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Força Aérea Indiana irá comprar 324 caças Tejas, desde que a versão Mark II atenda aos requisitos

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LCA Tejas

Por Rajat Pandit

NEW DELHI — Depois de anos de ser crítico com o caça Tejas, que ainda não está preparado para o combate 35 anos depois que o projeto Light Combat Aircraft foi aprovado pela primeira vez pelo governo, a IAF concordou em incoporar 324 dos jatos indianos a longo prazo para compensar o número de esquadrões de combate que está em rápido esgotamento.

A IAF “comprometeu-se firmemente” com os 123 jatos Tejas, que virão a um custo superior a Rs 75,000 crore (US$ 11,5 bilhões), se os custos de desenvolvimento e de produção forem levados em consideração. Mas quer que os próximos 201 jatos Tejas Mark II sejam “caças totalmente novos” com aviônica e radares muito melhores, maior capacidade de carga de combustível e armas e motores mais poderosos, dizem as principais fontes.

O Tejas monomotor existente tem uma “endurance” limitada de apenas uma hora de voo, com um raio de ação de apenas 350-400 km e capacidade de carga de armas de 3 toneladas. Outros caças de um único motor como o sueco Gripen E e o americano F-16 têm aproximadamente o dobro da capacidade de carga de armas e triplicam a endurance.

Mas a IAF, tem apenas 31 esquadrões de combate (18 jatos em cada um), quando pelo menos 42 são necessários para enfrentar a “ameaça colusiva” da China e do Paquistão, percebe que introduzir caças estrangeiros caros “em grandes números” simplesmente não é uma opção.

Os 36 jatos Rafale, encomendados da França em setembro de 2016, por exemplo, custaram à India Rs 59,000 crore (7,87 bilhões de euros). O custo total, é claro, inclui um pacote de armas decididamente mortal, todas as peças e custos para disponibilidade de frota de 75% e “suporte logístico baseado em desempenho” por cinco anos.

“O Tejas Mark II ainda está na mesa de desenho. Mas se DRDO, Aeronautical Development Agency e Hindustan Aeronautics Ltd entregarem o caça Mark II exigido, a IAF concordou em ter um total de 18 esquadrões de Tejas “, disse uma fonte.

O movimento ocorre depois de uma série de reuniões de alto nível no South Block, com a ministra da Defesa, Nirmala Sitharaman, anunciando no início deste mês que o governo não está “abandonando” os Tejas autóctones e “colocando todas as suas energias” para garantir que o caça seja entregue a um ritmo muito mais rápido.

Apenas seis dos 20 Tejas encomendados pela IAF em sua configuração IOC (Initial Operational Clearance), o que, basicamente, significa que o caça é aeronavegável, foi entregue pela HAL até agora sob o primeiro contrato de Rs 2,813 crore contratado em março de 2006.

Outros 20 Tejas em sua FOC (Final Operational Clearance) ou configuração pronta para o combate seriam entregues até dezembro de 2016, conforme o segundo contrato de Rs 5.989 crore assinado em dezembro de 2010. Mas os Tejas receberão sua FOC apenas em junho, o mais cedo possível, com a IAF agora esperando começar a incorporar esses 20 jatos a partir de 2019.

O contrato para 83 caçasTejas Mark 1A, que custará cerca de Rs 50,000 crores, está em processo de finalização agora. Esses jatos terão 43 “melhorias” para aperfeiçoar a capacidade de manutenção, o radar AESA (sistema de varredura eletronicamente ativa) para substituir o radar de busca mecanizado, capacidade de reabastecimento em voo, mísseis BVR de longo alcance (além do alcance visual) e sistema de guerra eletrônica avançada para bloqueio de radares inimigos e mísseis. A entrega desses 83 jatos está programada para começar em 2023.

LCA Tejas

FONTE: Times of India

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Mark
Mark
2 anos atrás

A Índia rodou, rodou, rodou, e resolveu a questão da pior maneira possível. Estas máquinas são de baixíssima qualidade, com capacidade operacional muito limitada. Mesmo com as possíveis melhorias, ficarão com uma força aérea extremamente limitada frente aos chineses que vem evoluindo rapidamente. Respeito as opiniões divergentes, mas não posso considerar isto um bom negócio.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Mark
2 anos atrás

De acordo!

