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Primeiro lançamento do míssil BrahMos-A por caça Su-30MKI na Índia

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Conforme relatado pelo Ministério da Defesa da Índia e pela Joint-Venture BrahMos Aerospace Indo-Russa, foi realizado o primeiro lançamento de teste prático do míssil supersônico BrahMos-A (agora chamado de BrahMos Air Launched Cruise Missile – ALCM) do caça Su-30MKI. O voo do caça foi realizado a partir do aeródromo da empresa de construção de aviões indianos Hindustan Aeronautics Limited (HAL) em Nasik. Um lançamento bem sucedido foi feito em um alvo na Baía de Bengala.

O míssil BrahMos-A, criado nos interesses da Força Aérea da Índia desde 2008 com a participação russa ativa da joint venture BrahMos Aerospace e da Organização de Pesquisa e Desenvolvimento da Defesa (DRDO) do Ministério da Defesa da Índia, tem uma massa inicial de cerca de 2,5 toneladas e é uma versão ligeiramente mais leve do BrahMos baseado no solo. O míssil BrahMos-A foi projetado para destruir alvos marítimos e alvos terrestres. O alcance oficial declarado é de 290 km.

O primeiro voo de demonstração do caça Su-30MKI da Força Aérea da Índia com um modelo em grande escala do BrahMos-A ocorreu em Nasik em 25 de junho de 2016 e, em 7 de outubro de 2016, o primeiro lançamento de massa do míssil por um caça Su-30MKI.

Até à data, dois caças indianos Su-30MKI foram modificados para os testes com o BrahMos-A na Irkutsk Aviation Plant da Irkut Corporation e, mais tarde, a Força Aérea Indiana planeja modernizar 48 aeronaves de combate Su-30MKI na instalação da HAL em Nasik.

Já em outubro de 2012, o comitê de segurança do governo da Índia aprovou a compra de mais de 200 mísseis BrahMos-A para a Força Aérea no valor de cerca de 6.000 crores de rúpias (cerca de 936 milhões de dólares) para a IAF. Em 13 de novembro de 2017 no show aéreo em Dubai, o vice-presidente russo da joint venture BrahMos Aerospace Alexander Maksichev disse que o fornecimento da série BrahMos-A da Força Aérea Indiana deve começar a partir de janeiro de 2018.

A BrahMos Aerospace é uma empresa conjunta da Associação de Engenharia Mecânica da Investigação e Produção da Sociedade Militar Industrial Russa JSC (agora membro da Tactical Missile Arms Corporation) e DRDO, e vem operando desde 1998. O BrahMos, fornecido pela BrahMos Aerospace JV, é a derivação do míssil anti-navio russo 3M55 “Onyx” (“Yakhont”) desenvolvimento da JSC “Military-Industrial Corporation” Associação Científica e de Produção de Engenharia Mecânica”.

COLABOROU: Rustam Bogaudinov

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Alex Nogueira
Alex Nogueira
2 anos atrás

Caraca que míssil gigante! Agora é ver se vai ter o desempenho esperado.

Wagner
Wagner
2 anos atrás

Caramba, Alex! Gigante mesmo! Não fazia ideia da dimensão do bicho. 2,5 t de peso inicial! Se tiver o comportamento esperado, será uma ferramenta de dissuasão importantíssima!

carcara_br
carcara_br
2 anos atrás

hum. O alcance pode ser maior que o divulgado. Imagino o Su-30 ligando os pós combustores subindo a 12 mil metros, acelerando até a maior velocidade possível e lançando um míssil que já deve começar a voar supersônico!

Ivan
2 anos atrás

Combinação do caça Sukhoi Su-30MKI com míssil BrahMos-A impõe respeito.
.
Considerando o teatro de operações aeronaval da Índia, sua posição geográfica como um facão sobre o Oceano Índico e as rotas de comércio ligando Oriente Médio e África com o Sudeste e Leste da Ásia, percebemos o potencial do sistema de armas testado.
.
Um mapa, é claro:
comment image?w=620
.
Abç.,
Ivan.

Renan
Renan
2 anos atrás

Isto é dissuasão.
Sim precisamos terminar aquele missel de 300km de alcance com muitos nomes um deles é matador, e depois evoluir para uma plataforma naval de superficie, uma submarina, uma aerea.
Precisamos muito.
Abraços

Soldat
Soldat
2 anos atrás

Sensacional os Indianos tão mandando ver.

