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Sob novo comando, Esquadrão Orungan é transferido para o Rio de Janeiro

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P-3AM do 1º/7º Grupo de Aviação 

Dando continuidade ao Processo de Reestruturação da FAB, 1º/7º GAV atuará na Ala 12

O 1º/7º Grupo de Aviação (Esquadrão Orungan) realizou a passagem de comando e despedida da Ala 14, em Salvador (BA). O Tenente-Coronel Aviador Allan Davis Cabral da Costa passou o comando do Esquadrão ao Tenente-Coronel Aviador Erivando Pereira Souza. O 1º/7º GAV será transferido para a Ala 12, no Rio de Janeiro (RJ). A cerimônia aconteceu no dia 11/01 e foi presidida pelo Comandante da Ala 14, Coronel Aviador José Henrique Kaipper.

O General da Força Aérea Portuguesa, Antonio José Frias Vasques Osório, prestigiou o evento, que também contou com a presença de veteranos e pracinhas da Segunda Guerra Mundial. Uma tropa de 41 militares da Marinha do Brasil, sob o comando do Capitão de Fragata Robson de Macedo Nascimento, Comandante do Grupamento de Patrulha Marinha do Leste, também esteve presente.

Em seu discurso de despedida, o Tenente-Coronel Allan agradeceu a equipe e as missões no Esquadrão Orungan. “Não esquecerei jamais do grande esforço de todos, seja nas longas horas de preparação da aeronave pela equipe de manutenção, seja no cumprimento de longas horas de voo”, afirmou.

destacou a honra e a alegria de poder estar à frente da Unidade Aérea. “É um grande desafio na minha carreira gerenciar a transferência desta Unidade e seu efetivo em apoio à Reestruturação da Força Aérea”, declarou.

Durante a cerimônia de despedida, alguns feitos do Esquadrão Orungan foram lembrados, dentre eles, as missões de Busca e Salvamento, o pioneirismo no Brasil no domínio da Guerra Eletrônica, a surpresa dos americanos e ingleses quando o Esquadrão alcançou o segundo lugar na missão da OTAN, Joint Warrior, e a operação do Projeto do P-3AM.

FONTE: Força Aérea Brasileira

81 COMMENTS

  1. galera que intende do assunto se possível pode responder umas perguntas de um curioso. O que vai funciona na base de salvador ja que sairao de la ? e a outra porque tudo das forças armadas é concentrado no rio de janeiro, sao paulo aquela regiao ali? e pra facilitar se um dia fosse atacado é

  2. Um pouco longe do litoral do Nordeste, caso ocorra algo urgente não terá pronta resposta na região. Em tempo, penso que a FAB deveria começar a pesquisar um substituto para o P3, talvez um E2 com recheio Israelense…

  3. Sinceramente, tenho a impressão que a MB e a FAB ainda pensam que o RJ é a capital do Brasil. Tudo concentrado lá, num país continental como o nosso. Gostaria de saber se nesse caso específico uma aeronave vinda da Europa desaparecer no nordeste, quanto tempo a mais será perdido até os P-3 chegarem do RJ, e p/ aqueles que podem pensar: e se fosse o contrário ( na região sudeste ), numa emergência teríamos outras aeronaves como os C-130/KC-390 baseados na região que poderiam ser acionados, no NE não tem nada do tipo. E olha que eu não estou nem falando da região norte, pois lá ainda existem aeronaves C295.

  4. Hellmann’s como sempre.

    Sucesso na nova sede.

    Os P 3 AM terão as células revitalizadas quando chegar a hora.

    Porquê ? Grana !

  5. LucianoSR71 29 de Janeiro de 2018 at 13:10
    “Sinceramente, tenho a impressão que a MB e a FAB ainda pensam que o RJ é a capital do Brasil. Tudo concentrado lá, num país continental como o nosso. ”

    Exato… concordo completamente.

  6. Alguns brasileiros, como gaúchos, mineiros e cariocas têm muito apego aos seus estados de origem, portanto têm uma certa dificuldade de permanecerem por muito tempo em outros estados.
    A Força Aérea Brasileira tem sua raiz no Rio de Janeiro, nos anos setenta e oitenta, grande parte de seus aviadores eram da capital fluminense.
    Isso, é claro, não seria um fator determinante para a transferência de todo um esquadrão de um estado para o outro.

  7. Gustavo 29 de Janeiro de 2018 at 13:20
    E ainda há um problema que não se aborda: o RJ é hoje a maior concentração demográfica de traficantes no Brasil, essa concentração de tropas lá tornam os militares alvos atraentes p/ o aliciamento do tráfico ( p/ fornecimento de armas, informações e até treinamento militar ), eles são humanos, portanto não são incorruptíveis, até porque muitos vivem nas ou próximos das favelas e o soldo não é nenhuma maravilha. Para se racionalizar é preciso se raciocinar muito bem antes de se fazem qualquer coisa, na minha humilde opinião, pularam essa etapa.

