F-22 Raptor?
    Qual o custo de hora de voo do F-15C Eagle?
    .
    Modernizando os Eagles monopostos da versão C, otimizados para superioridade aérea como são, trocando o radar por AESA, como aconteceu em 2010, seria possível ‘economizar’ tanto alguns ‘dólares’, como ‘economizar’ o desgaste dos Raptors necessários em missões de efetiva confrontação.
    .
    Sugestão do AESA tem aqui, no AEREO:
    https://www.aereo.jor.br/2010/04/15/f-15c-da-guarda-aerea-nacional-dos-eua-e-modernizado-com-radar-aesa/
    “O radar instalado no F-15C é um Raytheon APG-63(V)3 AESA, que combina o software comprovado operacionalmente do radar APG-63(V)2, com o transmissor e receptor (hardware) do APG-79, empregado no F/A-18E/F Super Hornet. Segundo o informe da Boeing, trata-se de um AESA de alta confiabilidade e performance, cuja antena é 50 vezes mais confiável que o modelo de varredura mecânica que substitui nos F-15 da versão de combate aéreo.”
    .
    Sds.,
    Ivan, o ‘sovina’

  9. Outra do F-15C Eagle, foi quando a “Boeing recebeu um contrato de US$ 478 milhões para fornecer a engenharia de fabricação e desenvolvimento do Passive/Active Warning and Survivability System (EPAWSS) da BAE Systems para os caças F-15 Eagle da USAF”.
    .
    Também no AEREO:
    https://www.aereo.jor.br/2016/11/17/boeing-vai-fornecer-novo-sistema-de-guerra-eletronica-para-os-f-15-da-usaf/
    .
    Se a USAF tem menos F-22 Raptors que o necessário para as possíveis missões que se avizinha, notadamente em função das prováveis diversas frentes que terá que se posicionar, melhor ‘gastar menos’ suas poucas ‘balas de prata’.
    Interceptar Bears e Flankers sobre o Mar de Bering com Raptors…
    …é desperdício de vida operacional do melhor caça do mundo.
    .
    Sds.,
    Ivan, o ‘econômico’.

  10. Bom só lembrando que esse tipo de encontro já acontece a muito tempo.
    Basta escrever no Google sobre o assunto, de preferência em Inglês.

  11. Boa noite, tenho 55 anos , sou apaixonado por aviação de caça e gostaria de ser membro de algum clube de caças.Alguém pode me indicar para que eu não morra frustrado. Obrigado.
    (21)99317-3059 claro/whatsapp.

  12. Eu também sou apaixodo por aviões mas nada entendo. Gostava imenso de fazer parte de um clube de fãs e aprender mais sobre aviões.

  13. O russo tava ali andando de lada de boa… apareceu um mustang, ligou os “giroflex”, deu aquela enquadrada, “vaza pé rapado”… russinho foi para casa com a garrafa de vodka pela metade de volta para casa.

  14. Bela imagem. Alguém saberia me dizer se estes Tupolev carregam artefatos nucleares? Outra coisa, eles foram utilizados na Síria?

    • O Tupolev Tu-95MSM pode carregar mísseis Kh-101/Kh-102 (ogiva convencional e nuclear). Na Síria foam usados algumas dezenas de Kh-101 no decorrer da guerra. Lançados tanto pelo veterano Tu-95 quanto pelo Tu-160: https://www.youtube.com/watch?v=joV8Sw08zMM

      Meio exagerado para aquele teatro de operações, mas a durante a guerra síria, a Rússia já testou mais de 100 novos equipamentos militares em campo de batalha, dentre eles esse míssil.

    • Neste tipo das missões não carregam.
      E sim , foram utilizados junto com Tu-160 para varias ataques contra terroristas com Kh-101.
      Um grande abraço!

  15. Bela foto…

    Em tempo de guerra… a base deste F-22 seria reduzida a pó … do que vale ser stealth se não voa…rs

    obviamente o lado russo seria incinerado da mesma forma…. baratas win!

  16. Eu pergunto: Não tem como ter um tanque subalar com bordas enflexadas de modo a acompanhar a aerodinâmica do F-22 facilitando o sua tecnologia stealth?!?

    • Teoricamente tem sim.

      É só projetá-lo com as formas e materiais que foram pensados para esse casulo (pod) furtivo de armamentos criado para o Super Hornet:

      https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/08/Advanced-Super-Hornet-com-EWP-foto-Boeing-1200px.jpg

      Mas não sei se isso já não traria um aumento da seção reta radar que comprometesse a furtividade além do desejável numa situação em que esta seria fundamental, no caso de um caça de quinta geração como o F-22 (o que é diferente do caso do F-18, um caça de geração 4,5 longe do nível de furtividade do Raptor, sendo que no Super Hornet uma carga externa de desenho furtivo seria claramente uma melhora).

