Home Aviação de Ataque Força Aérea Argentina quer mais jatos A-4AR voando

Força Aérea Argentina quer mais jatos A-4AR voando

6629
91
A-4AR Fightinghawks

Em 27 de março de 2018, o Escritório Nacional de Contratos do Governo Argentino solicitou, em uma concorrência pública, peças sobressalentes de jatos A-4 Skyhawk, com prazo de 25 de abril de 2018.

A Fuerza Aérea Argentina (Força Aérea Argentina) quer recuperar parcialmente sua frota de A-4R Fightinghawks. A FAA informa que atualmente tem quatro A-4Rs operacionais, mas eles querem aumentar a disponibilidade de aeronaves para oito unidades. Isso é necessário principalmente para proteger a próxima reunião do G20 em Buenos Aires em novembro de 2018.

A FAA tem cerca de trinta Fightinghawks na força e sua substituição ainda está sendo debatida. Os Fightinghawks da Argetina A-4AR são baseados em Villa Reynolds com os I e II Escuadrón do Grupo Aéreo 5 de Caza.

A manutenção é feita na Rio Cuarto/Área de Material com o Grupo Mantenimiento.

FONTE: Scramble Magazine

Subscribe
Notify of
guest
91 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Leo
Leo
2 anos atrás

Uma coisa que me chama atenção é em que estado devem estar os mísseis? ar-ar AIM-9M Sidewinder e ar-superfície AGM-65 Maveerick da força aérea argentina.

luiz antonio
luiz antonio
2 anos atrás

Já que a MBB não deve operar seus A4, bem que poderiam oferece-los aos hermanos. Inclusive, a EMBRAER poderia moderniza-los antes de envia-los à FAA. Alô EMBRAER, onde esta o departamento de vendas para oferecer pacotes de modernização para os 4 da Argentina e enfiar no pacote os 10 da MBB? Não creio que os A4 da MBB por serem navais, seriam impedimento, aliás acho que seria um bom argumento.

Marcos Aryeh
Marcos Aryeh
Reply to  luiz antonio
2 anos atrás

Os hermanos não tem dinheiro para pagar pelos 5 caças usados que compraram da França, imagina comprar 12 A-4 modernizados.

Santa Inocência, padroeira dos brasileiros.

luiz antonio
luiz antonio
Reply to  Marcos Aryeh
2 anos atrás

Certamente o colega esta mais informado do que eu quanto a operações financeiras entre os argentinos e os franceses e tambem quanto aos riscos financeiros envolvidos em eventuais operações com a Argentina. Melhor a EMBRAER ficar quietinha no seu cantinho, esperando a banda passar e a MB deixar seus A4 apodrecendo em SPA.

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  luiz antonio
2 anos atrás

Claro.. De preferência com NOSSO dinheiro do BNDES com direito a outro calote em seguida não é?
Já não chega os sem número de doações para os “cumpanheiros” da quadrilha que nos DESgovernou nesses últimos 14 anos?
Não obrigado.
Desses “hermanos” da América LATRINA só precisamos de distância, nada mais.
Que se virem sozinhos.

Leonardo M.
Leonardo M.
Reply to  Rodrigo M
2 anos atrás

Só os hermanos chilenos, peruanos e colombianos valeriam a pena fazer isso.
Pelo menos esses 3 países levam a sério a defesa e soberania nacional.

luiz antonio
luiz antonio
Reply to  Marcos Aryeh
2 anos atrás

Correção:
Não são 12 A4 da MBB e sim 10 aeronaves. Duas foram modernizadas e uma perdida em acidente, cujo piloto, infelizmente faleceu.

Nunão
Nunão
Reply to  luiz antonio
2 anos atrás

“Não creio que os A4 da MBB por serem navais, seriam impedimento” Luiz Antonio, O A-4 era produzido como caça naval, ainda que fosse adquirido por algumas forças aéreas. Os primeiros donos dos A-4 da MB, por exemplo, eram a Força Aérea do Kuwait. A Argentina operou o A-4 também em sua marinha. Se a Argentina eventualmente adquirir A-4 excedentes do Brasil, só se for pra fonte de peças. Células modernizadas em padrão ainda adequado (eletrônica similar à de F-16 dos anos 80/90) os argentinos já têm em quantidade maior do que conseguem manter em operação. Pergunta: por que você… Read more »

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Nunão
2 anos atrás

O MBB foi escrito por acidente devido ao meu teclado. Já estou utilizando outro.

