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Vídeo: jatos Tornado GR4 da RAF com mísseis Storm Shadow atacam a Síria

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Quatro jatos Tornado da RAF lançaram mísseis de cruzeiro Storm Shadow sobre alvos na Síria. Os sofisticados mísseis de cruzeiro “bunker-buster” foram lançados contra uma antiga base de mísseis a 24 km a oeste de Homs, onde avaliou-se que a Síria tinha estocado itens usados ​​para fabricar armas químicas.

Uma vez lançados pelos Tornado a 1.000 km/h, os Storm Shadow voam rente ao solo e são capazes de encontrar seu próprio caminho para um alvo pré-programado com precisão.

Os mísseis Storm Shadow, que pesam 1.300 kg, têm mais de cinco metros de comprimento e autonomia de 560 quilômetros (300 milhas) e são movidos por um turbojato. Dotados de uma ogiva BROACH de 400 kg (900 libras) – ver gráfico no final da matéria, com uma carga penetrante inicial que lhe dá a capacidade de penetrar um “bunker”, seguida por uma espoleta retardada para controlar a detonação da ogiva principal.

O míssil Storm Shadow é do tipo “fire and forget’” programado antes do lançamento. Os planejadores da missão programam o míssil com as defesas antaéreas e o alvo em mente. O míssil Storm Shadow segue um caminho semi-autônomo, em um trajeto de voo baixo, guiado por mapeamento de GPS e terreno até a área alvo, o que significa que a aeronave não precisa entrar no espaço aéreo do inimigo e se colocar em risco. Quando se aproxima de seu alvo, o míssil sobe e de repente mergulha.

Pode subir a uma altitude de até 130 pés (40 metros) para alcançar a melhor probabilidade de identificação e penetração de alvos. Durante este processo, o cone do nariz é descartado para permitir que uma câmera termográfica de alta resolução investigue a área alvo.

O míssil Storm Shadow tenta localizar seu alvo com base em suas informações de alvo, mas se isso não der certo e houver um alto risco de danos colaterais, ele voará para um ponto de queda fora da área alvo.

Aprimoramentos recentes incluem a possibilidade de retransmitir informações do alvo antes do impacto e usar um link de dados unidirecional para transmitir informações de avaliação de danos de batalha de volta à aeronave lançadora.

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Rui chapéu
Rui chapéu
2 anos atrás

É uma baita de uma bomba heim!

Estou ficando com dúvidas, pelo tanto de mísseis, potência dos mísseis e quantidades de alvos destruídos, parece mesmo que a Rússia interceptou vários.

Mas vou aguardar mais dados para tirar conclusão.

Antonio
Antonio
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

Foi o que falei anteriormente. Se foram lançados mais de 100 mísseis em apenas 3 ou 4 alvos, alguma coisa não saiu corretamente. Ou fizeram a limpa derrubando muitos mísseis ou não lançaram mais de 100 como apregoado.
Como os americanos afirmam que nenhum foi derrubado,teríamos a incrível média de cerca de 30 mísseis por alvo .

Bardini
Bardini
Reply to  Antonio
2 anos atrás

Viu… O Ataque dos Russos funciona.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Antonio
2 anos atrás

Depende dona vc considera alvo.
Uma fábrica q precisa ser atingida por 10
Mísseis, é um alvo, por exemplo.

BILL27
BILL27
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

Claro que teve misseis interceptados …VArias defesas AA no territorio .

sub-urbano
sub-urbano
2 anos atrás

Muito estranho esse ataque… nenhuma baixa fatal?

Renê Reis
Renê Reis
2 anos atrás

Ahh o velho , bonito e bom tornado, me fez lembrar a minha adolescencia quando comprava as revistinhas de defesa , sobre os equipamentos da otan e pacto de varsovia. Vendo ele em ação me faz lembrar que não estou tão velho assim ne, rs

Tomcat3.7
Tomcat3.7
Reply to  Renê Reis
2 anos atrás

Somos dois nessa!rs

Sebastian
Sebastian
Reply to  Renê Reis
2 anos atrás

somos três!
O Tornado é muito belo

sub-urbano
sub-urbano
2 anos atrás

De qualquer forma a “retaliação” deverá acontecer ao sul da província de Idlib contra elementos da FSA lá estacionados.

