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F-35: USAF quer eliminar incertezas antes de aumentar a produção

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F-35A Lightning II

O subsecretário da Força Aérea dos EUA disse na semana passada que a decisão do serviço de obter o F-35 Joint Strike Fighter em uma cadência de produção reduzida é tanto sobre a incerteza atual em torno da linha de tempo de teste operacional do programa e estratégia de modernização futura, como também de custos.

O pedido de orçamento do ano fiscal de 2019 (FY-19) da USAF mantém essencialmente a mesma cadência de compra estabelecida em sua perspectiva de FY-18 – 48 jatos no FY-19 e FY-20 e 54 jatos nos FY-21, FY-22 e FY-23 – apesar do pedido do serviço no ano passado para o Congresso de adicionar 14 jatos à sua compra na sua lista de requisitos não financiados. Esses jatos adicionais trariam a Força Aérea à meta de cadência de aquisição  a curto prazo de 60 jatos, que as autoridades do ano passado disseram ser a principal prioridade de aquisição do serviço e teriam ajudado a abordar questões de capacidade bem conhecidas.

Desde o lançamento do pedido de orçamento do FY-19, funcionários do serviço disseram que a decisão de prosseguir com uma “cadência gerenciável” está ligada a preocupações com o custo unitário do jato, o dinheiro que pode levar para atualizar qualquer jato que se compre antes de atualizações de hardware importantes serem entregues no Block 4, e a trilha de logística e infraestrutura associada que vem com jatos adicionais que se decida comprar.

O subsecretário da Força Aérea, Matthew Donovan, disse ao Inside the Air Force em uma entrevista em 5 de março que as preocupações com os custos associados a uma cadência de aquisição mais alta não são novas e estavam no radar do serviço, mesmo quando solicitou jatos adicionais em sua UFR FY-18. O que mudou desde o ano passado, disse ele, é o nível de incerteza em torno do plano para a modernização subseqüente, ou o que o escritório do programa conjunto F-35 agora está chamando de Continuous Capability Development and Delivery (C2D2).

F-35A em teste de disparo de míssil AIM-120 AMRAAM

“O custo do retrofit sempre foi um problema, mas com a continuação da modernização que ainda está sendo finalizada no que diz respeito à estratégia de aquisição, somos muito cautelosos porque ainda não sabemos o que vai ser envolvido”, disse Donovan. “Estamos muito preocupados com o custo da adaptação. Quanto mais compramos agora em um nível que é inferior ao nível que acabamos querendo ter com o Block 4, mais isso nos custará”.

O Diretor Executivo do Programa F-35, vice-almirante Mat Winter, anunciou a nova estratégia de modernização do Block 4 – que aplicará uma abordagem de desenvolvimento de software mais ágil – em setembro passado, e antecipou que o Departamento de Defesa aprovaria o plano até o final de outubro de 2017. No entanto, os funcionários do DOD solicitaram uma estimativa de custos e um cronograma mais detalhados, o que atrasou esse processo. Winter disse que esta semana que ele agora espera que o departamento assine a estratégia em uma reunião da Diretoria de Aquisição de Defesa em junho.

Winter contou aos legisladores em um subcomitê tático de forças aéreas e terrestres de 7 de março, com sede na Câmara, que estima que o C2D2 inicial é estimado em US $ 16 bilhões até o FY-24. Com esse custo, US$ 10,8 bilhões são para desenvolvimento e cerca de US$ 5 bilhões são para aquisições. Os parceiros internacionais pagarão uma parcela do custo de desenvolvimento, cerca de US$ 3,7 bilhões, deixando cerca de US$ 7,2 bilhões para os serviços americanos. Winter disse que espera que a estimativa diminua à medida que o programa preencher os detalhes de seu plano.

Donovan disse que o serviço está trabalhando com o escritório do programa conjunto para determinar quantos jatos mais antigos serão adaptados. Idealmente, o serviço manteria uma configuração comum entre os jatos operacionais e de treinamento, de modo que os pilotos aprendessem a voar na mesma aeronave que eles eventualmente estarão operando no campo.

“Se não fizermos isso, o que faremos é transferir a carga de treinamento para as unidades de combate”, disse ele. “É preciso tempo para conseguir um piloto habilitado no novo tipo de avião que ele não viu antes … então, essa é a verdadeira preocupação. Mas temos que equilibrar isso com os recursos disponíveis também”.

