Home Aviação de Ataque Ministério da Defesa da Argentina: ‘não haverá espaço para duas forças aéreas’

Ministério da Defesa da Argentina: ‘não haverá espaço para duas forças aéreas’

18710
109
Super Étendard da Aviación Naval argentina

Ministro Aguad avança em uma reestruturação militar para ‘unificar recursos’

Por Mariano De Vedia

Sem tomar partido diretamente com a Marinha ou a Força Aérea, na disputa sobre os cinco aviões modernizados Super Étendard recentemente adquiridos na França, fontes militares deixaram saber que no plano de reestruturação militar em que o ministro da Defesa Oscar Aguad estava trabalhando, “não haverá espaço para duas Forças Aéreas”. Isso implica, como soube o La Nacion, que, de fato, todas as unidades aéreas que hoje pertencem ao Exército e à Marinha atuariam sob a supervisão das autoridades aeronáuticas.

A controvérsia surgiu como resultado de conhecer a disputa incomum que foi desencadeada entre a Marinha e a Força Aérea sobre a compra dos cinco caça-bombardeiros franceses, por 12,5 milhões de euros (mais US$ 2 milhões pelo transporte das aeronaves) com o objetivo de fortalecer as condições de segurança do espaço aéreo durante a cúpula do G-20, prevista para o final do próximo ano na Argentina.

“O objetivo será a unificação dos recursos”, foi ouvido do ministro Aguad, que analisou com seus colaboradores a situação levantada como resultado da incorporação de aeronaves francesas, disseram fontes militares a esse jornal. Enquanto o chefe da Força Aérea, brigadeiro-geral Enrique Víctor Amrein, disse que os aviões correspondem à sua força por “razões lógicas e estratégicas”, o chefe da Marinha considera que as novas adições devem ser adicionadas à aviação naval , dado que a força já tem mais nove Super Étendard, hoje desativados e fora de circulação, mas submetidos a processos de modernização. Ao contrário do que aconteceu durante a Guerra das Malvinas, quando essas aeronaves foram usadas, hoje a Marinha não tem um porta-aviões.

A intenção de Aguad é aproveitar o plano de reestruturação, que poderia estar pronto antes do final do ano, para unificar recursos e evitar sobreposições de gastos e estruturas militares.

“Não faz sentido que existam mais de uma Força Aérea ou mais de uma Marinha, embora isso não implique que uma certa força gere tudo”, disse uma fonte militar. Nesse sentido, o plano de Aguad, cujas diretrizes gerais ainda permanecem em reserva, é fortalecer as funções do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, que é chamado a coordenar as ações operacionais das diferentes forças e que, nos últimos anos, perdeu a proeminência, à custa dos cabeças de cada arma.

“A disputa não faz sentido, todos devem trabalhar de forma coordenada, sem se sentir deslocados”, afirmou uma fonte militar com acesso ao Ministro Aguad.

Estritamente falando, a possibilidade de os aviões franceses serem finalmente destinados à Força Aérea é reforçada pelo fato de que, operacionalmente, com vista ao encontro do G-20, seria mais apropriado que eles estejam disponíveis em uma base aérea como a El Palomar, do que uma mais distante como a de Puerto Belgrano.

A disputa entre a Marinha e a Força Aérea ocorre, particularmente em um contexto em que ambas as forças, como o Exército, enfrentam uma crise em seus equipamentos militares.

O que não foi explicado pelos militares consultados por La Nacion é se a política de reestruturação e otimização de recursos se estenderá à relação entre as Forças Armadas e as forças de segurança, como a Gendarmerie e Prefectura, que também possuem unidades aéreas e vasos, que em certo sentido poderiam se sobrepor às ações operacionais da Força Aérea, do Exército e da Marinha.

FONTE: La Nacion

Subscribe
Notify of
guest
109 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Helano Moura
Helano Moura
2 anos atrás

OPSSS!!!

André Bueno
André Bueno
2 anos atrás

Com base no título arrisco dizer que a aviação naval naufragou. Se a Força Aérea não tiver meios, ela será extinta. A marinha consegue existir sem aviação.

