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Índia: Boeing F/A-18 Super Hornet vai disputar com F-16 e Gripen

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F/A-18F Advanced Super Hornet com tanques conformais nos ombros

Nova Deli/Singapura – A Boeing Co, considerada o líder da corrida para abastecer a Marinha Indiana com novos aviões de combate, está agora em disputa por uma encomenda muito maior de US$ 15 bilhões depois que o governo solicitou abruptamente que a Força Aérea Indiana (IAF) considerasse também aviões bimotores. Até recentemente, o F-16 da Lockheed Martin Corp e o ​​Gripen da Saab AB estavam em uma corrida de dois cavalos para fornecer pelo menos 100 jatos monomotores para construir a atual frota de combate em rápido esgotamento da IAF.

Ambos os fabricantes haviam oferecido a construção dos aviões na Índia, em colaboração com empresas locais, como parte da campanha do primeiro-ministro Narendra Modi para construir uma base industrial doméstica e reduzir as importações de armas. Mas no mês passado, o governo pediu à força aérea que abrisse a competição para aviões de dois motores e que avaliasse o Boeing F/A-18E/F Super Hornet, disse uma fonte do Ministério da Defesa. Esse jato é finalista para o contrato de US$ 8 ou 9 bilhões para a Marinha Indiana de 57 caças.

O Ministério da Defesa planeja dentro de semanas emitir um pedido de informação (RFI), a primeira etapa de um processo de aquisição, para que um caça seja construído na Índia. A competição estará aberta a jatos de um ou dois motores, disse o funcionário, mas Lockheed e Saab disseram que não foram informados sobre os novos requisitos. A última mudança é uma grande oportunidade para a Boeing, cujo único cliente estrangeiro do Super Hornet até agora é a Royal Australian Air Force.

Ela também ilustra o quão disfuncionais estão o processo de aquisição de armas e a indústria de defesa no segundo país mais populoso do mundo. A necessidade de novos caças tem sido conhecida por quase 15 anos, mas depois de muitos anúncios, mudanças e reviravoltas, a força aérea do país possui apenas três quartos das aeronaves de que precisa. Um avião de combate leve indiano, o Tejas, ainda não está operacional, 35 anos depois de ter sido proposto pela primeira vez.

Uma fonte da IAF disse que a aquisição de caças era urgente: a força operacional da força caiu para apenas 33 esquadrões, seu nível mais fraco em quatro décadas, já que está desativando os MiG-21 da era soviética. “A IAF quer o RFI emitido em semanas para começar o processo”, disse a fonte, que declinou ser identificado porque ele não estava autorizado a falar com a mídia. “O problema é que o governo continua a mudar o que quer”.

F-16IN para a Índia

NECESSIDADE URGENTE

Na próxima década, mais 13 esquadrões serão aposentados à medida que as aeronaves estiverem fora de serviço, disse o comitê permanente de defesa do parlamento em um relatório de dezembro. O ministério da defesa declinou comentar sobre o programa de modernização de aviação da aeronave, dizendo que não estava em condições de fazê-lo. A Lockheed, que havia oferecido mudar sua linha de produção do F-16 em Fort Worth, Texas, para a Índia, disse que não havia sido informada de nenhuma mudança no plano indiano para combatentes monomotores.

“Nossa proposta de parceria do F-16 com a Índia é firme”, disse a empresa em um e-mail. No ano passado escolheu a Tata Advanced Systems como seu parceiro local e disse que estava em negociações com dezenas de empresas para construir a rede de fornecedores. “O Governo da Índia ainda não emitiu requisitos formais, mas continuamos a apoiar as discussões de governo em governo e nos envolvemos com empresas indianas sobre as oportunidades industriais do F-16”, disse a Lockheed. O Saab da Suécia também foi pega de surpresa.

“Nós vimos as reportagens na mídia indiana, mas nenhuma nova comunicação formal nos foi feita no que diz respeito ao programa de combate”, disse Rob Hewson, chefe de comunicação da Saab Asia Pacific. O Rafale da Dassault Systemes SE da França, o Eurofighter Typhoon e as aeronaves russas também são concorrentes potenciais sob os novos requisitos, disse a fonte da força aérea e analistas do setor. O almirante Harry Harris, chefe do Comando do Pacífico dos Estados Unidos, disse ao Comitê de Serviços Armados da Casa dos Estados Unidos no mês passado que a Índia estava considerando o furtivo F-35, entre outras opções. Mas a IAF disse que nenhum pedido foi feito para a Lockheed, nem mesmo um briefing na aeronave.