Edson Wagner Campos dos Santos
Edson Wagner Campos dos Santos
2 anos atrás

Brasil e Índia fazendo investimentos pesados em suas forças, a gente vai comprar 36…

Mark
Mark
Reply to  Edson Wagner Campos dos Santos
2 anos atrás

Não serão apenas 36, mas…. Melhor 36 aeronaves no estado da arte do que mais de 300 remendos de péssima qualidade.

Gustavo
Gustavo
Reply to  Edson Wagner Campos dos Santos
2 anos atrás

e estamos comprando a tecnologia, não apenas o caça, com potencial de chegar entre 70 a 108 caças no total.

Matheus
Matheus
Reply to  Gustavo
2 anos atrás

poxa, interessante… e o que iremos fazer com essa tecnologia, projetar e produzir outros caças? por favor…

Carlos Crispim
Carlos Crispim
2 anos atrás

Como a Índia consegue essa façanha de comprar tanto e o Brasil nada?????

Marcos Aryeh
Marcos Aryeh
Reply to  Carlos Crispim
2 anos atrás

Paquistão e China do lado, ameaçando diuturnamente.

Com uma ameaça “sólida” o dinheiro cresce em árvores.

Mark
Mark
Reply to  Carlos Crispim
2 anos atrás

Quer comparar Tejas remendado com nosso Gripen? São aviões de baixo custo e o mesmo pode ser dito de suas capacidades operacionais.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Carlos Crispim
2 anos atrás

Índia ainda não comprou, e a exemplo dos eventos anteriores, grande chance desta compra não se concretizar ..

Defensor da Liberdade
Defensor da Liberdade
Reply to  Carlos Crispim
2 anos atrás

Brasil tem outras prioridades, apesar dos pesares (risos). Mas não queira estar na pele do povo indiano, o povo lá vive no meio do lixo e dos esgotos, e se ficar doente morre à míngua sem nenhuma assistência de saúde.

Marcus
Marcus
Reply to  Defensor da Liberdade
1 ano atrás

Brazilians dont live in better conditions we live garbage and sewage and die without health care . You think we are Canada or US ??

Gonçalo Jr.
Gonçalo Jr.
2 anos atrás

Em 3 anos a Índia reviu 4 vezes seu programa de caças. Só em 2018 foram 2 vezes com este último passo. Enfim…

Mario
Mario
2 anos atrás

Carlos,
Entre Paquistão e China, a Índia se envolveu em mais de 10 guerras com vizinhos, dos 60 para cá… e o Paquistão tem porte semelhante a eles, enquanto a China é um tantinho maior.
De quebra, a postura não-alinhada deles tem vantagens, mas também significa que Rússia ou USA não compram a briga logo de cara…
Mario

Otto Lima
2 anos atrás

A frota da IAF é uma miscelânea de aparelhos de várias origens: russos, franceses, britânicos, americanos, indianos… Deve ser horrível ser intendente ou mecânico na IAF!

Mark
Mark
Reply to  Otto Lima
2 anos atrás

Eles devem exigir experiência prévia em daqueles ferro Velho do RJ ou SP antes da admissão. O cara tem que ser bom pra encontrar as ferramentas de trabalho hahah

Hélio
Hélio
Reply to  Otto Lima
2 anos atrás

Até parece nossa frota de helicópteros.

Nonato
Nonato
Reply to  Otto Lima
2 anos atrás

Deve ser é bom. Experiência e conhecimento.
Nada demais. O pessoal gosta de encontrar dificuldade.
Trata-se da força aérea de um país e não de uma oficina de fundo de quintal.
Afinal de contas, quantos tipos de aviões existem nas forças armadas brasileiras?
Deve existir Bandeirantes, ERJ 145, Hércules, tucano, Supertucano, AMX, F5 etc.

Luiz Guilherme
Luiz Guilherme
2 anos atrás

O Cel. Nery vira e mexe escreve aqui e ninguém se dá ao trabalho de ler. A Índia investe mais em Defesa, no entanto, a maioria de sua população vive na miséria. É o que no Direito é conhecido como Principio da Reserva do Possível. Os recursos são limitados, logo os países tem que gastar naquilo que é considerado mais essencial. O Brasil ao contrário da Índia não possui inimigos em suas fronteiras.