Adriano
Adriano
Reply to  André Bueno
2 meses atrás

eles na verdade tem um desentendimento serio desde a guerra das malvinas, em que a Argentina se ferrou em parte pelo amadorismo e total falta de entrosamento entre Armada e Fuerza Aerea

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Bela solução na crise, destruir a Aviação Naval e do Exército.
Depois gasta tudo de novo para reconstruir e a politicada ganha dinheiro.
Em vários países a Marinha e Exército tem aviões e em alguns o Exército tem navios para atender suas necessidades sem ciúmes da Marinha.
Esta é uma cerimônia de entrega pelo estaleiro DKB de duas LCU de 1200 tons e dois pequenos rebocadores para o Exercito da Indonésia(TNI-AD).
. https://m.youtube.com/watch?v=73B3Rhv_s2g

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Roberto Santana, os pilotos da FAA voaram Mirage e hoje se mantem voando o Pampa.
Para a França não teria problema dar um curso de SEM aos ex-pilotos de Mirage.
Por outro lado os pilotos da Armada voavam o MB-326 com motor RR Viper de 2500 lbf e iam direto ao SE ou A-4 conforme o Esq. designado, ir para o SEM do Pampa com motor Honeywell de 3959 lbf é o de menos.

R.Bittencourt
R.Bittencourt
2 anos atrás

A “Argentinha” brigando a todo custo pra poder dar cobertura aérea… Vem aqui e aluguem uns “3 Forevis” e 3 A-29 ST e sejam felizes… kkkkkkkk….

Silva
Silva
2 anos atrás

kkkkk… Estou imaginando aqui a cara dos chilenos lendo essas notícias sobre a Argentina. Devem estar se cagando de rir. Os dois lados possuem uma baita rixa por causa da Guerra das Falklands, pelo fato do Chile ter dado um certo apoio á Inglaterra e os argentinos, orgulhosos e arrogantes do jeito que são, não se conformam até hoje com isso.

Ivanmc
Ivanmc
2 anos atrás

Quem quiser tomar Buenos Aires essa é a hora.

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Sempre que tem alguma notícia sobre a Argentina os posts são deselegância pura. Não acho que deveríamos tripudiar os nossos vizinhos, afinal hoje estamos melhor que eles, mas o mundo é redondo e amanhã ninguém sabe. E em respeito a eles não custa nada chamar as ilhas de Malvinas.

Adriano
Adriano
Reply to  JT8D
2 meses atrás

graças a Deus perderam a guerra, senão a essa hora iriam se sentir ainda mais ousados e iriam marchar rumo a um hipotético domínio de toda a America Latina

Sérgio Luis
Sérgio Luis
2 anos atrás

Ilário! Eles não tem nem sequer uma força aerea!!! Esse cara ta falando o que??

Adriano
Adriano
Reply to  Sérgio Luis
2 meses atrás

arrogancia, meu caro, arrogancia, nem sardinha eles tem mais pra comer mas querem mostrar que comem lagosta

Carlito
Carlito
2 anos atrás

As Ilhas são britânicas e se chamam Falklands. Não é desrespeito, é um fato.

Sérgio Luis
Sérgio Luis
2 anos atrás

ops: Hilario!

hammadjr
hammadjr
2 anos atrás

Mas esse assunto ta rendendo então vamos palpitar, se a Armada Argentina não tem porta aviões, assim como nossa Marinha também não tem mais, não seria mais apropriado um navio tipo o HMS Ocean? ao invés de reivindicar aeronaves de aviação de caça?
Poderia ir adquirindo Helicópteros de patrulha e desembarque, caça submarino em fim daria conta da costa sem grandes custos e o que possibilitaria maior capacidade ofensiva e defensiva.

Túlio
Túlio
2 anos atrás

JT8D 14 de novembro de 2017 at 20:34
Tem uma carta de intenção assinada durante o governo Lula e Dilma com os argentinos.
Os argentinos vão comprar o Gripen E fabricado pela Embraer em Gavião Peixoto, com transferência de tecnologia e participação da FADEIA.
O Brasil vai pagar a substituição dos componentes britânicos do caça sueco e os custos da homologação.
Os argentinos são aliados estratégicos do Brasil e nosso amigos.