Adler Medrado
Reply to  luiz antonio
2 anos atrás

Como se a Embraer pudesse oferecer os A4 do Brasil pra alguém…

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

A argentina deve consultar a Embraer e ver um pacote de modernização para os seus a-4 e modernizar pelo menos os 20 ou mais aparelhos,isto daria uma folga para a marinha, e a força como um todo.Macri não adianta empurrar com a barriga em se tratando de armamento,tem que agir ou fica tudo obsoleto rapidimho.

humberto
humberto
2 anos atrás

Creio que a FMA tenha mais experdisse no A4 que a Embraer não? E não creio que a MB vá abrir mão dos vetores.

JT8D
JT8D
Reply to  humberto
2 anos atrás

Humberto, não é mais FMA, agora é FAdeA. E não acredito que eles tenham mais expertise no A4 do que a Embraer. Na verdade a indústria aeronáutica argentina foi perdendo sua capacitação com o tempo pela falta de investimento e de encomendas das FAA

humberto
humberto
Reply to  JT8D
2 anos atrás

Vc está certo JT8D, não é mais FMA pois o mesmo foi estatizado.
Mesmo assim ainda acredito que eles tenham mais experdise, a EMB teve grandes dificuldades com a modernização, não me lembro quem comentou que se não fosse a mão dos Israelenses e a liberação a conta gotas para a modernização dos nossos A4, a coisa teria sido muitissimo complicado. Parece que foi a soma de um avião desconhecido (para a Emb) x vários fornecedores diferentes (complicando a integração dos sistemas).
Atenciosamente,
Humberto

luiz antonio
luiz antonio
Reply to  humberto
2 anos atrás

Quanto a MB abrir mão tambem acho difícil (mas não sei o que farão com eles). Quanto ao expertize dos hermanos em realção à EMBRAER, mesmo nos A-4 acho que a EMBRAER esta décadas à frente, pois não é especificamente a aeronave que conta somente. Fazer voar é uma coisa. Fazer voar potencializando a plataforma é outra. Os A4 argentino jamais sofreram atualizações importantes, apenas mantidos em operação e certamente estão no mesmo nível em que estavam durante a guerra contra os ingleses. Mas a realidade é cruel. Qualquer coisa que façam será benvinda para os militares argentinos.

Luiz Monteiro
Luiz Monteiro
Reply to  luiz antonio
2 anos atrás

“Os A4 argentino jamais sofreram atualizações importantes, apenas mantidos em operação e certamente estão no mesmo nível em que estavam durante a guerra contra os ingleses”

Prezado Luiz Antonio,

Os A4 da FAA foram recebidos muito depois da Guerra das Malvinas. Eles foram modernizados pela LM antes da entrega aos argentinos e eram, na época, juntamente com os da Nova Zelândia, os A4 mais modernos em operação.

O radar era o mesmo do F16 da época. Era chamado de Fighthawk.

Abraços

Almeida
Almeida
Reply to  luiz antonio
2 anos atrás

Luiz Antonio, vc esta confundindo os A-4D da marinha argentina, dos anos 70, com os A-4AR da força aérea, comprados nos anos 90 e modernizados com aviônica do F-16 C/D block 25.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
2 anos atrás

“Tamo junto” JT8D, e concordo com o luiz antonio, não é nem questão se a Marinha continuará operando seus A-4 ou não, ainda mais sem NAe, creio que nosso governo poderia fechar um pacote com os argentinos para transferir a um preço simbólico esses A-4 para a FAA, com a condição de eles pagarem à Embraer pela modernização de todas as unidades.

Almeida
Almeida
Reply to  Adriano Luchiari
2 anos atrás

Isso SE a Argentina tivesse dinheiro pra modernização, né.