Uma encomenda do tamanho da Índia é rara. A única oportunidade comparável para o Super Hornet é o pedido do Canadá para 88 caças, que podem valer até US$ 14,6 bilhões. A concorrência da Força Aérea Indiana tem eco de uma concorrência de 2007 para 126 aeronaves de combate de médio porte, para as quais a Dassault foi selecionada para negociações exclusivas. Mas as conversas rapidamente ficaram em um impasse sobre a produção local e preços, e no final, o governo encomendou apenas 36 Rafales em 2016 por US$ 8,7 bilhões.

Saab Gripen E oferecido para a Índia

CAÇA LOCAL

A IAF preferencialmente gostaria de uma combinação de jatos bimotores e monomotores mais leves, bem como aeronaves furtivas, mas não pode pagar uma variedade de sistemas estrangeiros, disseram analistas. Um caça estrangeiro com dois motores talvez ofereça o melhor valor enquanto o caça Tejas termina o desenvolvimento, disseram. O orçamento anual de aquisição de capital de defesa da Índia de US$ 14 a 15 bilhões deve ser distribuído pelo exército, a marinha, a força aérea e a organização indiana de pesquisa de defesa.

“Os custos operacionais estão aumentando com o aumento da mão-de-obra, salários mais altos e inflação geral. O Ministério da Defesa não tem o luxo de ter muitas plataformas, apesar do número de esquadrões em queda rápida na força aérea”, disse Amber Dubey, parceiro e chefe para a indústria aeroespacial e de defesa da Índia na consultoria global KPMG.

O presidente da Boeing India, Pratyush Kumar, disse que a empresa estava pronta para responder a qualquer pedido da IAF. “Nós seguiremos a liderança do MoD em seu processo e responderemos às suas necessidades se nos for pedido para fornecer qualquer informação”, disse ele. Kumar disse que a Boeing estava empenhado em construir os aviões na Índia e havia oferecido ajudar os planos da Índia a desenvolver sua própria aeronave de combate média avançada.

Mas a experiência com o contrato do Rafale fez com que os especialistas ficassem cientes de que a última concorrência seguirá conforme o planejado. Richard A. Bitzinger, visitante de colegas seniores da Escola de Estudos Internacionais S.Rajaratnam de Singapura, disse que não esperava uma resolução em até dois ou três anos. “Eu nunca estou surpreso com o que os indianos fazem quando se trata de suas concorrências públicas. Eles estão constantemente mudando as regras, mudando de ideia e, muitas vezes, mesmo cancelando pedidos a meio do caminho”, disse ele. “Os indianos têm uma habilidade notável para transformar uma vitória em derrota”.

FONTE: Times Now News

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IvanAndré GomideJacintoBavaria LionWashington Menezes Recent comment authors
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Mark
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Mark

Claro, até o próximo cancelamento e reabertura da concorrência. E eu achando que as melhores novelas eram produzidas no México e Brasil rsrs

Antonio
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Antonio

Tirando o próprio Governo americano, ninguém mais compra F-18.
Essa Boeing é insistente.
Sepulta o cadáver logo!

Julio
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Julio

Voce3 esqueceu da Austrália.

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

E o Kuwait amigo! Lamentavelmente esses Trolls vem aqui falar o que não sabem Julio…

Antonio
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Antonio

Se o sobrinho não comprar, o Tio Sam puxa a orelha.

Mark
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Mark

Chegar aqui chamando o F18 de cadáver é no mínimo… Enfim, deixa pra lá… Deve ter recesso no colégio hoje.

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Pior amigo Mark…o troll está aqui por ordem do diretório do ParTido…

Mark
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Mark

Eles deveriam selecionar melhor essa turma do movimento de ambientes virtuais do ParTido. São muito repetitivos.

André Gomide
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André Gomide

O que isso tem de ligação com a matéria??

Vamos tentar facilitar a tarefa de manter o blog limpo?

Gabriel
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Gabriel

Vespão na área !

Mark
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Mark

Senti o mesmo cheiro…

Karl Bonfim
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Karl Bonfim

Concordo, esse é mais um capítulo dessa novela, que para ter mais emoção só falta o F-35 aparecer como um personagem oculto ou surpresa…
kkkkkkkk!