Além das preocupações de adaptação, há também alguma incerteza em relação ao momento do teste operacional inicial e avaliação IOT&E e a possibilidade de que novas descobertas possam esticar o teste após a data final estimada do JPO em maio de 2019.

“Há problemas desconhecidos porque sempre encontramos algo no IOT&E”, disse ele.

Donovan disse que, à medida que o programa se desloca pela IOT&E, a Força Aérea considerará aumentar a cadência de compra, mas, por enquanto, o serviço está aguardando a incerteza passar.

“Eu acho que você verá que nós estaremos interessados ​​em aumentar nossa cadência de compra anual, mas queremos comprar com baixo risco e incerteza”, disse ele.

FONTE: Inside Defense

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Mauricio R.Ricardo Da SilvaRinaldo NeryEdison Castro DurvalNonato Recent comment authors
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Marcos Aryeh
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Marcos Aryeh

@OFF

Aproveitando o tópico.

Eu criei um infográfico das aeronaves da FAB (utilizei a Wikipédia como fonte de referência, não peguem pesado).

comment image

Posso atualizar com informações mais aproximadas da realidade se alguém tiver.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Marcos, eu gostei bastante pois você coloca o inventário da FAB de maneira bem clara e objetiva. Seria interessante você revisar os tipos de aeronaves e os seus respectivos números, de repente o Galante pode publicar aqui.

Marcelo Martins
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Marcelo Martins

Bacana esse infográfico Marcos. Agora, quanto disso tudo aí está realmente disponível para voar ?

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Alguns números estão bem distante da realidade. Bem superestimados.

Marcos Aryeh
Visitante
Marcos Aryeh

Aceito sugestões. Quem tiver os números mais aproximados poderia me enviar pelo facebook? Só procurar lá “Marcos Aryeh”.

Adriano R.A.
Visitante
Adriano R.A.

O maior Programa de Produção de Protótipos de toda a história.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Essa matéria contempla apenas o F-35A ou todas as variantes?

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Parece que a linha de montagem de protótipos do F-35 continuará aberta.

Nunca que o preço flyaway desse avião vai chegar nos USD 100 milhões.

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Já foi de 94 milhões para o F-35A no último lote.

Bruno w
Visitante

Desse jeito os tão sonhado 3 mil pode ficar “stealth”…

Leonardo
Visitante
Leonardo

Eu acho esse avião lindo, pena que não voa. 😀

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Uns não voam, outros não têm seus motores definitivos e tem mais outros que devido ao material RAM de baixa qualidade precisam ser mantidos em hangares com ar-condicionado.

Leonardo
Visitante
Leonardo

Verdade, mas os outros não são tão lindos. 🙂

Alexandre Galante
Visitante

Vou colocar aqui de novo o comentário que fiz sobre o software 3F do F-35 para ficar mais fácil de ler. O Block 3F era considerado definitivo, mas que ainda está cheio de bugs. A penúltima versão Block 3F foi reprovada em 2016 por conter 276 bugs. O release de 2017 só resolveu metade dos bugs, o que inviabiliza o uso do avião em combate real: In 2016, “DOT&E reported there were 270 high-priority deficiencies in the Block 3F software for each variant [of the F-35],” Grazier noted. “The Air Force’s own test pilots rated the Block 3F as ‘red’… Read more »

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Galante, escrevi uma série de artigos no ano passado baseado nas conclusões do DOT&E. Só o pessoal procurar aqui e ver o que evoluiu no caça de um ano para o outro (quase anda).

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Esse Ricardo NB é teimoso. Tem a foto do F-35 na carteira. Igual outros comentaristas.

