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Embraer comunica incidente com o KC-390

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Embraer KC-390

Gavião Peixoto, 05 de maio de 2018 – A Embraer informa a ocorrência de um incidente hoje pela manhã, em Gavião Peixoto (SP), envolvendo o protótipo 001 da aeronave KC-390 que realizava testes de prova em solo quando saiu da pista. A tripulação deixou a aeronave em segurança e sem ferimentos.

A equipe de apoio foi acionada imediatamente e a Embraer já iniciou a investigação das causas do incidente.

A ocorrência foi comunicada ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira.

Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

KC-390 fora da pista
Imagem do KC-390 fora da pista

ASSISTA AO VIDEO DO KC-390 QUE SAIU DA PISTA, DIVULGADO PELO PORTAL MORADA

201 COMMENTS

  1. A aeronave PT-ZNF aparentemente praticava, dentre outros testes, toque e arremetida na pista.
    Vejam no flight radar.

  2. Os pilotos de ensaio precisam avaliar o comportamento do avião em condições limítrofes,… críticas,…esses incidentes podem mesmo acontecer. Ainda bem que a tripulação está bem.

    • Podem acontecer, mas não devem acontecer.
      Acidente ou incidente revela, acima de tudo, uma falha, um erro, e erro culpável.

  3. Gente boa tarde, mas com um cumprimento de mais de 5km por que realizar esses testes apenas no menor trecho da pista é dá sopa pro azar…. ZNF , a tripulação está brincando com a sorte.

    • Nesse caso, acredito ser mais provável uma falha nos freios, já que a maior parte da desaceleração de uma aeronave vem dos freios, e não do reverso. O reverso é muito útil e auxilia bastante, mas o principal equipamento de frenagem de uma aeronave é, de fato, o freio no trem de pouso. As superfícies aerodinâmicas também são importantes no caso, mas não são o fator determinante.

  4. outra questão, ele estava com alguma carga para esse teste? e se estava será que a tripulação pode ter errado os cálculos do peso velocidade e necessidade do espaço para parar o KC?

  5. Dependendo do dano na parte inferior da aeronave, já não seria mais um incidente aeronáutico, mas sim, um acidente aeronáutico.
    Quem souber, por favor, esclareça.

  6. O que salvou esse avião de não ter batido na cerca ( e aumentar o estrago) foi seu trem de pouso direito ter quebrado e a aeronave ter dado um ‘cavalo de pau’ encurtando a corrida.

  7. O incidente aconteceu no setor Sul, justamente na parte da pista que é a área de escape e que não é homologado para pousos e decolagens.

  8. Marcos você me deixou com mais curiosidade ainda! pois se não é homologado porque cargas d’água eles deliberadamente realizaram esses teste em local que não havia como se pode notar nenhum auxilio para eventuais emergências!!!!! quer dizer bombeiros, ambulâncias por parte da empresa!!!!

    • GP tem aproximadamente 5000 m, sendo 3000 homologados para pouso e decolagens. O restante é área de escape e testes em solo.

  9. Gente, olhando bem a foto aérea, não vi marcas no terreno próximo ao fim da pista, só começam após uma certa distância. Será que o piloto tentou decolar e pousou em emergência já na grama?

  10. Muito cedo ainda e com quase nada de informações, mas pelo que se vê, esse protótipo já era? Ademais, esse tipo de coisa pode acontecer mesmo a qualquer máquina e em qualquer momento de sua vida útil, faz parte do risco, ainda mais em teste limítrofes como devem estar sendo feitos. Que bom que a tripulação está bem.

  11. Esse modelo já trouxe mas informação para a engenharia do que o recomendado no incidente aéreo , agora pelo menos trará muitas informações sobre a durabilidade do trem de pouso .Queira ou não serviu como teste de pista não preparada. O PT-ZNF é o modelo ” Highlander ” quanto mas a LM torce contra mas ele ressurge!

  12. Só achômetro meu:
    Na imagem dá para ver três “riscos” paralelos, dois próximos e um mais distante. Os dois próximos são do trem principal e o afastado pode ser do dianteiro ou ainda da ponta da asa direita. Se for da asa, pode ser pior, pois se arrastando por tantos metros o estrago na estrutura pode ser grande.
    Outra coisa que chama a atenção é que as marcas começam bem depois do final da pista, o que poderia indicar que ele estava voando baixo (após um toque com arremetida). Intriga o fato de, com uma pista de 5000 metros, acontecer um incidente após uma das cabeceiras. Pista é o que não falta…

  13. Bem observado Baschera.
    Bem antes do final, ele já havia saído do eixo, e muito provavelmente, perdido o ‘antiskid’.