Alejandro Perez
Alejandro Perez
Reply to  Almeida
2 anos atrás

Hj eles tem dinheiro e, o mais importante, crédito. O que realmente importa é saber se o governo Macri quer investir nas suas “FFAA” ou seguir arrumando a economía com vistas a uma re eleicao futura. Enquanto isso, como se diz no Rio da Prata: “amarra com arame”!

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
2 anos atrás

Só uma observação a comentário do luiz antonio: os A-4 da FAA passaram por uma modernização pela FMA (em associação com a Lockheed à época, se não me engano) no início dos anos 2000.

luiz antonio
luiz antonio
Reply to  Adriano Luchiari
2 anos atrás

Caro Adriano:
Obrigado pela informação e correção no meu comentário.

Abraços

Walfrido Strobel
Reply to  Adriano Luchiari
2 anos atrás

A FMA tinha sido privatizada e era da LM na época, depois foi reestatizada como FADEA.
Isso foi um erro, a FMA poderia estar fabricando componentes para a LM hoje, estaria melhor do que como estatal de um governo que não investe.

Mosczynski
Mosczynski
2 anos atrás

A MB podia até transferir os A-4 de grátis para a Argentina uma vez que não tem mais o que fazer já que não tem NaE e a grana investida já foi perdida mesmo e não vai voltar. Pouparia uma grana legal dos contribuintes com aviões que não voam. Na verdade a MB devia se preocupar em fazer o arroz com feijão e patrulhar melhor nossa costa e não inventar moda de ter aviação.

Adler Medrado
Reply to  Mosczynski
2 anos atrás

Poupar grana dos contribuintes doando caças para países vizinhos que nunca foram e nunca serão tão amigos assim… Excelente idéia.

Alejandro Perez
Alejandro Perez
Reply to  Adler Medrado
2 anos atrás

Mentalidade anos 80…a Argentina é hj uma grande aliada e reconhece o Brasil como o motor e lider da América do Sul.
Igualmente acredito que o Comando da FAA nao queira dquirir mais A4, mas somente colocar em OV os que já tem, até poder adquirir algo novo.

Daglian
Daglian
Reply to  Mosczynski
2 anos atrás

Exatamente, até porque se tem algo que sobra no Brasil são caças! Que idéia genial entregarmos 10 A4, alguns recém-modernizados, para a Argentina em troca de nada. O que você sugere para economizar mais recursos? A doação talvez de alguns Leopard 1A5 e do HMS Ocean que está vindo?

Daglian
Daglian
Reply to  Daglian
2 anos atrás

Eu juro que gostaria de entender que tipo de magia os argentinos jogaram sobre alguns comentaristas para que eles tenham tamanha ânsia em entregar meios de defesa brasileiros para os argentinos de graça, como se o Brasil devesse algo àquele país, e como se isso não nos fosse prejudicar. Eu prefiro que os A4 da MB fiquem parados, estocados num canto, a eles serem doados para QUALQUER país. Não nos esqueçamos que não só dinheiro foi gasto nesses A4, mas literalmente sangue. Vender é uma coisa; doar sem mais nem menos, sendo que nós estamos passando por dificuldades na Defesa,… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Daglian
2 anos atrás

E os A-4 da MB estão. Semana passada cruzei com um nas aerovias.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Estão voando.

Airacobra
Airacobra
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Bom saber

Daglian
Daglian
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Ótima notícia! Meu comentário deu a entender que eu considerei que os A4 da MB estavam parados: mas eu não sabia se estavam voando ou não. Apenas quis ilustrar que, mesmo que não estivessem voando, preferia que continuassem em nosso poder a eles serem doados por bel prazer de alguns. Obrigado pela informação, coronel! Abraços.

Nilson
Nilson
2 anos atrás

Pelo que entendi:
– a Argentina não quer modernizar seus A4, somente comprar peças que permitam manter seus 4 operacionais voando e fazer mais uns 4 voarem, apenas com intuito de segurança na reunião do G20;
– essa chamada significa que os 5 Super Etendard que estavam “encomendados e não pagos” realmente não virão.