Eduardo de Castro
Visitante
Eduardo de Castro

Não é “achismo”: são o Subsecretário da Força Aérea e o Diretor Executivo do Programa F-35 que estão afirmando que: 1- O Block 4 (C2D2) trará atualizações de hardware ( “antes de atualizações de hardware importantes serem entregues no Block 4″); 2- É necessário que os pilotos sejam habilitados no avião atualizado, ou seja, não é ideal que o treinamento seja feito nas aeronaves entregues antes do Block 4 (“É preciso tempo para conseguir um piloto habilitado no novo tipo de avião que ele não viu antes … então, essa é a verdadeira preocupação”); 3- Não é razoável adquirir um… Read more »

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Sinto dizer mas o Trump NÃO VAI chutar o balde! E não o vai por uma questão muito simples: Por maiores que sejam os problemas o programa já passou há bastante tempo do “point of no return”. Cancelar o programa agora implicaria no pagamento de multas, indenizações e outros encargos que certamente excederiam em muito o valor já investido na aeronave afinal o F-35 é um programa que envolve parceiros internacionais que inclusive investiram dinheiro, linhas de montagem no exterior (Cameri e Nagoya) e outras parcerias industriais (ex: IAI está construindo 800 conjuntos de asas em suas instalações no aeroporto… Read more »

Eduardo de Castro
Visitante
Eduardo de Castro

Mas eu também não acho que o Trump vai cancelar o programa. Dinheiro demais, tempo demais, parcerias internacionais demais e opções de menos para isso.

Eu só acho razoável supor que o JSF será drasticamente modificado (esse é o “balde” a que me refiro): de programa de substituição dos caças americanos para programa de desenvolvimento de protótipos. O que vai gerar a necessidade de substituir a frota de caças dos EUA (e parceiros internacionais) por outra(s) aeronaves(s) que não o F-35.

E de quebra, meu sorriso vai de orelha a orelha pela FAB não ter entrado nessa fria.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Não vai haver balde algum! Fora o A-10 os outros aviões (F-16, F/A-18A/C/D) deverão necessariamente ser substituídos pelos F-35. Hoje em dia (2018) não há tempo suficiente para projetar um caça de 5ª geração do zero para substituí-los e a opção por comprar F/A-18E/F conforme aventaram é absolutamente inviável

Ricardo Da Silva
Visitante
Ricardo Da Silva

E o F/A-XX, poderia ser “acelerado”?

Antunes Neto
Visitante
Antunes Neto

Acho que se a Lockheed Martin ao entregar o block 3 não entrega a aeronave contratada … A quebra de contrato é dela. Se não for, mais um indício que a aeronave é um protótipo em série. Lembrando que contrato há direitos e deveres. Se nessa etapa o governo americano levar todo o prejuízo, #prototipo.pp . Acredito que o F-35 ainda substituirá a maioria dos f-16 e f15 da USAF. Porém não serão todos, acredito que novos F-16 e F15 substituirão um parcela boa do planejado para o F-35. . Acredito, achismo mesmo, que a hora de vôo e manutenção,… Read more »

Julio
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Julio

Trump é imprevisível. Veja as ações dele na Casa Branca. Hora ele se comporta como uma criança, mas ao mesmo tempo ele consegue alcançar os seus objetivos. Não se pode duvidar de nada vindo dele. Eu pessoalmente acredito que esse programa será interrompido. Com o tamanho do programa sendo reduzido em 60% ou 70%. Isso pelo fato de não haver justificativa militar para que os EUA possua toda a sua frota de aviões de combate stealth. Os principais rivais dos EUA – a Rússia e a China – , têm como espinha dorsal de suas Forças Aéreas caças da família… Read more »

Washington Menezes
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Washington Menezes

Alexandre Galante não adianta você falar mostrar que o avião nem em combate pode entrar e o RicardoNB e HMS TIRELESS vão continuar dizendo que esta aeronave é o máximo. E quando você mostra pra eles que, nem nos comentários acima eles começam a falar das deficiências de outras aeronaves como se isto mudasse alguma coisa com os F35. e ainda faz menção ao SU 35 na Síria com vários Bugs. e não cita a fonte.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Eu não escrevo com base em achismo e sim com base nos fatos. E ao contrário do que você afirma os problemas que assolam outras aeronaves ditas Stealth (Su-57 e J-20) muda muita coisa pois serão eventuais rivais do F-35 nos céus. Ocorre que o primeiro tem problemas de redução de RCS ou seja, sequer pode ser considerado uma aeronave furtiva ao passo que o segundo pelo material RAM de baixa qualidade precisa ser mantido em hangares com ar-condicionado. E não custa lembrar que enquanto isso os F-35B estão operando a partir do USS Wasp no Mar do Sul da… Read more »

