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Réplica ao vídeo do canal ‘Arte da Guerra’ sobre o acordo Boeing / Embraer

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Sergio Govea, que tem um canal de YouTube, fez um vídeo com um contraponto à opinião do canal Arte da Guerra sobre o possível acordo Boeing / Embraer.

A Boeing dos EUA ainda não fez uma oferta formal à Embraer e a estrutura final do acordo será conduzida por reuniões que se espera retomem nas próximas semanas —, mas fontes com conhecimento do tema dizem que o objetivo é ir além das joint ventures tradicionais ou de uma injeção de capitais.

O vídeo de Sergio Govea com uma opinião diferente sobre o assunto, mostra que é possível debater de forma respeitosa e racional mesmo que o tema seja polêmico.

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JT8D
JT8D
2 anos atrás

Em 13:55 ele diz que a produção do “Tucano” foi para os Estados Unidos. Só é produzido nos Estados Unidos (pela Sierra Nevada) os ST que os Estados Unidos compra e repassa a seus parceiros via FMS. Essa é a prática dos EUA na área de defesa. O Harrier dos fuzileiros navais teve de ser produzido nos EUA pela McDonnell Douglas (e foi rebatizado AV8-B). Enfim, o debate é saudável, eu concordo com muito do que ele diz, mas não vamos usar argumentos falsos

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Compra e repassa = compram e repassam

Leonardo Araujo
Leonardo Araujo
2 anos atrás

Esse cara é meio esquerdopata.
Olha amigo o mercado de aviação é livre, como vc disse se não for engolida em uma aquisição pela Boeing será pelo mercado.
O pessoal faz uma esteria impar com este momento da Embraer, que para quem não sabe já passou por coisas piores e deu a volta por cima.
A empresa e a terceira em todas as classes de mercado e líder no regional, onde as duas maiores não vão ter vida fácil se entrar. Assim só teríamos um ou dois estaleiros no mundo, fabricante de carros e aí vai…

Everton Matheus
Everton Matheus
2 anos atrás

Se convertermos os 154M de 94 para hoje, dará cerca de R$ 749.039.715,02.
Vamos lembrar que aquela época a EMBRAER não valia nem perto do que vale hoje e que a falência estava na porta na EMBRAER.

Só não fique supervalorizando a EMBRAER Estatal …

Marcos
Marcos
2 anos atrás

Contraditório: ele acha que se lá na frente a empresa der prejuízo, o governo não tem de fazer aportes porque a empresa é privada. Ora, se a empresa é privada, o governo não tem de dar pitaco em nada.
O acesso à carteira, é à carteira de clientes.
Ninguém gosta dos Estados Unidos, mas na hora que a coisa aperta: help!!!
Cansei!!!!

luiz antonio
luiz antonio
2 anos atrás

Os comentários do Sergio Govea possuem muitas verdades, como por exemplo a injeção de dinheiro estatal em empresas privadas nos EUA, ou CANADÁ, mas não explicou como o governo brasileiro injetaria dinheiro na EMBRAER para mante-la competitiva. Será que este senhor imagina que esse dinheiro viria de cortes no orçamento público ou dos salários do Legislativo e do Judiciário? Fez um discurso político pseudo-nacionalismo, mas não disse de onde viria o Dim-Dim. Frontalmente anti-americano e anti-sionista. Suportei até aos 20:00 imaginando que diria a solução. Perdi meu tempo.

Farroupilha
Farroupilha
2 anos atrás

Mandei um comentário mas uma nuvem fria o congelou.

carcara_br
carcara_br
2 anos atrás

Concordo integralmente com o pensamento de que um acordo amplo, aquisição, fusão ou seja lá como quiserem chamar resultará invariavelmente com o término da empresa brasileira…
Também não acho que este seja o único caminho possível. Porém não sou totalmente avesso a qualquer aproximação.