      • Manche à frente? O avião tem side stick. Não seria ¨manetes de potência à frente¨? O termo correto é TOGA (Take off/Go around).

  14. Olá.
    O “incidente” me fez lembrar de dois outros, porém com aparelhos comerciais, onde um dos reversos atuou e o outro não.
    SDS.

  15. Se deu PT eu não sei, mas sei que essa aeronave vai entrar em serviço com todos os testes, possíveis e imagináveis, feitos. Alguns, além do limite…..kkkkkk

  16. Cada comentário no Twitter que vou te contar

    ”Os americanu malvadu tão sabotando, etc…”

    Antes dos vira-latas jogarem pedra no avião e na Embraer e dos ufanistas criarem teorias da conspiração para inocentar a Embraer, digo que todo qualquer projeto de aviação é falível. Não conheço nenhum avião militar que tenha nascido perfeito.

    O F-35, trilhões de dólares investidos e até hoje apresentando falhas intermináveis. O cargueiro militar da Airbus, o A400M já teve acidente fatal causado por falha no software.

    Então incidentes como este podem até ser ruins para a imagem para imagem do avião e da Embraer, mas não suficiente para assinar o atestado de incompetência da empresa. Se isso foi causado por alguma falha da aeronave, isso será corrigido para evitar que não aconteça mais. e assim funciona os testes. Segue o jogo.

  17. Para uma aeeronave que já faz visitas a feiras e eventos promocioanis, inclusive uma volta ao mundo (ou quase), esse fato se mostra muito negativo para o KC -390. Não acredito que ainda não tenha passado nos testes críticos que se exige de uma aeronave deste porte. Vimos essa aeronave fazer até looping a baixa altura, lá no Chile. Agora sofrer uma pane de pouso é muito desagradavel. Os procedimentos e sistemas de trem de pouso e frenagem terão que softer reavaliação total.

  18. Se havia um provável cliente asiático em iminência de ser anunciado, provavelmente continuará tendo.

    Transcrevendo o colega acima:

    “todo e qualquer projeto de aviação é falível. Não conheço nenhum avião militar que tenha nascido perfeito.”

    E os testes são justamente para isso. Acontece, paciência. Provavelmente acontecerão outros. E nem precisa ser a mãe Dinah para especular isso. É assim…constatação do vício > investigação das razões > levantamento das soluções > Implementação da solução mais adequada. Todo desenvolvimento passa por isso.

  19. Prezado Baschera.
    Acredito que não, suponho que não havia mais pista disponível.
    A pista é muito grande, uma das maiores do mundo, portanto, é difícil supor algo.Não sabemos se ele estava pousando, ou decolando de uma arremetida de toque na pista, ou mesmo decolando a partir de um ponto da pista.
    O KC-390 muito provavelmente possua o sistema hidráulico igual aos grande jatos, 3 sistemas, A e B, e um standby.
    Os freios usam os dois sistemas e os reversos usam geralmente os dois ou os três sistemas, dependendo do avião. O KC-390 tem um ‘switch’ no pedestal para o freio de emergência,com a posição ON e AUTO, o normal é a posição AUTO. Ou seja, ele provavelmente não tem freio pneumático de emergência, a emergência entra automaticamente com o sistema hidráulico restante, A ou B.
    Acho muito difícil ele ter tido uma ‘Total Hydraulic Failure’, entretanto, eu não descartaria um problema eletrônico relacionado com o sistema hidráulico.

  20. É 100% palpite, mas:
    – A pista acaba e na terra não existem sinais significativos. Dá a idéia que está bem plano e alinhado com a pista e a aeronave militar deslizou sem grande marcas (anti-skid impedindo o travamento, ainda que o Baschera veja marca de frenagem na pista, para mim são marcas de aterrissagem);
    – Depois de passar pela estradinha o desnível deve ter danificado os sistema de trem de pouso e começou a arrasar, inclusive a turbina direita.
    – Na foto o avião parado está alinhado, sem tombamento, o que é positivo.

    • Eu suponho que, o que determina o acidente aeronáutico não seja a natureza do voo, mas o resultado do dano provocado.

    • Creio que não, se houve dano grave que exija substituição de conjuntos de componentes, como trem de pouso, então é acidente, mesmo com aeronaves em teste… mas quem vai dizer com certeza, creio que será o o pessoal do CENIPA, certo?

        • Não. Primeiramente para ser categorizado como incidente/acidente tem que haver intenção de voo. O mecânico rebocando o avião do hangar pro finger não é nada aeronáutico, em teoria.
          Quanto as classificações, o mais comumente aceito é:
          Incidente: não houve danos à aeronave ou vítimas (ex: uma despressurização).
          Incidente Grave: houve danos de pequena monta a aeronave ou em solo e/ou feridos leves (o avião, ao pousar colidiu com uma capivara e amassou a asa)
          Acidente: houve danos de grande monta e/ou feridos mais graves.