Nilson
Nilson
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Já que é assim, melhor eles pagarem umas horas de voo para os Kfir colombianos e seus pilotos e suprimentos/manutenção, e ficar por isso mesmo… Nossos F-5 não, tem a barreira linguística que pode causar alguma confusão. E ainda correremos o risco de ficar sem receber, como está virando praxe com a Argentina, infelizmente. Os colombianos já recebem dos EEUU, então não tem problema fazer o serviço de graça.

Alejandro Perez
Alejandro Perez
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Os argentinos . com este governo, estao pagando tudo.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
2 anos atrás

Não duvido muito eles vão recuperar os A-4 abatidos nas Malvinas com autorização do UK ! lógico!
Não tem dinheiro para nada!

Ozawa
Ozawa
2 anos atrás

“(…) Isso é necessário principalmente para proteger a próxima reunião do G20 em Buenos Aires em novembro de 2018.” Foi o argumento publicado pela Scramble e possivelmente repassado pela FAA . . . Mas alguém acha mesmo que o G8 dentro do G20 estarão se garantindo na proteção dos Fightinghawks? Sejam 4 ou 8 que diferença farão? Nenhuma! Que a Argentina garanta o controle urbano no solo com sua briosa “Gendarmería Nacional” que dos perigos transnacionais darão conta os serviços secretos e forças militares sob o comando dos líderes das potências presentes . . . E é isso, Argentina, sinto… Read more »

Nunão
Nunão
2 anos atrás

“Os A4 argentino jamais sofreram atualizações importantes, apenas mantidos em operação e certamente estão no mesmo nível em que estavam durante a guerra contra os ingleses. ” Luiz Antonio, você está fazendo uma baita confusão. Os A-4 que a Argentina possuía e operava em sua força aérea e marinha, na época das Malvinas, eram excedentes dos EUA construídos nos anos 60 em sua maioria, e já deram baixa há muito tempo. Os A-4AR atuais são aviões construídos nos anos 70, que serviram nos EUA, foram estocados e depois modernizados nos anos 90 para a venda à Argentina, usando sistemas similares… Read more »

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
2 anos atrás

Nunão, o A-4 foi o principal avião de ataque da Argentina durante a Guerra das Malvinas, com intensiva utilização pela ArA, e acabou sendo o jato de maiores perdas no conflito. Em 1992 os argentinos começaram a negociar a compra de novos caças para a FAA, o modelo pretendido era o F-16, mas com a recusa dos americanos em fornecer este modelo, eles acabaram por aceitar 32 A-4AR e 4 OA-4AR que vieram a ser modernizados, os 4 primeiros na planta da Lockheed nos EUA e os demais pela FMA na argentina sob supervisão daquela. Além de revisão de células,… Read more »

Nunão
Nunão
Reply to  Adriano Luchiari
2 anos atrás

Blz Adriano.
Mas não entendi por que vc está explicando o que já sei e respondi ao Luiz.
Acho que era ele quem precisava entender essa história, não eu.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Nunão
2 anos atrás

Me desculpe Nunão, foi só um “gancho” que corrobora o seu comentário. Feliz Páscoa!

Nunão
Nunão
Reply to  Adriano Luchiari
2 anos atrás

Não precisa se desculpar, a pergunta foi por curiosidade apenas.
Feliz Páscoa pra você também!

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

30 células ?

$e os Argie$ pude$$em, modernizar “full” na IAI todas as células admissíveis seria um ótimo negócio.

Ficariam bem em defesa aérea.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
2 anos atrás

Operei com os A-4AR argentinos nas CRUZEX e são excelentes vetores. Controlando um dissimilar entre um A-4AR contra dois Mirage 2000C franceses, na CRUZEX 2003, o argentino se houve muito bem. Espero que consigam recuperar a disponibilidade.

