Embraer e Austral Líneas Aéreas ampliam Programa Pool de peças de reposição para os E-Jets

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E190 da Austral Líneas Aéreas

E190 da Austral Líneas Aéreas

Fort Lauderdale, Flórida – 1º de novembro de 2017 – A Embraer e a Austral Líneas Aéreas, companhia aérea doméstica da Aerolíneas Argentina, ampliaram o contrato para o programa pool de peças de reposição até 2021 para continuar fornecendo suporte de componentes reparáveis ​​para a frota de 26 jatos E190 da companhia aérea. O anúncio foi feito durante a Conferência de Operadores da Embraer (Embraer Operators Conference – EOC), que está sendo realizada em Fort Lauderdale, na Flórida, de 31 de outubro a 2 de novembro.

O programa multianual, que começou originalmente em 2011, contempla tanto o programa de pool quanto os serviços de gerenciamento de reparos para os E-Jets da companhia aérea, incluindo engenharia de serviços de materiais, trocas de componentes avançados do armazém de peças sobressalentes da Embraer em Fort Lauderdale, Flórida, e um canal de logística dedicado para entregar peças nas instalações de carga da Aerolíneas Argentinas em Miami, na Flórida.

“Valorizamos a nossa parceria com a Austral e estamos ansiosos para apoiar seus negócios ao atender a frota de E190 nos próximos anos”, disse John Linn, Diretor de CRM da Embraer , Aviação Comercial. “Por meio do programa de pool da Embraer, a Austral aumentará a competitividade ao ter a capacidade de se concentrar no funcionamento da aeronave em altos níveis de confiabilidade e disponibilidade, ao mesmo tempo em que a Embraer gerencia a cadeia de suprimentos para componentes rotativos de alto custo.”

“Este programa é um componente importante do nosso plano de manutenção da frota, pois nos permitirá reduzir os prazos e os custos de fornecimento de peças sobressalentes, ajudando-nos a elevar o serviço prestado aos nossos passageiros”, disse Bruno Finiello, Diretor de Supply Chain do Grupo Aerolíneas.

O programa pool de peças de reposição da Embraer atualmente apoia mais de 30 companhias aéreas em todo o mundo. Concebido para permitir às companhias aéreas minimizarem investimentos em recursos e estoques de alto custo, o programa conta com a expertise técnica da Embraer e sua ampla rede de provedores de serviços para reparo de componentes. Os resultados são uma significativa economia nos custos de reparo e estoque, redução no espaço necessário para armazenamento e eliminação de recursos necessários para gerenciamento de reparos, além de garantia dos níveis de desempenho.

Sobre a Aerolíneas Argentinas

Fundada em 1950, a Aerolíneas Argentinas é uma das principais empresas áreas da América do Sul. De sua sede no Aeroparque Jorge Newbery e no Aeroporto Internacional de Ezeiza em Buenos Aires, a empresa voa para 24 destinos internacionais na América e na Europa.

Juntamente com a Austral Líneas Aéreas, a Aerolíneas Argentinas opera voos para 37 destinos no país e fornece ligações dinâmicas entre a Argentina e a região por meio do seu relançado centro de operações no aeroporto Jorge Newbery. O Grupo Aerolíneas está atualmente realizando um programa de renovação da frota, que consistem em aeronaves Airbus 330, Airbus 340, Boeing 737-700 / 800 e E190. Desde setembro de 2012, a Aerolíneas Argentinas é membro da aliança global SkyTeam.

Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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Gripen BR

A EMBRAER tem mais fidedignidade em empresas aéreas estrangeiras do que nas brasileiras. Com exceção da Azul. Que na minha modesta opinião é a melhor operadora de vôos domésticos. Lembro-me dos inimigos que David Neeleman enfrentou sobretudo no mundo político para poder expandir as operações em rotas aéreas, Sérgio Cabral mesmo o agrediu verbalmente e tentou impedir a Azul de operar no Rio. Lamentável quanto a Tam e Gol. Bem Tam agora é Lan e não o contrário. E diga-se que em vôos domésticos a sustentabilidade dos EMB e melhor que dos concorrentes.