          Mas o CENIPA quem determina e nem sempre seguem essa lógica. Há outras variáveis. Um bom exemplo foi o Emirates que colidiu com 737 no Galeão há alguns anos. O CENIPA classificou com incidente, apesar de ter havido danos substanciais no 737.
          Outro exemplo é o pouso do F100 da OceanAir em Brasília sem o trem, que seria um incidente grave e virou acidente por conta de ferimentos mais sérios em um dos pilotos.
          Se realmente houve ruptura do trem de pouso, acredito que será classificado como acidente. Caso só tenha dado uma ralada, incidente ou incidente grave, dependendo dos danos.

  21. Tranquilo, incidentes/acidentes em periodo de testes faz parte, pois estão sendo definidos os parâmetros de operação, como é uma célula exaustivamente testada, vindo inclusive de um incidente mais sério, é passível de falha de algum sistema ou mesmo fadiga de algum material que não foi trocado no incidente anterior, se acontecer de ter sido algum dos trens de pouso ou mesmo o sistema de freio, é muito importante que aconteçam essas falhas antes de por o avião para operar definitivamente, pois o a estrutura dos trens de pouso sem dúvida alguma será a mais judiada na vida operacional do avião.

    *Que bom que nada de grave aconteceu com a tripulação, avião militar é isso!

    • LM nada. Foram os Sayajins.

      Ficaram sabendo que o Goku pretendia invadir o planeta deles com o kc390 e duas esferas do dragão, uma embaixo de cada asa.

      Mas está tudo bem. Como diz o nosso saudoso colega, Nonato, é só apertar a parafuseta de cada asa e ta tudo certo. Simples, sem essas besteiras complexas. Os Sayajins que nos aguardem.

  22. Olá, amigos.

    Pelo que se apresenta nas fotos e vídeo, a falta de marcas após o término da pista deve-se ao declive ali existente. Deve ter mesmo perdido contato com o solo e caído mais abaixo.
    Apesar desta triste notícia, o PT-ZNF desempenhou muito bem na FIDAE – Chile.
    Vejam o vídeo:
    https://www.youtube.com/watch?v=O6E1KE7onhA
    Há voo “na faca”, pouso curto e táxi em marcha-à-ré.
    Abraços,
    Justin

  23. Bem ainda bem que isso aconteceu! É pra isso que servem os protótipos. Eles são testados até o limite é tá é bom, são incidentes e não acidentes. A máquina é boa! Teve outros protótipos por aí ao longo da história que a lascaram e mesmo assim foram aprovados no final.

  24. Calma pessoal e mais um teste dentro do previsto, este teste e para fora de estrada, normal este teste e para ver se se a estrutura e conjunto de trem e rodas resistem, afirmo para vocês ocorreu tudo bem como da para observar nas fotos e videos; nesta madrugada ele será levado para lavação e amanhã ele já estará decolando denovo. cambio desligo.

  25. Meu palpite: falha nos freios depois de uma longa série de frenagens. O freio de emergência foi acionado, mas o avião desviou do eixo da pista para a esquerda, deixando uma marca de frenagem no final do trecho asfaltado. O fato de não haver marca de frenagem do lado direito indica que foi desse lado que ocorreu a falha. Também explica o desvio para a esquerda e porque o piloto tentou frear suavemente (para evitar um “cavalo de pau”). Não há marcas no inicio do trecho de terra porque este está em desnível e o avião “pulou” sobre ele. Quando bateu no chão quebrou una das pernas do trem de pouso

    • “falha nos freios depois de uma longa série de frenagens”
      Acredito que não. Os freios iriam superaquecer, depois de uma ou duas ‘full stop’ ele seria obrigado a parar com os pousos.

  26. Estava lembrando agora de um acidente semelhante ocorrido menos de um ano atrás com um C-130 da FAP durante um treinamento de qualificação da tripulação em procedimento de manobras em solo, abortagem de decolagem e aproximação. A tripulação perdeu o controle…o avião saiu da pista…irrompeu um incêndio na asa direita e três tripulantes pereceram.

    Sds.

  27. Mais cedo ou mais tarde, a aeronave teria que demonstrar o pouso sem flaps, ou até mesmo demonstrar pouso com os spoilers emperrados. Soma-se então, 10, 20, 30, 40 nós à velocidade de aproximação.
    Uma baleia dessas desembestada com 150 nós rolando na pista não é todo dia que acontece. Não é à toa que o lugar tem 5 km.

