terça-feira, abril 20, 2021

Gripen para o Brasil

Nigéria promete protestar contra condições dos EUA para liberar venda de Super Tucanos

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A-29 Super Tucano

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Aéreo

O governo da Nigéria prepara um protesto formal contra a Administração Donald Trump, diante das recentes e inusitadas condições impostas à liberação da exportação de 12 aeronaves A-29 Super Tucano para a Aviação Militar do país africano – uma operação comercial de 494 milhões de dólares.

A informação foi dada pelo ministro da Defesa nigeriano, Mansur Dan Ali, na quinta-feira da semana passada (25.01), na cidade de Abuja, durante uma conversa com jornalistas.

De acordo com a Agência Reuters, uma das que divulgaram as declarações de Dan Ali, Washington estabeleceu que os aviões, que serão produzidos no estado americano da Flórida – pela parceria mantida pela brasileira Embraer com a empresa americana Sierra Nevada Corp (de Sparks, no estado de Nevada) –, só poderão seguir para o cliente em 2020

Além disso, os Departamentos de Estado (Exterior) e de Defesa dos Estados Unidos acordaram que os americanos não farão o treinamento das equipes de manutenção dos monomotores, e nem permitirão que os nigerianos tenham acesso a detalhes da construção dos aviões.

O governo Barack Obama resistiu o quanto pôde à venda dos turboélices para os nigerianos devido às repetidas denúncias de violações aos Direitos Humanos em território nigeriano, e à tragédia de janeiro de 2017, em que jatos da Força Aérea Nigeriana, empenhados na caça aos terroristas do Boko Haram, bombardearam um campo de refugiados da localidade de Rann, no nordeste do país. Saldo da ação: 170 inocentes mortos, entre eles, dezenas de idosos e crianças.

Pagamentos – A venda dos aviões foi formalmente concluída em dezembro, e Dan Ali não disse aos jornalistas se as novas exigências vão afetar o evento programado para 20 de fevereiro, em que a documentação relativa à encomenda das aeronaves será assinada, e os pagamentos iniciais serão autorizados.

“Essas condições não aceitamos”, pontuou Dan Ali. “O Conselho de Segurança da Nigéria aprovou a compra de aeronaves, mas algumas das condições que a América nos deu são rigorosas. Vamos discutir a redução das condições com o embaixador americano, (e) os pagamentos serão feitos quando as condições forem reduzidas”.

Procurada na manhã desta terça-feira (30.01) pelo Poder Aéreo, fonte da Embraer confirmou o prolongamento do impasse relativo à venda dos aviões, e confidenciou uma preocupação: a de que a indústria aeronáutica turca tente atravessar a negociação, oferecendo o seu monomotor TAI Hürkus-C, versão artilhada de seu conhecido turboélice de treinamento.

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Bizurado

Humilhação total! Eu iria de k-8 karakorum só de sacanagem. E a EMBRAER junto com a FAB não pode fazer uma missão de instrução tal qual existe no Paraguai?

Jefferson Ferreira

Como operar nessas condições ?!

Rafael Oliveira

Lado ruim: o negócio pode não sair.
Lado bom: se sair, FAB/Embraer poderiam oferecer o treinamento, devidamente remunerado.

Skep

Pode empacotar a Embraer e enviar toda para os Estados Unidos. Os Super Tucanos ainda são fabricados aqui no Brasil? Aliás, um dia eles já foram fabricados aqui no Brasil? É isso que dá usar “pecinhas americanas”. Golden Share não serve pra nada perante o congresso americano. Vai lá entreguistas brasileiros, vendam a Embraer para a Boeing, vai dar certo sim, pode confiar. Quando rolava as notícias do FX-2 em que os Russos ainda estavam na disputa era notório como eles sempre se referiam a Embraer como uma empresa americana. No final das contas quem decidiu pelo Gripen em vez… Read more »

Nonato

E a Embraer pode sair dando treinamento com negócio feito via EUA?
Se até para a Embraer vender precisa Trump autorizar, poderá treinar se os EUA negaram tal serviço?

