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F-35: Congresso dos EUA pode reduzir número de caças planejados

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F-35As

As capacidades de ponta do F-35 são acompanhadas por custos significativos. Alguns analistas sugeriram que a atualização de aeronaves existentes poderia oferecer capacidade suficiente a um custo menor, e que tal abordagem faz mais sentido em um ambiente com restrições orçamentárias.

Outros produziram ou endossaram estudos propondo uma mistura de caças F-35 e plataformas antigas atualizadas; outros ainda pediram o término completo do programa F-35. O Congresso considerou o requisito para os F-35 em muitas ocasiões e realizou audiências, revisou o financiamento e acrescentou contas de defesa.

À medida que os argumentos a favor e contra o F-35 mudam, o programa amadurece e/ou a situação orçamentária muda, o Congresso pode querer considerar o valor das alternativas possíveis, tendo em mente o progresso do programa até agora, fundos gastos, evolução do ambiente aéreo no mundo e o valor das capacidades potenciais exclusivas do F-35.

Quantidades totais de aviões planejados

Uma questão potencial para o Congresso diz respeito ao número total de F-35 a serem adquiridos. Como mencionado acima, os totais de produção planejados para as várias versões do F-35 ficaram inalterados por uma série de revisões. Desde então, surgiram novas informações consideráveis ​​sobre o crescimento de custos e restrições orçamentárias que podem desafiar a capacidade de manter as quantidades esperadas de aquisições. “Eu acho que estamos no ponto em nossa situação orçamentária, onde, se houver um crescimento imprevisto de custos, teremos que acomodá-lo reduzindo a compra”, disse o subsecretário de defesa Robert Hale, então controlador do Pentágono.

Alguns observadores, analisando possíveis limites para futuros orçamentos de defesa dos EUA, possíveis mudanças nas capacidades do adversário e prioridades competitivas de gasto em defesa, sugeriram a redução das quantidades totais de aquisições planejadas para o F-35.

F-35C, variante de porta-aviões

Um relatório de setembro de 2009 sobre a futura estratégia da Força Aérea dos EUA, estrutura de força e aquisições do Centro de Avaliações Estratégicas e Orçamentários, por exemplo, declara que, em algum momento nas próximas duas décadas, aeronaves de curto alcance e não furtivas provavelmente terão perdido qualquer valor significativo de dissuasão e operacional à medida que sistemas de negação de acesso/área (A2/AD) proliferam.

Eles também enfrentarão grandes limitações tanto na guerra irregular quanto operações contra adversários regionais com armas nucleares devido à ameaça crescente de bases aéreas avançadas e a proliferação de defesas aéreas modernas. Ao mesmo tempo, esses sistemas continuarão a ser super projetados – e muito caros para operar – para ameaças de baixo custo.

Reduzir o plano da Força Aérea para comprar 1.763 caças F-35A até 2034 em pouco mais de metade, para 858 F-35A, e aumentar a cadência anual de aquisição do F-35A para encerrar com as aquisições em 2020 seria uma alternativa prudente. Isso daria 540 caças F-35A codificados para combate, ou 30 esquadrões de F-35 até 2021, a tempo de permitir que o orçamento da Força Aérea absorva outros programas como o NGB (bombardeiro da próxima geração).

F-35C Lightning IIs e F/A-18E/F Super Hornets voando juntos

Acessibilidade e escassez de caças

Uma questão potencial adicional para o Congresso para o programa F-35 diz respeito à acessibilidade do F-35, particularmente no contexto de deficiências projetadas tanto nos caças da Força Aérea quanto nos caças da Marinha e dos Fuzileiros Navais.

Embora o F-35 tenha sido concebido como uma aeronave de ataque relativamente acessível, alguns observadores estão preocupados que, em uma situação de recursos restritos do Departamento de Defesa (DOD), os F-35s podem não ser acessíveis nas quantidades anuais planejadas pelo DOD, pelo menos sem reduzir o financiamento para outras Programas.

À medida que a cadência de produção anual do F-35 aumenta, o programa exigirá mais de US$ 10 bilhões por ano em financiamento de aquisição, ao mesmo tempo em que o DOD enfrentará outros desafios orçamentários. A questão da acessibilidade do F-35 é parte de uma questão maior e de longa data relativa à acessibilidade geral do esforço de modernização de aeronaves táticas do DOD, que também inclui aquisição do F/A-18E/F.