João Adaime
João Adaime
2 anos atrás

O comentarista questiona se nós não estamos nos condenando a nunca sermos uma potência tecnológica. Concordo com ele, mas uma solução passa pela educação do nosso povo. Hoje a massa trabalhadora brasileira é semi-analfabeta, inclusive os formados em faculdade. E estou falando com conhecimento de causa, porque fui professor de curso superior e não aguentei mais do que um ano. Enquanto não chegarmos ao nível de uma Coréia do Sul, por exemplo, muito pouca coisa vingará. A Embraer é uma exceção que confirma a regra. Então, antes de discutirmos nacionalismo ou entreguismo, precisamos discutir educação. Um povo esclarecido sabe como… Read more »

Cláudio Severino da Silva
Cláudio Severino da Silva
Reply to  João Adaime
1 ano atrás

Prezado João Adaime
“Hoje a massa trabalhadora brasileira é semi-analfabeta, inclusive os formados em faculdade.”
Verdade verdadeira!
O sistema educacional brasileiro, é antiquado e inadequado já a partir da quinta série do ensino fundamental.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
2 anos atrás

Ainda estão moendo esse assunto? Então vou aproveitar para dar o meu pitaco: . A oferta da Boeing colocar a Embraer contra a parede, uma situação do tipo: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Acho que não é duvida na cabeça de ninguém que se a Boeing desenvolver uma aeronave abaixo do 737 isso significa péssima notícia para a Embraer. Embora a última entrada da Boeing pelo segmento (com o 717, que na verdade era um projeto da Douglas) tenha sido um fracasso, nada impede que ela desenvolva um projeto sólido que contará com um nome… Read more »

João Adaime
João Adaime
2 anos atrás

Peço desculpas aos colegas. Eu falando em analfabetismo e sendo um. O certo é semianalfabeto e não mais semi-analfabeto (grafia antiga).

Delfim Sobreira
Delfim Sobreira
2 anos atrás

Eu comento melhor que este Sr. Govea.
.
Repito o que coloquei em outro tópico : se o GF vetar, que faça uma alternativa ao veto, ou seja, injete $$$ na Embraer. Vetar e deixar afundar é triste.
.
E tirando a parte honesta da FAB nesta negociação, quem tiver poder de influenciá-la pode querer algum.
.
E semana que vem começa ano eleitoral. Quem achar que esta negociação não vai ter cores políticas pode tirar o cavalo da chuva.
.
Pode dar tanta confusão, tanta exigência, que é capaz da Boeing desistir.

PRAEFECTUS
PRAEFECTUS
2 anos atrás

Bom meus queridos, chamo a atenção primeiro dos colegas para uma série de indiscrições cometidas pelo Jungmann em sua entrevista que joga luz sobre os fatos. Primeiro começo dizendo que, o Ozires, obviamente, foi usado pela executiva da Embraer para dar uma aura de compromisso destes com ”a nacionalidade”, apenas isso, porque afirmo tal coisa, porque o Ozires disse aquilo que os executivos da Embraer(de antemão prepararam todo um cenário, sem o mesmo ter noção, é claro), queriam que ele dissesse. Deram uma carta para ele ler(sic), e lá foi o pobre… Digo isso porque? Porque o próprio Ministro da… Read more »

Leonardo Araujo
Leonardo Araujo
2 anos atrás

PRAEFECTUS 26 de dezembro de 2017 at 13:18
Meus caros o “sistema” não está permitindo que eu disponibilize mais do que algumas linhas no Blog

O aspirante a sindicalista da CUT de SJC de 6 anos pirou na batata de vez.
Agora insinua que o portal aereo.jor.br está conspirando contra ele.
Nossa quanta pretenção.
Profeta nem o portal tá aguentando tanta conspiração por linha quadrada.

Farroupilha
Farroupilha
2 anos atrás

Boa análise Praefectus, fora da casinha de limites estreitos… a Embraer vai quebrar se não se submeter as intenções da Boeing.
Outra coisa, o pessoal, uma parte, está com olhos analíticos, apenas para o acordo Airbus e Bombardier achando que é isso que está motivando esse movimento da Boeing para cima da Embraer.
Explicitei mais em outro comentário mais cedo, porém está preso.
O assédio começa oficialmente em 2011 (vários anos antes de Airbus e Bombardier + C-Séries)…”Donna Hrinak é nomeada para liderar a Boeing no Brasil.”