Rafael M. F.
Rafael M. F.
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Pode contar mais? Sei que a capacidade de manobra do A-4 é lendária, em particular sua taxa de giro e raio de curva.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rafael M. F.
2 anos atrás

Isso aliado a um bom radar ( APG-66) e um bom míssil (AIM-9P). O Tenente francês estava em instrução, na ala do instrutor, um Capitão, e se enrolou. Foi na fase FAM/FIT (Familiarization Integration Training) do exercício. Controlávamos todos os dissimilares.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Uma pena os hermanos estarem nessa situação, populismo destruindo nações.

Possani
Possani
Reply to  Mateus Lobo
2 anos atrás

Uma pena nada, eu quero que o fiofó deles peguem fogo e os bombeiros estejam em greve. Povo arrogante, esses putos vem aqui e nos chamam de macacos e tem gente que gosta desses caras.

Nunão
Nunão
Reply to  Possani
2 anos atrás

Possani, solicitamos que leia as regras do blog antes de usar esse espaço pra fomentar xenofobia. Aqui é para discutir defesa.

Esse é um primeiro aviso, ainda educado.

Thomaz Alves
Thomaz Alves
2 anos atrás

Os argentinos poderiam se aproveitar dos problemas políticos entre os russos e britânicos e arrumar um bom negócio com os russos… Mas falta dinheiro e vontade!

luiz antonio
luiz antonio
2 anos atrás

Boa noite
Realmente fiz confusão com aqueles que foram fornecidos e “atualizados” pela Lockheed.
Obrigado pela ajuda.

Delfim
Delfim
2 anos atrás

Se isso tudo é por causa da reunião do G-20, fica melhor declarar que não tem condições de sediá-la. Mas a vaidade argentina impede.

Fresney
Fresney
2 anos atrás

Acho que eles usam o APG em vez do ELTA .

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

Infelizmente as Forças Armadas Argentinas vêm sofrendo um processo contínuo de desmanche e degradação desde a volta da democracia em 1983. As feridas oriundas da feroz ditadura militar iniciada em 1976 quando 30.000 pessoas foram covardemente assassinadas, muitas delas atiradas inconscientes de avião sobre o Rio da Prata, aliadas à desastrada, irresponsável e criminosa guerra pelas Ilhas Falklands (território ultramarino britânico de fato e de direito) provocaram um divórcio da sociedade argentina de suas forças armadas. E a situação se agravou ainda mais durante os anos negros do Kirchnerismo, quando junto com o empobrecimento generalizado da população e o aumento… Read more »

Ivanmc
Ivanmc
2 anos atrás

A Argentina deveria adquirir uns JF-17, e pagando em carne e frango.

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Acho que você tem razão, Nilson. Trocou o “Governo” mas nada mudou. Eu achei que ia melhorar com o Macri, parecia que ele iria buscar uns F-16MLU, eles só pagariam a manutenção, mas só trocaram os palhaços o circo é o mesmo. Os políticos são uns sanguessugas lá como cá. Um país sério tem uma força aérea de respeito, o que não é o caso dos Argies. Descaso total com a soberania do seu território. Minha opinião, Nilson. Contudo, bem lembrado esses artigos do PA. Valeu.

Gustavo
Gustavo
Reply to  Ivanmc
2 anos atrás

Acredito que isso possa voltar a ser ventilado um dia. Esse caça no bloco 3 já dá dor de cabeça em caças maiores custando muito menos. Opção para Argentina e Uruguai.

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Gustavo
2 anos atrás

É isso mesmo, Gustavo. E agora com o Radar Aesa para o Thunder. Será um ótimo Lift, e concorrerá direto com a Saab.

carlos ribeiro
carlos ribeiro
2 anos atrás

Esse A4 é um aviãozinho magnífico.
O pavor que essas coisinhas causaram na Marinha Britânica na Baía de São Carlos não foi pouco, extremamente flexível, eu faria uma força aérea inteira só com eles, milhares deles fazendo as mais variadas tarefas com bases 500km umas das outras, encaro até os EUA.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
2 anos atrás

carlos ribeiro, vc só pode estar de brincadeira, esses A4 são bons para um Museu, chega de velharias, mesmo os nossos A4 modernizados deviam ser colocados ao lado de caças da WWII, chega de tranqueiras, hoje em dia essas porcarias não encaram ninguém, o mundo mudou, a segunda guerra mundial já acabou!