Alguns observadores preocupados com a disponibilidade dos números desejados de F-35 do DOD sugeriram a aquisição de F-16 atualizados como complementos ou substitutos dos F-35A para a Força Aérea, e F/A 18E/F como complementos ou substitutos dos F-35C para a Marinha. Os defensores do F-35 argumentam que os F-16 e F/A-18E/F são menos capazes que o F-35, e que o F-35 foi projetado para ter custos reduzidos do ciclo de vida.

A questão da acessibilidade do F-35 ocorre no contexto de um déficit projetado de até 800 caças da Força Aérea que foi mencionado por oficiais da Força Aérea em 2008, e um déficit projetado de mais de 100 (e talvez mais de 200) da Marinha e nesse ínterim, “à luz dos atrasos com o caça F-35 Lightning II, a Força Aérea dos EUA deve começar a analisar quais de seus novos F-16 receberão reformas estruturais, atualizações de aviônicos, atualizações de sensores ou todos os três.

FONTE: Congressional Research Service (para baixar o relatório completo, clique aqui)

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Edison Castro Durval
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Edison Castro Durval

Sempre achei o número de caças desejado do F35 alto, afinal normalmente um caça superior por desempenho e capacidade irá sempre substituir um número diferente de aviões inferiores, nunca será uma troca 1 por 1.

Será que o F35 se tornará um caça de “superioridade” sendo usado apenas nos primeiros dias da batalha e depois substituído por caças menos capazes mais mais economicos?

MBP77
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MBP77

Um coisa que os congressistas americanos deveriam se preocupar é se a diminuição na quantidade requerida não vai aumentar de forma exponencial o custo por aeronave (F-22 que o diga) e, algo pouco comentado, se a disponibilidade média do F-35 será suficiente para suprir as necessidades futuras da USAF ou se continuarão nessa espiral crescente de falta de meios. Cabe lembrar que por se tratar de uma plataforma detentora de tecnologias muito avançadas, a tendência é de que a disponibilidade entre revisões seja baixa (dada a complexidade envolvida) e agravada com uma menor quantidade prevista de aeronaves. Portanto, aí a… Read more »

camargoer
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Caro MBP77. Sua conta está certa. Se eles gastaram X no desenvolvimento e cada aparelho custar Y para fabricar, o custo de cada unidade é uma fração de X mais o valor de Y. Se diminuir a quantidade de aparelhos, o valor da fração de X fica maior. Por outro lado, o valor de X já foi quase todo pago. Se você diminuir o número de unidades fabricadas, o gasto daqui para frente será menor, além de diminuir o desembolso de operação. Eles estão pensando em quanto vão gastar daqui para frente.

Julio
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Julio

A conta não é tão simples. O custo de desenvolvimento deve ser diluído pelo número de aeronaves fabricadas, nesse ponto você está certo. Mas esse vetor têm muitas pendências que precisam ser resolvidas antes que ele seja fabricado, por exemplo: pneus, softwares, hardware (troca de computadores), assentos, etc. E quanto mais aeronaves forem fabricadas, maiores serão os custos dessas soluções. Esse projeto esta seguindo os passos do F-22, que é um projeto inacabado. E quanto ao custo operacional desse vetor, nada indica que o maior volume de aeronaves irá impactar consideravelmente no custo por hora de voou. O F-35 é,… Read more »

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Antes de mais nada o F-22 está bem longe de ser um projeto inacabado. Ainda que tenha tido sua fabricação interrompida com 189 unidades construídas é um vetor hoje em dia plenamente operacional, com capacidades que não estão presentes em outros aparelhos em serviço em outras nações como vem cabalmente mostrando na campanha da Síria. Aduzir que trata-se de um projeto “inacabado” pelo fato do vetor receber continuamente atualizações e inserções de novas capacidades é um argumento no mínimo equivoca visto que, se fosse verdadeiro, aparelhos como o Rafale ( onde se planeja o padrão F4) e o Typhoon (caminhando… Read more »

FERNANDO
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FERNANDO

Este é o avião mais caro da História, os americanos esqueceram o básico.
Estão dando uma de Alemanha na época da 2GM, com plataformas caríssimas e fora do plumo, este avião é um escândalo se limites.

Mark
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Mark

“Alemanha na época da 2GM, com plataformas caríssimas e fora do plumo”. De onde saiu isso? Americanos e Soviéticos usaram até o talo as tecnologias desenvolvidas na Alemanha no pós guerra. E outra, tecnologia de ponta custa caro. Ou gasta e faz um f-22 ou f-35, ou produz um j-20 ou su-57 no máximo.