Victor Moraes
Victor Moraes
2 anos atrás

Eu não desrespeitaria nossos bons vizinhos do sul. A bravura de um povo fala muito mais alto do que qualquer barulho de bombas. O fato é que mesmo muito inferiormente armados, os terroristas muçulmanos dão um trabalhão para os aqueles que os combatem, nas armas. São bilhões e bilhões de dólares gasto para derrotar gente que usa AK velha. Então, mesmo para os Brasileiros, possuir uma força aérea um pouco superior aos seus vizinhos é uma boa, mas não suficiente para desdenhar a bravura dos Argentinos. Nós Brasileiros não somos tão bravos. Nós somos temíveis, mais porque somos geralmente criminosos,… Read more »

Ivanmc
Ivanmc
2 anos atrás

Carlito 14 de novembro de 2017 at 20:43.
.
É isso aí, disse tudo.

Marcos
Marcos
2 anos atrás

O Ministro está fazendo o óbvio para uma Força completamente desmantelada: ter uma Força Aérea, uma Marinha e um Exército.

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Carlito 14 de novembro de 2017 at 20:43
As ilhas ficam próximas à Argentina e tem sido disputadas há séculos. O domínio inglês vem da era colonial e não faz mais sentido hoje em dia, como comprovam os casos de Hong Kong e da Guiana Inglesa. Se Fernando de Noronha fosse ocupada por algum país europeu também nos sentiríamos injustiçados. Mas cada um se comporta como bem entende e de acordo com a educação que recebeu

Júnior P.
Júnior P.
2 anos atrás

JT8D,

Mas enquanto os dois países discutem o futuro das ilhas, não vejo motivos para não chamar o arquipélago pelo seu nome oficial: Falklands.
ps.: Em respeito aos cidadãos das ilhas.

Att.

DeltaBR
DeltaBR
2 anos atrás

JT8D 14 de novembro de 2017 at 21:24
Quantos “argentinos” nasceram nas ilhas Falklands durante toda sua existência?

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Júnior P. 14 de novembro de 2017 at 21:35
Na verdade os ingleses não ligam muito para as ilhas, mas sua posse se tornou um ponto de honra após a tentativa de sua tomada pela força pelos argentinos. Por outro lado, os argentinos se sentem profundamente indignados com a presença inglesa no que consideram seu território. Minha preferência é chamá-las de Malvinas, como disse, por respeito ao trauma que sofreram na guerra de 1982.

Silva
Silva
2 anos atrás

JT8D 14 de novembro de 2017 at 21:24 Ocupação e colonização são coisas bem distintas. Ora, quando os ingleses chegaram as Falklands, a Argentina não existia! Era território espanhol. Você fala como se os ingleses tivesse feito o mesmo que a Rússia fez com a Crimeia a pouco tempo atrás, invadindo-a e ocupando-a. Os ingleses não tomaram aquelas ilhas á força ou expulsaram ninguém de lá. O território estava desocupado e lá se instalaram. A Argentina não tem direito algum sobre as ilhas, só porque elas estão próximas a sua costa. Isso não e argumento. Seria o mesmo que o… Read more »

Marcos
Marcos
2 anos atrás

Ninguém reclama da Guiana Francesa, que é um departamento ultramarino da República da França.
Fora franceses. Xô!
Go home!
Como escreve go home em francês?

Antonio de Sampaio
Antonio de Sampaio
2 anos atrás

Marcos 14 de novembro de 2017 at 22:22
Goiô Homeiô.

JT8D
JT8D
2 anos atrás

Silva 14 de novembro de 2017 at 22:11
Pela sua lógica os portugueses, espanhóis e ingleses hoje ainda seriam donos de meio mundo.
Se a ditadura militar argentina não tivesse se lançado na aventura demagógica e desastrada de tomar as ilhas pela força os ingleses provavelmente já as teriam cedido aos argentinos. Obviamente não acho que a tentativa de invasão tenha sido justificável. Mas posso entender o sentimento do povo argentino e é isso que eu procuro respeitar.