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Kkkkkkkk…..verdade!

Como costuma dizer o Wellington: “Levar os indianos a sério é roubada”

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Seria no mínimo interessante se o F/A-18E/F levasse essa…

Julio
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Julio

Eu tenho um sentimento dúbio em relação a isso. Apesar de eu gostar do Vespao e querer que a linha de produção dele ficasse ativa por um longo período. Eu preferiria que nenhum vetor ocidental ganhasse. Por um lado eu preferiria que o Gripen levasse por conta da escala de produção. Por outro lado eu prefiro que o Gripen perdesse por conta que a SAAB ofereceu produção local do Gripen que, no caso da India, eu vejo isso como péssimo negócio. Eu ainda me lembro de uma matéria que foi publicada aqui no aéreo a vários anos atrás, sobre os… Read more »

Marcelo
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Marcelo

Índia desesperadamente em busca de aliados, esta deixando a Russia, aliada da China e se aproximando dos EUA, procurado barganhar compra de caças por apoio, pois a India já esta sentindo o bafo da China no cangote …

Marcelo
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Marcelo

….. E o Paquistão chutando a canela ..!!

Bruno Vinícius Campestrini
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Bruno Vinícius Campestrini

Não que a Rússia seja tão aliada da Chia. Se duvidar a relação da Rússia com a Índia é melhor do que as relações sino-russas.

Marcelo
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Marcelo

Vc tem razão, mas no final conta o amigo com mais dinheiro (RISOS) ….

Flick
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Flick

Mais um pouco e o Tucanão entra na história pra bagunçar o coreto..kkkkkk
Esses krishnas.

OSEIAS
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OSEIAS

acho que a India deveria compra 10 aviões de cada fabricante mundial. até dos coreanos,
assim isso iria satisfazer todas as castas e todos ficariam felizes, e não haveria cancelamento de nada. kkkkkkkk
isso me lembra minha mãe quando ia comprar roupas para mim e meu irmão, era uma briga só
kkkkkkkk

ednardo ferreira
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ednardo ferreira

é urgente nada.

estão nesse pagode do indiano louco tem uns 6 anos.

Nestes 3 aí? eu ficaria com o Hornet, porque depois do anúncio da possibilidade de compra de centenas de Pebas (ops… Tejas), precisarão de uns caças mais robustos para superioridade aérea. Simpatizo muito com o Gripen, mas aqui vou de Hornet.

ednardo ferreira
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ednardo ferreira

destaque na matéria para:

“Eu nunca estou surpreso com o que os indianos fazem quando se trata de suas concorrências públicas. Eles estão constantemente mudando as regras, mudando de ideia e, muitas vezes, mesmo cancelando pedidos a meio do caminho”, disse ele. “Os indianos têm uma habilidade notável para transformar uma vitória em derrota”.

Jr
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Jr

Prevejo mais uma novela que vai se arrastar por 7/8 anos e que talvez no final nada seja escolhido, ou se for, esses números desejados serão cortados a menos da metade

Delmo Almeida
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Delmo Almeida

Eu também, mas uma hora vão comprar um monte, como fizeram com o SU-30MKI. Pode ser que a hora seja nos próximos cinco anos.

Mark
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Mark

Do jeito que eles são coerentes e previsíveis em concorrências, pode pintar drone e helicópteros na próxima versão da concorrência. -.-

Robson
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Acho que a índia deveria considerar uma diminuição no numero de esquadrões, já que as novas aeronaves são muito mais capazes que as antigas que vão substituir… Concentrando se assim nos SU 30 em serviço, Rafales já encomendados e Gripens ou Fs 16 e pronto…

Delmo Almeida
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Delmo Almeida

Eu concordo. Mas acho que esse número grande é sabendo que nunca será atingido (no futuro previsível) mas que precisa ter a mira alta pra atingir algo mais baixo.
Acho que não dá pra achar que terão poder de fogo pra segurar a China e o Paquistão. Eles já possuem armas nucleares e o objetivo agora seria dissuadir pelo prejuízo muito alto de uma eventual agressão.
.
Tu pode até me derrotar, mas vai sair com os dois olhos roxos no processo.

