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Royal Air Force comemora 100 anos

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AEL Sistemas
Supermarine Spitfire e Eurofighter Typhoon

A RAF completa exatamente 100 anos hoje. Em 1º de abril de 1918, a Royal Air Force foi fundada como a primeira força aérea independente do mundo.

A RAF foi criada pela fusão do Royal Flying Corps e do Royal Naval Air Service e foi controlada pelo Ministério do Ar do Governo Britânico, que havia sido estabelecido três meses antes.

O Royal Flying Corps tinha nascido do Batalhão Aéreo dos Engenheiros Reais e estava sob o controle do Exército Britânico. O Royal Naval Air Service era seu equivalente naval e era controlado pelo Almirantado. A decisão de fundir os dois serviços e criar uma força aérea independente foi uma resposta aos eventos da Primeira Guerra Mundial, a primeira guerra em que o Poder Aéreo causou um impacto significativo.

A recém criada RAF foi a força aérea mais poderosa do mundo em sua criação, com mais de 20.000 aeronaves e mais de 300.000 integrantes, comparado com os com os atuais 35.500 militares.

23 COMMENTS

  1. O Ingleses são mesmo especiais. Uma Ilha que chegou a dominar “meio mundo”, num Império em que o Sol nunca se punha no horizonte.

    “Um povo que não foge da luta”.

  2. Olha aí o F-35 de novo, pena que é tão incompetente, não sei o que a Inglaterra, Israel, Coréia, Japão, Itália, Turquia, Austrália, Canada, Holanda e Noruega viram nesse arremedo de avião ( IMO – Ironic Mode ON).

  3. Esse Spitfire é lindão mesmo, já o horrendo Typhoom nem assim consegue ficar bonito, nunca vi tanta feiúra junta num avião assim, claramente fruto de um erro, fizeram um frankenstein que voa…

    • Vamos lá, dos aviões da “II Guerra” temos um Spitfire, um Hurricane e um Seafire 47 (naval, acho que é do “pós-guerra”). Já o avião da primeira guerra mundial acredito ser um Sopwith Camel (não tenho certeza).

  4. “Nunca na história dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos”. Winston Churchill, referindo-se à RAF.

  5. Estou à espera, faz alguns anos, de alguém q consiga me explicar a diferença no esquema de cores dos cocares usados pela RAF: um nas asas e outro na fuselagem. Talvez seja burrice minha mas não consigo ver relação com as cores nacionais britânicas. Também não consigo entender como algumas pessoas (acho q, de fato, a maioria) se referem a aviões ou camuflagens como “feios”, “bonitos” ou “belíssimos”… Minha vizinha Maria Silvia é bonita e sabe escolher roupa – avião e camuflagem têm de ser eficientes e funcionais. O Tornado é um monumento de engenharia; o Gripen tambem – e é o q importa; concordo q a camuflagem “desert green” parece juntar cor de vômito com cor de burro-qdo-foge, mas era perfeita para dissolver as formas da aeronave contra o solo embaixo dela, principalmente na Europa Ocidental. O Museu imperial de Guerra tem uma foto espetacular, q mostra muito bem como funciona um bom esquema de camuflagem aérea. Nesse sentido, a antiga camo da FAB me parecia bem mais funcional do q a atual, mas presumo q os caras q inventaram aquilo sabem o q fazem. Qto ao padrão de cores do Gripen, eu gostaria q fosse pixelizado, mas o q foi apresentado claramente não serve pro nosso céu de cores esmaecidas, em função do excesso de umidade.

    • Como não consegue ver relação com as cores nacionais britânicas? As cores da bandeira deles não tem o azul, o branco e o vermelho?

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