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F-35: USAF quer eliminar incertezas antes de aumentar a produção

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F-35A Lightning II

O subsecretário da Força Aérea dos EUA disse na semana passada que a decisão do serviço de obter o F-35 Joint Strike Fighter em uma cadência de produção reduzida é tanto sobre a incerteza atual em torno da linha de tempo de teste operacional do programa e estratégia de modernização futura, como também de custos.

O pedido de orçamento do ano fiscal de 2019 (FY-19) da USAF mantém essencialmente a mesma cadência de compra estabelecida em sua perspectiva de FY-18 – 48 jatos no FY-19 e FY-20 e 54 jatos nos FY-21, FY-22 e FY-23 – apesar do pedido do serviço no ano passado para o Congresso de adicionar 14 jatos à sua compra na sua lista de requisitos não financiados. Esses jatos adicionais trariam a Força Aérea à meta de cadência de aquisição  a curto prazo de 60 jatos, que as autoridades do ano passado disseram ser a principal prioridade de aquisição do serviço e teriam ajudado a abordar questões de capacidade bem conhecidas.

Desde o lançamento do pedido de orçamento do FY-19, funcionários do serviço disseram que a decisão de prosseguir com uma “cadência gerenciável” está ligada a preocupações com o custo unitário do jato, o dinheiro que pode levar para atualizar qualquer jato que se compre antes de atualizações de hardware importantes serem entregues no Block 4, e a trilha de logística e infraestrutura associada que vem com jatos adicionais que se decida comprar.

O subsecretário da Força Aérea, Matthew Donovan, disse ao Inside the Air Force em uma entrevista em 5 de março que as preocupações com os custos associados a uma cadência de aquisição mais alta não são novas e estavam no radar do serviço, mesmo quando solicitou jatos adicionais em sua UFR FY-18. O que mudou desde o ano passado, disse ele, é o nível de incerteza em torno do plano para a modernização subseqüente, ou o que o escritório do programa conjunto F-35 agora está chamando de Continuous Capability Development and Delivery (C2D2).

F-35A em teste de disparo de míssil AIM-120 AMRAAM

“O custo do retrofit sempre foi um problema, mas com a continuação da modernização que ainda está sendo finalizada no que diz respeito à estratégia de aquisição, somos muito cautelosos porque ainda não sabemos o que vai ser envolvido”, disse Donovan. “Estamos muito preocupados com o custo da adaptação. Quanto mais compramos agora em um nível que é inferior ao nível que acabamos querendo ter com o Block 4, mais isso nos custará”.

O Diretor Executivo do Programa F-35, vice-almirante Mat Winter, anunciou a nova estratégia de modernização do Block 4 – que aplicará uma abordagem de desenvolvimento de software mais ágil – em setembro passado, e antecipou que o Departamento de Defesa aprovaria o plano até o final de outubro de 2017. No entanto, os funcionários do DOD solicitaram uma estimativa de custos e um cronograma mais detalhados, o que atrasou esse processo. Winter disse que esta semana que ele agora espera que o departamento assine a estratégia em uma reunião da Diretoria de Aquisição de Defesa em junho.

Winter contou aos legisladores em um subcomitê tático de forças aéreas e terrestres de 7 de março, com sede na Câmara, que estima que o C2D2 inicial é estimado em US $ 16 bilhões até o FY-24. Com esse custo, US$ 10,8 bilhões são para desenvolvimento e cerca de US$ 5 bilhões são para aquisições. Os parceiros internacionais pagarão uma parcela do custo de desenvolvimento, cerca de US$ 3,7 bilhões, deixando cerca de US$ 7,2 bilhões para os serviços americanos. Winter disse que espera que a estimativa diminua à medida que o programa preencher os detalhes de seu plano.

Donovan disse que o serviço está trabalhando com o escritório do programa conjunto para determinar quantos jatos mais antigos serão adaptados. Idealmente, o serviço manteria uma configuração comum entre os jatos operacionais e de treinamento, de modo que os pilotos aprendessem a voar na mesma aeronave que eles eventualmente estarão operando no campo.

“Se não fizermos isso, o que faremos é transferir a carga de treinamento para as unidades de combate”, disse ele. “É preciso tempo para conseguir um piloto habilitado no novo tipo de avião que ele não viu antes … então, essa é a verdadeira preocupação. Mas temos que equilibrar isso com os recursos disponíveis também”.