Caerthal
Caerthal
2 anos atrás

Clésio,

1. Mercado Regional: A Boeing tem problemas bem maiores (737, NSA, NMA), não está em sua agenda qualquer movimento para por no mercado de aviões menores que o 737.

2. Mercado Militar: Concordo que o interesse da Boeing pode ir além do KC-390 e abranger também o A-29, pelo potencial do OA-X bem como para estreitar contato com países menores;

3. Penso que no mercado executivo podem haver interesse. E se a linha BBJ seguisse para acabamento na Flórida, assim com a Embraer fez?

Diogo de Araújo
2 anos atrás

Tem uma turma do Adam Smith aqui que não é fácil…Só gostaria de lembrar que Russia, Índia e China possuem estatais em áreas estratégicas e elas funcionam sim, muito bem, obrigado… Mas a maioria dos brasileiros preferem privatizar tudo e se não agradar bora fechar tudo também. Exemplo tônico temos a Taurus na qual todo mundo Mete bronca mas ngm apresenta solução pra nada. Pergunta: caso eu resolva abrir minha fabriquinha de mísseis aqui no Brasil, com gente capacitada oriunda do mundo inteiro, conseguiria eu competir com a Raytheon? Galera, cadê a Polaris?

Caerthal
Caerthal
2 anos atrás

Os artigos de hoje como a entrevista com o Osires Silva e o do site Leeham News falam do interesse da Boeing na capacidade humana da Embraer, uma vez que muito dos seus engenheiros experientes estão se aposentando.

A resposta do governo brasileiro tem sido pragmática e equilibrada, bem diferente daquela desmiolada que tentava estocar vento.

Claudio Luiz
Claudio Luiz
2 anos atrás

Caso a proposta da Boeing seja de aquisição pura e simples (porteira fechada) a resposta deve ser um sonoro – NÃO.
Já se for um acordo operacional amplo (joint venture) basta que ambas empresas definam os termos e as responsabilidades de cada uma das empresas que desta forma manterão suas respectivas identidades.
A Embraer cresceu e se desenvolveu por seus próprios méritos e agora começa a incomodar os países detentores dos mercados tecnológicos globais que não admitem ter um competidor a altura oriundo de um país em desenvolvimento.

Caerthal
Caerthal
2 anos atrás

Não posso parar de pensar como seria interessante uma parceria da Boeing que abrangesse a Embraer e a Saab. Estas empresas são pragmáticas e capazes de fazer muito com parcos recursos.

A Boeing já tem acordos com a SAAB para a concorrência T-X. Tanto a SAAB quanto a Embraer podem guarnecer o segmento inferior nos mercados civil e militar, ampliando a base de clientes e aplicações.

José Lemos filho
José Lemos filho
2 anos atrás

Na verdade, há temor Norte americano, em que a EMBRAER E SAAB, juntas, podem, como previsto no acordo entre ambas, no desenvolvimento do gripen ng com transferência de tecnologia, fasendo da EMBRAER, um gigante em aviação militar no hemisfério sul, ainda mais com o desenvolvimento do moderníssimo cargeiro multimissão KC390, que praticamente está certificada pra ser comercialisado no proximoano,2018. Isto tudo faria do Brasil alto suficiente em segurança aérea, sem falar da qualidade do A29. COm este feito o Brasil teria facilidade de fortalecer o hemisfério Sul com tais aeronaves, e fazendo da EMBRAER um novo competidor, interferindo assim nos… Read more »

Chico Novato
Chico Novato
2 anos atrás

Pergunta:

A eventual venda da Golden Share é uma decisão exclusiva do executivo ou tem que passar pelo judiciário?

Caerthal
Caerthal
2 anos atrás

Jose Lemos,

Não há temor algum da Boeing de uma associação da Embraer com a Saab. Os pontos de interesse (jatos de pequeno porte, turbohélices regionais) estão abaixo da linha de radar deles.