  8. Penso um pouco diferente dos que escreveram acima: em minha opinião a transferência se deve ao fato da ativação da base de submarinos em Itaguaí, consequentemente a necessidade de sua proteção contra intrusos submersos e bisbilhoteiros. Além, é claro, de provocar um melhor adestramento do 1º/7º usando os submarinos da MB para praticar.

  9. Bem, eu sempre achei que estas aeronaves devem estar próximas aos navios da MB, então até que faz sentido estarem no Rio de Janeiro mesmo. Só falta, agora, serem repassadas à MB.

    É o que eu penso.

  10. Acertada a decisão do Comando da Aeronáutica. O RJ é central do projeto e o alcance da aeronave é suficiente para patrulhar o NE tendo como apoio as Bases de Salvador, Recife e Natal. Salvador é Recife agora são bases sem unidades aéreas porém com pessoal capacitado para da suporte se suprimento e manutenção ao Orungan e Natal será uma mega base capas de cumprir as mais variadas funções.

  11. Não é só o Brasil que centralizou todos os seus P-3 em um único local, a Austrália que tinha 18 AP-3C usava três esquadrões, todos na RAAF Base Edinburgh em Adelaide, o No. 10 Squadron e o No. 11 Squadron operacionais e o No. 292 Squadron para instrução de Patrulha e formação de equipes com simuladores e alguns P-3C não modernizados. Hoje estão mudando do AP-3C para o P-8.
    Em um blog eu li a explicação que isso era necessário para economizar recursos e que pela operação autônoma sem precisar de apoio de solo o P-3 pode operar deslocado de qualquer ponto do país quando necessário.
    . https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSP-5rRKcinOeRQsMye2dsBjftgiP41Hl56pQjh_qJExB_jvrpqpjoHlWtujg

  12. A maior concentraçao demografica,industrial e recursos petroliferos e no eixo rio-sao paulo nada mais natural que meios estrategicos fiquem concentrados la

  13. Não sou de nenhuma das duas cidades, mas Rio e São Paulo concentram respectivamente 7 e 12 milhões de habitantes, além de serem as mais ricas do país. Estão uma ao lado da outra, formando uma megalópole. Suas costas concentram a maior parte de nossas reservas de petróleo. Alguém ainda vê algo de errado na concentração de meios das Forças Armadas lá? Sério? 🤔

  14. LucianoSR71,

    Vamos aos fatos:

    1) para que vc ter uma Base Aérea só com uma unidade, como a BASV? Não fecha com a resstruturação;

    2) O Parque que apoia os P-3 é o PAMAGL (Galeão), nada mais coerente da unidade ficar aqui ,mesmo;

    3) O P-3 tem autonomia para sair do RJ e ir até Salvador e voltar umas 3 vezes. Ainda temos um Esquadrão de Patrulha em Belém e outro em Santa Maria;

    4) Não é verdade que está tudo concentrado aqui no RJ, você deve saber que com a entrada do KC-390 em serviço, o 1/1 GT (Galeão) vai ser transferido para Anápolis-GO, assim como o 1/16 que será ativado tb por lá com o F-39.

    5) Nos últimos 20 anos, várias OMs do EB saíram do RJ e forma para o Sul, Centro-Oeste e Amazônia, havendo ainda o plano de transferência da Brigada de Infantaria PQDT para Goiania, onde já se encontra a Brigada de Forças Especiais.

    Claro que ainda temos muitas unidades e uma transferência gera custos enormes, principalmente com pessoal. Além de obras de infraestrutura, como por exemplo, para os P-3 acho que a BASC terá mais hangares pois trata-se de um avião maior que os caças que lá operam.

    Não sou militar, só entusiasta, acho que outros colegas aqui poderão complementar meu comentário, inclusive o Cmte Rinaldo.

    Abs

  15. Rebatendo, democraticamente, o que alguns disseram. Minha crítica não é só sobre o fato da matéria, esse é o último de vários atos a meu ver errados, ou seja a justificativa de irem p/ o RJ porque toda a MB está lá, é como dizer que tinha que tomar remédio porque comeu demais, mas o fato é que não deveria ter comido tanto. O fato de que ‘A maior concentraçao demografica,industrial e recursos petroliferos e no eixo rio-sao paulo’ não pode ser motivo p/ se puxar tudo p/ lá e o fato de que o P-3 tem alcance p/ patrulhar o Nordeste, é relativo pois duvido que sempre estarão voando ‘próximo’ da região quando houver uma emergência civil ( não falo nem em militar, coisa pouco provável, felizmente ) e como já destaquei não há nessa região aeronaves capazes de realizar um esclarecimento visual que seja, no mínimo um C295, como na região norte. Quando estavam em Salvador, por outro lado, havia aeronaves no sudeste capazes de serem acionadas em pouco tempo. A MB e a FAB acabam por eleger quem merece sua proteção, isso não é admissível, a menos que se desloque pelo menos um P-3 p/ ficar de prontidão na sua antiga base, o que sinceramente não acredito que aconteça.