Além das preocupações de adaptação, há também alguma incerteza em relação ao momento do teste operacional inicial e avaliação IOT&E e a possibilidade de que novas descobertas possam esticar o teste após a data final estimada do JPO em maio de 2019.

“Há problemas desconhecidos porque sempre encontramos algo no IOT&E”, disse ele.

Donovan disse que, à medida que o programa se desloca pela IOT&E, a Força Aérea considerará aumentar a cadência de compra, mas, por enquanto, o serviço está aguardando a incerteza passar.

“Eu acho que você verá que nós estaremos interessados ​​em aumentar nossa cadência de compra anual, mas queremos comprar com baixo risco e incerteza”, disse ele.

FONTE: Inside Defense

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Marcos Aryeh
Marcos Aryeh
2 anos atrás

@OFF

Aproveitando o tópico.

Eu criei um infográfico das aeronaves da FAB (utilizei a Wikipédia como fonte de referência, não peguem pesado).

comment image

Posso atualizar com informações mais aproximadas da realidade se alguém tiver.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Marcos Aryeh
2 anos atrás

Marcos, eu gostei bastante pois você coloca o inventário da FAB de maneira bem clara e objetiva. Seria interessante você revisar os tipos de aeronaves e os seus respectivos números, de repente o Galante pode publicar aqui.

Marcelo Martins
Marcelo Martins
Reply to  Marcos Aryeh
2 anos atrás

Bacana esse infográfico Marcos. Agora, quanto disso tudo aí está realmente disponível para voar ?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Marcelo Martins
2 anos atrás

Alguns números estão bem distante da realidade. Bem superestimados.

Marcos Aryeh
Marcos Aryeh
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Aceito sugestões. Quem tiver os números mais aproximados poderia me enviar pelo facebook? Só procurar lá “Marcos Aryeh”.

Adriano R.A.
Adriano R.A.
2 anos atrás

O maior Programa de Produção de Protótipos de toda a história.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

Essa matéria contempla apenas o F-35A ou todas as variantes?

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Uma aeromave nunca fica pronta, sempre existe trabalho a ser feito. Basta olhar os diferentes padrões do Typhoon, Rafale e F-22, esses dois últimos se quer possuem HMD integrados e o Rafale perdeu o IRST.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

F-35 block 3F possui mais capacidade de combate do que Rafale e Typhoon em seus blocks finais de desenvolvimento. E ambos não estavam livres de não conformidades, longe disso. No caso do Rafale o IRST desapontou ao ponto de ser abdicado.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

F-35 Block 3F é mais capaz que Rafale e Typhoon em seus block finais de desenvolvimento. Rafale F1 era basicamente uma aeronave ar-ar, só usava mísseis ar-ar e radar só operava no modo ar-ar. Typhoon a mesma coisa, muitos Typhoons até hoje operam apenas na função de superioridade aérea. Quanto as não conformidades simplesmente não temos o mesmo nível de transparência nos demais programas. OSF do Rafale perdeu o IRST tendo em vista o fraco desempenho operacional.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

Ricardo, salvo engano o Typhoon já possui HMD e o Rafale tem o OSF, que é um IRST. Ainda falando no Rafale eu me lembro daquela memorável entrevista do Gen. Silvy onde ele faz menção à uma série de itens que ainda faltavam no aparelho e que travavam as exportações (o que, aliás, me faz pensar o que os franceses fizeram para empurrar o avião para Egito, Qatar e Índia). Aliás, nessa mesma entrevista o aludido General admitia que muitos sistemas do aparelho, mormente o radar, eram inferiores aos do F-16E/F dos EAU.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

OSF perdeu o IRST tendo em vista o fraco desempenho operacional. Como falei, a vida não foi e não é mais fácil nos demais programas, a diferença é o nível de visibilidade.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Galante, eu não moro nos EUA então não tem como eu me cansar de esperar o avião ficar pronto. Agora se acontecer com o GripenBR, aí sim vou me cansar…rs!

Voltando ao ponto, eu fiz a indagação pelo fato da matéria falar da USAF e não da USN e do USMC.