Gallina
Gallina
2 anos atrás

Há alguma razão especial para os caças não terem adentrado no espaço aéreo sírio, que não o risco de serem derrubados pela AA de sírios e russos ?
A descrição, até agora, é de que todos lançaram seus mísseis de bem longe. Seria isso uma prova que a Interferência/Guerra Eletrônica já não garantem superioridade frente a modernos sistemas AA ?

PaZ
PaZ
Reply to  Gallina
2 anos atrás

Qual a necessidade de se adentrar em um território hostil se você tem equipamentos com capacidade de disparar de longe, seguramente? Não faria sentido disparar um míssil, capaz de atingir um alvo a 560km de distância, a uma distância que desse para as defesas anti-aéreas revidar, sendo que os alvos são alvos imóveis.

PaZ
PaZ
Reply to  Gallina
2 anos atrás

Seria tipo os russos com seus mísseis que “pode atingir qualquer parte do mundo” entrasse dentro do território inimigo para disparar os mesmos.

Renê Reis
Renê Reis
2 anos atrás

Me lembro perfeitamente a primeira vez que li sobre o tornado , sobre o projeto de ataque nuclear em profundidade, imagina isso na cabeça de uma criança , a imaginação vai longe , ficava imaginando uma esquadrilha de tornados entrando naquele pedação de mundo todo vermelho e lançando os artefatos bem no coração da URSS .

Antonio
Antonio
Reply to  Renê Reis
2 anos atrás

Os Tornados sofreram bastante na Guerra do Iraque, sendo que muitos foram abatidos. Contra a ex-URSS ou atual Rússia, suas chances seriam menores que zero. Seria um suicídio.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antonio
2 anos atrás

Os Tornado hoje em dia operam à média altitude e fazem uso de armas stand off como o KEPD Taurus e o Storm Shadow.

Como de costume sempre atrasado né Rubinho?

jota ká
jota ká
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Qual guerra do Iraque? 1991 ou 2003?
🙂

Bosco
Bosco
Reply to  Antonio
2 anos atrás

Antônio, Cê ainda vai ficar bom nisso, mas leva tempo. Hoje é mais fácil por conta da internet. Só recomendo que vá com calma. Aqui na Trilogia só tem tubarão. Muito bom sua crença na santidade da URSS/Rússia, da China e provavelmente do Lula, mas daí pra tecer comentários técnicos têm que ter cuidado com os tais tubarões que comem peixinhos nas refeições e palitam os dentes com os espinhozinhos dos coitadinhos. Te recomendo a nadar longe deles. rsrss A grande maioria dos tubarões não acredita muito em sputnices e na cantilena dos pandófilos, portanto, muito aqui tentam fazer proselitismo… Read more »

Tiger 777
Tiger 777
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Bosco, mitando.Kkkkkk

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Mitando novamente mestre Bosco…rs!

Toinho está tonto até agora….

MadMax
MadMax
2 anos atrás

Os tornados estavam baseados na Grécia?

Jr
Jr
Reply to  MadMax
2 anos atrás

Os Britânicos tem uma base aérea no Chipre, provavelmente eles vieram de lá

MadMax
MadMax
Reply to  Jr
2 anos atrás

Dados do ataque no poder naval.
“105 usadas no ataque, 66 mísseis TLAM foram lançados de 3 navios da Marinha dos EUA e um submarino.

Dezenove (19) mísseis JASSM-ER (usados pela primeira vez em combate) foram lançados de dois bombardeiros B-1B Lancer, 8 mísseis Storm Shadow lançados de 4 Tornado GR4 da RAF e 12 mísseis SCALP foram lançados por navios e caças da França (3 por fragata FREMM e 9 por caças Rafale)”

Mercenário
Mercenário
Reply to  Jr
2 anos atrás

Jr,

Os Tornados estão baseados na RAF Akrotiri, no Chipre.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
2 anos atrás

Estes tornados, assim como os mirage e tomcat não perdem a beleza!!! O que temos de parecido com as jassm e os storm? st4

Groo_SP
Groo_SP
2 anos atrás

A participação britânica e francesa foi simbólica.

jota ká
jota ká
Reply to  Groo_SP
2 anos atrás

Mas ajuda a aumentar um pouco a aprovação interna (por ora muito baixa) de May e Macron.