JT8D
JT8D
2 anos atrás

O progeto não vai dar serto

Ozzy
Ozzy
2 anos atrás

Impressionante, a Embraer foi em poucos dias de uma empresa competitiva para uma empresa pré falimentar que depende da Boeing para sobreviver. Mas obviamente é preciso desqualificar um ativo para tornar mais palatável politicamente a sua venda para o exterior. A Boeing propôs a compra porque para eles o valor de mercado da Embraer é dinheiro de “troco de pinga”, como se diz. O file mignon do mercado de aviação são os aviões de grande porte, não é sem motivo que a Boeing vale mais de 100 vezes que a Embraer. Se a compra der certo, a Embraer vai se… Read more »

José Lemos filho
José Lemos filho
2 anos atrás

Caerthal, não é temor da boing e sim do governo americano. A consolidação da auto defesa brasilera por tecnologias quase próprias, independentes de produtos principalmente norte americanos, traria com certeza: soberania, liberdade, crescimento, mais investimentos e um passo gigantesco na transformação educacional.aí sim, seríamos gigante. Sem auto defesa, somos apenas presas fáceis. É assim que vivemos e seremos, se queser desenvolver como a própria palavra expressa, Tem que ter bala na agulha, meu irmão, DEFESA MESMA.

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Jose Lemos, menos. Se continuarmos votando nos mesmos políticos, nenhuma Embraer vai nos salvar

Sidney
Sidney
2 anos atrás

Para o debate minha crítica ao vídeo acima: Aos 05:40min ele afirma que a modernidade neoliberal tem prejudicado os interesses nacionais. Após a venda (ou doação gratuita como ele afirma) da Embraer em 1994. Eu pergunto: O Crescimento da Embraer, seus projetos, número de empregos gerados, vendas ao exterior com ingresso de divisas, os impostos arrecadados ao tesouro nacional, tudo isso em números nunca antes alcançados, prejudicou o interesse nacional? E teria conseguido isso na mão do Estado? Aos 12h50min fica evidente o foco da linha de pensamento que é o nacionalista, defesa dos interesses nacionais. É uma linha de… Read more »

Caerthal
Caerthal
2 anos atrás

Jose Lemos,

Você acha que os EUA teme o Brasil ou a nossa tecnologia? Eles tem desprezo por nós, por nossa desorganização.

Se você tiver o trabalha do acompanhar a discussão sobre política externa deles verá que o Brasil é simplesmente ignorado.

Hélio
Hélio
2 anos atrás

É evidente que um fortalecimento do Brasil preocupa os EUA, o Brasil como potência regional é capaz de interferir em muito na politica externa americana na América latina, isso desde sempre. O interesse dos EUA é que exista o tal ~equilíbrio regional~ o que passa por um enfraquecimento forçado do Brasil, uma vez que o Brasil é simplesmente incomparável aos países da região, seja em tamanho, economia, capacidades etc… Como disseram, o envolvimento entre Embraer e SAAB pode mudar o equilíbrio dessa balança.

Cláudio Severino da Silva
Cláudio Severino da Silva
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Para manter o “equilíbrio regional” os EUA vetam-nos o CIWS Phalanx mas colocam o F-35 à disposição do Chile…

Ricardo Silva
2 anos atrás

cada minuto do vídeo valeu a apena assistir.

luiz antonio
luiz antonio
2 anos atrás

José Lemos filho Caro amigo: Apenas para lembrar que em países como CHINA e RUSSIA certos “programas” são enfiados “guela abaixo! do povo e ninguem questiona, portanto é uma questão de vontade do governo desses países entrar em uma competição, independente de prejuízos. Por outro lado nos EUA, que tem dolares a dar com pau podem se dar ao luxo de entrar para perder, somente para “afundar” alguem e o resultado é o mesmo por meios diferentes. O Brasil? Aqui temos um programa de renovação da FAB que durou mais de 15 anos e ainda assim esta correndo riscos por… Read more »

André Bueno
André Bueno
2 anos atrás

Hélio 26 de dezembro de 2017 at 17:36
E qual o potencial em unidades a serem vendidas de Gripen E na América do Sul?
O Brasil adquiriu 36 e, talvez, no médio prazo, com muita sorte, mais 72.
Outra coisa, o motor é americano, só isso já mataria qualquer negócio indesejável para os americanos.
A Embraer nunca venderá uma soma de, digamos, 200 aeronaves, para Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia e Equador combinados.

