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MoD da Croácia conclui avaliação de propostas para caças

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MiG-21 croata

A fase de validação e avaliação da proposta foi seguida pelo estudo de viabilidade sobre a decisão sobre a aquisição de aeronaves de combate multifuncionais.

A República da Croácia deve chegar a uma das decisões cruciais e mais complexas em relação ao setor de defesa após a Guerra da Independência, para manter a capacidade de controle e proteção do espaço aéreo nacional.

A Força Aérea da Croácia teve um papel decisivo e ajudou a ganhar uma série de batalhas durante a Guerra da Independência, e o investimento em aeronaves de combate hoje constitui o investimento na segurança da Croácia e proporciona estabilidade e desenvolvimento econômico futuro do país.

A decisão sobre a aquisição de um avião de combate mais moderno foi adiada por 15 anos e é precedida por um estudo tático e o pedido de propostas para a aquisição de uma aeronave de combate multirole.

Até 3 de outubro de 2017, as propostas foram recebidas da República Helênica, do Estado de Israel, do Reino da Suécia e dos Estados Unidos da América, respondendo ao pedido.

Todos os quatro licitantes são países com sólida defesa, indústria e base tecnológica para ajudar a Croácia no seu próprio desenvolvimento tecnológico e industrial, crescimento do emprego e investimentos em sua economia. As propostas dos quatro países envolvem soluções de alta tecnologia, transferência de conhecimento e experiência favorecendo o desenvolvimento de soluções industriais de escasso fornecimento relacionadas à aquisição de aeronaves.

De acordo com o respectivo cronograma, em 30 de novembro de 2017 realizou-se a conclusão da validação e avaliação das quatro propostas recebidas pela equipe de especialistas atribuída com a preparação da aquisição da aeronave de combate multirole, seguida do estudo de viabilidade, para basear a decisão no nível de estado.

A tomada de decisões compreende a opinião pericial do Comitê de Defesa do Parlamento da Croácia e do Conselho de Defesa (o Presidente da República, o Primeiro-Ministro, o Ministro da Defesa, o Ministro das Relações Exteriores, o Ministro das Finanças, o Chefe do Estado-Maior Geral das Forças Armadas Croatas, o presidente da Comissão de Defesa do Parlamento croata e o assessor de defesa do presidente da República.

O Ministério da Defesa informará o público em tempo útil da decisão tomada.

FONTE: Ministry of Defence of the Republic of Croatia

7 COMMENTS

  1. Se for por custo, visando reposição de peças e manter voando durante longa data vai dar F-16 com certeza, ainda mais visando uma revisão das aeronaves, agora se for por arranjo politico nunca se sabe né !

  2. De curiosidade apenas…
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    A Grécia não tem muita tradição na construção de aviões, mas uma ótima experiência na manutenção (incluindo turbinas e aviônicos) e construção de partes de aviões (inclusive presta este tipo de serviços para a USAF como co-produtora do F-16 junto com a JM salvo engano) através da HAI (Hellenic Aerospace Industry). A HAI participou do programa do Eurofighter, IRIS-T e atualmente é participante do programa nEUROn… Em 1979 já tinha um projeto de UAV em andamento e hoje é produzido sob o nome de Pegasus II
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    Ainda existe outra fábrica mais dedicada à manutenção específica da força aérea grega, não sei se opera como o PAMA ou não, posso até pesquisar mais, mas não tenho essa informação, chamada KEA
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    Infelizmente, como em muitos outros países, ambas as empresas sofrem com problemas ligados ao fato de serem estatais e não terem um controle de resultados que reflita o que a economia de mercado requer sendo empresas deficitárias (boa parte por servir de cabide de empregos) e ligando isso aos cortes gerados pela profunda crise econômica temos um caldo perfeito para o insucesso… Ainda assim há pessoal qualificado e dedicado nas empresas
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    Não quero dizer se a opção é melhor ou pior do que a de outros países, apenas que a Grécia tem certo expertise na área, ainda que não produza os aviões
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    Sds.

  3. Como disse o colega forista mais acima, são três f-16 usados concorrendo contra o Gripen. Se forem aviões novos oferecidos pela Suécia (versão C ou D), penso que esta seria a escolha mais lógica. Aviões de segunda mão por outros de segunda mão, melhor seria adquirir o f-16 mesmo. Tudo vai depender do tamanho do bolso dos croatas.

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