      • Nunão,
        .
        O EWP – Enclosed Weapons Pod – desenvolvido para o Advanced Super Hornet deveria ser adaptado para as modernizações do F-15C Eagle, bem como para os F-15E Strike Eagle.
        .
        Partindo do F-15C Eagle, aplicando alguns desenvolvimentos existentes, como por exemplo:
        .
        – Conformal fuel tanks – CFT – nas laterais da fuselagem, cada um com 3.213,8 litros (equivalentes a 849 galões americanos) de combustível, incrementando algo em torno de 5.100 kg de combustível aos 6.100 kg internos. Dispensaria os tanques externos pendurados nos hardpoints, 3 (três) de 2.300 litros cada, algo como 1.800 kg cada.
        .
        – EWP – Enclosed Weapons Pod – nos hardpoints principais, ou seja um sob cada asa e mais um sob a fuselagem, no total de 3 (três), cada um com 4 (quatro) mísseis ar-ar (possivelmente AMRAMM AIM-120C7 ou D), perfazendo uma dúzia de mísseis BVR.
        .
        – Radar AESA Raytheon APG-63(V)3, como sugerido e linkado acima.
        .
        – Instalação do Passive/Active Warning and Survivability System (EPAWSS) da BAE Systems ou versões mais atuais.
        .
        Na verdade uma atualização séria dos Eagles e Strike Eagles, com recursos já desenvolvidos, para atuar em um cenário mais restrito no futuro e suprindo as lacunas que os F-22 Raptors (pelo número pequeno) e F-35 Lightining II (pelo limite de carga), e ambos pelo custo inerente a ser furtivo.
        .
        Sds.,
        Ivan.

        • Certamente, Ivan.

          Mas eu estava mesmo querendo dar uma ideia de como poderia ser, hipoteticamente, o formato de um eventual tanque externo de linhas furtivas para o Raptor.

          Sobre atualizações de F-15 e F-18 com novos tanques e baias de armamentos conformais, além de pods de armas e outros itens, eu cheguei a achar na época de apresentações de conceitos que a coisa andaria rápido. O próprio pod de armas do Super Hornet tevw um exemplar desenvolvido muito rapidamente. Mas lá se vão uns bons anos.

  17. Parabéns ao Poder Aéreo!
    Pelo nível de alguns comentários, percebe-se claramente que o site atinge um público de todas as idades!
    Desde pessoas adultas e maduras, até crianças de 8~10 anos..

  18. È bem simples minha analise, Os Russos mandaram um bombardeio Tupolev Tu-95, um avião robusto projetado pós guerra para sobrevoar o Território da maior potencia militar do mundo, que mandou um caça de ultima geração com tecnologia steath para intercepta-lo, logo, eu concluo que os Russo não estão nem ai, simplesmente mandaram esse trambolho ” muito bonito por sinal” dar uma volta em território norte americano.

  19. Poderiam constar somente conentarios de especialistas em defesa? Pilotos, estrategistas, gente do ramo? Qual a validade dos achismos dos metidos a entendidos? Vai ver que chegaram se quer perto das aeronaves para definirem isso, ou aquilo e ainda brigarem entre si afirmando que o outro esta errado. Ridículos…

    • Francisco,
      Qual a sua definição de “especialista em defesa”?
      Pra você um engenheiro que desenvolve o seeker IR de um míssil é “especialista em defesa”? Será que o comentário dele sobre projétil de canhão você aceita como válido?
      Será que um comandante de submarino você entende como especialista em defesa? O que você diria se ele comentar sobre obuseiros?
      Será que um jornalista especializado no tema defesa é “especialista”? Ele aprendeu o tema na faculdade de jornalismo? Será que você aceita a opinião de um jornalista especializado em defesa sobre o railgun?
      Ou quem sabe um “Marine” com uma folha corrida de mais de 20 mortes? Pra você serve como sendo especialista em defesa? Quer dizer que o que ele disser sobre mísseis ICBMs você aceita?
      Nos fale sobre o perfil do que você considera ser um “especialista em defesa” capaz de emitir opinião sobre o tema em tela: “F-22 Raptor intercepta bombardeiro Tu-95MS no Alasca”
      Um abraço de um entusiasta em defesa metido a dar palpite em tudo.