José Lemos filho
José Lemos filho
2 anos atrás

Caerthal.

Na época da guerra do Paraguai, o Império brasileiro, simplismente sacudiu a eropa e america do norte..Surpresos e espantados a qual era a capacidade deste Fundão Sul-americano de reger a orquestra Militar e econômica desta região, e absorvendo talvez a influência inglesa e americana que detinha total controle de suas manofaturas, e isto fez com que os seus olhos e garras ficassem atentos com este povinho, deixando isso aqui nada mais do que quintal de seus interesses. Essa é a lei.

Caerthal
Caerthal
2 anos atrás

Possuo ações da Embraer. O que não possuo são informações privilegiadas. A Golden Share se empregada com sabedoria pode gerar valor para os acionistas e para o Brasil. Representa uma limitação mas também traz a marca do compromisso mútuo empresa-país. O uso do Golden Share gera restrições a Boeing que não serão problemáticas de estiverem na mesa de negociações desde o primeiro momento. Vocês acham que para a Boeing é fácil lidar com todas as instâncias do governos americano (FFAA, DoD, Congresso, governos estaduais, …)? Este é um negócio de adultos e a Embraer já mostrou maturidade antes, inclusive para… Read more »

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Ok, nada justifica entregarmos nossas poucas indústrias a preço de banana, e eu espero que a Embraer faça uma boa negociação com a Boeing. Mas parem de achar que o mal maior vem de fora. O mal está aqui e não precisamos de ninguém para nos sabotar, nós mesmos fazemos isso muito bem

Caerthal
Caerthal
2 anos atrás

José Lemos,

Não sei quais livros de história você consultou sobre o assunto Guerra do Paraguai. No geral seus comentários são sofríveis. Estou sentindo falta do Maurício R.

Vamos tentar fazer um país melhor começando por boas análises. Tem muita gente por aí que gosta demais de estórias de Jaci Pererê, Mula sem Cabeça, …

Bom 2018

André Bueno
André Bueno
2 anos atrás

De fato a Embraer não precisa da Boeing para projetar e vender os E jets. Mas há o recente peso da compra pela Airbus da Bombardier, no caso de sua divisão regional. Muito sobre isso já foi mencionado. Daqui para diante apenas a qualidade dos Embraer poderá não ser suficiente como trunfo de vendas. Os financiamentos de conglomerados financeiros europeus ganham daqueles praticados pelo BNDES. Se a Boeing estiver junto a Embraer os bancos americanos poderão contrapor esse peso. Se a união, seja lá de qual forma for pensada, não se realizar, não é impossível imaginar a americana projetando aviões… Read more »

Hélio
Hélio
2 anos atrás

André Bueno 26 de dezembro de 2017 at 17:59 O motor do gripen e/f não é americano, é sueco, quem tem motor americano é o C/D. E eu não estou falando sobre questões comerciais mas sim geopolíticas. Não é do interesse dos EUA que o Brasil tenha armas que eles não nos venderiam e muito menos que tenha independência que leve a um desalinhamento. A América latina é quintal americano e eles não permitem duas potências na região. E não adianta falar que o país está quebrando e blá blá blá, isso é um momento, a capacidade real do país… Read more »

Hélio
Hélio
2 anos atrás

JT8D 26 de dezembro de 2017 at 18:09
O mal está tanto dentro quanto fora.

André Bueno
André Bueno
2 anos atrás

Hélio 26 de dezembro de 2017 at 18:19

Eles são baseados nos GE F414, fabricados sob licença.
A política americana é antiga.
Concordo que a capacidade brasileira é ser muito melhor do que a atual mas nunca fomos realmente grandes enquanto nação e por múltiplos motivos. Precisaríamos investir maciçamente em educação para colher frutos em… 20 anos, talvez. E ainda há a cultura, que pouco ajuda.