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Os americanos não estão é repetindo o erro dos italianos na II GM,que tinham uma enorme força de caça totalmente obsoleta. E como o amigo MBP77 colocou mais acima reduzir o número de aeronaves a serem adquiridas irá inevitavelmente aumentar o custo unitário, inclusive para os aliados dos EUA.

Ozawa
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Ozawa

“(…) F-35 foi projetado para ter custos reduzidos do ciclo de vida.”

O problema são os custos imparáveis para nascer . . .

Julio
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Julio

Ozawa, qualidade e quantidade raramente andam juntos. Ou se tem um, ou se tem o outro, ou se tem uma solução híbrida.

Eu acredito que o EUA irá para a solução híbrida, como foi o F-22.

Humberto
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Humberto

Fernando, Imagino que vc esteja falando que o programa do F-35 será o mais caro, pois existem muitos outros aviões muito mais caro (falando individualmente), que vão desde o B-2 e o F-22, passando por vários aviões comerciais. Creio que o custo tem mais a ver com a lucratividade, emprego e desenvolvimento de novas tecnologias e o encarecimento natural dos equipamentos bélicos, isto não ocorre somente nos caças mas em quase todos os ramos da defesa. Por exemplo é só verificar o custo de um simples soldado Americano (equipamento de comunicação, capacete, visão noturna, iotv, etc). Temos que lembrar que… Read more »

Delfim
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Delfim

Os japoneses estão querendo um novo caça que seja um mix das capacidades do F-22 e do F-35. Perceberam as limitações da Orca e estão insatisfeitos.
Mas um novo caça stealth além de demorar pode ser vetado para venda externa como foi o F-22.
Pode acontecer dos aliados suspenderem as aquisições dos F-35 e exigirem a venda de F-22, e sua consequente reabertura de linha de produção e modernização ?

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Nada a ver…. Os japoneses querem um caça bimotor para substituir seus F-15J e o F-22 não apenas teve a sua produção interrompida como tem a exportação proibida por lei. Nesse cenário a oferta desse “híbrido” tem por finalidade justamente burlar a lei. Outro aspecto pouquíssimo lembrado é a limitada capacidade ar-superfície do F-22 decorrente das suas baias de armas “rasas” demais para armazenar armas como as JDAM de 2.000 libras baseadas na bomba Mk-84, sendo o limite prático do avião bombas de até 1.000 libras e as SDB. Por fim, o tal “híbrido” poderá ir de encontro às necessidades… Read more »

Coutinho
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Coutinho

Ao que parece, alguns leitores não entenderam bem o que dizia a matéria “Lockheed Martin propõe híbrido furtivo de F-22 e F-35 ao Japão”.
Acham que é o Japão que que quer o tal híbrido de F-22 e F-35, quando na verdade é a Lockheed que vai propor a eles o tal aparelho. A bronca pelo F-35 é tanta que nem interpretar o texto corretamente fazem.

Agnelo
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Agnelo

Uma observação correta, na minha opinião, é Q após a Campanha Aérea Estratégica, aeronaves de 4a G podem assumir a faina.
Esses e VANT podem suplementar os F-35, sem duvida.
Mas um fato é importante, em Q pese Q a substituição não seja 1 x1, pela capacidade do F-35, qual a quantidade será realmente ideal? Os cálculos quanto ao F-22 foram equivocados com a mudança de cenário, e estão arrependidos.
O crescimento chinês e russo, ameaças simultâneas na CN e Irã, tudo ao mesmo tempo, exige qualidade E quantidade.
Ou os EUA mudam sua postura.

Julio
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Julio

Angelo, o problema dos VANTS é que eles são muito vulneráveis a guerra eletrônica. O Irã, em 2011, utilizando a técnica de spoofing, conseguiu hackear o VANT semi-autônomo de espionagem mais avançado do Estados Unidos. Até hoje não se conseguiu sanar essa vulnerabilidade. Não deposite muita fé nessas aeronaves. Em caso de guerra total, elas serão as primeiras aeronaves a serem inutilizadas.

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

A alegação de que os iranianos teriam conseguido “Hackear” o RQ-170 não me parece muito crível, especialmente tendo em vista o nível de bravatas do regime de Teerã (vide o Qaher 313). A meu ver o drone simplesmente caiu por algum problema, e muito provavelmente resultou bastante danificado da queda. Um indício claríssimo é o fato de a despeito das declarações de que iriam produzir o mesmo por engenharia reversa, passados 7 anos a mesma ainda não se concretizou.

