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Incidente com o KC-390. O que aconteceu?

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Com base nas vagas informações não oficiais disponíveis sobre o incidente com o protótipo do KC-390 matrícula PT-ZNF, o Poder Aéreo resolveu fazer uma imagem que ilustrasse o que eventualmente possa ter ocorrido. Muitos dos nossos leitores acabam se perdendo em várias informações técnicas que são lançadas em diversos comentários e não conseguem visualizar espacialmente a manobra.

Destaca-se mais uma vez que a concepção do incidente aqui apresentada não reflete, necessariamente, o que ocorreu. Apenas fornece uma ideia do que eventualmente pode ter acontecido. Somente os envolvidos no incidente e as pessoas que participam do programa podem explicar o ocorrido e o Poder Aéreo não consultou nenhuma dessas pessoas.

A aeronave estava em voo nivelado (A) e num determinado momento reduziu a potência dos motores ao mesmo tempo em que cabrava (elevar o nariz) a aeronave (B) e elevava o AoA (ângulo de ataque – ângulo formado entre a corda média da asa e o vento relativo).

O AoA elevou-se até um ponto onde a aeronave estolou (perdeu sustentação) (C). Neste momento o nariz do KC-390 estava praticamente na vertical (D) e a aeronave começou a cair (exatamente pela perda de sustentação).

A aeronave virou (E) de dorso (“barriga” para cima) embora não se saiba se intencionalmente ou não. A queda prosseguiu e neste momento a força “g” deve ter atingido o valor de -4 (citado em alguns sites da internet).

Para sair de uma situação como essa e com pouca altitude a tripulação possivelmente realizou (F) um meio-tonneau (giro de 180º em torno do próprio eixo longitudinal), recuperando a aeronave (G) e nivelando-a em 2.000 pés (cerca e 300 metros acima do solo).

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Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Pitch-up.

JT8D
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JT8D

2000 pés = 610 metros

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Só discordo da virada de dorso, ele não conseguiria, a primeira asa que estolasse iria fazer ele girar sobre ela antes do 90 graus up.
.
P.S. Excelente post.

Ádson
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Ádson

É o mais provável com essa informação de -G. Nesta situação de perda tão rápida 2000′ foi por um triz.

Ádson
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Ádson

Roberto 21 de outubro de 2017 at 22:50
Se não virasse de dorso não teria em situação de stal os -G.

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Uma coisa é certa, o senhor Johnnie Walker foi convidado para participar do debriefing.

Marcos
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Marcos

É possível.
O problema então não teria sido o estol em si, mas o ângulo elevado que o levou a uma não recuperação normal.

sanney
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sanney

Se esse aviao cai ficaria mal pois o kc ta em seu melhor momento. Será q teve alguma avaria e parabens aos pilotos q se realmente a força G aconteceu eles forao herois
.

Ádson
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Ádson

Mas fica uma dúvida: será que o profundor em T fica em uma situação de sombra no stal? Será que não respondeu quando picado?

Marcos
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Marcos

Certa vez alguém subiu num PT-19 para inventar uma manobra nova.
O avião desceu de ré estalando tudo, até recuperar-se.

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Ádson,
Ele pode ter sofrido um ‘estol de badalo’ , nisso, em algum momento mais acentuado, pode ter acontecido uma força negativa.
E, não se tem certeza do G negativo, a informação oficial faz referência somente ao estol e à queda.

Ádson
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Ádson

Roberto 21 de outubro de 2017 at 22:50
descendo de ré com certeza os badalos foram pra boca, rsrs.

Baschera
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Baschera

Na verdade a informação mais citada é que a aeronave nivelou a pouco mais de 3.000 pés sob um terreno à 2.000 pés do nivel do mar. É pouco mas assim mesmo é 50% mais do que a matéria cita (2.000 péxs).
E o que teria ocasionado a falha geral dos aviônicos de bordo (segundo informações extra-oficiais que tive) ??

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

1000 pés, ele estava abaixo da altitude de tráfego visual para pouso em aeródromo (jatos 1.500 ft), ou seja, estava em apuros, em emergência.