Hélio
Hélio
2 anos atrás

Ser baseado é diferente de ser o motor americano, se os americanos tiverem poder de embargo, esse é muito reduzido, o próprio motor da polaris é baseado num motor GE mas a tecnologia é 100% nacional.

Hélio
Hélio
2 anos atrás

Caerthal 26 de dezembro de 2017 at 18:12 O José está certo, errado estão os livros do MEC que tentam colocar um manto de vítima no Paraguai e de opressor no Brasil. As forças militares imperiais eram das mais poderosas do mundo, nossa marinha é as vezes dita como a quarta mais poderosa do mundo, as vezes como a segunda mais poderosa, atrás só da inglesa. Com a queda do Império se deu um extensa campanha de difamação do Império conduzida pelos generais e mais tarde assumida pela esquerda e seu “desconstrucionismo”. O Brasil já foi uma grande e respeitável… Read more »

Zorann
Zorann
2 anos atrás

Olá Helio!
.
Em ambos o motor é americano. Nos Gripens A/B/C/D oque se tinha era o Volvo RM12 que é uma versão do GE F404. 50% das peças do RM12 eram fornecidas pela GE e o restante era produzido pela Volvo A Volvo desenvolveu diversos componentes e um novo full authority digital engine control (FADEC) que tornava o motor mais barato de voar e manter. Os resultados foram tão bons, que a GE usou este conhecimento da Volvo no GE F414.

André Bueno
André Bueno
2 anos atrás

Hélio 26 de dezembro de 2017 at 18:50

Sinto muito, mas certamente eles embargam o que quiserem. Há licenças que regem tais negócios, é claro. Ninguém autorizaria um fabricante a utilizar seu projeto e deixá-lo livre para fazer o negócio que quiser, principalmente se estiver no âmbito militar.
Mas isso pouco importa.

mbp77
mbp77
2 anos atrás

Achei os comentários do Sr. Sérgio muito enviesados, incoerentes e, acima de tudo imprecisos. Bom exemplo daquela última característica, é o momento em que afirma que a Airbus foi fundada em 2000 (o mais incrível é que ele se deu ao trabalho de ler num monitor à parte os seus comentários). Como levar a sério alguém que já inicia o vídeo tecendo críticas muito rasas quanto à privatização de uma estatal deficitária e endividada, como era a Embraer naquele momento histórico? Ou ele se deu o trabalho de olhar os balanços dos anos anteriores à privatização e ter a ousadia… Read more »

Hélio
Hélio
2 anos atrás

André Bueno 26 de dezembro de 2017 at 18:54
Eles não tem poder para embargar nada arbitrariamente, para isso eles precisam de justificativas. É diferente embargar uma venda do seu país e embargar de um terceiro país. A questão é, desde o começo a FAB cogitava usar o motor do typhoon que pode ser facilmente adaptado ao gripen, o uso de motores americanos nunca foi uma opção, porém, a volvo conseguiu terminar seu motor a tempo, se os EUA tivessem esse pode todo de embargo, a FAB teria optado pelo motor europeu.

Hélio
Hélio
2 anos atrás

mbp77 26 de dezembro de 2017 at 19:00
E os seus argumentos? Será que não são enviezados?

Carlito
Carlito
2 anos atrás

Prezado Hélio,

O motor que equipa o Gripen, seja lá a que versão pertença, são versões licenciadas do F404, e sim, os EUA têm poder de embargo. A Volvo Aero, companhia que produz os motores do Gripen, deixou de ser uma empresa de capital sueco, tendo sido adquirida pela britânica GKN. Aliás, a marca Volvo Aero sequer existe mais, tendo sido absorvida integralmente pela GKN. A própria SAAB durante algum tempo pertenceu à BAE System, mais precisamente de 1998 a 2005.

luiz antonio
luiz antonio
2 anos atrás

Meu Deus…Alguns comentários são dignos de uma boa “barrufada”. Os caras devem fumar demais. Totalmente fora do contexto da matéria. Paraguai, forças imperiais, Brasil com a 2ª marinha mais poderosa? Tenham pena da gente pô!