  28. “A Embraer informa a ocorrência de um incidente hoje pela manhã, em Gavião Peixoto (SP), envolvendo o protótipo 001 da aeronave KC-390 que realizava testes de prova em SOLO quando saiu da pista.”

      • Segundo a nota, a aeronave realizava testes em solo. O que dá entender que não se tratava de um procedimento de pouso, por exemplo, ocorrendo o incidente.
        Entretanto… sem indicação de marcas no trecho inicial de terra, onde a aeronave “pulou”, isso indica que a velocidade não era tão baixa.

        • Entendo que a preposição “em” esteja sendo usada na nota, não para indicar o lugar, mas para indicar a condição do ocorrido.
          Portanto, o mais correto seria: ‘testes de prova NO solo quando saiu da pista’, se fosse esse o caso.

          • Entendo.
            Só para entender meu ponto de vista: supondo que ele estivesse fazendo toque e arremetida e houvesse algum problema, teria ainda 2000 m para percorrer. Me parece que não foi o caso, já que varou a pista.

  29. Percebam no final da pista, terceira seta há diante marcas do lado esquerdo; alinhando tais marcas com as do solo na grama/terra fica evidente que o “risco” a direita é da ponta da asa.
    Vejam as marcas na asa direita, terra etc ….

    Bob Santana
    Não houve cavalo de pau, “a virada” a direita foi o resultado do arrasto por atrito da ponta da asa com o solo, podermos chamar de efeito ou resultado dinâmico.

    Ao ampliar a foto fica claro o desnível entre a pista e a área de escape, comentário já bem pontuado pelo Cel Jaguar Justin Case. Está até “marcada” pela grama,

    O que acontece em Vegas, fica em Vegas.
    (Erro do Piloto ? Duvido e muito, mas depois do Vudu da LM acredito em qualquer coisa e ele tem nome sabiam, o Vudu chama-se ……..?)

    • Eu disse que provavelmente o trem de pouso direito tenha entrado em colapso, ‘deitado’ a asa e feito a aeronave girar, ou popularmente, o que se conhece como ‘cavalo de pau’.
      O avião pesa mais de cinquenta toneladas, a ponta da asa, fazendo o movimento de alavanca, não suportaria como o pivô de giro de massa tão grande, provavelmente quebraria.
      Como eu disse, a aeronave pesa mais de cinquenta toneladas, ao final da pista, para ela ‘saltar’, ‘pular’ e voar 111 metros, ela teria que estar praticamente em velocidade de decolagem, ou seja, acima de 120kt ou 130kt. Acho difícil.
      A cor do terreno muda e provavelmente a resistência e a vegetação também.

  30. Juarez

    A asa direita “sustentou” em contato com o solo uma parte da anv, literalmente “deitou” para esse lado. Caso tenha recuperação é o Hillandher de asas.

    G abraço

  31. Há 4(quatro) marcas de desnível após o final da pista,
    isso é claro.
    A marca da anv nesse solo começa na passagem da 1a para 2a marca, a anv não “pulou” o desnível.

  32. OK Bob, na paz.

    VC pilota correto ?

    Erro humano é hipótese e neste improvável erro, quais seriam as mais prováveis.

    Sim eu sei, achismo …. vamos a eles ?

  33. Há 4(quatro) marcas de desnível após o final da pista,
    isso é claro.
    A marca da anv nesse solo começa na passagem da 1a para 2a marca, a anv não “pulou” o desnível.

  34. Desses 109 comentários, quantos deles foram bloqueados? 🙂
    Voltando pro assunto, protótipos são assim mesmo, acidentes e indecentes acontecem até serem resolvidos. Alias, como é grande esse avião. A gente não se dá conta até ver as pessoas em volta dele!

    • Os que estão publicados, por óbvio, não foram bloqueados. Então se a contagem era 109 quando você comentou, eram esses os liberados (mais ou menos meia dúzia com advertências)
      Já bloqueados ou apagados sem deixar aviso, e por isso mesmo não aparecendo aqui, cerca de uma dúzia eu joguei no lixo. Outro tanto deve ter sido jogado pelos editores Galante e Poggio na minha ausência (pois ao contrário do que muita gente parece pensar, pois cisma em reclamar comigo, não sou só eu quem modera o site, deixa advertências e apaga comentários que ferem as regras do blog. Aliás, meu tempo dedicado a isso é limitadíssimo. Seguimos um procedimento padrão).

  35. Moderação, acho um comentário ficou preso com link de um vídeo da aeronave pós-acidente.

    Se bem que o vídeo não é muito esclarecedor…

    P. S.: não sei se a postagem do vídeo Infringiu alguma das regras do blog.

    Saudações.