Jean-Marc Jardino
Reply to  jota ká
2 anos atrás

Macron em baixa, meu caro vc esta muito por fora emmmm, vi ler um pouco antes sobre isso.

jota ká
jota ká
Reply to  Jean-Marc Jardino
2 anos atrás
Delfim
Delfim
Reply to  jota ká
2 anos atrás

Isto é fácil de resolver, basta ele curar o complexo de Édipo e arrumar uma francesinha gata.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  jota ká
2 anos atrás

Macron está agindo certo ao enfrentar castas de sultões encasteladas nos serviços públicos e também nos sindicatos. Margareth Thatcher teve de fazer o mesmo e foi bem sucedida afinal governos e povos não podem ser reféns de sindicalistas.

Jean-Marc Jardino
Reply to  Groo_SP
2 anos atrás

O Brasil se tivesse pelo menos os 12 Scalps lancados pela Franca, seria um potencia, risssssssssss

Daglian
Daglian
Reply to  Jean-Marc Jardino
2 anos atrás

Por que tamanha raiva, colega francês? A participação francesa continua sendo simbólica, goste você ou não, insulte o Brasil ou não. No mais, a França não é toda essa potência que o senhor acredita que seja, já que, sem os EUA, os franceses não teriam realizado um ataque neste cenário. A verdadeira potência aqui são os EUA, portanto menos, bem menos.

Jr
Jr
Reply to  Jean-Marc Jardino
2 anos atrás

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…. se era para gastar dinheiro em deslocar caças rafale para o OM e uma fragata para o mediterrâneo para lançar apenas 12 misseis, era melhor ter ficado em casa. Participação pífia, meramente simbólica, não diria nem que a França foi um coadjuvante na cena, mas um mero figurante.

Bardini
Bardini
Reply to  Jr
2 anos atrás

A França só sinalizou a mundo que continua ao lado dos EUA. Só isso…

Antonio
Antonio
2 anos atrás

Repercussão do ataque, segundo noticiário internacional comentado na GloboNews.
O ataque foi pouco efetivo e causou muito menos danos que o anterior e pode pode fortalecer a posição de Assad, visto o açodamento da operação.

E ainda, nos jornais, encontramos críticas de vários países, inclusive aliados como Alemanha e Itália, ao ataque.

Acho que não era bem isso que Trump queria.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Antonio
2 anos atrás

Fonte: Guga Chacra…. hahahahhhaahah

jota ká
jota ká
Reply to  Agnelo
2 anos atrás

Se foi o Guga Chacra que disse isso, sou obrigado a concordar com ele! 8<)

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antonio
2 anos atrás

Acho que isso era exatamente o que o Trump queria…..

Não adianta querer brigar com a verdade…

rodrigo
rodrigo
2 anos atrás

A Russia reagiu da mesma forma que EUA, quando os russos invadiram a Georgia e a Ucrania, ficaram na ameaça e mas nao deram um unico tiro.

Leonardo
Leonardo
Reply to  rodrigo
2 anos atrás

Falou tudo

gordo
gordo
2 anos atrás

O Tornado parece ter sido o ultimo dos caças projetados usando asas de geometria variável, não me lembro de nenhum outro depois dele.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  gordo
2 anos atrás

Sim, foi o último mesmo. A Marinha Americana iniciou estudos para uma aeronave avançada de quinta geração para eventualmente substituir o F-14 que seria baseada no desenho do F-22, só que com dois lugares e asas de geometria variável, mas o projeto foi abandonado antes que estudos mais detalhados fossem feitos.

Nonato
Nonato
2 anos atrás

Sinto falta de uma análise mais técnica, que não vejo nem aqui nem em outros sites que conheço. A imprensa geral passa informações genéricas. A imprensa especializada está reproduzindo o que está na imprensa geral. Algumas perguntas. Como identificaram esses alvos, que seriam relacionados a armas químicas? Existem realmente armas químicas na Síria? Há produção e estocagem? Quem consegue comprovar e como? Esse ataque ocorreu de forma coordenada? Como? Trump decidiu e as forças armadas americanas, francesa e inglesa já tinham os navios e aviões prontos? E esses mísseis? Quem inseriu os alvos e quando? Isto é feito na hora?… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Nonato
2 anos atrás

Nonato, O Tomahawk tinha um RCS na faixa de 0,1 m² . Do Block IV é dito ter um RCS 10 x menor, ou seja, na faixa de 0,01 m². Essa redução foi possível devido a um redesenho do nariz do míssil, da eliminação de uma tomada de ar saliente e da instalação de um empenagem com apenas 3 aletas e da introdução de material RAM na sua cobertura. Os novos mísseis stealths, como o Storm Shadow e o JASSM, tem seguramente RCS menor que 0,001 m². O Tomahawk, independente do RCS , é um míssil que utiliza um perfil… Read more »

Godrone
Godrone
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Se eles tem ainda 10k no inventário necessariamente usaram apenas os mais novos então?