Silva

O governo brasileiro deveria se empenhar na medida do possível para nacionalizar o máximo de componentes empregados na construção de aeronaves militares como o Super Tucano, para que o país e a indústria brasileira não sofra com essas restrições e embargos impostos pelos EUA. Não adianta nada o país desenvolver um bom projeto, se componentes sensíveis continuam sendo importados e sujeitos a embargos. Sei que não é uma tarefa fácil, um país construir uma aeronave 100% nacional, porém, no caso de aeronaves militares, acredito que ao menos os principais componentes, deveria haver um esforço para nacionalizar a produção destes, como… Read more »

Clésio Luiz

Silva, um dos componentes mais complicados é o motor. Agora, imagine você que uns 15 anos atrás surgiu uma pequena empresa brasileira mostrando um motor da classe do PT-6. Infelizmente sumiu do mapa, provavelmente por falta de investimentos.

Mosczynski

Cadê a diplomacia brasileira? Ou só serve para embarcar em canoas furadas com viés esquerdista?

Dan01

Se nao me engano a Nigeria pretende adquirir via FMS, mesmo se os componentes fossem todos brasileiros caso ela recorresse ao financiamento americano eles ainda poderiam bloquear. Acho que se os Eua decidissem proibir a venda dos componentes pra Embraer em pouco tempo ela substituiria por componentes de outros paises ou faria uma força pra projetar tudo aqui mesmo.

Ivan BC

“”””É isso que dá usar “pecinhas americanas”. “””” Então façam as pecinhas em casa e parem de reclamar (já que o Brasil consegue fazer um caça sem precisar dos suecos, míssil anti-aéreo sem precisar dos russos, submarino sem precisar dos franceses). Façam o nosso governo trabalhar, expandindo as vendas de armas. Se um país tivesse atacando o Brasil, se o Brasil estivesse em guerra, as tais restrições dos EUA fariam todo o sentido, mas como o problema não é nosso e brasileiro vende até a mãe, então não faz diferença. A venda só ocorreu por causa do Departamento de Defesa… Read more »

Daglian

Skep 30 de Janeiro de 2018 at 18:47 Muito bonito, você claramente conhece muito da Embraer. Sendo assim, qual é a sua solução para a Embraer usar menos (ou não usar) “pecinhas americanas”? Seria usar “pecinhas russas”, mudando apenas quem embargaria os negócios da Embraer? Ou nesse caso estaria tudo bem já que você não tem implicância com russos? Ah, sim, a solução é que nós desenvolvamos os equipamentos do Super Tucano! Ótimo Skep, agora você pode desenvolver o motor do Super Tucano! Pronto, problema resolvido. Se os russos se referiam à Embraer como empresa americana, falaram baboseiras. Não me… Read more »

Caio

Essa hipocrisia americana e demais, suas bombas superinteligentes volta e meia mataram comboios de afegaos, agora essa gracinha com a Nigeria, so por excesso de subserviencia dos nigerianos, comprava mais jf17 da china e pronto, ja que dizem que os subsonicos ficam mais vulneraveis ao fogo antiaereo, era a saida porem a submissao e grande.

Ivan BC

Caio 30 de Janeiro de 2018 at 19:43
Olha, Obama não queria essa venda, o Trump parece não querer também…eu não tenho a menor ideia, não tenho tais informações. Mas uma coisa é um míssil cair em um local habitado por civis, uma falha, outra coisa é realmente o governo estar atacando civis de forma indiscriminada.

hamadjr

Até parece verdadeiro a ética comercial para equipamentos militares

Ivan

“… a de que a indústria aeronáutica turca tente atravessar a negociação, oferecendo o seu monomotor TAI Hürkus-C, versão artilhada de seu conhecido turboélice de treinamento.”
.
Dois detalhes sobre o TAI Hürkus-C:
– Motorização – 1 turboprop Pratt & Whitney Canada PT6A-68T com 1.600 shp (1.200 kW);
– Hélices – Hartzell HC-B5MA-3 de 5 (cinco) lâminas.
.
Será que eles poderiam vender os seus Hürkus sem os ianques?
.
Sds.,
Ivan.