Marcos
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Marcos

Fala lá com os homi da Embraer e pede para liberar o vídeo.
Daí acaba a dúvida de todo mundo.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Roberto 21 de outubro de 2017 at 22:54
Uma coisa é certa, o senhor Johnnie Walker foi convidado para participar do debriefing.
Reserva especial, rótulo Blue ou Green …. merecem …. nasceram de novo.
____________________

Noutro tópico alguém comentou esse razante de quase 60 Km a 300 metros,
deve ter sido ….

jorge Alberto
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jorge Alberto

Conseguiu se salvar pq estava vazio… Com carga, certamente nao teria tido essa sorte..
.
De qualquer forma… Parabens a tripulacao! Foram herois!

Nonato
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Nonato

O post foi muito sucinto.
Só narra o que provavelmente ocorreu com base nas informações disponíveis.
Mas adorei o estilo pois reconheceu que muitos leitores ficam confusos, especialmente os leigos.
Adoro esse avião.
E eu que sempre admirei o estilo Embraer direto ao ponto, sem sobressaltos.
E esse estilo de buscar nichos…
Acho interessante diversificar o portfolio.
Não depender só de ejets nem só dá aviação executiva.
Sair comendo pelas beiradas de todos os lados do queijo como se diz nas Minas Gerais…
Seria ótimo a trilogia ter mais posts nesse estilo de “ensinar” o bê-a-ba e de forma mais abrangente e aprofundada…

737-800 RJ
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737-800 RJ

Eu, que ainda tô no PP e sou leigo, claro, aprendo muito com as postagens e, principalmente, com os comentários. Ótimo post!

carcara_br
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carcara_br

Adorei a iniciativa até fui ler novamente a matéria. Bem, eu realmente não sei de onde foi retirado a parte em que a aeronave teria ficado de dorso, isso foi levantado como possível explicação para o -4g. Contudo não é a única explicação possível como um comentário em seguida explicou existem vários acelerômetro espalhados ao longo da aeronave e estes valores podem variar muito a depender do ponto aferido, então não acredito que isso realmente tenha ocorrido desta forma. Mesmo assim, achei muito legal a iniciativa, quem sabe no futuro o pessoal da Embraer não explique o incidente, seria fantástico!… Read more »

Nonato
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Nonato

É comum especialistas tranquilizarem passageiros acerca de eventual queda de uma aeronave por perda dos motores ou combustível dizendo que um avião não cai feito uma pedra, pois “plana”. Neste incidente, caiu feito pedra. Por que? Planar implica existência de sustentação e no caso de estol não há sustenção alguma e cai feito pedra? Algumas dúvidas. A perda de sustentação em estol é geralmente relacionada só à velocidade ou também a posição específica? Por exemplo, a família SU 27 faz manobras praticamente parados em posições diversas e não cai. Se por acaso perdem a sustentação a recuperam rápido. Como o… Read more »

Nonato
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Nonato

Quanto ao último post acredito que um su27 ou mesmo um super tucano da esquadrilha da fumaça controla o avião por meio das superfícies móveis e dos motores.
Claro que determinados aviões são, intrinsecamente, mais manobráveis.
O KC 390 especialmente carregado teria problemas com o centro de gravidade…
Todo o peso desceria para a traseira talvez e dificultaria a recuperação da posição vertical.
Isso se um tanque não descesse direto pela traseira e levasse embora parte da cauda e causasse perda de pressurização…

Nonato
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Nonato

É possível o redesenho total do avião em decorrência do incidente?
A Embraer poderia criar soluções para evitar inclusive a movimentação de cargas concentradas com alteração drástica do CG?
Ou evitar que uma carga solta rompa a fuselagem?
Talvez passar os tanques de combustível para a frente para contrabalançar?

Nonato
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Nonato

Esses testes sob condições extremas são difíceis de entender.
Por exemplo, uma aterrissagem na Antártida, sob e sobre o gelo.
É 8 ou 80?
Ou consegue ou passa direto?
Porque só consigo visualizar testes graduais e em laboratório.
Tipo coloca uma estrutura sob carga num laboratório até arrebentar. Se ela quebra com fora 20x diz – olhe pode colocar 10 ou 15 que aguenta.
E depois testar em vôo para ver se confirma e não apenas colocar 20 toneladas por colocar para ver se consegue…

Rommelqe
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Rommelqe

Uma informação que poderia esclarecer muito em relação ao efetivamente ocorrido seria divulgar as condiçoes atmosfericas prevalecentes naqueles momentos! Falou-se em formaçao de gelo nas asas o que pode sim nao so ter ocorrido como ate ter sido a causa raiz! Quando ha formacao de gelo na asa (algo muito frequente) ha acrescimo de peso e modificaçao substancial da geometria. Mas alem disso, lembrar que nesses dias ocorreram inumeras precipitaçoes de granizo em grande parte do pais. Quando esse fenomeno ocorre, ha uma prevalencia de correntes de ar muito frio oriundo de grandes altitudes e no sentido descendente. Quando ha… Read more »