  16. Antes de se pensar num substituto para o P-3, gostaria de ver a aquisição de uma frota de ARP marítimo para fazer o grosso do trabalho de patrulha, com apenas um motorzinho como PT-6 tão comum por aqui. Quando acharem algo importante, aí o P-3 levantava voo. Afinal, alvos marítimos não são famosos pela velocidade de fuga.

  17. LucianoSR71, 16:27h.
    Os “CASA295 do Norte” (C-105 Amazonas do 1°/9° GAV) não fazem busca. Não faz parte da missão. Quem faz busca são os SC-105 do 2°/10° GAV, sediados em Campo Grande. Não vejo necessidade de “prontidão ” no Nordeste.
    Marcelo Andrade, 16:21h.
    Marcelo, seus comentários e o do Miguez_BH tem pertinência. Pessoalmente, odiaria ter que servir em Santa Cruz e morar no Rio. Santa Cruz, além de ser o fim do mundo, tem a Base cercada de favelas. E a estrada da Grota Funda é perigosíssima. Já morei no Rio e odiei. Minha esposa e meu filho quase foram sequestrados na Ilha. Conversando com um dos pioneiros do P-3AM (hoje voa na Azul também ), disse-me que a transferência do simulador do FITS, de Salvador para Santa Cruz, não será simples. Particularmente, prefiro a manutenção em Salvador, somente pela qualidade de vida dos militares do Esquadrão, que vai cair sobremaneira no Rio. Vai afetar o psicossocial da tropa.

  18. Não sou da área, mas parece que o correto seria também ter esquadrão ou pelo menos unidade de patrulha naval na base aérea de Natal. Até os americanos sabiam disso em 1940, será que desaprendemos??

  19. Grande Cmte, certamente quando o Sr. morou aqui ainda não havia o túnel da Grota Funda!! Agora a Av. das Américas é duplicada da Barra até Santa Cruz e a Estrada da Grota Funda, apesar de ainda existir não é mais utilizada pelo fluxo de longo alcance, usa-se o túnel.

    Mas , infelizmente, não posso deixar de concordar com o Sr. sobre a segurança no entorno da BASC, apesar da maioria do pessoal morar na vila dentro da Base. Tem até colégio. Mas o caminho é , como dizemos por aqui: “Sinistro!”.

    Grande abraço!

  20. Marcelo, não conheço o túnel, mas, talvez também não seja muito seguro. Agora muitos militares residem na vila de Jacarepaguá, e, se tiver vôo noturno, melhor dormir na Base.

  21. Porque estão mudando de base? É uma necessidade?
    Tendo em vista o comentário do Rinaldo, acerca da qualidade de vida dos militares que vai cair bastante pela residência no RJ, e também pela dificuldade técnica da mudança do simulador, porque a mudança? Vale a pena ter um avião em patrulha com os militares a bordo pensando se suas famílias estão bem? Se sua casa não está sendo “depenada” por criminosos?

  22. Não serão depenadas porque bandido não entra em vila militar, senão leva chumbo. Mas o caminho dos filhos pra escola será tenso.

  23. Bases como Florianópolis e Salvador, que só contavam com uma unidade aérea baseada, não justificavem toda uma estrutura de material e pessoal, só para manter essa unidade operando a partir delas. Em tempos de vacas esquálidas como agora, e com toda a reestruturação por que passa a FAB, visando otimizar meios, economizar em tudo que puder, não se justificava manter uma base inteira só para apoiar uma única unidade aérea, como era o caso de Salvador e o 1°/7°.
    Agora, o local para onde o Orungan foi transferido, deve ter passado por estudos e análises. A proximidade com a base da Esquadra e com as bacias petrolíferas dos RJ e SP, deve ter pesado na decisão de tranferir a unidade para Santa Cruz.

  24. Lucas Henrique, os Gripen NG ficarão baseados todos em Anápolis. Pelo menos inicialmente. Irão reequipar o GDA e reativar o 1°/16° GAV. Talvez, repito, talvez, depois de implantado e operando plenamente, o Adelfi seja transferido para outra região do país.

  25. Marcelo Andrade, sem querer ser chato, mas só mais uma correçãozinha: a unidade de C-130 do Galeão que vai ser transferida para Anápolis, sendo reequipada com o KC-390, será o 1° GTT e não o 1°/1° GT (Gordo), pois esse continuará baseado no Galeão, também reequipado com o KC-390.