Guilherme Poggio
Editor
2 anos atrás

Parece que a linha de montagem de protótipos do F-35 continuará aberta.

Nunca que o preço flyaway desse avião vai chegar nos USD 100 milhões.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Já foi de 94 milhões para o F-35A no último lote.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Os do lote 10 já virão com Block 3F que é o último da etapa de desenvolvimento. Upgrade a partir desse ponto já entra na etapa de modernização que sempre vai exisitir, nenhum padrão é definitivo. Além do mais, a produção atual não contempla nem 20% da escala prevista em que a maior parte será entregue com um custo Flyaway inferior a 90 milhões no caso do F-35A.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

Bugs não é exclusividade do F-35. Su-35S operacional enfrentou varios bugs na Síria.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

GOTTINGEN, Alemanha – A Força Aérea Alemã suspendeu temporariamente a entrega dos aviões de combate Eurofighter Typhoon após a descoberta de problemas de qualidade envolvendo a conexão entre os estabilizadores verticais e o corpo da aeronave.

De acordo com o MoD, todos os Eurofighters alemães entregues da parcela 1 até o atual padrão 3A são afetados.

https://www.defensenews.com/air/2015/10/13/germany-suspends-eurofighter-deliveries-due-to-quality-problems/

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

O F-35 luta contra o tempo. Não dá mais para ele esperar outra década para ficar pronto. O airframe ficará defasado. USAF partirá para o seu substituto.

Aí é que está a questão. Se menos aeronaves forem construídas, maior será o custo (perda de escala). Esses 100 milhões por aeronave só é válido se todos os pedidos atuais forem exercidos e se custos adicionais ao programa não subirem. Algo totalmente impossível.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

F-35 está pronto, o Block 3F 6.3 possui capacidade de combate. E como afirmei, capacidade superior a que possuia aeronaves como Rafale e Typhoon no mesmo estágio. Estamos falando de custo Flyaway que está caindo a cada lote, no último foi de 94 milhões para a versão A com meta de 80 milhões em 2020. Até o momento nada indica que opção de compra de 3000 unidades n vai se concretizar. E n existe no horizonte qualquer iniciativa de um substituto para o F-35.

Bruno w
2 anos atrás

Desse jeito os tão sonhado 3 mil pode ficar “stealth”…

Leonardo
Leonardo
2 anos atrás

Eu acho esse avião lindo, pena que não voa. 😀

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Leonardo
2 anos atrás

Uns não voam, outros não têm seus motores definitivos e tem mais outros que devido ao material RAM de baixa qualidade precisam ser mantidos em hangares com ar-condicionado.

Leonardo
Leonardo
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Verdade, mas os outros não são tão lindos. 🙂

Alexandre Galante
2 anos atrás

Vou colocar aqui de novo o comentário que fiz sobre o software 3F do F-35 para ficar mais fácil de ler. O Block 3F era considerado definitivo, mas que ainda está cheio de bugs. A penúltima versão Block 3F foi reprovada em 2016 por conter 276 bugs. O release de 2017 só resolveu metade dos bugs, o que inviabiliza o uso do avião em combate real: In 2016, “DOT&E reported there were 270 high-priority deficiencies in the Block 3F software for each variant [of the F-35],” Grazier noted. “The Air Force’s own test pilots rated the Block 3F as ‘red’… Read more »

Guilherme Poggio
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Galante, escrevi uma série de artigos no ano passado baseado nas conclusões do DOT&E. Só o pessoal procurar aqui e ver o que evoluiu no caça de um ano para o outro (quase anda).

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Esse Ricardo NB é teimoso. Tem a foto do F-35 na carteira. Igual outros comentaristas.