Gil

A mim particularmente ja me da igual que empresa opera o céu brasileiro, a nossa grande referencia histórica foi a Varig e o governo do PT deixou ela propositalmente cair, quando em outros paises todas as suas grandes empresas aereas (salvo raras exceções) encontraram apoio nos seus respectivos governos, logo a galera não entende porque o sul entre esse e outros abandonos começa a querer abandonar esse esgoto chamado Brasil

Silva

Essa pintura da Austral é sensacional. De todas as companhias aéreas que eu já vi até hoje, a pintura da Austral é a mais bonita. Lindo demais esse E-190 nessas cores!

Delfim Sobreira

Excelente estratégia da Embraer, de administrar o pós-venda de suas aeronaves. Aeronave comercial é lucro voando e prejuízo parada.
Apenas um paralelo interessante : Civics e Corollas não são melhores que Jettas, na verdade é o contrário. Mas a VW, depois que vende o carro, trata o cliente feito cachorro, com descaso e peças caras.

Antonio de Sampaio

A grande imprensa argentina faz uma campanha brutal contra esse avião E-190 em uso na Argentina, é comum, vez ou outra, os grandes jornais entrevistarem pessoal da Austral, pilotos e executivos da empresa, com fortes críticas ao Embraer E-190, falam o tempo todo que devem vender os aviões, se desfazer deles por conta que são pouco atrativos do ponto de vista comercial de gerar lucros… o pior de tudo que ainda nem terminaram de pagar o financiamento do BNDES. Quando não tinham no que voar e como comprar aviões, vieram bater na nossa porta, essa empresa nem aviões tinha, foi… Read more »

JT8D

Antonio de Sampaio 3 de novembro de 2017 at 13:14
O T-6C Texan II não é equivalente ao Super Tucano. O T-6 é trinador, equivalente ao Tucano (que não se produz mais) e custa 4 milhões de dólares. O ST é avião de ataque (embora a FAB o utilize também como treinador avançado) e custa 12 milhões de dólares, O “equivalente” ao ST seria o AT-6 Wolverine, mas não foi esse o avião comprado pelos argentinos

Silva

A Argentina NÃO vai comprar o KC-390. Acho que isso já ficou óbvio, não? Eles simplesmente NÃO tem dinheiro. Eles mal estão conseguindo pagar os Texan comprados dos EUA. Praticamente não possuem mais aviões de caça operando. A foça aérea argentina está mais para um aeroclube do que para uma “força”, de tão feia que está a crise por lá kkkkkkkkkkk… Esqueçam essa estória de KC-390 para os argentinos. Que se lasquem!

Antonio de Sampaio

JT8D 3 de novembro de 2017 at 14:11 U$ 300 milhões de dólares, esse foi o preço divulgado oficialmente pelo contrato de compra de 24 aviões T-6, ou seja, cada unidade vai custar U$ 12,5 milhões de dólares…de onde foi que tu tirou essa de um avião como esse custar 4 milhões de dólares???… se for isso mesmo, não faltariam compradores, Bolívia, Paraguai, Uruguai… isso não existe, rapaz. Isso é preço de Ipanema, amigo… Um ST, creio que dependendo da versão, custe até menos de 12 milhões… ____________________________ Silva 3 de novembro de 2017 at 17:30 Nunca vão comprar o… Read more »

Antonio de Sampaio

JT8D 3 de novembro de 2017 at 14:11 U$ 300 milhões de dólares, esse foi o preço divulgado oficialmente pelo contrato de compra de 24 aviões T-6, ou seja, cada unidade vai custar U$ 12,5 milhões de dólares…de onde foi que tu tirou essa de um avião como esse custar 4 milhões de dólares???… se for isso mesmo, não faltariam compradores, Bolívia, Paraguai, Uruguai… isso não existe, rapaz. Isso é preço de Ipanema, amigo… Um ST, creio que dependendo da versão, custe até menos de 12 milhões… ____________________________ Silva 3 de novembro de 2017 at 17:30 Nunca vão comprar o… Read more »