O Brasil também tem que desenvolver seus misseis antinavio e acredito que a Marinha deveria em vez de esperar pelo Gripen naval comprar uns Sukhoi.

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Uma pena que o vídeo não mostra a transição do motor foguete (booster) para o motor de sustentação (ramjet).

Antônio
Antônio
2 anos atrás

No início não entendi.
O míssil foi em direção contrária à do deslocamento do avião?

Clésio Luiz
Clésio Luiz
2 anos atrás

Bosco, aproveitando essa notícia do BrahMos, você acredita que o JASSM-ER vai mesmo mais que dobrar o alcance só trocando um turbojato por um turbofan e um teco a mais de combustível? Eles falam em manter as dimensões, mas me parece que tal salto em alcance só reduzindo consideravelmente a cabeça de guerra para caber muito mais combustível.

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Clésio,
Mas deve ter mais combustível também! Não sei se as custas da ogiva, da “redução” de outros componentes (bateria, fluídos, etc.) ou dele ter ficado mais pesado, mas só a troca do motor não acrescentaria mais que uns 30% de alcance.
Ele já está operacional.

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Antônio, é a ejeção do domo aerodinâmico que protege a tomada de ar do ramjet. É por meio de um recurso pirotécnico

Cerberos
Cerberos
2 anos atrás

o gripen poderia operar, satisfatoriamente, um gigante deste?

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Cerberus, o único caça ocidental que pode levá-lo é o f-15e

Cerberos
Cerberos
2 anos atrás

obrigado Bosco. Então já que abandonamos o PA, ainda bem, deveríamos comprar uns 15 SU33 para operar baseados em nossas ilhas.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
2 anos atrás

Florianópolis e Ilha do Governador.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Já que não temos Porta Aviões, pq “temos” que comprar Su-33, que nem integrado ao Brahmos deve estar? E pq tem que ser 15? E pq tem que ser particularmente operado de “nossas ilhas”, que ficam coladas ao continente?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
2 anos atrás

Bardini, deve ser um adolescente. Deixa ele pensar.

Cerberos
Cerberos
2 anos atrás

Não fui eu que citei essas ilhas coladas ao continente, mas não se preocupem vou sair do blog já que os macróbios, que aqui frequentam, vão aullar que não é possível ou é impraticável. Enquanto isso os chineses estão fazendo as bases onde nem ilhas tinha, não avisaram a eles e eles fizeram as ilhas também.

Leonardo M.
Leonardo M.
2 anos atrás

A marinha brasileira deveria urgentemente rever sua estratégia de defesa

Um misto de
Embraer 195 naval(estilo P8)para missão de patrulha marítima(18 unidades)
Com Gripens + Excocet 22 + 48 unidades levaria qualquer marinha do mundo(menos a US navy) a pensar em se aventurar em nossas terras.

Até hoje não aprendemos com os argentinos que com 4 SE + 5 excocet levaram o terror a Royal Navy.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Lógico que aprendemos com os Argentinos… Temos submarinos disponíveis e armados com torpedos decentes.
.
O que a MB precisa é de navios. Aeronaves, quem precisa é a FAB.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

No mais, a MB terá helicópteros e o domínio sob a tecnologia dos mísseis para realizar ataque naval.

Renan
Renan
2 anos atrás

Cerberos
O que resolveria a marinha do Brasil em termos de asa fixa baseada em terra seria o SU-34 Alcance e poder de fogo.
Baseado ao longo da costa umas 30 aeronaves faria muitos ficar bem longe do nosso litoral.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Tava demorando para aparecer alguém querendo enfiar Su-34 na MB… O último reduto dos que sonham com uma aeronave de caça russa nas nossas FFAA. . Primeiro que não nem é o Su-30, que seria muito mais útil como caça multifunção baseado em terra. Tem que ser o tal do Su-34… . Segundo que o Su-34 tem pouca cousa a mais de alcance que um Gripen E e nos vamos tem boa capacidade REVO. O que o Su-34 entrega a mais é capacidade de carga, que até onde sei, não estamos precisamos. . Terceiro que se um pacote de 30… Read more »

Renan
Renan
2 anos atrás

Para a marinha Eu prefiro o SU – 34 . Seria ótimo. Alcance de combate maior em 200km a mais que o Gripen.
Possui maior capacidade de carga e foi projetado para ataque a alvos terrestres e navais.
E é mais barato que o Gripen.
Para a aeronautica o Gripen é melhor, mas para a marinha a hitória é outra e a diferença é brutal, não é possivel ter a mesma solução para ambos.
http://www.aereo.jor.br/2008/10/30/su-34-fullback/
Abraços