  26. Marcelo Andrade colocou vários detalhes do plano de reestruturação da FAB. A seguir exponho em linhas gerais como permanecerá as Alas (“bases aéreas com grupamentos de aviação fixo”):
    1- O conceito de Bases Aéreas no litoral é conceito antigo, mas mesmo com toda a reestruturação teremos duas grandes Alas nesta região (Natal e Santa Cruz-RJ), uma de porte médio no Galeão e outra de menor porte em Belém. As bases de Florianópolis, São Paulo, Santos, Dos Afonsos -RJ, Salvador, Recife e Fortaleza foram transformadas em Bases de Desdobramento, não possuem nenhum grupamento de aviação fixo, mas terão uma estrutura mínima que poderá suportar estes em caso de necessidade.
    2- Face ao exposto acima, vários grupamentos foram relocados para o interior do Brasil e criadas três grandes Alas (Santa Maria, Anápolis e Manaus), duas Alas de porte médio em Canoas, Campo Grande-MS e três de pequeno porte em Brasília, Porto Velho e Boa Vista. Observo que o conceito de tamanho que utilizei refere-se ao número de grupamentos aéreos em uma Ala.
    3- São vários os objetivos de toda a alteração exposta acima, mas se ressumem em racionalização de custos e transformação da FAB em uma força capaz, moderna e eficiente.

  27. Clésio Luiz 29 de Janeiro de 2018 at 16:28

    Meu caro, os P3 não são eternos… o recheio eletrônico pode até estar razoável más a aeronave em si… já esta bem desgastada. Agora, ou a FAB pede logo um projeto derivado do E2 para patrulha maritima de longo alcance com recheio Israelense ou parte logo para a compra de 5 P8 de prateleira mesmo.

  28. RJ, SP e MG concentram 82 milhões de brasileiros, ou seja, 40% da população do país, tem portos e aeroportos importantes, é a cara do Brasil no exterior, sede de diversas multinacionais, sem falar que é o local que concentra a maior parte da indústria e o embrião do eixo rodoviário e ferroviário, no entorno da região concentra importantes hidrelétricas, sem falar as próprias escolas militares: ESA, AMAN, AFA etc….
    Não moro no sudeste, mas é inegável a posição estratégica da região.
    O RS é o extremo-sul do Brasil, faz fronteira com Argentina (segundo país mais importante da América do Sul) e Uruguai, além de ser próximo do Paraguai, historicamente é um Estado marcado por conflitos externos, 4° maior PIB do Brasil, concentra bastante indústria.
    OBSERVAÇÃO: Isso não significa que outros Estados e regiões não tenham importância, significa apenas que os recursos são limitados e precisam ser alocados nas regiões mais prioritárias sendo a realidade atual.
    A própria concentração de navios da marinha no RJ, na minha opinião, faz sentido! Fica em uma região central do nosso litoral. O mesmo para a concentração de blindados na região centro-sul, local fronteiriço e propício ao uso desses equipamento.
    O mesmo vale para a posição estratégica do Estado do Rio Grande do Norte, na minha opinião esse Estado devia ter uma base aérea importante.
    …………………….
    Na minha opinião de leigo kkkk acho que deveria ter SOMENTE 1 base nos seguintes Estados (do sul para o norte): RS, SP (interior de SP), RJ, Brasília, Bahia (Salvador), Rio Grande do Norte, Amazonas (Manaus), Pará (Belém) e Rondônia (Porto Velho). Apenas essas 9 bases…

  29. Moraes, a FAB só não fechou antes a BASV porque o ex ministro “Johnie Walker” que tinha sua base eleitoral lá não deixou.
    Tem mais base na linha de “tiro”, lá no final vão ficar cinco alas.

    g abraço

  30. Carlos Miguez _BH 29 de Janeiro de 2018 at 14:31
    Penso um pouco diferente dos que escreveram acima: em minha opinião a transferência se deve ao fato da ativação da base de submarinos em Itaguaí, consequentemente a necessidade de sua proteção contra intrusos submersos e bisbilhoteiros.

    Caramba é verdade ,não tinha pensado nisso kkkk

  31. Salvador perdeu apena um esquadrão, pior foi Recife que nos últimos 7 anos perdeu várias unidades:

    PAMA-RF – Parque de Material Aeronáutico de Recife (Desativado em 2014)

    2º/8º GAV – Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação -Esquadrão Poti (transferido em 2010)

    1º/6º GAV – Primeiro Esquadrão do Sexto Grupo de Aviação – Esquadrão Carcará (transferido em 2017)

    2º ETA – Esquadrão Pastor Segundo Esquadrão de Transporte Aéreo (transferido em 2018)

    2ª COMAR – Segundo Comando Aéreo Regional (Vai ser desativado em 2018)

    Fico pensando quanto custou transferi toda esse estrutura, se ele não podem transferi a maior delas que é o
    Tratando do CINDACTA III que possui um estrutura muito grande para ser transferida, e Natal não comporta tal estrutura; que obriga a manter em funcionamento em Recife as seguintes unidades de apoio: Base Aérea, Hospital de Aeronáutica, Batalhão de Infantaria, Grupamento de Apoio entre outros.

    Será que obteve real redução de custo com as transferências ou seria melhor ter mantido e ampliado a estrutura em Recife?

  32. Corrigindo:

    Fico pensando quanto custou transferi toda essa estrutura, se ela (FAB) não pode transferi a maior da região: Trata-se do CINDACTA III que possui uma estrutura muito grande para ser transferido, e a cidade de Natal não comporta tal estrutura; que obrigando FAB a manter em funcionamento no Recife as seguintes unidades de apoio: Base Aérea, Hospital de Aeronáutica, Batalhão de Infantaria, Grupamento de Apoio entre outros.