  36. Graças a Deus, tanto a tripulação quanto a aeronave estão intactos. Não será muito difícil investigar as causas.

    • Luiz, a tripulação não sofreu nada, mas não se pode dizer o mesmo da aeronave. Claro que são ainda especulações, mas é muito provável que o trem direito quebrou, e a asa direita pode ter sido danificada também além de algum dano na fuselagem inferior. Mas, assim como da outra vez, talvez não saibamos oficialmente quais os danos e sua extensão.

  37. Flanker, digo que a aeronave ficou “intacta” pois apesar de possíveis danos graves na estrutura ela não se “desintegrou”, como poderia no caso de um incêndio, por exemplo. Então a estrutura, caixa preta, instrumentos de teste e a própria tripulação poderão esclarecer mais facilmente. Muito mais complicado seria juntar pedaços para tentar reconstituir o acidente. Outro detalhe, o trem de pouso quebrou ainda na pista ou depois de ultrapassá-la e atingir o gramado ? Vamos aguardar.

  38. Bom dia, alguém já se perguntou porque as setas na pista de pouso estão ao contrário do sentido que o KC390 estava pousando? perdoem minha ignorância, aos experts alguém pode me tirar essa dúvida.
    Outro ponto o problema do trem de pouso principal ter sofrido colapso e consequentemente a asa direita ter suportado o tranco, vale observar que no vídeo a primeira estradinha de terra pode ter algum ressalto por ter sido nivelada a pouco tempo e haver um desnível considerável contribuindo de forma determinante para o dano do trem de pouso principal, só a partir desse ponto é que o solo apresenta marcas mais contundentes do deslocamento da aeronave contra o solo.
    Bom domingo!!

    • Michael, as pistas não tem sentido único de operação. A sua utilização depende da direção do vento no momento da operação. Atividades de pouso e decolagem ocorrem sempre no sentido contrário do vento, ou seja, a aeronave opera “de cara” para o vento.

    • Michael:
      A pista tem.5000 m, sendo 3000m homologados para pousos e decolagens. O resto é área de escape e para uso de testes de solo.
      Aquela parte da pista, que se vê as setas, é justamente a parte da pista usada para testes, o que sustenta a hipótese de que a aeronave estava fazia testes de solo.
      A questão das setas: na aproximação para pouso, as setas alertam ao piloto que o toque tem de ser feito mais a frente, justamente na parte homologada.

  39. O último registro no Flightradar24 mostra as 11:46 hs um registro de 141 Kts ou 261 km/h.
    Se saiu da pista nesta velocidade o estrago não foi leve não….

    Sds.

  40. É óbvio que se o trem de pouso quebrou fora da pista isso é uma causa secundária. A causa principal é por que ultrapssou a pista.

  41. Olá.
    Analisando a foto, pode-se reparar que não são três linhas, mas sim quatro (embora a quarta seja mais fraca, por vezes interrompida). Esta quarta linha é, aparentemente, provocada pelo arrasto da turbina direita no solo.
    As linhas provocadas pelo trem de pouso acabam por ficar mais “borradas” depois do aparelho ter percorrido alguma distância. Aparentemente isso indica que a parte de baixo da aeronave, bem como as portas da fuselagem que abrem para liberação do trem de pouso, estavam arrastando no solo.
    É possível perceber que, no local que a aeronave parou, há sombra da asa direita sobre o solo, o que indica que a asa não estava encostando no chão. Também é possível ver a marca do arrasto da turbina embaixo da asa direita naquela posição.
    O trajeto percorrido pela aeronave depois de sair da pista não é muito longo e não há indicação de que a mesma tenha sofrido rotações ou giros pronunciados naquela trajetória. Isso pode indicar que a velocidade do aparelho não era muito elevada quando da saída da pista.
    Há uma marca de frenagem na pista de pouso que termina junto com o final da cabeceira. Tal marca coincide com um imaginário prolongamento das marcas na terra do trem de pouso. Isso pode indicar que o aparelho estava com os freios acionados até sair da pista.
    Há desnível entre o final da pista e o solo ao redor. O aparelho parece ter dado um “salto” no final da pista.
    Aparentemente o aparelho estava taxiando na pista e não parou quando deveria.
    Foi o que pude observar.
    SDS.

  42. O Fly-by-ware é desenvolvido pela própria Embraer? Seria possível algum erro de código como o que derrubou o a-320 na Alemanha, naquele fatídico acidente em uma apresentação? Espero que não.

    Fiquemos na expectativa do recolhimento da unidade e analises.

    Highlander passa a ser um nome bem na fita para a aeronave.

    bom dia.