Um ótimo artigo sobre o tema:

https://www.conjur.com.br/2018-jan-23/contas-vista-vivemos-entre-reserva-possivel-escolhas-tragicas

Mark
Mark
Reply to  Luiz Guilherme
2 anos atrás

Corretíssimo. Se depender de alguns aqui, seria proposto cortar o salário mínimo pela metade, cortar aposentadorias, mas ter belíssimos e numerosos esquadrões de aeronaves modernas kkkk Cuidar das mazelas pra que né? Mas eu entendo a turma da guerra de “videogame”

Walfrido Strobel
2 anos atrás

A Índia nunca poderia bancar todos estes Esq. com Su-30 ou Rafale, nem ao menos com os F-16 ou Gripen inferiores e mais baratos, porem na quantidade que desejam ficaria caríssimo a aquisição.
Então o jeito é ir melhorando o Tejas que cabe na seu orçamento, mais que isso é sonho.

Claudiney
Claudiney
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Taí, Galante! Faz um Super Trunfo dos dois. Isso diverte.;-)

Julio
Julio
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Galante, você conhece alguma fonte que indique o nível de operacionalidade dos vetores de combate da Força Aérea Indiana?
Eu se tive essa curiosidade. Pela minhas contas eles possuem: Su-30, MiG-21, MiG-27, MiG-29, Rafales, Tejas Mark I e Mirage-2000. Esqueci algum? Lá tem de tudo e mais um pouco.

GripenBR
GripenBR
Reply to  Julio
2 anos atrás

SEPECAT Jaguar

Celso
Celso
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Prezado Galante, ate iria contrapor um comentario acima sobre isso, mas acho que iria fugir do tema proposto. Agora, permita-me…….o F5EM e superior sim, acho que so perderia pela motorizacao mais antiga. No mais supera com folga. Sds

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Celso
2 anos atrás

Você poderia explicar melhor.

Para mim, só pode estar brincando.

Um caça que na década de 60 nasceu como caça de 2ª linha. Oferecido para os ‘aliados’ de 3º mundo, que eram proibidos de adquirir os F-4. E utilizados como TREINADORES pelos EUA. Com eletrônica modernizada dos anos 2000, supera COM FOLGA um caça novo, com eletrônica mais moderna?

Como ?

jorge Alberto
jorge Alberto
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Bem pouco… Os F-5, apesar de tudo, possuem “facil” manutencao, ja o Tejas…. “Dizem”, fontes nao oficiais”, que ha certos elementos q para serem trocados, sao um pesadelo de acesso!

ednardo ferreira
ednardo ferreira
2 anos atrás

Não sabemos detalhes do contrato e o que vem no pacote. Mas cada Tejas está saindo por uns 90.000.000 de doletas. Isso é caro ou barato? Se for um pacote com armas, treinamento, manutenção por uns 5 ou mais anos dá para encarar. O tejas será um avião de ataque, basicamente, que também vai entrar em campo para ameaças aéreas secundárias. Superioridade aérea ficará para outras aeronaves como o Rafale e os outros modelos em aquisição. De todo forma só um indiano para entender a Índia. Obs: ainda desconfio que o contrato com o Rafale está associado a variedade de… Read more »

Mario
Mario
2 anos atrás

Júlio, acho que os Rafale ainda não estão operacionais (se é que foram entregues). Tem pelo menos o Jaguar a mais, ainda sendo modernizados (ou recentemente modernizados). Acho (sem nenhum grau de certeza) que têm ou tiveram Sea Harrier. Quase certeza absoluta do Hawk, com linha de montagem local pelo que lembro, na missão de treinamento, mas acho que desarmado

Julio
Julio
Reply to  Mario
2 anos atrás

Obrigado Mário. Ainda assim é um sopa de vetores. Ainda me resta a duvida da operacionalidade deles.

Tallguiese
Tallguiese
2 anos atrás

Será que o JF-17 é melhor do que o Tejas?

J-20
J-20
Reply to  Tallguiese
2 anos atrás

Beeeeem, o JF-17 já está operacional e com mais pacotes de atualização vindo. Enquanto o Tejas nem está nas suas capacidades operacionais completas…

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Tallguiese
2 anos atrás

Sim.