    Será que a Força Aérea obteve com esta decisão, uma real redução de custo, com as transferências da unidade para outras localidade, ou seria melhor ter mantido e ampliado a estrutura no Recife?

  33. Os Harpoon foram comprados para os P 3 AM ?

    Flanker 29 de Janeiro de 2018 at 19:31

    “…. deve ter passado por estudos e análises. A proximidade com a base da Esquadra e com as bacias petrolíferas dos RJ e SP, deve ter pesado na decisão de tranferir a unidade para Santa Cruz.”

    Tem lógica.

    Caro Rinaldo Nery

    O túnel da Grota Funda facilitou muito.

    Com isso Recreio e Barra ficaram “mais próximos”.

    Em Natal neste fim de semana aconteceram 39 assassinatos.

    O Afeganistão é aqui.

  34. Essa de proteção de Itaguai não cola.
    A proteção de base de submarinos é mais eficaz com sensores subaquáticos à partir da costa da Marambaia e bahia de Sepetiba.

  35. Seria essa transferencia um os dos passos para que os P-3 remanescentes sejam alocados na MB? Assim a patrulha e combate aeronaval estariam concentradis e subordinados à MB? Nao tenho uma opinião formada a respeito de tal conceito, mas o mesmo ja foi defendido aqui e noutros foruns similares.
    Mais uma hipotese: o desgaste operacional dos P-3 -particularmente quanto à vida remanescente das asas- nao estaria sendo uma razao para concentrar os parcos recursos hoje existentes em local com infraestrutura mais apta? Seriam quantas unidades hoje operacionais? Três, quatro?
    De qualquer forma, entendo ser imprescindivel planejar, também, reativar, oportunamente, a base de Salvador (ou em Natal) dotada com umas 6 unidades E-195 devidamente desenvolvidos para essa tarefa, somando-se a outras 6 unidades no RS, 6 em Sao Pedro da Aldeia e mais 6 em Belem.

  36. Caro Flanker, isso mesmo, obrigado pelas correções!!

    Gente! O RJ está ruim mas tb não é a Somália não!! As pessoas vão trabalhar, estudam , passeiam, temos mais engarrafamentos que SP! Rsrs, claro que tem locais mais perigosos que outros mas do jeito que escreveram parece até que todo mundo é assaltado todo dia!!

  37. Quando passo em frente a base aérea do Recife e vejo aquele imponente B17 preservado, e coração se entristece por saber que lá dentro, restou apenas o silêncio!

  38. Flanker, sobre os Gripen ficarem inicialmente concentrados no 1º GDA, o que pode ocorrer quando os F-5M começarem a ser desativados no 1º/1º GAv, 1º/4º GAv, 1º/14º GAv e não haja nova encomenda de F-39? Os A-29 serão redistribuídos para guarnecer esses esquadrões ou os F-39 operarão desdobrados nas respectivas Alas?

  39. Caso o Brasil levasse sua defesa a sério e pelas nossas dimensões continentais o ideal seria adquirir (ter adquirido) o C-295 MP (aproveitando toda a expertise da FAB nesta aeronave) e dotá-la em Belém, Salvador e Canoas. Não custa sonhar numa versão de patrulha do E-195, uma vez que esta aeronave é apenas um pouco menor que o Boeing 737 que originou o Poseidon P-8)!

  40. Adriano Luchiari, os 36 Gripen irão equipar, inicialmente, 2 esquadrões em Anápolis, e irão operar, por alguns anos, em conjunto com os F-5M e A-1. Hoje, temos 2 esquadrões equipados com A-1 em SM, que operam as aeronaves de forma partilhada. Temos, tirando o GDA (que receberá os F-39), 3 esquadrões de F-5. Quando começar a desarivação dos F-5, lá por 2026, talvez se possa reequipar mais um esquadrão de F-5 com o F-39, passando a ter 3 esquadrões de 12 aeronaves cada. Mas, para reequipar todas as unidades de caça que temos hoje, mandatoriamente teremos que ter mais um lote de, no mínimo, mais 36 aeronaves Gripen. Se isso não oocorrer, de 3 a 4 unidades de caça serão desativadas ou reequipadas com algumas células de A-29. Essa deve ser uma das maiores preocupações do Comaer, ou seja, equacionar a baixa prevista dos F-5 e A-1 a tempo de termos mais vetores disponíveis.

  41. Rommelqe 29 de Janeiro de 2018 at 22:23
    Seria essa transferencia um os dos passos para que os P-3 remanescentes sejam alocados na MB? Assim a patrulha e combate aeronaval estariam concentrados e subordinados à MB?