Marco Passamani

Dificilmente eu posto algo, sou muito mais leitor diário, mas tem alguns que fazem cada comentário… Então vamos mudar de fornecedor, vamos implementar o uso de equipamentos de origem russa e vamos tentar vendar para a Ucrânia. Tenho certeza absoluta que os Russos não embargariam uma venda dessa natureza. Ou melhor, vamos trocar pelos chineses e tentar vender para o Japão. Tenho certeza absoluta que os chineses não embargariam. Pessoal não consegue se desgarrar da ideologia.

Rafael

Skep 30
Sou a favor do Brasil comprar armamento russo, que assim como os Franceses vendem para qualquer pais basta ter dinheiro. O Brasil usa equipamento (muitos defasados e em pouca quantidade) ocidental, mas vc deve levar considerar que a aviônica no BR é ocidental (radar, misseis e bombas). Os cacas russos obviamente tem sua própria aviônica, esse é um dos motivos para não considerar os caças russos para a novela do nosso FX2.

Marco Passamani

Skep 30 de Janeiro de 2018 at 18:47
…“O episódio causou polêmica, analistas afirmavam que o acordo para a venda do avião russo era melhor naquele momento, por incluir transferência total de tecnologia do avião, menor preço de aquisição, completa assistência técnica, além de diversos acordos econômicos e científicos que seriam assinados entre os dois países.”…
——————————————————–
Os russos iriam transferir a total tecnologia para nós, por um punhado de Su’s. Deve ser por isso que os chineses nunca tiveram problema em desenvolver motores para equipar seus próprios aviões. São motores super confiáveis.

Silva

Clésio Luiz 30 de Janeiro de 2018 at 19:21 Olá Clésio, Pois é, os motores, seja um turboélice ou um turbofan, são a parte mais crítica dentre todos os componentes de uma aeronave. Requerem tantos investimentos em tecnologia para projetá-los, desenvolvê-los, construí-los e certificá-los, quase ou tanto quanto o próprio projeto da aeronave em si. Desconheço essa empresa que você se referiu. Que empresa foi essa que nasceu e tão logo morreu? Pode me dar mais detalhes dessa empresa e do ocorrido? Nesse setor, aqui no Brasil, a Polaris de São José dos Campos, parece ser uma empresa promissora, caso… Read more »

Gustavo GB

Essa preocupação dos americanos com direitos civis é pura hipocrisia. Eles nunca restringiram a venda de armas para a Arábia Saudita, a mesma nação que decapita dezenas de pessoas por ano, inclusive por questões de consciência. Aliás, milhares de civis estão morrendo de fome graças ao bloqueio imposto ao Iêmen pelos sauditas.

MATHEUS

Skep 30 de Janeiro de 2018 at 18:47
Só escreveu _________ hein parceiro? Misericórdia.

COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O BLOG LIMPO.

Carlos Alberto Soares

Negéria ?

Várias etnias e a que está no poder é carniça também.

Boko Haram ? Assassinos !

É complicado.

O resto é Helmann’s puríssima.

O A 29 tem recheio (e muito) dos USA, portanto natural e normal.

hamadjr

Silva essa é fácil para responder, não demonstra interesse esta relacionado a mentalidade tacanha e obsoleta dos agentes políticos liberais que não querem e não permite ter no projeto de nação uma definição de estratégia de estado para tecnologia de ponta, isso passa por velho conceito batido de investir em educação de qualidade etc etc etc

Robsonmkt

Mesmo que a Embraer fabricasse o Supertucano com peças e equipamentos de procedência não americana, ainda assim não venderiam para países para os quais os EUA fazem ressalvas porque dependem – e muito – do mercado norte-americano para suas aeronaves civis. E mesmo que os americanos não fizessem objeção à que a Embraer treinasse os pilotos nigerianos, ainda assim há o problema do atraso da entrega. Se os nigerianos querem comprar dos EUA via FMS, vão ter de negociar bastante com os americanos para amenizarem estas restrições , e não há nada que a Embraer possa – ou deva –… Read more »

Ivan BC

hamadjr 30 de Janeiro de 2018 at 21:43
Não vou te responder para não desviar o foco da matéria, prometi para o Nunão que eu ia me comportar kkkkk
Apenas afirmo que discordo da sua opinião (agente político liberal?).

sub-urbano

Muy amigos kkkkkkkkk

Lembro a vez que o Hugo Chavez queria comprar uns 20 super-tucas e o Tio Sam vetou o negócio.