Nonato
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Nonato
carcara_br
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carcara_br

Neste incidente, caiu feito pedra.
Por que?
Porque não havia velocidade suficiente para gerar sustentação, nesta condição básicamente o ar não passa pela asa como deveria. O ar deve seguir o perfil da asa para gerar sustentação se a camada de ar que escoa se “desprdesprende” da superfície da asa ela deixa de funcionar. Então sim depende da velocidade e do ângulo de ataque da asa (a posição que a asa “corta” o ar). Planar é cair aos poucos kkkkk. O resto ficou muito complicado!

Rommelqe
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Rommelqe

Parabens ao Aereo pelo grafico postado. Mas vamos interpretar a hipotese presente na sequencia ilustrada. Se houve mesmo uma aceleraçao de -4G essa deveria ser, na acepçao mais usual, no sentido de cima para baixo, ou seja, um contato fisico do avião aplicou uma força no piloto que o lançou no mesmo sentido da aceleraçao da gravidade; se essa minha interpretaçao esta correta, um dos fenomenos que pode ter concorrido seria uma fortissima corrente de ar descendente ter acelerado o conjunto no sentido para a terra. Isso teria ocorrido nas posiçoes C e D do grafico, mas nao significa, necessariamente,… Read more »

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Vou dizer o que penso: A aeronave estava em voo para teste de estol? Não, ou pelo menos não parece, é estranho que logo no primeiro estol, observado na trajetória do Flightradar24, a aeronave despenca. Gelo? Não. Pane no motor? Não. -4Gs? Não. Saída no dorso conforme desenho? Não, provavelmente arrancaria a cauda. Portanto, na minha opinião, a aeronave ainda que estivesse em preparação para o estol, entrou em ‘departure stall’ ou ‘power on stall’ ou simplesmente ‘departure’, que é a saída do voo controlado, que acontece em subidas ou em altos ângulos de ataque mas com potência de motor,… Read more »

Nonato
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Nonato

Carcará.
Mas um su 27?
Fica parado no ar.
Também não há velocidade. Não há filete de ar…

Justin Case
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Justin Case

Olá, amigos. No outro post sobre o assunto, comentei sobre estol e parafuso em situação convencional de treinamento. Em situação de ensaio em voo, para analisar o comportamento da aeronave, outras situações podem ser testadas. De acordo com a teoria (e a prática), uma asa estola sempre ao se atingir determinado ângulo de ataque, independente da velocidade. A diferença é que, com velocidade mais alta, a aeronave estará com carga G superior e os resultados serão muito mais graves. Comento isto porque só e possível causar dano estrutural com alta velocidade. Isto quer dizer que o dano ocorreu no início… Read more »

zampol
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zampol

Nonato: eu vi, há motor!

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Comentário(s) do(s) piloto(s) e do Cel Jaguar excelentes.
Creio que saberemos dentro de anos.
Creio que o CENIPA participará das apurações.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

O Título da matéria do Jane’s em Maio pp resume tudo, é fato:
http://www.janes.com/article/70652/embraer-enters-critical-phase-in-kc-390-programme-analyst-says

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Eis:
“Embraer is continuing development and certification of the KC-390. Silva said the company is planning its natural ice flight testing as it has already tested the aircraft with artificial ice. The company, he said, will perform systems certification flight testing in the coming months. Silva expects the KC-390 to have initial operational clearance by the end of 2017 and final certification and clearance by the end of 2018.”

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

O vídeo a seguir, com algumas exceções no caso, como a assimetria de carga na asa (o caso do F-16 no teste), ajuda a entender muito do que está sendo discutido, como software FBW, ‘departure stall’ ,etc. Ele inclusive traz um alento ao final do vídeo, que pode ser muito bem o caso desse voo no KC-390, atenção ao que o piloto diz em 03:16.