Edésio
Edésio
2 anos atrás

Nada de doar para a Argentina, não é cria nossa. Quem tem alguma coisa tem sim que zelar e manter em prontidão tanto para negócio ou para usá lo.

Nilson
Nilson
Reply to  Edésio
2 anos atrás

Sim, apesar dos comentários em contrário, os A4 da Marinha ainda representam uma bela força de ataque, ainda mais que os AMX da FAB estão se reduzindo. Todo meio operativo é válido em caso de necessidade, o segredo é saber utilizá-lo de acordo com suas limitações. Em alguns comentários parece que o pessoal acha que eles só podem operar a partir de porta-aviões e que a FAB tem aviões de sobra…

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Concordo com você até certo ponto Nilson, a FAB tem aviões de sobra sim, veja o inventário do GTE e outros esquadrões que não contribuem efetivamente para a defesa do nosso espaço aéreo…Os A4 da MB, mesmo baseados em terra, também não têm tanta capacidade de dissuasão sem mísseis ASW integrados e com poucas unidades.

Nilson
Nilson
Reply to  Adriano Luchiari
2 anos atrás

Olá, Adriano, se eu fizesse parte de uma coluna blindada ou de uma cabeça de ponte invasoras e os A4 viessem pro meu lado com suas bombas, confesso que me sentiria “dissuadido” kkkk

Fábio Mayer
Fábio Mayer
Reply to  Nilson
2 anos atrás

Pelo o que eu sei, apenas 2 foram modernizados e um nem foi entregue. E aventa-se a modernização de apenas 6, os demais, não operantes.

Gabriel
Gabriel
2 anos atrás

A Argentina deveria abrir suas bases aéreas para as forças aéreas das superpotências participantes do evento deixando-as fazer a segurança do espaço aéreo durante o evento…a segurança interna poderia ficar nas mãos dos serviços secretos estrangeiros e de forças especiais de policias estrangeiras.
Não seria nada demais para um país que não tem credibilidade nenhuma.

Daglian
Daglian
Reply to  Gabriel
2 anos atrás

Há o fator honra e orgulho. Tenho certeza que os argentinos não gostariam de ver o cenário que você propôs, apesar de eu concordar que isso resolveria o problema de segurança para o G20.

carvalho2008
carvalho2008
2 anos atrás

Um A-4 modernizado não deixa a desejar nada para qualquer moderno lift.

Walfrido Strobel
Reply to  carvalho2008
2 anos atrás

Se bem que a maioria dos A-4 é monoplace tanto aqui como na Argentina e outros países.
Para LIFT seria bom um TA-4J, mas sua época ja passou, os ultimos na ativa eram de Israel e foram substituídos pelos M346.

Ozawa
Ozawa
2 anos atrás

Sinceramente, os líderes mundiais anglo-saxões e da europa continental, se necessitarem de algum apoio aéreo militar ostensivo, contarão mesmo com os Typhoon da RAF e seu abastecedor TriStar pra alongar o percurso, muito embora a autonomia do Tufão seja mais que suficiente para a perna de ida Falklands x Buenos Aires, e se a situação requerer, um tipo 45 ou um classe Trafalgar da Marinha Real poderão ser acionados posteriormente. Afinal a Inglaterra é logo ali ao sul e certamente estará se antecipando militarmente a esse evento . . . Como disse, a Argentina que cuide da segurança pública com… Read more »

Marcio
Marcio
2 anos atrás

Doa logo essas 11 sucatas da nossa marinha para a Argentina e fica sem gastos com manutenção dessas velharias. Quando a MB tiver um porta aviões de verdade e caças descentes para opera lo, ai sim valerá a pena ter orgulho