Mateus Lobo
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Mateus Lobo

Em tese os indianos querem 3 classes de vetores, tejas era pra ser o caça de baixo custo para ter mais unidades, com o ganhador dessa competição que seria o intermediário em capacidade, preço e capacidade e SU-57 como o vetor de superioridade. Mas do jeito que é política lá, acho que vão continuar com a salada de caças por muito tempo.

Mateus Lobo
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Mateus Lobo

Quantidade onde repeti capacidade*

Washington Menezes
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Washington Menezes

Um momento de lucides

Mario
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Mario

Robson, o problema é que a Índia é um país meio grande, com dois vizinhos com fronteiras debatidas cobrindo grande parte do norte, nordeste e oeste do país, e ainda “vocação” para ser geopoliticamente ativo com vários vizinhos menores a sul e sudeste…
O melhor avião do mundo só consegue estar em um único lugar de cada vez, como as quatro forças armadas americanas têm aprendido…

ronaldo de souza gonçalves
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ronaldo de souza gonçalves

Deviam escolher o mig-35, pelo preço de 1 em compram 2, e melhor para substituir o mig21 é o mig35( é logico os pilotos estão mais familiarizados ,os mecanicos enfim mudaria pouco o cenário de adptação.O quanto deve ser mecanico na india lá tem todos os tipos de caças de varias paises.Porque esse medo paranoico os paquistaneses tem aquele caça chines mais barato é o grosso,a china que está com aparelhos melhores o su-30 versão chinesa,mas tem muitos aviões obsoletos no meio.Acho que esse alarde todo é para os brigadeiros conseguirem seus aviões.Lá isto funciona no Brasil não.

BILL27
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BILL27

O Gripen pode ser mais novo e etc…. Mas não consegue me convencer que é um avião superior ao F-16

RL
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RL

Bacana a opinião de todos.
Aqui vai a minha.

Vende tudo: Jaguar, Mig 21, Mirage, Tornado, tudo o que tiver e esquece de uma vez por todas este troço voador TEJAS. Otimiza a aviação em dois vetores.

1 – RAFALE para a Força Aérea e Rafale M para a Marinha;
2 – Sukhoy – Mantém até dar o que for possível, até fazer bico;

Para substituir o Sukhoy, vai de 5G.

Futuro seria Rafales e um 5G.

Antonio
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Antonio

Perfeito comentário. Indianos sempre vão de material europeu ocidental e russo.
A chances do F-18 e do F-16 são próximas de zero.
Ainda mais que estão em fim de linha.

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

P-8, CH-47, AH-64,C-17…..

A lista de equipamentos militares comprados pela Índia junto aos EUA só aumenta…..

Antonio
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Antonio

Esse material aí, vc encontra até na Feira do Paraguai.
Estou falando de coisa séria: Caças, caças 5G, mísseis e etc.

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Se o AH-64 é encontrado até na feira do Paraguai o Mi-28, derrotado por ele na concorrência indiana e que segundo contam ficou sem ar no Himalaia, você acha no camelô….

E por falar em caça 5G os indianos estão insatisfeitos com os russos pelos atrasos e problemas do Su-57.

Antonio
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Antonio

E esquecei de MBTs, navios e etc. Tudo material russo.

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Mas olha, se eu fosse os indianos iria era de Su-30 afinal já conhecem o avião e já tem toda a logística…..

Washington Menezes
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Washington Menezes

Nenhum caça

Julio
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Julio

Pelo contrario, com o avanço da China na Ásia os indianos buscam novas alianças, e uma parceria com os EUA cairiam como uma luva. Dito isso, as chances de um F-16 ou F/A-18 são enormes.

Mateus Lobo
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Mateus Lobo

Você quer falir a Índia kkkk

Delfim
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Delfim

Hi-low com F-18SH e F-39.
Que nem deveria ser em outro país…

Mateus Lobo
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Mateus Lobo

Hi-low de dois caças de capacidades parecidas? Se fosse um F-35 e F-39 ou SH até entenderia.

Mateus Lobo
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Mateus Lobo

Fico imaginando o quão complicado deve ser essa logística indiana operando tantos aparelhos com origens diferentes…

Nonato
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Nonato

Normal. Não muito diferente de qualquer país do mundo.
A própria FAB deve ter uns 10 tipos de aviões…
Hércules, Bandeirantes, tucano, Supertucano, AMX, F5, Ejet 195, etc.