Mario
Mario
2 anos atrás

De nada Júlio. A operacionalidade, pelo que me consta, não é das melhores, mas confesso que as revistas que sigo não se concentram muito na Índia… agora por outro lado, mesmo os Marines estão levando umas lapadas pesadas com relação à proporção de aeronaves prontas para combate a qualquer momento, então não sei se há algum “padrão” normal para comparar

Julio
Julio
Reply to  Mario
2 anos atrás

Até onde eu sei, a operacionalidade tida como “normal” é algo em torno de 70% a 50%. Mas isso deve variar muito para cada Força.

Ivan
Ivan
2 anos atrás

Construir um caça nacional é um antigo desejo de Nova Deli (New Delhi). . Com a boa experiência que os indianos tiveram com o HAL Ajeet – derivado do britânico Folland Gnat – e com o MiG-21 – que derivou no Bison -, seria natural que o caminho fosse um caça leve. Assim sendo, o projeto para a concepção e desenvolvimento do LCA (Light Combat Aircraft – aeronave de combate leve) foi sancionado em 1983. Em 1984 o governo constituiu uma Agência de Desenvolvimento Aeronáutico (Aeronautical Development Agency -ADA) como uma instituição dedicada para a gestão do projeto LCA. Em… Read more »

Delmo Almeida
Delmo Almeida
Reply to  Ivan
2 anos atrás

Você é o comentarista que mais admiro pela visão sistêmica que tem sobre os fatos. Visão da história+política+cultura+economia+tecnologia+geografia+outros aspectos.
Queria bater um papo contigo quando passear por jampa ou nas minhas ida até Recife.
Tenho um colega que é comparável, mas na aviação comercial.

Luís Henrique
Luís Henrique
2 anos atrás

Comparar a Índia com o Brasil é uma piada. O Brasil ainda é um anão militar, se baseia no TO da América do Sul, onde não existe nenhum país do nosso tamanho e é a região mais desarmada do mundo. A Índia possui quase 600 caças, sendo quase 300 Su-30 MKI e modelos como MiG-29 modernizado, Mirage 2000 modernizado, Rafale, Jaguar e outros mais velhos como os MiG-21. A FAB possui menos de 50 caças e após mais de 1 década de atraso, encomendou míseros 36 unidades. A Força Aérea Indiana possui planejamento para chegar em 756 caças nos próximos… Read more »

Mario
Mario
2 anos atrás

Sendo honesto, Luís Henrique, na minha opinião graças a Deus que não dá para comparar. Tudo que você falou é verdade, e de quebra você não falou que eles têm programas robustos de desenvolvimento por exemplo de radares. Por outro lado, é um país com níveis de corrupção endêmica ainda piores do que o Brasil, com disparidades sociais que fazem a gente parecer pelo menos os Estados Unidos neste aspecto (pensei na Suécia, mas aí já era demais), com vizinhos com armas nucleares (e pouco democráticos) dos dois lados em suas maiores fronteiras, com uma população acima de 1 bilhão… Read more »

ADRIANO M.
ADRIANO M.
2 anos atrás

É humilhante mesmo…

ronaldo de souza gonçalves
ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Querer não é poder, o pais pretende fabricar um caça sozinho sem parceria e fica uma porcaria,já entra deflazado ai começam a melhora-lo e ai ele vai ficando mais caro,é consertam uma coisa piora outra é ai vai.Depois eles pensam deveriamos procurar uma coreia,ou outro pais para desenvolve-mos conjuntamente é diminuir o custo de desenvolvimento.Mas agora não tem jeito tem que fazer o tejas voar.Que isto sirva de lição para que Paises em desenvolvimento queram fazer seus caças.cito o Brasil que já deslumbra depois do grispen fazer um caça nacional.Digamos que neste meio não tem aventureiro,digamos que é a arma… Read more »

kira
kira
2 anos atrás

Bem faz Israel, um pais rodeado de inimigos, cuja existência depende de força militar. Não se deixa levar por um pseudo-patriotismo, não querendo, a qualquer custo, que seu caça seja produzido nacionalmente ou, não sabendo fazer, pagando muiiiiiiito mais caro ao comprar um tal de TOT. Creio que o pragmatismo israelense deveria ser copiado pelo Brasil e pela Índia.