Bispo
Bispo
2 anos atrás

Falando de novos misseis. Estava lendo sobre o novíssimo X-32 russo. – Dizem que voa a 40km de altura(menor densidade do ar, mais longe vai)…tendo o alcance efetivo na casa de “milhares” de km… demais dados sigilo total…mais sendo uma evolução do X-22… da para imaginar o tamanho do “problema”. – O X-22(06 toneladas, 12 metros de comprimento, giva de 01 tonelada) ..voa a 20km de altura…já “indo para a meta” atinge mach 3… com essa massa e velocidade….nem precisava de ogiva…rs. – E por fim… todos sendo levados por um Tu-22M3..6.000km de alcance …2.300km/h…teto 13km… qualquer Porta-aviões tem que… Read more »

Bosco
Bosco
2 anos atrás

O kh32 é dito ter 1000 km de alcance e não quer dizer que possa ser utilizado na sua plenitude na função antinavio

Bardini
Bardini
2 anos atrás

“E é mais barato que o Gripen.”
.
Quanto custa cada aeronave para o Brasil?
Quanto custa toda a aquisição de uma nova a logística?
Quanto custa manter outro tipo de aeronave?
Quanto custa ter mais pilotos?
Quanto custa ter que comprar armamentos que não operamos?
Quanto custa a integração com os outros meios das FFAA?
E por aí vai…
Tudo isso compensa ter os tais dos “200 km a mais” que o Gripen?

Renan
Renan
2 anos atrás

Bardini Monte um execel e compare toda a ficha tecnica de um e de outro. Bem como suas armas. Esqueça a aeronautica. Pensar só na marinha e suas atribuições. Quando pensar na questão global veja que possuir 2 meios diferentes dificulta uma unica solução do inimigo no TO. E em caso de embargo, você ainda tera um fornecedor A logidtica e todo o custo que você se refere já seria dobrado. Pois marinha é uma e aeronautica é outra. Só a integração que devera ser customizada. Se tratando de aviação naval é a melhor solução para nossa marinha. E ter… Read more »

Bosco
Bosco
2 anos atrás

400 km que é o alcance do Brahmos versão lançada de avião é o limite prático para mísseis antinavios “convencionais” lançados de aviões “normais”, que voam a no máximo uns 15.000 metros de altitude. Nessa altitude um avião (caça ou bombardeiro) com um potente radar consegue detectar uma frota inimiga e consegue lançar seus mísseis por conta própria, sem ou com mínimo apoio externo. Um míssil Mach 3 terá que permanecer a grande altitude (15.000 metros) e levará cerca de 7 minutos para chegar ao alvo, dando tempo para a defesa reagir. Seria interessante que o míssil recebesse alguma atualização… Read more »

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Só na sua cabeça que rasgar dinheiro com Su-34 é a melhor solução para a MB.

Space Jockey
Space Jockey
2 anos atrás

haha dá pra atravessar a nado do continente pra Ilha de Santa Catarina…

Space Jockey
Space Jockey
2 anos atrás

Que tal Trindade e Martin Vaz ? seria o primeiro local a receber uma chuva de ferro no primeiro dia de uma guerra…

Ivan
2 anos atrás

Um mapa básico, em preto e branco, com as ilhas do Atlântico Sul:
https://www.scielo.br/img/revistas/hcsm/v19n3/10f01.jpg
.
Pois é.
‘Num tem’ muita ilha não.
Das brasileiras, apenas Fernão de Noronha tem espaço para um aeródromo.
.
Sds.,
Ivan.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
2 anos atrás

Alguém levou a sério a idéia do adolescente?

Ivan
2 anos atrás

comment image

Ivan
2 anos atrás

Rinaldo, Claro que não. . Mas o mapa, sempre o mapa, foi o caminho que meu pai me ensinou para ‘ver e entender’ o mundo. Na biblioteca da casa dele havia um globo, daqueles que rodam, com o mapa mundi… Além de atlas e outras coisinhas. Quando discutíamos – e nós discutíamos com seriedade – era sobre os mapas que se encaminhava a solução do debate. . Lembrar o mapa, sempre, é minha esperança que os mais jovens abram um pouco mais a visão do que a tela de um smartphone. . Que saudade do globo com o mapa mundi…… Read more »

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
2 anos atrás

“Renan 28 de novembro de 2017 at 1:33
Bardini
Monte um execel e compare toda a ficha tecnica de um e de outro.”
.
Não precisa de excel para isso… Já existe a ferramenta para essa comparação.
Chamasse SUPER-TRUNFO !!