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Washington Menezes tudo é questão de referência. As vezes tenho a impressão de que o F-35 é avaliado em uma métrica diferente ou 90% esqueceu como é o processo de desenvolvimento de uma aeronave. Nenhuma aeronave entra em operação 100%, se vc comparar F-35 com programas como Rafale e Typhoon possuem periodo de desenvolvimento similar e o F-35 irá concluir seu desenvolvimento com uma aeronave mais capaz no que tange as capacidades entregues. Isso que falo é uma questão bem objetiva, basta uma pesquisa básica, verifiquem o período de desenvolvimento e estado operacional dos mesmos e me digam se o… Read more »

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

RicardoNB

Quem esqueceu como se faz o desenvolvimento de uma aeronave de combate foi a USAF. O programa JSF está errado desde o começo. O atual estágio do programa F-35 é só um reflexo disso. Estão tentando remendar (e não é de hoje) erros que foram cometidos no início do programa. Isso vai sair caro. Isso vai demorar.

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Se a USAF esqueceu então o mundo esqueceu já que programas das demais forças pelo mundo n andaram de forma melhor. Falei alguma besteira ? Qual programa é exemplo para o F-35 ?

F-22 ? Su-57 ? Rafale ? Typhoon ?

Garanto que nenhum desses possui vida melhor. Por isso n entendo qual a base referencial para avaliar o F-35 com uma métrica diferente ?

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

JAS Gripen E vai indo muito bem.

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Atualização do Gripen C, n é um programa original e usa tecnologias já desenvolvidas para o Typhoon. É o mesmo que dizer que o Rafale F4 vai muito bem. Gripen E é uma evolução do Gripen que teve sua origem no Gripen A que não é do mesmo nível desses outros programas. Uma categoria abaixo que é mais barata e simples de desenvolver.

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Talvez esse seja o caminho, então.

Não apostar todas as fichas num único projeto revolucionário. Um pé na realidade sempre é bom.

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Creio que usar uma aeroneve de 4 geração n seja uma opção para os EUA nas próximas décadas. Capacidade de sobrevivência ínfima frente a uma IADS moderna. Serve para países como o nosso e só.

Djalma
Visitante
Djalma

Alguém sabe se esses upgrades são aplicáveis e se os bugs estão impactando a operacionalidade dos F-35i de Israel?

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Quem duvidar basta pesquisar quanto tempo levou o desenvolvimento do F-35, Typhoon e Rafale , bem como a capacidade de seus lotes finais do período de desenvolvimento. Ai me digam se estou errado em afirmar que possuem periodo de desenvolvimento similar e que o Block 3F é uma aeronave mais completa do os outros dois no mesmo estágio de desenvolvimento.

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

RicardoNB

Se você comparar o desenvolvimento do Tornado com o do F-16 verá as mesmas inconsistências. Os europeus possuem outro timing no desenvolvimento de caças.

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Então afinal, quem é exemplo para o F-35 ? Me diga um programa atual que serve de exemplo ? Rafale ? Typhoon ? Su-57 ?

Ronaldo de souza gonçalves
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Ronaldo de souza gonçalves

Bem que o Brasil não entrou neste negocio,vão ratiar para os compradores parte do desenvolvimento 3.7 bi (parceiros).esses parceiros tem alguma coisa haver com erros de projetos ,aumento de custo,cheios de políticos, é complicado.Depois esses países vão pagar a preço de ouro este avião que já é caro. Ficamos com o Gripen, e no futuro precisarmos de um caça de quinta geração compremos dos russos ou chineses que até lá já resolveram os problemas do seus aviões.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Os russos tanto resolveram os problemas do Su-57 que ele sequer pode ser considerado um avião furtivo visto não ter obtido a redução do RCS planejada. E o material RAM dos chineses é tão ruim que o aparelho tem de ficar no ar-condicionado. Isso sem falar no fato do aparelho sequer ter motores definitivos

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

The operational suitability of the F-35 fleet remains below requirements and is dependent on work-arounds that would not meet Service expectations in combat situations. Over the previous year, most suitability metrics have remained nearly the same, or have moved only within narrow bands which are insufficient to characterize a change in performance. Overall fleet-wide monthly availability rates remain around 50 percent, a condition that has existed with no significant improvement since October 2014, despite the increasing number of new aircraft. One notable trend is an increase in the percentage of the fleet that cannot fly while awaiting replacement parts –… Read more »

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

50 % disponibilidade, mesmo nível do F-22 em 2017. Em que os F-35 dos lotes iniciais puxaram para baixo a disponibilidade e o ALIS com alarmes falsos da mesma forma. F-35 dos últimos lotes estão com 70 a 75% de disponibilidade e o ALIS será atualizado esse ano pata o padrão 3.0. Ou seja, nenhum fim do mundo, nada que a maturação do programa n resolva. É esperado para esse ano um aumento considerável da disponibilidade.