A China vai abocanhar esse contrato, esperem pra ver.

Moraes 123

Se alguém puder responder agradeço:
Quantos por cento do faturamento (vendas) da Embraer é realizado no Brasil?
Qual o volume de turbinas por modelo são utilizadas pela Embraer nas vendas acima num ano?
Este montante viabiliza uma fabrica de turbina?

Sem saber as respostas das perguntas acima, tenho certeza que o volume inviabiliza qualquer iniciativa privada, quanto a uma estatal devemos esquecer pois parecemos aquele cara que faz financiamento no cartão para comprar comida, todo mês.

LucianoSR71

Tem gente confundindo as coisas: essa venda é via FMS ( c/ condições especiais via governo americano ), essas medidas restritivas não se referem a embargo de conteúdo americano de uma aeronave vendida pela Embraer – o fornecimento será pela Sierra Nevada ( EUA ).

Ivan BC

sub-urbano 30 de Janeiro de 2018 at 21:52
É verdade…tem esse lado também.

Rinaldo Nery

Quem disse que os russos iriam transferir tecnologia por ocasião do FX-2? Não há maior inverdade. Exatamente por essa negativa que o SU-35 saiu da lista. Eu estava na COPAC. Não repassem inverdades.
E, quanto à matéria, os yankees bloquearam a venda? Que pena. Não vende pra Nigéria, vende pra outro. Não há concorrentes com qualidade superior. Ainda.

José Lemos filho

Isso é uma vergonha nacional!!

Marcelo Andrade

LucianoSR71, obrigado!

Salvou minha noite das besteiras politicos-russófilas-antiamericanas de comentaristas do G1 que de vez em quando frequentam estas bandas!!

Gente, FMS já diz tudo e, os aviões são montados pela Sierra Nevada com as estruturas enviadas daqui, o resto que já é americano é instalado por lá mesmo.

pelo amor de Deus!

Silva

hamadjr 30 de Janeiro de 2018 at 21:43 Infelizmente, o Brasil não tem e nunca teve um projeto de nação. Investir em P&D e ser empreendedor aqui nesse país é praticamente um crime, tamanha a falta de incentivos, burocracia excessiva e total desinteresse do Estado, isso quando o próprio Estado não interfere propositadamente na economia, para ter controle absoluto sobre tudo e todos, o que acaba por desestimular a iniciativa privada. E a propósito, eu li uma reportagem hoje, que noticiava que as majestades lá de Brasília tão pensando em novas alíquotas de imposto de renda que podem chegar a… Read more »

Túlio

Eu sou favorável que e Embraer se associe aos chineses e aos nossos amigos russos, sairemos ganhando muito mais.

Silva

LucianoSR71 30 de Janeiro de 2018 at 22:01

Nada a ver. Independente disso. A venda de 20 Super Tucanos para a Venezuela não era via FMS, as aeronaves seriam produzidas no Brasil, em Gavião Peixoto pela própria Embraer e vendidas através de financiamento do BNDES e a venda foi vetada pelos EUA pelo fato do Super Tucano usar componentes fabricados nos EUA.

Túlio

Silva 30 de Janeiro de 2018 at 22:22
Alguns países desenvolvidos chegam a cobrar mais de 50% de imposto de renda, na verdade, 60% da renda é taxada pelo estado em alguns países muito mais desenvolvidos, vai ver eles é que estão errados.

LucianoSR71

Marcelo Andrade 30 de Janeiro de 2018 at 22:12
Pronto já fiz minha boa ação do dia, pena que não foi pela manhã, aí iria estar liberado p/ sacanear o dia todo, rs.
E vale sempre lembrar, quem está bancando as condições especiais do FMS é o governo americano ( conta paga pelo contribuinte americano ), logo ele tem todo o direito de ditar as condições p/ liberar essas vendas.

Túlio

Pelo menos os chineses e os russos são os maiores importadores da carne que o Brasil produz, e o Brasil é o maior produtor e exportador de proteína animal do mundo.
Tem um detalhe, o Mercosul não fechou até um hoje um acordo comercial com a União Europeia porque a França não permite, e seu maior argumento contra, é o de impedir a carne brasileira de dominar e varrer do mapa os ineficientes produtores franceses… tem gente que apoia, vai entender.