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
2 anos atrás

Olá.
Chamou a minha atenção o fato dos Tornados terem voltado com os tanques auxiliares de combustível.
Achei que eles seriam alijados durante a missão.
SDS.

jota ká
jota ká
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Precisam reaproveitar os tanques.
Economia!

BILL27
BILL27
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Alijados por qual motivo ???

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
Reply to  BILL27
2 anos atrás

Olá.
Pelos seguintes motivos:
-Aumento do arrasto do aparelho, diminuindo sua velocidade e gastando mais combustível;
-Redução da manobrabilidade;
-Aumento da assinatura no radar pelo RCS (Radar Cross Section) maior com os tanques;
-A operação de pouso fica mais complexa com o uso dos tanques.
Realmente, há uma redução no custo total da missão com a preservação dos tanques. Mas a aeronave de combate fica mais vulnerável, tanto a acidentes, inclusive na operação de pouso, como a detecção inimiga.
Deve ter sido uma missão “bem tranquila”.
SDS.

BILL27
BILL27
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Todos os motivos listados não se aplicaram a esta missão em especifico e não é praxe se alijar os tanques nas condições que tiveram na Síria

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Mauricio, se não há necessidade de manobras evasivas, sem necessidade de diminuição de arrasto para aumento de performance, não há motivo para alijamento dos tanques. Como os mísseis foram lançados de algum local pré-determinado longe das defesas inimigas, essa possibilidade de evasão não se materializou.

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
Reply to  Leandro Costa
2 anos atrás

Olá.
Verdade. Deve ter sido “duck soup” para os Tornados.
SDS.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Mauricio_Silva
2 anos atrás

Quem te disse que é mais difícil pousar com os tanques? Já voou com algum?
O lançamento dos mísseis foi fora de qualquer área hostil. Não havia nenhuma necessidade de ¨manobrabilidade¨.

Ricardo Carvalho
Ricardo Carvalho
2 anos atrás

Pessoal,
Qual o saldo do ataque? Qual a resposta necessária a um ataque que causou menos mortes que a violência urbana no Brasil ou no México no mesmo período?
Mais importantes foram os silêncios, da Otan no conjunto, dos membros isoladamente.

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
2 anos atrás

Olá.
A missão de ataque pode ter sido tudo, menos “secreta”.
Se as forças armadas sírias tiverem um smartphone com conexão a intenet, podem ter acompanhado o voo das aeronaves da coalizão, bem como saber das notícias sobre a preparação do ataque. E se tiverem algumas Toyota Hilux a disposição, podem ter tido tempo e condições de transportar pelo menos parte do material sensível das instalações atacadas.
Ou seja, mesmo que absolutamente todos os mísseis lançados tenham atingido seus alvos, não duvidaria que estes já estivessem vazios.
SDS.

BILL27
BILL27
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Se foram lançados mais de 100 misseis ,faz sentido este video .

Fresney
Fresney
2 anos atrás

Britânicos tem base aérea no mundo todo, como conseguem manter isso, impressionante

Nilson
Nilson
Reply to  Fresney
2 anos atrás

Essas bases espalhadas pelo mundo já estão no orçamento deles há décadas, é só ir repetindo o orçamento ano a ano.

wwolf22
wwolf22
2 anos atrás

os EUA informaram a Russia quais seriam os alvos…. por sua vez a Russia informou aos sírios quais seriam os alvos… os diários aproveitaram e limparam os edifícios antes do ataque, por isso nenhuma vitima e nenhum grave dano aos sírios…

wwolf22
wwolf22
2 anos atrás

diarios= sirios

Pablo
Pablo
2 anos atrás

porque os britânicos não usaram o Typhoon ao invés do tornado??

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás
Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás
José
José
2 anos atrás

Caso interessem leiam no site:lenta.ru a matéria com o título de:Primavera russa e o sub título:quem se beneficia da mentira sobre os misseis americanos abatidos pela Síria.
E tirem as suas conclusões!