Karl Bonfim
Visitante
Karl Bonfim

E os suecos hein?
Quando eles vão se aventurar em um caça de quinta geração?
mais cedo ou mais tarde eles vão precisar, e o Brasil também!

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Há controvérsias. Muitos países devem simplesmente ignorar a 5a geração e passar para geração seguinte.

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Na verdade os que n tem dinheiro ficarão na 4. Os que tem algum dinheiro estão lutando para implantar a 5. Dificilmente que n foi para a 5 vai migrar direto para a 6. A 6 fará uso ainda mais robusto da capacidade stealth e fusão de sensores, que não passou pela 5 n terá know-how para a 6.

Emmanuel
Visitante
Emmanuel

Se jogo de vídeo game que é uma “coisa simples” dá bug, imagina o programa(s) do F-35. É muita ingenuidade querer que ele seja um caça igual aos das gerações passadas. Ninguém percebeu que a cada geração o tempo de maturação de um projeto leva muito mais tempo para ser alcançado? o F-35 vai ficar pronto. Questão de honra como o F-22. Provavelmente não será adquirido a quantidade desejada, mas vai ficar ficar operacional e entrará em combate. Para àqueles que se apavoram se o “efinho” vai conseguir sair do hangar, não se apavorem, eis aqui o substituto no futuro… Read more »

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Parabéns amigo! Excelentes colocações….

Control
Visitante

Srs Quem trabalha com desenvolvimento, particularmente de software, sabe que se o projeto não foi bem delineado no início e se houver solicitações adicionais ou mudanças no meio do caminho a coisa toda se complica. E, se o desenvolvimento demorar e/ou se os profissionais envolvidos forem numerosos e mudarem ao longo do tempo, há grande chance de você ter nas mãos um projeto que nunca acabará, pois a noção do conjunto se perde e cada vez mais soluções quebra galho são inseridas complicando e “bugando” ainda mais o conjunto. Finalmente, se o software não for modular com interfaces padronizadas, caia… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Lendo o debate acima estou chegando à conclusão que esse avião é tão bom, mas tão bom, que chega a ser ruim

Julio
Visitante
Julio

E esse avião é tão bom, mais tão bom devorador de recursos, que chega a ser ruim.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Galante e Poggio, desistam. O cara não aceita argumentos contra o F-35.

Julio
Visitante
Julio

Rinaldo, eu percebi isso quando eu tive essa discussão com eles nessa matéria: “http://www.aereo.jor.br/2018/03/07/caracteristicas-stealth-do-f-35-sao-causa-da-metade-dos-defeitos-do-aviao/”

A impressão que eu tive é que o RicardoNB tenha – uma expressão do apóstolo Paulo -, “uma mente cauterizada” sobre o F-35.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Não tem nada de errado na opinião dele, que por sinal é a mesma de outras pessoas aqui! Não tem quem acredite que os jatos de quinta geração russos e chineses não têm problemas? Ou então que o Su-35 botou o F-22 para correr?..rs!

ODST
Visitante
ODST

Nem perca seu tempo, eles não usam a lógica, apenas seguem uma religião de forma cega. Perceba que quando faltam argumentos eles sempre começam a sair pela tangente falando de problemas de outros caças, caças esses que já voam, já estão em combate a muito tempo, que não custaram nem metade do F-35, e que nunca apresentaram tantos problemas.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

É mais razoável comparar outros programas de caça e seus com os experimentados pelo F-35 atualmente (especialmente os simulacros de caças de 5 geração de China e Rússia) do que em historinhas como aquela do S-200 que teria “danificado” um F-35I

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Não usar de lógica é dar como verídica fofoca de site russo sem credibilidade alguma…

Washington Menezes
Visitante
Washington Menezes

Ricardo Nery, Galante e Poggio e eu achava que eu era teimoso, aqui eu sou cafe pequeno.