Nonato
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Nonato

Já dei minha opinião diversas vezes. A solução melhor seria aceitar (e pagar, como Trump quer…) pelo menos duas bases aéreas americanas, cada uma com uns 50 caças, mix de F15, F16, F18 e F35. E pelo menos uma base naval. Nada seria tão forte para barrar um ataque chinês do que bases americanas. Um ataque chamaria de imediato uns 1.000 caças… Coisa de que a Índia nunca será capaz. Muitos dizem que os chineses já sofreram com a ocupação britânica e não aceitariam isso. Mas pior é levar uma baforada do dragão que não viria para brincadeira… Mas se… Read more »

Marcelo Martins
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Marcelo Martins

Para a Marinha da Índia ? Então está no papo para o SH! O F-16 e o Gripen não possuem versão naval ! Se a Índia quer realmente ter porta aviões, o SH é a escolha mais lógica!

BILL27
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BILL27

Sh é a unica escolha possivel

Julio
Visitante
Julio

Eles adquiriram os Rafale. Os Rafales são caças excelentes.

MadMax
Visitante
MadMax

Foram tantas idas e vindas que perdi as contas. Os franceses venderam ou não os 36 caças?

BILL27
Visitante
BILL27

vENDERAM estes dias saiu noticia onde a India iria comprar mais unidades

Julio
Visitante
Julio

Só unidade de prateleira, o acordo de produção local naufragou. A Dassault não quis se responsabilizar pelos aviões que seriam montados pela HAL.

GripenBR
Visitante
GripenBR

Se eles mudaram o critério é possível que exista uma predileção para o Super Hornet, ou talvez seja interessante melhorar o que era um duelo para um combate a três e que vença o melhor. Eu não sei o que melhor para os indianos, mas para nós o melhor é que comprassem 100 unidades do Gripen! Nesta remota hipótese, possivelmente a versão F será necessária. Contudo na Índia o que é certo tem 20% de chance de avontecer, e 80% de mudar. Rs

GripenBR
Visitante
GripenBR

Já que é na Índia, mantendo a tradição local e de meios e logística, então o ideal seria comprar 40/30/30. 😂

GripenBR
Visitante
GripenBR

Pra que atacar a Índia sob o ponto de vista chinês? Apesar de umas rusgas fronteiriças, o país tem o poder de virar o tabuleiro de War, conhecido como arsenal nuclear, comercialmente são combinadinhos, e não faltam treinamentos conjuntos entre Índia e China. Há o Paquistão que anda de namorico com a China, más mantém relação carnal com EUA desde a guerra fria, então tanto faz como tanto fez. Tá caminhando para os seus 1,3 bilhões de habitantes, e se já é difícil para eles, imagina para uma força invasora administrar esta invasão? Não vejo a China com animus real… Read more »

Jacinto
Visitante
Jacinto

Pode não fazer muito sentido, mas no ano passado tropas chineses e indianas estavam trocando tiros na fronteira…

Ivan
Visitante
Ivan

Gripen e Jacinto,
.
Acredito que vocês não eram nascidos, mas em 1962 houve uma guerra entre China e Índia, ou como as vezes é chamado:
Conflito de fronteira sino-indianos.
.
Neta ótica – conflitos de fronteira – foram três:
1962, 1967 e 1987.
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40443826
.
Sim, trocaram tiros na fronteira…
…de canhão e outros mais pesados.
.
Abç.,
Ivan, o antigo.

Bavaria Lion
Visitante

O super lobby fica estranho competindo com F-16 e Gripen.

Se oferecessem pra marinha indiana, era barbada. Poderiam recauchutar um kitty-hawk, que pronto. Pegariam 20 bilhões no pacote rapidinho.

Ivan
Visitante
Ivan

E tudo que a Bhāratīya Vāyu Senā (Força Aérea da Índia) queria (e precisava) era produzir o Mirage 2000 nacionalmente, quando os franceses desistiram da linha em favor do Rafale. . Mas, tem sempre um mas, a ideia francesa era vender o bimotor Rafale. Conseguiram. . Para que possamos formar um quadro operacional das forças indianas, segue abaixo os aviões de caça e ataque da IAF: – MiG-21 Bis/Bison – caça leve – 244; – MiG-27 ML – caça-bombardeiro – 84; – MiG-29 UPG – caça superioridade aérea – 66; – HAL Tejas Mk.1 – caça leve – 6 operacionais… Read more »