    • Francisco,
      O site é para entusiastas do tema Defesa, independente da profissão dele ser ligada diretamente ao tema ou não (militar, engenheiro, técnico, jornalista especializado, vendedor de produtos militares, trabalhador em fábrica de produtos relacionados, etc.). Já te adianto que sou da área da saúde e tendo entrado na faculdade aos 17 anos (40 anos atrás). Mas desde os 12 sou apaixonado pelo tema e como muitos que comentam aqui fui consumidor assíduo e colecionador relaxado de inúmeras publicações semanais, mensais, trimestrais, etc. dedicadas aos tema. Desde revistas até livrinhos e livrões de capa dura. Alguns, de capa dura, adquiri em língua inglesa. Minha primeira revista que comecei a colecionar, me lembro bem, foi a “Segurança&Defesa” nº 2. De lá pra cá comprei literalmente “tudo” que foi publicado no Brasil e ficou disponível em banca de jornal ou livraria versando sobre o tema.
      Hoje, para alento de nós, entusiastas, tem a internet e blogues para que possamos trocar informações e encontrar “companheiros” que têm o mesmo hobby. Infelizmente esse segmento tão emocionante foi, como tudo na sociedade, contaminado pelo proselitismo político partidário travestido de ideologia a favor do oprimido e da soberania nacional… mas isso é outra história. rsrsss
      Estou dizendo isso e me alongando tanto para dizer que os que aqui comentam cometem equívocos como qualquer ser humano mas geralmente faz seus comentários baseados em informações que estão a todos, disponíveis para averiguação. Daí, muitos pedirem “a fonte”.
      Quanto a serem corretas ou não (por exemplo, se a China diz que tem 270 armas nucleares qualquer outra quantidade além ou aquém disso é achismo do comentarista) aí não é culpa dos comentaristas já que exatamente por não sermos da área não temos acesso a informações classificadas, sob pena de sermos mortos por “agentes secretos’. rsrsss
      Ser um entusiasta que tenta passar uma informação crível para os colegas dentro de um sadia discussão sobre algum tema não tem nada demais e nem tem nada demais ele omitir sua opinião pessoal. O que não é bem visto ou bem vindo rsrsss é um comentarista não ter o cuidado de verificar sua informação e colocar algo por achismo ou por ter ouvido falar, sem deixar claro isso.
      Perdão pelo off-topic.
      Um abraço.

  20. será que alguém em acredita sã consciência,que numa situação real de combate.o f22 estaria passeando ao lado de um bombardeiro russoe ao ao alcance de suas metralhadoras?

    • Nerudalima,
      É claro que sim, na situação onde o caça atacante tenha utilizado todos os seus misseis derrubando a escolta, só sobraria as metralhadoras pra terminar o serviço. Ai nessa situação o Tu-95MS ainda teria como se defender com as suas metralhadoras de 30mm guiada.
      Os Russos sempre colocam todas as variáveis sobre a messa antes de projetar um equipamento.

      • O TU-95 foi projetado numa época em que metralhadoras e canhões de autodefesa eram úteis. No caso colocado por você, basta o caça atacante se aproximar por baixo, ou por cima, em voo quase vertical, disparar seu canhão e então as armas defensivas do bombardeiro serão inócuas.

        • Flanker,
          As metralhadoras guiadas do Tu-95MS dão cobertura 360º à aeronave.
          Ninguém vai gastar mais combustível pra carregar pesadas metralhadora de 30 mm se não fosse necessário.

          • bruno, me desculpa, mas se você olhar a posição onde se localizam as metralhadoras (canhões, na realidade) do TU-95, ou seja, no cone de cauda da aeronave, verá que, logicamente, essas armas não podem dar conertura de 360° à aeronave. Em azimute, algo como 180° e algo como 90°. Para dar 360° de cobertura, deveriam ser colocadas no ventre ou dorso da aeronave, mesmo assim com algumas limitações (ventre, pelo arco das hélices e dorso pela empenagem vertical). Além disso, nunca vi nenhum TU-95 com outra estação de canhões além daquela da cauda. Portanto, essas armas não dão, em hipótese slguma, cobertura de 360° à aeronave. Mas, se você conseguir me explicar, de forma factível e prática, como isso seria posível, sou todo ouvidos.

          • Para um bombardeiro ter cobertura em 360º ele precisa de pelo menos 4 torres de canhão (uma no nariz, outra na cauda, uma na parte superior da fuselagem com giro em 360º e outra na parte de baixo igualmente com giro em 360º)
            Já vi Tu-95 com duas torres, na cauda e ventral.
            Quanto a essa versão (Tu-95MS), só ficou a da cauda. O motivo me escapa!!