Eduardo de Castro
Eduardo de Castro
2 anos atrás

Não é “achismo”: são o Subsecretário da Força Aérea e o Diretor Executivo do Programa F-35 que estão afirmando que: 1- O Block 4 (C2D2) trará atualizações de hardware ( “antes de atualizações de hardware importantes serem entregues no Block 4″); 2- É necessário que os pilotos sejam habilitados no avião atualizado, ou seja, não é ideal que o treinamento seja feito nas aeronaves entregues antes do Block 4 (“É preciso tempo para conseguir um piloto habilitado no novo tipo de avião que ele não viu antes … então, essa é a verdadeira preocupação”); 3- Não é razoável adquirir um… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Eduardo de Castro
2 anos atrás

Sinto dizer mas o Trump NÃO VAI chutar o balde! E não o vai por uma questão muito simples: Por maiores que sejam os problemas o programa já passou há bastante tempo do “point of no return”. Cancelar o programa agora implicaria no pagamento de multas, indenizações e outros encargos que certamente excederiam em muito o valor já investido na aeronave afinal o F-35 é um programa que envolve parceiros internacionais que inclusive investiram dinheiro, linhas de montagem no exterior (Cameri e Nagoya) e outras parcerias industriais (ex: IAI está construindo 800 conjuntos de asas em suas instalações no aeroporto… Read more »

Eduardo de Castro
Eduardo de Castro
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Mas eu também não acho que o Trump vai cancelar o programa. Dinheiro demais, tempo demais, parcerias internacionais demais e opções de menos para isso.

Eu só acho razoável supor que o JSF será drasticamente modificado (esse é o “balde” a que me refiro): de programa de substituição dos caças americanos para programa de desenvolvimento de protótipos. O que vai gerar a necessidade de substituir a frota de caças dos EUA (e parceiros internacionais) por outra(s) aeronaves(s) que não o F-35.

E de quebra, meu sorriso vai de orelha a orelha pela FAB não ter entrado nessa fria.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Eduardo de Castro
2 anos atrás

Não vai haver balde algum! Fora o A-10 os outros aviões (F-16, F/A-18A/C/D) deverão necessariamente ser substituídos pelos F-35. Hoje em dia (2018) não há tempo suficiente para projetar um caça de 5ª geração do zero para substituí-los e a opção por comprar F/A-18E/F conforme aventaram é absolutamente inviável

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

E o F/A-XX, poderia ser “acelerado”?

Antunes Neto
Antunes Neto
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Acho que se a Lockheed Martin ao entregar o block 3 não entrega a aeronave contratada … A quebra de contrato é dela. Se não for, mais um indício que a aeronave é um protótipo em série. Lembrando que contrato há direitos e deveres. Se nessa etapa o governo americano levar todo o prejuízo, #prototipo.pp . Acredito que o F-35 ainda substituirá a maioria dos f-16 e f15 da USAF. Porém não serão todos, acredito que novos F-16 e F15 substituirão um parcela boa do planejado para o F-35. . Acredito, achismo mesmo, que a hora de vôo e manutenção,… Read more »

Julio
Julio
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Trump é imprevisível. Veja as ações dele na Casa Branca. Hora ele se comporta como uma criança, mas ao mesmo tempo ele consegue alcançar os seus objetivos. Não se pode duvidar de nada vindo dele. Eu pessoalmente acredito que esse programa será interrompido. Com o tamanho do programa sendo reduzido em 60% ou 70%. Isso pelo fato de não haver justificativa militar para que os EUA possua toda a sua frota de aviões de combate stealth. Os principais rivais dos EUA – a Rússia e a China – , têm como espinha dorsal de suas Forças Aéreas caças da família… Read more »

Washington Menezes
Washington Menezes
2 anos atrás

Alexandre Galante não adianta você falar mostrar que o avião nem em combate pode entrar e o RicardoNB e HMS TIRELESS vão continuar dizendo que esta aeronave é o máximo. E quando você mostra pra eles que, nem nos comentários acima eles começam a falar das deficiências de outras aeronaves como se isto mudasse alguma coisa com os F35. e ainda faz menção ao SU 35 na Síria com vários Bugs. e não cita a fonte.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Washington Menezes
2 anos atrás

Eu não escrevo com base em achismo e sim com base nos fatos. E ao contrário do que você afirma os problemas que assolam outras aeronaves ditas Stealth (Su-57 e J-20) muda muita coisa pois serão eventuais rivais do F-35 nos céus. Ocorre que o primeiro tem problemas de redução de RCS ou seja, sequer pode ser considerado uma aeronave furtiva ao passo que o segundo pelo material RAM de baixa qualidade precisa ser mantido em hangares com ar-condicionado. E não custa lembrar que enquanto isso os F-35B estão operando a partir do USS Wasp no Mar do Sul da… Read more »