Bosco
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Bosco

Julio, O RQ-170 Sentinel é um drone capaz de fazer reconhecimento profundo em espaço contestado mas não é o mais avançado. O Global Hawk era o drone mais avançado dos EUA. Hoje, provavelmente o mais avançado é o RQ-180. E sua descrença na tecnologia dos “drones” não é referendada pelos fatos. Os americanos possuem milhares de drones e mesmo esse RQ-170 vou algumas centenas de vezes em ambiente contestado. Só um foi “interferido” (ou caiu?). A questão para avaliarmos a capacidade do RQ-170 não é quantos foram “derrubados” e sim quantos sequer foram detectados. Esses números nós não temos acesso,… Read more »

Julio
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Julio

Bosco eu entendo a sua posição, mas o fato é que o sistema de comunicação e, principalmente, o de navegação de dessas aeronaves são completamente dependentes de satélites. A técnica de spoofing consiste em enviar sinais falsos aos receptores da máquina alvo, fazendo com que ela interprete tais sinais como verdadeiros, outro ataque possível é enviar muitos sinais para a máquina alvo a ponto que ela não consiga mais processar o volume de dados e consequentemente acabe se desorientando. Em tese qualquer aeronave é vulnerável a esses ataques, mas as aeronaves tripuladas possuem pilotos que pode tomar decisões adequadas a… Read more »

Bosco
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Bosco

Júlio,
Mas os grandes drones têm sistemas inerciais avançados, que são os grandes “mestres” do sistema de navegação, ficando o sistema GPS como apoio. Em havendo um conflito entre os dois sistemas o INS assume.
Não creio que a interferência no GPS seja o grande vilão no caso do Sentinel capturado pelo Irã. Em acreditando que tenha havido mesmo uma captura intencional, sou mais achar que eles implementaram um ataque cibernético. Se o sistema de criptografia foi violado não há nenhum sistema semelhante ao INS que assuma e aí seria possível “pousar” o drone.
Mas tudo é achismo.
Valeu!

Agnelo
Visitante
Agnelo

Obrigado a todos por este debate.
Minha ideia do VANT é em suplementar os meios pilotados, não em substituí-los totalmente. Principalmente, após a Campanha Aérea Estratégica, quando recursos mais nobres de GE ou Ciber podem já estar mais comprometidos.

Saldanha da Gama
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Saldanha da Gama

Com a redução de pedidos, lá se vai por terra meu sonho de ver alguns f35B pousados no ocean!!!

Delfim
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Delfim

Talvez seja a única versão do JSF a fazer diferença.

Saldanha da Gama
Visitante
Saldanha da Gama

Também acho Delfim!!! abraços

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Tem “perna” muito curta. Sendo assim teria que expor muito o NAe ou o seu grupo aproximando-se demasiadamente do campo de batalha.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Não sei se a perna do F-35B é assim tão curta Poggio! Segundo dizem ele tem o mesmo raio de combate do A-7 Corsair, que era referência.

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

A-7 tinha um senhor raio de combate. Ia muito longe com muita carga.

Delfim
Visitante
Delfim

Uma Lei pode ser derrubada por outra Lei. Sem falar que proibir o F-22 para vender algo melhor não deixa de ser anacrônico.
Talvez Japão, Austrália e CS tenham mais necessidade de um “híbrido” que Israel. Mas se pintar Israel não vai deixar de comprar.
CS pode partir para o KFX. Turquia, Suécia, Japão e a CE também podem partir para seus caças. Os EUA correm o risco de perder exclusividade na tecnologia stealth.

Saldanha da Gama
Visitante
Saldanha da Gama

Meu caro, ainda no papel, mas a Saab já tem o planejamento do seu! O consórcio Europeu também, Rússia bem ou mal entrando e a China não tardará a copiar um. O Mercado em poucos anos terá muito mais ofertas provavelmente que demanda e a concorrência ficará selvagem. Os EUA que abram seus olhos, aperfeiçoem seu multi-role o mais rápido possível! abraços st4

Marcelo-SP
Visitante
Marcelo-SP

Sempre existe a possibilidade. Mas lá se vão 37 anos do primeiro voo do F-117 e nenhum país chegou perto do RCS dele.

A 6a geração já está em projeto nos EUA. Por isso, acho que a dianteira tecnológica vai se manter.

Robsonmkt
Visitante

Creio que o custo do avanço tecnológico chegou um teto orçamentário só qual nem políticos e nem mesmo as forças armadas estão dispostos a atravessar.

Tadeu 54
Visitante

Boa tarde, já escrevi aqui a respeito do número limite de F-35 que serão construídos ( calculei entre 400 a 600 aeronaves ), deve-se também considerar o custo de operação e de manutenção dessa frota, que é muito caro !