Silva
Silva
2 anos atrás

JT8D 14 de novembro de 2017 at 22:30 Eu estou analisando a questão a partir dos fatos históricos. Você está analisando a questão de forma estritamente política, o que é um erro. Caso a Argentina não tivesse cometido a estupidez de tentar tomar a força as Falklands, ainda sim a Inglaterra não “devolveria” as ilhas a Argentina, pois as mesmas nunca forma território argentino e antes disso, os Kelpers prefeririam declarar independência do que serem argentinos. Os Kelpers possuem sua própria cultura e total autonomia política da Inglaterra. Nem economicamente falando eles dependem dos ingleses. Possuem economia própria, baseada na… Read more »

Silva
Silva
2 anos atrás

Marcos 14 de novembro de 2017 at 22:22

Se não me engano, o Presidente João Goulart tinha um plano absurdo para invadir e anexar a Guiana Francesa ao território brasileiro.

camargoer
2 anos atrás
Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
2 anos atrás

Como adoram rir da Argentina. E o Brasil, está muito melhor??? É o desdentado debochando do banguela. Vale recordar que não temos Nae faz tempo. Também não temos, e sinceramente nunca tivemos aviação naval de ataque. Não me venham pra cá com os A-4. Esses são mais perigosos aos seus pilotos que a qualquer inimigo, e o melhor caminho seria espalhar eles em espetos por aí.

Silva
Silva
2 anos atrás

camargoer 14 de novembro de 2017 at 23:19

Obrigado por me corrigir. Realmente eu não tinha certeza de quem era o plano.

helio
helio
2 anos atrás

Caros amigos, O certo seria chamar as ilhas de Falklands, afinal nunca foram argentinas… Mas me tomei de gosto pela coisa, não pelo ato em si – uma insanidade de governantes militares no fim da carreia – mas sim pelo que fizeram os argentinos, sobretudo a FAA. Em respeito a eles, ainda que seja coisa de absoluto foro íntimo, refiro-me às ilhas como Malvinas. É algo pessoal, não uma regra….. Também não gosto de tripudiar, são um povo orgulhoso que mostrou seu valor em combate, deve ser muito difícil para eles estar nessa situação. Piadas, só no futebol, porque são… Read more »

sergio ribamar ferreira
sergio ribamar ferreira
2 anos atrás

Seria mais producente O ministério de defesa da Argentina sugerir ao presidente a compra de oito J 7 chineses para a FAA e criar esta uma doutrina. deixa os SEN para à Armada. Ou então, busque na Rússia ou algum lugar por um vetor adequado. Então busque os Tchecos com L39 NG e crie doutrina. não acredito que a Argentina esteja tão mal assim. Concordo com Sr. Claudio acabará não tendo nada se a FAA ficar com os SEN, adeus coreanos.

Satyricon
Satyricon
2 anos atrás

Esse assunto ja foi discutido à exaustão, mas alguém sempre acha motivo para revisitá-lo. Na segunda guerra EUA e UK assinaram a Carta do Atlântico, documento referendado por inúmeros países logo a seguir, e que balizou a formação das Nações Unidas, da qual a Argentina é signatária. O princípio base e universal é o direito à auto-determinação dos povos. São os kelpers que vivem lá (a mais de século, diga-se), e estes escolheram em sufrágio universal permanecerem britânicos. Sob essa ótica, não existe amparo legal na legislação Internacional para alterar esse status quo, por mais que queiram os argentinos. Ninguém… Read more »

JULIO CESAR
JULIO CESAR
2 anos atrás

Início da colonização europeia nas Malvinas/Falklands (Wikipedia) https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilhas_Malvinas Embora exista a possibilidade de que tribos de índios tenham existido nas ilhas em tempos pré-coloniais, o arquipélago estava desabitado no momento de sua descoberta pelos europeus. As alegações quanto à data da descoberta das ilhas giram em torno do Século XVI, mas não há consenso sobre se estes primeiros exploradores descobriram as Malvinas ou outras ilhas do Atlântico Sul. O primeiro desembarque registrado nas ilhas é atribuído ao capitão inglês John Strong, que, a caminho ao litoral do Peru e do Chile em 1690, descobriu o Canal de San Carlos, mas… Read more »