RicardoNB
RicardoNB
2 anos atrás

Washington Menezes tudo é questão de referência. As vezes tenho a impressão de que o F-35 é avaliado em uma métrica diferente ou 90% esqueceu como é o processo de desenvolvimento de uma aeronave. Nenhuma aeronave entra em operação 100%, se vc comparar F-35 com programas como Rafale e Typhoon possuem periodo de desenvolvimento similar e o F-35 irá concluir seu desenvolvimento com uma aeronave mais capaz no que tange as capacidades entregues. Isso que falo é uma questão bem objetiva, basta uma pesquisa básica, verifiquem o período de desenvolvimento e estado operacional dos mesmos e me digam se o… Read more »

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

RicardoNB

Quem esqueceu como se faz o desenvolvimento de uma aeronave de combate foi a USAF. O programa JSF está errado desde o começo. O atual estágio do programa F-35 é só um reflexo disso. Estão tentando remendar (e não é de hoje) erros que foram cometidos no início do programa. Isso vai sair caro. Isso vai demorar.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Se a USAF esqueceu então o mundo esqueceu já que programas das demais forças pelo mundo n andaram de forma melhor. Falei alguma besteira ? Qual programa é exemplo para o F-35 ?

F-22 ? Su-57 ? Rafale ? Typhoon ?

Garanto que nenhum desses possui vida melhor. Por isso n entendo qual a base referencial para avaliar o F-35 com uma métrica diferente ?

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

JAS Gripen E vai indo muito bem.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Atualização do Gripen C, n é um programa original e usa tecnologias já desenvolvidas para o Typhoon. É o mesmo que dizer que o Rafale F4 vai muito bem. Gripen E é uma evolução do Gripen que teve sua origem no Gripen A que não é do mesmo nível desses outros programas. Uma categoria abaixo que é mais barata e simples de desenvolver.

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

Talvez esse seja o caminho, então.

Não apostar todas as fichas num único projeto revolucionário. Um pé na realidade sempre é bom.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Creio que usar uma aeroneve de 4 geração n seja uma opção para os EUA nas próximas décadas. Capacidade de sobrevivência ínfima frente a uma IADS moderna. Serve para países como o nosso e só.

Djalma
Djalma
2 anos atrás

Alguém sabe se esses upgrades são aplicáveis e se os bugs estão impactando a operacionalidade dos F-35i de Israel?

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Desculpa Galante mas eu não vi nenhum pronunciamento da Heyl Ha’Avir nesse sentido. Até onde sabemos eles já declararam o IOC da aeronave. E todos sabemos que eles são muito profissionais.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Não existe qualquer analogia entre bugs e uso do F-35I apenas para treinamento. O mesmo já foi declarado operacional.

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

O USMC declarou a IOC do F-35 antes de Israel o que não quer dizer que ele seja capaz de operar em combate com eficiência.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Nenhum caça opera de forma eficiente no IOC, por isso é IOC e não capacidade operacional plena.

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

Super Hornet estava jogando bombas no Talebã durante sua IOC. O mesmo vale para o Corsair II no Vietnã e vários outros exemplos munda afora.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

F-22 levou quase uma década para jogar bomba na Síria. Em que um Super Tucano poderia fazer o mesmo contra o Talibã. Isso n diz absolutamente nada.

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

Diz muito. Diz que a aeronave está pronta para combater e que o serviço possui confianças nele. Os caças mais antigos da USAF não podem “descansar” enquanto o F-35 não entra em cena.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Jogar bomba no Talibã é atestado de proficiência ? Então eu pergunto. Quanto tempo levou para Rafale, Typhoon e F-22 jogarem suas bombas após o IOC ? Cada caso é um caso. Repito, isso n diz absolutamente nada.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Poggio, por essa sua métrica as míseras 48 horas que o Su-57 passou na Síria, no máximo jogando bombas burras em civis desarmados em East Goutha, colocam o caça russo em uma posição melhor que o F-35?