Zorann
Visitante
Zorann

Quanto ao F-35, acredito que o salto desejado foi alto demais. Se tivessem de repente criado uma primeira versão mais simples, com tecnologias que já alcaçaram certa maturidade, poderiam 10 anos depois, lançar a versão D/E/F ou um block mais avançado e quem sabe um pacote de atualização único para as aeronaves da primeira versão. Não teríamos este pesadelo logístico que temos hoje e os prazos possivelmente teriam sido cumpridos.
.
Oque assusta é continuarem produzindo aeronaves, entregando, sem a segurança de que novos problemas sérios não aparecerão.

Tallguiese
Visitante
Tallguiese

Se os americanos chegassem aos seus aliados e dissesse que iria reabrir a linha de produção do F-22 e que estaria disposto a vender, ia ter fila de países para comprá-lo. Afinal a sexta geração está no incubatorio. Estou errado?

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

No mundo real o Congresso aumentou o número de unidades a serem adquiridas esse ano. Segue o fluxo…

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Natimorto!

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Pelo PA ele já estava morto há anos. Mas a bala saiu pela culatra, congresso aumentou o número de unidades esse ano e o Su-57 perdeu seu único sócio.

ODST
Visitante
ODST

Isso não quer dizer absolutamente nada, o caça não poderia mais ser cancelado de um jeito ou de outro, a produção já avançou muito, vão ter de empurrar com a barriga e continuar financiando o projeto através de vendas para alguns países vassalos. Não é um aumento de unidades que vai livra-lo de seus intermináveis problemas que limitam [muito] sua ação na maioria dos combates atuais (e ninguém sabe quando ele vai estar de fato pronto). O F-35 em seu atual estágio é como uma caixa de pandora voadora, simplesmente não é confiável. É um projeto que deveria ter sido… Read more »

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Então Noruega, Grã-Bretanha, Holanda, Itália, Japão e Coreia do Sul, todos eles países altamente desenvolvidos e com forças aéreas de respeito, são apenas e tão somente “vassalos” dos EUA? Então o que seria a pobre Bielorússia em relação ao Kremlin? E todas aquelas ditaduras miseráveis em relação à China?

E a despeito dos problemas, o F-35 não tem problemas de furtividade como é o caso do Su-57 e tampouco precisa ser mantido em hangares com ar-condicionado como o J-20

Müller
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Müller

Se a única superpotência do mundo não é capaz de adquirir e manter todos os F-35 conforme planejado, imagine os seus aliados.
Olha aí a linha de produção dos F-16 e F-18 se prolongando por mais uns 40 anos.

Ádson
Visitante
Ádson

“Off tópic”. Uma pergunta a todos mas em especial ao Cel Nery: Um F35 B caso tivesse seu trem de pouso e estrutura preparada para ser lançado por catapulta, decolaria com qual capacidade a mais? Depois da ou das respostas justifico a pergunta.

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

F-35B teria que ser totalmente adaptado, creio que é economicamente inviável. Para essa função existe o F-35C. Mas desconsiderando essa parte, em modo stealth n mudaria nada, a baia do F-35B continuaria ligeiramente menor e a carga interna bem menor que o limite máximo.

Ádson
Visitante
Ádson

Olá Ricardo, eu sei que o C é que é projetado para esta função, mas a pergunta é por achar que o B apesar da baia interna ser menor, mesmo assim ele não deve decolar com toda sua carga possível decolando de um PA por seus próprios meios. Esta é minha dúvida. Pois bem, o por quê da pergunta! Invertendo a lógica atual de PAs de algumas marinhas decolar com rampa e pousar com aparelho de parada, um 35B que decola-se catobar e pousasse V-TOL, poderia decolar com carga máxima e pousar já leve V-TOL. A vantagem disto seria maior… Read more »

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

F-35B se n estou enganado pode sim operar com sua carga máxima mesmo sem catapulta. Apenas usando sua decolagem curta.

Ádson
Visitante
Ádson

Não necessitaria nem de pista em angulo.

Andre
Visitante
Andre

Pelo menos os requisitos de desempenho, radar e furtividade ele está atendendo?

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Na verdade qual requisito ele n está atendendo ? N estou falando de problemas natos de desenvolvimento, e sim de requisitos que realmente está claro q n foram atendidos e assim permanecerá. (Requisitos de desempenho).

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Ricardo NB
O Su-57 é outro pseudo-furtivo!

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

F-35 é mais furtivo que o F-22 na banda X. Então a palavra “outro” não cai bem.