Tiger 777
Tiger 777
2 anos atrás

A Inglaterra nunca abrirá mão de um ponto estratégico no Atlântico Sul, mais fácil nasce dente em bico de galinha…
Vejam esta entrevista : https://youtu.be/oS3xYT5OQs0
O Coronel Aldo Rico, fala das falhas estratégicas do comando militar argentino.
Estes chefes, “Deveriam ter entendido a cultura militar Inglesa, que nunca entregou um território sem luta. “

sergio ribamar ferreira
sergio ribamar ferreira
2 anos atrás

AFAA deveria tomar providências junto MD para convencer o presidente Macri à comprar aeronaves e deixar à armada com os SEN. Não entendo como se propõem a desmobilizar e deteriorar Forças Armadas. Os Argentinos ainda pagarão um preço alto por estas consequências nefastas.

Severino
Severino
2 anos atrás

Vejo que a América Latina está totalmente sem nenhuma força de Defesa, seja pelo Ar, Mar ou Terra.

Antonio de Sampaio
Antonio de Sampaio
2 anos atrás

O princípio da autodeterminação dos povos demole qualquer pífio argumento dos argentinos sobre direitos territoriais nessas ilhas, este princípio que faz parte da Carta da ONU eles fazem de conta que não existe, nunca história nasceu um argentino se quer nessas ilhas. Outra coisa, o princípio da auto determinação dos povos, integra os chamados “Princípios Fundamentais” do Capítulo I da Constituição Federal brasileira. TÍTULO I Dos Princípios Fundamentais Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: I – independência nacional; II – prevalência dos direitos humanos; III – autodeterminação dos povos; IV –… Read more »

Tamandaré
Tamandaré
2 anos atrás

Não faz sentido tirar os SUE da Marinha!! É mais fácil comprar algo para a Fora Aérea. O motivo da confusão é a compra destes 5 aviões?? Então comprem mais 5 e deem para a FAA. Tem muita coisa barata aí no mercado, que seria possível pagar, até mesmo para quem está em dificuldades.

A propósito, acho uma ótima oportunidade para oferecermos nossos Skyhawks.

WellingtonRK
WellingtonRK
2 anos atrás

Só por ficarem próximas a Argentina, as Falklands, não significa que devam pertencer a ela. Não me lembro do Canadá ter reclamado que a Groenlândia é deles.

Casuar
2 anos atrás

JTeD , então quer dizer que a proximidade da o direito a posse ?kkkk, quanta besteira , si assim fosse , a Zona boemia cuba pertenceria a Florida ,kkkkkk , este simplismo hipocrita é constrangedor , baseados no seu conhecimento ,o Havai também é colonia ,kkkkk , as Filipinas pertencem a Indonesia e segue o festival de asneiras….. em resumo : Os Britânicos meteram o pé na bunda dos espanhois ,tomaram as ilhas , a Argentina conseguiu a independencia da espanha , e por isso se sentem herdeiros de toda terra que um dia pertenceu a coroa espanhola ? Então… Read more »

Luiz Antonio Picholaro
Luiz Antonio Picholaro
2 anos atrás

Bom dia. Tenho minhas restrições a respeito dos “hermanos”, porém devemos admitir que a aviação naval Argentina foi e ainda é muito mais competente que a aviação naval do Brasil. O pilotos navais argentinos deram “nó em pingo dágua” com os SET e os A-4 e a coisa só não ficou pior para os britânicos porque os “hermanos” estavam sozinhos e sem equipamentos (poucos armamentos, poucas aeronaves) e com muito menos treinamento que seus oponentes. Os ingleses jogaram até nos bastidores (FRANÇA) para boicotar suprimentos (EXOCET). Até hoje os ingleses não explicaram direito de forma convincente o “sumiço” do porta-aviões… Read more »

Casuar
2 anos atrás

Será um erro destruir as capacidades aereas da marinha Argentina , eles possuem uma imensa area maritima para proteger , toda força moderna ja percebeu que tem que haver independencia operacional em certas areas de atuação , com ou sem PA, a aviação de asa fixa ,multiplica as capacidades da Armada (que se ressente de mais navios ) , KAI T-50 para a força aerea e Pampas para a força aerea e deixem estes 14 SEM para a ARMADA , seus pilotos ja estaõ familiarizados com a maresia e com a natureza das operações !