Silva

Antonio de Sampaio 3 de novembro de 2017 at 21:01 De acordo. Também penso assim. Os argentinos não são nem nunca foram confiáveis! Além do quê, eles se mordem de inveja ao ver o Brasil avançando em setores sensíveis e eles não, como o aeroespacial. Na América do Sul, se for para o Brasil fazer parcerias, que seja com o Chile ou ainda com a Colômbia. No caso do KC-390 eu consigo enxergar o Chile e a Colômbia adquirindo-o, coisa que a Argentina jamais irá fazer. Espero que a Embraer tireo-os do programa e arrume outro fornecedor, aqui no Brasil,… Read more »

Antonio de Sampaio

Silva 4 de novembro de 2017 at 13:15
Chile e Colômbia são países mais confiáveis e mais pontas firmes na hora de fazer negócios.
Também sou a favor do Brasil sair fora desse Mercosul que só nos atrapalha e que a Embraer pare com essas sandices de querer eles como “parceiros”, não tem a menor condição e são traíras, se bem que no caso no KC-390, foi imposição política do tempo do bolivarianismo… mas isso acabou.
100% de acordo.
_______________
Portugal, país do tamanho de um bairro de São Paulo está fazendo a sua parte.

JT8D

Antonio de Sampaio 4 de novembro de 2017 at 8:50
Então tá, um ST, avião de ataque e treinador avançado, custa menos que um T-6, treinador básico

JT8D

Silva 4 de novembro de 2017 at 13:15
Aconselho que o amigo procure se atualizar. Já faz tempo que não estamos tão na frente dos argentinos na área espacial. Hoje diria que estamos mais ou menos no mesmo nível. Só que estamos completamente parados há anos, e eles continuam avançando. É provável que, a continuar essa situação, eles consigam lançar um satélite por meios próprios antes do Brasil

JT8D

Silva 4 de novembro de 2017 at 13:15 É difícil encontrar informações confiáveis sobre preços de aviões militares. Valores totais de contratos não são uma boa referência, pois em geral são pacotes que incluem simuladores, peças de reposição, treinamento, etc. e que podem variar muito para um mesmo avião. No caso do T-6 é possível encontrar na internet valores entre 4 a 8 milhões de dólares. Para o ST o preço varia entre 10 e 14 milhões de dólares. Então, considerando valores médios, é provável que o ST custe mais ou menos o dobro do preço do T-6. Isto é… Read more »

JT8D

Ops, a resposta acima era para o Antonio

Walfrido Strobel

JT8D, sem discordar de sua posição no debate:
Beech T-6A é desarmado semelhante a um T-27.
Beech T-6C que foi comprado pela Argentina é armado, semelhante a um AT-27.
Beech AT-6 é semelhante a um A-29.

Caerthal

Conheço um pouco a Argentina, tendo trabalhado lá nos anos 90, desde então mantenho interesse pelo que se passa lá. Desnecessário dizer que é difícil entender a política deles, a fixação pelo peronismo parece a eterna esperança de um milagre (alcançar uma graça sem ter feito porra alguma para isso).

É país contraditório com instituições e homens pouco confiáveis (desculpe a generalização, me refiro apenas aos tomadores de decisões). Não vejo neles nem o interesse nem os meios de manter a palavra em projetos de longo prazo. Em suma viveria o presente, mas não teria ilusões de parcerias estratégicas.

GripenBR

Em relação a Argentina não é bem assim. Há desinformação ou desconhecimento de alguns floristas. Em 2016 o Brasil exportou $13,418 Bilhões e importou $9,084 Bilhões para Argentina. A Balança Comercial é “sempre” extremamente superavitária em nosso favor. Os dois países combinados representam 63% da área total da América do Sul, 60% de sua população e 61% de seu PIB. O Brasil é o principal parceiro comercial da Argentina, e a Argentina é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil. Se há desvantagem nesta relação não é em nosso desfavor. E diga-se que em relação ao KC-390 tanto Chile quanto… Read more »

Caerthal

A balanca comercial com a Venezuela tambem sempre foi favorável ao Brasil e fazer parcerias com eles se mostrou um erro mostruoso.

JT8D

Colombia e Chile não são parceiros no KC390. Se cogitou a participação desses países no início do programa, mas nada foi concretizado