RicardoNB
RicardoNB
2 anos atrás

Quem duvidar basta pesquisar quanto tempo levou o desenvolvimento do F-35, Typhoon e Rafale , bem como a capacidade de seus lotes finais do período de desenvolvimento. Ai me digam se estou errado em afirmar que possuem periodo de desenvolvimento similar e que o Block 3F é uma aeronave mais completa do os outros dois no mesmo estágio de desenvolvimento.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Agora compare o salto tecnológico do F-35 em relação à esses vetores. Se fossem de gerações semelhantes eu nem diria nada mas não é o caso….

Guilherme Poggio
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

HMS TIRELESS

O salto tecnológico do F-22 frente ao F-15 também é absurdo. Só que a USAF possui 187 F-22. Quanto J-10 a China possui? Existe qualidade na quantidade.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

O reprovado e n pode combater nao é a posição oficial. Duvido que qualquer piloto que tivesse q escolher entre voar um F-35 3F ou Rafale ou Typhoon no mesmo estágio do desenvolvimento não escolheria o F-35F. Arrisco a dizer que escolheriam o F-35 até mesmo contra esses últimos no estágio atual.

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

RicardoNB

A questão aqui não é o piloto escolher o avião A ou B para voar, mas ser capaz de operar em conjunto com outras aeronaves e fornecer um número de saídas condizentes. Tudo indica que o F-35 passará boa parte da sua vida no chão em manutenção. Avião de combate bom é aquele que voa sempre.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Indicada nada disso. O estado operacional é de 50% hoje, similar ao F-22 também de 5 geração. Em que os últimos lotes do F-35 possuem prontidão de 70 a 75%. E parte do problema vem do ALIS 2.0 que dá alarmes falsos, será atualizado para a versão 3.0 esse ano em que já confirmaram terem resolvido o problema.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

” É importante notar que o que especificamente a Força Aérea avaliou negativamente foi duas subversões do software anterior Block 3FR5, 3FR5.03 e 3FR5.05. É possível que a presente edição da Revisão 6 tenha corrigido a maioria, se não todos os problemas.”

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

“O que será entregue ao teste operacional inicial do Pentágono e a comunidade de avaliação será uma “capacidade de guerra”, disse Winter. A aeronave estará na configuração 3F, voando com a versão 6.3 do software 3F”

Guilherme Poggio
Reply to  RicardoNB
2 anos atrás

RicardoNB

Se você comparar o desenvolvimento do Tornado com o do F-16 verá as mesmas inconsistências. Os europeus possuem outro timing no desenvolvimento de caças.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Então afinal, quem é exemplo para o F-35 ? Me diga um programa atual que serve de exemplo ? Rafale ? Typhoon ? Su-57 ?

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Bem que o Brasil não entrou neste negocio,vão ratiar para os compradores parte do desenvolvimento 3.7 bi (parceiros).esses parceiros tem alguma coisa haver com erros de projetos ,aumento de custo,cheios de políticos, é complicado.Depois esses países vão pagar a preço de ouro este avião que já é caro. Ficamos com o Gripen, e no futuro precisarmos de um caça de quinta geração compremos dos russos ou chineses que até lá já resolveram os problemas do seus aviões.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Os russos tanto resolveram os problemas do Su-57 que ele sequer pode ser considerado um avião furtivo visto não ter obtido a redução do RCS planejada. E o material RAM dos chineses é tão ruim que o aparelho tem de ficar no ar-condicionado. Isso sem falar no fato do aparelho sequer ter motores definitivos

Guilherme Poggio
Editor
2 anos atrás

The operational suitability of the F-35 fleet remains below requirements and is dependent on work-arounds that would not meet Service expectations in combat situations. Over the previous year, most suitability metrics have remained nearly the same, or have moved only within narrow bands which are insufficient to characterize a change in performance. Overall fleet-wide monthly availability rates remain around 50 percent, a condition that has existed with no significant improvement since October 2014, despite the increasing number of new aircraft. One notable trend is an increase in the percentage of the fleet that cannot fly while awaiting replacement parts –… Read more »

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

50 % disponibilidade, mesmo nível do F-22 em 2017. Em que os F-35 dos lotes iniciais puxaram para baixo a disponibilidade e o ALIS com alarmes falsos da mesma forma. F-35 dos últimos lotes estão com 70 a 75% de disponibilidade e o ALIS será atualizado esse ano pata o padrão 3.0. Ou seja, nenhum fim do mundo, nada que a maturação do programa n resolva. É esperado para esse ano um aumento considerável da disponibilidade.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
2 anos atrás

E os suecos hein?
Quando eles vão se aventurar em um caça de quinta geração?
mais cedo ou mais tarde eles vão precisar, e o Brasil também!