  43. Michael.
    A pista em sentido comum é uma só, porém, tecnicamente existem duas pistas, no caso, a pista 02 e a pista 20, ou melhor, a cabeceira 02 e a cabeceira 20. Pousos e decolagens podem ser feitos a partir de ambas as cabeceiras (ou ambas as ‘pistas’).
    As setas são para indicar que a cabeceira está deslocada (permanentemente), no caso, 2000 metros à frente, na pista 02. Isso acontece porque essa parte da pista com as setas não pode ser usada para pouso (geralmente por conta de algum obstáculo no terreno), ela só pode ser usada para decolagens.

  44. Não lembro de nenhum prototipo de avião que não tenha sofrido acidente ou incidente, esse teste deve ter levado a aeronave ao limite no teste de frenagem, embora a aeronave tenha sofrido danos, isso possibilitará a embraer analisar os dados do incidente e fazer a devidas correções em tempo, antes da aeronave entrar em serviço, para isso que serve esses testes os quais estão sujeitos a acidentes e incidentes, o exemplo mais emblemático é do airbus A-400 que após exaustivos testes, ainda apresentou problemas no gerenciamento dos motores que culminou na queda da aeronave e na morte de seus tripulantes, todavia esse produto apesar de problemas esta sendo comercializado, o KC-390 ainda não está 100% operacional, portanto ainda sujeito a acidentes e incidentes. Como disse a fase de certificação e para realmente testar a aeronave nos seus limites, portanto esse incidente não é motivo de espanto e servirá para o aperfeiçoamento e correções da aeronave.

    • A queda do A400M foi em um caso bem diferente, não foi em um protótipo em testes de certificação, foi em teste de primeiro voo de aeronave de série n° 23 que seria da Força Aérea Turca e seu problema não teve nada a ver com as falhas anteriores na caixa de redução do motor.

  45. Pelo amor de Deus!
    O primeiro foi por não “amarrar” a carga corretamente a calculou errado a o tamanho da pista!?!!
    Se for a mesma tripulação pode trocar!!!
    Tá queimando o produto uai!!!!

      • Marcos 10,
        Como não se sabe!?!
        Leia mais!
        O primeiro foi falha humana!
        Já o segundo veremos, mas pelo jeito 500 metros além da pista será mecânico-humano
        Sugiro que vá com suas leituras além dos comunicados oficiais e lógico domine o idioma inglês!

        • Olá Sérgio,

          Não adianta nada ler um monte de informações, seja em inglês, português ou esperanto, se tais informações tem credibilidade questionável. Quanto ao desprendimento de carga, não há nada em comunicado oficial que suporte esta teoria, isso vem de “fontes confiáveis” em publicação não especializada. O colega Marcos10 está correto em dizer que a causas do primeiro incidente não são conhecidas ao domínio público. Não é necessário ofender as pessoas para impor uma opinião. Uma pena que isso esteja virando moda aqui no fórum.
          Quanto a competência da equipe de ensaios da Embraer, só digo uma coisa: estão entre os mais experientes do mundo. A Embraer é a OEM que mais certificou aeronaves nos últimos 15 anos. Não merece ser desabonada arbitrariamente por você que está suportado em informações duvidosas.

        • De onde você tirou que foi desprendimento de carga?
          O que se especulou na época foi desprendimento das placas instaladas no bordo de ataque e que simulavam formação de gelo.
          Quanto ao segundo incidente: falha de freio? Falha de reverso?

  46. Bom domingo à todos! Uma pena o que aconteceu, mas ainda há muita especulação sobre o incidente. Não acredito que irá prejudicar de forma alguma as tratativas, acidente e incidente ocorrem ainda mais que está sob teste, e estes tendem a ser rigorosos. Vou esperar dados mais concretos e após estes, me inteirar aqui das opiniões informativas e qualitativas. Abraços à todos! st4

      • Tem razão,

        Faltou pouco para um desastre. Mas mesmo com incidentes e varadas na campanha de ensaios, o A340 foi certificado e teve sucesso comercial. Isso vale para inúmeras outras aeronaves.

        O KC390 passará por mais esta provação e em breve estará operando no Brasil e em outros céus do mundo.

  47. Eu não vejo nada de alienígena porque o KC390 saiu da pista. É uma aeronave que ainda está em período de testes. Agora é corrigir oa problemas e tocar o negócio. O lado bom é nao hove vítimas. O KC390 é um ótimo projeto, tem vitrine, está sendo testado, está voando o que é o principal. Problemas todos tem, caças de última geração e com as melhores capacidades estão caindo, mas é do jogo faz parte, e num projeto que está sendo testado nem se fala. Teste é para isso mesmo, opinião minha sem ideologismos furados.