  21. Eu me lembro vagamente que durante a guerra do Vietnã teve B-52 abatendo caça Mig-21 com seus canhões, mas na atualidade é difícil imaginar a utilidade desses canhões GS-23L no Tu-95. Bem, estamos falando de um povo que às vezes faz coisas estranhas como equipar um submarino da classe Whiskey com antena de radar.

  22. Então senhores, vou lhes postar algo: ” As in other Russian heavy aircraft, the primary purpose of this cannon is to jam enemy anti-aircraft missiles anda radars of enemy fighters. For this purpose, the cannon fires rounds carrying thermal or radar decoys” (Russia’s Warplanes Vol. 2 Piotr Butowski) ou seja, o objetivo dos canhões nos bombardeiros (Tu-95 e Tu-22M3) e aeronaves pesadas (Il-76 e AN-22) não é propriamente abater caças inimigos, mas sim ajudar a defender a aeronave com munição especial, dificultando o abate dessas grandes aeronaves. De outra forma, TODOS os Bear operados hoje são da versão H, ou seja, são aeronaves relativamente novas e pouco voadas, com muitos anos de vida útil pela frente, pois foram construídas usando-se as células reforçadas da variante de patrulha naval Tu-142. Em 17 de dezembro de 1982 dois protótipos entraram em serviço com o 1023 regimento de bombardeiros pesados em Semipalatinsk (hoje no Kazaquistão) e em 31 de dezembro de 1983, após modificações, as primeiras aeronaves foram entregues aos esquadrões operacionais. Detalhe interessante é que os Bear H foram construídos na fábrica de Samara e não em Tanganrog, pois essa última fábrica estava trabalhando nos Tu-142 e no A-50 e estava sobrecarregada, desta forma a produção dos novos Bear foi passada para a linha de Samara onde a última aeronave só foi entregue em 1993(!! dessa forma, para os que falam em velharia, informem-se antes de falar as besteiras costumeiras, pois o última B-52 foi produzido nos anos 60, enquanto o último Bear é mais de 30 anos mais novo!!). Hoje 60 Bear’s H são operacionais tanto na VKS (Bases aéreas de Engels e Ukrainka e no centro de conversão de Ryazan), quanto no centro de teste de Zhukovsky, onde a Tupolev opera cerca de 3 a 4 aeronaves para diversos testes. Os Tu-95 não possuem capacidade de lançar bombas, pois são apenas transportadores/lançadores de mísseis de cruzeiro como os KH-55/55SM/555 e os novos Kh-101/102 dos quais os bombardeiros modernizados podem levar 8 mísseis em quatro pilones sub-alares (2 mísseis cada), pois como os Kh-101/102 possuem 7.5m de comprimento, esses não cabem internamente no compartimento de bombas que possui 6m de comprimento (já os antigos Kh-55/55SM/555 são levados internamente e externamente num total de 16 mísseis de cruzeiro. Sugiro que tenham mais respeito por essa bela e clássica aeronave, já que são 16 mísseis nucleares para cada bombardeiro, ou seja, 4 aeronaves são capazes de transportar a 7.000km de suas bases 64 mísseis com cargas nucleares!! Nota: O Bear voa bem mais longe, porém com os mísseis criando arrasto na configuração máxima de 16, o alcance dos bombardeiros fica reduzido).

  23. Caro Bosco e Fernando, o Sr.Piotr Butowski é tido (e reconhecido) como um dos maiores especialistas em aviação soviética/russa. É autor de vários livros e contribui regularmente com artigos na Airforces Monthly e Air International. Dessa forma, não creio que seja leviano a ponto de numa coleção de 3 excelentes livros sobre a aviação russa ( volume 3 é só sobre armamentos) e com a reputação que tem, “inventar” algo. Grande abraço.

  24. Isto não levando-se em conta que per si os Bear possuem um sistema integrado de proteção muito bom. O sistema Meteor NM conjuga o RWR SPO-15 “Beryoza” além do sistema, L083 Mak-UT IR/MAWS que é um sistema de alerta de mísseis, ambos em duplicidade no nariz e na cauda da aeronave, também tem o ” radar jammer” SPS-172 (Geran-2DU) no nariz e em dois pod’s em baixo dos canhões de cauda, além de contar com o APP-50 chaff/flare nas naceles dos motores com entre 24 a 30 lançadores de 50mm ( são 8 ou 10 caixas triplas). O sistema de canhões de cauda são controlados por um radar próprio modelo Krypton, que consegue dar uma boa resolução de tiro a curta distância e é considerado simples mas confiável, de modos que apesar de bizarro para os padrões ditos normais, se formos imaginar que disparem chaff/flares, podem cobrir um arco de quase 180º na cauda da aeronave e sendo direcionados, criar uma barreira de “iscas” no caminho de possíveis mísseis.

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