Defensor da Liberdade
Defensor da Liberdade
Reply to  kira
2 anos atrás

A diferença é que Israel ganha mesada, nós não. Para se ter uma ideia os Gripens irão custar 5 bilhões para serem amortizados sabe lá em quantos anos, já Israel irá receber em um único ano 3 bilhões “de graça” dos EUA por 10 anos.

strana
strana
2 anos atrás

Acho que muitos de vocês têm preconceito com a Índia. Comparar o F-5 e até mesmo o JF-17 paquistanês com o Tejas é algo completamente sem sentido, algo que apenas alguém que desconhece o assunto ou, repito, preconceituoso, pode fazer. O Tejas é fabricado em grande parte com compósitos, possui controle digital fly by wire quádruplo, sensor de detecção por infravermelho, material absorvente de ondas de radar, etc. Vale dizer que os Su-30 indianos são equipados em grande parte com aviônica local, não russa. O Tejas tb é rápido – 2200 km/h – e muito ágil, basta ver os videos… Read more »

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  strana
2 anos atrás

O JF-17 block 3 tem todas essas característica que você sitou do Tejas e ainda tem maior capacidade de carga, maior alcance, manobrabilidade muito próxima de um F-16 Block 52, custando menos, já está operando e tem encomendas de outros países. Como conseguiram esse milagre? Buscando parceiros e utilizando componentes já disponíveis no mercado, mesmo caminho pela Saab com o Gripen, esse nacionalismo idiota de querer um caça 100% nacional acabou com Tejas.
Obs: o JF-17 é muito mais bonito que o Tejas kkk

Marcus
Marcus
Reply to  Mateus Lobo
1 ano atrás

JF-17 Block 3 ?? It will have outdated Fly by wire (3-axis) while the basic Tejas comes with 4-axis fly by wire . BLock 3 is still on paper while AESA equipped Tejas will fly in 2021 . JF-17 Block 1 & 2 dont even have basic HMS ..Only a naive person can say JF-17 junk is better than Tejas

Groo_SP
Groo_SP
Reply to  strana
2 anos atrás

Também acho que existe uma má vontade completamente infundada com o Tejas. A Índia desenvolveu um caça de 4,5 gen quando estes caças estão começando a entrar em serviço na maioria das forças aéreas. O desenvolvimento demorou? Sim, mas um caça moderno é uma das obras de engenharia mais complexas que existem e ainda estão desenvolvendo o motor. Até parece que o Typhoon ou o Rafale foram desenvolvidos da noite pro dia. O Tejas tem pernas curtas? A opção indiana foi por um caça leve e não se deve exigir que um caça leve tenha o alcance de um F-15.… Read more »

Bavaria Lion
2 anos atrás

O tejas só precisa ser melhor que o FC-1B (vulgo jf-17, que acho uma grafia muito feia e por isso não uso).
Talvez o MK II seja superior ao correspondente sino-paquistanes. O problema é que ambos também estão lotados de J-7/F-7 (Mig-21 de desenvolvimento autócne), o qual, o tejas, se entrar em combate, tem pouquissimas chances de sobrevivencia…

Luiz Trindade
Luiz Trindade
2 anos atrás

Eu vi as criticas ao comentarista Mark e só vi gente desdenhando dele. Quando ele diz que temos um caça superior ao Tejas e que 36 destes é mais negócio que 300 Tejas ele tem razão! Teremos um caça de ponta que ao contrário do Tejas é um caça que só vai vingar para atender vontades políticas. Seria como imaginar o Brasil ainda com antigo MIRAGE III-Br recauchutado num número grande ou então termos caça KFIR também em número grande ao invés ter um caça que vem dando certo e satisfazendo seus cliente que é o GRIPEN. Se vai produzir… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Os Hindus chamaram o Tio Jacob para ajudar, creio que pode rolar …. pou não ? (USA)

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

“Tejas Mark 2 – The Tejas Mark 2 is to feature the more powerful General Electric F414-GE-INS6 engine with 98 kN of thrust.[164][165] The Ministry of Defence had sanctioned US$542.44 million (Rs 2,431.55-crore) for ADA to develop the IAF’s Tejas Mk 2 variant. In December 2008, the IAF committed to procuring an initial 105 Tejas Mk 2s.[44] The Mk2 will also see the incorporation of a new electronic warfare suite which is being jointly developed with Israel. This is to have a new glass cockpit with larger 8 x 12 inch displays. The Mk2 will have some 25–30 percent commonality… Read more »