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana
tony
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tony

NONATO , vc tem que levar e, consideração a distancia entre os motores , no su 27 a distancia entre eles e pequena , no KC 390 e bem maior , o peso dos aviões , a potencia dos motores tb influenciam bastante vlw

Engenheira Gata
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Engenheira Gata

Caros, Pelo que dizem a fontes o Ensaio estava sendo realizado com simulacros e dummys de gelo artificial nos aerofolios do ZNF. Não houve formação de gelo, mas sim a aeronave decolou com estes equipamentos instalados simulando gelo. Deem uma olhada no Facebook da Embraer, lá tem uma foto exatamente com o mesmo simulacro, porém instalado no E2 em seus bordos de ataques. Deem uma olhada lá pra vocês entenderem. Uma outra curiosidade a aeronave ela é equipada do com tanques lastros hidrostáticos, (tanque com água e vasos comunicantes) para simular o peso e configurações de CG, que são configuradas… Read more »

carcara_br
Visitante
carcara_br

Nonato 22 de outubro de 2017 at 1:39
Nem mesmo na manobra mais famosa do su-27 (cobra) ele fica totalmente parado, se vc for pesquisar vai ver que ele utiliza o momento da aeronave pra ir numa direção enquanto aponto o bico na outra (pense no ângulo de ataque extremo kkkk). quando ocorre da aeronave subir até praticamente ficar parada, Tailslide, é basicamente um jogo de Cabo de guerra entre a gravidade e o motor.

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

O KC virou avião de acrobacia ?? rsrs

Renato de Mello Machado
Visitante
Renato de Mello Machado

Surpresa para o público na apresentação do EDA,é um boa né?

Douglas Rodrigues
Visitante
Douglas Rodrigues

Bom dia pessoal! Desculpe, ainda sou meio leigo em coisas muito técnicas de aviação, mas comparar um caça e toda sua manobrabilidade (afinal ele foi desenvolvido com tal intuito para poder manobrar principalmente em um dogfight) com um cargueiro beeeem maior e mais pesado não seria exagero? Acredito piamente que o teste tenha sim saído um pouco do planejado, mas que tal incidente pode até contar a favor do KC, mostrando a capacidade de recuperação da aeronave (mais detalhes talvez possam surgir em breve para mostrar isso). Lembramos que tantas outras aeronaves passaram por maiores dificuldades, inclusive se tornaram acidentes… Read more »

gustavo
Visitante
gustavo

Uau que post! parabens aos comentarios do pessoal. Ajudou muito aos leitores do PA .

carcara_br
Visitante
carcara_br

Achei uma explicação muito bacana sobre o voo, pra quem tiver curiosidade!
https://www.youtube.com/watch?v=UpU6QdspDcY

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Este teste foi determinado,não acontecido de surpresa,haja visto que estava em alta altitude.
Pela rapidez da queda o KC desceu de frente,abriu o trem de pouso e paraquedas de cauda,dai
ganhou controle novamente ,se foi de cauda ,um motor foi acionado para o KC virar,e descer de frente,pois a rampa traseira é inclinada forçando o KC a giro longitudinal ,catastrófico,só o simulador pode sugerir algo.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Cel Justin, excelente explicação. Ouvi dizer que a aeronave estava equipada com simulacros de gelo, para simular aquela condição. Somente para contribuir, a aeronave com cauda em T possui o “shaker” e o “pusher”, como no E-99, que podem ser desativados manualmente para ensaios/testes. Se a aeronave entrar em “deep stall”, quando o profundor fica na sombra da asa, o “tail chute” deve ser acionado. Não me pareceu, salvo melhor juízo, ser improvável essa queda de cauda e a entrada no dorso. Bem grave o incidente. Embora conheça vários companheiros pilotos na EMBRAER (o sr. também), ninguém comentou nada, obviamente.… Read more »

Kemen
Visitante
Kemen

É bom revisar a programação do Fly By Wire

Walfrido Strobel
Visitante

Acho que o “Gordo” ter que esperar mais um tempo pelos seus KC-390, apesar de não saber se a Embraer vai ter que introduzir alguma alteração maior nos aviões, como se sabe muito pouco sobre o incidente, tudo é “chute” nesta fase. Eu tinha lido que a FAB estava fazendo poucos investimentos nos C-130 devido a entrada no serviço dos KC-390 em pouco tempo, os C-130 perto de completar 15 anos da modernização sairiam de cena com a chegada dos primeiros KC-390. Isso seria muito bom para a FAB, fechar um cronograma com a saída dos velhos C-130M na entrada… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Melhor providenciar um sistema anti-gelo muito eficiente para os bordos de ataque dos estabilizadores horizontais da empenagem …