Washington Menezes
Visitante
Washington Menezes

Desculpa Rinaldo Nery

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Aqui no site fazem camisetas, muito boas. Podiam fazer uma da torcida organizada do F-35. Ia vender bem, pois tem bastante ¨F-35zete¨ aqui.

Emmanuel
Visitante
Emmanuel

Sr. Rinaldo Nery, não sei se aqui ia vender bastante camisa para os ¨F-35zete¨, mas acredito que os pilotos de lá estão mais felizes nos cockpits dos seus 35 bichados do que os nossos em F-5.
Talvez, quando os NG’s chegarem, todos os 36, eles fiquem mais felizes.
Vamos esperar que possam contar com mais do que isso, já que o orçamento da FAB mal tá dando para colocar combustível nas aeronaves que possui, quiçá comprar mais caças.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Vai querer uma? Qual tamanho?

Ricardo Da Silva
Visitante
Ricardo Da Silva

Kkkkkkk,
Não vão vender por unidade, vão vender por dezena !
Vão “obrigar” os familiares, amigos e desentendidos a usar a camisa !
KKKKKK

Wagner
Visitante
Wagner

kkkkk os efinhólatras vão à loucura!

Não vi ninguém aqui defendendo banheiras russas. Está-se simplesmente comentando que o efinho é uma aerojaca.

Nãao pode combater. Simples assim. E não há luz no fim do túnel. Capisci?

Rinaldo Nery 12 de Março de 2018 at 23:08
kkkkkkkk, boa!

Ozawa
Visitante
Ozawa

O debate sobre o F-35 já nem é mais sobre a qualidade do copo mas se ele foi entregue meio cheio ou meio vazio …

Edison Castro Durval
Visitante
Edison Castro Durval

Mestre Ozawa, seus apartes estão se tornando lendários.

Não tenho dúvida que um dia o copo será entregue e que o mesmo estará cheio até a boca.

Minhas dúvidas são:
Será que serão entregues todas as quantidades de copos planejadas?
Os copos terão a quantidade de agua definida pelo projeto?
Os copos no exterior terão as mesmas funcionalidades e serão entregues na mesma quantidade planejada para uso interno nos USA?
E por fim será que no final de tudo a quantidade de copos e capacidade de carregamento de agua fara frente as mudanças de TO mundial?

É viver e ver no que vai dar.

Ulisses
Visitante
Ulisses

Tirem uma dúvida minha esses caças que tem esse tipo de baia em um eventual dogfight eles manobrando em uma curva eles conseguem abrir a baía e disparar o míssil? Sei que foram projetados para não ser detectados, combate bvr, mais em um eventual dogfight tipo contra um su35 super manobrável, ele consegue disparar o míssil dessa baia em qualquer posição?

LDK
Visitante

Perfeito comentário do Ozawa!!!

Nonato
Visitante
Nonato

Fico imaginando onde cabe 276 problemas.
São problemas demais para um avião só.
Quanto à discussão acima, acredito que Control deu uma luz. Talvez o problema principal seja software e fazer muito remendo não está funcionando.
Mesmo assim fico sem entender o porquê dessas dificuldades.
Não dá para recomeçar o software do zero?
Ou separar o software principal dos acessórios e fazê-los de forma modular?

Ricardo Da Silva
Visitante
Ricardo Da Silva

Advertência aos editores: cuidado pela frequência de publicações de problemas com o F-35 “Aadvark II”, alguns de seus “adoradores” podem se converter em haters e/ou hackers.

Mauricio R.
Visitante

A USAF quer dentro do possível se livrar das incertezas, ótimo!!!! Então faça como a US Navy, que por meio de um upgrade está adicionando ao inventário o Block III do SH. Ou vá as claras tal qual Israel, que prefere deixar para comprar o F-35 mais tarde, e no meio tempo pretende adquirir mais F-15. Novidadeira como a USAF sempre foi, não será nada difícil, será é muito doloroso isso sim, mas necessário. A Boeing com certeza vai agradecer, e muito, já a “Lockmart” nem tanto, mas não será nada que algumas centenas de F-16V não resolvam. Enquanto isso… Read more »