    Hj temos q escrever assim: “não é crítica, é observação”
    Seguindo o vso. pensamento, seria então mais lógico – pensando em termos de Min. da Defesa – alocar o esquadrão do outro lado da “possa”, em uma base “aeronaval”, que já tem toda uma infraestrutura, digo ótima inclusive para familiares, em S. Pedro d´Aldeia. Pista conveniente, local que já sediou uma unidade da FAB – uma ELO com os tucaninhos (não lembro qual dos 3os. virou), sinergia com o pessoal do mar e com o passar do tempo, já que estás aí, toma que o filho é seu!

  42. Rinaldo Nery 29 de Janeiro de 2018 at 17:18
    “Nilson, o 3°/7° GAV (Belém ) pode muito bem patrulhar até Natal, assim como o 1°/7° GAV a partir de Santa Cruz.”
    Rinaldo, entendo que o problema não é patrulhar até Natal, é no limite patrulhar 200 milhas além de Penedos de São Pedro e São Paulo, bem depois de Fernando de Noronha. Para isso, RJ e Belém são muito distantes. Salvador quebrava um galho, cobrindo simultaneamente as necessidades do RJ e de Natal – decerto por isso o Orungan estava lá. Mas agora, indo para o RJ, salvo engano meu, abriu-se um “buraco” de patrulha na nossa Zona Econômica Exclusiva.

  43. BMIKE 29 de Janeiro de 2018 at 20:03
    …ou parte logo para a compra de 5 P8 de prateleira mesmo.

    Não tem na prateleira ainda. Tem que ser “zero bala”.
    Bem, pensando bem, vai que rola Boeing – Embraer e thuum….

  44. Concordo com o amigo Eleazar Moura Jr. Mesmo apenas 6 SC-105MP em Belém e 6 em Canoas pra reforço. e já se iria trabalhando no futuro substituto do P-3. Ao meu ver o E-190 E2, seja para FAB, ou mesmo para a MB. Más um litoral destes “protegido” desta forma, como leigo e apenas entusiasta, acho pouco.

  45. Nilson, 10:14h.
    Somente complementando o comentário, já percebi que os companheiros civis que aqui comentam tem uma certa “fixação ” (desculpem o trocadilho) na localização das UAE, como se as mesmas fossem “fixas”. O Poder Aéreo moderno tem várias características, que enumero abaixo:
    1- alcance;
    2- altura, perspectiva ou perspectiva global;
    3- bases de suporte, logística, sustentabilidade ou recursos significativos;
    4- carga útil limitada;
    5- concentração;
    6- custo elevado;
    7- flexibilidade ou versatilidade;
    8- fragilidade ou vulnerabilidade;
    9- impermanência, descontinuidade ou ubiquidade;
    10- integração ou interoperabilidade;
    11- meteorologia ou condições ambientais;
    12- mobilidade ou agilidade;
    13- necessidade de comando e controle;
    14- necessidade de inteligência;
    15- penetração;
    16- precisão;
    17- pronta resposta, resposta rápida ou ação imediata;
    18- tecnologia; e
    19- velocidade.
    Como nosso País é imenso, a FAB utiliza, no seu planejamento estratégico, as características de mobilidade, pronta resposta e velocidade. As UAE podem operar de QUALQUER aeródromo ou base de desdobramento que possa prover apoio. Para isso temos as Unidades Celulares de Intendência. Vão nas matérias sobre as Ágata e Ostium e observem.
    MOBILIDADE: traduz-se na capacidade de estar presente, desdobrar ou movimentar meios próprios ou alheios para diferentes pontos do TO, sem perder a capacidade de operar.
    VELOCIDADE: consiste na capacidade de rapidamente projetar o poder militar aonde ele seja necessário.
    PRONTA RESPOSTA: capacidade de reagir às ameaças na proporção que a situação demande e em curto espaço de tempo.
    Tudo isso está na Doutrina Básica de QUALQUER Força Aérea, e o oficial, na FAB, vai aprendê-la como Aspirante, no Curso de Tática Aérea; revê-la como Capitão, no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, e como Major, no Curso de Comando e Estado-Maior.
    Espero ter esclarecido.

  46. Sobre a Base aérea do Recife vale lembrar que existiu um embrião com Dudu, ainda governador e posteriormente com seu afilhado político e hj poste no governo do estado, a idéia de dotar o aeroporto internacional dos Guararapes-Recife-Giberto Freire de um Hub de uma empresa aérea nacional. A Tam e a Azul haviam sinalizado essa idéia é a área da base aérea seria reorganizada para a ampliação do pátio de aeronaves e possivelmente um novo prédio embarque/desembarque para o Hub. Creio que à época de bonança foi orquestrado a diminuição da presença da FAB no estado para introdução do Hub.
    .
    Tempo passou, o Hub não saiu nos moldes pensado e a FAB organizou sua estrutura e, possivelmente, esse planejamento do aeroporto pesou nas escolhas.
    .att.