Nunão
Nunão
2 anos atrás

Pois é Casuar, vale acrescentar que a ocasião e a pressão (necessidade de areonaves para proteger evento no ano que vem) podem ser um pretexto bom para desencadear discussões importantes sobre interoperabilidade, áreas de atuação de cada força, operações combinadas, mas ao que parece das últimas duas notícias há o risco de se chegar a uma solução ruim e de consequências duvidosas para o futuro, ditada por um problema de curto prazo. . Além do que, vai saber se até o ano que vem esses Super Etendard – e quantos deles – estarão disponíveis efetivamente, e em que condições, com… Read more »

Nunão
Nunão
2 anos atrás

soluyargentina = solução argentina

Fabio Mayer
Fabio Mayer
2 anos atrás

Na falta de recursos, o óbvio aparece. A FA A cuida do ar a Marinha do mar. Trata – se de otimizar recursos, simples assim.

Humberto
Humberto
2 anos atrás

Eu acho que o que está acontecendo na Argentina pode acabar respingando no Brasil. Sem o São Paulo tem sentido ter os A4 na MB? De repente tem que se mudar a maneira de pensar, existe a necessidade de termos um exercito de conscritos que são minimamente treinados e equipados? Não seria o caso de uma Força Armada mais enxuta, soldados profissionais mas mais bem equipado e treinado? Sim sim, número diz muito, mas equipamentos ultrapassados são pareos para os modernos? Obviamente vendo o cenário atual, com os nossos vizinhos o que temos já dá e sobra mas é esta… Read more »

Silas
Silas
2 anos atrás

Só ser diplomático como alguns mapas que as denominam Falklands/Malvinas. E mesmo Hong Kong e Macau apesarem de terem se integrado à China tem regimes diferenciados. E ao contrário a Inglaterra se importa muito com as Ilhas, pelo seu posicionamento geográfico e reservas naturais da plataforma marítima.

Robsonmkt
2 anos atrás

Está disputa somente está acontecendo porque, primeiro: os governos argentinos deixaram suas forças armadas se desintegrarem em meio a obsolescência em bloco de seus equipamentos e, segundo, por adquirem um – obsoleto – caça naval para a sua Força Aérea, caça este que foi usado por sua Marinha. Não tinha como não dar disputa. Embora o Brasil esteja em uma situação menos pior do que a Argentina, afinal, temos os Guarani novos e submarinos, Gripen e KC390 em andamento, no restante, estamos bem parecidos. Não duvido nada que, em futuro próximo, algum ministro da defesa fale a mesma coisa e… Read more »

Guizmo
Guizmo
2 anos atrás

Pois é Roberto….há algumas semanas, em posts recentes, aquele rapaz, acho que se chama Messa, levantou essa hipótese. Realmente estranha, mas…..

Antonio de Sampaio
Antonio de Sampaio
2 anos atrás

Luiz Antonio Picholaro 15 de novembro de 2017 at 9:55 Estás enganado rapaz, os argentinos não tinham menos aeronaves que os Britânicos, pelo contrário, em quantidade suas aeronaves de combate era infinitamente superiores as duas dúzias de Harrier que os porta aviões britânicos podiam transportar, e tinha aeronaves super sônicas, contra um avião que voava mais lento que um AMX, e mais baixo também. Então em números eram muito superiores. Não me diga que você também é desses que acredita que o Invencible foi atacado e atingindo?? sério isso?? por que ninguém da tripulação desse porta aviões atacado se feriu… Read more »