Guilherme Poggio
Reply to  Karl Bonfim
2 anos atrás

Há controvérsias. Muitos países devem simplesmente ignorar a 5a geração e passar para geração seguinte.

RicardoNB
RicardoNB
Reply to  Guilherme Poggio
2 anos atrás

Na verdade os que n tem dinheiro ficarão na 4. Os que tem algum dinheiro estão lutando para implantar a 5. Dificilmente que n foi para a 5 vai migrar direto para a 6. A 6 fará uso ainda mais robusto da capacidade stealth e fusão de sensores, que não passou pela 5 n terá know-how para a 6.

Emmanuel
Emmanuel
2 anos atrás

Se jogo de vídeo game que é uma “coisa simples” dá bug, imagina o programa(s) do F-35. É muita ingenuidade querer que ele seja um caça igual aos das gerações passadas. Ninguém percebeu que a cada geração o tempo de maturação de um projeto leva muito mais tempo para ser alcançado? o F-35 vai ficar pronto. Questão de honra como o F-22. Provavelmente não será adquirido a quantidade desejada, mas vai ficar ficar operacional e entrará em combate. Para àqueles que se apavoram se o “efinho” vai conseguir sair do hangar, não se apavorem, eis aqui o substituto no futuro… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Emmanuel
2 anos atrás

Parabéns amigo! Excelentes colocações….

Control
2 anos atrás

Srs Quem trabalha com desenvolvimento, particularmente de software, sabe que se o projeto não foi bem delineado no início e se houver solicitações adicionais ou mudanças no meio do caminho a coisa toda se complica. E, se o desenvolvimento demorar e/ou se os profissionais envolvidos forem numerosos e mudarem ao longo do tempo, há grande chance de você ter nas mãos um projeto que nunca acabará, pois a noção do conjunto se perde e cada vez mais soluções quebra galho são inseridas complicando e “bugando” ainda mais o conjunto. Finalmente, se o software não for modular com interfaces padronizadas, caia… Read more »

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Lendo o debate acima estou chegando à conclusão que esse avião é tão bom, mas tão bom, que chega a ser ruim

Julio
Julio
Reply to  JT8D
2 anos atrás

E esse avião é tão bom, mais tão bom devorador de recursos, que chega a ser ruim.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
2 anos atrás

Galante e Poggio, desistam. O cara não aceita argumentos contra o F-35.

Julio
Julio
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Rinaldo, eu percebi isso quando eu tive essa discussão com eles nessa matéria: “http://www.aereo.jor.br/2018/03/07/caracteristicas-stealth-do-f-35-sao-causa-da-metade-dos-defeitos-do-aviao/”

A impressão que eu tive é que o RicardoNB tenha – uma expressão do apóstolo Paulo -, “uma mente cauterizada” sobre o F-35.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Julio
2 anos atrás

Não tem nada de errado na opinião dele, que por sinal é a mesma de outras pessoas aqui! Não tem quem acredite que os jatos de quinta geração russos e chineses não têm problemas? Ou então que o Su-35 botou o F-22 para correr?..rs!

ODST
ODST
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Nem perca seu tempo, eles não usam a lógica, apenas seguem uma religião de forma cega. Perceba que quando faltam argumentos eles sempre começam a sair pela tangente falando de problemas de outros caças, caças esses que já voam, já estão em combate a muito tempo, que não custaram nem metade do F-35, e que nunca apresentaram tantos problemas.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  ODST
2 anos atrás

É mais razoável comparar outros programas de caça e seus com os experimentados pelo F-35 atualmente (especialmente os simulacros de caças de 5 geração de China e Rússia) do que em historinhas como aquela do S-200 que teria “danificado” um F-35I

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  ODST
2 anos atrás

Não usar de lógica é dar como verídica fofoca de site russo sem credibilidade alguma…

Washington Menezes
Washington Menezes
2 anos atrás

Ricardo Nery, Galante e Poggio e eu achava que eu era teimoso, aqui eu sou cafe pequeno.