LucianoSR71

Túlio 30 de Janeiro de 2018 at 22:30
O problema é que lá seu dinheiro tem retorno, aqui vc paga imposto p/ ter saúde, segurança, educação e etc. que está garantido na Constituição, mas quem que se tiver condições financeiras vai confiar sua saúde, bem estar sua vida no que o governo devolve a população do que abocanhou de impostos.

Túlio

LucianoSR71 30 de Janeiro de 2018 at 22:39
Eu sei, mas veja que o retorno se dá na taxação que pode chegar a 60% da renda, e aqui o máximo é de 27,5%… tem gente que reclama apenas por reclamar, sem acrescentar nada de útil ao debate.

Ronaldo de souza gonçalves

Os EUA estão certo esses nigerianos infligiram direitos humanos,matando civis inocentes e os srs,parecem que olham apenas para negócios nem trup que é um negociante nato ponderou.SENSATEZ FALTA a esse governo nigeriano,boicote e que eles merecem ,e se voltar a acontecer intervenção dos EUA para tira-los do poder.

Nonato

Moraes, não sei a resposta.
Você quer saber sobre as vendas internas.
O total anual de vendas anuais é na casa de 220 aviões, mais ou menos meio a meio regional e executiva.
Dá uns 440 motores de tamanhos diferentes por ano.
Área de defesa vendem quase nada. Só ST a conta gotas.
Vendas internas só se for de jatos executivos.
Comercial só a Azul compra.

LucianoSR71

Túlio 30 de Janeiro de 2018 at 22:43
Quero deixar claro que sou um fu…, então não estou advogando em causa própria, mas cansamos de ver que no Brasil quanto mais se arrecada, mais se desvia por corrupção direta ou se gasta c/ medidas eleitoreiras, então se resolverem aumentar a taxação, não veremos benefício real p/ a população, pelo menos enquanto tivermos essa classe de gente ocupando os 3 poderes República, infelizmente.

LucianoSR71

É brincadeira, só sai o que não importa. Tentei várias vezes antes nos últimos 20 min e nada.

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Lucas Henrique

Ronaldo de souza gonçalves 30 de Janeiro de 2018 at 22:46

“Os EUA estão certo esses nigerianos infligiram direitos humanos matando civis inocentes”.

Como se só os nigerianos fizessem isso, se compararmos, o número de civis inocentes mortos por bombardeiros americanos na Síria, Iraque, Afeganistão, Líbia entre outros países é incontestavelmente maior.

Mauricio R.

Se os americanos não vendem o MQ-9 para qualquer um e impõe regras estapafúrdias para os ST vendidos via FMS, eis um “brinquedinho” chinês que pode resolver o impasse:

(http://www.janes.com/article/77414/china-s-avic-aims-to-roll-out-wing-loong-i-d-in-2018)

Wellington Góes

Se não vai de Super Tucano (que daqui um tempo deverá ter a inscrição – by Boeing company) , então a NOVAER e a CALIDUR podem resolver esse problema. rsrsrs

LucianoSR71

Caros editores, me desculpem, mas como não via motivo nenhum p/ ter comentários barrados ( até modifiquei o texto p/ me certificar e não adiantou ), pensei que fosse uma falha no sistema.

João Bosco

Senhores, desde de quando a diplomacia brasileira vale alguma coisa? Enquanto pensarmos pequenos, dependentes, seremos assim. pois não vemos o nosso país com olhos diferentes das potências ocidentais , desde a independência, não temos visão própria do mundo …….Uma senhora aeronave COIN com apenas versões recheadas de componentes dos americanos, justamente os que podem nos restringir em vendas internacionais…..NADA FOI PENSADO NISSO, OU NÃO QUERIAM PENSAR?

Alessandro

“Túlio 30 de Janeiro de 2018 at 22:28

Eu sou favorável que e Embraer se associe aos chineses e aos nossos amigos russos, sairemos ganhando muito mais.”

__________
nossos amigos russos ? Oh dó !! rsrs…

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