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
2 anos atrás

“chama-se”

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
2 anos atrás

Mapas são ferramenta de trabalho de militares.
A comparação entre aeronaves, no briefing de combate aéreo, chama-se “face to face”.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
2 anos atrás

E sobre o tópico de defesa naval baseada em terra… eu, na minha modesta opinião, preferiria uma versão de patrulha marítima do KC-390, equipada com radar Saber-M60, blindado com uma versão modernizada da chapa de aço do tanque Osório e armado com lançadores de foguetes Astros-2020, que lançarão o míssil AV-300…

Clésio Luiz
Clésio Luiz
2 anos atrás

Dependendo da boa vontade do Putin, o Su-34 pode até sair mais em conta na hora da compra. Mas já pensaram no custo para manter o bichinho? Leva quase 4 vezes o combustível do Gripen E em cada voo, aqueles pneusões (2 a mais que o Gripen), acompanhados daquelas enormes pastilhas de freio, aqueles enormes atuadores hidráulicos, aquela enorme quantidade de lubrificante, aqueles enormes motores que não poderemos revisar por aqui, etc etc etc. . Enquanto isso, os EUA estão botando em operação um míssil anti-navio stealth com 930 km de alcance, que um Gripen pode carregar até 4 ao… Read more »

Alex Nogueira
Alex Nogueira
2 anos atrás

Vendo os comentários sobre custos, penso que a FAB realmente está fazendo o correto em ter o A-29 e o F-39 como vetores principais, não tem como ter algo de ponta menos custoso que isso. Se for pensar que não temos no horizonte nada de perigoso acontecendo em nosso T.O pelos próximos 30 anos está tranquilo. Sou a favor de forças de defesa enxutas, não só nos meios disponíveis, mas também em relação a folha de pagamento de pessoal (menor contingente). Claro que espero ao menos 72 F-39 com tudo que se tem direito em termos de “recheio” eletrônico e… Read more »

donitz123
2 anos atrás

Clésio Luiz 28 de novembro de 2017 at 17:39
Enquanto isso, os EUA estão botando em operação um míssil anti-navio stealth com 930 km de alcance, que um Gripen pode carregar até 4 ao mesmo tempo, voa quietinho e sorrateiro…
.
KKKK. Morri de tanto rir. “Sorrateiro” com 4 mísseis pendurados nas asas. Tão sorrateiro quanto um 747. Menos por favor.

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Donitz, penso eu que “sorrateiro” são os mísseis.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
2 anos atrás

Donitz, não creio que um piloto vá se encontrar com a lateral de um navio com 4 mísseis pendurados nas asas… O Bosco entendeu.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
2 anos atrás

É essa coisinha fofa aqui:
comment image

donitz123
2 anos atrás

Clésio Luiz 28 de novembro de 2017 at 23:35.
.
O míssil é “muito bonito” porém a única maneira do Gripen operar uma versão com 930km de alcance seria se os americanos passassem a operar o caça sueco pois a venda dele com esse alcance implicaria numa violação do tratado Missile Technology Control Regime do qual os EUA são signatários. Uma versão “monkey model” com 300 km de alcance talvez para algum país europeu ou asiático pois o Brasil não tem dinheiro, necessidade e sequer estaria autorizado a obter esse tipo de tecnologia.

André Luiz.'.
André Luiz.'.
2 anos atrás

Clésio Luiz 28 de novembro de 2017 at 17:39 “ Dependendo da boa vontade do Putin, o Su-34 pode até sair mais em conta na hora da compra. Mas já pensaram no custo para manter o bichinho? Leva quase 4 vezes o combustível do Gripen E em cada voo, aqueles pneusões (2 a mais que o Gripen)” — Noooossa!, as cias de combustível de aviação iram adorar! Haja ‘empenho’ pra pagar o faturamento pra Aeronáutica…! Mesmo que os demais concorrentes do FX-2 fossem tecnicamente superiores ao Gripen, a escolha foi acertadíssima! (foi decisão pessoal da então PresidentA? Ao menos essa… Read more »

Jacinto
Jacinto
2 anos atrás

Esses 290 km declarado do BrahMos-A é apenas para que eles possa ser exportado sem violar Missile Technology Control Regime (MTCR). seu alcance real deve ser superior a 400km…

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Podemos muito bem esperar pelo míssil que substituirá o RBS15F, daqui alguns anos…