Washington Menezes
Washington Menezes
2 anos atrás

Desculpa Rinaldo Nery

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
2 anos atrás

Aqui no site fazem camisetas, muito boas. Podiam fazer uma da torcida organizada do F-35. Ia vender bem, pois tem bastante ¨F-35zete¨ aqui.

Emmanuel
Emmanuel
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Sr. Rinaldo Nery, não sei se aqui ia vender bastante camisa para os ¨F-35zete¨, mas acredito que os pilotos de lá estão mais felizes nos cockpits dos seus 35 bichados do que os nossos em F-5.
Talvez, quando os NG’s chegarem, todos os 36, eles fiquem mais felizes.
Vamos esperar que possam contar com mais do que isso, já que o orçamento da FAB mal tá dando para colocar combustível nas aeronaves que possui, quiçá comprar mais caças.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Emmanuel
2 anos atrás

Vai querer uma? Qual tamanho?

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
Reply to  Rinaldo Nery
2 anos atrás

Kkkkkkk,
Não vão vender por unidade, vão vender por dezena !
Vão “obrigar” os familiares, amigos e desentendidos a usar a camisa !
KKKKKK

Wagner
Wagner
2 anos atrás

kkkkk os efinhólatras vão à loucura!

Não vi ninguém aqui defendendo banheiras russas. Está-se simplesmente comentando que o efinho é uma aerojaca.

Nãao pode combater. Simples assim. E não há luz no fim do túnel. Capisci?

Rinaldo Nery 12 de Março de 2018 at 23:08
kkkkkkkk, boa!

Ozawa
Ozawa
2 anos atrás

O debate sobre o F-35 já nem é mais sobre a qualidade do copo mas se ele foi entregue meio cheio ou meio vazio …

Edison Castro Durval
Edison Castro Durval
Reply to  Ozawa
2 anos atrás

Mestre Ozawa, seus apartes estão se tornando lendários. Não tenho dúvida que um dia o copo será entregue e que o mesmo estará cheio até a boca. Minhas dúvidas são: Será que serão entregues todas as quantidades de copos planejadas? Os copos terão a quantidade de agua definida pelo projeto? Os copos no exterior terão as mesmas funcionalidades e serão entregues na mesma quantidade planejada para uso interno nos USA? E por fim será que no final de tudo a quantidade de copos e capacidade de carregamento de agua fara frente as mudanças de TO mundial? É viver e ver… Read more »

Ulisses
Ulisses
2 anos atrás

Tirem uma dúvida minha esses caças que tem esse tipo de baia em um eventual dogfight eles manobrando em uma curva eles conseguem abrir a baía e disparar o míssil? Sei que foram projetados para não ser detectados, combate bvr, mais em um eventual dogfight tipo contra um su35 super manobrável, ele consegue disparar o míssil dessa baia em qualquer posição?

LDK
LDK
2 anos atrás

Perfeito comentário do Ozawa!!!

Nonato
Nonato
2 anos atrás

Fico imaginando onde cabe 276 problemas.
São problemas demais para um avião só.
Quanto à discussão acima, acredito que Control deu uma luz. Talvez o problema principal seja software e fazer muito remendo não está funcionando.
Mesmo assim fico sem entender o porquê dessas dificuldades.
Não dá para recomeçar o software do zero?
Ou separar o software principal dos acessórios e fazê-los de forma modular?

Ricardo Da Silva
Ricardo Da Silva
2 anos atrás

Advertência aos editores: cuidado pela frequência de publicações de problemas com o F-35 “Aadvark II”, alguns de seus “adoradores” podem se converter em haters e/ou hackers.

Mauricio R.
2 anos atrás

A USAF quer dentro do possível se livrar das incertezas, ótimo!!!! Então faça como a US Navy, que por meio de um upgrade está adicionando ao inventário o Block III do SH. Ou vá as claras tal qual Israel, que prefere deixar para comprar o F-35 mais tarde, e no meio tempo pretende adquirir mais F-15. Novidadeira como a USAF sempre foi, não será nada difícil, será é muito doloroso isso sim, mas necessário. A Boeing com certeza vai agradecer, e muito, já a “Lockmart” nem tanto, mas não será nada que algumas centenas de F-16V não resolvam. Enquanto isso… Read more »