  47. Rinaldo, 11:28
    Obrigado pelos esclarecimentos, Rinaldo. Apesar de que, como civil e leigo, acabo ficando com a “pulga atrás da orelha” rsrsrsrs (uns 3 P-3 “fixos” em Natal me deixariam bem mais tranquilo…). Concordo que a mobilidade e pronta resposta são as melhores doutrinas, ainda mais com a velocidade inerente aos meios aéreos. Tanto que defendo (se é que posso??) que o esquadrão aeronaval da Marinha seja único, baseado em terra, armado com mísseis anti-navio, e capaz de deslocar para qualquer base do litoral em caso de ameaça naval (caso em que sempre precisariam atuar em conjunto com os aviões de patrulha). Infelizmente, os A4 da Marinha estão no osso. Assim, aproveito a oportunidade para tirar uma dúvida: com a chegada dos Grippen, alguns F-5 poderiam ser disponibilizados para a Marinha, com o objetivo de ação anti-navio?? Eles comportariam os mísseis Exocet?? Teriam ainda mais uns dez anos pela frente, nessa missão?

  48. Nilson, desconheço os interesses da MB, mas, acredito que as prioridades sejam o PROSUB e o PROSUPER. Manter uma UAE de Caça custa caro, e os A-4M ficaram muito bons. Falta dinheiro pra concluir a modernização dos 12 previstos. Não haveria necessidade de outro vetor. Voltando à Patrulha, a MB só não assumiu porque não tem como assumir os custos, no momento. Mas será o caminho natural.

  49. Rinaldo, o PROSUPER foi pro fundo do mar.
    Prioridades: PROSUB e Classe Tamandaré.
    Salvo engano, serão apenas 6 ou 7 A4 modernizados.

  50. Uma das atribuições da aviação de patrulha é fiscalizar se os navios e barcos pesqueiros da indústria da pesca estão em regiões demarcadas para a pesca. Também fiscaliza se navios e barcos de bandeiras de outros países vêm pescar na plataforma continental brasileira. A maioria da industria pesqueira do Brasil se concentra no Sul e Sudeste. As principais indústrias de pesca estão em Santa Catarina e os principais acidentes em alto mar são nesta região. Não vejo erro na transferência para Santa Cruz.

  51. Marcelo Tatsch 30 de Janeiro de 2018 at 13:16
    Talvez nossa fixação em ter patrulha em Natal ainda decorra da Guerra da Lagosta, que foi no litoral nordestino rsrsrsrs aquela foto do B-17 sobrevoando o contratorpedeiro francês é épica… E a lembrança de que nossa pontinha de soberania (São Pedro e São Paulo) fica quase mais perto da África e Cabo Verde … agora, uma meia dúzia de aviões da Embraer patrulhando por lá ia ser ótimo, soberania + orgulho nacional.

  52. Marcelo Tatsch, patrulha e ocorrencias no litoral Sul são atendidas pelo 2°/7° de Canoas e não pelo 1°/7° de Santa Cruz.
    A transferencia dos dois Esq. para Canoas e Santa Cruz foi por questão de economia de recursos, para não gastar com uma Ala que só tem um esquadráo, só isso.

  53. Walfrido, posso estar desatualizado, mas a importância estratégica do agora chamado de arquipélago é sustentar pleito de zona econômica exclusiva.

  54. Gente! O RJ está ruim mas tb não é a Somália não!! As pessoas vão trabalhar, estudam , passeiam, temos mais engarrafamentos que SP! Rsrs, claro que tem locais mais perigosos que outros mas do jeito que escreveram parece até que todo mundo é assaltado todo dia!!

    Exatamente marcelo ! Eu culpo a ignorancia do povo e a atuacao criminosa e irresponsavel da midia nojente que atua nesse pais por passar essa ideia imbecil para o povo,ainda vem um cidadao aqui comentar que o “afeganistao é aqui”… nao sabia que assaltante agora faz parte de uma ceita religiosa que prega ataques suicidadas,ou que operam MBT’s apturados do exercito,ou possuem misseis anti aereos….

  55. Rafael Oliveira 30 de Janeiro de 2018 at 13:09
    Rinaldo, o PROSUPER foi pro fundo do mar.
    Rafael,desculpa mas claramente voce nao vem acompanhando o poder naval,ultimamente tem saido mais noticias sobre o progresso do prosuper do que do prosub. Recomendo que vá no poder naval dar uma olhada.
    Sobre serem apenas 7 ou 6 a4 modernizados isso nao me preocupa,o a4 que possuimos é oriundo do quait e foram modernizados previamente para as guerras de que aquele pais tomou parte no final dos anos 90 e inicio dos anos 2000,portanto ja estao consideravelmente atualizados mesmo que os que nao passaram pelas modernizacoes. Alem do mais,o a4 é ate os dias atuais um vetor de ataque de respeito

    • “claramente voce nao vem acompanhando o poder naval,ultimamente tem saido mais noticias sobre o progresso do prosuper do que do prosub. Recomendo que vá no poder naval dar uma olhada.”

      Dodo, vc deve estar confundindo o programa da classe Tamandaré com Prosuper. São coisas diferentes.