Renato Vieira
Renato Vieira
2 anos atrás

Eu sinceramente não entendo o por quê dessa tamanha sensibilização pela Argentina por parte de alguns brasileiros. Argentinos não são confiáveis nem militarmente tão pouco comercialmente: já atacaram, já deram calote, já esnobaram. O Brasil não deve dar nada para ninguém sem algo em troca, qualquer equipamento nosso saiu do bolso do contribuinte brasileiro e portantopertence ao povo . A argentina ja ocupou a sexta/sétima posição entre as maiores economias, durante sua bonança o que nos deu? Viviam ostentando o título de nação européia da AL. E se a SGM tivesse tomado outro rumo? Cada um que pague pelos seus… Read more »

Wagner
Wagner
Reply to  Renato Vieira
2 anos atrás

Renato, bom dia! Concordo com você. O brasileiro tem que parar com essa idiotice de achar que “ser bonzinho é legal” e os “hermanos” são parceiros. Os argentinos sempre estiveram “nem aí” para o Brasil. Já presenciei cenas deprimentes no sul, quando argentinos consumiam num restaurante e simplesmente levantavam e iam embora sem pagar… Meus pais tem trauma até hoje de Buenos Aires, tão maltratados foram… Quem já lidou com argentinos sabe que isso é regra, não é exceção. Esse papo de nação irmã é conversa para boi dormir. Por mim o Brasil abandona essa palhaçada que se chama Mercosul… Read more »

Nunão
Nunão
Reply to  Wagner
2 anos atrás

Wagner, o espaço aqui é pra discutir defesa, não pra fomentar xenofobia. Cada um tem sua opinião sobre o povo argentino, mas isso já está passando longe do tema principal da matéria.

Wagner
Wagner
Reply to  Nunão
2 anos atrás

Se transpareci que isso é fomentar xenofobia, sinto muito, não foi minha intenção. Vou reescrever, vamos lá: a risível capacidade atual de autodefesa argentina é resultado direto de um contexto geopolítico expansionista dessa nação, ligado com o conceito xenófobo que encontra terreno fértil por ali desde sempre, e que encontrou seu auge no começo dos anos da década de 1980´s. Com a tremenda burrada de tentar tomar as Falklands (não vou ficar aqui explicando os motivos que levaram a Argentina a tal empreitada, tem material suficiente na net e aqui no PA para cada um tirar suas próprias conclusões), o… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Wagner
2 anos atrás

Excelentes considerações Wagner, embora ao menos no que diz respeito às relações intergovernamentais tenha havido uma (pequena) melhora com a subida de Macri ao poder.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Wagner
2 anos atrás

Em viagem de volta ao Brasil depois de atravessar o Perú e o Chile, entri na Argentina em direção a cidade de Salta. Chegamos em Purmamarca as nove da noite e fomos procurar um restaurante para jantarmos..Muitos deles lotados, encontramos um e entramos. O cantor percebeu que éramos brasileiro e foi gritando. Brasileiros. Meu irmão gritou, e Corintiano. Eu acrescentei São Paulino e outro do Rio, Botafogo. As pessoas falaram alto. Um país grande e bonito.Sejam bem vindos. E eu disse. Porém tem um defeito. Nossos politicos não prestam. Me responderam. Os daqui tambem não. Quando o nosso vinho foi… Read more »

Ádson
Ádson
Reply to  Wagner
2 anos atrás

Um conhecido meu, argentino, me dizia “todos os argentinos são medidos pelas medidas dos portenhos, mas nem todos argentinos são portenhos”.

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  Wagner
2 anos atrás

Wagner e Renato.
.
Concordo com ambos em gênero, número e grau.
Talvez (Para não dizer certeza) é por essa demência do homem médio brasileiro que chegamos na situação que vivemos hoje.
.
Será que para esses “estrategistas” e suas brilhantes idéias, o sem número de doações para os “cumpanheiros” nesses últimos 14 anos de DESgoverno (Entre eles uma refinaria de petróleo para a Bolívia) Já não foram suficientes?
Daqui a pouco o que mais vão querer doar?
Vivo, trabalho e pago meus impostos aqui no Brasil, e para o Brasil.

Guilherme
Guilherme
2 anos atrás

A coisa esta tão feia para Argentina que se ela inda tem o território que tem (diga-se Patagônia) é porque o Chile esta de boa, senão ja o teria pego de volta e a AR iria só assistir e chorar.
Quanto aos A4 da MB, que fiquem no BR e seja usado em nossa defesa.
Feliz Pascoa a todos.