  48. Pelo intervalo de espaço do toque em terra, aparentemente, ele tocou a grama em baixíssima velocidade e reto, sem forçar tanto o trem de pouso, dando um meio cavalo de pau leve e breve – pois parou logo – após a linha verde mais escura – que pode ser uma vala de drenagem rasa. A primeira linha que coincide com a ponta da asa, pode ser de outra aeronave ou da própria asa. Mas uma questão que pode ter amenizado, ou não, os riscos de danos no trem de pouso, é se a superfície estava molhada ou seca.

    • As paralelas das rodas ficaram borradas na sequência, porque as rodas mudaram de posição com o giro da aeronave, passando a fazer o atrito em perfil, ao contrário do que se comentam acima, de que poderia ser as portas do trem de pouso ou a parte de baixo da aeronave.

    • O piloto deve ter provocado um meio “cavalo de pau” para evitar que a aeronave se chocasse com a cerca de proteção e a pista asfaltada, que deve ser alguns centímetro mais alta que a superfície, se constituindo em uma barreira de impacto mais grave para o trem de pouso.

  49. se terminar igual ao c-105 que perdeu o trem de pouso e capaz de ser scrappeado…mas tanto faz a EMBRAER vai embora mesmo…. logo sera boeing C-390

  50. Marcos10.
    Voce nao deixa de ter certa razao, entretanto.
    Note que os voos registrados no flight radar todos tem com pouso a cabeceira 02, sendo que, o incidente mostra que a aeronave veio em sentido contrario (da cabeceira 20) e nao existe no site, nenhum registro de voo com pouso na 20 nessa data.
    Isso pode mostrar que a aeronave nao estivesse vindo ou indo para o voo em si, porem, em teste de corrida sobre a pista.
    Uma hipotetica situacao nessas circuntancias seria um ensaio de aborto da decolagem em peso maximno, porem, com uma inesperada e infeliz perda de sistemas hidraulicos e/ou eletronicos criticos.

  51. Que zica mew. Mas os protótipos são construídos para serem levados ao limite mesmo, tanto que raramente são aproveitados depois devido ao desgaste da célula. o problema e que na era das fake news e da era digital , a desinformação que sempre foi usada nas guerras secretas industriais podem criar atrasos no projeto. O A400 tem dificuldades de encontrar clientes ate hoje por conta de desinformações disseminadas por concorrentes.
    A solução e a FAB receber logo seus exemplares e coloca-los em operação com eficiência, ai sim se prova a qualidade do produto e o vacina contra desinformações de concorrentes

  52. Anos atrás,um Phenom 100 varou a pista e foi morro abaixo,tinha um link aqui no Poder Aereo.
    os comentários eram que estava havendo um problema de software.Não li mais nada a respeito.

  53. Uma coisa me incomodou no video: aparentemente tentaram apagar as marcacoes da Embraer nas naceles e do KC-390 na deriva com tinta branca (e falharam).
    Qual seria a razao? Tentar esconder algo?
    Descaracterizar a anv e dizer que “uma anv nao identificada” fez um pouso de emergencia em GPX?

    • Realmente, muito estranho. Um avião enorme e com uma silhueta bastante reconhecível. Muito estranho terem feito esse papelão para tentar esconder

    • O avião é bem usado como marketing ,inclusive com estas pinturas tendo sido feitas recentemente .Acho tbm que apagaram para não dar uma qeimada nas imagens geradas

  54. Normal, todo avião tem problema…até F-22 se acidenta, isso não significa nada. Não entende o clima “quente” do pessoal.

  55. Eu falei e falo de novo. No primeiro acidente já tinha dito está aeronave devido ao estresse que passou no primeiro acidente, não deve ser usada para mais nada de testes ou missão, somente de aeronave propaganda,que voa até uma feira e fica a mostra, paradinha no chão e se alguém quiser demonstração de vôo mande outra aeronave.
    Testes só no outro modelo.
    Só vamos parar quando cair edestrui tudo?
    Seja inteligente já foi 2 aviso
    Não usem ela para novos testes

      • Engenheiro sim aeronáutico não. Porém alguém desmontou todo o avião peça a peça levou para um laboratório e inspecionou todos os itens para avaliar as fadiga sofridas do primeiro acidente? NÃO
        Portanto é impossível apenas inspecionar uma máquina desse porte e complexidade e dar um ok.
        Onde um mero parafuso trincado pode gerar uma reação em cadeia após seu rompimento e ao longo do tempo gerar um dano grave.
        Portanto está aeronave deve sim ser usada como estande de vendas mas não como produto de testes. Pois com toda a certeza do mundo suas características de desempenho e segurança já foram reduzidas.
        Portanto ao meu ver não é demérito preservar a vida da tripulação e o equipamento, não utilizar mais para testes que podem levar a um estresse desnecessário.
        Aproveite ele para propaganda e apronte outra célula para testes, este é loucura e irresponsabilidade usar.