      O Prosuper, da forma que foi concebido, está engavetado há uns 5 anos. E quando e se sair da gaveta onde foi parar, deverá ir diretamente ao famoso arquivo redondo, pois as prioridades mudaram e o programa, como originariamente concebido, não fará mais sentido.

      Sobre os A-4 ex-Kuwait, você está enganado também, e em tanta coisa que acho melhor ler a matéria abaixo:

      http://www.aereo.jor.br/2011/06/06/conhecendo-o-a-4-skyhawk-ii/

  56. Olá nunao! Po,pelo que pude ler na matéria é mais ou menos na mesma linha que eu falei,são aviões competentes que até os dias atuais servem de poder dissuasor em especial para ataque terrestre e caça bombardeiro,obviamente considerando que há superioridade aérea aliada no local de sua atuação

    Quanto ao prosuper,eu entendo que o projeto foi bastante remodelado,mas o seu objetivo de revigorar a força de superfície com meios de combate novos ainda é o mesmo(independentemente de quais sejam os meios e as suas características),portanto quanto a isso acho que foi uma questão de interpretação mesmo

    • Dodo, não é questão de interpretação, o programa das corvetas é outro programa, totalmente diferente do Prosuper, num contexto também diferente. Dê uma lida nas várias matérias sobre o Prosuper no Poder Naval.

      Sobre o A-4, a versão não modernizada está obsoleta, com problemas de peças e componentes por ser tecnologia dos anos 80 (e sobre as datas que mencionou de uso em combate, o Kuwait mal conseguiu utilizá-los quando invadido pelo Iraque em 1991, quanto mais usá-los em guerras na virada dos anos 1990-2000, quando os aviões já estavam vendidos ao Brasil…) Sugiro reler as matérias e rever sua posição, se assim o desejar, pois não é questão de interpretação, e sim de fatos.

  57. Só uma observação,quanto a questão do A4,o o sukhoi 22 e o mig 21 foram desenvolvidos mais ou menos no mesmo período e continuam servindo bem em várias forças aéreas do mundo,por exmplo,foram e estão sendo mto úteis para o governo sírio manter a superioridade na guerra civil e participaram ativamente em missões de combate ao estado islâmico,e isso utilizando armas improvisadas e com pouquíssima manutenção(mas aí acho que é uma característica a todas as aeronaves russas kkkk)

  58. Caro Sergio Cintra (10:13),
    Eu tenho a impressão, como leigo e desinformado, que a transferencia dos P-3 foi motivada, rntre outros aspectos, pela escassez de recursos e o desgaste fisico das celulas existentes. A vida util das asas (em funçao da fadiga estrutural) é um fator critico, particularmente dessa versão brasileira. Imagino que a escala operacional de cada unidade seja realizada de tal forma que as desativaçoes se deem de forma escalonadade na medida em que sejam acumuladas as horas de voo/ ciclos de carregamento limite; digamos que em uma determinada data, uma aeronave seria desativada a cada 4 ~6 meses. Assim, das aeronaves que foram entregues à FAB, ja modernizadas na Espanha, imagino que ja tenham sido desativadas de 3 a 6 unidades.

    Como citei em meu post, entendo que a base de Sto Antonio da Aldeia poderia (?) ser mais apropriada se de fato essa unidade vier a ser transferida da FAB para a MB. Faz sentido?Abs.

  59. Outra coisa que eu nao consigo compreender é essa tara com. A mb ficar responsavhel por aviacao de patrulha,porque aumentar ainda mais oa custos dessa forca se ja ha na forca aerea uma unndade que atua nessa area a mais de 77 anos,com expertise acumulada e com recursos previamente alocados para suas operacoes ? Me digam por favor por que motivo logico a fab deveria deixar a aviacao de patrulha para a marinha ???

  60. Rommelque, 22:07h.
    Nenhum P-3 foi desativado.
    Dodo, 07:11h.
    Porque faz parte da missão da MB o controle do oceano. A FAB assumiu, erroneamente, essa missão em 1941, porque já não havia mais aviação naval. A rusga ridícula entre MB e FAB em 65 impediu o progresso da aviação naval, criando a solução “estranha” (pra usar uma palavra polida) do 1° GAE operando a bordo do Minas Gerais. A falta de recursos é outra história que não muda a motivação. A MB sabe disso, e, um dia, vai assumir.

  61. Como filho de ex-tripulante do 1/7 Gav vejo com muita tristeza a mudança , meu pai já falecido foi o SO RR Teobaldo com 5041hs de patrulha em P15, C95 e P95, e sabendo que o esquadrão sempre foi um simbolo para a cidade de Salvador, acho ser um abandono das tradições de uma base referencia para a patrulha, um desrespeito aos que fizeram deste esquadrão uma bandeira. Além do desperdício de dinheiro público, pois as instalações da BASV sofreram modificações para receberem os P 3, como na época da chegadas dos magníficos P 15 Netunos também foram feitas. Simplesmente mais uma vez recursos públicos deixados ao léu, dinheiro que seria muito útil se utilizado de maneira racional em prol de uma força nitidamente sucateada em vários vetores.

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