Marcio
Marcio
2 anos atrás

Respeito as pessoas e suas opiniões, porém vejo que alguns (muitos) são extremamente radicais, cheios de ódio, rancor e procuram nivelar tudo por baixo. Tenho mais medo de puro e simples ódio do que uma guerra somente por motivos políticos. Quando se mistura odio, discriminação racial, ideologia política e religião aí, bem, aí a coisa fica parecendo Israel e Palestina. Já temos uma Israel e Palestina no Planeta, não precisamos de outra na américa do sul. Quanto doar os caças, foi só uma opinião, penso que poderia ser vendidos a um preço especial. Nossa marinha merece caças navais mais modernos… Read more »

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Entendo a desconfiança de muitos em relação à Argentina, e até concordo em parte com muitos comentários. Mas é preciso tomar cuidado para não ficar preso no passado. A Argentina está mudando e é potencialmente um grande parceiro comercial. Sou totalmente a favor da reciprocidade nas relações internacionais, mas o que vale é o presente, não o passado, do contrário franceses, alemães, ingleses e americanos jamais teriam se tornado aliados

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  JT8D
2 anos atrás

É isto ai. O que falta lá é que falta aqui. Governo comprometido com o país.

Renato Vieira
Renato Vieira
Reply to  JT8D
2 anos atrás

JT8D 1 de Abril de 2018 at 17:08 Entendo a desconfiança de muitos em relação à Argentina, e até concordo em parte com muitos comentários. Mas é preciso tomar cuidado para não ficar preso no passado. A Argentina está mudando e é potencialmente um grande parceiro comercial. Saudações JT8D Penso que não tão parceiro assim….a balança pende para o nosso lado por motivos óbvios, nossa indústria apesar da necessidade de mudanças é melhor e maior. Até que compramos muito deles e se compararmos que somente o estado de São Paulo detém um PIB superior em mais de 50% ao deles,… Read more »

JT8D
JT8D
Reply to  Renato Vieira
2 anos atrás

Gostemos ou não serão nossos vizinhos para sempre. Se o Mercosul não funciona, que seja renegociado ou extinto, mas relações comerciais sempre existirão. Inclusive a cadeia logística de nossa indústria automobilística já está completamente integrada à deles. Então é melhor aprendermos a conviver civilizadamente, em vez de ficar alimentando ressentimentos do século passado

JT8D
JT8D
Reply to  Renato Vieira
2 anos atrás

Essa conversa de doação eu sou contra, não só para a Argentina, mas para qualquer outro país. Tudo aquilo que foi comprado com o dinheiro dos suados impostos do contribuinte brasileiro tem que ser vendido. Político adora fazer caridade com o dinheiro dos outros, isso precisa acabar

Marcio
Marcio
2 anos atrás

JT8D
Disse tudo! Assino em baixo

cipinha
cipinha
2 anos atrás

Já que a situação é tão complicada, F-5 pode ser uma solução para manter uma capacidade supersônica

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

https://en.wikipedia.org/wiki/AN/APG-66

https://en.wikipedia.org/wiki/AIM-9_Sidewinder

Adoro o A4 – Manobrabilidade excelente.

Depois dele – A1 – AMX-M

Ramon Grigio
Ramon Grigio
Reply to  Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Alguns comentaristas postam, erroneamente que os A-4AR possuem o APG68, quando o caso é que eles possuem o APG-66 (F-16A) com antena menor e, possivelmente pequenos downgrades. Li faz vários anos que possivelmente esses radares não teriam capacidade de operar em frequências ligeiramente diferentes, o que gera um efeito de jamming nas unidades próximas, o que dificulta/inviabiliza as buscas cooperativas. Levando-se em consideração que os Mig-23ML de mesma época/geração tinham esse problema em seus radares (foi corrigido somente na versão MLA, se não me engano), faz sentido essa informação, embora eu não saiba de sua veracidade. Resumindo, possuem bons radares,… Read more »