        • Desculpa Renan

          Estude um pouco sobre analise MSG-3
          e verá que sua teoria sobre o Parafuso é errada
          e pare de propagar informações que você não detem o conhecimento

        • Pare de fazer especulação cara ….
          OS engenheiros sabem o que estão fazendo ,afinal eles são da area ,ao contario de vc que não é .E outra ,voce nem sabe o que ocasioniou o incidente.Segura a emoção aí.

  56. Teste de pouso em grama. Aprovado! hahaha
    Brincadeiras a parte, é melhor que os incidentes ocorram agora, em período de testes e certificação, do que venham a ocorrer em fase de operação.

  57. não sou muito bom de visão mas guardadas as proporções me parece que o que pega no chão a direita da aeronave não é a ponta da asa e sim a turbina , (olhem a asa mais próxima do chão nesse caso me parece que a nacele do lado direito que pega no chão).

  58. Desculpa aí, mas está parecendo assunto do site “VW Blog” (Carblogbr), em que os carros das outras montadoras ficam mais caros mas os da VW se “valorizam”. Incidente uma ova, desculpa aí de novo, mas bateu, mesmo, deu problema. Espero que seja o último. Suo frio imaginando que esses “incidentes” queimem a imagem do cargueiro. Desculpem o post duplo.

  59. O teste de pouso e decolagem,seria uma maneira de verificar o sistema de pouso,aumentando o ciclo
    que haveria no uso normal da aeronave,acelerando o desgaste do mesmo.Acredito que seria um dos motivos do teste.No painel do avião tem um indicador sonoro de temperatura do freio para evitar o fadding?Entre o ciclo curto de pouso e decolagem as portas dos trens de pouso ficam abertas?

  60. Li em algum lugar do FB que a aeronave estaria testando tgl no limite de carga com um reverso “pinado” (o que poderia explicar o desvio após o fim da pista).
    .
    A tripulação está ilesa. Já a roupa íntima deles provavelmente terá de ir pro lixo.
    .
    Como disse Juarez, pode bem ser o caso de “descarte”. Pra bom entendedor pingo é letra, e parem de sandices: aeronave de teste serve pra isso mesmo.

  61. Vader, muito bom ver seus comentários novamente. A regra é clara, se não for para ocorrer eventos agora fase de testes, na fase de produção é que não poderão ocorrer.

  62. Considerando que o avião foi projetado tendo em vista os testes necessários para homologação, se algo deu errado na homologação houve erro no projeto ou erro na execução do teste.
    Sem desculpas e sem passar a mão na cabeça.
    Foi erro e tem de ser analisado a fundo para corrigir suas causas primárias.

    • EduardoSP, não necessariamente foi erro: a Embraer devia saber que a aeronave em questão estava limitada de alguma forma pelos danos causados pelo incidente anterior, e resolveu descartá-la aproveitando a célula para testar além dos limites do projeto. Isso já foi feito antes, não seria a primeira nem a última vez.
      .
      Sim, erros acontecem, ainda mais em ambiente de testes de estresse. Mas não parece que a Embraer seja novata ou incompetente no assunto.

      • Vader,
        Um problema com essa teoria é que esse protótipo não foi pago pela Embraer, para que a empresa o “descarte” a seu bel-prazer, foi pago pela FAB. Estaria ela de acordo com essa ideia de “descarte”, dentro dessa teoria levantada?

      • Esta hipótese já entrou no terreno da fantasia. Não há nada que indique este objetivo. Ao contrário, há testes de reabastecimento em voo KC->KC onde haveria a necessidade de 2 aeronaves. Não faz sentido algum gastar 5 meses consertando o PT-ZNF para descartá-lo em um teste kamikase.

  63. Alguém tem uma nova imagem? Recolheram a nave? Existe alguma nova informação? Apesar dos comentários serem livres vi muitos achismos!
    E quanto ao Gripen NG? Seria um interessante uma nova matéria com a situação atual de testes.

  64. O misterioso é como que com uma pista tão longa disponível a aeronave possa ter varado os seus limites físicos. Será que algo de muito errado, com falha total dos freios em carga máxima com o reverso inoperante?

  65. Economizaram os trabalhos do SERIPA-4. É só ler os comentários… Já pararam pra pensar que pode ter sido uma simples falha dos pilotos? Piloto de ensaio também erra.

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